NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Quarta-feira, 5 de Julho de 2017
FESTA DA IMPERIAL EM PONTÉVEL

unnamed (1)

 

Para fazer frente ao calor de julho nada melhor do que uma imperial fresquinha. Mas não se aflija se a cerveja não for a sua bebida preferida, os Quarentões têm muito mais para lhe oferecer.



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:24
link do post | comentar | favorito
|

PROGRAMAÇÃO “Verão In.Str… é um espanto!”

unnamed

 


PROGRAMAÇÃO “Verão In.Str… é um espanto!”

Semana de 07 Julho a 13 Julho 2017

 

Até 23 de setembro há festa garantida no Centro Histórico de Santarém. O projeto “Verão In.Str... é um espanto!”, que teve início no dia 21 de Junho, já foi premiado duas vezes como o melhor evento cultural a nível local pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

 

Arte Urbana vai estar em grande destaque na sexta-feira, sábado e domingo, 7 a 9 de julho. Quatro artistas vão pintar murais colocados na Praça Marquês Sá da Bandeira (Lg. Seminário), Largo Pe. Francisco Nunes da Silva (Lg. Pe. Chiquito), Rua Pedro Canavarro, Praça Visconde Serra do Pilar (Praça Velha) e Jardim Portas do Sol.

 

As ruas do centro histórico vão voltar a ter animação no próximo sábado, 8 de julho, a partir das 10h30. É mais um evento In.Tradição, que conta com a participação do Rancho Folclórico Danças e Cantares Ribatejanos de Santarém.

 

Para começar a preparar um fim de semana relaxado, a AMA, Associação Movimento Aberto, e a Federação Portuguesa de Yoga oferecem uma aula de Yoga no Jardim Portas  Sol, às 11h00. Mais um evento que faz parte do In.Movimento.

 

No mesmo jardim, e também a partir das 11h00, decorre uma Animação Desportiva para Crianças, que conta com a participação da DECATHLON.

 

Na livraria “Aqui há Gato”, eleita recentemente a terceira preferida dos portugueses, acontece mais uma Oficina de Arte ao fim da manhã de sábado. A partir das 12h00 há “Construção de Catavento”.Uma oportunidade para as crianças a partir dos 4 anos construírem um catavento para brincarem nas férias.

 

Seven Domains Lda vai realizar a festa “Sunset Hello Santarém” no Jardim Portas de Sol, no sábado, dia 8 de julho, às 17h30, com muita música e uma passagem de modelos. A Seven Domains é uma empresa vocacionada para o turismo e a produção de eventos.

 

III Ciclo de Órgão de Santarém prossegue no domingo, dia 9 de julho, com um Recital Barroco por André Ferreira, na Igreja da Piedade, às 18h00. Este evento faz também parte do programa de Recitais Comentados 2017, que se estende até Outubro. Programa: “Flores de Música”, de Manuel Rodrigues Coelho.

 

Círculo Cultural Scalabitano vai descer à Ribeira de Santarém com a construção teatral Correio: Entre o Ribatejo e a Estremadura. 125 Anos de um Jornal, um espetáculo que assinalou o aniversário de um dos jornais mais antigos do país: o Correio do Ribatejo. Participam o Coro, o Ballet e o Veto Teatro Oficina. O espetáculo será dividido em duas partes, sendo a primeira no próximo dia 11 de julho, às 22h00, na Praça Oliveira Marreca, a poucos metros da casa onde João Arruda viveu, e a segunda parte, no dia seguinte, 12 de julho, também às 22h00 e no mesmo local. A ação começa em 1867 com o “Nascimento de João Arruda”.

 

Quinta-feira, 13 de julho, volta a estar em destaque o projeto In.Downtown, que envolve os comerciantes do centro histórico e a abertura das lojas até às 23h00. O horário alargado do comércio é acompanhado por vários eventos que irão animar alguns locais do centro histórico. Assim, na LivrariaAqui Há Gato há “Histórias ao Luar” às 21h30; Pedro Santos Rosa começa a tocar às 22h00 no Largo Padre Francisco Nunes da Silva (Largo Padre Chiquito); à mesma hora, na Praça Visconde Serra do Pilar (Praça Velha) atuam Alexandre Caipira e Luís Vale; a Magia de Barata Merlin estará presente na Rua Capelo Ivens, junto ao Posto de Turismo, às 22h00; na mesma rua, mas uns metros à frente, começa, também às 22h00, um Atelier de Artes a cargo da loja Árvore da Vida, junto à Igreja de S. Nicolau. E é tudo quanto a animações fixas. Quanto a volantes, o grupo de artes circenses Human'Artpercorrerá as ruas do centro histórico, também a partir das 22h00.



