O Ministério da Administração Interna (MAI), apresentou o projecto “Campo Seguro”, cujo objectivo é responder com eficácia à criminalidade nas zonas rurais.
O MAI assinou um protocolo com empresas como a EDP, a PT, a REFER e a EPAL, que tal como os agricultores têm sido alvo do furto de metais, como o cobre, um pouco por todo o país. No entanto os distritos mais afectados este ano são o de Santarém, Porto, Lisboa, Faro e Setúbal (669).
O Projecto “Campo Seguro” permitirá estabelecer um sistema de detecção de furtos em zonas rurais, através de um dispositivo de georeferenciação, que será colocado em locais onde há um maior risco, nomeadamente em campos e maquinaria agrícolas, armazéns e instalações eléctricas. Este equipamento estará ligado a uma sala de comando da GNR, o que permitirá detectar qualquer movimento anómalo e intervir de imediato.
De acordo com o projeto, equipamentos como alfaias agrícolas ou postes de eletricidade poderão passar a estar munidos de um dispositivo que, em caso de furto, emitirá um sinal, capaz de ser detetado em tempo real nas salas de situação das forças de segurança. Estas poderão transmitir a informação com as coordenadas exatas às patrulhas, que passarão a dispor de veículos com GPS.
Tendo em consideração que é necessário intervir rapidamente na protecção do meio rural, das suas actividades e combater a criminalidade neste meio, a DRAPLVT manifesta a sua disponibilidade para efectuar reuniões de esclarecimento e informação com a GNR e os interessados sobre a possível adesão ao projecto “Campo Seguro”.
Os interessados deverão, por isso, contactar a DRAPLVT através do e-mail info@draplvt.min-agricultura.pt até ao dia 2 de Fevereiro.
Para o efeito e melhor esclarecimento sobre o assunto enviamos em anexo a apresentação do projecto “campo Seguro”.

