NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2012
BENAVENTE - Deliberações e outros assuntos que passaram pela última reunião privada da Câmara Municipal

 

 

RASTREIO DO CANCRO DA MAMA – INCLUSÃO DA FREGUESIA DA BARROSA NOS LOCAIS ONDE A UNIDADE MÓVEL FICARÁ INSTALADA:

 

À semelhança de anos anteriores, a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul - solicitou a colaboração do Município de Benavente para prestar apoio a esta iniciativa de rastreio.

 

Para tal, a Liga solicitou à Autarquia algum apoio a nível logístico e identificou Benavente, Samora Correia e Santo Estêvão como as Freguesias onde a Unidade Móvel ficaria instalada, sendo que as senhoras da Barrosa seriam rastreadas em Benavente.

 

Porém, considerando a idade avançada de algumas das senhoras a rastrear na Barrosa, assim como algumas dificuldades ao nível do transporte da Barrosa para Benavente, alvitrou-se, posteriormente, a possibilidade da Unidade Móvel também ser instalada na Freguesia da Barrosa.

Como tal, foi estabelecido contacto com a Liga Portuguesa Contra o Cancro que anuiu em efetuar o Rastreio nos dias 12 e 13 de Março, na Junta de Freguesia da Barrosa.

Assim, o rastreio em Benavente iniciar-se-á no dia 15 de Março e o seu término será dia 12 de Abril (anteriormente previsto decorrer entre os dias 12 de Março e 11 de Abril).

 

Torneio de Andebol – “Carlos Fonseca 2012” –Apoio:

 

O executivo camarário deliberou, por unanimidade, prestar o apoio solicitado pelo Núcleo de Andebol de Samora Correia para a realização do Torneio de Andebol “Carlos Fonseca 2012”, de 31 de Março a 1 de Abril, para os escalões masculinos e 5, 6 e 7 de Abril para os escalões de infantis, iniciados e juvenis masculinos.

 

11.º Passeio da Primavera 2012 –apoio:

 

O executivo camarário deliberou, por maioria, com a abstenção da Vereadora Ana Casquinha (por não saber quem é a entidade que pede o apoio), prestar o apoio logístico solicitado por João Pedro Dias Magalhães Silva (em representação da Associação Portuguesa de Atrelagem) para a realização do Passeio da Primavera, no dia 21 de Abril. O Passeio da Primavera está integrado no Campeonato Nacional de Derbies – Região Centro.

 

Programação cultural – mês de Fevereiro

 

O executivo camarário deliberou, por unanimidade, aprovar a proposta de programação cultural apresentada para a rede de equipamentos culturais do Município que integra ações promovidas pelos setores de animação cultural, bibliotecas e museus e, paralelamente, ações da responsabilidade de outras entidades.

A programação regular de cinema que decorre nos dois auditórios municipais será igualmente garantida, embora não se encontre enunciada na presente proposta.

 

A Associação Recreativa e Cultural da Vila das Areias, solicita a cedência da sala do Cineteatro de Benavente para o dia 04 de fevereiro de 2012, com a finalidade de realizarem um espetáculo de comédia com Quim Roscas e Zeca Estacionâncio.

É ainda solicitado o apoio da Câmara Municipal através dos recursos técnicos e humanos do Cineteatro de Benavente para o acompanhamento do evento.

 

A Associação Teatral Revisteiros de Samora Correia, solicita a cedência da sala do Cineteatro de Benavente para o dia 11 de fevereiro de 2012, com a finalidade de realizarem uma peça de teatro infantil intitulada “O Sonho do Burro Malaquias”.

É ainda solicitado o apoio da Câmara Municipal através dos recursos técnicos e humanos do Cineteatro de Benavente para o acompanhamento do espetáculo.

 

O Grupo de Sevilhanas da AGISC, solicita a cedência da sala do Centro Cultural de Samora Correia para o dia 11 de fevereiro para a realização de um espetáculo de Sevilhanas.

É ainda solicitado o apoio da Câmara Municipal através dos recursos técnicos e humanos do Centro Cultural de Samora Correia para o acompanhamento do evento.

