NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
Aproveite o que Santarém tem para lhe oferecer este fim de semana

 

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quinta-feira:

 

Esta quinta-feira, dia 18 de maio tem início o 26º Torneio Internacional de Futebol Veterano – Santeirim, que prossegue até ao próximo domingo, dia 21.

 

sexta-feira:

 

Esta sexta-feira, dia 19 de maio, às 21h30, o Teatro Taborda – Círculo Cultural Scalabitano, acolhe o Concerto dos La Fontinha "O Homem Voltou" - Tributo a José Afonso.

 

Uma viagem musical por universos melódicos da música tradicional ibérica e portuguesa, música de intervenção, fado ou o tango, interpretados por instrumentos tradicionais e por uma voz feminina.

 

À mesma hora, há Jazz ao Centro com o Quarteto de Edgar Caramelo/Vasco Agostinho, no Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém.

 

Este grupo, composto por Edgar Caramelo , no Saxofone, Vasco Agostinho, na Guitarra, João Custódio, no Contrabaixo e Luís Candeias, na Bateria, resulta da cooperação de dois músicos com carreiras bastante distintas, e que neste trabalho se complementam. Os dois músicos trazem para o grupo as suas experiências, e exploram não apenas as suas caraterísticas individuais, mas também a sua maturidade musical, abordando a música como uma manifestação artística que resulta naturalmente de uma interação entre os músicos e o público.

 

sábado:

 

Este sábado, dia 20 de maio, às 08h00, tem lugar o encontro na Estação da CP de Santarém para partida para o PASSEIO LIBERDADE “Histórias de Resistência” - viagem no Tejo, no barco varino “Liberdade”, em Vila Franca, em recreação das viagens históricas de Resistentes em finais dos anos 40. Acompanhamento/guia por António Redol, do Museu do Neo-Realismo. Esta iniciativa integra o programa das comemorações do 25 de Abril.

Inscrições: Emoção d’Imagens (967 023 327) | Comissão 25 Abril (964 563 460)

Org. Comissão 25 abril

 

 

Às 09h30, tem início o Tejo Alive II - Marachas do Tejo, na Ribeira de Santarém, junto à imagem de Santa Iria. As inscrições já encerraram, tendo em conta o elevado número de participantes já inscritos – duas centenas.

Esta iniciativa é organizada pela Câmara de Santarém e pelas Uniões de Freguesias da Cidade de Santarém e de São Vicente do Paúl e Vale de Figueira, com o objetivo de promover os valores ambientais únicos do rio Tejo.

 

O trajeto tem início às 09h30, na Ribeira de Santarém, junto à imagem da Santa Iria e vai percorrer as marachas da margem direita do rio Tejo até Vale de Figueira, numa extensão com cerca de 12 km, de dificuldade média.

Durante o percurso, os participantes podem observar a Fauna e a Flora e contemplar um rio único com uma paisagem identitária do Ribatejo, de elevado valor natural e cultural.

Este percurso pedestre de grau de dificuldade Médio, não aconselhável a crianças de idade inferior a 12 anos, tem o objetivo de aproximar os cidadãos ao rio Tejo e dar a conhecer a biodiversidade associada aos ecossistemas ribeirinhos.

 

Para mais informações, contatar a Equipa Multidisciplinar de Ação para a Sustentabilidade, através do e-mail:emas@cm-santarem.pt ou do telefone: 243 304 450.

 

A organização prevê que o Percurso Ambiental TEJO Alive termine pelas 13 horas, com um almoço convívio, no Centro de Cultura e Desporto "O Alvitejo", organizado pela União de Freguesias S. Vicente do Paúl e Vale de Figueira, em parceria com a Comissão Social de Freguesias de S. Vicente do Paúl e Vale de Figueira.

