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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
“João André é um exemplo para o país”

 
 

José Sócrates deslocou-se à Escola Profissional de Salvaterra de Magos (EPSM) para entregar o diploma de conclusão do 12º ano ao aluno mais velho do país, João da Silva André, que concluiu o ensino secundário com 85 anos, através do programa Novas Oportunidades.

“O João André é um exemplo para o país, e é isso que eu vim aqui mostrar”, afirmou o primeiro-ministro durante a cerimónia, onde esteve também presente a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.

“Eu sei que é preciso coragem para confessar que não sabemos o suficiente e regressar à escola”, disse José Sócrates aos mais de 30 formandos que receberam o seu diploma na quarta-feira, 29 de Abril.

Actualmente, existem cerca de 800 mil portugueses inscritos nas Novas Oportunidades, a trabalhar ou à procura de emprego, afirmou José Sócrates, para quem o percurso do octogenário deve servir de modelo “a todos os que procuram a sua valorização pessoal e profissional”.

“Este programa foi criado precisamente para dar uma segunda oportunidade aos que a tiveram e que, por alguma razão, não a aproveitaram, e sobretudo aos que nunca tiveram essa oportunidade, como é o caso do João André”, acrescentou o chefe do governo, sublinhando que a qualificação “é fundamental não só para a competitividade das empresas, mas também para criar uma melhores cidadãos e pessoas mais cultas”.

Sendo um poeta popular que aguarda quem lhe publique as quadras, João André não perdeu a oportunidade de recitar alguns versos perante tão ilustre plateia, onde a mensagem principal foi sempre nunca deixar de aprender, seja com que idade for.

O estudante mais velho do país agradeceu ainda à EPSM, onde diz ter encontrado “uma família”.

“Tenho que agradecer a todas as empresas da região do Sorraia, pois sempre acolheram a mão-de-obra da escola para estágios e permitiram que os seus empregados frequentassem acções de formação que os valorizam pessoal e profissionalmente”, afirmou Salomé Rafael, responsável pela EPSM, uma instituição criada há 20 anos e que conta, actualmente, com cerca de 800 alunos espalhados pelas várias ofertas formativas.

“Em boa hora apareceram os Centros Novas Oportunidades, pois tem sido das melhores experiências que temos tido cá na escola, ao contactar com pessoas com uma enorme riqueza no seu percurso de vida”, concluiu ainda a responsável.

«O Ribatejo»

 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 14:13
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Feira do Vinho do Ribatejo

 

 

A Feira do Vinho do Ribatejo, que se realiza anualmente no Centro de Exposições de Alpiarça, assinala este ano a sua 12ª edição.

É um certame rico em diversidade, que elege a cultura da vinha e a produção do vinho como temática central, que alia a tradição ao desenvolvimento, que associa os saberes populares às novas tecnologias, cruzando as culturas à produção de riqueza e que, por isso, coloca grandes desafios à Organização.

Feira do Vinho na verdadeira acepção da palavra, uma vez que as maiores apostas são a Mostra, a Prova e a Compra e Venda de Vinhos Ribatejanos.

O Concelho de Alpiarça recebe todos os anos na Feira do Vinho do Ribatejo cerca de vinte mil visitantes, que este ano poderão encontrar, entre os cerca de 100 expositores, provas de vinho, colóquios, mostras de artesanato, mostras gastronómicas da região (com a participação de confrarias), mostra de cantares, tunas académicas, espectáculos musicais e exposições técnicas.
É um local de festa e de diversão, um espaço de negócio e de troca de experiências, um terreiro de cultura e de promoção do concelho.

No dia 30 de Maio, serão apresentados os resultados do Concurso de Vinhos Engarrafados do Ribatejo, que se realizou nos dias 15 e 16 de Abril no Pólo Enoturístico da Casa dos Patudos.


publicado por Noticias do Ribatejo às 18:19
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Câmara da Chamusca avança com medidas de combate à crise


 
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Para atenuar os efeitos da crise no concelho da Chamusca, a câmara municipal decidiu avançar com algumas medidas de ajuda às empresas e à população. Uma delas é isentar o pagamento de taxas de ocupação de via pública e de publicidade. A autarquia já cobrou este ano algumas e para que os que pagaram não fiquem prejudicados, decidiu devolver o dinheiro que segundo o vice-presidente do município, Francisco Matias (CDU), atinge um montante total de 300 euros.

 

O município decidiu também alterar a taxa de resíduos sólidos que até agora subia à medida que se consumia mais água da rede. A partir de agora os munícipes só pagam até ao limite de quatro euros, mesmo que consumam mais água. Outra das medidas passa num caso extremo por ajudar os trabalhadores da construção civil. Se houver empresas a trabalhar para o município que fechem as portas, a autarquia para evitar a suspensão das obras e impedir que os operários fiquem no desemprego contratará a sua mão-de-obra.

 

Francisco Matias revela que já há duas pessoas que trabalhavam na construção civil por conta própria e que estavam em dificuldades que neste momento está a fazer serviços para a câmara. O vice-presidente da Câmara da Chamusca admite que estas medidas prejudicam os cofres municipais, mas “são a única forma de ajudar as pessoas neste período de crise”. E revela que desde o início do ano as receitas próprias da autarquia têm sido poucas, exemplificando que só registaram 25 licenças de obras, salientando que a câmara não pode ficar de braços cruzados apesar das suas dificuldades financeiras porque “primeiro estão as pessoas”.

 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 12:48
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Terça-feira, 28 de Abril de 2009
65 sopas e 14 vinhos por apenas 8 euros em Tomar

 
 
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Congresso da Sopa abre portas a 9 de Maio
 
   


Congresso da Sopa

Diz-se por aí que, acossadas pela crise, as famílias estão a comprar produtos alimentares de menor qualidade, apostando em enlatados e fast food. Em Tomar, há 16 anos que se anda a mostrar (e demonstrar) que a sopa é um dos pratos mais saudáveis (mas igualmente dos mais saborosos) da nossa tradição gastronómica, e que é paralelamente dos mais baratos. Quem lhe oferece 65 sopas (confeccionadas por 37 cozinheiros) e 14 vinhos de qualidade (de 5 diferentes produtores), consumindo o que for capaz, por apenas 8 euros? E ainda tem pão, água e café incluídos, além de poder levar consigo o kit de degustação (malga, copo e colher). A resposta é só uma: o Congresso da Sopa, dia 9 de Maio, a partir das 12h30, em Tomar.

   E não pense que é uma promoção. Há vários anos que a Câmara de Tomar, em colaboração com os restaurantes aderentes, garante uma oferta similar por este preço, lutando contra a inflação, mas evitando igualmente a deflação.

   Ah! E o Congresso da Sopa persegue também, desde o seu início, um objectivo de política social, canalizando todos os lucros para o Centro de Integração e Recuperação de Tomar (CIRE), instituição dedicada às pessoas portadoras de deficiência. 

   Se aliarmos a todos estes factos a evidência de que a iniciativa terá lugar no Mouchão Parque, uma ilha no meio do rio Nabão, rodeada das águas frescas e do amplo verde do arvoredo deste e dos jardins circundantes, com amplos relvados que convidam a ser usufruídos, temos o aspecto que faltava para contrariar a crise: negar o stress do dia-a-dia num ambiente alegre, descontraído e inacreditavelmente natural. 

   Podíamos continuar a lista de benefícios enumerando as doenças que podem ser evitadas através do consumo regular da sopa, mas, com a quantidade de adeptos que este evento já granjeou, o melhor é mesmo apelar aos cépticos: dia 9 de Maio venham a Tomar ao Congresso da Sopa! É provar para querer.

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publicado por Noticias do Ribatejo às 13:16
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Investimentos para a agricultura no valor de 70 milhões de euros
 
Investimento de 70 milhões na agro-indústria do Ribatejo
 
A região do Ribatejo vai ter um cluster agro-industrial devidamente desenvolvido e articulado dentro de três anos, de acordo com uma candidatura recentemente aprovada no âmbito do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (Feder), que prevê investimentos globais de 70 milhões de euros.

O objectivo é garantir a melhoria das condições de competitividade de mais de 30 empresas da região ribatejana. Liderada pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), a candidatura prevê a criação de uma Associação para o Desenvolvimento da Agro-Indústria (ADAI). Entre os parceiros envolvidos contam-se empresas como a Compal (bebidas), a Idal (transformação de tomate) e a DAI (transformação de beterraba).

De acordo com a Nersant, o projecto foi recentemente aprovado no âmbito do Concurso para Enquadramento de Estratégias de Eficiência Colectiva - Reconhecimento de Pólos de Competitividade e Tecnologia desenvolvido pelo Feder. Decorrem, agora, reuniões com as cerca de 30 empresas envolvidas para lançamento das iniciativas previstas no plano de acção.

Fomentar a inovação

O cluster ribatejano (zona onde há um forte presença do complexo agro-industrial) pretende “fomentar a inovação e melhorar a competitividade das empresas do sector, procurando criar sinergias” entre todos os actores desta área e outros com que se relacionam. Visa, também, aproximar as empresas e instituições de ensino e de investigação e desenvolvimento (I&D), estimular projectos de I&D tendentes a criar novos produtos e apoiar a internacionalização das empresas, apostando na diferenciação.

Uma das suas principais vantagens deste projecto reside no facto de os projectos constantes do plano de acção poderem ter acesso a sistemas de incentivo com verbas específicas e “tratamento preferencial no acesso aos sistemas de incentivos do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) já em funcionamento, através da majoração de taxas de incentivo e de concursos específicos”.

Podem, igualmente, beneficiar de acesso preferencial aos programas comunitários de promoção do potencial humano e de desenvolvimento regional.

