NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL - Editor e Responsável: António Centeio
28.1.12

 

 SÓ COM A COORDENAÇÃO E A MELHORIA DE CENTROS DE SAÚDE, HOSPITAIS E CUIDADOS CONTINUADOS É POSSÍVEL RESPONDER ÀS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES  
 
A “REORGANIZAÇÃO DO CHMT” APRESENTADA PELO CA, VEM DIFICULTAR O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
 

 

 
Na sequência da apresentação de um Plano de Reorganização pela Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, foram muitas e variadas as intervenções de diversas entidades da Região.
 
A Comissão de Utentes logo que teve conhecimento do documento e face à ausência de justificações para as medidas adoptadas solicitou uma suspensão de concretização do processo, com o objectivo de encontrar as melhores soluções para facilitar o acesso a cuidados de saúde em termos de proximidade e qualidade.
 
Na sequência dessa posição, com o objectivo de dar voz aos verdadeiros interessados, os utentes, esta Comissão de Utentes realizou reuniões públicas em Tomar, Abrantes e Torres Novas, para debate sobre a prestação de cuidados de saúde nas Unidades Hospitalares e nos Centros de Saúde.
 
Da participação activa dos cidadãos, pode-se concluir:
 
Não aceitação do Plano de Reorganização, por dificultar o acesso a cuidados de saúde, não ter em conta a participação da comunidade, por ausência de coordenação com cuidados primários e continuados, por não quantificar nem justificar os resultados esperados, o que deixa as maiores duvidas se resolve os problemas financeiros. Ficou claro que os utentes defendem que as Urgências sejam adaptadas às necessidades em cada unidade hospitalar, que a Pediatria e Medicina Interna sejam três valências comuns às três unidades e que se desenvolvam e criem novas valências.
 
Se não houver mais médicos de família e enfermeiros, mais cuidados de proximidade com funcionamento de Extensões de Saúde e Unidades Móveis, não se conseguirá resolver o problema das urgências “não agudas”, no CHMT. Se não houver mais unidades de cuidados continuados a gestão de altas no CHMT não poderá ser mais eficiente. Se não houver coordenação entre os níveis de prestação de cuidados de saúde e o aproveitamento da capacidade instalada, vão sofrer as populações e vai aumentar a despesa do SNS.
 
Constatou-se a existência de interesses privados (empresariais e pessoais) mas a solução não está no encerramento ou privatização do todo ou de partes do CHMT. Defende-se a utilização de toda a capacidade instalada e um combate à promiscuidade público-privada.
 
Foram expressas muitas formas de reforçar a acção popular para defender o direito a cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, de que são exemplos as manifestações em Tomar, o Abaixo-assinado pela Pediatria em Abrantes, a grande participação de cidadãos na reunião pública de Torres Novas.
 
Na próxima quarta-feira, a Comissão de Utentes entregará ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio de Tejo uma proposta formal com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região que, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.
 
Em breve, serão também divulgadas as iniciativas que reforçarão o movimento de opinião e reivindicativo da população do Médio Tejo em torno da exigência de justiça social em matéria de acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.
 
                                                                  A Comissão de Utentes da Saúde
                                                                                do Médio Tejo

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16.1.12
)


O processo de reestruturação dos hospitais do Médio Tejo está na ordem do dia



 

 

As forças políticas continuam a movimentar-se e a tomar posições quanto ao processo de reestruturação dos hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, implementada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
A CDU já reuniu esta segunda-feira com o presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão, e vai reunir com outras forças políticas ao fim da tarde.
Para já a CDU exige a suspensão do processo de reestruturação dos hospitais até à realização de uma reunião entre o Executivo Camarário, todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal e a administração do Centro Hospitalar. 
Os comunistas defendem a demissão imediata da administração do Centro Hospitalar caso não aceite a reunião nem a suspensão do processo.
Cauteloso, o PSD Tomar também emitiu um comunicado no qual consideram “fundamental que a inadiável reorganização e racionalização do CHMT respeite equilíbrios basilares na prestação de cuidados hospitalares à população, e seja geograficamente justa e equilibrada.” O PSD de Tomar “aguarda com serenidade o anúncio da reorganização prevista pela administração do CHMT”.
O PS defende que as eventuais alterações dos serviços prestados nos hospitais da região só possam ser realizadas pela tutela, “após articulação e auscultação dos autarcas, das Freguesia e dos Municípios”.
Lembram que a Assembleia Municipal já decidiu em Setembro de 2011 a criação de uma comissão de saúde que nunca foi implementada. Os socialistas disponibilizam-se para criar uma petição no sentido de levar este assunto à discussão no plenário da Assembleia da República.
Os deputados do PS pelo distrito já solicitaram uma reunião com o Conselho de Administração do CHMT.

Fonte: Jornal O Templário

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10.1.12

 

 

•    Continua o périplo de discussão das ideias da candidatura pelo distrito

•    Santarém e Coruche serão os próximos concelhos a receber Hugo Costa

•    Fórum de debate da moção no próximo dia 15 em Torres Novas



A candidatura + Esquerda + Ribatejo continua o seu périplo pelos vários pontos do distrito de Santarém.  Depois de ter percorridos os concelhos do Entroncamento, Abrantes, Chamusca e Almeirim, Hugo Costa foi recebido mais recentemente em Benavente e Rio Maior.

Após ter apresentado as linhas gerais desta candidatura, o actual Presidente e candidato à JS Ribatejo não deixou de ouvir os vários militantes presentes em cada acção. Novamente, os jovens socialistas demonstraram preocupações sérias em relação ao futuro do país, e do distrito em particular. Temas como a agricultura, o emprego, os Conselhos Municipais de Juventude, os orçamentos participativos e a reforma administrativa do poder local voltaram a ser focados e debatidos. Nas palavras do candidato: “Estes foram dois momentos de afirmação dos militantes da JS no distrito. No caso de Benavente, pude constatar a imensa vontade que existe nos jovens locais para tentar solucionar algumas questões que estagnam o futuro da nossa geração. Por outro lado, em Rio Maior, senti o pulsar e a vivacidade de uma juventude que não se resigna, que quer ver a JS a debater os temas fundamentais dos dias de hoje”. De realçar o facto de também militantes e simpatizantes do PS se juntarem a estes debates, mostrando bem a total conjugação de vontades entre gerações.

Nos próximos dias mais acções serão levadas a cabo. Já no próximo Sábado, a candidatura + Esquerda + Ribatejo será recebida na capital de distrito e em Coruche, pelas 16h e 19h respectivamente. No Domingo, dia 15, está marcado o fórum de discussão da Moção Global de Estratégia a apresentar ao próximo Congresso Distrital da estrutura. Esta iniciativa terá lugar em Torres Novas pelas 15h. Segundo Hugo Costa: “Desde o primeiro momento em que pensei nesta candidatura, a proximidade com todos os militantes e o auscultar das suas opiniões era um dos pontos basilares da mesma. O fórum de dia 15 será o culminar de um intenso e produtivo debate em todo o distrito. Mais do que propostas pessoais, esta Moção será composta pelos contributos de todos os militantes do distrito de Santarém!”

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29.9.11

“DETIDOS POR ROUBO POR ESTICÃO ”

 

 

Em 29 de Setembro de 2011, o Comando Territorial de Santarém, através do Posto Territorial de Samora Correia, procedeu à detenção de três indivíduos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 26 e 28 anos de idade, residentes em Lisboa, por roubo por esticão.

A detenção ocorreu na sequência de um roubo por esticão praticado cerca das 10:30 horas, na localidade de Marinhais – Salvaterra de Magos, em que os suspeitos abordaram um cidadão de 68 anos questionando-o sobre a localização do Intermarché e em acto contínuo puxaram-lhe o  fio em ouro que trazia ao pescoço.

Accionados os meios necessários, vieram os suspeitos a ser interceptados junto da rotunda da Torre na localidade do Porto Alto – Samora Correia, sendo encontrado no interior da viatura em que seguiam, um fio em ouro, o qual após reconhecimento, veio a apurar-se ser o furtado anteriormente.

Contactado o Exmo. Procurador Adjunto junto do Tribunal Judicial de Benavente, o mesmo ordenou que os suspeitos ficassem detidos até serem presentes a tribunal para primeiro interrogatório.

 

“DETIDO POR TENTATIVA DE FURTO DE VEÍCULO”

 

 

Em 29 de Setembro de 2011 pelas 03:10 horas, na localidade de Paúl – Abrantes, o Comando Territorial de Santarém, através do Núcleo de Investigação Criminal de Abrantes, procedeu à detenção em flagrante delito de um indivíduo do sexo masculino, de 16 anos de idade, residente em Abrantes por tentativa de furto de veículo automóvel. O detido foi constituído arguido e prestou Termo de Identidade e Residência.

 

“RECUPERAÇÃO DE BOBINES DE COBRE”

 

 

Em 28 de Setembro de 2011 pelas 20:00 horas, o Comando Territorial de Santarém, através do Posto Territorial de Santarém, no decorrer de uma acção de patrulhamento, recuperou várias bobines em cobre, num total de cerca de 600 quilos, as quais se encontravam num pinhal sito em Alcanede juntamente com um garrafão de gasolina e uma caixa de acendalhas.

Até ao momento desconhece-se a proveniência do cobre, continuando esta Guarda a proceder  a diligências, com vista a apurar a sua origem.

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26.9.11

 

A gestão ruinosa do Centro Hospitalar do Médio Tejo – que integra as unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas – causou um "buraco" financeiro de mais de 47 milhões de euros em 2009 e em 2010, revela uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF).

Estes dados são revelados pelo Jornal Correio da Manhã:

A situação económica e financeira é tão grave que a inspecção recomendou a substituição "urgente" do actual conselho de administração, cujo mandato terminou em Dezembro de 2009, mas encontra-se ainda em funções.

O défice do centro hospitalar quase duplicou, passando dos 13 milhões de euros em 2008 para os 23,2 milhões de euros em 2009, continuando a subir para os 24,1 milhões em 2010.

Segundo a auditoria, esses resultados devem-se à má gestão que teve "fraca preocupação com a redução de custos", apesar da exigência dos ministérios das Finanças e da Saúde na apresentação de um plano de redução de despesas e de custos operacionais em 15 por cento.

Para o descalabro nas contas contou o facto de a "administração nunca ter funcionado como equipa", situação que contribuiu para não haver capacidade de gerir eficazmente o centro hospitalar.

O CM tentou obter esclarecimentos, mas sem sucesso.

GANHAM 75 EUROS AO ALMOÇO

A Inspecção-Geral das Finanças (IGF) afirma que o número de cirurgias feitas no Centro Hospitalar do Médio Tejo tem vindo a diminuir nos últimos anos e a produção é fraca, quando comparada com os recursos existentes. Segundo o relatório da auditoria da IGF, alguns serviços do centro hospitalar mantêm-se em funcionamento em mais de uma unidade, designadamente a urgência e a consulta externa, "situação que impede a optimização dos recursos disponíveis", com produção reduzida em relação aos custos de estrutura. O controlo da assiduidade revela também deficiências, apesar do registo biométrico. A inspecção afirma que "os médicos contratados a empresas que trabalham nas Urgências não estão sob o controlo das chefias médicas do centro hospitalar, o que constitui um risco e falha no controlo interno". Os médicos contratados "recebem por cada hora, incluindo o período da refeição, entre 30 euros e 75 euros, o que se revela oneroso".

«Cidade de Tomar»

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28.5.11

88 médicos, entre directores de departamento, directores de serviço e chefes de serviço do Centro Hospitalar do Médio Tejo, das unidades de Torres Novas, Abrantes e Tomar, recebem 15 mil euros por mês - uma verba que inclui suplementos ilegais, como o subsídio de transporte, segundo uma auditoria da Insepcção Geral das Finanças que arrasa a gestão daquele centro hospitalar.

A inspecção conclui que as remunerações dos 6 administradores. 3 assessores e 3 estruturas de gestão custam 308 mil euros por ano ao Estado. «Este valor teria sido reduzido se a administração assumisse a gestão das unidades», refere o documento.

 

 

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=265827

 

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14.5.11

Organizado pela Tagus/Ribatejo Interior vai decorrer hoje e amanhã em Constância, V.N. Barquinha e Abrantes algumas tertúlias.

 

Inseridas no projecto Confluências do Tejo, dos Mercados do Tejo, estas tertúlias pic-nic, com enfoque nas potencialidades do rio Tejo, pretendem sensibilizar a população e as entidades para a realidade da região e reunir contributos relevantes para o desenvolvimento rural.