 

A Juventude Desportiva Almansor, solicita a cedência da sala do Cineteatro de Benavente para o dia 25 de fevereiro de 2012, com a finalidade de realizarem a 4.ª Gala da Juventude Desportiva Almansor.

É ainda solicitado o apoio da Câmara Municipal através dos recursos técnicos e humanos do Cineteatro de Benavente para o acompanhamento do evento.

 

A Associação Teatral Revisteiros de Samora Correia, solicita a cedência da sala do Centro Cultural de Samora Correia para o dia 25 de fevereiro de 2012, com a finalidade de realizarem uma peça de teatro infantil intitulada “O Planeta dos Girassóis”.

É ainda solicitado o apoio da Câmara Municipal através dos recursos técnicos e humanos do Centro Cultural de Samora Correia para o acompanhamento do espetáculo.

 

REUNIÃO DO CONSELHO EXECUTIVO DA CIMLT:

 

O vereador Carlos Coutinho informou o restante executivo que esteve presente na reunião do Conselho Executivo da CIMLT, bem como de algumas das questões que foram tratadas, nomeadamente a contratualização e as candidaturas à Bolsa de Mérito, tendo sido decidido pedir uma reunião ao Presidente do INALENTEJO para se poder abordar a situação, considerando que não há qualquer andamento por parte daquela entidade.

O vereador observou que as duas candidaturas apresentadas pela Câmara Municipal de Benavente nem tão pouco seguiram para o Observatório.

Foram manifestadas preocupações no que concerne aos pagamentos do FEDER, que em alguns casos continuam com mais de três meses de atraso, sendo que se irá tentar abordar a questão com o Presidente da CCDR, de forma a que a situação tenha alguma evolução.

Acrescentou que foi assinado um protocolo com o Instituto Superior de Educação e Ciência, que prevê algumas ações conjuntas e disponibiliza aos quadros da CIMLT, bem como das autarquias e respetivos familiares em primeiro grau, a redução de dez por cento do valor das propinas em qualquer curso ministrado.

Referiu, que foram feitas algumas adjudicações na Central de Compras, nomeadamente os serviços de manutenção dos ativos de rede, sendo que anteriormente a Câmara Municipal de Benavente tinha um encargo na ordem dos oito mil euros e, com esta escala, fica com uma responsabilidade de cinco mil euros para usufruir daqueles serviços.

Disse, que foi também feita a adjudicação do concurso para aquisição de comunicação de dados e voz móvel, serviço prestado anteriormente através da CIMLT, tendo ganho uma vez mais a TMN.

Observou, que também naquele concurso se obteve uma redução muito significativa dos custos, porquanto o valor do contrato anual para os Municípios da Lezíria e todas as entidades que dele beneficiam é de cento e oito mil euros.

Afirmou, que é possível constatar que a Central de Compras é uma medida mais que acertada para os negócios, sendo que as mais-valias se traduzem numa redução substancial dos custos dos serviços para as Câmaras Municipais.

 

INAUGURAÇÃO DO CENTRO ESCOLAR DO PORTO ALTO:

 

O vereador Carlos Coutinho fez referência à inauguração do Centro Escolar do Porto Alto, crendo que está uma obra bem conseguida naquilo que é a sua funcionalidade, e mesmo em termos estéticos.

Observou, que sendo um Gabinete da área do Município o responsável pela conceção daquela obra, a Câmara Municipal se deve considerar satisfeita pela qualidade existente no que diz respeito aos projetos.

Afirmou que a Câmara Municipal de Benavente deu um bom exemplo de que é possível fazer boas obras funcionais, e tendo em conta a preocupação que se deve ter no controle dos custos, porquanto a candidatura foi feita a anteriori pelo valor aproximado de um milhão, cento e sessenta mil euros, montante máximo previsto no regulamento aplicável à construção de centros escolares, sendo que os encargos totais acabaram por se situar em pouco mais de novecentos mil euros, originando uma poupança bastante significativa de cerca de duzentos e cinquenta mil euros, principalmente se for feita a comparação com o desvaneio que foi a construção deste tipo de edifícios através da Parque Escolar, tendo sido utilizados montantes exorbitantes, com os prejuízos que são conhecidos para a situação atual que o País vive.

