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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
Aproveite o que Santarém tem para lhe oferecer este fim de semana

Concerto-solidario-A3 (2)

 

sábado:

 

Este sábado, dia 13 de janeiro, às 11h30 e às 16h00, há Hora do Conto, na Livraria Aqui Há Gato. Entrada livre.

Vamos ouvir histórias que nos fazem sonhar, rir, pensar e imaginar. Momentos que nos fazem acreditar que o mundo da fantasia pode estar tão perto...

(Duração) 30’ (Classificação) dos 0 aos 80!

 

Às 12h00 e às 16h30, há Oficinas de Arte - Jogo do Gato, na livraria Aqui Há Gato.

Vamos entrar no novo ano e dedicá-lo aos ANIMAIS!!! Este mês e para começar em grande, escolhemos O GATO! Vamos criar gatos, gatinhos e gatões muito divertidos!

Este vai ser o ano de brindar aos animais todos os meses teremos um diferente!!!

Vem fazer as nossas oficinas de sábado e divertir-te com arte!

Um gato com uma grande bocarra vai engolir ratinhos ou biscoitos mesmo à tua frente!!! Não acreditas? Então vem criar o teu jogo do gato, com muita imaginação, para depois jogares com os teus amigos!!!

Duração) 60’ (Classificação) a partir dos 4 anos inclusive (Preço) 7€

 

Às 21h00, tem lugar um Concerto Meditativo – Yoga, na Sede da AMA – Associação Movimento Aberto (Campo Infante da Câmara - Antigo Jardim de Infância da Feira).

Vamos entregar-nos a uma viagem pelo som de gongos, taças tibetanas e de cristal, sansula, tublar bells, handpan… Vamos procurar silenciar a mente e estar apenas entregues ao momento, abrindo portas a estas vibrações tão profundas e intensas. Momento para usufruir, para mergulharmos na nossa essência. www.Planeta-Azul.pt

 

Às 21h30, assista ao Grandioso Concerto Solidário de Ano Novo, que tem lugar no Grande Auditório do CNEMA. Aproveite os últimos dias para adquirir bilhete no valor de 10 euros, no Posto de Turismo, na União de Freguesias da Cidade de Santarém, na Associação Académica de Santarém, no W Shopping – Tabacaria Press News, no CNEMA e na Rodoviária do Tejo. No dia do espetáculo, dia 13, os bilhetes estão à venda no CNEMA, das 18h00 até à hora do espetáculo.

Este Concerto Solidário de Ano Novo, é abrilhantado pela Orquestra Clássica Amorevole, pelas vozes sublimes da soprano Cecília Rodrigues, do tenor Marco Alves dos Santos e do barítono Luís Rodrigues, sob a direção do maestro arouquense António Costa, que nos conduz pelos trechos musicais das grandes óperas de Mozart, Rossini, Strauss, Verdi, Donizetti, Sorozabal e de Bizet. A apresentação do Concerto está a cargo do ilustre Maestro António Vitorino de Almeida.

 

O Concerto é organizado pela Câmara Municipal de Santarém, pela Associação Académica de Santarém, pela União de Freguesias da Cidade de Santarém, pelo W Shopping e pela Rodoviária do Tejo, com o apoio do CNEMA, do El Galego e da Escola Profissional Vale do Tejo, tem como objetivo oferecer à Cidade uma oferta cultural diferenciada e entregar a receita de bilheteira a algumas IPSS – Instituições Particulares de Solidariedade Social, de modo a ajudar quem mais necessita: APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Santarém, da Farpa - Associação de Familiares e Amigos do Doente Psicótico, Lar de Santo António da Cidade de Santarém, Lar dos Rapazes da Santa Casa da Misericórdia de Santarém e Fundação Luiza Andaluz.

 

A Rodoviária do Tejo disponibiliza autocarros SCALABUS para o CNEMA.

 

domingo:

 

Este domingo, dia 14 de janeiro, às 16h00, a Sociedade Filarmónica Alcanedense apresenta o tradicional Concerto de Ano Novo, na ARCA – Associação Recreativa e Cultural de Alcanede. Este ano terá também lugar, a cerimónia de tomada de posse dos Órgãos Sociais para o Biénio 2018-2019.