 

Este projeto conta com a cooperação de entidades científicas, representadas pelo investigador Filipe Ribeiro do MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e por Ana Veríssimo da CIBIO - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, que estudam a população de Boga de boca-arqueada-de-Lisboa, espécie endémica de Portugal que se encontra criticamente em perigo, detetada na ribeira de Cabanas pelo investigador César Garcia do MUNHAC - Museu Nacional de História Natural e da Ciência e por Ricardo Santos da ARH Tejo e Oeste da Agência Portuguesa do Ambiente. Os Bombeiros Municipais de Santarém e a empresa Municipal Viver Santarém, voltam a colaborar nesta iniciativa, com a prestação de apoio aos participantes do TEJO ALIVE.

 

Das 10h00 às 12h00, decorre a 2ª Oficina Outdoor - "INcluir - OficINas para todos e para cada um", no Convento de S. Francisco.

Esta Oficina é dinamizada pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Distrital de Santarém, projeto cofinanciado pela Fundação EDP, através do programa EDP Solidária - Inclusão Social 2016, com o apoio da Câmara de Santarém.

“Uma oficina para todos e para cada um” é o grande objetivo deste Projeto, fomenta a inclusão do grupo e toda e qualquer pessoa da comunidade que participe, eliminado estigmas e preconceitos, mostrando ao mesmo tempo que a Arte pode ser um elemento unificador.

 

Às 10h00, tem início o Torneio de Futsal da Associação Portuguesa da Diabetes – Santarém, no Pavilhão da Escola Alexandre Herculano.

 

Às 10h30, há Oficina de Dança com a Professora Sofia de Almeida, na Livraria Aqui Há Gato. Sujeito a marcação prévia.

"Descobrir o meu corpo, a minha relação com o outro, explorar o espaço, os objetos...entre danças de roda, ou até mesmo individualmente. Tudo isto entrando no mundo da nossa imaginação que é absolutamente mágica!!! Porque é assim que gostamos... Aprendendo, brincando."

(Duração) aprox. 30’ (Classificação) 3 aos 5 anos (Preço) 7€ (Marcação Prévia)

 

Às 11h30 e às 16h00, há Hora do Conto, na Livraria Aqui Há Gato. Entrada livre.

“Neste que é o mês especial do livro... E dia 2 de abril é o Dia do Livro Infantil!

Vamos ouvir ainda mais histórias que nos fazem sonhar, rir, pensar e imaginar. Momentos que nos fazem acreditar que o mundo da fantasia pode estar tão perto...”

(Duração) 30’ (Classificação) dos 0 aos 80!

 

Às 12h00 e às 16h30, há Oficinas de Arte – Tema “Gatos” – Gato de Jornal, na Livraria Aqui Há Gato.

Um quadro de um retrato de um gato muito importante nasce de um jornal no fundo de um cartão!! Estranho? Imaginação!! Vem criar o teu retrato de Gato!

Duração: 1h - Classificação: a partir dos 4 anos / inclusive - 7€...

 

Às 16h00, a Sala de Leitura Bernardo Santareno acolhe o lançamento do Livro “A 13 de Maio na Cova da Iria”, da autoria de Aurélio Lopes.

 

Este livro é uma investigação e uma reflexão profunda sobre as Aparições de Fátima, partindo de outros exemplos de Aparições pelo mundo fora e terminando naquilo que o autor espera que o futuro traga a Fátima.

Investigador universitário na área da cultura tradicional, especialmente no que respeita à Antropologia do Simbólico e à problemática do Sagrado e suas representações festivas, tem-se debruçado especialmente sobre práticas tradicionais comunitárias culturais e cultuais, nomeadamente no que concerne à religiosidade popular e suas relações sincréticas com raízes ancestrais e influências mutacionais modernas. É Licenciado em Antropologia Social, Mestre em Sociologia da Educação e Doutorado em Antropologia Cultural pelo ISCSP da Universidade Técnica de Lisboa.

 

Às 21h30, o Teatro Taborda – Círculo Cultural Scalabitano acolhe a peça de Teatro Criminosa_Mente.

Relatos na primeira pessoa de homicídios cometidos. Um mergulho nas mentes desviantes que inevitavelmente levaram a uma série de crimes sangrentos.

