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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017
Aproveite o que Santarém tem para lhe oferecer este fim de semana

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sexta-feira:

 

Esta sexta-feira, dia 16 de junho, às 21h30, integrado no Projeto Nova-Velha Dança, estreia no Teatro Sá da Bandeira, a Performance Colecção DELIRAR A ANATOMIA de Ana Rita Teodoro.

 

Ana Rita Teodoro trabalha desde 2012 numa colecção de peças coreográficas dedicadas a um orifício do corpo. Delirar a Anatomia baseia-se no estudo da anatomia, da fisiologia e da paleontologia para, com a distância crítica necessária, rebeliar o corpo das funções ditadas. Fazem parte da colecção: Sonho D’Intestino, dedicado ao ânus e órgão conexo; Orifice Paradis, dedicado à boca-vagina; e duas novas peças, Palco, uma homenagem ao joelho e Pavilhão, ao ouvido, que terão estreia absoluta em Santarém. Em estreia estará também a nova peça de Carlos Manuel Oliveira, do desconcerto, por um lado / da aventura, por outro. Não se focando em nenhuma parte do corpo em especial, explora-o enquanto campo de conhecimentos, da mais simples organização do toque à problemática negociação do comum. O trabalho será desenvolvido e apresentado na (sua) antiga escola primária de São Salvador, agora INcubadora D’Artes, propondo reflectir sobre aprendizagem e transmissão dos saberes. Para concluir e encerrar o ciclo contaremos com uma derradeira estreia, o lançamento de um novo disco do pianista Simão Costa, que aceita aqui o desafio de preparar o piano Steinway do Teatro Sá da Bandeira para um concerto tecno acústico sem lugares sentados.

 

“No Mestrado em Dança (2011/2013) no CNDC de Angers, iniciei uma pesquisa em torno do corpo nomeado pela disciplina de Anatomia. A pesquisa resulta na criação de uma Coleção de peças de dança, a que chamo de homenagens-dançantes, dedicadas aos orifícios do corpo. Trata-se de uma coleção de estudos febris, desenvolvidos em camadas de leitura, observação, experiência empírica, escrita e composição coreográfica que procuram desvendar os segredos escondidos na constituição física e assim rever funções destinadas e relações pré-estabelecidas. A Anatomia é a disciplina que nomeia as partes do todo, segmenta e estabiliza. O delírio acontece nas ações de isolar, sobrepor ou multiplicar as funções de uma parte nomeada. Esta entra em crise, revela a sua autonomia e renova relações. Deste modo, compõem-se coreografias do sensível onde a palavra e a dança são a entrada privilegiada para uma outra-anatomia.” - Ana Rita Teodoro.

 

Palco | Pavilhão (2017) Conceito Ana Rita Teodoro | Interpretação e criação Ana Rita Teodoro e Bernardo Chatillon | Produção Associação Parasita | Residências artísticas CN D, Pólo Cultural das Gaivotas, Espaço do Tempo, Teatro Sá da Bandeira/Parasita, Mala Voadora. Porto | Coprodução Parasita, Teatro Rivoli, CN D, Fundação Geral das Artes Apoio GDA Sonho d’intestino | Orifice Paradis (2012|13) Criação e performance Ana Rita Teodoro | Produção CNDC Angers, Associação Parasita

 

