NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL - Editor e Responsável: António Centeio
24.1.12

Os três concelhos que menos se desenvolveram no Ribatejo foram: Alpiarça, Chamusca,  Golegã e Vila Nova da Barquinha.
Por razões várias e estratégias partidárias ou resultados eleitorais estes concelhos não conseguiram desenvolver-se como os restantes, mais parecendo que “pararam no tempo”.
O desenvolvimento que tiveram, se desenvolvimento se pode chamar, mais não foi de que: uma “casa nova aqui”, uma “vivenda acolá” ou alguma “prestação de serviço mais além”, quanto ao resto em nada cresceram como nunca conseguiram desenvolver-se em termos industriais acrescentando-se ainda de uma pequena perda de habitantes.
Resta-lhes ter algumas condições e estruturas sócio/culturais levando-os a não conseguir segurar a juventude e muito menos lhes garantir emprego que para sobreviverem tem que procurar outros concelhos mais desenvolvidos.
Ainda lhes cabe, em nome da verdade, a tranquilidade que oferecem aos seus residentes.
Quanto ao resto consideramos estes concelhos os mais apáticos da região ao contrário dos outros que conseguiram desenvolver-se de uma forma bastante diferente.

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4.9.11

Eles andam por aí a fazer horas extraordinárias na arte que os distingue: o gamanço.

 

A descontracção e o "modus operandi" é normalmente o mesmo. Dois ou três num carro, um aborda a vítima perguntando algo e enquanto a pessoa prestável dá a informação, o "bandido" mede-a de alto a baixo e saca-lhe a carteira, fio de ouro, pulseira e por vezes até o anel!
Ontem, o palco foi Vale de Cavalos. Um meliante ficou no carro, outro entrou no quintal de uma idosa como se fosse o regedor da freguesia e, num ápice, tirou a carteira à velha senhora com 200.00 €, da mísera reforma que recebera um dia antes e que seria para seu governo do mês.
Este "estilo" de roubo, está a ser aplicado com frequência nos concelhos de Almeirim, Alpiarça e Chamusca.
Não é preciso ser perito em criminologia para ver quem é.
São filhos da mesma "escola"!
Uma casta de coitadinhos, deserdados da sorte e errantes pelo mundo, onde vão parasitando e que, os políticos tanto defendem com os apregoados chavões das minorias étnicas, desde que não lhes roubem nada de pessoal ou façam do seu jardim acampamento e parque de merendas, é claro!
Enquanto isso, vamos cumprindo a pena que nos é imposta pelos “Troikistas” e, sustentando esta cambada de salteadores que nos atormentam diariamente a vida.
Até quando?
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14.1.11

Por: Anabela Melão

 

Já vos falei da minha consternação perante o estado em que encontrei a terra dos maus pais e avós, Vale de Cavalos, a que não ía há muito tempo – desde a morte do meu avô – porque sempre senti que apenas “se vai à terra” quando por lá ainda temos quatro paredes para nos albergar o corpo e animar a alma. Recentemente, tentando encurtar o espaço entre construir uma casinha em homenagem ao meu querido avô, decidi procurar uma casa para arrendar, no intuito de, entretanto, ir recriando laços e reconstituindo afectos. A desolação não podia ter sido mais devastadora.

Numa terra em que não há centros de postos de trabalho, a juventude sai e faz da terra um dormitório, os mais velhos envelhecem com a tristeza de ver os filhos partir, e a terra parece quase uma aldeia fantasma.

Impotente, saí  de lá a pensar o que poderia ser feito, a curto, médio e longo prazo.

A curto prazo ressuscitei os afectos entretanto esvanecidos e procurei dar a mão aos jovens sem emprego e sem perspectivas de ali se fixarem. É preciso formar gente nova capaz de reinventar soluções sociais, económicas e políticas. E isso passa por lhes incrementar o sentido de cidadania e por lhes despertar o instinto de intervenção político, aproveitando ao que se apresentem com “veia” para esse papel. E por lhes abrir os horizontes e por os integrar nos centros de decisão que, infelizmente, estão nas grandes cidades.

A médio prazo, há  que captar investidores e de, sob contrapartidas, sejam elas benefícios fiscais, juros bonificados para a implementação de infraestruturas e equipamentos ou subsídios de primeiro emprego, lhes aguçar o apetite para instalar pólos empresariais que revitalizem a terra e lhe dêem a alma que foi perdendo. Quem está ou tem contactos com potenciais investidores tem de começar um trabalho pioneiro captando centros de trabalho capazes de empregar famílias e de lhes dar estabilidade e de os “agarrar” à terra. A começar pelo turismo rural que oferece um verde incomparável e a magia do cheiro a terra sem igual.

A longo prazo, a interioridade não pode continuar a ser um factor de isolamento, muito menos neste caso, em que o Tejo é uma porta para Lisboa. Alarguem-se os horizontes territoriais para lá dos subúrbios urbanos e reinvista-se a partir das pequenas cidades. Lisboa não é Portugal e o Ribatejo tem um potencial que não pode ser desprezado. Politicamente, esta é uma contestação que tem de começar já e de se estender até se alcançarem os objectivos de revitalizar a terra e de dar esperança aos jovens.

Vim triste, mas não baixei os braços. Nem os baixarei nunca. Adoro o cheiro bravio daquela terra e revejo-me na força e resistência daquelas gentes. E deixo um grito: esteja-se por lá ou esteja-se por cá, vamos dar as mãos e ressuscitar o Ribatejo. Ninguém é de Lisboa, porque Lisboa não é uma “terra”. Quem nasceu em Lisboa “é de vaso”. Eu amo a “minha terra”, a dos meus pais e dos meus avós. E não baixarei os braços vendo-a morrer lentamente. Vou lutar com todas as minhas forças para que a “velha” Alpiarça recupere o brilho e para que Chamusca continue a revelar-se como a “estrela” que se tem mostrado, na cultura e na sociedade, e Vale de Cavalos há-de reerguer-se entre as cinzas e – qual Fénix - voltar a abraçar os seus filhos, a dar-lhes esperança, em suma, a devolver o brilhos nos olhos das crianças, a serenidade nos olhos dos jovens, e a felicidade aos olhos dos velhos que, assim, terão por perto, o afecto dos filhos e dos netos.

 

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16.11.10

 

O PSD criticou esta semana a redução de 28,1% (cerca de menos 5 milhões de euros) que o PIDDAC atribui ao distrito no Orçamento de Estado para 2011. O presidente da distrital laranja, Vasco Cunha, considera que “o distrito tem vindo a perder importância ao longo dos anos e há alguém a ganhar em detrimento da nossa região”.
Os sociais-democratas falam em “progressivo e sustentado decréscimo” e acusam o PS de “abandonar Santarém”, que nas contas do PSD; vai receber apenas 2,6% das verbas (cerca de 12,4 milhões de euros) do PIDDAC, sendo o 9º no ranking dos distritos quando é o 7º mais populoso do país. Ainda segundo as contas laranjas, o volume de transferências do PIDDAC será de 27 euros per capita, quando é de 38 euros em 2010.
O PSD destaca ainda que oito municípios da região – Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Constância, Coruche, Ferreira de Zêzere, Mação e Sardoal – não vão receber qualquer verba do PIDDAC e que, nos casos de Almeirim e Coruche, esta verba “zero” se verifica de há seis anos para cá. Na análise feita pelos deputados do PSD, salienta-se ainda a afirmação de “falta de transparência e omissões” no PIDDAC, nomeadamente, no que diz respeito às obras públicas, itinerários, estradas, pontes, caminhos-de-ferro, com especial destaque para a ausência de referências a quaisquer obras na ponte de Constância.
O PSD identifica ainda ausência de obras da segurança social, nomeadamente, as do programa PARES e a omissão de eventuais investimentos no Centro Hospitalar do Médio Tejo e no Hospital de Santarém. Ausentes neste documento estão também as contrapartidas da Ota, acrescenta o PSD.

 «O Ribatejo»

 

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2.11.10
Foram assinados no dia 29 de Outubro de 2010, dois contratos-programa “Prontos a Pagar”, no âmbito do Fundo de Emergência Municipal, devido ao mau tempo de 23 de Dezembro de 2009, com os municípios de Almeirim e Chamusca.
A candidatura de Almeirim, no montante global de 257 mil euros, foi comparticipada em 60%, no valor 94 mil euros, e que se destina à recuperação de um troço da EM 578 em Paço dos Negros devido ao entupimento do aqueduto junto à Ribeira de Muge, ampliação do aqueduto da EM 576 e ampliação do Emissário Pluvial de Benfica do Ribatejo.
A Chamusca candidatou o fornecimento da cobertura insuflável Pistelli amovível para as piscinas municipais, no valor de 38 mil euros, comparticipada a 60%, em 23 mil euros.
As últimas assinaturas, de um total de 11, com os municípios de Chamusca, Almeirim, Cadaval, Sobral de Monte Agraço e Azambuja, tiveram lugar no Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, que presidiu ao acto, na presença dos Governadores Civis de Lisboa e Santarém, António Galamba e Sónia Sanfona, respectivamente.
Ao todo, para candidaturas no valor de 9 663 770, 12 M€, o Governo atribuiu 5 798 262,14 M€, do Fundo de Emergência Municipal, aos municípios de Chamusca, Alpiarça, Sobral de Monte Agraço, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Lourinhã, Cadaval, Almeirim, Rio Maior, Torres Vedras e Alenquer.
O Governo releva a acção determinada dos autarcas envolvidos, dos Governadores Civis de Lisboa e Santarém, bem como da Protecção Civil e Bombeiros, por terem permitido, em tempo útil, o levantamento dos estragos e a acção célere da DGAL (Direcção Geral das Autarquias Locais) e da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo
«GI/GCS»
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13.10.10

 

 Mesmo que os resultados das análises levados a efeito pela Águas do Ribatejo não sejam divulgados nas facturas, por uma questão de espaço, as análises obedecem a dezenas de parâmetros.

Segundo nos informou Águas do Ribatejo é «politica da empresa informar nas facturas se houver não conformidades com valores alterados que possam colocar em causa a segurança de água». Contudo, «todas as análises são divulgadas junto da Entidade Reguladora (ERSAR)» e publicitados no sítio da empresa no item (http://www.aguasdoribatejo.com) “Qualidade”.

Para que os consumidores possam consumir água com confiança, adiantou-nos ainda a empresa que os resultados são «divulgados nos sítios dos municípios e afixados em lugares públicos em cada um dos concelhos»

Sempre que solicitado disponibiliza ainda a Águas do Ribatejo todos os «resultados numa politica de total transparência». Em breve serão disponibilizados os resultados do terceiro trimestre.