A partir de “Crimes Exemplares” de Max Aub pelo Grupo A Tribu to - Lisboa

(Humor negro)

Textos originais e iluminação: Marinel Matos | Encenação e espaço cénico: Ruben Saints | Elenco: Ângelo Ferreira, Elsa Maurício Childs, Ivo Meco, Isabel Moreira, Lurdes Garcia, Maria d'Oliveira


Às 16h00, integrado no Projeto Nova-Velha Dança, há Masterclass – Performance Art em Portugal com Verónica Metello e às 18h30, são apresentadas Performances Reacting to Time - Portugueses na Performance de Vânia Rovisco, NotForgetNotForgive de Carlota Lagido, Moustachu de Sónia Baptista e Dança Concreta de Daniel Pizamiglio, e Conversa com os artistas, António Olaio, Clara Menéres, Ana Bigotte Vieira e Verónica Metello, na Incubadora de Artes.

 

Nos anos 2000, pressentiu-se na dança uma vontade indelével de recuperação de arquivos, discursos, estéticas e corporalidades. Desde então, tem-se insistindo em “reenactments”, “reposições”, “reativações”, que reivindicam um presente trans-histórico, trespassado pela memória e por reflexões sobre o seu papel nas artes performativas contemporâneas. Muito disto se faz agora porque ficaram histórias por contar, coisas por registar, que assumem hoje contornos de contracultura não transmitida aos olhos da história oficial.

Em 1984, dez anos depois do 25 de Abril, o artista António Olaio apresentava a performance Il faut danser Portugal, que significa literalmente, “Há que dançar Portugal”. Isto dez anos antes de Alexandre Melo questionar se os portugueses tinham corpo e já anunciando, ou exigindo, um conjunto de reconfigurações da experiência da corporalidade “nacional”, como defende o investigador e dramaturgista André Lepecki.

Vânia Rovisco, artista multidisciplinar e bailarina, tem vindo a inquirir formas de transmissão de corporalidade num projeto de reação temporal, alicerçado numa investigação sobre o movimento da performance em Portugal. Para este ciclo, a artista propõe transmitir o trabalho de António Olaio — Il faut danser Portugal (1984) aos alunos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo — Interpretação, da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado.

Sob a mesma batuta de Há que Dançar Portugal convidam-se 3 artistas de 3 gerações distintas, cujo trabalho coreográfico se cruza com aquilo que poderíamos insinuar serem operações da performance para, através dos seus trabalhos, se refletir sobre esta relação.

Carlota Lagido, bailarina-arquivo da obra de várias gerações de coreógrafos, apresenta uma das suas primeiras experiências coreográficas notforgetnotforgive, de 1999, originalmente criada para um wc masculino.

Sónia Baptista — coreógrafa, bailarina e escritora — revisita um dos haikus (俳句), nome dado a uma forma curta de poesia japonesa, da sua peça homónima de 2002.

Moustachu, subtítulo: Lamento da Mulher não Barbada, ou Ser Mulher é ter Pêlo Onde se Quer, dialoga inevitavelmente com a peça de Duchamp, L.H.O.O.Q., 1919, onde este acrescentava um bigode e uma pera à famosa Mona Lisa.

Por fim, Daniel Pizamiglio, bailarino e coreógrafo fortalezense radicado em Lisboa, convoca o movimento da poesia concreta e uma certa ontologia da dança enquanto evento da efemeridade e do desaparecimento em Dança Concreta, performance realizada no final do curso PEPCC do Fórum Dança, onde se cruza com Vânia Rovisco e Sónia Baptista.

O programa é complementado com uma intervenção da investigadora Verónica Metello sobre a história da performance no território das artes visuais em Portugal, que dará azo a um debate alargado sobre a porosidade entre conceitos de dança e performance, com vários convidados, dos quais os artistas e percursores da performance em Portugal, António Olaio e Clara Menéres, (Grupo ACRE), entre outros a anunciar.

(Performances) (Duração) 90’ (Classificação) M/06 (Preço) 5€ (lotação limitada)

Às 16h30, o Convento de Santa Clara é palco do II Encontro de Coros de Jovens de Santarém - Maio Jovem, organizado pelo Conservatório de Música de Santarém e que conta com a participação de quatro Coros: “Cantar Nosso” – Coro Juvenil da Golegã; “Eborae Musica” – Coro do Conservatório Regional de Évora; Pequenos Cantores da Schola Cantorum da Catedral de Santarém e Coro de Jovens do Conservatório de Música de Santarém, que vão atuar individualmente e, também, em conjunto. A entrada é livre.