Mestre em “Dança, Criação e Performance” pelo CNDC de Angers e a Universidade Paris 8 (2011/2013), Ana Rita Teodoro desenvolveu como pesquisa a criação de uma “Anatomia Delirante”. Em 2002 foi aluna do Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança e em 2015 do curso de Coreografia organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Participa ativamente nos exercícios do c.e.m., onde desencadeia o estudo do corpo via a anatomia experiencial, a filosofia e o cruzamento pluridisciplinar, com Sofia Neuparth em particular, entre outros. Em 2007/2010 fez o Curso de Instrutores de Chi Kung, da Escola de Medicina Tradicional Chinesa de Lisboa. O butoh de Tatsumi Hijikata tem sido uma das suas áreas de maior investimento artístico. Desde 2007 que participa em diferentes workshops liderados por artistas e pesquisadores como Tadashi Endo, Sankai Juko, Torifune, Akira Kasai, Min Tanaka, Yoshito Ohno, Patrick De Vos e Christine Greiner. Recentemente (2015) recebeu a Bolsa de Aperfeiçoamento Artístico da Fundação Calouste Gulbenkian para voltar ao Japão e estudar com Yoshito Ohno e para o ano de 2016 desenvolve uma pesquisa em torno da prática do Butoh com o apoio do CN D (Pantin), Aide à la recherche et au patrimoine en danse, a ser exposta no início de 2017. Desde 2009, Ana Rita Teodoro criou as seguintes coreografias a solo: MelTe (2009), Curva (2010), Orifice Paradis (2012), Sonho d’Intestino (2013) e ASSOMBRO (2014-15). Trabalha em diversos projectos pontuais com artistas como Sofia Neuparth, Márcia Lança, Laurent Pichaud, João dos Santos Martins e Marcela Santander Corvalàn.

 

Hoje prossegue a 54ª Feira Nacional de Agricultura / 64ª Feira do Ribatejo, no Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas – CNEMA, com Dia dedicado ao Município de Coruche. Para hoje, para além das Escolas de Toureio, há Treinos de Forcados, Música Popular, Bailes Tradicionais e Largadas de Toiros. Às 00h00, Ana Moura atua no palco principal. A música segue noite dentro, com o DJ Putzgrilla, na discoteca do recinto da FNA.

 

A feira contempla as habituais áreas de referência ao mundo rural e agrícola, com especial destaque para a zona de maquinaria agrícola, a mostra de agropecuária, artesanato e gastronomia, o mundo do espetáculo e da promoção dos valores tradicionais, com as típicas largadas de toiros, desfiles e provas de campinos, actividades equestres, música popular e tradicional. Com uma ampla participação dos agentes do sector, os seminários e colóquios que decorrem nos dias úteis constituirão um importante polo de debate e discussão dos principais temas agrícolas. Paralelamente, decorre a Fersant – Feira Empresarial da Região de Santarém, promovida pelo Nersant.

Até dia 18 de junho, o Centro Nacional de Exposições, em Santarém, é palco da 54ª Feira Nacional de Agricultura / 64ª Feira do Ribatejo, cuja temática este ano vai incidir nos “Cereais de Portugal”. A feira contempla ainda as habituais áreas de referência ao mundo rural e agrícola, com especial destaque para a zona de maquinaria agrícola, a mostra de agropecuária, artesanato e gastronomia, o mundo do espetáculo e da promoção dos valores tradicionais, com as típicas largadas de toiros, desfiles e provas de campinos, actividades equestres, música popular e tradicional. Com uma ampla participação dos agentes do sector, os seminários e colóquios que decorrem nos dias úteis constituirão um importante polo de debate e discussão dos principais temas agrícolas. Paralelamente, decorre a Fersant – Feira Empresarial da Região de Santarém, promovida pelo Nersant.

A 54ª Feira Nacional de Agricultura/ 64ª Feira do Ribatejo, apresenta-se, assim, como  a oportunidade ideal para o lançamento e divulgação de novos produtos, para a promoção de novos serviços e ainda para a partilha de conhecimentos.

Mais informações e programa em www.feiranacionalagricultura.pt , www.cnema.pt  e  em www.facebook.com/FeiraNacionaldeAgricultura.FeiradoRibatejo

 

sábado:

 

Este sábado, dia 17 de junho, às 10h00, é inaugurada a Exposição “Santos e outros tantos“, de Eurico Ribeiro, na Sala de Leitura Bernardo Santareno. A Exposição fica patente até dia 30 de junho, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00 e aos sábados, das 09h30 às 12h30.