Programa:
14.MAI. | 12h30 – Constância – Parque Ambiental de Santa Margarida - tema: Turismo Activo
15.MAI. | 12h30 - V.N. Barquinha – Barquinha Parque - tema: Êxodo Rural
21.MAI. | 12h30 - Abrantes – margem norte Aquapolis - tema: Empreendedorismo

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26.4.11

A Escola Superior Agrária de Santarém recebeu o presidente do Cluster Agro-Industrial do Ribatejo, no passado dia 18 de Abril, numa iniciativa do TAGUAVALLEY – Tecnopolo do Vale do Tejo em parceira com o Instituto Politécnico de Santarém. Carlos Lopes de Sousa trazia a missão de dinamizar um laboratório de ideias no sector Agro-Alimentar. Lançar para o mercado um hambúrguer de bacalhau foi uma das ideias surgida nesta sessão que teve a participação do director da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo (DRAP LVT).

Carlos Lopes de Sousa começou por falar das várias acções que têm sido desenvolvidas pelo Cluster Agro-Industrial do Ribatejo no sentido de promover sinergias entre as empresas. Explicou que “a inovação pode centrar-se em várias áreas, como no marketing, nas embalagens, etc.” e apresentou cinco exemplos de produtos inovadores de empresas ribatejanas: a pasta de azeite para barrar, da Comtemp, a sangria de frutas, da Sumol + Compal, o molho QB Guloso, da Sugalidal, os vinagres com polpas de fruta, da Mendes Gonçalves e o arroz carolino, da Orivárzea.

Para o presidente do Cluster Agro-Industrial do Ribatejo há duas maneiras de abordar o mercado, “a maneira italiana, cria-se o produto e procura-se os potenciais clientes, ou então vai-se ao encontro do mercado”, clarificou, apontando para a última forma de abordagem a que melhor se adequa “à nossa estrutura associativa”. “Temos um bom clima e todas as condições para produzir bons produtos, o que nos falta é a capacidade de vender”, comentou Carlos Lopes de Sousa.

Após esta breve exposição, os cerca de 25 participantes foram convidados a formar grupos e a encontrar através das ameaças e oportunidades do sector agro-alimentar na região ideias de negócios. Dos grupos formados por alunos, professores do Instituo Politécnico de Santarém e também do de Tomar resultaram ideias como de lançar um hambúrguer de bacalhau, apostar numa uvada com gengibre e canela ou criar um sumo de figos. A promoção de um produto, como por exemplo o espargo, através da associação a uma entidade nacional de saúde também foi uma sugestão deixada. Uma base de dados com as características dos produtos também foi uma solução identificada como uma forma de obter maior segurança alimentar para os consumidores.

Este laboratório de ideias contou com a participação do director da DRAP LVT, Nuno Russo que foi convidado a juntar-se ao painel de oradores, revelando as sinergias que a Direcção Regional tem fomentado recentemente nas áreas da agricultura e das pescas junto das empresas do sector, nomeadamente no apoio à internacionalização.

O TAGUSVALLEY – Tecnopolo do Vale do Tejo vai continuar a dinamizar laboratórios de ideias em vários concelhos do Médio Tejo. O empreendedorismo criativo vai ser o mote das próximas iniciativas. Após o laboratório que se realizou em Abrantes, 27 de Abril será a vez de Torres Novas, dia 28 Tomar e dia 29 Sertã. As inscrições estão disponíveis em www.tagusvalley.pt.

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15.2.11

 
A Nersant está a preparar, para o próximo dia 22 de Fevereiro na sua sede, em Torres Novas, um seminário subordinado ao tema “Encerramento de Contas – Operações de Encerramento em SNC”. A Nersant encontra-se também a promover o seminário junto dos seus núcleos, estando prevista a realização do mesmo para o dia 04 de Março, no Núcleo Nersant da Região do Sorraia, em Benavente, para dia 14 de Março, no Núcleo Nersant de Abrantes, e no dia 15 de Março, no Núcleo Nersant de Ourém.
 
 
A decorrer das 09h30 às 17h30, o seminário, dirigido por Lucília Marques, formadora e professora universitária, irá abordar “operações de regularização”, especificamente “perdas por imparidade”, “reconhecimento de gastos, rendimentos, diferimentos e acréscimos no âmbito da periodização económica”, “ajustamentos em activos” e “apuramento do custo das mercadorias vendidas”. “Apuramento de resultados e elaboração das demonstrações financeiras”, “resolução de casos práticos”, “análise do modelo 22” e “análise da IES”, serão também temáticas a abordar.
 
O seminário, que confere certificado de frequência de formação profissional, tem um custo de participação de 50 euros para associados Nersant e de 100 euros para não associados (valores isentos de IVA).
 
As alterações constantes no sistema fiscal português implicam uma necessidade de actualização regular dos profissionais da área da contabilidade-fiscalidade e também dos gestores e empresários, factores que motivaram esta associação empresarial a organizar a formação sobre a temática.
 
Para mais informações os interessados devem contactar o Departamento de Associativismo e Marketing da Nersant, para o caso da formação em Torres Novas, ou o Núcleo Nersant de Abrantes, Ourém ou Sorraia, conforme o local onde pretendam frequentar a formação. As inscrições podem ser realizadas através do site da Nersant, em www.nersant.pt.

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28.9.10

Inovação e desenvolvimento em prol dos cidadãos foi o tema central da conferência “Municípios Inovadores - Inovação ao serviço da cidadania”, que decorreu, dia 24 de Setembro, organizada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), no âmbito do Portugal Tecnológico 2010.
“Esta iniciativa foi interessante, pois integrou no Portugal Tecnológico os projectos desenvolvidos pelas autarquias da Região de Lisboa e Vale do Tejo. Vimos diversos serviços administrativos, de georeferenciação, de educação, etc., e assistimos a diferentes formas de prestação de serviços de qualidade aos cidadãos, que é um dos nossos objectivos.” concluiu a Presidente da CCDR-LVT, Teresa Almeida.
Com cerca de uma centena de espectadores a preencher o auditório 1 do Pavilhão 3 da FIL, Parque das Nações, a sessão foi presidida pela Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, seguindo-se a apresentação de projectos de inovação e tecnologia, pelo municípios de Abrantes, Torres Novas, Seixal, Loures, Torres Vedras e Almeirim, bem como pelas Comunidades Intermunicipais do Oeste e Lezíria.
De acordo com Teresa Almeida, ficou claro que a modernização administrativa e a inovação tecnológica são fundamentais para “melhorar os serviços e torná-los mais transparentes.”
Após a conferência, a Presidente da CCDR-LVT recebeu o Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas, António Manuel Serrano, numa visita que fez ao stand da CCDR-LVT. Um espaço com cerca de 400 m2 e com a assinatura do artista plástico Leonel Moura.

António Centeio

(Editor)

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14.6.10

Exmos./as

Quando regressei ao hospital de Caldas da Rainha, em 2001, pela 3ª vez, vindo do Centro Hospitalar do Médio Tejo: Abrantes (1985); Torres Novas (2000) e Tomar (2002), pela minha experiência percebi que tinha sido um erro grave de programação e planeamento hospitalar terem edificado três unidades hospitalares para um espaço territorial com cerca de 220 000 habitantes. Também vivenciei o descontentamento das populações face à repartição das diversas valências pelos três hospitais. Em termos logísticos esta solução de 1 em 3 não funciona pela triplicação dos serviços base tais como: transportes motoristas; manutenção; atendimento; telefones; segurança, urgências; cozinhas; meios complementares de diagnóstico; compras, expediente, estatística, etc. Então chegado a Caldas pensei, de imediato, inventar uma solução de 3 em 1 e daí apareceram os projectos: Centro Hospitalar do Oeste Norte (criado pela Portaria n.º 83/2009, de 22 de Janeiro) e o Hospital Oeste Norte (resolução do conselho de ministros de 28 de Agosto de 2008). Ao fim de 7 anos de activismo e muita persuasão foi possível ver o senhor Ministro Correia de Campos anunciar o Hospital Oeste Norte no programa Prós e Contras na televisão – canal 1 (Janeiro de 2008) da TV. Durante 2 anos foi prometido por diversas vezes pelo Senhor Primeiro Ministro e pela Senhora Ministra da Saúde. A disputa pela localização entre Caldas e Alcobaça foi provocando o adiamento deste processo. Afirmei, por diversas vezes, que a atitude dos autarcas de Alcobaça levaria a um atraso do processo que poderia ser fatal. Querer localizar o hospital em Alfeizerão só porque de uma forma aventureira, de grande irresponsabilidade social e de gestão dos dinheiros autárquicos se avançou para a compra de um terreno, por sinal não apropriado tecnicamente (sem os requisitos de viabilidade para a edificação de edifícios hospitalares) é um não-argumento que apenas serviu para alimentar um protagonismo fantasioso da liderança autárquica de Alcobaça. Vieram os técnicos, formaram-se duas comissão e ambas deram parecer pela localização em Caldas (estamos a falar de um hospital regional destinado 250 000 Oestinos : Caldas da Rainha; Alcobaça; Nazaré; Rio Maior; Óbidos Bombarral, Cadaval; Peniche e Lourinhã). Quando já estava definido o perfil do HON e a sua localização em Caldas e se esperava, desde Janeiro, pelo anúncio e abertura do concurso para construção do HON, em parceria público-privada eis que, em 4 de Junho, 6ª F, a direcção da OESTCIM, depois de já ter assinado um documento por unanimidade a exigir a construção do HON, vem de lá com (para mim, a não solução) a ampliação do Hospital de Caldas (1971 ) , II fase de ampliação reclamada desde de 1995 e ainda umas pequenas obras em Alcobaça (1890) e Peniche (1986). E ainda, com a perspectiva de concretização e edificação do Hospital Oeste Sul, em Torres Vedras, ao contrário do que estava previsto no plano de compensações do Oeste. Assim sendo, a montanha pariu um rato. De facto sempre tive a sensação que os líderes locais das Caldas não conseguiram ou não quiseram compreender o conceito HON, como hospital regional 250 camas e de excelência europeia e alavanca turística regional. Note-se está previsto uma rede integrada com as actuais 3 unidades hospitalares. Contrapor a ampliação com a edificação do HON, é confundir o passado com o futuro. A solução HON é, em termos da análise da avaliação económica do investimento e de uma análise custo benefício muito mais vantajosa em termos de eficiência interna de gestão da prestação de cuidados, logísticos, da eficiência económica regional e do SNS. Podemos afirmar que a ampliação versus HON é de uma relação de 1/5, em termos de análise comparativa relativamente à importância estratégica regional e de eficiência global do HON. Acresce que o período de construção HON é de dois anos (vide novo hospital de Cascais ) e a ampliação demorará 4 anos ( note-se que a I fase de ampliação desenvolveu-se em 6 anos). O projecto HON está suportado tecnicamente pelos Professores: Correia de Campos (economista da saúde);Augusto Mateus (economista estratégico); Daniel (Escola de Gestão do Porto: elaborou o estudo do projecto HON, pedido do Ministro Correia de Campos); Fonseca Ferreira (Presidente da CCDR, Lisboa e Vale do Tejo) e Dr. António Carneiro (Presidente da região turismo do Oeste). Há estudos que comprovam que o conceito do hospital, a sua estrutura física e localização se traduzam em menos dor, menos anestesia em doentes cirúrgicos, menos dias de internamento. Será que os senhores/as dignos e esforçados colaboradores do Hospital de Caldas depois de cerca de 40 anos a prestar cuidados hospitalares de referência, não merecem e tem direito ao exercício profissional numa unidade hospitalar: humana; moderna; inteligente e sustentável? Será que ainda terão de suportar mais 4 anos de condições operacionais e funcionais ainda mais precárias (poeiras; ruídos; redução drástica parqueamento, Etc.)? Será que o presidente da CMCR, como protagonista da não-solução/ ampliação está sustentado em suportes técnicos para anichar o hospital pela mata dentro, erro inaceitável em termos ambientais, termais e urbanísticos. Acontece que para o HON, apontei 77 critérios a favor. Para os autarcas critério único é a sua vontade, ou seja o critério são eles e ignoram e metem na gaveta todos os pareceres técnicos avalizados que lhe aprecem pelo caminho. Fazer a ampliação é complicar a solução. Há problemas acessibilidades e prejuízo para circulação automóvel e pedonal na cidade. Se esta solução fosse pacífica para os técnicos do Ministério da Saúde já está executada há mais de 12 anos. Para a instalação do HON, defendo um terreno com 15 hectares (precisamente a dimensão do terreno do quartel). O Ministério da Saúde para a área do terreno para unidades de cerca de 250 camas determina 10,5 hectares. Não percebo aonde buscar terreno para ampliação pretendida. Invadem toda a mata? Onde fazem o parqueamento para 1000 viaturas? Subterrâneo, a que preço por cada lugar de parqueamento? Porque será que o Médio Tejo tem 3 hospitais com menos de 25 anos e o Oeste Norte terá de se conformar com 3 hospitais com mais de 25 anos, Remendados? Será que este é o preço pagar por falta de liderança estratégica na nossa Região, a tal que tem menos camas hospitalares e menos diferenciadas por 1000 habitantes, e com esta posição comprometem o futuro do oeste como destino turístico de excelência de Portugal em 2020 e mais qualidade de vida na cidade. Peter Drucker deixou-nos: “Nada mais inútil do que fazer com eficiência o que nunca deveria ser feito.” Na minha perspectiva a localização no hospital, aonde está, foi o 1º erro, a I fase foi o 2º erro a II fase seria o 3º erro. O terreno para o actual hospital deveria ter sido aquele em que está instalada a ESTGAD, património do hospital termal. Por mim faço desde 2001 a minha parte. Está na hora fazerem a vossa. Gostaria que no mínimo o presidente da CMCR, tivesse a mesma consideração e respeito pelo projecto HON, que teve pelo CCC. Este pode ser novo e o HON não? Porquê? Acredito que como profissionais da saúde: prestadores de directos e não directos de cuidados percebem que a não-solução ampliação é desrespeito pelo vosso quotidiano hospitalar e mais grave ainda pelo bem-estar, conforto e garantia de qualidade de prestação de cuidados aos Doentes, razão de ser do vosso exercício profissional e do Hospital. Agradecemos a atenção e compreensão manifestadas Para saber mais: www.hon.pt.vu A bem do desenvolvimento do Oeste e de 250 000 Oestinos Benedita, 2010-06-13 Com os melhores e cordiais cumprimentos, José Marques, mentor e defensor do HON, desde 2001.