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:22
link do post | comentar | favorito
|

REABILITAÇÃO DO ESPAÇO JACKSON EM GLÓRIA DO RIBATEJO COM CONTRATO ASSINADO

REABILITAÇÃO DO ESPAÇO JACKSON EM GLÓRIA DO RIBATEJO COM CONTRATO ASSINADO

 

O contrato da empreitada de reabilitação do Espaço Jackson, em Glória do Ribatejo, foi assinado no dia 3 de julho entre a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e a empresa EcoEdifica SA, pelo valor de 1.004.862,63€ (IVA incluído).

O contrato já foi enviado para visto do Tribunal de Contas e, após aprovação, terão início as obras.

A empreitada tem um prazo de execução de 15 meses.

A reabilitação do Espaço Jackson contempla obras de beneficiação e melhoramento de três edifícios já existentes, onde estão instaladas várias coletividades da freguesia, através de trabalhos de pintura, substituição de caixilharias, de telhados e da rede elétrica, uniformização de pavimentos, tratamento de fachadas, entre outros.

Será também melhorado o pátio exterior, comum a esses três edifícios, com ampliação de alpendre e criação de zona de bar para a realização de atividades ao ar livre por parte das coletividades.

Ao mesmo tempo, contíguo ao espaço já existente, será construído um novo edifício que irá albergar uma sala polivalente/ auditório com capacidade para 240 lugares, um átrio de exposições, uma biblioteca, além de camarins, instalações sanitárias e salas para arrumos.

A zona exterior também será renovada com a reformulação da rede pluvial, melhoramento da zona de passeios e a substituição de muros, que atualmente vedam o espaço, por uma alternativa que permita a visibilidade interior/ exterior.

O acesso a este novo complexo será feito pela Rua 25 de Abril e pela Avenida Estados Unidos da América.

A reabilitação do Espaço Jackson tem comparticipação de fundos comunitários no valor de 637.500€, no âmbito do Plano de Ação para a Regeneração Urbana (PARU) - Portugal 2020.



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:22
link do post | comentar | favorito
|

...

unnamed

 

Começo por elogiar o trabalho dos bombeiros, elementos da ANPC, GNR, Forças Armadas, e de todos os demais agentes de proteção civil, entidades com especial dever de cooperação em proteção civil, bem como todos os voluntários envolvidos, sem esquecer a população. 
Não podemos esquecer que a proteção civil começa na população, nem que ao longo de décadas pouco, muito pouco tem sido feito para sensibilizar a população nesse sentido. Estou certo de que todos deram o seu melhor, embora por vezes o seu melhor não seja suficiente face à exigência e adversidades da situação. 