 

Autodidata por natureza, Eurico Ribeiro leva-nos numa viagem através da Arte Sacra, pela qual se apaixonou desde muito jovem. Desde cedo, que Eurico Ribeiro se iniciou na arte de modelar o barro, fazendo figuras para o seu próprio presépio, ao qual, através dos tempos tem dado uma maior dimensão, apresentando todos os anos no seu” Presépio de Garagem”, uma versão diferente das cenas do quotidiano por ele modeladas. O artesão utiliza a modelagem manual do barro para nos apresentar um conjunto de figuras religiosas, não só de cariz regional, mas também de âmbito universal, conferindo a cada uma o seu cunho pessoal, sempre inspirado no período Barroco.

Sob o tema Santos…e outros tantos, o artesão apresenta-nos uma galeria das principais imagens padroeiras da nossa região e não só, deixando, contudo, espaço em aberto para outras exposições em preparação.

 

Às 10h30 há Oficina de Dança com a Professora Sofia de Almeida, na Livraria Aqui Há Gato. Sujeito a marcação prévia.

"Descobrir o meu corpo, a minha relação com o outro, explorar o espaço, os objetos...entre danças de roda, ou até mesmo individualmente. Tudo isto entrando no mundo da nossa imaginação que é absolutamente mágica!!! Porque é assim que gostamos... Aprendendo, brincando."

Com a

(Duração) aprox. 30’ (Classificação) 3 aos 5 anos (Preço) 7

 

Às 11h00, a Igreja da Piedade acolhe a Missa Cantada com Órgão – Missa Beata Maria Virgine de Filipe de Magalhães (1571-1672). Renascimento e Maneirismo, pela Schola Cantorum da Catedral de Santarém (Capela do Divino Salvador), com Daniel Oliveira no órgão e com direção de Pedro Rollin Rodrigues, integrada no 3º Ciclo de Órgão de Santarém – O canto gregoriano e o órgão em Portugal, promovido em parceria, pela Câmara de Santarém, pela Diocese de Santarém e pela Santa Casa da Misericórdia de Santarém.

 

Às 11h30 e às 16h00 há Hora do Conto, na Livraria Aqui Há Gato.    Entrada livre.

Vamos ouvir histórias que nos fazem sonhar, rir, pensar e imaginar. Momentos que nos fazem acreditar que o mundo da fantasia pode estar tão perto...

(Duração) 30’ (Classificação) dos 0 aos 80!

 

Às 11h30, há Teatro de Fantoches, na Livraria Aqui há Gato. Entrada livre.

Uma história que vai encantar crianças e adultos! Formas animadas que nos trazem a beleza da conjugação das artes plásticas com o teatro e a literatura para a infância.

(Duração) 30’ (Classificação) para toda a família

 

Às 12h00 e às 16h30, há Oficinas de Expressão Plástica - Oficinas de Arte – Mês do Tecido- vamos fazer uma Sacola, na Livraria Aqui Há gato.

Este Mês a nossa base de trabalho é o Tecido. Vamos pintar, recortar, forrar, colar... tudo com tecido!! Letras para pendurar, sacos para ir às compras, e até marcadores de livros para saberes sempre onde vai a tua leitura!!!

 

Neste saco de pano vais poder pintar o que te apetecer, depois podes ir às compras e fazer um sucesso com o teu saco original! Vai ser divertido ir às compras com a mãe ou com o pai um com quem te apetecer!! Também podes usar o teu saco novo para levar o lanche para a escola!

 

Às 16h00, o Auditório da Casa do Brasil acolhe a 3ª Palestra “Como foram andando o tempo e os mundos?” do Ciclo de Conferências: “Crescer ao Shabbat”, a cargo de Nuno Peixinho.

 

Nesta conversa falaremos da evolução da astronomia pela sua importância na medição do tempo e como foi evoluindo a conceção do nosso mundo e dos outros mundos e seus movimentos no espaço até aos dias de hoje.