http://hospitaloestenorteemcaldas.blogspot.com/

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22.4.10

 

Nelson Carvalho, António Rodrigues e José Lérias identificam-se com a candidatura do presidente da AMI à Presidência da República

 

A candidatura de Fernando Nobre à presidência da República tem o apoio de militantes socialistas de Santarém. O ex-presidente da Câmara Municipal de Abrantes Nelson Carvalho é um dos apoiantes.

Nelson Carvalho afirmou à Lusa que pertence «à categoria dos que no PS não vêem com bons olhos» um apoio à candidatura de Manuel Alegre, defendendo que este «não é solução» nem é «o melhor candidato».

O militante socialista entende que Manuel Alegre se «antecipou», ocupando o espaço de uma candidatura socialista e limitando a margem de manobra do partido e considera que os valores de cidadania que o Alegre reivindica são mais bem corporizadas na figura de Fernando Nobre.

Manuel Alegre: «A minha casa política é o PS»

Fernando Nobre «dá aos valores da cidadania uma projecção que Manuel Alegre nunca deu», afirmou, sublinhando que o médico presidente da AMI tem um projecto de futuro enquanto Alegre, que «nunca lutou por qualquer causa, além de ter sido deputado, e mesmo assim nada de especial», é claramente «uma referência do passado».

O presidente da Câmara Municipal de Torres Novas, o socialista António Rodrigues, também se identifica com «os princípios de cidadania, lusofonia e valores históricos de Portugal» representados por Fernando Nobre, mas prefere aguardar por uma tomada de posição do partido.

António Rodrigues deixa claro que nunca apoiará Manuel Alegre, mas afirmou que não se vai precipitar, não escondendo, no entanto, a grande identificação com a «experiência de vida fantástica» e os valores defendidos por Fernando Nobre.

Edmundo Pedro: «Socialistas estão contra Alegre»

Entre os militantes socialistas no distrito que já declararam apoio a Fernando Nobre contam-se, entre outros, José Lérias, da concelhia do Entroncamento e membro da comissão política distrital.

Lérias afirmou que comunicou à distrital o seu apoio a Fernando Nobre, por não se identificar «minimamente» com Manuel Alegre, que, no seu entender, se adiantou «propositadamente para acorrentar o PS».

Frisando que na candidatura à presidência da República «os partidos contam muito pouco», Lérias destacou o «percurso de cidadania fantástico» de Fernando Nobre.

A comissão de apoio à candidatura de Fernando Nobre em Santarém vai ter a sua primeira reunião de âmbito distrital no dia 23, no salão nobre dos Bombeiros Voluntários de Santarém.

«tvi»

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13.4.10
CRI de Abrantes “Murmúrios do Corpo”, projecto de dança contemporânea e inclusiva, do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes vai subir ao palco, em Almeirim, no dia 29 de Abril, às 10h30, assinalando o Dia Mundial da Dança. O projecto de dança contemporânea e inclusiva, do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes, irá participar na terceira edição do Encontro de dança “Marcar a Diferença a Dançar”, organizado pelo centro de Recuperação Infantil de Almeirim. Recorde-se que projecto de dança contemporânea e inclusiva do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes, com coreografia de Ana Machado e Cátia Silva, envolve um total de nove elementos, que encontraram na expressão corporal um meio de dar forma às suas capacidades, mostrando com o seu próprio corpo que é possível vencer a barreira do preconceito face à deficiência. É com as suas diferenças, com os seus corpos e movimentos, que desafiam o público a mudar a imagem que a sociedade tem face à deficiência e a promover a verdadeira inclusão. Este projecto de dança contemporânea e inclusiva “Murmúrios do Corpo”, integra-se na aposta mais vasta do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes de promover a inclusão pela arte como forma de combater o preconceito social e a discriminação face à diferença, de modo mais objectivo neste ano de 2010 em que se assinala o “Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social”. http://www.rostos.pt
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22.3.10
ALMEIRIM – uma linha ferroviária em substituição do IC3! Mas para isso precisamos de mudar, com uma nova atitude, com novas ideias, e com uma estratégia que sirva os interesses públicos municipais da sua população. Mais uma vez, o que já se tornou habitual nos últimos anos, nenhum projecto público foi previsto para o Concelho de Almeirim, isto é no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), constante do Orçamento para 2010,aprovado pela Assembleia da República a Almeirim foi atribuído ZERO! Na verdade, esta situação reflecte uma clara ausência de capacidade politica e técnica, de apresentar projectos de desenvolvimento estratégico para o Concelho de Almeirim, por parte da liderança política do nosso Concelho, que se encontra “dominada”pelo cálculo dos interesses e pelo oportunismo de alguns poucos, que mais tarde ou mais cedo terão que assumir as suas responsabilidades, e não só políticas, perante os danos irreparáveis causados à população do nosso Município. O exemplo mais próximo, decorreu da suspensão da construção do IC3, entre Almeirim e o Entroncamento, com a justificação da necessidade de assegurar o equilíbrio financeiro da Estradas de Portugal, o que terá conduzido a que “os autarcas de Almeirim e Chamusca estão “desgostosos” e “preocupados” com a decisão do Governo de suspender o processo da concessão Ribatejo, que inclui a construção do Itinerário Complementar (IC) 3, que consideram “estrutural” para a região”. Mas será que na defesa dos interesses da população de Almeirim precisamos de “mais betão”? Que melhorias trás tal obra para o nosso Concelho? Ou será que um grande desafio não terá de assentar na exigência de um projecto estratégico de novas acessibilidades de ligação por linha férrea entre Almeirim, Chamusca, Abrantes, Salvaterra de Magos e o novo Aeroporto de Lisboa? Só que este objectivo exige autarcas com ideias e com capacidade de defesa dos interesses públicos municipais. Aliás não deixa de ser interessante a comparação entre a atitude do presidente da Câmara do Cartaxo, na defesa e apresentação de projectos estratégicos para o seu Concelho ( veja a situação da gestão do serviço de águas em que a Câmara do Cartaxo recebe de 20 milhões de euros de investimentos em infra-estruturas, 23 milhões de euros em rendas, dos quais sete milhões à cabeça, enquanto em Almeirim, pagamos os brutais aumentos dos preços da água) e o “desleixo” e “esquecimento” a que somos votados no nosso Município de Almeirim, onde não se conhece qualquer medida, qualquer projecto com visão de futuro e de interesse Municipal – por exemplo ninguém compreende nem entende porque não foi construído o Palácio da Justiça de Almeirim? Ou será que o “jogo da petanca” é mais importante? Há alguns anos atrás, como todos recordamos, Almeirim constituiu um exemplo para outros Concelhos, no seu desenvolvimento, na criação de riqueza e no bem estar da sua população, (produção vinícola, frutícola, hortícola, industria alimentar etc), situávamo-nos nos primeiros lugares, estávamos sem dúvida no pelotão da frente – e tínhamos orgulho nisso - nos diversos indicadores económicos, sociais e de desenvolvimento. Mas o que aconteceu para que hoje estejamos bem juntos ao “carro vassoura”? O que leva a que actual liderança da autarquia não tenha capacidade, nem ideias, nem uma visão de futuro que possa corresponder ao desafio das oportunidades e das novas acessibilidades ao novo aeroporto de Lisboa, que responda eficazmente às necessidades de mobilidade das populações e do transporte de mercadorias (ex: Sumol-Compal, produtos da agricultura, “resorts” turísticos e plataforma logística etc) e no qual o caminho de ferro desempenha uma papel estruturante, na área desenvolvimento sustentável ao nível local, regional e nacional? É preciso compreender que o grande desafio que se nos coloca é de estruturar o nosso Concelho, com projectos estratégicos que valorizem as pessoas e a sua diversidade, o território e a sua localização perto do novo aeroporto de Lisboa, o património , a nossa história, os nossos valores, os elementos da memória, a cultura e o meio ambiental, com uma visão de um CONCELHO DE OPORTUNIDADES que inclui o conjunto das medidas, programas e projectos que visam contribuir, no curto, médio e longo prazo, para a fixação de famílias no Município de Almeirim, oferecendo oportunidades, tais como a habitação adequada a todos os níveis de rendimentos e uma rede de equipamentos educativos, de apoio à infância, de saúde e de cultura que melhore a qualidade de vida dos actuais residentes e que permita a fixação de novas famílias e o crescimento populacional sustentado no desenvolvimento económico e social e num meio ambiental de qualidade – temos condições naturais, geográficas e populacionais para responder a estes desafios, mas, parece-me, salvo melhor entendimento e conhecimento que, infelizmente não temos políticos locais com capacidade para responder positivamente e eficazmente a esta situação – a previsão e exigência da construção de ligações ferroviárias constitui um projecto com uma visão de futuro e que defende os interesses da população de Almeirim – infelizmente não temos uma liderança autárquica com capacidade e visão do interesse público. Posted by Armindo Bento
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coruche,ComandoTerritorial deSantarém Actividade Operacional No Distrito de Santarém, zona de acção do Comando Territorial de Santarém, este Comando registou, entre outros, os seguintes dados na actividade operacional, desenvolvida durante o período de 15 a 21 de Março de 2010. Detenções: 31 Indivíduos detidos pelos seguintes motivos: Dez detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Sete detidos em cumprimento de mandados judiciais; Sete detidos por condução ilegal de veículo automóvel; Três detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por crime de desobediência; Um detido por ofensas à integridade física de agente da autoridade; Um detido por crime de contrafacção; Um detido por crime de posse de arma proibida. Tendo sido solicitado a este Comando por vários órgãos de comunicação social regionais, passa a ser difundido por concelho a informação julgada útil. Abrantes: Um detido em cumprimento de mandado Judicial. Mação: Um detido por crime de ofensas à integridade física a agente da autoridade. Constância: Um detido por condução ilegal de veículo automóvel. Coruche: Cinco detidos por condução ilegal de veículo automóvel; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido por crime de contrafacção; Um detido por crime de posse de arma proibida. Benavente: Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais; Um detido por condução ilegal de veículo automóvel; Três detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Santarém: Dois detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Rio Maior: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Almeirim: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais. Ourém: Dois detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Torres Novas: Um detido em cumprimento de mandado Judicial; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Chamusca: Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por crime de desobediência. Vila Nova de Barquinha: Um detido em em cumprimento de mandado Judicial.
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25.2.10

TORNEIO INTER-ASSOCIAÇÕES INICIADOS/ JUVENIS PISTA COBERTA ALPIARÇA – NAVE DESPORTIVA SÁBADO

 

Considerando a ausência de uma das selecções convidadas e a qualidade/quantidade dos nossos atletas nestes escalões decidiu a AAS apresentar 2 equipas ( A eB) neste torneio Inter-Associações para o qual convoca os seguintes atletas: Equipa A: Almeirim 20Km – Ricardo Carrilho (Peso 5kg)AA. Cartaxo – Mariana Estêvão (Peso 3kg/ 60 Barr.)CN. Rio Maior – Cristian Rosa ( 60 M)CP.Alcanena – Renato Feliciano (Triplo-salto)CP.Pontével – Inês Bento ( 60 M.)GA.Fátima – Ana Oliveira (Comp.),Joel Pereira (Altura/ 60 Barr.),António Vieira ( 60 M.)e Patricia Vieira (Altura).SC.Abrantes – Larissa Vieira ( 60 M./60 Barr.) e Guilherme Pires ( 60 Barr.)Equipa B:AA.Cartaxo – Sofia Duarte ( Comprim./ 60 M.)CN.Rio Maior – Jessica Coutinho ( Peso 3kg / 60 M.Barr.) e João Oliveira (Triplo-salto)CP.Alcanena – Alexandre Santos ( Altura )GA.Fátima – Edgar Remédios ( 60 M./ 60 Barr.), Daniela Vieira ( 60 Barr.) eGabriel Henriques (60 M.)JDAlmançor – Francisco Videira ( 60Barr.) e Michael Fonseca (Peso 5kg)UD Z.Alta – Elsa Francisco ( 60 M.)É responsável pela selecção o Director Técnico Regional, que convida um treinador de cada clube com atletas seleccionados a colaborar no apoio à Selecção Distrital.