A candidatura apresentada pela Nersant baseia-se na criação da ADAI, com o objectivo de gerar “um novo ciclo de crescimento” e de transformar a agro-indústria ribatejana num “sector de referência a nível europeu num prazo de 10 anos”.

A associação deverá promover a colaboração e a cooperação entre as empresas e entidades relacionadas, “encorajando a reestruturação competitiva do sector e assegurando uma ampla participação nos circuitos comerciais”.

Os diferentes parceiros encontram-se já divididos em áreas de actuação para a constituição de um pólo de competitividade e tecnologia (PCT), que constituirá “o principal motor” desta estratégia. Ele assentará num sector agro-industrial que já é “uma referência nacional”, devido “às características dos solos, do clima e do emparcelamento” ribatejanos. A grande dimensão de algumas das empresas, muitas já integradas em grupos multinacionais, e a existência de instituições de ensino com “grande tradição e competência em I&D” são outras das vantagens regionais.

Para além do desenvolvimento do pólo de competitividade e tecnologia agro-industrial (contempla a criação de novos produtos e de marcas, a recuperação de produtos tradicionais, a experimentação de novas culturas e a criação de mecanismos de cooperação), o plano definido contempla, ainda, a criação de um Centro de Competências para a Agricultura e Agro-Indústria e de um Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar. O projecto prevê, igualmente, a criação de espaços para incubação de novas empresas e de um Centro de Incubação de Oportunidades de Negócio.

O PCT dará especial realce às áreas de transformação de carnes e de frutos e produtos hortícolas, à produção de bebidas e à produção de gorduras e óleos (em especial azeite).
(Jornal O Público)
 
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publicado por Noticias do Ribatejo às 12:27
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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009
Buscas pela PJ no CNEMA

Polícia Judiciária faz buscas no CNEMA em Santarém

 

A Polícia Judiciária fez buscas nas instalações do Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (CNEMA) em Santarém, na sexta-feira. Os inspectores levaram documentos da contabilidade referentes ao período entre os anos 2000 e 2003. Pediram ainda várias cartas trocadas entre a administração do centro e várias entidades.

 

Esta acção vem na sequência de uma investigação relacionada com um subsídio que a Câmara de Santarém, que é accionista do CNEMA, deveria ter transferido para o centro para consolidar o seu passivo. Em Causa estavam 900 mil contos que o então Governo de António Guterres iria transferir através do Instituto de Estradas de Portugal para a autarquia, nessa altura liderada pelo socialista José Miguel Noras.

 

O dinheiro, que tinha sido prometido pelo Governo para resolver a situação difícil em que se encontrava o CNEMA, era entregue à câmara para justificar a compra pelo instituto de parte do traçado da circular urbana (Rua O), construída pelo município. Desse montante 440 mil contos deviam entrar no centro de exposições em forma de subsídio para abater a dívida que o parque tinha ao banco Totta e os restantes 220 mil contos destinavam-se ao fundo de maneio da sociedade, cujos maior accionista é a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP). Só que dinheiro entrou na autarquia, mas nunca chegou ao CNEMA.

«O Mirante»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 13:57
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"Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima"


 
 
   

   
Apresentação do livro

A Sala de Leitura Bernardo Santareno recebeu, no dia 18 de Abril, o lançamento do novo livro do antropólogo Aurélio Lopes “Videntes e Confidentes: Um Estudo sobre as Aparições de Fátima”. O livro vai ser objecto de uma nova apresentação pública, no dia 2 de Maio (sábado), às 16 horas, no Salão da Biblioteca Municipal de Tomar, numa organização do Jornal "O Templário" e apoio da Câmara Municipal de Tomar. A publicação está a cargo das Edições Cosmos, e é patrocinada pela Câmara Municipal de Santarém, sendo o prefácio da autoria do teólogo e professor universitário Frei Bento Domingues, que irá estar, igualmente, presente.

   Estiveram presentes no lançamento do livro, Francisco Moita Flores, presidente da Câmara Municipal de Santarém, Joaquim Garrido, Edição Cosmos, Domingos Lobo, entre muitos os presentes que encheram a Sala de Leitura Bernardo Santareno.Francisco Moita Flores referiu que “o olhar do antropólogo sobre este mito faz com que o cientista, que é Aurélio Lopes no domínio das Ciências Sociais, consiga aproximar-se de um objecto como nenhum escritor conseguiu aproximar-se dele.

   


Sala cheia para ouvir os oradores

Durante a apresentação foram feitos alguns comentários acerca do tema e também algumas leituras da obra por Rosalina Melro, Paulo Narciso, Botas Castanho e Carlos Oliveira (Chona). Aurélio Lopes colocou-se à disposição dos presentes para esclarecer algumas dúvidas acerca da obra e no final teve lugar uma sessão de autógrafos.

   De referir que a o obra está dividida em 4 partes: “Mulheres e Deusas”, “Aparições”, “Fátima” e “A Construção do Sagrado”.
Fonte: Gabinete de Relações Públicas e Comunicação da Câmara Municipal de Santarém.
 
«TF»
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publicado por Noticias do Ribatejo às 12:07
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Domingo, 26 de Abril de 2009
Jovem palestiniano convidado pela JCP impedido de viajar pelo estado de Israel!

 

 

Como é do conhecimento geral, a Juventude Comunista Portuguesa (JCP)
convidou e tinha tudo preparado para acolher, a partir de hoje, em
Portugal, um jovem palestiniano, dirigente da União Democrática de
Jovens Palestinianos (UDJP), organização de juventude da Frente
Democrática de Libertação da Palestina.

 

No entanto, esta noite, ao cruzar a fronteira entre a Palestina e a
Jordânia, país onde apanharia o avião para Portugal, os soldados
israelitas que ilegitimamente controlam a fronteira prenderam este
jovem durante toda a noite, impedindo-o assim de viajar e de
participar nas iniciativas de solidariedade com a Palestina
programadas pela JCP e publicamente anunciadas em nota à comunicação
social no dia de ontem.

 

Este facto merece da JCP a mais veemente denúncia e repúdio, sendo
mais uma triste demonstração da realidade vivida pela juventude e povo
palestinianos. A falta de liberdade, a ausência de possibilidade de
circulação e a total subjugação aos ditames do estado sionista de
Israel e dos seus fantoches que fazem do quotidiano dos palestinianos
uma constante humilhação ficam aqui claros como água para quem o
queira ver.

 

Em resposta ao sucedido, a JCP manterá o programa que estava
programado para denúncia do que se passou neste caso e do que, à sua
semelhança, se passa todos os dias na Palestina. As iniciativas
contarão com a presença do presidente da Federação Mundial da
Juventude Democrática, organização histórica na luta pela liberdade e
democracia, actualmente presidida pela JCP.

 

Em anexo enviamos ainda uma carta aberta ao Ministério dos Negócios
Estrangeiros português e à Embaixada de Israel em Portugal.

 

Pela nossa parte tudo faremos para que nos planos político, social e
institucional esta injustiça não passe incólume, à semelhança dos
esforços que desde o primeiro dia fizemos em solidariedade com a luta
do povo pela Palestina, pela constituição de um Estado livre,
independente e soberano.

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publicado por Noticias do Ribatejo às 19:15
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Sábado, 25 de Abril de 2009
«A autarquia de Salvaterra de Magos penaliza quem quer investir no concelho.»

 

Hélder Esménio é funcionário da Câmara de Salvaterra de Magos e apresentou agora a sua candidatura como independente nas listas do PS à presidência da mesma autarquia.

 

«A autarquia penaliza quem quer investir no concelho.»

Qual é, na sua perspectiva, o maior problema com que se debate o concelho de Salvaterra de Magos?


O maior problema neste momento é, claramente, a falta de emprego. O desemprego é o que mais aflige as famílias que residem no concelho de Salvaterra de Magos. Por opções erradas tomadas pela gestão autárquica nos últimos doze anos, o concelho, segundo dados do INE de Janeiro deste ano, tem uma taxa de desemprego muito próxima dos 16%. Isto só por si vem demonstrar que a gestão da autarquia não foi eficaz. Só à guisa de comparação, em Benavente e Coruche, a taxa de desemprego ronda os 10%, enquanto que a média nacional se situa nos 8%. Ou seja, este é um fenómeno local, não regional e não nacional, que ultrapassa as preocupações que todos temos em relação à crise que se vive no país e que tem que ter uma explicação também local. Depois temos também a fuga de jovens para concelhos vizinhos ou para a zona da Grande Lisboa que procuram oportunidades de emprego que aqui não têm, causando o envelhecimento da população do concelho. Há também que ter em conta outro indicador que revela que os cidadãos do concelho de Salvaterra têm um poder de compra inferior em 20% à média nacional e dois terços do poder de compra dos cidadãos do concelho de Benavente. Esta trilogia de problemas coloca o concelho numa situação grave, apesar das obras que têm sido feitas e propaladas.
Claramente, não está contente com o desempenho do executivo bloquista.
Repare, nós temos também problemas ao nível da educação. Não tem havido nem investimento, nem carinho, nem apoio à educação no concelho. Temos imensas queixas ao nível dos transportes escolares, das refeições e do acompanhamento das crianças nos períodos de refeição e de recreio. Também me preocupa o apoio apenas aparente dado aos mais idosos. Apesar do envelhecimento da população, não houve um único investimento nesta área nos últimos doze anos. Embora concordemos com a continuidade de todas as actividades que existem actualmente, achamos que não pode ser descurado o investimento em equipamentos sociais. Posso falar também nos problemas no saneamento básico e no abastecimento de água, do estado miserável em que estão as estradas da rede viária municipal mais antigas, do atraso na construção dos centros escolares, do caso caricato do Jardim de Infância de Foros de Salvaterra, em que pais tiveram que dormir ao relento para conseguirem vez para inscreverem as suas crianças, do facto de Salvaterra ser a única freguesia do concelho que não tem um jardim de infância, do enorme atraso na revisão do Plano Director Municipal... Aliás, em relação ao PDM consideramos que primeiro deveriam ter sido feitas alterações, para corrigir a localização da auto-estrada, problemas de cartografia, problemas com as reservas e só depois se avançar para a revisão, que é um processo extremamente lento.