 

Veremos a beleza e engenho dos antigos modelos para o movimento dos planetas e de como se chegou à conceção dos dias de hoje.

 

A Conversa não termina, sem uma breve abordagem à própria conceção do tempo e à aparente inseparabilidade do filosófico com o científico.

 

Nuno Peixinho é astrónomo no Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra, no Centro de Investigação da Terra e do Espaço da Universidade de Coimbra e é colaborador na Unidad de Astronomía, Facultad de Ciencias Básicas, Universidad de Antofagasta, no Chile.

 

Duração) aprox. 60’ (Classificação) M/4 (Preço) 7€

 

Às 17h00, integrado no Projeto Nova-Velha Dança, a Incubadora de Artes acolhe a Peça “Do Desconcerto, por um lado / Da Aventura, por outro” – Estreia, de Carlos Manuel Oliveira.

 

“do desconcerto, por um lado / da aventura, por outro” é a primeira de uma série de incursões à relação entre ato e conhecimento, com que se pretende aferir as dependências entre um e outro em corpos que aprendem e desaprendem, e contrapor a capacidade destes à regulação dos saberes.

Perante tal horizonte, cabe-nos a arqueologia de um passado tão próprio quanto comum, pelo qual viemos a incorporar o paradoxo de uma época: acumular sem fim, para uso de uma vida sobre a qual pouco podemos. Interessa-nos, por exemplo, a formação do conhecimento no ato da sua enunciação; de como corpo e contexto, potencia e possibilidade, se entrecruzam para situar o que acontece; ou de como, do desconcerto entre memória e ação, o que é sabido perde sentido. Também há a confusão entre o que se sabe de uma maneira, o que se sabe de outra, e o que não se sabe porque se esqueceu. Coisas da razão, da intuição, e de tantas outras faculdades, entrelaçadas entre si em sinestesias várias. Interessa-nos o desnorte como requisito da aprendizagem, o acaso e a vontade como meios do saber por vir; de como se aprende na ausência de pedagogias, e de como com isso se criam singularidades. Há o inconsciente, do qual pouco se sabe, e há também o outro, com O grande ou nem tanto. Encontros fartos de estranheza e amplitude, quase além do reconhecimento senão mesmo.

Este é, enfim, um estudo sobre a própria condição do estudo.

 

Uma peça de Carlos Manuel Oliveira, cocriada com Daniel Pizamiglio, e atuada pelos dois. Com cenografia de Tiago Gandra, e alguma colaboração de Ana Trincão. Uma produção Mundos sem Fundos, em coprodução com Associação Parasita. Criada em residência n’O Espaço do Tempo em Montemor-o-Novo, no Musibéria em Serpa, na Incubadora d’Artes em Santarém, na Subud em Bucelas, no Centro Ciência Viva do Alviela pela Materiais Diversos, e no 23 Milhas em Ílhavo.

 

Carlos Manuel Oliveira é Doutorado pelo Programa UT Austin | Portugal com a tese “Objetos Coreográficos: Abstrações, Transduções, Expressões”; é Bacharel em “Dança Contemporânea: Coreografia e Contexto” pela Universidade de Artes de Berlim; e é Mestre em Estudos do Ambiente pela Universidade Nova de Lisboa (poe esta ordem). Frequentou o curso de “Artes Performativas Interdisciplinares e Tecnológicas” do Programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian e o curso de “Criatividade Científica e Investigação Artística” do Laboratório de Antropologia e Dança (AND_Lab). É investigador associado do Centro Inter-Universitário de Dança de Berlim e do Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa. Foi professor associado de estudos dos media no Instituto Superior de Tecnologias Avançadas, director artístico do “Novo Circo do Ribatejo” e coordenador nacional do sector de teatro no INATEL. Entre outros, trabalhou e estudou com Kattrin Deufert, Thomas Plischke, Boris Charmatz, Gill Clark, Franz Anton-Cramer, Hanna Hegenscheidt, Susan Klein, Wojtek Ziemilski, Alex Baczynski-Jenkins, Litó Walkey, Jonathan Burrows, Marcelo Evelin,  Fernando Romão, João Fiadeiro, André Lepecki, Bruno Pernadas e Urândia Aragão. Atualmente desenvolve o seu trabalho coreográfico entre a performance, a instalação e a escrita.