RESPONSABILIDADE EM PROTEÇÃO CIVIL 
1.    Encontrei casas e aldeias destruídas, muitas delas repletas de santos que não os salvaram. E encontrei uma aldeia de ingleses, sem santos, mas com bocas de incêndio, extintores, uma significativa faixa de contenção à volta da propriedade, em que nenhuma casa ardeu. Ouvi desabafos de alguém que teve capacidade económica para ir a Fátima ver o papa, mas que não teve recursos económicos para mandar limpar o mato e cortar árvores em redor das casas, ou instalar um sistema de combate a incêndios. Não somos seguramente um povo com cultura de segurança, temos claramente uma inversão de prioridades nas nossas vidas. 
2.    Como é possível que Castanheira de Pera e Pedrogão Grande não tenham os planos de defesa da floresta aprovados? Como é possível que não tenham plano operacional? Como é possível que não tenha sido ativado o PMEPC? Onde está a responsabilidade autárquica em tudo isto?  
3.    Enquanto existirem quintas e por exemplo se ativarem corporações do extremo oposto da quinta para não ativar os meios da quinta vizinha que está mesmo ali ao lado, arderá sempre mais do que poderia arder. Não faz sentido que se ative a Nazaré antes de ativar outros mais próximos, só porque já não pertencem ao mesmo distrito. 
4.    Seria interessante alguém investigar o que é, como funciona, e quais as competências instaladas, e avaliação do trabalho desenvolvido no SMPC de Pedrogão Grande, e já agora em todos os outros municípios do país, aparentemente uma falácia QUASE total e QUASE transversal, aparentemente em muitos casos com pseudo técnicos, que privilegia essencialmente ligações políticas e de amizade em detrimento de competências efetivas.
Há concelhos que nem sequer têm constituída a Comissão Municipal de Proteção Civil, ou que não funciona, e / ou onde não têm lugar aqueles que querem dar o seu contributo, importa que a CMPC deixe de ser algo facultativo e passe a ser obrigatória, bem como a inclusão de todas as entidades que possam concorrer para fins de proteção civil, pelo que aqui faço um apelo ao Governo nesse sentido. 
5.    Seria interessante alguém tentar perceber porque têm alguns SMPC uma rede rádio municipal de proteção civil e outros não.
6.    Considero que o Sistema de Gestão Operacional (SGO) não tem de ser dos bombeiros, mas sim transversal a todos os agentes de proteção civil e entidades com especial dever de cooperação. 
7.    Creio que está por explicar o fenómeno natural ou antrópico que "difundiu" o incêndio por tantas frentes de fogo em tão curto espaço de tempo e a distancias tão consideráveis.
8.    Teria sido importante e mais económico colocar logo na primeira hora helicópteros de observação no ar, ou drones, para observação do desenvolvimento da situação e interdição das vias em que houvesse risco para a circulação. Os meios existem, não compreendo porque não foram usados, a menos que o nível local não os tenha ativado para o teatro de operações, pois nestes cenários não há olhos que em terra vejam tanto como do ar. Mas sei também que ´+e mais fácil ver e lembrar quando se está de fora, porque se tem uma visão diferente e tempo para raciocinar. 