Concentração na Nave Desportiva de Alpiarça pelas 14,30 H.

Qualquer impedimento deve ser comunicado com urgência para a A.A.S.

A Associação na Internet em http://www.facebook.com/l/8c30f;www.aasantarém.pt

ASSOCIAÇÃO DE ATLETISMO DE SANTARÉM

 

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24.2.10

 

     “A Mulher e o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)” é o tema das primeiras Jornadas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT que irão decorrer, nos próximos dias 4 e 5 de Março, no Auditório da Unidade Hospitalar de Torres Novas.

     Estas primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia têm como objectivo consciencializar os profissionais de saúde e a população da área de intervenção do Centro Hospitalar para a recente implementação de um Serviço único de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e para a forma como facilita o acesso da Mulher a cuidados médicos, nesta especialidade.

     As Jornadas que se destinam a profissionais de saúde de diversas áreas, nomeadamente Médicos de Medicina Geral e Familiar, da especialidade e enfermeiros, contam com a organização do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e com o apoio da Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT), criada em Outubro de 2009 e presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado.

     Estas primeiras Jornadas procuram abordar duas grandes vertentes da especialidade, começando pelas mudanças efectivas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas e, passando a uma segunda vertente, que tratará as controvérsias desta especialidade.

     Nascer no CHMT o que mudou? é a questão que se coloca logo no início das Jornadas, no dia 4 de Março, após a sessão de abertura, agendada para as 9 horas, no Hospital de Torres Novas. Esta primeira questão abordará diferentes perspectivas, nomeadamente o diagnóstico pré-natal, o estudo analítico na gravidez, preparação para o parto, a interrupção da gravidez, a dor no parto e a analgesia epidural.  Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1.100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1.300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à analgesia de parto (epidural) e as condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

     Unidades de Medicina Geral e Familiar e o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT é outro dos temas em destaque neste primeiro dia. Seguem-se as Controvérsias que, no final do primeiro dia, abordarão a osteoporose – prevenção e tratamento, terapêutica hormonal de substituição e incontinência urinária. O segundo dia das Jornadas, inicia-se como uma mesa redonda subordinada ao tema Ginecologia e Obstetrícia fora dos grandes centros – Que futuro?, seguindo-se Controvérsias II e abordagem à prevenção do Vírus do Papiloma Humano/HPV e o cancro do colo do útero, colheitas de células estaminais do cordão – vale a pena? e, por último, medicamentos genéricos podemos confiar? As primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT irão reunir, nos próximos dias 4 e 5 de Março, em Torres Novas, profissionais de saúde de diferentes pontos país. 
 

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23.2.10

A Governadora Civil visitou este tarde as zonas mais as zonas alagadas pelo Tejo. Pombalinho, Vila Nova da Barquinha, Abrantes e Constância (Casa Camões)  foram as localidades visitadas.

GI/Governo Civil Santarém

 

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11.2.10

Em conformidade com o definido no art.º 33, alínea b) do Decreto-Lei n.º 28/2008 de 22 de Fevereiro, informa-se que se encontra calendarizada a 1.ª Reunião do Conselho da Comunidade do ACES Zêzere, para o próximo dia 19 de Fevereiro, pelas 14.30h, no Centro de Saúde de Constância, de acordo com a seguinte ordem de trabalhos:
 
Apresentação
Objectivos do Conselho da Comunidade
Actividades a desenvolver pelo Conselho da Comunidade
Outros

 Conselho da Comunidade

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6.2.10


Em Novembro de 2008, a Administração do CHMT dizendo cumprir o que legal e superiormente estava definido (mas contrariando o que tinha sido afirmado por Governador Civil, ARSLVT e alguns Presidentes de Câmara), torna pública uma nota interna em que estabelece que a Urgência Cirúrgica passava toda a ser feita na Unidade de Abrantes.
 
A reacção da CUSMT, das populações e de alguns autarcas (foram recolhidas mais de 8 mil assinaturas contra a intenção da Administração do CHMT), levou à alteração dos propósitos iniciais. Assim, nos dias úteis das 0 às 8 horas, e nos fins de semana e feriados, apenas há urgência cirurgica em Abrantes. Nestes períodos qualquer emergência nas unidades de Tomar e Torres Novas, devem ser encaminhadas para Abrantes. Em casos mais graves, que não permitam o transporte para Abrantes, são os profissionais que se deslocam desta unidade para aquela onde esteja o doente e/ou acidentado.
 
As considerações sobre este caso concreto ficam a cargo dos leitores da notícia e desta nota.
 
CUSMT

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18.1.10

 

 
Os movimentos em defesa do Tejo de Portugal e Espanha, reuniram-se em 16-01-2010 em Vila Nova da Barquinha para assinar a Carta Reivindicativa Ibérica em Defesa do Tejo que representa um marco histórico por ser a primeira vez que a cidadania ultrapassa as fronteiras e geográficas definidas pelo homem e promove a acção conjunta de movimentos de cidadãos portugueses e espanhóis, unidos em torno do princípio da unidade da bacia, em defesa do rio e da água de acordo com os princípios filosóficos da nova cultura da água.
Os movimentos estão solidários no entendimento de que as populações ribeirinhas do rio Tejo de ambos os países (Portugal e Espanha) enfrentam problemas e preocupações comuns e de que a criação de redes de informação é o caminho para a colaboração e mobilização no âmbito do Tejo internacional (ibérico), inclusive com o intercâmbio de pessoas, informação, conteúdos, conhecimento técnico-científico e experiências.
Com vista a manter vivos o rio Tejo e seus afluentes, decidem:
1º Exigir o direito à água em quantidade e qualidade na bacia do Tejo, que garanta a conservação dos ecossistemas aquáticos e ribeirinhos, a sobrevivência das actividades económicas e de lazer ligadas ao rio, e a vivência das populações ribeirinhas em comunhão com os seus rios, recuperando os laços culturais que as ligam e que são parte da sua identidade.
2º Recusar a política de transvases em Espanha, incluindo os transvazes existentes e previstos, por considerar que devem implementar-se alternativas aos transvazes baseadas no uso eficiente e na gestão da procura da água nas bacias receptoras, recorrendo preferencialmente a medidas não estruturais, com a finalidade de promover a substituição progressiva e TOTAL dos transvases, e o encerramento definitivo do Transvase Tejo - Segura.
3º Exigir a imediata supressão da reserva de 1.000 hm3 para transvases do Tejo prevista no Convénio de Albufeira visto que não existem estes excedentes na bacia hidrográfica do Tejo e que os transvases dessa dimensão contrariam quer a lei espanhola, quer a Directiva Quadro da Água (DQA).
4º Requerer a revisão do regime de caudais definido no Convénio de Albufeira no âmbito do actual processo de planeamento da gestão da região hidrográfica do Tejo, visto que deverá:
obedecer à normativa comunitária, nomeadamente, à Directiva Quadro da Água (DQA), visto tratar-se de um acordo entre dois Estados Membros;
ser submetido à participação pública activa, a reforçar nos planos de gestão da região hidrográfica do Tejo, de acordo com a DQA, visto ser um elemento estrutural desses planos da bacia;
contemplar a regulação quantitativa do caudal de chegada ao mar e o respectivo impacte na erosão costeira; e,
implementar um sistema de monitorização permanente e online de qualidade e de caudais que permita o acompanhamento público do cumprimento dos objectivos de qualidade e do regime de caudais ao longo de toda a bacia hidrográfica do Tejo.
5º Apresentar uma queixa à Comissão Europeia por considerar que não foi avaliado o Impacto do Transvase Tejo – Segura sobre o estado ecológico do rio Tejo e que a política de transvases do Tejo em Espanha conduz a uma deterioração do bom estado das águas e coloca em risco o cumprimento da legislação comunitária na bacia hidrográfica do Tejo em Portugal e Espanha;
6º Solicitar à Comissão Europeia que promova a realização de um estudo de avaliação do impacte ambiental estratégico da política de transvases em Espanha tendo especialmente em conta o bom estado das águas e, consequentemente, a capacidade de Portugal e Espanha cumprirem os objectivos da DQA em 2015, à semelhança da avaliação que já efectuou sobre o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico do Estado português.
Entre muitos participantes que assistiram ao acto da assinatura da Carta Reivindicativa Ibérica em Defesa do Tejo, estiveram presentes:
- Mário Santiago – Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça
- Carlos Jorge Pereira – Vice-Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça
- Celestino Brasileiro – membro da AIDIA e da Assembleia Municipal de Alpiarça

Momento da Intervenção de João Serrano (primeiro a contar da direita), vice-presidente do Conselho Deliberativo do movimento ProTejo e membro da

 

 

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8.1.10

O serviço de urgências do hospital de Abrantes "entrou em ruptura", registando desde o início do ano “congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera” dos utentes, disse hoje fonte hospitalar.

Edgar Pereira, director clínico do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) - que engloba os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas -, disse à agência Lusa que a situação é “preocupante” e “as rupturas são resultado” do encerramento do serviço de atendimento prolongado por parte da direcção do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere (ACES) no início do ano.

Aquele serviço funcionava com dois médicos no interior da unidade hospitalar, atendendo cerca de 150 utentes diariamente, entre as 08:00 e as 20:00, “em situação mista”.

“No início do ano, fomos confrontados com esta decisão do ACES e com a consequente cessação da prestação de serviços por parte dos profissionais de saúde”, afirmou o responsável, acrescentando que os cerca de 150 utentes continuam a deslocar-se para as urgências do hospital, “criando congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera”.

“Do total de utentes que o serviço do centro de saúde atendia, cerca de uma centena necessitava apenas de cuidados primários de saúde. Se encerrassem o serviço mas levassem os utentes para a consulta de recurso, o serviço de urgências cumpriria cabalmente a sua função, atendendo os casos mais agudos”, frisou Edgar Pereira.

Em declarações à agência Lusa, Fernando Siborro, director executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, que agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha, disse que “desde Outubro que o CHMT estava informado do encerramento" do serviço.

“Encerrámos o serviço de atendimento prolongado, essencialmente, por motivos de

reestruturação e para uma optimização de serviços, uma vez que reforçámos

significativamente a consulta de recurso com os dez médicos que prestavam ali serviço, à razão de dois por dia, e que vão, assim, poder receber mais utentes da própria lista de espera”, esclareceu Fernando Siborro.

“Este é um serviço que serve para dar resposta aos utentes sem médico de família, ou cujo médico esteja doente ou de férias, não é um serviço de urgência, e esta consulta de recurso abrange milhares de pessoas dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal”, afirmou.

Para Edgar Pereira, no entanto, a situação é “insustentável”, admitindo “esforços” para a contratação de mais médicos para o serviço de urgência do hospital de Abrantes.

Lusa/SAPO (7.1.2010)

 

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O MAL ESTÁ FEITO

OS UTENTES SÃO OS VERDADEIROS PREJUDICADOS

TEMOS É DE PENSAR NO FUTURO!

No momento complicado, que dura há meses, para a população dos concelhos de

Abrantes, Sardoal e Constância no que respeita ao acesso a cuidados de saúde, mais do que atribuir culpas interessa que sejam tomadas medidas de excepção para resolver o problema de imediato e pensar num plano estratégico que permita organizar cuidados de saúde de proximidade no conjunto da região.