Recorde-se que fazem parte da Águas do Ribatejo, os municípios de: Alpiarça, Almeirim, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos

Por: António Centeio (Editor)

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12.10.10

É inexistente neste empresa qualquer “Plano de Segurança de Água” que possa permitir ao consumidor saber se a água que bebe tem ou não qualidade, embora a Organização Mundial de Saúde recomendar desde 2004 que as «entidades gestoras de sistemas de abastecimento público de água desenvolvam planos de segurança para garantir a qualidade da água.»

 O consumidor tem a obrigação de saber se a água que bebe é potável e se não contêm substâncias prejudiciais à saúde.

 Existem apenas três empresas que tem planos de segurança em vigor, as “Águas do Algarve”, “Águas do Cávado” e “Águas do Douro e Paiva”. A Águas do Ribatejo irá fazer parte, a médio prazo, de uma plataforma criada pelo Instituto Regulador de Águas e Resíduos cujo objectivo é que nos próximos anos seja expectável a introdução do conceito dos planos de segurança e na regulamentação a nível comunitário.

 Curiosamente mesmo com a inexistência de planos de segurança, cerca de 98 por cento da água que é consumida pelos portugueses é de boa qualidade, de acordo com o relatório Qualidade da Água para Consumo Humano em Portugal, divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) a que este jornal teve acesso

 "Noticias do Ribatejo" contactou a Águas do Ribatejo para saber as razões da falta do “Plano de Segurança de Água”. Esclareceu-nos que está a «criar condições para poder avançar para esse plano» mas ainda não tem «uma previsão para a sua implementação. Contudo o controlo de qualidade de água passa por análises feitas diáriamente no seu laboratório e num «laboratório externo certificado de acordo com a lei em vigor».

Acrescenta ainda a Águas do Ribatejo que há «uma motorização permanente da qualidade da água que disponibiliza, que será facilitada com a entrada em funcionamento dos sistemas de telegestão que permitem controlar eventuais incidentes no momento em que acontecem e desencadear mecanismo de correcção de imediato».

Até ao momento a Águas do Ribatejo nunca foi confrontada com «situações graves que pudessem colocar em causa a segurança dos consumidores» porque tem uma «preocupação constante que está reflectida na operação de limpeza e higienização que fez recentemente (noticia já publicada neste jornal) com empresa certificada, em 60 reservatórios de água nos seis município». Com este esclarecimento da Águas do Ribatejo ficamos a saber que podemos consumir água com toda a confiança.

Recorde-se que fazem parte da Águas do Ribatejo, os municpios de: Alpiarça, Almeirim, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos

 

Por: António Centeio/Editor

 

 

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8.10.10

A Águas do Ribatejo informa que procedeu à operação anual de limpeza e higienização dos reservatórios de abastecimento de água nos concelhos de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos. A operação foi efectuada por uma empresa certificada para o efeito com legitimidade para emitir certificados de limpeza.

No total dos 60 reservatórios submetidos a intervenção de limpeza e higienização 18 foram limpos em período nocturno, nas grandes concentrações urbanas, por forma a minimizar impactos na população abastecidas por esses reservatórios. Por concelho, foram limpos e higienizados os seguintes reservatórios:

- Alpiarça: 5;

- Almeirim: 8;

- Coruche: 15;

- Benavente: 9;

- Chamusca: 13

- Salvaterra de Magos: 10

O volume total dos reservatórios submetidos à intervenção de limpeza e higienização correspondente a cerca de 20 milhões de litros de água (19.440.000 litros), com a seguinte distribuição por município:

- Alpiarça: 1.545.000 litros;

- Almeirim: 2.230.000 litros;

- Coruche: 5.665.000 litros;

- Benavente: 2.975.000 litros;

- Chamusca: 3.875.000 litros;

- Salvaterra de Magos: 3.150.000 litros;

Refira-se que no Município de Benavente não foram incluídos 6 reservatórios dos sistemas de Benavente e Samora Correia, cuja limpeza está incluída na empreitada de reabilitação a decorrer actualmente.

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17.7.10

Ricardo Sardinheiro, que recentemente finalizou o Curso de Nível 2 de Treinador de Futebol na AF Santarém, volta ao Grupo Desportivo Raposense de onde saiu há 4 anos após aceitar o convite do Fazendense liderado então pelo treinador Filipe Rego e onde acabaria por tornar-se campeão distrital nessa época assegurando a consequente subida ao 3º escalão nacional. Pelo meio, antes deste regresso, passou pelo U.Chamusca (também com Filipe Rego), pelos juniores do Fazendense e pelo U.Almeirim. É um regresso a uma casa que já conhece e onde deixou saudade.

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3.7.10

Almeirim 27/Junho/2010

Cavaleiros – Joaquim Bastinhas, Rui Salvador, José Manuel Duarte, João Cerejo, Ana Batista e Marcelo Mendes.

 Forcados Amadores de Santarém e Chamusca. T

oiros – Veiga Teixeira. Fim de tarde de um início de Verão em Almeirim.

 A Praça abriu as portas ao Toiro e mais uma vez houve festa. O Solstício ofereceu dia grande também ao Grupo de Forcados Amadores da Chamusca, que se destacou pela qualidade num cartel que anunciava 6 cavaleiros e dois grupos de forcados para 6 exemplares Veiga Teixeira. O primeiro toiro em sorte para o Grupo encontrou afortunadamente como adversário da pugna Nuno Marques, o actual cabo, que mais uma vez fez jus ao título de Primus inter pares. A sua presença na arena fez silenciar o tumulto das bancadas, ao presenciarem o domínio perfeito do citar, do parar, do mandar…e o conhecimento do animal que enfrenta, permitindo-lhe uma brilhante pega consumada na primeira tentativa, com válida ajuda da restante formação. A sua galhardia deixa marca indelével, nesta tarde, ao receber o prémio de melhor pega. Ditou o Fado que o quarto toiro, em arremesso às tábuas, cortasse o cabedal da embola e que a haste esquerda surgisse nua… As bancadas, expectantes, testemunharam a tranquilidade do grupo perante o revés. O clamor que pedia o recolher do cornúpeto foi silenciado pela determinação e coragem da decisão de levar o toiro para a volta. O coração daqueles que fazem dele morada deste Grupo disparou com a mesma velocidade com que o Nuno Teixeira e o Igor Rabita saltaram para a arena. Mesmo sem o apoio dos campinos, os eleitos para a cernelha esperaram serenamente o momento exacto para subjugar o animal. O cernelheiro, intrépido, aguentou as investidas até que, com o rabejador, se conseguisse o domínio da sorte. Nesse momento explodiu a ovação das bancadas, que foi interrompida pelas investidas contra o forcado Igor na saída da pega. Passado o percalço, os dois forcados deram a volta sob uma merecida ovação. Contudo, ao Grupo ainda estava reservada outra provação. Tendo sido recolhido o quinto toiro com uma lesão no início da lide de Ana Batista, sai o sexto toiro para o grupo alternante, restando aos Amadores da Chamusca aguardar pelo Destino do toiro Sobrero para a última lide. Chegado o momento, mais uma vez a valentia do Grupo é posta à prova e a formação escolhida para a ultrapassar é encabeçada por Nuno Luís. A sua pequena estatura revelou-se grande diante da peleja, evidenciando a sua experiência ao consumar a sorte com sucesso. O reconhecimento do seu arrojo manifestou-se na ovação que recolheu na volta. Finda a corrida, misturava-se no ar de Verão a alegria e o orgulho dos que pela paixão pelos toiros e pelo Grupo ali vieram. A festa prolongou-se pelo jantar… Porém, também este momento se destacará por uma pequena intervenção de um jovem, mas nobre, forcado que, não se sentindo incomodado pelo facto de não ter pegado nesta tarde de toiros, afirmou que “aprende mais a ver pegar quem sabe, do que ser ele a pegar”. Uma lição de Humildade e uma tarde de pegas pro memoria.

Para o GFAC,

que Deus reparta sorte.

Teresa Soares

http://forcadosdachamusca.jimdo.com

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18.5.10
No próximo dia 20 de Maio terá lugar na Biblioteca Municipal de Almeirim, a partir das 21.00h, a reunião promovida pela Comissão Distrital de apoio à candidatura de Fernando Nobre aberta a todos os que queiram estar presentes e esclarecer dúvidas acerca desta candidatura. Estarão presentes alguns elementos da Comissão Distrital e voluntários do concelho de Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Coruche, Benavente e Salvaterra de Magos com o objectivo de estruturar a presença desta candidatura nestes concelhos. Para qualquer esclarecimento adicional. Tlm – 910 730 894, (Carlos Seixas Pires), ou Email : comunicacao@fernandonobre-santarem.org, ou www.fernandonobre-santarem.org
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11.5.10
A nova Unidade de Atendimento Comercial de Almeirim será aberta ao público na segunda-feira, 17 de Maio, às 09h00. O Conselho de Administração da empresa irá proceder a uma inauguração simbólica do espaço às 09h30 com a presença de um conjunto de entidades do município de Almeirim e da região. A nova unidade situada na Rua 5 de Outubro (rua do edifício da câmara), nº 78-A, apresenta uma imagem moderna e proporciona melhores condições aos colaboradores e aos utentes da ÁGUAS DO RIBATEJO no município de Almeirim. Com este investimento, a empresa garante um atendimento com maior conforto, comodidade e eficiência, seguindo o princípio de melhoria contínua do serviço prestado a mais de 100 mil utentes. A unidade de atendimento de Almeirim é a segunda a ser inaugurada, depois de Benavente e num plano que prevê a abertura de novas lojas em Alpiarça, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos e Samora Correia. Entretanto o nosso balcão virtual está disponível 24 horas por dia no sítio da empresa:www.aguasdoribatejo.com , proporcionando a realização de vários procedimentos duma forma simples e evitando deslocações. Os nossos utentes podem ainda utilizar o número azul 808202011 (custo duma chamada local) para esclarecer dúvidas e apresentar sugestões para a melhoria do serviço prestado. JUNTOS, CONSTRUÍMOS O FUTURO
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9.5.10

Os primeiros artigos escritos sobre Maçonaria pretendiam partilhar com os alpiarcenses alguns cantos e recantos desta Ordem, que muitos qualificam de secreta, desconhecendo que a reserva e a discrição são heranças de um passado histórico e, naturalmente, se prende com a maneira de ser de cada maçon. Ser maçon pertence à área da vida privada de cada um e é cada maçon que decide se revela ou não que o é. Esta vossa filha não enjeita tal qualidade, provavelmente mercê do estar escalabitano. Falo-vos hoje como uma amiga de Alpiarça.