 

Às 21h30, tem início uma Noite no País das Maravilhas, na Livraria Aqui Há Gato.

 

De vez em quando, quando menos se espera, o Aqui Há Gato recebe uma noite especial, a Noite no País das Maravilhas, esta é uma noite para partilhar com os pais, uma noite para levá-los de mão dada numa viagem ao mundo da fantasia.

Nesta noite o mistério anda no ar, "nada é o que parece e o que parece não é!"... e depois vamos todos dormir nas nossas casas... é que esta, é uma noite cheia de emoções demasiado fortes para ficar longe de casa!

(Duração) 90’ (Classificação) M/4 (Preço) 30€

Inscrições limitadas: livraria.aquihagato@gmail.com

 

domingo:

 

Este domingo, dia 21 de maio, às 10h30, tem lugar a final do 26º Torneio Internacional de Futebol Veterano – Santeirim, com o jogo dos Veteraníssimos, no Campo de Futebol Chã das Padeiras.

 

Às 10h00, tem início a CORRIDA DA FAMÍLIA, no Jardim da Liberdade.

Estão abertas as inscrições para a Corrida da Família 2017. Esta é mais uma atividade inserida no projeto MAIS Lezíria, que pretende assinalar o Dia Internacional da Família. Esta iniciativa arranca em simultâneo nos 11 municípios da Lezíria do Tejo a Corrida da Família, um agradável convívio desportivo entre familiares e amigos, que promete muita diversão, mas também lembranças para a família mais numerosa, para o participante mais novo e para o participante mais velho.

Inscreva-se e divirta-se com a sua família e amigos. As inscrições são gratuitas e terminam no dia 12 de Maio.

Faça a sua inscrição neste link: http://www.cimlt.eu/index.php?option=com_chronoforms5&chronoform=Inscricao

 

Às 16h00, o Teatro Taborda – Círculo Cultural Scalabitano, acolhe a peça de Teatro “A Fuga dos Instrumentos “, com Direção de Frederico Corado | Área de Serviço – Cartaxo.

 

Numa coletividade igual a tantas outras, os instrumentos ganham vida depois do ensaio terminar. Felismina Flautim, Tomásia Trombone, Baltazar Bombo e Serafina Saxofone já estão naquela banda há muito tempo, Fausto Ferrinhos acabou de chegar e já se percebeu que não faz muito mais do que dormir e reclamar com fome. É essa fome que faz com o que os cinco amigos partam em busca de comida seguindo o aroma delicioso do arroz-doce da Tia Antonieta. Mas para lá chegar têm de arranjar maneira de sair da coletividade sem que ninguém os veja. Ninguém pode saber que os instrumentos podem falar e andar quando ninguém está a ver, mas será que eles conseguem ser discretos até chegar ao arroz-doce? E será que sobrevivem a todos os percalços que vão aparecendo? Ou será que se arma uma confusão de notas e instrumentos desafinados?

 

Em permanência:

 

Até dia 31 de maio, visite a Exposição “Desta Canção que Apeteço – Obra discográfica de José Afonso”, na Loja do Cidadão de Santarém.

“Desta Canção que Apeteço – Obra discográfica de José Afonso” estreia o acolhimento de exposições em Lojas do Cidadão. Santarém é duplamente pioneira porque é a primeira Loja do Cidadão a acolher exposições, e é a primeira a ter um Espaço Cultura. A Exposição que apresenta trabalhos editados ao longo de mais de três décadas, é organizada pela AJA – Associação José Afonso.

Esta Exposição permite (re)descobrir a obra, singularidade, contemporaneidade e pertinência musical, poética e cultural de Zeca Afonso, entre 1953 e 1985.

O visitante “viaja” através de capas de discos, músicas, livros partituras, fotografias, instrumentos musicais, gira-discos e outros objetos do “universo” deste autor, numa perspetiva completa da sua obra.