Falámos dos problemas... e que soluções?

Nós estamos numa fase processual da candidatura em que estamos a formar as listas para todos os órgãos do município e naturalmente compreenderá que é com essas pessoas que tenciono elaborar o manifesto eleitoral. É óbvio que há eixos prioritários de actuação: investir na educação, investir no desenvolvimento económico do concelho de forma a criar mais emprego... Repare que não tem havido por parte da autarquia nenhum esforço para divulgar as áreas industriais existentes, para adquirir terreno para uma nova área empresarial junto ao nó da A13. A autarquia beneficiou da melhoria das acessibilidades e não investiu na fixação de empresários. Essa falta de esforço e de dinamismo levou às situações das quais já falei, do desemprego, da fuga de jovens e do baixo poder de compra. Em vez de atrair empresários com terrenos a preços simbólicos e redução de taxas, por exemplo, a autarquia penaliza quem quer investir no concelho. São inúmeros os casos de empresários que não são atendidos; o atendimento semanal tem sido lastimável, principalmente no último mandato, com numerosos adiamentos. O que demonstra já o cansaço desta gestão com doze anos, o que é humanamente aceitável, a par com as faltas às reuniões quinzenais do executivo, que são convocadas pela própria líder da autarquia. Este cansaço leva ao esgotar das ideias e à falta de empenhamento naquilo que é vital para o desenvolvimento do concelho. Mas não contente com isso, a autarquia ainda penaliza os empresários ao exigir compensações financeiras sempre que não são cedidas áreas para espaços verdes e equipamentos em construções de área superior a mil metros quadrados, como diz o regulamento que o bloco de esquerda aprovou. Só para os leitores do Fundamental ficarem com uma ideia das verbas de que estamos a falar, eu dou o exemplo de um edifício destinado a comércio e serviços a cujo promotor foram pedidos 44 mil euros a título de compensação pela não cedência dessas áreas...


Falou no cansaço dos eleitos bloquistas e foi precisamente o cansaço dos eleitores que provocou a derrota do PS nas eleições de 1997. Acha que os salvaterrenses já ultrapassaram esse cansaço?

Sinceramente, estou muito pouco preocupado se os eleitores sentem ou não que há cansaço nos autarcas do bloco de esquerda. O que me interessa verdadeiramente é que o nosso projecto chegue aos eleitores, que a nossa equipa chegue aos eleitores. Se a nossa mensagem passar, as pessoas vão perceber que doze anos de bloco de esquerda fizeram o concelho chegar a estes números e a esta realidade. Nós temos metade dos cidadãos com cursos médios e superiores em relação à média nacional e temos o dobro dos analfabetos. É o reconhecimento de que o concelho não tem sido bem gerido que eu espero que leve os eleitores a mudar o sentido de voto. Os autarcas naturalmente querem fazer obra, mas para além disso é preciso resolver problemas, e nem sempre a realização dessa obra ajuda a resolvê-los. A Câmara de Salvaterra publicou em Fevereiro a lista de empreiteiros de 2008 e não vemos lá nem uma empresa do concelho. E estamos a falar de vinte e sete empreitadas... É que o investimento municipal serve para melhorar a vida das pessoas, mas também pode ser um estímulo à criação de emprego. Em vinte e sete não haver uma empresa do concelho é dramático e bem ilustrativo da gestão que foi feita.


A sua condição de funcionário da Câmara de Salvaterra de Magos não é incompatível com a candidatura à mesma Câmara?


Eu estou em Salvaterra de Magos desde Janeiro de 1983. Foi aqui que os meus filhos nasceram e portanto a razão por que me candidato é a minha constatação, enquanto cidadão, que havia um conjunto de dados reais, estatísticos, que traduzem esta realidade que acabei de referir. E achei que era altura de encontrar uma alternativa a esta gestão. Em democracia, a alternativa constrói-se apresentando-nos ao acto eleitoral; é a forma mais civilizada que nós temos de fazer democracia. Estas são as razões da minha candidatura. Agora, o facto de ser funcionário da autarquia não constitui obstáculo à minha candidatura. Não há nenhum impedimento legal. O que eu afirmo é que estarei na Câmara enquanto sentir que há compatibilidade com o nível de empenhamento posto na elaboração da minha candidatura. É notório, até pela quantidade de assessores que já passaram pela Câmara, que o executivo tem dificuldades de relacionamento com quem pensa de maneira diferente, por isso penso aguentar enquanto for humanamente possível. Tentarei que me seja feita uma requisição para um serviço da administração central enquanto decorrer este processo de candidatura. Que fique claro que não quero ser transferido, quero ser requisitado, para poder fazer com ética e dignidade a campanha eleitoral e depois quero regressar à Câmara de Salvaterra de Magos, ou como presidente, ou como autarca, ou como funcionário para a função que hoje tenho. Não pretendo, com esta candidatura, dar qualquer salto em termos de melhoria de emprego ou de remuneração.


Que opinião tem de Ana Cristina Ribeiro, enquanto líder do executivo municipal?


Não formulo juízos acerca de outros candidatos. Apresentarei a minha equipa e o meu projecto eleitoral e as pessoas terão que escolher entre esse projecto que tem como objectivo dar um rumo ao concelho de Salvaterra de Magos e outros que surjam, acreditar que a equipa tem capacidade para levar por diante esse projecto. Não vou comentar outros projectos nem outras candidaturas. Nos últimos quinze anos os políticos locais estiveram entretidos a desgastar e a desgastar-se, a dizer mal ora do partido socialista, ora do bloco de esquerda. E o concelho? Onde é que ficou o concelho? Ficou na situação que os números que dei traduzem. Eu não quero ir por aí. Tudo farei para mudar o nível da discussão, do debate no concelho.


Porque é que o PS local apoiou a sua candidatura e não a de Nuno Antão?


Olhe, é uma pergunta curiosa, mas deixe-me responder-lhe desta forma: é preciso ter muita vontade de escolher um cidadão independente e de abrir ao exterior para escolher alguém em alternativa ao Nuno Antão, um meritório deputado do país, um meritório militante do partido socialista, um meritório líder concelhio do partido socialista e ter optado por uma solução diferente escolhendo-me. Penso que não foi uma escolha entre duas pessoas mas sim entre duas ideias de candidatura.



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:28
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Adiada eleição do representante da comissão de acompanhamento do PDM de Alpiarça

Após duas votações seguidas com empates, através de voto secreto, para eleger o representante da Assembleia Municipal na Comissão de Acompanhamento do Plano Director Municipal (PDM) de Alpiarça, a decisão ficou adiada para a próxima Assembleia Municipal.
A actual presidente da Assembleia Municipal, Vera Noronha, e o líder da bancada da CDU, João Osório, foram os candidatos escolhidos pelas bancadas do PS e CDU, respectivamente. O PSD não indicou nenhum nome para a Comissão. As duas votações resultaram num empate – oito votos a favor e oito votos contra

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:34
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Vereador do PS na Chamusca demite-se por não concordar com a escolha do candidato à câmara

O vereador socialista na oposição na Câmara da Chamusca, Joaquim Condeço, demitiu-se do cargo por não concordar com a decisão da concelhia do seu partido de candidatar à presidência do município nas autárquicas deste ano uma pessoa afecta ao PCP.

Condeço considera que o projecto político do PS na Chamusca iniciado há oito anos “morreu” e que a candidatura encabeçada pelo empresário Joaquim Garrido não pode seguir a estratégia que tinha sido definida para o concelho pelos militantes socialistas.

Joaquim Condeço, que nas eleições de 2005 foi o número dois da lista encabeçada por Fernando Pratas, deixa as funções a partir de quinta-feira, 16 de Abril, participando ainda na reunião do executivo camarário de quarta-feira na qual vai fazer as despedidas. O vereador renunciou também às suas funções de membro da comissão política concelhia do PS da Chamusca, realçando que não tem condições para se manter na política activa porque, explica: “não me identifico” com a escolha do candidato.

Há dois anos Joaquim Condeço tinha manifestado por escrito que estava disponível para ser candidato à câmara nestas eleições, mas impôs como condição escolher todos os elementos da lista. E terá sido esse facto que levou o PS a propor Joaquim Garrido, que foi militante do PCP, para a votação secreta da comissão política de escolha do candidato, na quarta-feira, 8 de Abril, tendo este obtido 13 votos contra quatro que votaram em Joaquim Condeço. “Os meus camaradas não gostaram certamente da minha posição em relação à constituição das listas”, admite.

Condeço, que é militante socialista há mais de dez anos, diz claramente que é “melhor candidato” que Garrido, “quanto mais não seja por ser assumidamente do PS e sempre estive no partido sem qualquer interesse”. O vereador demissionário diz que lhe propuseram ser o número dois do empresário, o que recusou, acrescentando que “qualquer das 13 pessoas que optaram por Joaquim Garrido têm condições para integrarem esse lugar”.

Recorde-se que Joaquim Garrido é empresário em Alpiarça onde tem uma empresa de artes gráficas e é dono de uma editora de livros. Já foi militante do Partido Comunista Português (PCP) e no mandato anterior desempenhou o cargo de presidente da Assembleia Municipal da Chamusca, eleito pela CDU, uma coligação do PCP com o Partido Ecologista “Os Verdes
«Jornal O Mirante»”.