COMUNICAÇÕES 
9.    É minha plena convicção de que os dois sites móveis da ANPC apresentados em 20 de Janeiro de 2016 estavam e estão operacionais, eventualmente ninguém se lembrou dos ativar para o teatro de operações em Pedrogão Grande.
10.    As antenas em uso nos rádios portáteis SIRESP em meio urbano já são inadequadas face à insuficiência de TBS (Tetra Base Station ou seja retransmissores ou a que vulgarmente chamam antenas retransmissoras), quanto mais em meio florestal onde deveriam usar antenas de 1/4 de onda completo, e não helicoidal. 
11.    As antenas das viaturas são inadequadas para meio florestal, onde deveriam estar a usar antenas de 5/8 de onda, face à insuficiência de cobertura da rede. Observa-se ainda que em inumeros casos as antenas estão instaladas em locais incorretos nas viaturas. 
12.    Nas bases observamos antenas económicas, por vezes até interiores, que impossibilitam o contacto a maior distancia em modo local DMO (Direct Mode Operate) quando ardem, são interrompidas, ou são furtadas as linhas de dados. Isto não é admissível numa rede de emergência. 
13.    Aparentemente há inúmeras TBS que por falta de manutenção quer dos andares de potência de radiofrequência, quer  dos recetores, com potência de emissão e sensibilidade de receção abaixo do projetado, o que reduz ainda mais a cobertura, e consequentemente o alcance das comunicações.
14.    A cobertura da estação móvel deslocada para o local no domingo de manhã era inferior a 1/3 das necessidades face à extensão dos teatros de operações.
15.    Existem na GNR duas viaturas que poderiam ter sido um contributo importante na ligação operacional ao posto de comando, especialmente pelo facto de possuírem link móvel entre SIRESP e VHF Banda Alta, contudo não foram mobilizadas para o terreno, eventualmente por esquecimento. 
16.    A falta de rádios portáteis de VHF Banda Alta, eventualmente devido a falta de manutenção devida à moda do SIRESP, impossibilitou parcialmente que usassem em toda a sua plenitude como rede redundante os repetidores de VHF Banda Alta que se considerar-mos o B-Lousã, B-Candeeiros, e B-Estrela, asseguravam a comunicação em quase 100% dos teatros de operações. Mas podiam ter usado mais os rádios de VHF banda alta das viaturas, o que não aconteceu eventualmente devido à desabituação causada pelo uso do SIRESP.
17.    O posto de comando possui rádio de HF que possibilitaria com uma das viaturas do RSB-Lisboa assegurar pelo menos uma Equipa de Reconhecimento e Avaliação de Situação de toda a área com garantia de cobertura total ou quase total, mas tal não aconteceu porque quer do lado da ANPC quer do lado do RSB não existia no local ninguém capaz de operar com aqueles equipamentos. Refira-se que existem muitos daqueles equipamentos de HF na ANPC, GNR, e RSB, muitos dos quais nunca foram usados e provavelmente "morrerão" sem alguma vez terem sido usados, por falta de formação de operação. 
18.    Por exemplo, no quartel sede do GIPS na Ameixoeira em Lisboa, há cerca de 5 anos a antena de HF partiu-se, e ainda hoje está para ser substituída. Numa sub-unidade do GIPS na zona de Porto de Mós - Leiria, o rádio de HF nunca funcionou porque faltam componentes. 
19.    Uma das viaturas de comunicações do GIPS somente foi usada em exposições, pois por deficiência de instalação, ou caducidade dos cartões de telefone de satélite, aquele meio não está operacional. 
20.    A ANPC tem repetidores móveis de VHF, pelo menos um que chegou a ser usado em exercícios simulando avaria do repetidor local. Este equipamento deveria existir em pelo menos 18 viaturas todo o terreno em Portugal continental, ou em alternativa ser colocado em helicópteros para assegurar as comunicações, mas as tais 18 viaturas não existem, e nunca ocorreu a alguém na estrutura colocar o repetidor no ar suportado por um helicóptero.
No tempo em que se usava o VHF banda baixa nos bombeiros e Cruz Vermelha havia viaturas com repetidores móveis e havia sempre comunicações, mas aqui a ANACOM tem uma quota parte de responsabilidade, porque não licencia repetidores móveis. 
21.    A CRUZ VERMELHA não aderiu à moda do VHF Banda Alta, e nem ao SIRESP, e tem por isso a melhor rede de comunicações de emergência do país, contudo prestes a ser também desmantelada porque devido ao reduzido numero de utilizadores de banda baixa, o mercado já quase não disponibiliza este tipo de equipamentos, o que gerou inclusivé situações de monopólio do negócio com casos de aparente corrupção dentro da própria instituição. 
22.    O atual Secretário de Estado da Administração Interna, quando ainda era seu adjunto o atual presidente da ANPC, na sequência de uma reunião havida com a associação a que presido, acautelaram e muito bem a existência de rádios de VHF de Banda Alta em todos os veículos de combate a incêndios, pois incluíram essa obrigatoriedade no diploma que regula a tipificação desse tipo de veículos, contudo por exemplo o RSB-Lisboa não cumpre. 
23.    Ao longo dos últimos 12 anos  eu próprio em reunião com representantes dos diversos grupos parlamentares da assembleia da republica, alertei para as vulnerabilidades do SIRESP, mas todos sem exceção me ignoraram e optaram por confiar no operador. Cheguei mesmo a alertar pessoalmente o chefe de Gabinete do SEAI do anterior Governo, e o atual SEAI, este último foi o único que teve alguma iniciativa. 
24.    A formação em comunicações de emergência e catástrofe não existe, somente formação para comunicações quotidiana, ministrada por quem mal sabe para si. Os especialistas de comunicações de emergência e catástrofe são deixados à margem, pois os lugares são geralmente ocupados em muitos casos por licenciados em telecomunicações, mas que não fazem a menor ideia do que são as necessidades efetivas da emergência ou de um cenário de catástrofe face aos que a tecnologia e os mercados disponibilizam, por vezes até soluções muitíssimo mais económicas e fiáveis do que as adotadas. 
25.    Toda a estrutura de comunicações de segurança, emergência, e até de defesa está desadequada da realidade, há por exemplo na defesa pelo menos uma força que usa rádios de amador para uso profissional militar, tendo sido ludibriados com a norma Mil STD810, também aqui existiam rumores de casos de promiscuidade entre certa empresa e certo ramo das forças armadas, recentemente alvo de descobertas similares. 
26.    O SIRESP tal como está instalado serve apenas para redes de transporte de mercadorias, nunca para segurança, emergência, e muito menos para acidentes graves ou catástrofe por falta de fiabilidade da ligação entre TBS e alimentação elétrica, bem como pela limitação do número de canais disponíveis. O SIRESP é hoje menos fiável do que a rede de telemóveis que em muitos casos já tem feixes hertzianos entre BTS´s.
27.    Estranho muito que ninguém co-responsabilize a ANACOM pelo estado atual da rede SIRESP. Recordo-me de que ainda há poucos anos quando reuni com a Sr.ª Diretora de Gestão de Espectro, me fora sugerido que a associação que eu então presidia (o Conselho Português de Proteção Civil) aderisse ao SIRESP, ao que respondi que nunca enquanto eu presidisse o CPPC tal aconteceria, e enumerei as vulnerabilidades aberrantes do sistema em causa, criticando a inercia e ignorância daquele instituto ao compactuar com a situação real. 
28.    Não creio que o sistema nacional de proteção civil resolva o seu problema de comunicações com a prata da casa deixando de fora os melhores especialistas no assunto. Um destes especialistas, em minha opinião o melhor dos melhores, até é do distrito de Leiria, mas visto como um louco porque não tem uma licenciatura e anda com carros cheios de antenas, o João Plácido é nas comunicações de emergência e catástrofe uma espécie de Professor Xavier Viegas no estudo do fogo e dos incêndios, mas ignorado porque não veste fato e gravata. 
29.    Considero um erro crasso que exista uma rede operacional de Bombeiros e não uma rede operacional de proteção e socorro, transversal a todos os intervenientes na proteção e socorro. A hierarquização das comunicações faz-se com disciplina que só pode resultar da formação transversal a todos, e não de barreiras que custam vidas, tais como a falta de comunicação entre diferentes entidades em tempo útil, enquanto assim for continuaram a ferir-se ou morrer inevitavelmente operacionais no terreno.
30.    O SIRESP não falhou apenas em Pedrogão Grande, falha todos os dias em todo o país por cobertura muito aquém do publicitado. Falhou em Fátima aquando da visita do Papa, mas o assunto foi abafado. 
31.    Muitos foram os operacionais que recorreram ao telemóvel onde não havia SIRESP e havia rede GSM. Isto acontece quotidianamente nas forças de segurança, bombeiros, e INEM, o que faz com que grande parte do tráfego de emergência e socorro passe por telemóvel, a questão que se coloca é, e se os operacionais por um dia deixassem o telemóvel em casa? Ou e se um dia houver um "apagão" nas redes de telemóvel? 
32.    Imagine-se isto em caso de SISMO precedido de Tsunami em Lisboa, nenhum dos principais agentes de proteção civil possui uma rede alternativa ao SIRESP, estas tem vindo a ser desmanteladas, como gerirá por exemplo o INEM, a PSP, ou a GNR os seus meios de socorro?