 

Ver, ouvir e sentir as maleitas de Alpiarça apoquenta-me diariamente. Numa época em que o País sofre uma crise transversal, embora a assumamos financeira, e em que se recomenda o ressurgimento da unidade nacional, aquela que se impôs como um grito de revolta e de cidadania em tempos de revolução, quer para fazer nascer a República quer para acabar com o Estado Novo e libertar Abril, atravessa um período triste da sua própria história. Um cenário, não se sabe até onde político até onde económico, que, tudo aponta, é de à beira do abismo. O abismo decorre não dos problemas económicos – que estes resolvem-se – mas da cisão da alma alpiarcense. Como acontece nos divórcios, as contas bancárias recompõem-se mas os afectos podem ferir e até matar. E esta terra corre o risco de ficar irremediavelmente exangue.

 

Todos os dias leio depoimentos amavelmente enviados pelo António Centeio em que deparo com acesas criticas à actuação do Executivo. Espero que reconheçam que mais de vinte anos de carreira, entre a Inspecção-Geral de Finanças, vários cargos em gabinetes ministeriais e na Assembleia da Republica, e o Tribunal de Contas, me deram alguma capacidade para destrinçar o trigo e o joio. A verdade da mentira. A política e as finanças. E estou convicta de que a situação financeira da Câmara é superável.

 

Constatei pelo perfil de comentadores que Alpiarça tem grandes filhos e muitos valiosos amigos. Cada um terá competências que podem ser uma mais-valia na resolução dos problemas financeiros do Executivo. Forme-se, pois, uma “Junta de Salvação Local”. Doemos o nosso saber em prol da ressurreição económica de Alpiarça.

 

Importa, porém, para já, empreender uma outra luta séria. E essa sim, preocupa-me muito mais, porque, a não ser frutuosa, pode vir a confrontar os que são, de alma e coração, alpiarcenses, com uma verdade incontornável: a perda do sentido identitário de uma grande gente a quem tanto deve a República e a Democracia. Aquela que, antes de Abril (e ainda estamos em Maio), era conhecida como a “Moscovo Portuguesa”, pelas melhores razões (aquelas que nos enchem de orgulho), pode vir a ser conhecida, pelas piores razões, apenas mais uma “Terra Vermelha”, porque jorra, pelas suas ruas, travessas, portas e janelas, vielas e atalhos, o escarlate do sangue do povo alpiarcense.

 

Permitam-me que relembre, como vossa filha, (até para os que não compreenderam a mensagem e sobretudo para os que não a aceitaram) o lema que faz dos maçons (goste-se ou não se goste, e sobretudo para os que não gostam) um grupo de homens e mulheres que demandam um mundo melhor: SEJAM LIVRES, SEJAM IGUAIS, SEJAM FRATERNOS.

 

 A todos deixo um “abraço fraternal”. Bem-hajam.

 

Por: Anabela Melão

 

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22.3.10
ALMEIRIM – uma linha ferroviária em substituição do IC3! Mas para isso precisamos de mudar, com uma nova atitude, com novas ideias, e com uma estratégia que sirva os interesses públicos municipais da sua população. Mais uma vez, o que já se tornou habitual nos últimos anos, nenhum projecto público foi previsto para o Concelho de Almeirim, isto é no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC), constante do Orçamento para 2010,aprovado pela Assembleia da República a Almeirim foi atribuído ZERO! Na verdade, esta situação reflecte uma clara ausência de capacidade politica e técnica, de apresentar projectos de desenvolvimento estratégico para o Concelho de Almeirim, por parte da liderança política do nosso Concelho, que se encontra “dominada”pelo cálculo dos interesses e pelo oportunismo de alguns poucos, que mais tarde ou mais cedo terão que assumir as suas responsabilidades, e não só políticas, perante os danos irreparáveis causados à população do nosso Município. O exemplo mais próximo, decorreu da suspensão da construção do IC3, entre Almeirim e o Entroncamento, com a justificação da necessidade de assegurar o equilíbrio financeiro da Estradas de Portugal, o que terá conduzido a que “os autarcas de Almeirim e Chamusca estão “desgostosos” e “preocupados” com a decisão do Governo de suspender o processo da concessão Ribatejo, que inclui a construção do Itinerário Complementar (IC) 3, que consideram “estrutural” para a região”. Mas será que na defesa dos interesses da população de Almeirim precisamos de “mais betão”? Que melhorias trás tal obra para o nosso Concelho? Ou será que um grande desafio não terá de assentar na exigência de um projecto estratégico de novas acessibilidades de ligação por linha férrea entre Almeirim, Chamusca, Abrantes, Salvaterra de Magos e o novo Aeroporto de Lisboa? Só que este objectivo exige autarcas com ideias e com capacidade de defesa dos interesses públicos municipais. Aliás não deixa de ser interessante a comparação entre a atitude do presidente da Câmara do Cartaxo, na defesa e apresentação de projectos estratégicos para o seu Concelho ( veja a situação da gestão do serviço de águas em que a Câmara do Cartaxo recebe de 20 milhões de euros de investimentos em infra-estruturas, 23 milhões de euros em rendas, dos quais sete milhões à cabeça, enquanto em Almeirim, pagamos os brutais aumentos dos preços da água) e o “desleixo” e “esquecimento” a que somos votados no nosso Município de Almeirim, onde não se conhece qualquer medida, qualquer projecto com visão de futuro e de interesse Municipal – por exemplo ninguém compreende nem entende porque não foi construído o Palácio da Justiça de Almeirim? Ou será que o “jogo da petanca” é mais importante? Há alguns anos atrás, como todos recordamos, Almeirim constituiu um exemplo para outros Concelhos, no seu desenvolvimento, na criação de riqueza e no bem estar da sua população, (produção vinícola, frutícola, hortícola, industria alimentar etc), situávamo-nos nos primeiros lugares, estávamos sem dúvida no pelotão da frente – e tínhamos orgulho nisso - nos diversos indicadores económicos, sociais e de desenvolvimento. Mas o que aconteceu para que hoje estejamos bem juntos ao “carro vassoura”? O que leva a que actual liderança da autarquia não tenha capacidade, nem ideias, nem uma visão de futuro que possa corresponder ao desafio das oportunidades e das novas acessibilidades ao novo aeroporto de Lisboa, que responda eficazmente às necessidades de mobilidade das populações e do transporte de mercadorias (ex: Sumol-Compal, produtos da agricultura, “resorts” turísticos e plataforma logística etc) e no qual o caminho de ferro desempenha uma papel estruturante, na área desenvolvimento sustentável ao nível local, regional e nacional? É preciso compreender que o grande desafio que se nos coloca é de estruturar o nosso Concelho, com projectos estratégicos que valorizem as pessoas e a sua diversidade, o território e a sua localização perto do novo aeroporto de Lisboa, o património , a nossa história, os nossos valores, os elementos da memória, a cultura e o meio ambiental, com uma visão de um CONCELHO DE OPORTUNIDADES que inclui o conjunto das medidas, programas e projectos que visam contribuir, no curto, médio e longo prazo, para a fixação de famílias no Município de Almeirim, oferecendo oportunidades, tais como a habitação adequada a todos os níveis de rendimentos e uma rede de equipamentos educativos, de apoio à infância, de saúde e de cultura que melhore a qualidade de vida dos actuais residentes e que permita a fixação de novas famílias e o crescimento populacional sustentado no desenvolvimento económico e social e num meio ambiental de qualidade – temos condições naturais, geográficas e populacionais para responder a estes desafios, mas, parece-me, salvo melhor entendimento e conhecimento que, infelizmente não temos políticos locais com capacidade para responder positivamente e eficazmente a esta situação – a previsão e exigência da construção de ligações ferroviárias constitui um projecto com uma visão de futuro e que defende os interesses da população de Almeirim – infelizmente não temos uma liderança autárquica com capacidade e visão do interesse público. Posted by Armindo Bento
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coruche,ComandoTerritorial deSantarém Actividade Operacional No Distrito de Santarém, zona de acção do Comando Territorial de Santarém, este Comando registou, entre outros, os seguintes dados na actividade operacional, desenvolvida durante o período de 15 a 21 de Março de 2010. Detenções: 31 Indivíduos detidos pelos seguintes motivos: Dez detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Sete detidos em cumprimento de mandados judiciais; Sete detidos por condução ilegal de veículo automóvel; Três detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por crime de desobediência; Um detido por ofensas à integridade física de agente da autoridade; Um detido por crime de contrafacção; Um detido por crime de posse de arma proibida. Tendo sido solicitado a este Comando por vários órgãos de comunicação social regionais, passa a ser difundido por concelho a informação julgada útil. Abrantes: Um detido em cumprimento de mandado Judicial. Mação: Um detido por crime de ofensas à integridade física a agente da autoridade. Constância: Um detido por condução ilegal de veículo automóvel. Coruche: Cinco detidos por condução ilegal de veículo automóvel; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Um detido por crime de contrafacção; Um detido por crime de posse de arma proibida. Benavente: Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais; Um detido por condução ilegal de veículo automóvel; Três detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Santarém: Dois detidos por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Rio Maior: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Almeirim: Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool; Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais. Ourém: Dois detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Torres Novas: Um detido em cumprimento de mandado Judicial; Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool. Chamusca: Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal; Um detido por crime de desobediência. Vila Nova de Barquinha: Um detido em em cumprimento de mandado Judicial.
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20.3.10

 

 Depois de se ter juntado a uma das equipas de voluntários às oito horas em Almeirim, na limpeza do eucaliptal junto do Circuito de Manutenção e após almoço com voluntários na Atalaia-Vila Nova da Barquinha, a Governadora Civil de Santarém visita o Aterro da Resitejo/Eco Parque do Relvão na Carregueira/Chamusca.