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publicado por Noticias do Ribatejo às 09:45
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
A “CONCELHIA” LOCAL DO PARTIDO SOCIAL-DEMOCRATA (PSD) DEBATE-SE COM A FALTA DE DIRIGENTES IMPEDINDO POR SUA VEZ A POSSIBILIDADE DE HAVER UMA COLIGAÇÃO COM O CDS/PP

Ao contrário do que foi anunciado pelo “Jornal Alpiarcense” já não será apresentada até ao fim do mês qualquer candidatura por parte da “Concelhia” do Partido Social-democrata” para as eleições autárquicas/2009.

 

A concelhia neste momento atravessa uma crise directiva muito grave. Não funciona os respectivos órgãos sociais em virtude de legalmente nem sequer existirem.

 

Só no início da próxima semana é que os responsáveis distritais se deslocam propositadamente a Alpiarça para que num”encontro de boa vontade” possam encontrar pessoas que estejam dispostas a apresentar e fazer parte de uma lista para se candidatarem aos cargos da concelhia local.

 

 Depois e após as respectivas eleições é que o PSD/Alpiarça tomará as devidas medidas para encontrar pessoas indicadas para constituírem as listas de candidaturas como encontrar o “Cabeça de Lista”.

 

Uma situação que não agrada aos responsáveis distritais porquanto o momento deste acontecimento não foi «o melhor momento por causa das eleições que se avizinham».

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Encontrar a pessoa certa para “Cabeça de Lista” não ver ser uma missão fácil para os novos responsáveis do PSD.

 

Esta situação caricata e de desleixo já a algum tempo que pairava. A falta responsabilidade por parte do único responsável da concelhia, Carlos Cotrim não evidenciou ser a «pessoa certa» para tomar conta de  um barco que está em vias de se afundar» adiantou-nos um elemento da Assembleia Distrital do PSD.

 

A reunião a realizar-se na próxima semana contará obrigatoriamente com a presença dos políticos regionais.

 

Neste encontro tem que ser apresentadas as listas de candidatos para a “Concelhia”  por sua vez e ao abrigo dos Estatutos do PSD vai obrigar para que no prazo estipulado estatutariamente tenha que haver eleições.

 

A Concelhia do CDS por mais tentativas levadas a efeito para a possibilidade de constituir uma coligação com o PSD não consegui ainda  levar por diante os seus objectivos porque a existência de órgãos legais e eleitos para a concelhia do PSD, pura e simplesmente não existe, impedindo então a falta de um interlocutor para que possa haver um diálogo e serem traçadas as devidas estratégias para a possível candidatura conjunta nas autárquicas.

 

Por consequência, a possibilidade do CDS/PP arrancar individualmente começa a ser uma hipótese sem viabilidade já que o impasse contínua e o tempo está a diminuir.

 

Segundo conseguimos apurar por parte de um responsável pela estrutura local do “Partido Popular” «os responsáveis pela CDS/PP vão tentar chegar a um acordo com os responsáveis pela estrutura distrital do PSD».

 

António Centeio

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 22:02
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Sónia Sanfona promete obras se ganhar as eleições

SÓNIA SANFONA, QUER INICIAR UM “NOVO CICLO” MAS NÃO APRESENTA GRANDES PROJECTOS PARA O DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO DE ALPIARÇA.

 

Dos projectos apresentados destacam-se a dinamização e aproveitamento das infra-estruturas já existentes; desenvolver o turismo e aproveitar as capacidades do Complexo Turísticos dos Patudos para daqui se obterem benefícios, gerando por consequência mais receitas; melhores condições na habitação do concelho; defender o património local, apoiar os mais idosos; requalificar a Casa Museu dos Patudos e manter um maior diálogo com os agricultores.

Na apresentação dos projectos merece destaque a criação do novo Posto da GNR em virtude do existente não possuir condições para começar a haver uma melhor segurança por parte da autoridade policial para com a população.

Projectos que em si não trazem nada de novo para Alpiarça já que Sónia Sanfona deixou nesta apresentação de programa eleitoral a sensação que no seu mandato, se for eleita, poucas ou nenhumas inovações trazer quanto ao futuro.

Projectos pobres quem em nada acresce para que o desenvolvimento alpiarcense se modifique. A continuação daquilo que já existe. Noutras palavras: conservar o que os anteriores eleitos fizeram e deixaram como legado. Sónia Sanfona será a conservadora de tudo que existe. Mostrou que a sua preocupação é o turismo e o bem social e todo o resto virá por consequência.

Deduz-se das suas palavras que a promessa de outros projectos não serão possíveis já que a autarquia está endividada e as receitas obtidas não permitem a Sónia Sanfona alongar a sua visão para que Alpiarça se modifique, mas sim que se conserve o existente.

Sempre é melhor do que nada!

Esperávamos mais de Sónia Sanfona como dos seus projectos. Afinal as novidades como os grandes investimentos para com Alpiarça nem sequer fazem parte do seu programa e promessas eleitorais.

Novidades e grandes investimentos não constam. A implantação de novas fábricas na Zona Industrial, o desenvolvimento e apoio ao comércio local nem sequer é mencionado no que foi dado a conhecer publicamente. Desemprego nem se fala e muito menos criar condições para que Alpiarça possa crescer e desenvolver.

Foram projectos e promessas apresentadas dentro da sua capacidade porque na realidade as dificuldades que se apresentam no futuro não são as melhores e, a prometer aquilo que falta em Alpiarça estava a enganar-se a ela própria e à população.

Ficamos assim com a certeza que todo o nosso património vai ser conservado como a Casa Museu dos Patudos irá receber alguns melhoramentos; o Complexo Turístico dos Patudos irá ter uma melhor manutenção e utilização, mesmo sabendo-se que o crescimento e desenvolvimento de Alpiarça não está no Turismo mas sim na agricultura e indústria.

Sónia Sanfona deixou a dúvida de não ser capaz de modificar e inovar o tecido empresarial.

Em conclusão: Pouco ou nada vai ser feito em Alpiarça para que o concelho se desenvolva e cresça.

 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 15:12
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Alpiarça poderá ser palco das comemorações do Centenário de República em 2010

A Câmara apresentou um projecto ao Governo para a candidatura das “ Comemorações do Centenário da República” a levar efeito em Outubro do próximo ano.


Forçosamente as comemorações do centenário terão que passar por Alpiarça porque: “um dos palcos do evento de maneira alguma pode ser dispensado em Alpiarça” adiantou-nos uma responsável da autarquia.
Para o efeito, brevemente serão iniciadas as obras e alterações necessárias, em espaço próprio a criar na antiga adega da Casa de José Relvas, para que as comemorações do centenário tenham o destaque que merece.
 
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publicado por Noticias do Ribatejo às 15:08
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Semana Académica promete animar Tomar


Vem aí mais uma semana de “desbunda” para os alunos do Politécnico de Tomar.

 

De 27 de Abril a 2 de Maio, os alunos do Instituto Politécnico de Tomar saem à rua para uma semana de espectáculos e outras actividades.
Aqui fica o programa da Semana Académica:
Segunda-feira, dia 27 de Abril – Serenata (00h00 - Praça da República) e festa de abertura (discoteca Rio Bar).
Terça-feira, dia 28 de Abril - Tributo aos Xutos, 100 Ensaios e Dj Leonel (23h00 - pavilhões da FAI)
Quarta-feira, dia 29 de Abril – Desfile Académico (15h00 pelas ruas da cidade); FH5, Carapaus Azeite & Alho e Dj Filipe XS (23h00 - pavilhões da FAI)
Quinta-feira, dia 30 de Abril – Rali das Tascas (15h00); Sopinha de corno (21h00 – Praça de touros); Trabalhadores do Comércio, Tunas e Dj Groove (23h00 - pavilhões da FAI)
Sexta-feira, dia 1 de Maio – Jantar e baile de gala (20h00 - pavilhão F do IPT)
Sábado, dia 2 de Maio – Bênção das Pastas (14h00 – Praça da República)

«JT

 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 14:49
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Ribatejo é tudo o que nos une