Com a falta de médicos de família que se verifica, um pouco por todo o Médio Tejo, sofrem os doentes e as famílias, que são obrigados a maiores deslocações, mais tempos de espera, mais gastos, mais tempo perdido nas actividades profissionais e a sujeitarem- se ao agravamento do seu estado clínico. Sofre o SNS e as finanças públicas, pois não se podem prestar cuidados de qualidade em serviços congestionados e os cuidados hospitalares são muito mais caros que os prestados nos Centros de Saúde. Em conclusão, sofrem os utentes e o País.

Publicamente e em documentos enviados às entidades responsáveis, temos vindo a alertar para os problemas que agora se verificaram. Uns até nos ouvem, outros ignoram e outros hostilizam. Está na hora de assumirem as responsabilidades e pedirem desculpas por não terem em devido tempo resolvido o problema da falta de médicos de família. As entidades competentes têm todos os meios legais (ou podem criá-los), o dinheiro e o poder executivo para resolver o problema. Comecem o mais depressa possível! Os utentes agradecem.

Reafirmamos as nossas sugestões: contratem médicos reformados e/ou estrangeiros para que todas as Extensões de Saúde tenham médico ou médicos suficientes; contratem mais profissionais de enfermagem para os Centros de Saúde; reforcem a coordenação e a informação entre os ACES, Centros de Saúde e Hospitais; crie-se um quadro legal atractivo para os médicos dos cuidados primários que estão ou queiram vir para as zonas interiores do País; implemente-se uma correcta politica de formação de profissionais de medicina; instalam-se os Conselhos Consultivos e Conselhos de Comunidade para se iniciar um debate sério na procura das melhores soluções na organização dos cuidados de saúde no Médio Tejo.

A Comissão de Utentes da Saúde

do Médio Tejo

Médio Tejo, 8.1.2010

 

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6.1.10

 

O Conselho de Ministros aprovou na passada quarta-feira uma resolução que permite o financiamento a 50% a fundo perdido para o restabelecimento das explorações agrícolas, agro-pecuárias e florestais afectadas pelo temporal que atingiu os distritos de Leiria, Lisboa e Santarém no dia 23 de Dezembro.

Este financiamento pode ser acumulado com outros apoios, designadamente com a utilização de uma linha de crédito de 50 milhões de euros com juros bonificados, destinada aos sectores agrícola e pecuário, tendo em vista o financiamento de operações de investimento, reforço de fundos de maneio e financiamento de tesouraria. Esta linha de crédito tem um prazo de reembolso alargado até seis anos e carência de capital até dois anos.

As associações representativas do sector agrícola da região Oeste receiam que os agricultores se venham a endividar, na tentativa de recuperarem dos prejuízos. A burocracia para obtenção dos apoios é outra crítica que fazem.

O negócio já não estava bom antes da intempérie e os agricultores queixavam-se de não terem capital, por isso é importante que o dinheiro disponibilizado pelo Estado venha antes de se realizarem as obras para repor as estruturas destruídas”, afirmou Horário do Carmo, vice-presidente da Associação Interprofissional de Horticultura do Oeste, comentando as medidas aprovadas pelo Conselho de Ministros.

Para o dirigente agrícola, cuja associação representa mais de 300 horticultores do Oeste, o apoio estatal “é melhor do que nada”, mas só será eficaz “se nos deixarem controlar a gestão dos processos para evitar a burocracia e para que a ajuda venha rápido”.

Por outro lado, adiantou, “vamos ver se arranjamos uma garantia bancária para podermos ter acesso a crédito para os restantes 50% que é por conta dos agricultores”.

Horácio do Carmo admitiu que “os agricultores mais velhos, com mais de 50 anos, podem já não ter vontade de continuar a actividade”, mas, reconheceu, “não têm outras alternativas, porque não têm habilitações para trabalharem na área dos serviços”.

José Felipe, secretário do vereador do desenvolvimento rural em Óbidos, onde foram contabilizados prejuízos de um milhão de euros em oito hectares de estufas de horticultura e floricultura, defendeu que o Ministério da Agricultura “devia aligeirar” os formulários de candidatura aos apoios. “É uma complicação e pedem uma série de certificados disto e daquilo que os agricultores vão ter dificuldades em arranjar rapidamente”, sustentou.

Pode ser um presente envenenado”, alerta Feliz Alberto Jorge, presidente da Associação de Agricultores do Oeste. “Faz falta um Banco da Agricultura, como existe noutros países europeus, para servir de intermediário e garantir financiamento em condições favoráveis, para os agricultores não estarem dependentes de bancos comerciais, que só visam o lucro”, sublinha.

O dirigente agrícola argumenta que “já temos experiência de outras linhas de crédito e se não houver uma negociação séria envolvendo Governo e bancos, o dinheiro dos agricultores é engolido para pagar os juros às entidades bancárias”.

Os agricultores vendem os artigos a preços abaixo do custo de produção e já tiveram de recorrer à banca e estão descapitalizados. Agora estão sem produtos para realizar receitas e não será fácil arranjar os 50% que faltarão para pagar os prejuízos”, alega, criticando também “a série de exigências colocadas para aceder aos apoios do Estado”.

O anúncio de algumas medidas de apoio na comunicação social antes de ser comunicadas às associações mereceu igualmente críticas.

Os horticultores apontam que a reposição das estufas destruídas irá demorar “no mínimo um ano”.

O formulário de candidatura aos apoios estatais encontra-se disponível no sítio na Internet da Direcção Regional de Agricultura de Lisboa e Vale do Tejo.

 

Francisco Gomes/Jornal das Caldas

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Abrantes<br>Preside ao Conselho da Comunidade de ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do ZêzereA Presidente da Câmara de Abrantes foi indicada para presidir ao Conselho da Comunidade do ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere. O nome de Maria do Céu Albuquerque foi indicado pelos presidentes das Câmaras que integram este órgão.

O conselho da comunidade é um órgão constituído por 14 personalidades representantes do poder local, administração regional e da sociedade civil. Entre outras competências, cabe a este conselho alertar o director executivo do agrupamento para factos reveladores de deficiências graves na prestação de cuidados de saúde assim como propor acções de educação e promoção da saúde e de combate à doença a realizar em parceria com os municípios e demais instituições.
Para a presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, este órgão assume um papel determinante para “podermos trabalhar nas matérias que dizem respeito a todos os munícipes que estão envolvidos, fazendo face às carências que hoje todos sentimos, nomeadamente na questão da falta de médicos de família”. A autarca de Abrantes assumiu já o compromisso com os seus pares para a realização de reuniões periódicas para que, legitimamente, possa “reivindicar” junto da administração o “melhor para as nossas comunidades em matérias de saúde familiar”.
O Agrupamento do Zêzere tem sede em Constância e agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha.

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NOTA da CUSMT:
Face aos documentos que anexamos verifica-se que a actividade desenvolvida pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo, não será afectada pela aplicação das normas propostas. No entanto, desconhece-se se a tendência de centralização de serviços a nível nacional não poderá vir a afectar a distribuição de serviços entre as três unidades hospitalares do Centro Hospitalar (Abrantes, Torres Novas e Tomar).
A CUSMT procurará analisar o documento no âmbito nacional para detectar as implicações que tais propostas terá para a população portuguesa, e especialmente os doentes de patologia oncológica e seus familiares.
 
Nota da Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas
 
Disponibiliza-se para consulta e discussão pública, até ao final de Janeiro de 2010, o documento “Requisitos para a Prestação de Cuidados em Oncologia”, elaborado pela Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas.
O documento foi criado no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Plano Nacional de Prevenção e Controle das Doenças Oncológicas, que estabelece a necessidade de “definir os critérios para atribuição e reconhecimento das competências específicas para os diferentes tipos de cuidados a prestar, em particular aquelas que são as principais modalidades de tratamento oncológico: cirurgia, radioterapia e oncologia médica”, e pretende estabelecer a “matriz” de avaliação das instituições e serviços que prestam cuidados a doentes oncológicos.
A avaliação das instituições insere-se num processo de promoção da qualidade que pressupõe a correcção progressiva de lacunas e necessidades estruturais de cada serviço. Neste sentido, o presente documento de trabalho deve também ser entendido como base de análise para que o Ministério da Saúde e as Administrações Regionais de Saúde possam orientar o investimento nos recursos físicos e humanos necessários, para que os serviços possam continuar a assegurar a formação de equipas de profissionais diferenciados e garantir capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde às necessidades crescentes dos doentes oncológicos e das suas famílias.
Deverá ser com base nos requisitos de competência para as diferentes modalidades de tratamento que deverá ser desenhada, a nível regional, a “Carta Hospitalar” da rede de cuidados em oncologia e um “Plano de Desenvolvimento” que identifique e programe os meios e investimentos estruturais necessários em cada serviço.

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12.12.09

A alegria que permanece

O Natal anuncia-se próximo com iluminações e enfeites das ruas, cânticos, compras, prendas, gestos de solidariedade, convívio familiar. As pessoas e o ambiente parecem mais humanos e fraternos, a vida mostra mais encanto. Respira-se uma alegria interior, serena, contagiante. Num mundo frio e egoísta bem precisamos da mensagem do Natal. Por isso, muitas pessoas manifestam a vontade de que o Natal permaneça e não seja apenas uma data passageira.

De facto, este período propõe fraternidade, paz, alegria e esperança. São atitudes e valores que correspondem aos anseios profundos do coração humano. Mas, frequentemente, sentimos a sua ausência. Sofremos com o individualismo, a desconfiança mútua, o desânimo, a solidão, a agressividade. Precisamos do Natal sempre. Nesse sentido vai a minha mensagem: façamos Natal todos os dias. De facto, Jesus nasceu para nos ensinar o caminho da paz e da alegria como um estilo de vida permanente.

Se formos à origem do acontecimento concluímos, realmente, que o Natal veio para ficar e criar uma situação nova: “O verbo incarnou e habitou entre nós”. Deus fez-se humano e apresentou-se no nosso meio, na humildade e na simplicidade de uma criança. Trouxe-nos a vida plena, a luz, a verdade. Com a Sua vinda oferece ao mundo mais fraternidade e esperança, mais encanto e beleza. Todos podemos dar um contributo para pôr em prática o Natal.

Vamos aprender na fonte a viver o Natal. Aproximemo-nos com renovada admiração do presépio para colher a mensagem desta representação do acontecimento histórico: No centro, uma criança estende-nos os braços e sorri. Aprendamos a estender os braços e a sorrir, vencendo a desconfiança que nos fecha aos outros. A alegria do menino aparece associada ao acolhimento e dedicação dos pais. Dediquemo-nos e defendamos também a união estável da família, alicerçada no amor e santificada pelo sacramento do matrimónio, como berço e ambiente para o desenvolvimento harmonioso dos filhos. Ao presépio acorrem variadas personagens em atitude de louvor e de oferta de dons. Saibamos partilhar o nosso afecto, a nossa atenção e os nossos bens com os que nos rodeiam, sobretudo com os mais carentes.

A alegria do Natal é, portanto, a alegria das realidades simples e essenciais da vida que resistem ao desgaste do tempo e unem as gerações: da simplicidade que denuncia uma cultura de fachada; da fraternidade que se traduz no acolhimento e no serviço e vence o individualismo; da paz que contraria a agressividade; do dom que renuncia ao egoísmo. O presépio irradia calor humano num tempo árido e fechado: É a alegria que permanece e vence a monotonia e a secura da vida. Procuremos dar o nosso contributo para que seja sempre Natal.

+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

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10.12.09

 

À semelhança do que acontece um pouco por todo o mundo, também no Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere já se entrou numa curva descendente no que diz respeito ao aparecimento de novos casos de Gripe A. Desta forma, dentro das unidades de Tomar, Abrantes, Constância, Sardoal, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha, estão confirmados 553 casos, mais 73 do que em relação à última contabilidade, que é feita semanalmente.

 

 

De referir que, já nesta quarta-feira, o Colégio da Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos decidiu apoiar as medidas implementadas pela Direcção Geral de Saúde a propósito da vacinação contra a Gripe A. Ou seja, a prática da vacina é aconselhada a todas as grávidas, pois não existem dados científicos que permitam concluir qualquer efeito negativo desse acto. Entretanto, duas das últimas vítimas mortais da Gripe A estavam internadas no Hospital Distrital de Santarém desde, sensivelmente, o início do mês de Novembro. Aliás, foram estes os primeiros registos mortais naquela unidade da capital do distrito. Tratavam-se de duas mulheres, com 52 e 40 anos, e que faleceram devido à associação do vírus H1N1 com outras patologias, nomeadamente diabetes e hepatite B. A senhora de 40 anos era natural de Cabo Verde e, actualmente, residia sozinha em Almeirim, enquanto a mais velha era residente no concelho do Cartaxo.

http://www.radiohertz.pt/?