 

Às 21h30, o Teatro Sá da Bandeira acolhe Orifice Paradis (2012), Sonho D’Intestino (2013) - Coleção Delirar a Anatomia, de Ana Rita Teodoro, integrado no Projeto Nova-Velha Dança.

(Duração) 60’ (Classificação) M16 (Preço) 5€

 

Às 22h30 Estreia Beat Without Byte, de Simão Costa - Concerto/Festa de encerramento do Projeto Nova-Velha Dança, lançamento nacional de disco.

 

Beat without byte “Um concerto com o público em pé, mesmo em lógica de danceteria ou rave, ou o que seja, com o intuito de fazer o público dançar.

Em palco

1 piano, 1 pianista, 1 pista de dança, vários públicos e vários dispositivos eletromagnéticos.

Zero computadores igual a zero bytes.” - Simão Costa

 

Simão Costa nasceu em 1979. Vive e trabalha em Lisboa. É compositor, pianista e criador de instrumentos/objetos/códigos informáticos. Dos trabalhos mais recentes destacam-se o π_ANO PRE·CAU·TION PER·CU·SSION ON SHORT CIRCUIT para piano solo e as esculturas sonoras interativas C_vib. Tem colaborado com artistas de diversas áreas e práticas. O seu trabalho foi apresentado em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Polónia, Holanda, Reino Unido, Grécia, Itália e Brasil.

 

Nova-Velha Dança: Curadoria e direção: João dos Santos Martins | Produção executiva e assessoria de imprensa: Patrícia Azevedo da Silva | Coordenação do projeto “Para uma Timeline a Haver”: Ana Bigotte Vieira | Design gráfico: Ana Schefer, Teo Furtado | Produção: Associação Parasita | Coapresentação: Teatro Sá da Bandeira | Equipa Teatro Sá da Bandeira: Coordenação e Programação Pedro Barreiro | Produção Rodrigo Melo | Equipa Técnica Tiago Correia, Ricardo B. Marques | Frente de casa Fernando Romão, José Maria Moreira | Apoios Institucionais: TSB, Incubadora D’Artes, Câmara Municipal de Santarém | Apoio ao projeto “Para uma Timeline a Haver”: Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto de História Contemporânea, Centro de Estudos de Teatro | Escolas associadas: Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, Escola E.B, 2 e 3 D. João II | Parcerias: O Espaço do Tempo, Musibérica, Materiais Diversos, Circular Associação Cultural | Projeto subsidiado pela REPÚBLICA PORTUGUESA / DIRECÇÃO GERAL DAS ARTES.

Local: Teatro Sá da Bandeira/ Incubadora D’artes

 

Às 22h00, tem início o XXXIII Festival de Folclore Bairro, organizado pelo Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas, no Centro Cultural de Fontaínhas.

O Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas realiza o seu XXXIII Festival de Folclore Bairro, com o Centro Cultural de Fontaínhas, com a participação do Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis de Pias (Cinfões – Tâmega), Rancho Folclórico de Vinhó (Gouveia – Serra da Estrela), Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo (Baixo Vouga), Grupo de Danças e Cantares dos Pioneiros de Vendas Novas (Alentejo Central) e Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontaínhas (Santarém)

 

domingo:

 

No domingo, dia 18 de junho, às 16h00, junte-se a nós e veja o Jogo Portugal/México, no Ecrã Gigante montado no Jardim da Liberdade, em zona de sombra. Venha apoiar a Nossa Seleção!