A antiga província do Ribatejo, tal como a conhecemos, foi formalmente instituída pela reforma administrativa de 1936. As províncias, também tal qual as conhecemos, nunca tiveram qualquer atribuição prática e, do ponto de vista administrativo, diria que desapareceram. Contudo, do ponto de vista histórico, cultural e afectivo o Ribatejo sempre existiu, existe e continuará, seguramente, a ser referenciado.
Por exemplo, no concelho de Vila Franca de Xira, a que presido, o que acabo de referir encontra-se bem expresso na existência de uma cidade e uma vila (Alverca do Ribatejo e Castanheira do Ribatejo, respectivamente), cuja distinção em relação a outras localidades se faz justamente pelo termo “Ribatejo”, facto reforçado pelo facto de ser em Alverca que estão localizados os padrões do termo da cidade de Lisboa e o início do Ribatejo, junto à Ribeira da Verdelha.
“Ribatejo” é, pois tudo aquilo que nos une e, por isso, defendo que à questão “Vinhos do Ribatejo ou Vinhos do Tejo?”, se responda “Ribatejo”.
Respeito, naturalmente, a opinião do(s) mentor(es) da proposta “Vinhos do Tejo”, mas penso que a marca “Ribatejo” é mais global, como se pretende. E porquê?
A marca “Tejo”, associada ao rio Tejo baseia-se num um recurso de riqueza natural comum a apenas alguns dos municípios, assim como o é também em relação a alguns municípios e regiões de Espanha.
Devemos aproveitar o que a marca “Ribatejo” proporciona, enquanto marca de referência já consolidada no panorama nacional e internacional. Devemos criar um maior sentimento de pertença relativamente à marca “Ribatejo”, por parte de todos os actores. Devemos apostar na qualidade dos Vinhos do Ribatejo. Devemos apostar na certificação dos Vinhos do Ribatejo. Devemos apostar no incremento de vendas ao nível interno e no mercado de exportação.
Devemos apostar na promoção dos Vinhos do Ribatejo ao nível da restauração em todo o país e, desde logo, no próprio Ribatejo, aliando-o a Campanhas de Gastronomia que sucedem um pouco por toda a região e que já ganharam o seu espaço.
Em resumo, é meu entendimento que os meios e recursos agora colocados ao dispor da marca Tejo, deverão ser potenciados com o seu nome original “Ribatejo”.
A Comissão Vitivinícola, as cooperativas, os produtores, os operadores turísticos e demais agentes ligados aos processos de produção e comercialização, inclusivamente as autarquias, devem remar todos na mesma direcção, pois o vinho é um produto, um dos muitos produtos que a marca “Ribatejo” tem para oferecer.
E, por isso, creio que vinhos de marca “Ribatejo” terão mais força, se ‘vendidos’ em conjunto com o que demais temos para oferecer.
Maria da Luz Rosinha
A marca Tejo é uma boa ideia
Nós sabemos que, hoje em dia, quer em termos de qualidade quer em termos de promoção, quer até em termos de novas tecnologias, só os vinhos que representam uma marca com nome firmado no mercado tanto nacional como internacional podem, efectivamente, ter uma quota de mercado significativa que abrande ou inverta o actual ciclo – que se tem verificado também na nossa região – de abandono das actividades relacionadas com a cultura da vinha e, diria, a “Cultura do Vinho”.
A marca “Tejo” pode contribuir definitivamente para afirmarmos a mais-valia da nossa identidade e da nossa tradição combinadas com uma nova abordagem tecnológica aos nossos vinhos. Consequentemente, os vinhos com essa designação terão todas as condições para se assumir como uma marca de renome a nível internacional.
Azambuja é um município com uma vasta e honrosa herança no que diz respeito à produção vitivinícola, em particular na área envolvente a Aveiras de Cima mas também na zona a que chamamos o “Alto Concelho”, freguesias de Alcoentre, Manique do Intendente, Maçussa e Vila Nova de S. Pedro (sem esquecer, obviamente, a própria freguesia de Azambuja).
Temos marcas que já conquistaram o seu espaço no mercado interno e até no estrangeiro, cujo dinamismo e espírito de iniciativa gostaria de sublinhar, mas a grande riqueza que não podemos de modo algum perder está precisamente nos pequenos vitivinicultores em nome individual que, pela pequena dimensão das suas explorações e por outros problemas, vão a pouco e pouco abandonando a actividade. Pensamos que com a criação da nova marca esta tendência poderá ser invertida.
A Câmara Municipal está fortemente empenhada nesse processo, e temos vários projectos ligados à vinha e ao vinho. Um deles é a ÁVINHO – Festa do Vinho e das Adegas, da qual nos passados dias 3, 4 e 5 de Abril realizámos a 5ª edição, em Aveiras de Cima. Outro projecto que vamos pôr em marcha e já estamos a desenvolver – e que tive oportunidade de apresentar exactamente nesta Avinho – pretende criar em Aveiras de Cima a “Vila Museu do Vinho”. A ideia consiste, precisamente, na tentativa de congregar todos os vitivinicultores do concelho num projecto comum, tendo já em vista a sua possível integração na nova marca “Tejo”.
Estas grandes iniciativas estão, contudo, associadas a um conjunto de medidas complementares que têm que ver com a tradição da cultura vitivinícola, com a promoção dos nossos vinho e da sua qualidade, e que se prendem ainda com uma estrutura de apoio ao vitivinicultor nas suas múltiplas relações por exemplo com o Instituto da Vinha e do Vinho, com os fundos comunitários e a forma de lhes aceder, e com todo um conjunto de entidades com que eles têm de se relacionar. Pretende-se que todas estas acções concorram e potenciem outras acções, paralelas e simultâneas, de promoção da nossa gastronomia, da nossa cultura, do nosso potencial turístico. Outro objectivo específico destas medidas é, inclusivamente, poder recuperar algumas propriedades tradicionalmente dedicadas a esta actividade e produção e que, por dificuldades várias, têm sido abandonadas.
Todos estes esforços concelhios deverão ser aglutinados num esforço global de toda a região. A melhor forma de levar esse esforço colectivo regional a “bom porto” é, efectivamente, a criação da marca “Tejo” para os nossos excelentes vinhos!
Joaquim António Ramos
O importante é trabalhar para o mesmo objectivo
A actual mudança de nome dos Vinhos do Ribatejo para Vinhos do Tejo é um assunto algo controverso mas que merece alguma reflexão.
Merece reflexão, não só pela mudança do nome enquanto tal mas, e fundamentalmente pelo facto de, tratando-se de vinhos de uma zona com grande tradição vinícola e com grande tradição a nível rural e a nível agrícola, retratarem toda uma caracterização típica da nossa região que, vulgarmente, se designa Ribatejo.
Isto marca a identidade de toda uma região, um conjunto de características tão únicas e típicas como a gastronomia, a cultura e o património.
Naturalmente que eu, enquanto autarca, já há muitos anos me afeiçoei ao Ribatejo enquanto tal, enquanto nome e enquanto marca, sentimento este que acredito ser partilhado por muitos ribatejanos. Mas penso que, à parte de todas as polémicas da mudança da designação de Vinhos do Ribatejo para Vinhos do Tejo, o importante é que todo o sector trabalhe em uníssono.
O essencial, de facto, é que todos aqueles que trabalham com o vinho, com a vinha e com o mundo rural sintam o Tejo e os Vinhos do Tejo e que com eles se identifiquem. Porque o vinho é cultura, é património, é história. É uma memória presente que se pretende que tenha uma promoção e valorização futuras.
É precisamente aqui que está o eixo da discussão. Tudo o que está relacionado com o vinho deve funcionar de forma integrada. Todos os agentes económicos e sociais ligados ao vinho, à restauração, às entidades governativas e ligadas aos ministérios - como o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) e a Viniportugal, a Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV), as Casas Agrícolas, as Adegas Cooperativas e as Comissões Vitivinícolas Regionais (CVR) devem trabalhar de forma integrada, numa conjugação de forças e de esforços.
Eu acredito que é este o caminho. Que é este o empenho necessário através do qual se obterá uma maior afirmação dos Vinhos do Tejo, ou do Ribatejo, num mundo cada vez mais global no qual já não podemos contar apenas com as áreas metropolitanas do nosso país, mas que, pelo contrário, temos de contar com todo um mercado externo. Mercados tão longínquos como os países nórdicos, o Canadá, os Estados Unidos da América, a China ou a África. Um mercado de exportação que, sabemos desde logo, ser bastante competitivo e no qual iremos ter de vencer a concorrência dos vinhos da América do Sul - vinhos de boa qualidade a um preço bastante reduzido.
Por isso penso e reafirmo que, a designação, ou melhor, a substituição da marca Vinhos do Ribatejo pela marca Vinhos do Tejo, é, talvez, o elemento menos relevante de todo este processo de promoção, qualidade e venda de um produto cada vez mais nobre da nossa região. Vinhos que, de ano para ano, têm vindo a crescer e a afirmar-se cada vez mais, não pelo seu nome, mas pela sua qualidade superior.
Quando sabemos que importa cada vez mais – pensar global, agir global, desenvolver local -, o fulcro de uma estratégia de sucesso para este sector, que é vital na nossa região e no nosso país, só pode mesmo residir no trabalho colectivo e concertado, nunca na mera discussão de uma designação.
Paulo Caldas
A região tem falta de imagem e notoriedade
Na Companhia das Lezírias concordamos com a nova designação TEJO por várias razões. A primeira é a razão histórica: No ano de 1900, Cincinato da Costa, no seu “O Portugal Vinícola” separa uma grande região a que chama “Bacia e Littoral do Tejo”, referindo no texto mais tarde as “…castas referidas nesta região do Tejo…”. Em 1925, Pedro Bravo e Duarte de Oliveira, no livro “Vinificação Moderna”, ao tentar classificar o país em regiões referem “ainda não existe, em virtude da difficuldade de se fazer um trabalho perfeito sobre o assumpto, uma classificação regular, das regiões vinícolas do paiz…”, referindo que “…o trabalho existente mais completo e mais approximado da verdade, é o mappa vinícola de Portugal que o distincto lente do Instituto Superior de Agronomia, sr Cincinato da Costa, organizou….” Onde a nossa região é denominada “Bacia e Littoral do Tejo” e onde existiam as regiões do Douro, Bairrada, Dão, Beiras, Extremadura, Alemtejo e Algarve, entre outras. Apenas em 1993 foi criada a IG “Ribatejano” – Portaria 160/93, que não conseguiu dissociar-se de uma imagem algo negativa existente à volta desse nome.
Depois há a falta de valor da marca “Ribatejano”. A quota nacional do V.R. Ribatejano tem um valor baixo, e, se considerarmos a dependência no consumo da região de produção na performance nacional, então podemos estimar que a quota, fora da região de produção, estará na ordem de 1 por cento. Esta fraca quota não deriva de uma ausência de distribuição: segundo a Nielsen o VR Ribatejano encontra-se em 86% do Retalho em Portugal. Os consumidores exteriores ao Ribatejo simplesmente não escolhem no acto de compra os vinhos desta região por valorizarem mais outras origens (Douro, Alentejo, V.Verde). A IG “Ribatejano” não é conhecida nem valorizada pelos consumidores, sendo pouco conhecida pelos profissionais relevantes (apenas os especialistas da origem Portugal e os escanções estudiosos). “Podemos assim concluir que a região tem uma falta de imagem e notoriedade no exterior”.
Os nomes de rios são referências naturais que funcionam bem para designar regiões e em particular regiões produtoras de vinhos (Douro, Dão, Sado, Loire, Reno, Napa). O nome “TEJO” tem a vantagem de ser curto, logo mais fácil de pronunciar e memorizar, funcionando bem para construir uma marca/região. Em estudo efectuado por uma empresa externa, a marca TEJO evidenciou maior reconhecimento e prestígio do que Ribatejano. Uma alteração de nome facilita o reconhecimento por parte dos consumidores do grande dinamismo e melhoria qualitativa que os vinhos têm vindo a mostrar. Refira-se a tendência actual de várias instituições regionais de alteração de nome para TEJO (Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, Direcção Regional de Agricultura de Lisboa e Vale do Tejo). O potencial imagético do Tejo é enorme, com grande riqueza associativa (paisagística, histórica, natural, etc) que permitem ancorar a marca. Os vinhos da Região sofreram uma enorme evolução na última década, sofisticaram-se, tornaram-se únicos, frutados, macios, aveludados. A mudança sentida nas adegas e pelos “wine lovers” quer agora chegar ao público em geral sob a forma de Vinhos do Tejo.
Por todas estas razões, consideramos que voltar a utilizar o nome TEJO para definir esta grande região de vinhos tem mais vantagens do que as que temos actualmente.
Frederico Falcão/Mirante
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:04
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Cavalos da Lagoalva