 

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8.12.09

 

O Núcleo Regional do Sul Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) está a desenvolver nos concelhos da sua área de influência (concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Santarém, Leiria e Setúbal), uma intensa campanha de rastreio de cancro da mama, sendo que as mulheres entre os 45 e os 69, o público –alvo deste Programa Nacional.

Na sua missão de sensibilização para a efectivação deste rastreio, como interveniente com responsabilidades informativas e como agente na área da saúde pública, a Câmara Municipal de Benavente alia-se à LPCC e prestam a seguinte informação: 
 

MEIOS PARA O RASTREIO DO CANCRO /OBJECTIVOS

A prevenção das doenças do foro oncológico é uma das principais actividades do Núcleo Regional do Sul (NRS) da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Nesta imensa área de intervenção sobressai o Rastreio do Cancro da Mama, que integrado no Plano Oncológico Nacional e Programa Europeu Contra o Cancro, tem, como objectivos primordiais, a redução da letalidade da doença pois, através do diagnóstico atempado, é possível encontrar formas adequadas de tratamento, bem como melhorar a qualidade de vida dos pacientes, pois, a detecção precoce da doença permite encontrar meios menos agressivos para a debelar.

Para a consecução deste programa são utilizadas unidades móveis e fixa, guarnecidas por técnicas credenciadas em radiologia, que executam os respectivos exames às mulheres (convidadas, através de carta personalizada, a participar) com idade compreendida entre os 45 e os 69 anos, grupo etário a que se destina o rastreio.

O NRS dispõe dos seguintes meios para, na sua área de influência, exercerem de forma consistente o referido rastreio: 
 

  • 7 Unidades móveis, apetrechadas com equipamentos de mamografia, digitalizador de imagens mamográficas, técnicas de radiologia e pessoal administrativo, que se deslocam nos concelhos dos distritos de Beja, Évora, Leiria, Portalegre, Santarém e Setúbal. Em breve, outros distritos serão, igualmente cobertos;
  • 1 Unidade fixa – Santarém, apetrechada de forma igual às unidades móveis;
  • 1 Centro de Leituras e Aferições (CLA), sito em Lisboa, “coração” do rastreio, equipado com aparelhos de leitura de radiografias (mamografias), ecógrafo, mamógrafo e outros equipamentos médicos que permitem acurar o diagnóstico.

Existe ainda uma equipa de 5 médicos radiologistas que asseguram a leituras dos exames (segundo o método da dupla leitura cega) e efectuam outros exames complementares de diagnóstico, nos casos em que o exame radiológico não é conclusivo. 
 

O rastreio no Concelho de Benavente decorrerá, salvo alguma contrariedade: 
 

  • Junto ao Centro de Saúde de Benavente entre 10 de Dezembro de 2009 e 06 de Janeiro de 2010;
  • Junto ao Centro de Saúde de Samora Correia a partir de 18 de Janeiro de 2010 até data a definir.

 
 

Os exames de rastreio e as consultas de aferição em Lisboa são, totalmente grátis para as mulheres que participam neste rastreio do cancro da mama.  
 
 

Sem outro assunto de momento

Com os melhores cumprimentos 
 

                                        O Presidente da Câmara Municipal 
 
 

                                           (António José Ganhão) 
 

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4.12.09
 

 


 
O condutor do veículo que hoje atropelou, em Tancos, Santarém, 16 militares, três dos quais com gravidade, disse que, no momento do acidente, "estava escuro" e que os militares "não estavam identificados com coletes". 


 

"Estava escuro. Eles não vinham identificados com coletes nem com camisolas brancas. Tentei desviar-me mas não consegui e apanhei o pelotão", disse à Lusa José Filipe, que fazia o percurso Tancos-Praia do Ribatejo para fazer distribuição de jornais. 
 
José Filipe explicou que os militares vestiam t-shirts e calças verdes.
 
"As primeiras ambulâncias e as autoridades policiais a chegarem ao local podem comprovar que eles vestiam t-shirts e calças verdes. Eu bati na minha mão", referindo-se à faixa em que seguia. 
 
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Barquinha, Carlos Gonçalves, disse à Lusa que "têm ocorrido muitos acidentes naquele local, alguns com gravidade, mas nunca envolveram militares em treino". 
 
"Trata-se de um recta que atravessa o polígono militar. Têm ocorrido muitos acidentes envolvendo viaturas que circulam a grandes velocidades, mas nunca com militares em treino", disse o comandante que integra os bombeiros voluntários de Barquinha há 18 anos. 
 
Dois dos feridos com maior gravidade foram transportados por um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para os hospitais de S. José e Santa Maria, em Lisboa. 
 
Os outros militares feridos, outros dos quais com gravidade, foram enviados para o Hospital de Abrantes e Tomar. 
 
O acidente ocorreu perto das 7h00.
 

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30.11.09

A Câmara Municipal de Mação reunida em 09/09/2009 deliberou, por maioria, emitir um comunicado sobre a decisão do Governo, tomada em Reunião de Conselho de Ministros de 03/09/2009 de criar a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco E.P.E., abrangendo o Hospital Amato Lusitano e os Centros de Saúde de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor, Vila Velha de Ródão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Mação e Vila de Rei.

 

 

«1. A Câmara Municipal de Mação não teve conhecimento prévio desta decisão do Governo, que repudia e contra a qual vai lutar, por entender que é gravosamente prejudicial aos interesses dos Munícipes deste Concelho;

2. Com a decisão agora tomada, o Governo criou condições para que os Munícipes/Utentes deste Concelho passem a ser atendidos relativamente aos cuidados de saúde primários e hospitalares, leia-se, consultas, internamentos e cirurgias, no Hospital de Castelo Branco, em detrimento do Centro Hospitalar do Médio Tejo (Hospital de Abrantes, Tomar e Torres Novas), bem como o encaminhamento de doentes para o Centro Hospitalar de Coimbra, como ponto de referenciação terciário e não para os Hospitais de Lisboa;

3. Esta decisão é, no nosso entender, gravemente lesiva dos interesses do Povo deste Concelho de Mação, porque, a ser concretizada, implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade mais distante do Concelho e sem transportes públicos regulares (Mação/Abrantes: 25 km; Mação/Castelo Branco: 75km);

4. A Câmara Municipal de Mação deliberou, ainda, escrever ao Senhor Presidente da República, alertando-o para esta injustiça social e territorial relativamente às pessoas deste Concelho, ao seu bem-estar e sensibilizando-o de forma a não promulgar este diploma;

5. Cremos que, desde 25 de Abril de 1974, nenhuma outra medida tão contrária e evidente ao espírito daquela data penalizará o nosso dia-a-dia, as nossas já difíceis vidas.

Entendemos ser nossa obrigação alertar a população para a delicadeza desta decisão que a todos afectará, solicitando o empenho de todos no sentido de evitar a sua concretização».

http://www.radiohertz.pt

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25.11.09

 

A confusão instalou-se, nesta terça-feira, na Unidade de Saúde de Marmelais, quando uma utente, com Gripe A confirmada, pretendia ser atendida pelos médicos de serviço. Segundo informações recolhidas no local, os funcionários do espaço avisaram a paciente de que não podia estar nas instalações daquela unidade, uma vez que eram elevados os riscos de contágio dos outros utentes.

 

 

Aliás, situações do tipo podem considerar-se como crime público, punível com pena de prisão, caso se prove, como é óbvio, que se trata de tentativa de contágio deliberada. Por isso mesmo, a Polícia de Segurança Pública foi chamada ao local para acalmar os ânimos, o que aconteceu desde logo, segundo nos confirmou, há poucos instantes, fonte da PSP.

Tomar regista 42 casos de Gripe A

Entretanto, estão actualizados os dados referentes à Gripe A no que diz respeito ao Agrupamento de Saúde do Zêzere. No concelho de Tomar, estão confirmados 42 casos. Em Abrantes, por sua vez, estão contabilizados 90, seguindo-se Vila Nova da Barquinha com 88. Ferreira do Zêzere regista 35, em Constância são 9 os casos confirmados enquanto, no Sardoal, são apenas 6. De todos estes, 66 por cento correspondem a pessoas com menos de 20 anos, ou seja, crianças e adolescentes em idade escolar.

http://www.radiohertz.pt/?

 

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18.11.09

 

O W Shopping, centro comercial gerido pela Multi Mall Management, lançou o concurso de Natal: «Mistério no W Shopping». O concurso, no qual os visitantes do W Shopping se podem habilitar a ganhar um prémio no valor de cinco mil euros em compras, já começou no dia 14 de Novembro. Para vencer o prémio, terão de conseguir decifrar até ao próximo dia 5 de Janeiro de 2010, o «Mistério do W Shopping».

 

 

As compras no valor de 15 euros e múltiplos transformam-se em participações. A cada participação é fornecida uma pista. Quantas mais vezes participarem, mais possibilidades os participantes terão de ser o grande vencedor do concurso «Mistério do W Shopping». No decorrer do concurso serão dadas algumas pistas aos participantes que poderão ajudá-los a desvendar o misterioso enigma. As pistas vão estar espalhadas pelo W Shopping, vão estar disponíveis em jornais locais e no Facebook em «W Mistério de Natal». Sozinho ou com a ajuda da família, siga as pistas e divirta-se a desvendar o grande Mistério do W Shopping. O importante é dedicar atenção TOTAL aos mínimos detalhes de cada pista. Quer uma pista? O W vai ser o Centro de toda a acção. Para obter mais informações acerca deste concurso de Natal «Mistério no W Shopping», dirija-se ao Balcão de Informações do W Shopping.

http://www.radiohertz.pt/

 

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14.11.09

 

Almeirim - Ass 20 kms HPIM1304

A primeira prova de corta-mato da época 2009/2010 do calendário competitivo da Associação de Atletismo de Santarém (AAA) vai realizar-se no parque da Zona Norte de Almeirim, no próximo dia 6 de Dezembro, organizada pela Associação 20kms de Almeirim.

O corta-mato inicia-se às 9h30, e esperam-se cerca de 250 atletas federados dos diversos clubes do distrito de Santarém, numa prova aberta a escalões desde os benjamins aos veteranos, de ambos os géneros.

http://www.oribatejo.pt/

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13.11.09

 

 

Uma jovem de 21 anos, uma das quatro vítimas do acidente ocorrido hoje, sexta-feira, de manhã, junto a Torres Novas, acabou por falecer.

Outros dois ocupantes da viatura em estado grave, disse à agência Lusa fonte da Protecção Civil.

José Carlos Pereira, segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Torres Novas, afirmou que as quatro vítimas do acidente têm entre 17 e 23 anos, sendo estudantes universitários na região de Lisboa.

Segundo disse, a jovem não resistiu aos ferimentos, tendo um dos jovens sido levado de helicóptero para o Hospital S. Francisco Xavier em Lisboa e outro de ambulância para o hospital de Abrantes, tendo o quarto ocupante da viatura sofrido ferimentos ligeiros.

A viatura em que seguiam terá entrado em despiste, passando para a outra faixa de rodagem, onde foi abalroada por um pesado de mercadorias, adiantou.

José Pereira disse que a estrada estava húmida e que o acidente ocorreu num local onde existe uma curva não muito acentuada e onde se têm registado outros acidentes.

O acidente ocorreu na estrada que liga Torres Novas a Fátima.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Torres Novas, as viaturas médicas de emergência e reanimação de Abrantes e Leiria, e a GNR.

http://jn.sapo.pt/

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11.11.09

Os caloiros da Escola Superior de Saúde foram os grandes vencedores do desfile realizado esta quarta-feira, dia 11, nas ruas da cidade de Santarém.

Vestidos de pílula, preservativos, de vírus da SIDA e de boletim, os caloiros abordaram nos seus cânticos o tema do “planeamento familiar”.

Os caloiros de Rio Maior, que ficaram em segundo lugar no desfile, vieram a Santarém mostrar o tema do “golfe” com os alunos vestidos de originais golfistas, um desporto que aliás está a ganhar tradição no concelho com o campo Golden Eagle na Quinta do Brinçal.