 

Em permanência:

 

Até dia 17 de junho, o Bar-Galeria do Teatro Sá da Bandeira acolhe a Exposição/Instalação/Investigação | Para uma Timeline a Haver - genealogias da dança enquanto prática artística em Portugal, de Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Construindo na galeria do Teatro Sá da Bandeira uma cronologia para a dança em Portugal, “Para uma Timeline a Haver” é um exercício coletivo de investigação e de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal nos séculos XX e XXI, com especial incidência na segunda metade do século XX”.

 

O Piano-Bar do Teatro Sá da Bandeira acolhe, até dia 17 de junho, a Exposição Dança do Existir - Retrospetiva em imagens do trabalho coreográfico de Vera Mantero. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Cerca de 30 fotografias traçando o percurso da coreógrafa, das suas primeiras criações às mais recentes. A exposição integra ainda a consulta de registos videográficos de alguns dos trabalhos da coreógrafa. Fotos de lcino Gonçalves, Dirk Rose, Henrique Delgado, José Fabião, Jorge Gonçalves, João Tuna, Laurent Philippe”.

 

Até dia 30 de junho, visite a Exposição de Pintura e Escultura “Encontros no Tempo II”, de Gil Teixeira Lopes e Matilde Marçal, patente no Palácio Landal e no Fórum Actor Mário Viegas - Centro Cultural Regional de Santarém.

 

Nome incontornável no panorama artístico nacional e internacional, Gil Teixeira Lopes, é professor jubilado da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa.

Pintor, escultor e gravador e realizou mais de 80 exposições individuais, no País e no estrangeiro. Já expôs e foi premiado em países de todo o mundo: França, Itália, Espanha, Alemanha, Áustria, Polónia, Bulgária, Inglaterra, Irlanda, Noruega e Suécia, Estados Unidos da América, Brasil e México, Iraque, Índia e Egipto, Japão e China.

O artista mantém-se fiel à grande tradição do figurativo, que expressa quer na pintura quer na escultura, numa estética que privilegia o envolvimento amoroso e o erotismo.

Condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique (1998), recebeu variadíssimos prémios nacionais e internacionais. Em 2002, apresentou uma grande exposição no Palácio Galveias, em Lisboa, e em abril de 2004, no Museu do Chiado, em Coimbra.

 

Matilde Marçal, professora na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, é um nome inconfundível da Pintura Contemporânea Portuguesa, com trabalho desenvolvido ao nível da Pintura, Gravura e Desenho.

Já realizou mais de cinquenta exposições individuais, em Portugal, Espanha, França, Polónia, Itália, Jugoslávia, Noruega, Inglaterra, Alemanha, Suíça e Irlanda, e mais de trezentas exposições coletivas, em Portugal e no estrangeiro. Em 1988 foi eleita Membro da Academia Nacional de Belas-Artes.

 

A sua obra pretende revelar-nos um novo universo, entre a poesia e o silêncio, o passado e o presente, o presente e o futuro. Com uma paleta de grande riqueza cromática, apresenta matizes de cores: dos brancos aos castanhos e destes aos violetas.

 

A exposição, organizada pela Câmara Municipal de Santarém e pelo Centro Cultural Regional de Santarém, pode ser visitada, no Palácio Landal, de segunda a sexta-feira, das 9h30 às 12h30 e das 15h30 às 17h00 e aos sábados, das 10h00 às 13h00, enquanto que no Centro Cultural Regional de Santarém - Fórum Actor Mário Viegas, as visitas podem ser realizadas de segunda a sexta-feira, das 15h30 às 19h00 e aos sábados, das 10h00 às 13h00.

 

Até dia 30 de junho, visite o Arquivo Histórico Municipal-Mostra Documental

“Falam documentos de outras eras”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

Pormenor do documento que identifica as receitas realizadas pelas promessas dos cidadãos da Vila de Santarém. De notar que  para a obra de S. Sebastião estas  foram registadas e recebidas pelo tesoureiro da câmara, Capitão, Francisco Gomes Botto.