A coudelaria da Quinta da Lagoalva de Cima continua a produzir cavalos Puro-sangue Lusitanos.


Desta Coudelaria têm sido vendidos belos exemplares com destino a vários países e continua a produzir também cavalos destinados à atrelagem, lazer, tauromaquia e ensino da arte de bem cavalgar.
Desta coudelaria destacam-se os cavalos de toureiros; “Temporal” de Mestre João Núncio; “Biquini” montado por José Lupi; “Tal” de Emídio Pinto ou o “Altivo” montado por Manuel Jorge de Oliveira e, mais tarde pelo rejoneador Javire Mayoral.

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publicado por Noticias do Ribatejo às 07:40
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Quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Os opositores de Rosa do Céu

Rosa do Céu mais não é que uma vítima de um pequeno grupo de oposicionistas bem identificado que tenta por todos os meios desprestigiá-lo, quer profissional quer politicamente.
 

Este pequeno grupo que não passa de um “grupelho de “más-línguas” está praticamente instalado diariamente no “ Largo da Boneca” ou no núcleo de oposição com assento nas horas de expediente no clube alpiarcense.
Tentam por todos os meios impingir no incauto cidadão a imagem que «Rosa do Céu não interessa a ninguém» para além de o quererem considerar um «incapaz e nato perdedor».
Já alguns históricos locais e outros aprendizes vêem no mesmo um «homem perigoso» ou então aquela pessoa que «todos gostamos e admiramos, mas…longe de nós….».
Não sei se possuem ou não razão e, se os argumentos, mais não são de que: a incapacidade de não conseguirem chegar onde ele já chegou.
Na verdade, o percurso profissional e político de Rosa do Céu quer queiramos quer não, é deveras invejável. Possamos ou não odiá-lo, temos que o admirar. A sua carreira politica está a levá-lo ao topo daquilo que o comum cidadão, critica de toda a maneira possível e imaginária, mas onde qualquer iniciado ou aspirante a altos cargos deseja chegar.
Está a uma passo de obter um cargo ministerial por via e consequência dos seus conhecimentos e experiência politica.
Nomeado que foi mandatário distrital para as eleições autárquicas do distrito, se os resultados forem positivos, não temos duvidas que este alpiarcense não demorará muito a ser o responsável por um qualquer ministério.
Odiado por uma pequena facção/oposicionista mas amado e admirado por uma maioria, temos que reconhecer, para além dos seus defeitos, que Rosa do Céu se conseguir chegar onde pretende, mais não é do o resultado do seu esforço e combatividade.
Já diz o velho ditado: «Santos da terra não fazem milagres»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 17:30
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Terça-feira, 21 de Abril de 2009
Salvaterra de Magos entre os 50 melhores municípios

 

 

Salvaterra de Magos é o único dos 21 concelhos do distrito de Santarém que figura entre os 50 melhores municípios do país em termos de eficiência financeira, no ranking global do último Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses (AFMP), onde são analisadas as contas referentes a 2007.


 
 
 
 
Esta seriação dos municípios com melhor desempenho a nível global é uma das principais novidades deste anuário, e foi construída com base em 10 critérios como a liquidez, o endividamento líquido, o peso das despesas com pessoal no cômputo das despesas globais, na arrecadação de impostos e taxas ou no grau de execução do POCAL, entre outros.
Contudo, o AFMP não apresenta uma listagem dos 50 piores, pelo que não é possível perceber quais os municípios onde a gestão financeira tem sido menos criteriosa.
Pode aferir-se apenas que nenhum outro dos concelhos ribatejanos figura sequer entre os 20 melhores municípios de média (de 20 a 100 mil habitantes) ou de pequena dimensão (menos de 20 mil habitantes).
Nos rankings onde são analisados itens mais específicos, Salvaterra de Magos volta a aparecer como a melhor Câmara do distrito nos municípios com menor passivo exigível (dívidas). Está em 34º lugar a nível nacional, com cerca de 2,9 milhões de euros por cobrar.
Na situação oposta, aparece a Câmara Municipal de Santarém, com 60,3 milhões de euros, o que a coloca entre no lote das 20 piores do país, no conjunto dos 308 municípios. Santarém volta a destacar-se pela negativa entre os municípios com menor liquidez, sendo o 10º pior a nível nacional.
Do distrito, aparecem ainda as Câmara de Torres Novas, no 15º lugar, e Ourém, sendo a 19º concelho do país com falta de liquidez. Neste item, a melhor Câmara do distrito é o Cartaxo, com 7,7 milhões de euros, e entre as 20 melhores a nível do país.
Nos primeiros 30 municípios do país com maiores resultados económicos, não aparece nenhum do distrito, mas Almeirim (com -3,26 milhões de euros) surge como o 17º pior a nível dos 308 concelhos portugueses, seguido por Ourém (-2,7 milhões de euros), em 23º lugar, e Santarém (-2,6 milhões de euros), no 24º posto.
A capital de distrito é ainda o 8º município do país com maior índice de dívida a fornecedores (116,1%), seguido pelo Cartaxo, em 14º lugar, e Torres Novas, o 31º pior pagador. No pólo oposto, está a Câmara de Constância, com apenas 1,8%, sendo o 6º concelho do país que menos deve a fornecedores e prestadores de serviços.


«João Nuno Pepino»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 18:34
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Soeiro Pereira Gomes

 