 

Até dia 31 de maio, visite o Arquivo Histórico Municipal-Mostra Documental “Falam documentos de outras eras”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

“Pormenor do documento que identifica as receitas realizadas pelas promessas dos cidadãos da Vila de Santarém. De notar que  para a obra de S. Sebastião estas  foram registadas e recebidas pelo tesoureiro da câmara, Capitão, Francisco Gomes Botto.

As doações estão identificadas pelos seus autores e o Livro está assinado e rubricado por Francisco Soares de Aragão”.

 

Até dia 31 de maio, visite a Exposição Bibliográfica “Vamos ler… Branquinho da Fonseca”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00, e aos sábados, das  09h30 às 12h30.

 

“António José Branquinho da Fonseca nasceu no dia 4 mês de maio de 1905 e veio a falecer por coincidência também em maio, dia sete, do ano de 1974. Filho do escritor Tomás da Fonseca, Branquinho da Fonseca foi um escritor português reconhecido como poeta e como dramaturgo. Experimentou vários modos e géneros literários (conto, poema em prosa, romance) e como artista interessou-se pelo desenho, fotografia, cinema e design gráfico.

Foi um dos fundadores da revista “Presença” onde publicou o seu primeiro texto e onde exerceu o cargo de diretor até junho de 1930 conjuntamente com Miguel Torga. Em 1932 assumiu a função de Conservador no Museu Biblioteca Conde de Castro Guimarães e em 1953 cria o projeto de uma biblioteca itinerante, a primeira do género em Portugal tendo exercido o cargo de diretor do Serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian até ao ano da sua morte”.

 

Até dia 31 de maio, visite a Mostra Bibliográfica “Centenário das Aparições de Fátima”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

“A um ciclo de aparições marianas que ocorreram no ano de 1917 na localidade de Fátima, deu-se a designação de Aparições de Fátima, cuja aparição envolveu três crianças que afirmaram “… terem visto uma senhora mais brilhante que o Sol...”.

Estas comemorações são um acontecimento marcante na Igreja Católica, entidade que a confirma e assume como não sendo apenas para assinalar a efeméride histórica, mas essencialmente para divulgar a mensagem que marca a vivência da fé e de muitos dos católicos e difundir a mensagem de Fátima a nível nacional e internacional. Para a Igreja as Comemorações são um projeto pastoral que poderá constituir um impulso na renovação e fortalecimento da fé.

No âmbito das Comemorações do Centenário das Aparições de Fátima (1917-2017) a Biblioteca Municipal associa-se à efeméride com uma Mostra Documental patente ao público durante o mês de maio”.

 

Até dia 17 de junho, o Bar-Galeria do Teatro Sá da Bandeira acolhe a Exposição/Instalação/Investigação | Para uma Timeline a Haver - genealogias da dança enquanto prática artística em Portugal, de Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Construindo na galeria do Teatro Sá da Bandeira uma cronologia para a dança em Portugal, “Para uma Timeline a Haver” é um exercício coletivo de investigação e de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal nos séculos XX e XXI, com especial incidência na segunda metade do século XX”.

 

O Piano-Bar do Teatro Sá da Bandeira acolhe, até dia 17 de junho, a Exposição Dança do Existir - Retrospetiva em imagens do trabalho coreográfico de Vera Mantero. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Cerca de 30 fotografias traçando o percurso da coreógrafa, das suas primeiras criações às mais recentes. A exposição integra ainda a consulta de registos videográficos de alguns dos trabalhos da coreógrafa. Fotos de lcino Gonçalves, Dirk Rose, Henrique Delgado, José Fabião, Jorge Gonçalves, João Tuna, Laurent Philippe”.

 

Até final de junho, visite a Exposição - Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’- destaque trimestral para uma obra da autoria da pintora Vieira da Silva: Primavera, serigrafia s/ papel, datada do século XX. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire.

“Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais”.