 

Em permanência:

 

A Exposição Exposição #@gora mais do que nunca, Viajo pelo Silêncio das Cores, de Carlos Godinho, pode ser visitada até dia 20 de janeiro de 2018, no Convento de S. Francisco, de terça-feira a domingo, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30. Encerra às segundas-feiras e feriados.

 

É uma exposição que nos leva a uma pequena viagem, no tempo, por detrás do silêncio enigmático do Convento onde se apresenta o trabalho de Carlos Godinho. Os seus trabalhos levam-nos por caminhos do imaginário e das figuras carregadas de simbolismo, onde as cores e formas surreais ganha predominância.

Sendo uma exposição essencialmente figurativa, contêm profundas raízes no surrealismo ou, em pequenos apontamentos, no fantástico da qual se abre uma janela para o rico imaginário do autor.

#@gora, não é mais que trazer para o real a parte mais complexa do nosso imaginário, seja aquelas que advêm de uma parte mais intimista ou das outras mais inconscientes.

Os que visitarem podem ir para além daquilo que cada texto pode dizer, pois o essencial é mesmo a interpretação de cada um...

A exposição é inaugurada dia 09 de dezembro às 16h30 e fica patente até 20 de janeiro.

 

Até dia 31 de janeiro, visite a Mostra Bibliográfica “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, na Biblioteca Municipal Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

A Biblioteca Municipal Braamcamp Freire assinala o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que se comemora no dia 3 de dezembro, com uma Mostra Bibliográfica.

Trata-se de pessoas como quaisquer outras que merecem o nosso respeito, a igualdade de oportunidades, o reconhecimento dos seus direitos incluindo a sua autonomia individual.

A falta de acesso a bens e serviços deve ser solucionada de forma coletiva e a comunidade deve abordar este problema das pessoas com deficiência apenas como uma característica da condição humana.

Durante três décadas e consequentes anos de esforços, as Nações Unidas adotaram em 2006 a Convenção das Nações Unidas Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que entrou em vigor a 3 de Maio de 2008, e que visa proteger e defender os direitos das pessoas com deficiência.

 

 

Até dia 31 de janeiro, visite a Mostra Bibliográfica “Vamos ler… José Rodrigues dos Santos”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00 e ao sábado, das 09h30 às 12h30.

 

 

Escritor, jornalista e professor Universitário, José Rodrigues dos Santos é uma figura sobejamente conhecida não só pelos livros já publicados mas sobretudo pelo mundo da televisão.

Natural de Moçambique, é hoje um dos jornalistas mais influentes para as novas gerações. A sua vasta obra, ensaios e ficção, coloca-o como um dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar o maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares.

 

 

Até dia 17 de fevereiro, visite a Exposição “Santarém Cidade em Crescente”, na Casa do Brasil, em Santarém. Esta Mostra, que vai estar patente durante 9 meses, distribui-se por 10 espaços de Exposição, e apresenta 70 Peças, pertencentes ao espólio do Museu Municipal de Santarém, do Museu Etnográfico da Ribeira de Santarém, do Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas, do Museu Nacional de Arte Antiga e do Museu Geológico de Lisboa. Patente de terça-feira a sábado, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

A Exposição apresenta-se como uma proposta de leitura do espírito do lugar (Genius loci), de modo a consubstanciar-se numa logomarca agregadora das estratégias culturais, sociais e económicas, do município.

Esta leitura parte de uma matriz identitária de base geográfica - mediterrâneo oriental – ‘crescente fértil, sublinhando a dimensão da memória da sua paisagem cultural (fertilidade - ‘paisagem da abundância’).

A exposição aborda temáticas diversificadas, muito ligadas com o fundo cultural da região, com destaque para a importância da agricultura: vinho, azeite e cereais, do touro e do cavalo, do rio e da lezíria. Explora, paralelamente, as vertentes simbólico-religiosas, particularmente as ligadas à fertilidade - ‘paisagem da abundância’, e interpreta a importância local, o simbolismo e a religiosidade das águas, presentes no mito de Santa Iria."