As doações estão identificadas pelos seus autores e   o  Livro está assinado e rubricado por Francisco Soares de Aragão.

 

Até dia 30 de junho, visite a Exposição - Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, com destaque trimestral para uma obra da autoria da pintora Vieira da Silva: Primavera, serigrafia s/ papel, datada do século XX. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.

 

Até dia 30 de junho, visite a Exposição - Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’- destaque trimestral para uma obra da autoria da pintora Vieira da Silva: Primavera, serigrafia s/ papel, datada do século XX. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire.

“Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais”.

 

Até dia 30 de junho, visite a Exposição Bibliográfica “Vamos ler… Ana de Castro Osório”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00, e aos sábados, das 09h30 às 12h30.

O mês de junho é dedicado a Ana Castro Osório, pela comemoração do 145º aniversário de nascimento

Escritora portuguesa especialista na literatura infantil, Ana de Castro Osório nasceu a 18 de junho de 1872 e faleceu a 23 de Março de 1935. Foi considerada a criadora da literatura infantil em Portugal e pioneira na luta pela igualdade de direitos entre homem e mulher.

 

Até dia 30 de junho, visite a Mostra Bibliográfica “150 anos da abolição da Pena de morte em Portugal (1867 - 2017)”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, patente de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

Portugal deu o exemplo à Europa e ao mundo quando em julho de 1867 assumiu uma posição de vanguarda como pioneiro da Abolição da Pena de Morte em Portugal. Esta proposta foi na época avançada pelo Ministro Manuel Baptista tendo sido aprovada durante o reinado de D. Luís.

A consagração da Lei da Abolição da Pena de Morte contribuiu para a promoção dos valores da cidadania com enfoque nos Direitos Humanos e respeito pela Vida Humana. A reforma de 1867 alargou-se a todos os crimes civis tendo sido exceção a justiça militar que só com a implantação da República (1910) foi alargada a todos os crimes inclusive os militares.

Atualmente ainda assistimos em vários países do mundo às mais trágicas e notórias situações humanitárias dos direitos humanos com a prática da pena de morte. Relembramos e comemoramos tão notável efeméride com uma exposição bibliográfica sobre a temática em questão.

 

Até dia 12 de julho, visite a Exposição “Uma andorinha em três actos”, dinamizada pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Distrital de Santarém, no âmbito do Projeto "INcluir - OficINas para todos e para cada um", projeto cofinanciado pela Fundação EDP, através do programa EDP Solidária- Inclusão Social 2016, patente no Convento de S. Francisco.

A Exposição pode ser visitada de quarta a domingo, das 09h00 às 12h30. e das 14h00 às 17h30. O Convento de S. Francisco Encerra às segundas e terças-feiras e feriados.

 

São três momentos, em três espaços distintos. Como tal, só faria sentido se cada um deles fosse encarado como uma parte de um todo. Esse todo é o projeto “INcluir” em que se reuniu um grupo de pessoas que munidos de tintas, pincéis, lápis e sobretudo de uma tenaz vontade se lançaram sobre o branco da tela e do papel. O fundamento desta iniciativa é precisamente o de fomentar a capacidade da inclusão, entre o grupo e toda e qualquer pessoa que queira participar, eliminando estigmas e preconceitos, mostrando ao mesmo tempo que a tal “Arte” pode ser esse elemento unificador, o tal que quebra barreiras e muda o mundo.