Crê que o Centro Escolar do Porto Alto constitui um espaço atrativo para as crianças, que ali irão decerto sentir-se bem, e o enquadramento na urbanização circundante resultou bastante bem.

Disse, que o facto de ter sido possível, através duma pequena intervenção na cantina do Porto Alto, proporcionar um refeitório para os alunos da escola EB1 do Porto Alto, é também uma mais-valia, evitando que tenham que se deslocar para a escola EB 2,3, sendo certo que, com aquelas novas instalações, se acentua alguma assimetria nas condições que são disponibilizadas aos alunos do primeiro ciclo no Porto Alto.

Crê que a Câmara Municipal não deve perder de vista a possibilidade de, caso venham a ser aprovadas as candidaturas para a requalificação das escolas EB1 de Samora Correia e de Benavente, tentar também requalificar quer aquele espaço, quer o da Vila das Areias, em Benavente, e dessa forma poder concretizar a requalificação dos equipamentos que servem o primeiro ciclo e a educação pré-escolar no concelho.

 

Sobre esta matéria a vereadora Ana Casquinha disse que realmente a Câmara Municipal tem que ter uma palavra de apreço para com a equipa que foi responsável pela conceção daquele equipamento, que não deixou obviamente qualquer pormenor ao acaso. (…)

Crê que para uma maior concretização do objetivo que levou à realização daquelas iniciativas, deveria a divulgação ser feita doutras formas, que não só através dos papéis que normalmente são distribuídos às crianças ou dos recados na caderneta (e que muitos pais não veem, ou fazem-no apenas no final da semana e acabam por não comparecer), mas também através de publicação nos jornais da zona e divulgação através da rádio Iris.

Julga que a qualidade daquelas iniciativas não pode chegar a tão poucos pais, pelo que faz o reparo na melhoria da divulgação das mesmas, para ver se se consegue um dia chegar a um universo o mais alargado possível de pais e encarregados de educação, sobretudo esses, que são os que normalmente são apontados como sendo os que mais afastados estão da vida da comunidade escolar.

 

Sobre os problemas da climatização dos espaços escolares, o Presidente disse a propósito ter observado que a situação verificada nos Centros Escolares de Benavente e de Samora Correia tem vindo a preocupar a Câmara Municipal, atendendo a que toda aquela conceção com uma luminosidade enorme simultaneamente causou problemas internos, previsíveis na altura mas não considerados pelos técnicos projetistas, porque não estava prevista a climatização.

Referiu, que se tem tentado atenuar o problema através da colocação de telas em cada uma das claraboias, telas essas que permitem a passagem da luz mas evitam a passagem do calor e, sendo que seguramente houve alguma melhoria, mas não sabe se tal será suficiente.

Disse, que os tempos que correm não lhe permitem dizer que haverá dinheiro para climatizações e que a Câmara Municipal poderá perspetivar, a curto prazo, que tal possa acontecer.

 

O Presidente transmitiu que, numa reunião que decorreu em Lisboa, o Presidente da Associação Portuguesa de Bancos falou no escândalo que é a questão da Parque Escolar e das sumptuosas obras que tem vindo a realizar, com custos enormes para o País, tendo o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Viseu dito que, na sua cidade, foram recuperadas duas escolas (a Escola Comercial e Industrial e o Liceu) com um custo de quinze milhões de euros cada uma, mas esqueceram-se da climatização numa zona fria como aquela.

Observou, que numa obra de cinco milhões de euros levada a efeito na Escola Secundária de Benavente, esqueceram-se do refeitório, achando que um bar é suficiente para uma escola daquelas.

Acrescentou que, tratando-se de projetos aos quais as Câmaras Municipais são inteiramente alheias, permitem aprender com os erros cometidos, pelo que a preocupação que a Câmara Municipal de Benavente teve em melhorar e fazer intervir a sua perceção no projeto do Centro Escolar do Porto Alto deu algum resultado, até com menos custos.