 
Militante da luta e da escrita

Assinalou-se anteontem o centenário do nascimento de Soeiro Pereira Gomes, militante e dirigente comunista e talentoso escritor, pioneiro do neo-realismo em Portugal, duas facetas inseparáveis da sua personalidade. A sua vida e a sua obra foram demasiado curtas, interrompidas pela morte prematura, aos 40 anos, provocada pela doença e pela falta de assistência médica, devido à sua condição de funcionário clandestino do Partido. O seu percurso de vida e a obra que deixou escrita testemunham um firme compromisso com os explorados e oprimidos e com a sua luta e ajudam-nos, ainda hoje, a enfrentar a dureza dos combates que diariamente travamos pela democracia e pelo socialismo. Cem anos do nascimento de personalidades de reconhecido talento ou importância dão, normalmente, o mote para homenagens e evocações. O que está já a acontecer com o escritor Soeiro Pereira Gomes, cujo centenário se assinalou anteontem, dia 14 de Abril. E são bem merecidas estas homenagens e evocações àquele que é considerado o pioneiro do neo-realismo em Portugal, com a publicação, em 1941, do seu primeiro e mais famoso romance Esteiros, e um dos mais talentosos e significativos autores desta corrente. Mas lembrar Soeiro Pereira Gomes, escritor, não diz tudo. Talvez nem diga o essencial. Não diz, por exemplo, que Soeiro Pereira Gomes era militante comunista e que a sensibilidade que o levou a repudiar as injustiças e a envolver-se de corpo e alma na luta antifascista foi a mesma que revelava nos seus artigos, contos e romances. Nem diz que foi do seu envolvimento na luta clandestina que nasceram os Contos Vermelhos e do seu trabalho na fábrica a Engrenagem. Tão pouco refere que a doença que o vitimou com apenas 40 anos poderia, quem sabe, ter sido debelada caso tivesse sido devidamente acompanhado por um especialista – mas ser visto por um médico era tarefa difícil, porque o fascismo o perseguia ferozmente por ser funcionário clandestino do Partido Comunista Português.Soeiro Pereira Gomes foi um escritor comunista. Mas foi mais do que isso. Foi, sobretudo, um dedicado militante e dirigente comunista que se tornou num notável escritor. Os primeiros anosA história de Joaquim Soeiro Pereira Gomes inicia-se 14 de Abril de 1909 na aldeia de Gestaçô, no concelho nortenho de Baião. Filho de uma família de pequenos agricultores, faz a instrução primária em Espinho, tal como os seus irmãos, rumando depois a Coimbra, para frequentar a Escola Agrícola.Aos 21 anos, termina o curso e, já formado como regente agrícola, aceita uma proposta da Companhia da Catumbela e vai trabalhar para Angola. Por lá fica um ano, regressando a Portugal mais cedo do que o esperado devido ao clima rigoroso e às duras condições de trabalho.Em 1931, já casado, Soeiro Pereira Gomes entra para os escritórios da fábrica Cimento Tejo, em Alhandra, onde fixa residência. Estava então longe de suspeitar como esta decisão mudaria por completo a sua vida… Com apenas 22 anos, tinha já um apreciável percurso de vida – a infância passada no Douro, a adolescência em Coimbra, o primeiro emprego em Angola. Em Alhandra, onde convive diariamente com a exploração e com as injustiças, por um lado, e com a forte contestação operária, por outro, solidifica a sua consciência social e política e cimenta as suas convicções.Estava-se na década de 30 do século passado e o fascismo parecia ser imparável, em Portugal e por toda a Europa. Em Itália, o poder de Mussolini parecia não parar de aumentar e, em 1933, Hitler assume o cargo de chanceler da Alemanha. Em Espanha, os fascistas punham em perigo a jovem República. Por cá, era criado o partido único fascista, a União Nacional, a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), a Legião e a Mocidade portuguesas. Os sindicatos eram encerrados e «substituídos» por Sindicatos Nacionais e, em 1936, abria o Campo de Concentração do Tarrafal.Os trabalhadores tentam organizar-se e reagir à escalada fascista. Um pouco por todo o País, estalam greves e manifestações. Em Janeiro de 1934, na Marinha Grande, os operários, com o PCP à frente, chegam a tomar o poder na vila, mas apenas por algumas horas. Dois anos e meio depois, os marinheiros do Dão, Bartolomeu Dias e Afonso de Albuquerque revoltam-se. Num e noutro caso, a repressão foi violenta.A decisão de uma vida e EsteirosObservador atento da vida na fábrica, onde os operários trabalhavam sob nuvens poluentes do pó do cimento a troco de quase nada, e na vila de Alhandra, Soeiro Pereira Gomes torna-se militante comunista na segunda metade dos anos 30, ingressando de imediato na célula do Partido na fábrica Cimento Tejo. Pouco depois, integra o Comité Local de Alhandra.No início dos anos 40, empenha-se a fundo na reorganização do Partido e passa a fazer parte do Comité Regional do Ribatejo. Com ele nesse organismo estão António Dias Lourenço e Carlos Pato, irmão mais velho de outro histórico dirigente comunista, Octávio Pato.Em articulação com a luta clandestina do Partido, Soeiro Pereira Gomes desenvolve uma intensa acção legal, participando abnegadamente na actividade cultural impulsionada pelo PCP em todo o Baixo Ribatejo. Ao mesmo tempo, colabora com vários jornais e revistas, designadamente com O Diabo.Em Novembro de 1941, publica o seu primeiro romance, Esteiros, uma das mais belas obras da literatura portuguesa, pioneiro no movimento neo-realista. A capa e as ilustrações são de Álvaro Cunhal, que conhecera na actividade partidária clandestina.Por esta altura, na sua casa de Alhandra, juntam-se com frequência vários intelectuais antifascistas: Alexandre Cabral, Sidónio Muralha e Alves Redol. Mas a sua actividade não se ficava pelos círculos restritos e Soeiro Pereira Gomes empenhou-se na criação de bibliotecas populares nas sociedades recreativas da região, na organização de cursos de ginástica para os operários da Cimento Tejo e na construção de uma piscina para o povo de Alhandra – a Charca, onde se formou, mais tarde, o grande nadador português Baptista Pereira, o «Gineto» de Esteiros.Paralelamente, organizava, juntamente com Alves Redol e António Dias Lourenço, os passeios de fragata no Tejo, que mais não eram do que formas de encontro de intelectuais progressistas e de contactos políticos fora do alcance dos olhares e dos ouvidos dos bufos do fascismo…As greves de Maio de 1944 e a clandestinidadeA sua dedicação e empenho nas actividades partidárias levam a que lhe sejam confiadas crescentes responsabilidades. Nas grandes greves de 8 e 9 de Maio de 1944, que envolveram milhares de operários e camponeses da região de Lisboa e Baixo Ribatejo, Soeiro Pereira Gomes assume um destacado papal, integrando o Comité Regional da Greve no Baixo Ribatejo. No Avante! da primeira quinzena de Maio, informa-se que «Dezenas de milhares de operários e camponeses lutam pelo pão». Em dezenas de localidades os operários entram em greve e os camponeses páram o trabalho. Em Vila Franca e Sacavém realizam-se poderosas manifestações com milhares de trabalhadores. O Avante! realça que «os dias 8 e 9 de Maio ficarão gravados na memória dos trabalhadores dos arredores de Lisboa como a data da unidade de combate de operários e camponeses. Esta unidade ganha em 8 e 9 de Maio, ficará como um grande exemplo para lutas futuras contra o fascismo».A PIDE, que tivera conhecimento prévio do movimento grevista, apercebe-se do papel desempenhado pelo autor de Esteiros e monta-lhe o cerco com o intuito de o capturar. Dois dias depois da greve, na tarde do dia 11 de Maio, mergulha na clandestinidade e torna-se revolucionário profissional como funcionário clandestino do Partido.Nesta sua nova vida, é-lhe confiada a responsabilidade da Direcção Regional do Alto Ribatejo. O trabalho que desenvolve é notável e o Partido cresce, em número de organizações e em aumento de actividade e influência. Entre 1945 e 1946, cria ou acompanha os comités locais de Santarém, Vale Figueira, Alpiarça, Rio Maior, São João da Ribeira, além de núcleos mais pequenos. Dirigente comunista e a morte prematuraEm Julho de 1946, Soeiro Pereira Gomes está entre os participantes no IV Congresso do Partido, realizado na Lousã. E apercebe-se da enorme expansão do Partido, para a qual também muito contribuiu: em menos de três anos, desde o III Congresso, o número de militantes aumentou seis vezes e o número de organizações locais cinco. Em muitas empresas foram criadas células partidárias e a tiragem do Avante! quadruplicou.O IV Congresso aponta o levantamento da nação portuguesa contra a ditadura fascista como a via para o derrubamento do fascismo. É reafirmada a política de unidade nacional antifascista e definidos os princípios orgânicos do centralismo democrático. Soeiro Pereira Gomes é eleito para o Comité Central.Nesse mesmo ano, escreve Praça de Jorna e é destacado para Lisboa. Aí torna-se membro da Comissão Executiva do Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF), clandestino, ao mesmo tempo que acompanha a actividade dos comunistas no legal Movimento de Unidade Democrática (MUD).Enquanto elemento de ligação entre a direcção do Partido e o MUNAF, participa nas primeiras acções da campanha eleitoral do General Norton de Matos. A doença que entretanto o afligira agrava-se mas Soeiro Pereira Gomes desempenha as tarefas partidárias até ao limite das suas forças. Gravemente doente, implacavelmente perseguido pela PIDE e impedido de se tratar, acaba por falecer a 5 de Dezembro de 1949. Tinha 40 anos e uma promissora vida de dirigente partidário e escritor à sua frente.A caminho de Espinho, onde seria sepultado por vontade da família, o carro funerário é desviado para Alhandra por pressão popular. Milhares de pessoas enchem as ruas despedindo-se de Soeiro Pereira Gomes e acusando o fascismo pela sua morte. A mensagem lida na ocasião, fala por todos: «Do povo de Alhandra, ao nosso querido e inesquecível amigo Joaquim Soeiro Pereira Gomes, lhe rendemos neste momento, em nome de todo o povo honrado e trabalhador de Alhandra, a última e derradeira homenagem, aquele que soube, perto ou longe de nós, contribuir para a liberdade do povo de Portugal. Nós te juramos, querido e saudoso camarada, que sejam quais forem os obstáculos que os responsáveis pela tua morte nos levantem, levantaremos sempre bem alto, mesmo enfrentando a morte, a bandeira da democracia, pela qual sempre honradamente soubeste lutar e morrer. Nós te juramos, saudoso amigo, pelo amor dos nossos filhos.»O Avante! noticiou o que outros tentaram calarA morte de Soeiro Pereira Gomes foi divulgada pelo Avante! da segunda quinzena de Dezembro de 1949, através da seguinte notícia:«No passado dia 5 de Dezembro faleceu o membro do Comité Central do Partido Comunista e conhecido escritor revolucionário, Joaquim Soeiro Pereira Gomes, que nas fileiras do Partido usou os pseudónimos Serrano, Silva e Vaz. Soeiro Pereira Gomes além de escritor de vanguarda e autor dos romances “Esteiros” e “Companheiros”, o primeiro contando já 3 edições, e o segundo ainda inédito, foi um militante destacado do Partido desde a reorganização de 1942, e ingressou nos seus quadros ilegais em 1944, após as greves de 8 e 9 de Maio, no Ribatejo, em que teve uma participação activa como quadro do Partido e como empregado da C.ª de Cimento Tejo.O nosso querido camarada Soeiro Pereira Gomes morreu vitimado por uma doença grave, que não pôde ser tratada a tempo, devido à vida clandestina e à perseguição feroz de que era alvo por parte da PIDE, que tinha mandado para as autoridades de todas as localidades do Ribatejo o seu retrato e aí o procurava activamente. Sentindo bem os sofrimentos e a exploração de que é vítima a classe camponesa ribatejana, Pereira Gomes realizou junto do campesinato ribatejano um intenso trabalho de organização e mobilização, que o destacaram como quadro do Partido e o tornaram querido das massas camponesas. Pereira Gomes foi também um defensor extremo da unidade antifascista, e um dos obreiros das grandes jornadas de luta do nosso povo quando do movimento da candidatura do Sr. General Norton de Matos. Com a morte prematura do nosso querido camarada VAZ, o Partido perdeu um dos seus quadros de direcção central, a classe operária um combatente de vanguarda, o povo português um seu defensor activo e abnegado, e a intelectualidade progressiva portuguesa, um dos seus valores mais representativos. O nosso querido camarada Pereira Gomes foi um companheiro de luta que bem cedo tombou no caminho, sem ter conseguido ver realizada a sua grande ambição: o raiar sobre a terra portuguesa da alvorada da Paz, da Liberdade e da Democracia, por que tanto lutou. Outros seguirão os seus passos e prosseguirão na luta até à vitória final, prestando desta forma a mais justa e mais sentida homenagem ao seu grande coração e ao seu grande amor ao nosso povo.»
 