 

Até dia 7 de fevereiro de 2018, visite a Exposição “Santarém Cidade em Crescente”, na Casa do Brasil, em Santarém. Esta Mostra, que vai estar patente durante 9 meses, distribui-se por 10 espaços de Exposição, e apresenta 70 Peças, pertencentes ao espólio do Museu Municipal de Santarém, do Museu Etnográfico da Ribeira de Santarém, do Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas, do Museu Nacional de Arte Antiga e do Museu Geológico de Lisboa. Patente de terça-feira a sábado, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

A Exposição apresenta-se como uma proposta de leitura do espírito do lugar (Genius loci), de modo a consubstanciar-se numa logomarca agregadora das estratégias culturais, sociais e económicas, do município.

Esta leitura parte de uma matriz identitária de base geográfica - mediterrâneo oriental – ‘crescente fértil, sublinhando a dimensão da memória da sua paisagem cultural (fertilidade - ‘paisagem da abundância’).

A exposição aborda temáticas diversificadas, muito ligadas com o fundo cultural da região, com destaque para a importância da agricultura: vinho, azeite e cereais, do touro e do cavalo, do rio e da lezíria. Explora, paralelamente, as vertentes simbólico-religiosas, particularmente as ligadas à fertilidade - ‘paisagem da abundância’, e interpreta a importância local, o simbolismo e a religiosidade das águas, presentes no mito de Santa Iria."

“Santarém Cidade em Crescente” combina objetos museológicos: Harpócrates, capitel árabe, pithoi fenícios, lucernas islâmicas, ânforas, talhas, arreios e selas, estelas medievais, etc, com imagens iconográficas e fotográficas e conta com três instalações de arte contemporânea de Carlos Amado, sobre O Sagrado e o Azeite, Fernanda Narciso, sobre o Rio e de João Maria, sobre Mãe Terra. Origem da Terra – Cromlek.

Esta iniciativa aposta fortemente na componente sensorial, experiencial e multimédia, em que se destacam três Projetos Multimédia: dois do Realizador Jorge Sá: “Tons da Terra” – Génese e simbolismos ancestrais da Humanidade e “Não se Es gota”- sobre a Água e o terceiro, “Aqui se ara”, de Diana Amado, que vão estar patentes e podem ser vistos, durante os 9 meses da exposição.

Carlos Amado e Luís Mata, técnicos da Câmara de Santarém, foram os autores deste projeto, a partir da investigação sobre a história de Santarém, realizada por Luís Mata. A coordenação desta exposição está a cargo de Carlos Amado.

À semelhança da exposição anterior – “Modos, Medos e Mitos”, esta exposição tem como objetivos gerais: assinalar o papel histórico das civilizações do mediterrâneo oriental (fenícios, sírios, árabes, judeus) na paisagem e na estrutura urbanística da Cidade; realçar a característica urbana da topografia de Santarém: Cidade de planalto (Móron = monte); sublinhar a importância da agricultura na economia regional, nomeadamente do vinho, do azeite, dos cereais e dos legumes, muitos deles introduzidos pelos povos do levante; acentuar o papel dos conhecimentos tecnológicos e da ação humana dos muçulmanos na criação de uma paisagem aluvionar (a lezíria de Santarém como o resultado de uma transferência tecnológica de uma agricultura característica das civilizações do crescente fértil e sua adaptação às características naturais locais: campos de lezíria antigos e modernos; consolidação dos mouchões, colmatagem contínua das terras sujeitas ao regime de cheias, fixação nos terraços fluviais embutidos desde o Paleolítico Inferior); reproduzir a dimensão cultural e mental do Tejo, com paralelos no mar Mediterrâneo, no Médio Oriente e no Norte de África; assinalar o convívio entre o Homem e o elemento água, num equilíbrio representativo de uma paisagem cultural (tal como Veneza ou o Nilo); a religiosidade e o simbolismo das águas: Santa Iria, fertilidade, etc (tal como o Nilo, o Tejo tem um regime hídrico de cheias regulares – ‘crescidas’ – que vão garantindo a reposição da fertilidade do solo e o consequente sucesso da instalação das populações, bem como destacar a importância cultural e simbólica do cavalo e do touro (cornos=crescente).

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.

O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

 

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”.



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:32
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