Estará presente o Coordenador Distrital Mário Reis para breve balanço da jornada com a Comunicação Social

GI/GCS

 

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18.3.10

 

 
No âmbito do seu projecto de sensibilização ambiental a ÁGUAS DO RIBATEJO está a apoiar a iniciativa VAMOS LIMPAR PORTUGAL que no sábado, dia 20 de Março, vai mobilizar centenas de voluntários nos seis municípios que integram a empresa intermunicipal.
Iremos disponibilizar centenas de t-shirt’s e bonés com mensagens que perpetuam o evento aos voluntários que participem nas acções nos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos.
Saudamos os promotores da iniciativa que tem o alto patrocínio do Presidente da República, Governo Civil de Santarém e municípios da região e apelamos à participação dos nossos colaboradores e de todos os munícipes com disponibilidade para construir um futuro melhor. Tem toda a informação sobre o evento disponibilizada no sítio www.limparportugal.org. e nos sítios dos municípios da região.
ÁGUAS DO RIBATEJO. TRATAMOS BEM O AMBIENTE
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16.3.10

 

 

ARTIGO DE OPINIÃO

Hoje em Dia a Segurança, ou melhor dizendo a falta dela, é dos pontos onde existe mais unanimidade na nossa região.
 
A Profissão de Policia em Portugal não parece ser nada fácil. Vejamos então, eles estão sempre com a forte possibilidade de em perseguição apanharem um tiro Fatal, no entanto se disparam um tiro fatal para o suspeito, apanham um processo disciplinar que os pode levar à suspensão das funções ou mesmo serem presos.

Choca-me ver um caso como o que ocorreu em Alpiarça em que uma esquadra da Polícia, símbolo máximo da autoridade, é atacada violentamente ao tiro. Assim como fico escandalizado por ver polícias que atiram fatalmente contra suspeitos em fuga que não obedecem à ordem de parar dada pela policia, sofrerem casos de processos disciplinares que os levam à suspensão de funções.

Como é lógico, ninguém quer ver casos de abuso excessivo da força policial, no entanto seria de bom tom rever-se muito bem as condições em que a policia está a exercer hoje as suas funções na nossa região.

Infelizmente, não é só na legislação que os Policias estão devidamente defendidos, sempre que visitei esquadras da região reparei no estado de conservação delas. São geralmente edifícios antigos readaptados às necessidades. Penso ser urgente fazer um esforço nacional entre estado e empresas de com ainda algum capital públicos( como EDP, PT, Cimpor, e outras tantas), remodelando as esquadras de Polícia locais, para rentabilizar e dar mais condições operacionalidade a estes agentes de autoridade locais.

Também me parece que será fundamental e imprescindível o aumentar o número de Policias nos Concelhos desta zona do Ribatejo. Por exemplo quando saímos á noite para Santarém, Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Benavente, quantos Policias encontramos (com excepção da brigada de transito)? Não deveríamos encontrar mais? Serão necessários mais efectivos policiais?

Só com mais Policia e com uma nova legislação se poderá restabelecer o clima de segurança que o Ribatejo sempre viveu e precisa. Todos nós passamos ou tivemos um amigo próximo que sofreu deste flagelo do aumento da pequena criminalidade.

Aparentemente, o Ribatejo deixou de ser uma região segura, mas cabe ao estado e aos nossos governantes devolver o Clima de respeito pela autoridade que se perdeu.

Por: Paulo Paz

 

Saiba mais em: www.jornalalpiarcense.com

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8.3.10

 GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

ComandoTerritorial deSantarém

Um detido em cumprimento de mandado Judicial;

Um detido por condução ilegal de veículo automóvel.

 Salvaterra de Magos:

Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais;

Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool;

Um detido por crime de posse e tráfico estupefacientes.

 Santarém:

Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal;

Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.

 Rio Maior:

Sete detidos por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool;

Um detido por condução ilegal de veículo automóvel;

Um detido por crime de desobediência qualificada;

Um detido em cumprimento de mandado Judicial.

 Almeirim:

Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal;

 Alpiarça:

Dois detidos em cumprimento de mandados Judiciais;

Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal.

 Ourém:

Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool;

 Ferreira do Zêzere:

Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal;

Um detido por condução de veículo automóvel sob o efeito do álcool.

 Torres Novas:

Um por crime de condução de veículo furtado e posse de arma ilegal;

Um detido em cumprimento de mandado Judicial.

 Alcanena:

Um detido em cumprimento de mandado Judicial.

 Chamusca:

Um detido por condução de veículo automóvel sem habilitação legal.

 Golegã:

Um detido por condução ilegal de veículo

 

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7.3.10

O nível de cheia na bacia do Tejo estabilizou hoje, domingo, uma vez que o débito das barragens que regularizam o rio se tem mantido constante nas últimas horas, registando-se uma descida da água nos afluentes do rio.

De acordo com o comunicado do Governo Civil emitido ao princípio da tarde, a diminuição da precipitação na região leva a prever uma diminuição dos níveis das águas nos rios Nabão, Alviela, Almonda e Sorraia, que subiram devido às fortes chuvadas registadas sexta-feira e sábado.

Accionado o alerta amarelo do Plano Especial de Emergência para Cheias na Bacia do Tejo no passado dia 22 de Fevereiro, têm estado inundadas desde então, com variações dos níveis da água, a parte baixa da vila de Constância, o cais de Tancos e a avenida dos Plátanos, em Vila Nova da Barquinha (esta parcialmente).  

No concelho de Santarém, a povoação de Reguengo do Alviela está isolada desde a madrugada de 23 de Fevereiro, devido à submersão da estrada nacional 365 entre Vale de Figueira e Pombalinho, registando-se ainda lençóis de água na estrada municipal que liga a Ribeira de Santarém a Vale de Figueira.  

A EN 365 ficou ainda submersa nas últimas horas nas Assacaias e em Palhais, na Ribeira de Santarém.  

Por influência do rio Maior está submersa a EM 580-1, entre Vila Nova do Coito e Almoster, e a EN 365 na Ponte do Celeiro, e por influência do rio Alviela a estrada municipal que liga Almajões a Sobral, podendo durante o final da tarde ficar ainda submersa a estrada municipal que liga Santarém à aldeia ribeirinha de Caneiras, todas no concelho de Santarém.  

No concelho da Golegã está submersa a EN 365, na ligação à Azinhaga, em Alpiarça a EM 1369, na ligação a Torrinha e Porto da Courela, e no município da Chamusca as estradas municipais que ligam Vale de Cavalos a Santa Clara e à Chamusca.  

No concelho do Cartaxo, estão submersas a EN 3-2, entre a ponte do Reguengo e Valada, a EN 114-2, entre o Setil e Reguengo, a municipal que liga Porto de Muge ao Vale de Santarém e, parcialmente, a EN 3-3, entre Santana e Cartaxo.  

Por influência da subida do rio Maior estão ainda submersas as estradas municipais 514, entre Valbom e Assentiz, a que liga S. João da Ribeira a Vale das Mós e a que liga S. João da Ribeira a Carvalhais (esta com registo do colapso de uma pequena ponte), todas no concelho de Rio Maior.  

Devido à subida das águas do rio Sorraia, estão submersos, no concelho de Coruche, os caminhos municipais que ligam à EN 251, em Santa Justa, a EN 114-3 à EM 515 e a EN 114-3 à EN 119, bem como a EM 1456, entre Benavente e a Reta do Cabo. 

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5.3.10

O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Torres Novas, procedeu ontem ao fim do dia, à apreensão de uma viatura furtada, que se encontrava a circular com matrícula falsa e em que se fazia transportar um grupo de indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em propriedades agrícolas no Concelho de Chamusca.

Foram identificados 4 indivíduos, com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos,

residentes nos Concelhos de Chamusca e Tomar, como sendo suspeitos da autoria dos

referidos furtos.

Efectuada uma busca domiciliária à residência do principal suspeito, foram apreendidos vários  artigos tais como: uma moto 4, uma arma de caça, várias munições, diverso material informático e de som e ainda diversas ferramentas agrícolas e manuais.

Contactado o Ministério Público de do Tribunal Judicial da Golegã, este ordenou que um dos suspeitos fosse constituído arguido, outros sujeitos a termo de identidade e residência e o menor entregue à família.

 

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27.2.10

O agrupamento de centros de saúde (ACES) da Lezíria assegurou a contratação de mais um médico de família que, a partir de segunda-feira, 1 de Março, entra ao serviço no Centro de Saúde de Almeirim, concelho onde a falta destes profissionais tem sido sentida pela população nos últimos meses.

Segundo dados avançados pela CDU em Julho de 2009, depois de uma reunião com a direcção do ACES Lezíria, dos 16 lugares no quadro para clínicos, estavam ao serviço apenas nove profissionais, o que deixava qualquer coisa como 10 mil utentes sem médico de família.

“Eu sei que é pouco, mas nos tempos que vivemos, em que é extremamente difícil assegurar a contratação de médicos de família, esta vinda deve ser um motivo de regozijo”, disse Jorge Veiga Dias, eleito do PS, durante a última sessão da Assembleia Municipal de Almeirim, onde o assunto foi discutido.

Alberto Narciso, enfermeiro e membro da bancada do Movimento Independente do Concelho de Almeirim (MICA) foi eleito, nesta reunião de 26 de Fevereiro, representante da Assembleia Municipal de Almeirim no conselho da comunidade do ACES Lezíria, um órgão consultivo composto por 11 elementos, em que seis são nomeados directamente pelas assembleias dos concelhos que o compõem: Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Salvaterra de Magos, Benavente e Coruche.

A Assembleia Municipal de Almeirim elegeu ainda Joaquim Sampaio e Bastos Martins (do PS), Ana Casebre (MICA) e Helena Garrido (CDU) como os quatro representantes deste órgão na Comissão de Protecção a Crianças e Jovens do concelho, Carlos Mota e Botas Soares (PS) e Fernando Videira (MICA) para a comissão municipal de habitação e urbanismo, e ainda Manuel Bastos Martins para o conselho municipal de educação.

 

http://www.oribatejo.pt

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26.2.10

Ligeiro agravamento, hoje dia 26. Barragens espanholas e Castelo de Bode já aumentaram descargas, para além das inundações divulgadas até agora. Previsão: Agravamento do Cais de Tancos e Arrepiado e zona baixa de Vila Nova da Barquinha.

Durante a manhã de hoje, agravamento em Constância, EN 368-1, Chamusca Vale de Cavalos. À tarde: submersão em Caneiras e E.N 365-Assacaias. Inicio da Noite: eventual galgamento do descarregamento das Omnias.