Os caloiros da Educação, que ficaram no terceiro lugar, abordaram o tema da reciclagem, na continuidade do tema que escolheram para as suas “eco-praxes” e vieram ao desfile vestidos de papelões, vidrões, pilhões, caixotes do lixo, embalões e munidos de vassouras, apelando aos milhares de espectadores que os viam para limparem a cidade.
A Escola de Gestão escolheu o tema da “crise” e criou uma encenação em que os caloiros, vestidos de super-gestores (à maneira do Super-Homem), combateram outros caloiros vestidos de “problemas”  como o desemprego, a inflação, o endividamento, a pobreza,entre outros.
Da Agrária chegaram caloiros vestidos de cogumelos, numa alusão ao tema escolhido “os alimentos tóxicos”.

 

http://www.oribatejo.pt/

 

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filmeESTA

Os alunos da licenciatura em Vídeo e Cinema Documental da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) apresentam um filme no Estoril Film Festival 2009, no âmbito do concurso Canon.

O Estoril Film Festival e a CANON seleccionaram cinco escolas de cinema e audiovisual do pais, de entre as quais a ESTA de onde saíram as 5 equipas concorrentes.

O concurso Curta-Metragem Canon dirige-se a estudantes de Vídeo, desafiados a formar equipas, escrever, filmar e editar uma curta-metragem com o tema “Movimento”, com o limite de 3 minutos.

A curta-metragem realizada por cada equipa, será exibida numa sessão especial do Estoril Film Festival no dia 14 de Novembro – no Centro de Congressos do Estoril, numa sessão aberta ao público e com entrada livre.

Após a projecção dos trabalhos realizados pelas equipas, segue-se um debate acerca da experiência numa discussão informal, entre as várias equipas a concurso.

O vencedor do concurso será anunciado no próprio dia 14, pelas 16h30, no Centro de Congressos do Estoril.

http://www.oribatejo.pt/

 

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10.11.09

O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira – se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.

 

Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.

O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caíam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.

Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano.

Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal:

Nos grandes ninguém toca.

In: Jornal de Notícias - 02-11-2009

 

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5.11.09

Candidaturas abertas para Mestrado em Auditoria e Análise Financeira

Foto de arquivo

 
Encontram-se abertas as candidaturas para o Mestrado em Auditoria e Análise Financeira, ministrado no Instituto Politécnico de Tomar.
O Mestrado em Auditoria e Análise Financeira está orientado para as novas necessidades do mercado de trabalho, oferecendo aos participantes uma sólida formação nas áreas da auditoria e da análise financeira, tendo como principal objectivo formar especialistas que possam desenvolver as suas competências no âmbito de uma empresa ou como profissionais liberais.

Esta Formação está desenhada para responder às exigências do mercado de trabalho através da valorização profissional para quem necessite de uma preparação adequada de base científica para seguir uma carreira de especialização, ou para desenvolver as capacidades dos responsáveis pelas diversas organizações, através da melhoria dos seus conhecimentos técnicos.

Os conteúdos programáticos garantem ao participante a aquisição de conhecimentos completos e profundos nas áreas da auditoria e da análise financeira.

Graças à experiência adquirida a nível de docência, bem como no campo profissional, estamos em condições de proporcionar aos participantes um mestrado com um marcado cariz profissionalizante.
Através deste plano de estudos pretende-se promover uma formação sólida e rigorosa, que permita aos futuros mestres em Auditoria e Análise Financeira desempenhar actividades de natureza profissional de elevada competência técnica, potenciando assim a respectiva empregabilidade.

De uma forma geral, os mestres em Auditoria e Análise Financeira poderão desempenhar funções em instituições financeiras e seguradoras, grandes empresas integradas ou não em grupos empresariais, empresas de Auditoria (SROC’s), bem como em pequenas e médias empresas existentes no país, ajudando a fomentar o desenvolvimento do tecido empresarial nacional e instituições públicas a nível local ou central.

Mais informações em www.ipt.pt

fonte: http://www.radio.cidadetomar.pt/

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3.11.09

 

cintra 03

 

Os espanhóis da Font Salem estão em negociações com os administradores de insolvência da cervejeira Drink In, de Santarém, num processo que ainda não está fechado, disse à Lusa fonte da comissão de trabalhadores.

Jorge Armindo, que adquiriu a Drink In a Sousa Cintra em 2006, disse à Lusa que foram pedidos mais 15 dias (até 16 de Novembro) ao tribunal de Santarém para apresentação de um plano de viabilização da empresa, recusando confirmar o interesse dos espanhóis da Font Salem.

Fonte da comissão de trabalhadores disse, no entanto, à Lusa que responsáveis da Font Salem já visitaram a empresa e que terão posto como uma das condições o despedimento, até ao fim do ano, de 46 dos actuais 96 trabalhadores.

fonte: http://www.oribatejo.pt/

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2.11.09

 

Mota-Engil confirma adjudicação da concessão do Pinhal Interior

A adjudicação da concessão do Pinhal Interior será entregue à Mota-Engil, de acordo com o comunicado emitido esta tarde. O investimento inicial será de 1,4 mil milhões de euros, numa subconcessão com um prazo de 30 anos.


 

 

A adjudicação da concessão do Pinhal Interior será entregue à Mota-Engil, de acordo com o comunicado emitido esta tarde. O investimento inicial será de 1,4 mil milhões de euros, numa subconcessão com um prazo de 30 anos.

A Mota-Engil revelou que “a Estradas de Portugal formalizou hoje a intenção de adjudicação da Subconcessão Pinhal Interior ao consórcio liderado pela MOTA-ENGIL (42,08%), através das suas participadas Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. (37,08%) e Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, SA (5,00%)”, de acordo com o comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Nos próximos 10 dias úteis vai decorrer uma audiência com os interessados, adianta a mesma fonte. Já hoje, o Negócios noticiava que o consórcio liderado pela Mota-Engil é o mais bem posicionado para vencer a concessão do Pinhal Interior. “Localizando-se na zona centro do País e com uma extensão de cerca de 520 kms, a subconcessão inclui dois eixos principais – IC3 e IC8. O IC3 é um eixo vertical que liga a futura Subconcessão da AE Centro desde o nó de Coimbra (IP3/IC2) até à A23 na zona de Torres Novas, e o IC8 é um eixo horizontal que liga a A17 na zona de Pombal/Ansião até novamente à A23, junto a Vila Velha de Rodão”, acrescenta a Mota-Engil no mesmo comunicado.

A mesma fonte adianta que se trata de “subconcessão em regime de disponibilidade com um prazo de 30 anos”, com um investimento inicial “na ordem dos 1.429 milhões de euros”.

A Mota-Engil revela ainda que 210 milhões de euros, deste investimento serão financiados através de capitais próprios enquanto os restantes 1.200 milhões serão financiados através do BEI e da banca comercial.

“O valor do contrato de construção é de 958 milhões de euros e o consórcio construtor é liderado pela Mota - Engil, Engenharia e Construção, S.A. (52,88%)”, acrescenta a mesma fonte

Fonte: «Jornal de Negócios»

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27.10.09

Distrito de Santarém vai perder população 

Um estudo revela que em 2030 o distrito poderá ter menos cerca de 19 mil habitantes do que actualmente

   

O Governo Civil de Santarém publicou um estudo que revela uma tendência preocupante de quebra de população no distrito nas próximas décadas.
O problema é mais preocupante em concelhos como Tomar e Abrantes onde a perda de habitantes se vai acentuar até 2030.
Essa tendência já se verifica e vai agravar-se noutros municípios como Mação, Sardoal e Chamusca.

O jornal “Público” de hoje inclui uma notícia sobre o tema:


Santarém deve perder população já a partir de 2010 Coruche pode crescer
 

fonte: Jornal O Templário

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22.10.09

 

Já é conhecida a nova equipa de José Sócrates no Governo.
Conheça a lista completa de todos os ministros do novo Executivo:

Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
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Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão Ver perfil
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado Ver perfil
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos Ver perfil
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva Ver perfil
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira Ver perfil
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins Ver perfil
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva Ver perfil
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
Veja o perfil
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago Ver perfil
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro Ver perfil
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André Ver perfil
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada Ver o perfil
Ministro da Saúde: Ana Jorge Ver o perfil
Ministro da Cultura (novo): Maria Ferreira Canavilhas Ver o perfil
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12.10.09

 Com 37,59% dos votos, o PS foi o vencedor das eleições autárquicas no distrito, seguido pelo PSD, com 29,4%, e pela CDU, que se ficou pelos 12,23%.

Na votação final, é interessante reparar que os grupos de cidadãos e movimentos independentes (com 6,15%) conseguiram ficar à frente do Bloco de Esquerda (4,77%), e do PP (com apenas 2,47%).

Mas a noite foi de surpresas e mudanças, onde quatro Câmaras mudaram de cor política.

Destaque para Rio Maior, onde Isaura Morais, cabeça de lista da coligação “Juntos pelo Futuro” (PSD / PP) conseguiu roubar a autarquia ao histórico Silvino Sequeira.

No próximo executivo, o PSD terá quatro vereadores, contra três eleitos do PS.

Em Alpiarça, a CDU reconquistou com maioria absoluta uma autarquia que tinha perdido em 1998, para o socialista Rosa do Céu.

O candidato Mário Pereira conseguiu 49,67% dos votos, contra os apenas 42,03% da ex-deputada Sónia Sanfona, que já anunciou que nem sequer vai desempenhar o cargo de vereadora para que foi eleita.

Em Alcanena, o PS de Fernanda Asseiceira conseguiu um excelente resultado ao destronar o movimento independente que governava a autarquia, com quase mais 20% dos votos.

Em Ourém, o PSD perdeu um dos bastiões no distrito.

O ex-governador civil Paulo Fonseca apostou forte na sua candidatura autárquica e venceu para o PS com 47,35% dos votos, contra os 43,32% de Vítor Frazão, que encabeçava a lista do PSD.

Apesar do mau resultado a norte, o PSD, muito por culpa de Francisco Moita Flores obteve uma estrondosa vitória na capital de distrito.

O movimento “Viva Santarém” elege sete dos nove vereadores, deixando os outros dois para o PS, que obteve o seu pior resultado de sempre no concelho.

Duas notas importantes em Santarém: o PSD e os movimentos de cidadãos que apoiou conquistaram 20 das 28 freguesias do concelho, onde se explica boa parte desta vitória nunca vista.

A CDU fica sem representantes na Câmara Municipal e conseguiu apenas uma Junta de Freguesia.

Nos restantes concelhos, não se registaram grandes mudanças.

Sousa Gomes, em Almeirim, voltou a eleger cinco vereadores para o PS, com a CDU a manter o seu eleito, mas com o PSD a perder o vereador para o MICA, que elegeu Francisco Maurício.

Apesar do período político conturbado que se viveu no Cartaxo, Paulo Caldas manteve a maioria com quatro eleitos, mantendo-se os mesmos dois para o PSD e um para a CDU.

Benavente, Chamusca e Constância mantiveram-se na CDU, com António Ganhão a chegar aos 55% e o astrónomo Máximo Ferreira, novo presidente da Câmara de Constância, a conseguir 48, 09%.

Mas na Chamusca, Sérgio Carrinho perdeu a maioria absoluta, tendo eleito apenas dois vereadores, que vão formar o executivo municipal com outros dois do PS e um do PSD.

Pela sua vez, o PSD conseguiu manter com relativa facilidade Ferreira do Zêzere, Sardoal, Entroncamento, Mação e Tomar, onde o aparecimento de duas candidaturas independentes chegou a criar alguma expectativa.

Quanto às autarquias já geridas por maiorias socialistas, os resultados foram os esperados em Abrantes, Coruche, onde Dionísio Mendes conseguiu chegar aos 57%, Torres Novas, onde António Rodrigues também conseguiu nova maioria absoluta, e Vila Nova da Barquinha, onde Miguel Pombeiro foi reeleito com quase 60%.

Destaque só para a Golegã, onde o PS do actual presidente Veiga Maltez conseguiu eleger os cinco membros que compõem a Câmara Municipal.

Feitas as contas, o PS mantém as nove autarquias que já tinha em 2005 (perde Alpiarça e Rio Maior, mas ganha Alcanena e Ourém), o PSD também mantém sete (ganhou em Rio Maior mas ficou sem Ourém), a CDU aumenta para quatro, juntando Alpiarça às três que já tinha, e Salvaterra de Magos continua a ser a única autarquia do Bloco de Esquerda, a nível do país.

Quanto à abstenção no distrito, cifrou-se nos 40,07%, quando nas autárquicas de 2005 tinha ficado pelos 38,44%.

Dos resultados eleitorais, há outro aspecto a reter: o PS fica com maioria relativa em ambas as comunidades intermunicipais do distrito, com cinco autarquias no Médio Tejo (contra quatro do PSD e uma da CDU), e com cinco na Lezíria (uma vez que é preciso acrescentar a Azambuja), contra três da CDU, duas do PSD e uma do BE.