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Drinkin tem até 15 de Maio para mostrar que é recuperável21 de Abril de 2009

A administração da Drinkin, liderada pelo empresário Jorge Armindo, tem de apresentar o plano de recuperação da cervejeira de Santarém até 15 de Maio, data aprovada hoje em assembleia de credores, reunida no Tribunal de Santarém.


O relatório e a proposta do administrador de insolvência, Jorge Seiça Caldeta, foram aprovados sem qualquer voto contra. Caso o plano não seja apresentado no prazo agora concedido, a empresa será encerrada e colocada à venda.

O administrador de insolvência apresentou como causa para a situação de falência, sobretudo após a aquisição de 100% da Drinkin pela Lusochance, do empresário Jorge Armindo, em 2006, a insuficiência de receita face aos custos, apesar dos esforços de recuperação então encetados.

Afirmando que, quando foi adquirida, a Drinkin apresentava já graves problemas, o administrador de insolvência referiu as várias tentativas de recuperação, feitas sempre com o apoio da banca, nomeadamente do Millennium BCP (principal credor), CGD, Banif e Montepio Geral.

Jorge Caldeta referiu o esforço desenvolvido para reactivar a marca e prestar serviços a outros operadores do mercado de cerveja nacional, mesmo sim insuficiente para fazer frente aos custos, contando a empresa actualmente apenas com o apoio do BCP para manter a actividade.
«LUSA»

 

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Câmara de Santarém avança para a compra do ex-presídio militar

 

A Câmara Municipal de Santarém aprovou, segunda-feira, o contrato promessa de compra e venda de bens futuros com a Estamo - Participações Imobiliárias, que prevê a aquisição do antigo Presídio Militar por 4,6 milhões de euros. A votação da proposta apresentada pelo presidente da autarquia, Francisco Moita Flores (PSD), no âmbito das contrapartidas negociadas com o Governo pela não construção do aeroporto na Ota, mereceu a unanimidade do executivo.

 

Moita Flores reafirmou a intenção de celebrar parcerias com diversas entidades, como o Instituto de Turismo de Portugal, Escola de Hotelaria e Turismo, Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP), associações de confrarias e, eventualmente, privados, para que aquele edifício da arquitectura do ferro possa tornar-se num pólo central de desenvolvimento do turismo.

 

O autarca afirmou que esta é uma forma de "transformar Santarém numa cidade de grande potenciação do turismo", permitindo que o público possa visitar um edifício classificado, "uma obra de arte que não pode ser adulterada". O edifício, implantado numa área de três hectares, irá acolher, nomeadamente, a sede da Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, a Escola de Hotelaria e Turismo de Santarém e sede de diversas associações ligadas ao sector, disse.

 

Um dos edifícios adjacente ao edificado principal vai ser "autonomizado", de forma a que a autarquia possa encontrar um parceiro privado que lhe permita "não gastar um tostão" no negócio, que prevê o pagamento a pronto ou em prestações, disse Moita Flores.

 

O vereador socialista Rui Barreiro justificou o voto favorável dos quatro eleitos do PS com o "preço razoável" proposto pela Estamo (empresa estatal), com o facto de o imóvel "merecer preservação" e de haver a declaração de que, "no pacote negocial, a câmara não será onerada".

 

O antigo Presídio Militar, construído em 1890, num projecto dos engenheiros Adolfo Loureiro, Alexandre da Conceição e José Cecílio da Costa, correspondeu à nova filosofia do sistema prisional, depois da abolição da pena de morte em Portugal (1867). Está classificado como imóvel de interesse público.

 

Além do edifício do antigo Presídio Militar, a Câmara de Santarém vai igualmente adquirir ao Estado o edifício da antiga Escola Prática de Cavalaria e o quartel das Donas (antigo Convento), junto à PSP, no âmbito das contrapartidas negociadas com o Governo.

«O Mirante».

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publicado por Noticias do Ribatejo às 15:08
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Saúde, justiça e segurança foram os temas em destaque em mais uma Presidência Activa.

 

Presidente activo

19 de Janeiro foi dia de mais uma Presidência Activa no Cartaxo. Paulo Caldas dedicou a iniciativa à saúde, justiça e segurança e fez um balanço francamente positivo. Na primeira paragem, o centro de Saúde do Cartaxo, os autarcas constataram que as pequenas dimensões dos espaços e a falta de clínicos são os principais problemas. A Câmara Municipal tem apoiado a fixação de médicos no concelho mas ainda assim há mais de quatro mil utentes no Cartaxo sem médico de família, razão pela qual o autarca considera fundamental a implementação da unidade de saúde familiar que servirá a cidade e também Vila Chã de Ourique.
Já no tribunal, o tema não poderia deixar de ser as más condições em que se encontra o edifício, prejudicando funcionários e utentes. Paulo Caldas relembrou que a adjudicação das obras ocorrera três dias antes, reclamou o início imediato das mesmas e ainda lançou um repto ao ministério da Justiça, para que seja criado um Balcão Único que facilitaria bastante a vida aos cartaxeiros.
Em relação à segurança, o destque foi para a construção da nova esquadra da PSP, cujo protocolo já foi entretanto celebrado. Satisfeito com a cooperação existente entre a edilidade cartaxeira e a administração central, Paulo Caldas referiu que pretende que as obras da nova esquadra se iniciem ainda durante o primeiro semestre deste ano.

Ana Militão

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publicado por Noticias do Ribatejo às 15:04
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A polémica por causa do aumento do consumo de água

 

Na Câmara com eles - Benavente

"Julgamos de toda a conveniência que a Câmara se associe a esta preocupação."


António José Ganhão, presidente da Câmara, CDU, sobre o tarifário social a aplicar pela Águas do Ribatejo

"Os elementos terão que ser entregues até 15 de Março, para que a facturação de Abril já reflicta esta realidade."


António José Ganhão sobre o mesmo assunto:

 

"A entrega dos elementos deveria ser feita em data indiscriminada."


António Neves, vereador, PS (independente)

 

"Isso está salvaguardado. Esta data é apenas para assegurar que as famílias possam usufruir da medida desde a primeira factura."


Resposta de António José Ganhão

 

"A água é um bem social mas é também um bem escasso e temos que incentivar as pessoas a diminuir o consumo."


António José Ganhão

 

"Fazendo as contas, quase que até eu tenho direito à tarifa bonificada."
Carlos Coutinho, vice-presidente, CDU

 

"Esta é uma excepção, que poderá ter que ser prolongada em função da crise."
António José Ganhão, sobre as tarifas bonificadas de água

 

"O município de Benavente terá uma quota de 3514 euros mensais."


António José Ganhão sobre a quota a pagar à Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT, antiga CULT)

 

"Seria bom que esta informação viesse acompanhada de uma planta de localização."


António Neves sobre o pedido de licenciamento de uma esplanada

 

"Depois de as lombas estarem colocadas é que aparecem as reclamações."


Manuel dos Santos, vereador, CDU

 

"Esta semana não terá sido muito produtiva por causa do Carnaval."


António José Ganhão

 

"A CIMLT decidiu promover a realização de um estudo sobre as energias alternativas."


António José Ganhão

 

"Vamos avançar para a elaboração de uma carta social dos onze municípios [da CIMLT]."


António José Ganhão

 

"Vamos ser pioneiros na elaboração da carta social."


António José Ganhão

 

"Não temos capacidade para nos candidatarmos à construção de uma variante a Benavente, que não é o mesmo que uma variante a Samora Correia."
António José Ganhão

 

Por/Ana Militão

 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 14:53
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
Advogado Albertino Antunes ouvido pela PJ no caso Freeport

O advogado Albertino Antunes foi ouvido esta sexta-feira nas instalações da Polícia Judiciária (PJ) de Setúbal no âmbito das investigações ao "caso Freeport", disse à agência Lusa fonte ligada ao processo.


Segundo a mesma fonte, Albertino Antunes foi sócio até 2001 do também advogado José Gandarez, inquirido quinta-feira na PJ de Setúbal no âmbito do mesmo processo. Ambos os causídicos têm ligações à região. José Gandarez é natural de Santarém, onde é eleito da assembleia municipal pelo PSD. Albertino Antunes está ligado ao jornal O Ribatejo, de que é um dos gerentes.
Essa sociedade de advogados sedeada em Lisboa prestou serviços jurídicos à empresa de consultoria Smith & Pedro, que foi intermediária no processo de licenciamento do 'outlet' de Alcochete. Foi de lá que, em Dezembro de 2001, terá sido enviado um fax à empresa Smith & Pedro onde se pedia quatro milhões de libras (à data 1,2 milhões de contos) para conseguir a legalização do Freeport. Mas, ao que O MIRANTE apurou, Gandarez já não pertencia a essa sociedade de advogados nessa data, embora o seu nome ainda constasse na designação da mesma.
O jornal Correio da Manhã referiu que os advogados propunham resolver o problema de licenciamento, depois de um segundo chumbo pelas autoridades portuguesas, primeiro a troco de dois milhões de contos (10 milhões de euros), depois a troco de 1,2 milhões (6 milhões de euros).
O escocês Charles Smith e o advogado Manuel Pedro, sócios da "Smith e Pedro", são, até agora, os dois únicos arguidos no processo Freeport. O processo relativo ao centro comercial Freeport de Alcochete está relacionado com alegadas suspeitas de corrupção no licenciamento daquele espaço, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
 
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publicado por Noticias do Ribatejo às 12:22
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