GI/Governo Civil Santarém

 

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18.1.10

 

 
Os movimentos em defesa do Tejo de Portugal e Espanha, reuniram-se em 16-01-2010 em Vila Nova da Barquinha para assinar a Carta Reivindicativa Ibérica em Defesa do Tejo que representa um marco histórico por ser a primeira vez que a cidadania ultrapassa as fronteiras e geográficas definidas pelo homem e promove a acção conjunta de movimentos de cidadãos portugueses e espanhóis, unidos em torno do princípio da unidade da bacia, em defesa do rio e da água de acordo com os princípios filosóficos da nova cultura da água.
Os movimentos estão solidários no entendimento de que as populações ribeirinhas do rio Tejo de ambos os países (Portugal e Espanha) enfrentam problemas e preocupações comuns e de que a criação de redes de informação é o caminho para a colaboração e mobilização no âmbito do Tejo internacional (ibérico), inclusive com o intercâmbio de pessoas, informação, conteúdos, conhecimento técnico-científico e experiências.
Com vista a manter vivos o rio Tejo e seus afluentes, decidem:
1º Exigir o direito à água em quantidade e qualidade na bacia do Tejo, que garanta a conservação dos ecossistemas aquáticos e ribeirinhos, a sobrevivência das actividades económicas e de lazer ligadas ao rio, e a vivência das populações ribeirinhas em comunhão com os seus rios, recuperando os laços culturais que as ligam e que são parte da sua identidade.
2º Recusar a política de transvases em Espanha, incluindo os transvazes existentes e previstos, por considerar que devem implementar-se alternativas aos transvazes baseadas no uso eficiente e na gestão da procura da água nas bacias receptoras, recorrendo preferencialmente a medidas não estruturais, com a finalidade de promover a substituição progressiva e TOTAL dos transvases, e o encerramento definitivo do Transvase Tejo - Segura.
3º Exigir a imediata supressão da reserva de 1.000 hm3 para transvases do Tejo prevista no Convénio de Albufeira visto que não existem estes excedentes na bacia hidrográfica do Tejo e que os transvases dessa dimensão contrariam quer a lei espanhola, quer a Directiva Quadro da Água (DQA).
4º Requerer a revisão do regime de caudais definido no Convénio de Albufeira no âmbito do actual processo de planeamento da gestão da região hidrográfica do Tejo, visto que deverá:
obedecer à normativa comunitária, nomeadamente, à Directiva Quadro da Água (DQA), visto tratar-se de um acordo entre dois Estados Membros;
ser submetido à participação pública activa, a reforçar nos planos de gestão da região hidrográfica do Tejo, de acordo com a DQA, visto ser um elemento estrutural desses planos da bacia;
contemplar a regulação quantitativa do caudal de chegada ao mar e o respectivo impacte na erosão costeira; e,
implementar um sistema de monitorização permanente e online de qualidade e de caudais que permita o acompanhamento público do cumprimento dos objectivos de qualidade e do regime de caudais ao longo de toda a bacia hidrográfica do Tejo.
5º Apresentar uma queixa à Comissão Europeia por considerar que não foi avaliado o Impacto do Transvase Tejo – Segura sobre o estado ecológico do rio Tejo e que a política de transvases do Tejo em Espanha conduz a uma deterioração do bom estado das águas e coloca em risco o cumprimento da legislação comunitária na bacia hidrográfica do Tejo em Portugal e Espanha;
6º Solicitar à Comissão Europeia que promova a realização de um estudo de avaliação do impacte ambiental estratégico da política de transvases em Espanha tendo especialmente em conta o bom estado das águas e, consequentemente, a capacidade de Portugal e Espanha cumprirem os objectivos da DQA em 2015, à semelhança da avaliação que já efectuou sobre o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico do Estado português.
Entre muitos participantes que assistiram ao acto da assinatura da Carta Reivindicativa Ibérica em Defesa do Tejo, estiveram presentes:
- Mário Santiago – Presidente da Assembleia Municipal de Alpiarça
- Carlos Jorge Pereira – Vice-Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça
- Celestino Brasileiro – membro da AIDIA e da Assembleia Municipal de Alpiarça

Momento da Intervenção de João Serrano (primeiro a contar da direita), vice-presidente do Conselho Deliberativo do movimento ProTejo e membro da

 

 

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12.1.10

Cada médico cubano contratado pelo Estado português recebe apenas 500 euros por mês dos cerca de 2500 euros de salário pago pelo Ministério da Saúde através do governo de Cuba. Quinze euros vão para as famílias e o restante, cerca de 2000 euros, vão directos para os cofres do Estado cubano, ou seja, 80 por cento do salário vai para o regime de Havana. Cabe às autarquias muitos dos encargos com estes médicos, como rendas de casa, transportes e facturas de água e de luz.
O Governo português está satisfeito com o negócio, porque resolveu o problema da falta de médicos, e Cuba recebe divisas. A situação choca os clínicos portugueses, mas os visados não se queixam e remetem-se ao silêncio.

Inicialmente os médicos cubanos recebiam 300 euros, o equivalente ao que recebem no seu país, mas o custo de vida em Portugal obrigou Cuba a pagar-lhes 500 euros mensais.

Para muitos médicos portugueses, as condições dos cubanos são desumanas. Carlos Santos, dirigente do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), declarou ao CM que o assunto já motivou a reclamações às Autoridades Regionais de Saúde do Alentejo e Algarve, regiões que acolhem a maioria dos 44 médicos cubanos, em Portugal desde Agosto de 2009.

A maioria destes médicos não quer falar à imprensa por "não estar autorizada", segundo confidenciou ao CM um dos clínicos.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro, nega ao CM que haja discriminação. "O Estado português paga em iguais condições aos médicos cubanos como a qualquer outro médico de família estrangeiro ou português a fazer 40 horas semanais. E paga horas extra se forem feitas." Quanto ao magro rendimento, Pizarro sublinha que "o Governo português não tem nada a ver com a forma como o pagamento da remuneração é feita por Cuba aos médicos."

Aqueles médicos têm habitação e transporte garantidos pelos municípios das regiões onde estão colocados. A Câmara de Alpiarça, por exemplo, suporta uma despesa de 350 euros pela renda da casa onde habitam os dois médicos cubanos que ali prestam serviço. E paga ainda as facturas da água, electricidade, gás, televisão e internet.

A braços com sete mil utentes sem médico de família, a autarquia viu-se obrigada a aceitar os encargos para não correr o risco de os profissionais cubanos serem colocados em outros concelhos.

http://www.correiodamanha.pt/

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6.1.10

 

O Conselho de Ministros aprovou na passada quarta-feira uma resolução que permite o financiamento a 50% a fundo perdido para o restabelecimento das explorações agrícolas, agro-pecuárias e florestais afectadas pelo temporal que atingiu os distritos de Leiria, Lisboa e Santarém no dia 23 de Dezembro.

Este financiamento pode ser acumulado com outros apoios, designadamente com a utilização de uma linha de crédito de 50 milhões de euros com juros bonificados, destinada aos sectores agrícola e pecuário, tendo em vista o financiamento de operações de investimento, reforço de fundos de maneio e financiamento de tesouraria. Esta linha de crédito tem um prazo de reembolso alargado até seis anos e carência de capital até dois anos.

As associações representativas do sector agrícola da região Oeste receiam que os agricultores se venham a endividar, na tentativa de recuperarem dos prejuízos. A burocracia para obtenção dos apoios é outra crítica que fazem.

O negócio já não estava bom antes da intempérie e os agricultores queixavam-se de não terem capital, por isso é importante que o dinheiro disponibilizado pelo Estado venha antes de se realizarem as obras para repor as estruturas destruídas”, afirmou Horário do Carmo, vice-presidente da Associação Interprofissional de Horticultura do Oeste, comentando as medidas aprovadas pelo Conselho de Ministros.

Para o dirigente agrícola, cuja associação representa mais de 300 horticultores do Oeste, o apoio estatal “é melhor do que nada”, mas só será eficaz “se nos deixarem controlar a gestão dos processos para evitar a burocracia e para que a ajuda venha rápido”.

Por outro lado, adiantou, “vamos ver se arranjamos uma garantia bancária para podermos ter acesso a crédito para os restantes 50% que é por conta dos agricultores”.

Horácio do Carmo admitiu que “os agricultores mais velhos, com mais de 50 anos, podem já não ter vontade de continuar a actividade”, mas, reconheceu, “não têm outras alternativas, porque não têm habilitações para trabalharem na área dos serviços”.

José Felipe, secretário do vereador do desenvolvimento rural em Óbidos, onde foram contabilizados prejuízos de um milhão de euros em oito hectares de estufas de horticultura e floricultura, defendeu que o Ministério da Agricultura “devia aligeirar” os formulários de candidatura aos apoios. “É uma complicação e pedem uma série de certificados disto e daquilo que os agricultores vão ter dificuldades em arranjar rapidamente”, sustentou.

Pode ser um presente envenenado”, alerta Feliz Alberto Jorge, presidente da Associação de Agricultores do Oeste. “Faz falta um Banco da Agricultura, como existe noutros países europeus, para servir de intermediário e garantir financiamento em condições favoráveis, para os agricultores não estarem dependentes de bancos comerciais, que só visam o lucro”, sublinha.

O dirigente agrícola argumenta que “já temos experiência de outras linhas de crédito e se não houver uma negociação séria envolvendo Governo e bancos, o dinheiro dos agricultores é engolido para pagar os juros às entidades bancárias”.

Os agricultores vendem os artigos a preços abaixo do custo de produção e já tiveram de recorrer à banca e estão descapitalizados. Agora estão sem produtos para realizar receitas e não será fácil arranjar os 50% que faltarão para pagar os prejuízos”, alega, criticando também “a série de exigências colocadas para aceder aos apoios do Estado”.

O anúncio de algumas medidas de apoio na comunicação social antes de ser comunicadas às associações mereceu igualmente críticas.

Os horticultores apontam que a reposição das estufas destruídas irá demorar “no mínimo um ano”.

O formulário de candidatura aos apoios estatais encontra-se disponível no sítio na Internet da Direcção Regional de Agricultura de Lisboa e Vale do Tejo.

 

Francisco Gomes/Jornal das Caldas

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3.1.10

 

No final do primeiro dia de 2010 foi desactivado o plano de cheias do Tejo, por determinação de Sónia Sanfona, Governadora Civil de Santarém. Na base desta decisão, está a pouca precipitação prevista para as próximas horas e a queda de nível dos caudais em Almourol, Vila Nova da Barquinha e Ómnias, em Santarém.

