Tudo isto não é novidade para mim os partidos políticos não convivem bem com os chamados independentes.
Servem-se deles para dar uma imagem de abertura à sociedade civil mas o que esperam deles é uma independência seguidista da sua linha oficial.
Neste particular o PCP é paradigmático quanto a dissidências internas que levaram, invariavelmente, à saída dos dissidentes alegando motivos pessoais ou em nome da renovação do projecto politico que materializavam.
Todos nos lembramos do que se passou com Luísa Mesquita quando chamou a si o carácter pessoal do cargo de deputada.
Por cá Mário Santiago acabará por sair dada a erosão provocada ao seu cargo não só pela oposição como pela própria CDU, que o elegeu, para a presidência da Assembleia Municipal.
São sinais claros de um fim de ciclo que terminará, como tudo leva a crer ao fim do município de Alpiarça, por fusão, com Almeirim quer este se mantenha como município ou passe a ser freguesia de Santarém.
Não nos iludamos se Alpiarça, por questões de viabilidade económica, não tinha condições para se manter como município agora com uma crise pessoal e politica dentro da força politica maioritária no concelho ainda pior.
Poderíamos citar José Sócrates quando diz que a juntar a uma crise económica se juntou uma crise politica!.
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