Fonte: O Ribatejo

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 08:39  comentar

11.10.09

Se a “EDP” apresenta milhões de euros com a gestão quem tem, que lucro não teria se soubesse poupar com a gestão dos seus bens patrimoniais

Quantos postes de electricidade não se podem ver pelas bermas das estradas, completamente abandonados e esquecidos?

 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 16:24  comentar

30.9.09

 

A terceira edição da Festa da Marioneta vai passar por seis concelhos de Setúbal, nomeadamente pelo Barreiro, Moita, Almada, Montijo, Sesimbra e Palmela. Ana Coelho, directora executiva do Artemrede, responsável pela produção do festival, explica que os objectivos desta itinerância passam por “criar hábitos de consumo mais aprofundados em cada concelho”, através de uma arte “muito antiga”.


 

 

Ana Coelho explica que este modelo traz vantagens no plano economicista, uma vez que “possibilita trazer espectáculos mais qualificados e mais caros a mais teatros, com uma economia de escala”, e para o próprio público, que assim “pode circular pelos vários espaços”. “Juntos somos mais fortes”, conclui.

 

Na sua opinião, a marioneta é uma arte que “tem sabido recriar-se e, actualmente, é a que tem propostas mais inovadoras e arrojadas”. Além disso, Ana Coelho realça o facto de ser uma área artística que “tem sabido trabalhar em articulação com outras”, como a música ou as artes circenses. Por isso, os objectivos passam por uma oferta “o mais variada possível e abrangente”, até porque há vários tipos de marionetas, e assim consegue-se “mais variedade e mais propostas de trabalho”.

 

Além disso, Ana Coelho revela que a festa pretende “capitalizar e dar mais visibilidade” às marionetas, uma área que “está mais normalmente ligada às crianças e não é bem assim”. Assim, o festival “vai ao encontro de vários públicos e faixas etárias”. Quanto ao cartaz, que engloba sete espectáculos, quatro deles de artistas estrangeiros, Ana Coelho prefere não destacar nenhum, uma vez que “são todos diferentes, de qualidade e muito distintos entre si”. No entanto, destaca o facto de serem todos estreias nacionais.

 

A Festa da Marioneta conta ainda com uma série de oficinas complementares, que foram “reforçadas” desde a edição anterior. Ana Coelho explica que estas surgem “no âmbito do projecto educativo” do Artemrede, para que os espectáculos “não morram quando fecha a cortina” e para que haja “uma maior ligação com o público”. A Festa da Marioneta ocorre entre 1 de Outubro e 15 de Novembro e, para além dos já mencionados distritos de Setúbal, estendem-se também a Abrantes, Alcanena, Cartaxo, Sobral de Monte Agraço, Santarém, Torres Vedras, Alcobaça, Caldas da Rainha e Golegã.

Fonte da noticia:http://www.setubalnarede.pt/

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 19:44  comentar

29.9.09

 

CDU- Coligação Democrática Unitária (PCP-PEV)

 

 

Santarém, 29 de Setembro de 2009

 

 

Exmo. Sr.

Presidente da Comissão Nacional de Eleições

Juiz Conselheiro João Carlos de Barros Caldeira

 

Vem por este meio a CDU- Coligação Democrática Unitária (PCP-PEV), denunciar a retirada de propaganda desta força política pela Câmara Municipal de Santarém, no dia de hoje, terça-feira, 29 de Setembro de 2009, pelas 10h40, no Largo Cândido dos Reis, nomeadamente de estruturas de suporte a cartazes de dimensão MUPI, nos quais existia propaganda afixada, e que estavam identificados como sendo do PCP, sigla do Partido Comunista Português, que integra esta coligação.

Ocorrência verificada in loco, efectuada por trabalhadores e viatura identificada como sendo da Câmara Municipal de Santarém, ao mesmo tempo que decorriam os preparativos para uma acção de campanha da candidatura do PPD/PSD.

Questionados sobre os motivos da retirada de propaganda política, os mesmos trabalhadores responderam que executavam ordens do Sr. Luís Arrais que, identificado e advertido no local da ocorrência de que decorre período oficial de campanha eleitoral, e de que deveria por isso ordenar a recolocação dos painéis, declarou assumir a responsabilidade pela ordem de retirada, tendo feito questão em ser fotografado para posterior identificação.

O mesmo Sr. Luís Arrais justificou a retirada das estruturas alegando que a propaganda nelas afixada estava “fora de prazo”, uma vez que respeitaria à campanha eleitoral da Eleição da Assembleia da República, decorrida no passado dia 27 de Setembro, ainda que pelo menos duas das cinco estruturas instaladas no Largo Cândido dos Reis tivessem afixada propaganda com fotografias de candidatos da CDU à Câmara Municipal de Santarém, e que nem por isso foram poupadas à retirada.

Mais ainda se verificou que neste mesmo Largo Cândido dos Reis estavam instalados painéis de outras forças políticas com propaganda explicitamente relacionada com candidatos e candidaturas à Assembleia da República, e que nem por isso foram retiradas.

Posteriormente, ainda no decorrer do dia de hoje, tomámos conhecimento da retirada de outros painéis de dimensão semelhante respeitantes a propaganda da CDU, que estavam instalados junto ao Jardim da República, em Santarém.

Pela gravidade dos factos que denunciamos, apresentamos assim o presente protesto.

Como elementos de prova, anexamos fotos dos painéis colocados na viatura, fotos da mesma, fotos dos preparativos da acção de campanha do PPD/PSD que se realizavam no local, e foto do Sr. Luís Arrais.

 

Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com as mais cordiais saudações

 

Pela CDU- Coligação Democrática Unitária (PCP-PEV)

 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 16:17  comentar

O VEREADOR GARROTES NÃO DEVE GOSTAR DE XADREZ OU A EXPANSÃO DESTA MODALIDADE NÃO DEVE SER DE SEU AGRADO

 
A Casa do Xadrez/Alpiarça, na sequência de outras iniciativas, disputou no passado sábado um encontro a 8 tabuleiros com a equipa do Grupo de Xadrez Alekhine, de Lisboa, na modalidade de Semi-Rápidas (15 minutos por jogador). Tratou-se de um Match particular entre amigos, mas era um género de "desforra". A Casa do Xadrez há anos que joga em Alpiarça e milita ininterruptamente na 2ª Divisão, que é em termos gerais a 1ª Divisão do xadrez amador. No ano passado, reforçamos a equipa com o actual presidente da Associação de Xadrez de Santarém, Paulo Costa e tínhamos como objectivo a subida à 1ª Divisão. Infelizmente, perdemos pela margem mínima com estes amigos do Alekhine, (num match que poderíamos ter ganho) e assim subiram eles à 1ª Divisão.Entretanto, o nosso principal e mais forte jogador, Paulo Costa foi apurado para no próximo ano disputar entre a elite do xadrez Português, o título de Campeão Nacional Individual. Fazendo uma retrospectiva, o nosso associado António Russo, que reside há umas dezenas de anos em Alpiarça, conseguiu há uns anos, com a colaboração do antigo Presidente da Junta (honra lhe seja feita) Sr. António Moreira a cedência inicial do espaço da Assembleia da Junta para a disputa dos jogos do Campeonato Nacional.Mais tarde, cedeu uma pequena sala na antiga escola Visconde de Barroso, onde o clube actualmente joga e se reúne todas as 6ªs feiras à noite.No ano passado, a equipa, constituiu uma equipa B, que foi campeã Distrital, indo por direito disputar na época que se avizinha a 3ª Divisão, mantendo-se a equipa A na 2ª Divisão, com o objectivo de tentar a subida à 1ª Divisão.É de notar, que este campeonato foi disputado em Alpiarça, assim como o Distrital individual.Entretanto, avançou-se a ideia, e considerando que o Presidente da Associação de Xadrez de Santarém jogava na nossa equipa, com a transferência do referido organismo de Torres Novas para Alpiarça.Foi apresentada a ideia ao actual Presidente da Junta, Sr. Pais, que enveredou todos os esforços no sentido de disponibilizar um espaço para o efeito.Chegou mesmo a idealizar-se um protocolo de colaboração entre a Associação de Xadrez e os orgãos de administração locais, no sentido de levar o xadrez às escolas, assim como a cedência de um eventual espaço para desenvolvimento de actividades.É de referir, que sempre a Casa do Xadrez/Alpiarça viu na pessoa do Sr. Pais interesse em que a Associação de Xadrez de Santarém se instalasse em Alpiarça.No entanto, e como as possíveis instalações são propriedade da Câmara, a partir de determinada altura, o assunto passou para o pelouro gerido pelo Sr. Engº Luís Garrotes, que certamente não viu nenhum interesse em que a AXS se instalasse em Alpiarça, uma vez que nunca efectuou qualquer contacto para o efeito. O que "uns não querem, estão outros desertos", a AXS continua em Torres Novas, e entretanto já teve candidaturas para se deslocar para Abrantes e Tomar. Para concluir, devemos frisar que desde o tempo em que o Sr. Moreira nos cedeu a pequena sala, sempre a Casa do Xadrez/Alpiarça pagou pontualmente a mensalidade acordada, e também é bom que se saiba, nunca recebeu um cêntimo de qualquer entidade. Sem pretendermos tomar qualquer posição politico-partidária, esperamos que os próximos eleitos procurem ajudar um pouco mais o Xadrez, que nos seus meandros colocou Alpiarça no mapa.
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 15:44  comentar


 

A campanha para as eleições autárquicas de 11 de Outubro arranca hoje nos 308 municípios portugueses, quatro anos depois de o PSD ter ganho a última corrida eleitoral para as câmaras, elegendo 158 presidentes de executivos municipais.

Em Outubro de 2005, os sociais-democratas, então liderados por Marques Mendes, conquistaram quase metade das presidências, vinte das quais em coligação com o CDS-PP, o PPM e o MPT, e mantiveram a liderança da Associação Nacional de Municípios Portugueses, lugar destinado à força política com mais câmaras no país.

Num ano em que se registou uma abstenção de 39,08 por cento, o PS de José Sócrates obteve a governação de 109 municípios, a coligação PCP/PEV de 32 e o CDS-PP e o BE, cada um, de um único executivo (Ponte de Lima e Salvaterra de Magos, respectivamente).

Diário Digital / Lusa

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 10:49  comentar

28.9.09

Lobo Antunes com Céu e Silva

 
Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes será, a partir de agora, o retrato mais completo do escritor quesempre se proibiu de contar toda asua verdade.
A Porto Editora lançou no passado dia 24 de Setembro, o novo volume da série de entrevistas com notáveis portugueses que o jornalista João Céu e Silva transporta para livro. Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes reúne os diálogos que o entrevistador e o autor mantiveram durante três anos de encontros.
No armazém onde escreve, António Lobo Antunes alimenta-se da difusa claridade do criador premiado e com sucesso em todo o mundo mas, ao mesmo tempo, gasta-se na escuridão do homem marcado pelas vaidades que protagonizou no passado, de um dia de violência que não esquece em Angola e da ausência de uma paixão que o cegue para a eternidade.
Ao longo desta viagem, António Lobo Antunes sorriu e chorou, contou segredos e anedotas, blasfemou e perdoou, foi cruel com quem não se espera e nada simpático com os autores de best-sellers, deixou ver como concebe um livro do princípio ao fim, confessou o medo de um dia ser incapaz de iniciar um romance, desabafou sobre o amor falhado com a mulher da sua vida, radiografou as relações com a família, revelou o pânico de voltar a sofrer com o cancro, explicou porque é que já não espera quase nada dos anos que lhe falta viver e assumiu que as tendências suicidas ainda não o abandonaram.
Uma entrevista que é uma longa-metragem dos muitos medos e das poucas alegrias que fazem de António Lobo Antunes um escritor que parece viver no limiar do apocalipse pessoal e que afirma ter no ofício da escrita a sua razão de viver.

O Autor
João Céu e Silva nasceu em Alpiarça, em 1959, licenciou-se em História durante os anos em que viveu no Rio de Janeiro e é, desde 1989, jornalista do Diário de Notícias. Publicou um livro de viagens (Caravela Tropical) e um romance (28 Dias em Agosto). Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes é o quarto volume de uma série que pretende fazer o retrato biográfico de alguns portugueses ilustres, através de uma longa entrevista e dos testemunhos de quem os conheceu, sucedendo a Uma Longa Viagem com José Saramago, editado em Abril deste ano.


Título: Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes
Autor: João Céu e Silva
Fonte:
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