 

 

Desta forma, o rio Tejo e afluentes vão voltar progressivamente ao seu leito normal podendo, no entanto, haver registo para algumas situações de submersão por dificuldades locais de drenagem. Nesta fase, ainda há ligeira submersão da Estrada Nacional 365, na ponte do Alviela, assim como na Estrada Municipal 1338, na rua dos Alcaides, em São Vicente do Paúl. Já no concelho do Cartaxo, há registo da submersão da Estrada Nacional 114-2, entre Setil/Reguengo, por dificuldades de drenagem. Pelos mesmos motivos, a Estrada Nacional 3-2, entre Reguengo e Valada, também se encontra submersa. A título de curiosidade, refira-se que é necessário recuar até 2000 para dar conta de um Dezembro mais chuvoso do que este último.

http://www.radiohertz.pt/

 

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28.12.09


 
   

Do conjunto de presidentes de câmara da Lezíria do Tejo, todos os que têm filhos em idade de trabalhar têm descendentes a trabalhar na Águas do Ribatejo (AR), empresa intermunicipal detida de capitais exclusivamente municipais, e na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). Nesta situação estão três filhos dos presidentes de câmara de Almeirim, Benavente e Chamusca respectivamente.

 

O presidente do conselho de administração da empresa e simultaneamente presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), diz que os filhos de autarcas a trabalhar na AR é uma gota de água no conjunto dos funcionários da empresa.

 

A filha do presidente da Câmara de Almeirim já trabalha há algum tempo na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, que liderou o processo de constituição da empresa Águas do Ribatejo. O filho do presidente do município da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU), também trabalhava na comunidade mas foi transferido para a empresa. O filho do presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão (CDU), que é também vice-presidente do conselho de administração da empresa responsável pela gestão das águas e saneamento públicos em seis municípios, entrou após esta ter entrado em funcionamento.

http://www.omirante.pt/

 

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15.12.09

 

Os dois vereadores que representam a Oposição na Câmara Municipal de Almeirim, o vereador eleito pelo Movimento Independente, Francisco Maurício e o vereador da CDU, José Aranha Figueiredo aproveitaram o período antes da Ordem do Dia da última reunião pública de 7 de Dezembro para reclamar dos valores das últimas facturações do abastecimento de água, saneamento e recolha de resíduos. Desde que a facturação passou a chegar a casa dos consumidores por intermédio da empresa intermunicipal que agora garante toda a gestão desta área que a conta mensal não tem parado de aumentar o que, para Francisco Maurício, está a deixar os munícipes descontentes « O descontentamento, entre a população é muito grande e a Câmara continua teimosamente a não querer dar explicações. Postura diferente teve o Presidente da Câmara da Chamusca que se comprometeu a marcar uma reunião pública com a presença de responsável das Águas do Ribatejo. Sugiro que o nosso Executivo faça o mesmo, esta sobre facturação começa a ter indícios de escandalosa». Já Aranha Figueiredo apontou a “irregularidade da leitura dos contadores que tem sido feita mais por estimativa do que no local” como uma das causas para o “acréscimo significativo da facturação o que beneficia as Águas do Ribatejo mas também a Câmara que recebe mais pela tarifa dos resíduos. Na nossa opinião, o Presidente deveria dar uma explicação desenvolvida do que se está a passar e se possível fazer alguma coisa enquanto presidente das Águas do Ribatejo”. Quando questionado sobre a matéria, Sousa Gomes leu um comunicado emitido pela Empresa com o objectivo de esclarecer os consumidores:« a última factura emitida tem por base as leituras actualizadas depois da emissão de várias facturas com estimativas de consumo. Os escalões de consumo foram ajustados automaticamente ao período de contagem para que não resulte nenhum prejuízo para o cliente. A empresa sugere que os clientes actualizem as leituras dos seus conta-dores através do telefone 808 202 011 de modo a não deixarem acumular consumos e a controlarem com regularidade o custo da água.»

http://www.almeirinense.com/

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12.12.09

A alegria que permanece

O Natal anuncia-se próximo com iluminações e enfeites das ruas, cânticos, compras, prendas, gestos de solidariedade, convívio familiar. As pessoas e o ambiente parecem mais humanos e fraternos, a vida mostra mais encanto. Respira-se uma alegria interior, serena, contagiante. Num mundo frio e egoísta bem precisamos da mensagem do Natal. Por isso, muitas pessoas manifestam a vontade de que o Natal permaneça e não seja apenas uma data passageira.

De facto, este período propõe fraternidade, paz, alegria e esperança. São atitudes e valores que correspondem aos anseios profundos do coração humano. Mas, frequentemente, sentimos a sua ausência. Sofremos com o individualismo, a desconfiança mútua, o desânimo, a solidão, a agressividade. Precisamos do Natal sempre. Nesse sentido vai a minha mensagem: façamos Natal todos os dias. De facto, Jesus nasceu para nos ensinar o caminho da paz e da alegria como um estilo de vida permanente.

Se formos à origem do acontecimento concluímos, realmente, que o Natal veio para ficar e criar uma situação nova: “O verbo incarnou e habitou entre nós”. Deus fez-se humano e apresentou-se no nosso meio, na humildade e na simplicidade de uma criança. Trouxe-nos a vida plena, a luz, a verdade. Com a Sua vinda oferece ao mundo mais fraternidade e esperança, mais encanto e beleza. Todos podemos dar um contributo para pôr em prática o Natal.

Vamos aprender na fonte a viver o Natal. Aproximemo-nos com renovada admiração do presépio para colher a mensagem desta representação do acontecimento histórico: No centro, uma criança estende-nos os braços e sorri. Aprendamos a estender os braços e a sorrir, vencendo a desconfiança que nos fecha aos outros. A alegria do menino aparece associada ao acolhimento e dedicação dos pais. Dediquemo-nos e defendamos também a união estável da família, alicerçada no amor e santificada pelo sacramento do matrimónio, como berço e ambiente para o desenvolvimento harmonioso dos filhos. Ao presépio acorrem variadas personagens em atitude de louvor e de oferta de dons. Saibamos partilhar o nosso afecto, a nossa atenção e os nossos bens com os que nos rodeiam, sobretudo com os mais carentes.

A alegria do Natal é, portanto, a alegria das realidades simples e essenciais da vida que resistem ao desgaste do tempo e unem as gerações: da simplicidade que denuncia uma cultura de fachada; da fraternidade que se traduz no acolhimento e no serviço e vence o individualismo; da paz que contraria a agressividade; do dom que renuncia ao egoísmo. O presépio irradia calor humano num tempo árido e fechado: É a alegria que permanece e vence a monotonia e a secura da vida. Procuremos dar o nosso contributo para que seja sempre Natal.

+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

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8.12.09

 

O Núcleo Regional do Sul Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) está a desenvolver nos concelhos da sua área de influência (concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Santarém, Leiria e Setúbal), uma intensa campanha de rastreio de cancro da mama, sendo que as mulheres entre os 45 e os 69, o público –alvo deste Programa Nacional.

Na sua missão de sensibilização para a efectivação deste rastreio, como interveniente com responsabilidades informativas e como agente na área da saúde pública, a Câmara Municipal de Benavente alia-se à LPCC e prestam a seguinte informação: 
 

MEIOS PARA O RASTREIO DO CANCRO /OBJECTIVOS

A prevenção das doenças do foro oncológico é uma das principais actividades do Núcleo Regional do Sul (NRS) da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Nesta imensa área de intervenção sobressai o Rastreio do Cancro da Mama, que integrado no Plano Oncológico Nacional e Programa Europeu Contra o Cancro, tem, como objectivos primordiais, a redução da letalidade da doença pois, através do diagnóstico atempado, é possível encontrar formas adequadas de tratamento, bem como melhorar a qualidade de vida dos pacientes, pois, a detecção precoce da doença permite encontrar meios menos agressivos para a debelar.

Para a consecução deste programa são utilizadas unidades móveis e fixa, guarnecidas por técnicas credenciadas em radiologia, que executam os respectivos exames às mulheres (convidadas, através de carta personalizada, a participar) com idade compreendida entre os 45 e os 69 anos, grupo etário a que se destina o rastreio.

O NRS dispõe dos seguintes meios para, na sua área de influência, exercerem de forma consistente o referido rastreio: 
 

  • 7 Unidades móveis, apetrechadas com equipamentos de mamografia, digitalizador de imagens mamográficas, técnicas de radiologia e pessoal administrativo, que se deslocam nos concelhos dos distritos de Beja, Évora, Leiria, Portalegre, Santarém e Setúbal. Em breve, outros distritos serão, igualmente cobertos;
  • 1 Unidade fixa – Santarém, apetrechada de forma igual às unidades móveis;
  • 1 Centro de Leituras e Aferições (CLA), sito em Lisboa, “coração” do rastreio, equipado com aparelhos de leitura de radiografias (mamografias), ecógrafo, mamógrafo e outros equipamentos médicos que permitem acurar o diagnóstico.

Existe ainda uma equipa de 5 médicos radiologistas que asseguram a leituras dos exames (segundo o método da dupla leitura cega) e efectuam outros exames complementares de diagnóstico, nos casos em que o exame radiológico não é conclusivo. 
 

O rastreio no Concelho de Benavente decorrerá, salvo alguma contrariedade: 
 

  • Junto ao Centro de Saúde de Benavente entre 10 de Dezembro de 2009 e 06 de Janeiro de 2010;
  • Junto ao Centro de Saúde de Samora Correia a partir de 18 de Janeiro de 2010 até data a definir.

 
 

Os exames de rastreio e as consultas de aferição em Lisboa são, totalmente grátis para as mulheres que participam neste rastreio do cancro da mama.  
 
 

Sem outro assunto de momento

Com os melhores cumprimentos 
 

                                        O Presidente da Câmara Municipal 
 
 

                                           (António José Ganhão) 
 

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É engraçado. sou scalabitana e com funções na autarquia capital de distrito, que é uma Autarquia que se gaba da sua proximidade com os eleitores, nomeadamente através do Sr. Presidente Moita Flores, mas tenho que dizer que ao contrario do que este comentador escreveu, Alpiarça é provavelmente o concelho do distrito que mais uso faz das novas formas de comunicação para se aproximar dos seus eleitores. Se isso é distanciamento, o que dizer do resto.