“Santarém Cidade em Crescente” combina objetos museológicos: Harpócrates, capitel árabe, pithoi fenícios, lucernas islâmicas, ânforas, talhas, arreios e selas, estelas medievais, etc, com imagens iconográficas e fotográficas e conta com três instalações de arte contemporânea de Carlos Amado, sobre O Sagrado e o Azeite, Fernanda Narciso, sobre o Rio e de João Maria, sobre Mãe Terra. Origem da Terra – Cromlek.

Esta iniciativa aposta fortemente na componente sensorial, experiencial e multimédia, em que se destacam três Projetos Multimédia: dois do Realizador Jorge Sá: “Tons da Terra” – Génese e simbolismos ancestrais da Humanidade e “Não se Es gota”- sobre a Água e o terceiro, “Aqui se ara”, de Diana Amado, que vão estar patentes e podem ser vistos, durante os 9 meses da exposição.

Carlos Amado e Luís Mata, técnicos da Câmara de Santarém, foram os autores deste projeto, a partir da investigação sobre a história de Santarém, realizada por Luís Mata. A coordenação desta exposição está a cargo de Carlos Amado.

À semelhança da exposição anterior – “Modos, Medos e Mitos”, esta exposição tem como objetivos gerais: assinalar o papel histórico das civilizações do mediterrâneo oriental (fenícios, sírios, árabes, judeus) na paisagem e na estrutura urbanística da Cidade; realçar a característica urbana da topografia de Santarém: Cidade de planalto (Móron = monte); sublinhar a importância da agricultura na economia regional, nomeadamente do vinho, do azeite, dos cereais e dos legumes, muitos deles introduzidos pelos povos do levante; acentuar o papel dos conhecimentos tecnológicos e da ação humana dos muçulmanos na criação de uma paisagem aluvionar (a lezíria de Santarém como o resultado de uma transferência tecnológica de uma agricultura característica das civilizações do crescente fértil e sua adaptação às características naturais locais: campos de lezíria antigos e modernos; consolidação dos mouchões, colmatagem contínua das terras sujeitas ao regime de cheias, fixação nos terraços fluviais embutidos desde o Paleolítico Inferior); reproduzir a dimensão cultural e mental do Tejo, com paralelos no mar Mediterrâneo, no Médio Oriente e no Norte de África; assinalar o convívio entre o Homem e o elemento água, num equilíbrio representativo de uma paisagem cultural (tal como Veneza ou o Nilo); a religiosidade e o simbolismo das águas: Santa Iria, fertilidade, etc (tal como o Nilo, o Tejo tem um regime hídrico de cheias regulares – ‘crescidas’ – que vão garantindo a reposição da fertilidade do solo e o consequente sucesso da instalação das populações, bem como destacar a importância cultural e simbólica do cavalo e do touro (cornos=crescente).

 

 

Até dia 28 de fevereiro, a Biblioteca Municipal Braamcamp Freire tem patente a Mostra Documental “Falam documentos de outras eras”, que pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

Verde de Alvysquer// Carregou ao Thesoureiro vinte edous/ mil Reis importância do primei/ro quartel Santarem 7 de Maio de 1818. Assina o escrivão, Domingos José da Costa e o tesoureiro, Simão.

Os livros de Receita e Despesa da Câmara da Vila de Santarém contêm o registo das rendas pagas ao tesoureiro, dos bens de raiz (imóveis rústicos e urbanos) camarários. E por sua vez, o registo da despesa (pagamentos) efetuada pelo tesoureiro.

O Verde de Alvisquer consiste no pagamento da renda ao Município pelas terras arrendadas (rendas do verde), para sementeiras de sustento animal/pastagens, nos campos ribeirinhos da Vila de Santarém. O Livro contém o termo de abertura e encerramento, está assinado e rubricado pelo vereador da Câmara, Cláudio Manoel d’Almeida Cardoso Telles.

 

 

Até dia 31 de março, visite a Exposição “Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

 

Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.

De 3 de Janeiro até ao final de Março estará em destaque trimestral uma obra da autoria de Oswaldo Teixeira: “Paisagem Urbana”, Gravura s/ papel (água forte), datada de 1937.

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.

O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h15 às 12h30 e das 14h00 às 17h15.

“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”.



publicado por Noticias do Ribatejo às 18:12
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