 

Até dia 7 de fevereiro de 2018, visite a Exposição “Santarém Cidade em Crescente”, na Casa do Brasil, em Santarém. Esta Mostra, que vai estar patente durante 9 meses, distribui-se por 10 espaços de Exposição, e apresenta 70 Peças, pertencentes ao espólio do Museu Municipal de Santarém, do Museu Etnográfico da Ribeira de Santarém, do Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas, do Museu Nacional de Arte Antiga e do Museu Geológico de Lisboa. Patente de terça-feira a sábado, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

A Exposição apresenta-se como uma proposta de leitura do espírito do lugar (Genius loci), de modo a consubstanciar-se numa logomarca agregadora das estratégias culturais, sociais e económicas, do município.

Esta leitura parte de uma matriz identitária de base geográfica - mediterrâneo oriental – ‘crescente fértil, sublinhando a dimensão da memória da sua paisagem cultural (fertilidade - ‘paisagem da abundância’).

A exposição aborda temáticas diversificadas, muito ligadas com o fundo cultural da região, com destaque para a importância da agricultura: vinho, azeite e cereais, do touro e do cavalo, do rio e da lezíria. Explora, paralelamente, as vertentes simbólico-religiosas, particularmente as ligadas à fertilidade - ‘paisagem da abundância’, e interpreta a importância local, o simbolismo e a religiosidade das águas, presentes no mito de Santa Iria."

“Santarém Cidade em Crescente” combina objetos museológicos: Harpócrates, capitel árabe, pithoi fenícios, lucernas islâmicas, ânforas, talhas, arreios e selas, estelas medievais, etc, com imagens iconográficas e fotográficas e conta com três instalações de arte contemporânea de Carlos Amado, sobre O Sagrado e o Azeite, Fernanda Narciso, sobre o Rio e de João Maria, sobre Mãe Terra. Origem da Terra – Cromlek.

Esta iniciativa aposta fortemente na componente sensorial, experiencial e multimédia, em que se destacam três Projetos Multimédia: dois do Realizador Jorge Sá: “Tons da Terra” – Génese e simbolismos ancestrais da Humanidade e “Não se Es gota”- sobre a Água e o terceiro, “Aqui se ara”, de Diana Amado, que vão estar patentes e podem ser vistos, durante os 9 meses da exposição.

Carlos Amado e Luís Mata, técnicos da Câmara de Santarém, foram os autores deste projeto, a partir da investigação sobre a história de Santarém, realizada por Luís Mata. A coordenação desta exposição está a cargo de Carlos Amado.

À semelhança da exposição anterior – “Modos, Medos e Mitos”, esta exposição tem como objetivos gerais: assinalar o papel histórico das civilizações do mediterrâneo oriental (fenícios, sírios, árabes, judeus) na paisagem e na estrutura urbanística da Cidade; realçar a característica urbana da topografia de Santarém: Cidade de planalto (Móron = monte); sublinhar a importância da agricultura na economia regional, nomeadamente do vinho, do azeite, dos cereais e dos legumes, muitos deles introduzidos pelos povos do levante; acentuar o papel dos conhecimentos tecnológicos e da ação humana dos muçulmanos na criação de uma paisagem aluvionar (a lezíria de Santarém como o resultado de uma transferência tecnológica de uma agricultura característica das civilizações do crescente fértil e sua adaptação às características naturais locais: campos de lezíria antigos e modernos; consolidação dos mouchões, colmatagem contínua das terras sujeitas ao regime de cheias, fixação nos terraços fluviais embutidos desde o Paleolítico Inferior); reproduzir a dimensão cultural e mental do Tejo, com paralelos no mar Mediterrâneo, no Médio Oriente e no Norte de África; assinalar o convívio entre o Homem e o elemento água, num equilíbrio representativo de uma paisagem cultural (tal como Veneza ou o Nilo); a religiosidade e o simbolismo das águas: Santa Iria, fertilidade, etc (tal como o Nilo, o Tejo tem um regime hídrico de cheias regulares – ‘crescidas’ – que vão garantindo a reposição da fertilidade do solo e o consequente sucesso da instalação das populações, bem como destacar a importância cultural e simbólica do cavalo e do touro (cornos=crescente).

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.

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O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

 

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”.



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:32
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