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7.12.09

 

 
Tendo chegado ao conhecimento da empresa Águas do Ribatejo EIM vários relatos de alegados erros na facturação, vem a AR esclarecer que, no superior interesse do cliente/utilizador, a última factura emitida tem por base as leituras actualizadas depois da emissão de várias facturas com estimativas de consumo. Os escalões de consumo foram ajustados automaticamente ao período de contagem para que não resulte nenhum prejuízo para o cliente/utilizador. Na factura estão descritos os procedimentos adoptados. A AR está disponível para prestar todos os esclarecimentos nas unidades de atendimento comercial descentralizadas nos seis municípios e na sua sede em Santarém. Pode ainda solicitar informações através do telefone 243 303 900 ou do e-mail:geral@aguasdoribatejo.com.
A AR sugere que os clientes/utilizadores actualizem as leituras dos seus contadores através do telefone 808 202 011 de modo a não deixarem acumular consumos e a controlarem com regularidade o custo da água, permitindo detectar eventuais perdas e adoptar comportamentos que evitem o desperdício. Trata-se de um bem precioso que urge preservar.
A AR é uma empresa formada pelos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Coruche, Chamusca e Salvaterra de Magos que são os únicos accionistas da sociedade sem fins lucrativos, que visa prestar um serviço público de qualidade na gestão dos recursos hídricos e no tratamento das águas residuais, a uma população com mais de 100 mil utentes. Os preços praticados representam o mínimo recomendado pelas entidades do sector e existe ainda isenção ou redução do pagamento de quota de serviço para clientes que provem a sua situação de carência financeira. Em breve entra em vigor um tarifário de valor reduzido dirigido às famílias numerosas com cinco ou mais elementos.
A AR disponibiliza ainda a possibilidade de instalação de um segundo contador para uso que não dê origem a águas residuais e cujos consumos têm um custo mais reduzido. Sobre a cobrança de taxa de saneamento em locais onde não existe rede pública de águas residuais, a AR está a reembolsar os clientes que apresentam reclamação fundamentada.
A AR reconhece algumas dificuldades no atendimento dos clientes que estamos a solucionar de modo a responder com celeridade e eficiência aos vários pedidos de esclarecimento. Contudo o número de pedidos, sendo significativo, representa cerca de um por cento dos 55 mil clientes.
A AR está a fazer um investimento superior a 80 milhões de euros no sistema de abastecimento de águas e nas redes de saneamento que se irá traduzir numa melhoria da qualidade de vida das populações que servimos.

Informação ao Consumidor
Linhas AR
(Seg. a Sex. 9-13h/14-18h)
Atendimento Geral
243303900
Comunicação de Leituras 808202011
Comunicação Roturas na Via Pública 808202011
Faltas de Água
243303900
Fax
243303949
e-mail: geral@aguasdoribatejo.com
Faltas de Água/Prevenção
(fora do horário de expediente)
Almeirim
927803370
Alpiarça
927803371
Benavente
927803372
Chamusca
927803373
Coruche
927803374
Salvaterra de Magos
927803375

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4.12.09

              

 

            Esclarecimento da facturação das Águas do Ribatejo  
 
 

Tendo chegado ao conhecimento da empresa Águas do Ribatejo EIM vários relatos de alegados erros na facturação, vem a  AR esclarecer que, no superior interesse do cliente/utilizador, a última factura emitida tem por base as leituras actualizadas depois da emissão de várias facturas com estimativas de consumo. Os escalões de consumo foram ajustados automaticamente ao período de contagem para que não resulte nenhum prejuízo para o cliente/utilizador. Na factura estão descritos os procedimentos adoptados. A AR está disponível para prestar todos os esclarecimentos nas unidades de atendimento comercial descentralizadas nos seis municípios e na sua sede em Santarém. Pode ainda solicitar informações através do telefone 243 303 900  ou do e-mail:geral@aguasdoribatejo.com.

A AR sugere que os clientes/utilizadores actualizem as leituras dos seus contadores através do telefone 808 202 011 de modo a não deixarem acumular consumos e a controlarem com regularidade o custo da água, permitindo detectar eventuais perdas e adoptar comportamentos que evitem o desperdício. Trata-se de um bem precioso que urge preservar. 

A AR é uma empresa formada pelos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Coruche, Chamusca e Salvaterra de Magos que são os únicos accionistas da sociedade sem fins lucrativos, que visa prestar um serviço público de qualidade na gestão dos recursos hídricos e no tratamento das águas residuais,  a uma população com mais de 100 mil utentes. Os preços praticados representam o mínimo recomendado pelas entidades do sector e existe ainda isenção ou redução do pagamento de quota de serviço para clientes que provem a sua situação de carência financeira. Em breve entra em vigor um tarifário de valor reduzido dirigido às famílias numerosas com cinco ou mais elementos.

A AR disponibiliza ainda a possibilidade de instalação de um segundo contador para uso que não dê origem a águas residuais e cujos consumos têm um custo mais reduzido. Sobre a cobrança de taxa de saneamento em locais onde não existe rede pública de águas residuais, a AR está a reembolsar os clientes que apresentam reclamação fundamentada.

A AR reconhece algumas dificuldades no atendimento dos clientes que estamos a solucionar de modo a responder com celeridade e eficiência aos vários pedidos de esclarecimento.    

A AR está a fazer um investimento superior a 80 milhões de euros no sistema de abastecimento de águas e nas redes de saneamento que se irá traduzir numa melhoria da qualidade de vida das populações que servimos.        
 
 
 Para qualquer esclarecimento adicional colocamos ao vosso dispor o Gabinete de Comunicação das Águas do Ribatejo através do telefone 243 303 900 ou do e-mail: nelson.lopes@aguasdoribatejo.com

   

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28.11.09

 

BIR - Julgamento Benavente 02(2)

O juiz de instrução criminal do Tribunal de Santarém decidiu não colocar em prisão preventiva nenhum dos quatro suspeitos de vários assaltos a máquinas de tabaco por toda a região do Ribatejo, que foram detidos na quinta-feira de manhã, em Almeirim.

Dois deles ficam obrigados a apresentar-se três vezes por semana no posto policial da sua área de residência, o Montijo, ao passo que os outros vão aguardar julgamento apenas sujeitos a termo de identidade e residência.

Um dos elementos do gang “é altamente cadastrado e já cumpriu pena efectiva de prisão”, disse ao nosso jornal fonte da GNR, e todos eles já estavam referenciados pelas autoridades em outros inquéritos a crimes.

Os arguidos, com idades entre 17 e os 26 anos, começaram por abastecer dois carros roubados num posto de combustível em Vale de Cavalos, Chamusca, de onde se vieram embora sem pagar.

Após a denúncia do proprietário, foram perseguidos na EN 118 pela GNR de Alpiarça até chegarem à Avenida da Zona Norte, em Almeirim, onde foram interceptados pelo Pelotão de Intervenção Rápida (PIR) da GNR, que atravessou uma carrinha à frente dos fugitivos.

Encurralados, ainda tentaram a fuga a pé para uma zona de mato junto à fábrica da Compal, mas foram capturados pelos elementos da PIR.

A GNR apreendeu os dois carros, um Opel furtado na Amadora há cerca de uma semana e um Honda roubado em Santarém na quarta-feira de madrugada, e recuperou duas máquinas de tabaco, várias ferramentas usadas para cometer os crimes.

Para já, os arguidos estão acusados de dois assaltos na Chamusca e no Tramagal, concelho de Abrantes, cometidos a 24 e 26 de Novembro.

Mas a GNR prossegue as investigações para descobrir se o mesmo gang é responsável por dezenas de crimes do mesmo género cometidos no distrito de Santarém.

http://www.oribatejo.pt/

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20.11.09

 

 

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O Hospital de Santarém vai ter uma Unidade de Radioterapia a partir do último trimestre de 2010, o que vai obrigar à mudança do local das consultas externas a partir de 02 de Dezembro. Em obras estão também as urgências, que passam a funcionar em pré-fabricados.

O presidente do Conselho de Administração do Hospital de Santarém, José Josué, disse à agência Lusa que 2010 será um ano de “relançamento” desta unidade de saúde, construída há 25 anos.

A par das obras no Serviço de Urgências, iniciadas a semana passada e orçadas em 7 milhões de euros (70 por cento dos quais suportados por fundos comunitários), será construída a Unidade de Radioterapia, num investimento da ordem dos 13 milhões de euros, “100 por cento privado”.

O parceiro privado vai construir a Unidade de Radioterapia no local actualmente ocupado pelas Consultas Externas do Departamento Cirúrgico, tendo em contrapartida que construir instalações novas para este serviço.

A Unidade de Radioterapia terá um custo estimado entre os 8 e os 9 milhões de euros e a construção das novas instalações para as consultas externas custará ao parceiro privado 4 a 5 milhões de euros.

Com o arranque das obras, previsto para o início de 2010, as Consultas Externas do Departamento Cirúrgico passam a realizar-se, a partir do próximo dia 02 e nos oito a 10 meses que durarem as obras, no 10.º piso do Hospital, que esteve alugado a uma clínica privada até Julho último, disse a mesma fonte.

Esta localização, que obriga ao uso do elevador, implica um condicionamento do acesso, pelo que o hospital está a informar, por escrito, as pessoas com consultas agendadas, apelando a que cheguem à hora marcada e apenas com um acompanhante, indo colocar um visor no rés-do-chão com informação sobre o andamento das consultas, afirmou.

O parceiro privado vai construir “um piso e meio”, num total de 1.800 metros quadrados, para acolher os gabinetes de consulta e os meios complementares de diagnóstico e terapêutica, adiantou.

A Unidade de Radioterapia do Hospital de Santarém vai integrar a Rede Oncológica Nacional, posicionando-se como “unidade de excelência” numa região habitada por meio milhão de pessoas, afirmou.

O Hospital de Santarém deu início, a semana passada, à obra de ampliação e requalificação do Serviço de Urgência, nesta primeira fase destinada à construção do complexo pré-fabricado que irá garantir o atendimento enquanto decorrem os trabalhos, que têm conclusão prevista para o final de 2010.

A estrutura pré-fabricada, que terá um custo de 1 milhão de euros, estará em funcionamento em Fevereiro, assegurando José Josué que está a ser feito “tudo para que fiquem salvaguardadas todas as condições de atendimento”.

“O serviço actual (concebido há 25 anos para uma procura de 50 mil doentes ano) estava de tal forma desajustado (a procura é actualmente superior a 130.mil doentes/ano) que seguramente teremos melhores condições”, afirmou.

Quando as obras ficarem concluídas, o Hospital terá que fazer um “reordenamento interno”, disse José Josué, admitindo que o 10.º piso possa eventualmente dar apoio ao Departamento Médico, considerada uma das áreas “mais críticas”, com taxas de ocupação acima dos 100 por cento.

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Candidatura Sónia Sanfona 01

A ex-candidata do PS à Câmara de Alpiarça e ex-deputada Sónia Sanfona foi a escolhida para o cargo de governadora civil de Santarém, sucedendo a Botas Castanho.