 

 

ENCERRAMENTO DA UNIDADE DE PRODUÇÃO DA MARTIFER, EM BENAVENTE:

 

O vereador Carlos Coutunho deixou uma nota de grande preocupação relativamente ao encerramento, para breve, da unidade de produção da Martifer no concelho de Benavente, facto que envolverá cento e vinte trabalhadores que ou aceitam ser deslocados para a outra unidade de produção em território nacional, ou aceitam ser deslocalizados para as outras unidades que existem no resto da Europa.

Afirmou ter algumas preocupações a nível social, porque pese embora a boa vontade do Senhor Ministro da Economia cada vez que uma empresa destas fecha, não está a ver cento e vinte trabalhadores a dedicarem-se a produzir pastéis de nata para poder internacionalizar a marca.

Disse ser muito preocupante que cento e vinte famílias maioritariamente do concelho de Benavente vejam entrar o desemprego pela porta dentro.

 

Sobre esta matéria, o Presidente referiu que tal como será do conhecimento dos vereadores, já se pronunciou publicamente acerca do encerramento da unidade de produção da Martifer, em Benavente.

Transmitiu, que na passada quinta-feira recebeu um pedido de reunião por parte da Martifer, na pessoa do Eng.º Carlos Martins, nada o fazendo supor que se tratasse do processo de encerramento temporário da empresa.

Referiu, que o Eng.º Carlos Martins fez questão de lhe dizer que vinha comunicar o que acabara de transmitir aos trabalhadores da Martifer, sendo que as razões que apresentou resultam do facto daquela fábrica estar virada para o mercado ibérico e se em Espanha as obras públicas caíram duma maneira estrondosa, a situação é mais gravosa porque neste momento naquele País ainda se está a pagar pior do que em Portugal.

O Eng.º Carlos Martins afirmou ter tentado que a fábrica pudesse produzir estruturas em aço que seguiriam, via marítima, para o Brasil, visto que a empresa ganhou concurso de algumas das estruturas metálicas dos estádios para o Campeonato do Mundo, mas os custos dos transportes marítimos e os custos alfandegários fazem acrescer o valor em cerca de quarenta por cento, fator que determinou que tivessem criado e montado rapidamente uma fábrica naquele País.

Foi-lhe ainda transmitido, que a casa-mãe situada em Oliveira de Frades produz para Inglaterra e França, onde há mercado, a da Polónia está a produzir fundamentalmente para a Alemanha e para o centro da Europa, assim como a casa da Roménia, existindo ainda uma outra unidade em Angola.

Disse ainda que aquela decisão de encerramento é temporária, mas teve em conta a preocupação com os trabalhadores, sendo que lhes foram oferecidas várias alternativas, uma das quais seria trabalhar de segunda a sexta-feira em Oliveira de Frades, garantindo a Martifer o transporte, alimentação, alojamento e algumas horas extras. Outra das alternativas será puderem mudar para qualquer outra das fábricas na Polónia, Brasil ou Angola, que não na Roménia, por razões que se prendem com as remunerações, onde os salários andam à volta dos trezentos euros, sendo que quem quiser mudar para o espaço europeu terá direito ao pagamento duma viagem mensal para visitar a família.

Referiu, que perante aquele quadro, teve que manifestar que era para a Câmara Municipal uma surpresa, porquanto considerava que a Martifer era um pilar e, portanto, havia mesmo a expetativa de que a empresa tivesse outros projetos em desenvolvimento para o Município, dada a sua localização, tendo o Eng.º Carlos Martins explicado que o facto de terem caído as obras públicas em Portugal que se desenvolviam fundamentalmente nesta zona, destruiu a expetativa de trabalho que a empresa tinha, no mínimo e a curto prazo, para três anos, tanto mais que já tinha pré-contrato para a denominada ponte de ligação Lisboa/Barreiro e havia a expetativa de vir a construir algo para o novo aeroporto de Lisboa. 