Não tenho o desejo de apontar o dedo a quem quer que seja, mas sim de despertar a consciência de tantos quantos possível. 

A proteção civil não é o que somos, é o que fazemos. 
Nenhuma entidade ou serviço é proteção civil se nada de proteção civil fizer.
Nenhuma entidade faz algo em proteção civil, a entidade é somente um nome, quem faz, se o fizer, são pessoas, eventualmente apoiadas por equipamentos e, são de facto muito poucas as pessoas que fazem proteção civil. A proteção civil é uma atividade desenvolvida pelo Estado, e o estado é um território de fronteiras internacionalmente reconhecidas e aceites, o seu povo, e um governo por si democraticamente eleito, logo o artigo 1º da Lei de Bases de Proteção Civil já é em minha mera opinião um perfeito despautério. 

Digo eu, que não percebo nada disto!

 
João Paulo Saraiva 
Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional 


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:20
link do post | comentar | favorito
|

pesquisar
 
Julho 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
15

21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


posts recentes

...

FESTAS DO PORTO ALTO HOME...

Dar Sangue é Salvar Vidas...

Autárquicas 2017: PS Coru...

Convento do Carmo inaugur...

Caminho das Artes transfo...

Comemorações do 28º anive...

300 empreendedores apoiad...

CÂMARA DO CARTAXO REFORÇA...

Atendimento Jurista da DE...

arquivos

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

tags

todas as tags

subscrever feeds