Aproveitou para falar numa outra questão sobre a qual também se pronunciou publicamente e que tem a ver com a PMH, empresa que tem uma situação substancialmente bem diferente da Martifer, porquanto se trata duma ameaça de insolvência por razões que se prendem com alegadas dívidas do Ministério da Saúde e compromissos assumidos por este, que alegadamente não têm sido respeitados.

Disse, que em Dezembro estiveram em perigo os salários, tendo o Ministério da Saúde avançado com um milhão de euros, sendo que em Janeiro estava combinada a entrega doutra tranche de dois milhões de euros em dívida, que não ocorreu e que, ao que parece, apenas ocorrerá dia quinze de Fevereiro.

 

SEMINÁRIOS NO ÂMBITODO PROJETO “A ESCOLA SOMOS NÓS”:

 

A vereadora Gabriela dos Santos fez um ponto de situação dos quatro seminários que a Câmara Municipal levou a cabo, promovidos pelo Conselho Municipal de Educação no âmbito do projeto “A Escola Somos Nós”.

Disse ter sido uma iniciativa muito bem aceite pelos pais, tendo que acharam terem tido muito interesse e utilidade.

Referiu que o sentir dos pais pode-se traduzir, porquanto fora previamente acordado com o formador que os seminários teriam entre uma hora a hora e meia de duração, até porque os eventos se realizavam em dias de semana e ao final do dia, constatando-se que em todos os locais os seminários decorreram para além das duas horas, tendo demorado três horas e quinze minutos em Samora Correia, sem interrupção para o jantar.

Observou, que tal demonstra o interesse, a forma como foi abordada a questão e a qualidade do formador, que foi muito boa, tendo alguns pais questionado se aquele tipo de iniciativa é para continuar.

 

ILUMINAÇÃO PÚBLICA LIGADA DURANTE O PERÍODO DIURNO

 

Deu conta, que a intervenção produzida pelo vereador José Rodrigues da Avó na anterior reunião do Executivo acerca da iluminação pública ligada durante o período diurno mereceu uma resposta sua que alguns órgãos noticiosos colocaram em plano de evidência e a informação teve impacto na EDP Distribuição.

Naquela sequência, imediatamente lhe pediram uma reunião para fazer o ponto de situação e onde foram apresentadas desculpas pelo atraso na realização das intervenções solicitadas.

O Presidente transmitiu que a EDP efetuou a regulação de quarenta relógios astronómicos que substituíram igual número de células fotoelétricas e permitirão fazer cumprir o pedido de haver uma poupança de sessenta minutos diários de custos de iluminação pública. Contudo, os relógios que a EDP possui são insuficientes, tendo que haver uma comparticipação da Câmara Municipal na aquisição desses relógios, para atingir o fundamental das zonas urbanas, onde há maiores consumos, e deixando para segundo plano algumas redes rurais.

Afirmou, que estando em causa custos na ordem dos 100 euros por relógio, imediatamente respondeu que a Câmara Municipal estaria na disposição de custear a parte que lhe competir, porque será dinheiro que estará a poupar no futuro.

Informou, que a EDP irá iniciar o desligar de algumas lâmpadas de iluminação pública que a Câmara Municipal tinha georreferenciado e entregue em mapas, trabalho que deve estar concluído no final da semana em curso.

No entanto, já começaram a surgir algumas reclamações por parte de munícipes que veem retirar as lâmpadas e não entendem os motivos, estando a Câmara Municipal aberta a poder rever as situações e, em todos os casos que tal se justifique, poderá mandar recolocar as lâmpadas ou fazer a correção para outras lâmpadas, atingindo o mesmo objetivo de diminuir custos de iluminação pública. Finalizou, dizendo: “Um País pobre como Portugal mantém uma iluminação pública acima das possibilidades, quando em muitos países ricos da Europa há muitas cidades, vilas e aldeias em que a iluminação pública é totalmente desligada por volta da meia-noite ou uma hora da madrugada, sem problemas de segurança. Sabemos que os custos energéticos têm que diminuir”, frisou.



publicado por Noticias do Ribatejo às 19:02
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