Sónia Safona torna-se aos 37 anos a primeira mulher a assumir esta função no nosso distrito. Sónia Sanfona é advogada de formação e assumia agora o cargo de vereadora na Câmara de Alpiarça que deixou escapar para a CDU nas últimas eleições autárquicas.

Sublinhando o papel dos governos civis na ligação das regiões que representam com o Governo central, Sónia Sanfona disse ser seu objectivo imediato trabalhar em prol do distrito, procurando dar-lhe “a visibilidade e o relevo que merece” para que seja “exemplar e uma referência nacional”.

Sónia Sanfona disse sentir-se preparada e motivada para responder aos “desafios estruturantes” que se colocam a quem desempenha o cargo de governador civil, realçando o papel destas estruturas em matéria de prevenção rodoviária, protecção civil, relacionamento institucional e com o movimento associativo, áreas que considerou poderem ser “motor de uma região”.

Sónia Sanfona refutou ver na sua nomeação, aprovada hoje em Conselho de Ministros, uma “lógica de lugares de compensação”.

A ex-deputada foi criticada publicamente por, juntamente com Ana Gomes, ter contestado a sua exclusão da lista de candidatos à Assembleia da República por concorrer ao mesmo tempo à presidência da Câmara Municipal de Alpiarça, município que o PS perdeu para a CDU nas autárquicas de 11 de Outubro.

Sónia Sanfona disse ainda que o facto de se perder uma autarquia em eleições “não pode ser um hadicap para qualquer político”.

“Sei que teria condições para fazer um bom trabalho e ser uma boa presidente de Câmara. A população assim não entendeu, decisão que respeito”, disse, adiantando que vai assumir as funções de governadora civil “com o mesmo ânimo e determinação” com que sempre se envolve em tudo o que faz.

“Com todo o respeito pelos que me criticam, há desafios para assumir”, disse, sublinhando a confiança que é depositada em si pelo Governo e pelo partido que apoia.

Defensora da regionalização, Sónia Sanfona disse à Lusa que o futuro dos governos civis dependerá do modelo de um projecto que tem ainda um tempo e um caminho para percorrer.

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18.11.09

 

O W Shopping, centro comercial gerido pela Multi Mall Management, lançou o concurso de Natal: «Mistério no W Shopping». O concurso, no qual os visitantes do W Shopping se podem habilitar a ganhar um prémio no valor de cinco mil euros em compras, já começou no dia 14 de Novembro. Para vencer o prémio, terão de conseguir decifrar até ao próximo dia 5 de Janeiro de 2010, o «Mistério do W Shopping».

 

 

As compras no valor de 15 euros e múltiplos transformam-se em participações. A cada participação é fornecida uma pista. Quantas mais vezes participarem, mais possibilidades os participantes terão de ser o grande vencedor do concurso «Mistério do W Shopping». No decorrer do concurso serão dadas algumas pistas aos participantes que poderão ajudá-los a desvendar o misterioso enigma. As pistas vão estar espalhadas pelo W Shopping, vão estar disponíveis em jornais locais e no Facebook em «W Mistério de Natal». Sozinho ou com a ajuda da família, siga as pistas e divirta-se a desvendar o grande Mistério do W Shopping. O importante é dedicar atenção TOTAL aos mínimos detalhes de cada pista. Quer uma pista? O W vai ser o Centro de toda a acção. Para obter mais informações acerca deste concurso de Natal «Mistério no W Shopping», dirija-se ao Balcão de Informações do W Shopping.

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10.11.09

O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira – se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.

 

Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.

O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caíam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.

Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano.

Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal:

Nos grandes ninguém toca.

In: Jornal de Notícias - 02-11-2009

 

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9.11.09

 

 O estudo de impacte ambiental do IC3 entre Vila Nova da Barquinha e Chamusca não prevê “impactes significativos”

 

Até 22 de Dezembro está a decorrer o prazo de consulta pública do estudo de impacte ambiental do IC3 entre Vila Nova da Barquinha e Chamusca.
São 11 quilómetros e meio divididos em dois sublanços: Vila Nova da Barquinha / Golegã, em fase de estudo prévio, com cerca de 6 quilómetros; e Golegã / Chamusca, em fase de projecto base, com cerca de 5,5 quilómetros.
O projecto, que contempla duas alternativas de traçado, ou a nascente da EN365 ou a poente, prevê uma nova Travessia do Tejo que vai substituir o Dique dos Vinte e a centenária ponte de ferro que liga Golegã à Chamusca.
Segundo os técnicos que fizeram o estudo de impacte ambiental o projecto é “ambientalmente viável, não se prevendo impactes significativos provocado pela construção ou pelo funcionamento da via”.
Este troço do IC3 passa pelos concelhos de Vila Nova da Barquinha, Entroncamento, Golegã e Chamusca, em cujas Câmaras Municipais o estudo pode ser consultado.
Toda a documentação sobre o estudo pode ser consultada aqui:
http://www2.apambiente.pt/IPAMB_DPP/publico/eia_rnt.asp?id=1459

  http://www.otemplario.pt/

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As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo.

O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.

O estudo divide os 51 municípios da região em cinco zonas principais - Grande Lisboa (oito concelhos do Norte da área metropolitana), Península de Setúbal (nove municípios da AML), Lezíria do Tejo, Médio Tejo e Oeste -, com desigualdades demográfica e económico-social, mas sujeitas a uma polarização metropolitana.

Em 2006, estas 51 câmaras geraram uma receita total de 2303 milhões de euros, valor que subiu cinco por cento no ano seguinte, enquanto as despesas aumentaram dois por cento. O decréscimo proporcional no investimento está relacionado com a diminuição de fundos comunitários.

Os autores do estudo, concluído no passado Verão, avaliaram o peso das receitas ligadas ao imobiliário nos orçamentos municipais. E os resultados não fugiram muito ao esperado, mas salientam que esta é, porventura, a fonte de receita "mais exposta às oscilações conjunturais da economia". Classificando como imobiliário as verbas de IMI e de IMT e as taxas de loteamentos e obras, o documento conclui que os municípios da Grande Lisboa são claramente mais dependentes destes recursos. Quatro deles - Cascais (62 por cento), Loures, Sesimbra e Odivelas - têm mesmo mais de metade das suas receitas de 2007 nesta origem. No plano oposto, o Sardoal não vai além dos seis por cento, seguido por Vila Nova da Barquinha e Chamusca, com oito. A Grande Lisboa dependia no exercício de 2007 em 46 por cento das receitas do imobiliário, seguida pela Península de Setúbal, com 45 por cento, o Oeste com 33 por cento, a Lezíria, com 26 por cento, e o Médio Tejo, com 21 por cento.

Investimento no Oeste

As câmaras do Oeste - 31 por cento das suas receitas totais em 2006 e 30 por cento no ano seguinte - e do Médio Tejo - 36 por cento em 2006 e menos dez por cento no ano seguinte - foram as que mais canalizaram verbas para investimento. Seguem-se as câmaras da Lezíria, com 27 por cento em 2006 e 20 por cento no ano seguinte. A Península de Setúbal desceu, no mesmo período, de 19 por cento para 18 por cento e a Grande Lisboa subiu de 14 por cento para 15 por cento, o que significa que, em média, são estes municípios mais populosos que menor parcela das suas receitas destinam ao investimento.

As câmaras da Grande Lisboa são as que mais dependem dos impostos directos (IMI, IMT, imposto sobre veículos e derrama) - 56 por cento das receitas anuais em 2007 - e mais marcantes em municípios como Cascais, Oeiras (mais de 60 por cento), Lisboa, Sintra e Odivelas (50 por cento a 60 por cento). As autarquias da Lezíria e do Médio Tejo são as mais dependentes das transferências do Orçamento do Estado e de fundos comunitários. Sardoal, Ferreira do Zêzere, Vila Nova da Barquinha, Constância e Chamusca não atingem dez por cento de receitas de impostos directos e dependem muito das transferências (78 por cento no Sardoal e 70 por cento em Ferreira do Zêzere).

«Público»

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24 das 28 Corporações de bombeiros da Federação de Bombeiros do Distrito de Santarém estiveram reunidas em assembleia-geral e decidiram manter, em 2010, as tabelas de  preços de serviços prestados à comunidade. O presidente da federação, Adelino Gomes, refere que esta decisão, tomada por unanimidade, visa situações pontuais e serve apenas de referência para esses casos:

 

 

«Esta tabela não trás grandes vantagens ou receitas aos bombeiros. Trata-se de uma tabela para alguns serviços ocasionais. De entre os serviços tabelados, na assistência a actividades de desporto e lazer, a taxa de saída de cada viatura ligeira, até 10 quilómetros de distância, é de 30 euros, e por cada viatura pesada, 120 euros. Para deslocações além de 10 quilómetros paga-se mais 1,80 euros a cada quilómetro em viatura ligeira e 5 euros em viatura pesada. A abertura de portas é outro dos serviços muito requisitados. Neste caso, em 2010, vai continuar a pagar-se a taxa de saída (até 10 Km) de 25 euros. O preço de quilómetro percorrido é de 2,50 euros e o preço de cada bombeiro por hora de actividade é de 12,50 euros. Refira-se que estes são valores de referência cabendo a cada município decidir os valores finais.

http://www.radiohertz.pt/

 

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5.11.09

Candidaturas abertas para Mestrado em Auditoria e Análise Financeira

Foto de arquivo

 
Encontram-se abertas as candidaturas para o Mestrado em Auditoria e Análise Financeira, ministrado no Instituto Politécnico de Tomar.
O Mestrado em Auditoria e Análise Financeira está orientado para as novas necessidades do mercado de trabalho, oferecendo aos participantes uma sólida formação nas áreas da auditoria e da análise financeira, tendo como principal objectivo formar especialistas que possam desenvolver as suas competências no âmbito de uma empresa ou como profissionais liberais.

Esta Formação está desenhada para responder às exigências do mercado de trabalho através da valorização profissional para quem necessite de uma preparação adequada de base científica para seguir uma carreira de especialização, ou para desenvolver as capacidades dos responsáveis pelas diversas organizações, através da melhoria dos seus conhecimentos técnicos.

Os conteúdos programáticos garantem ao participante a aquisição de conhecimentos completos e profundos nas áreas da auditoria e da análise financeira.

Graças à experiência adquirida a nível de docência, bem como no campo profissional, estamos em condições de proporcionar aos participantes um mestrado com um marcado cariz profissionalizante.
Através deste plano de estudos pretende-se promover uma formação sólida e rigorosa, que permita aos futuros mestres em Auditoria e Análise Financeira desempenhar actividades de natureza profissional de elevada competência técnica, potenciando assim a respectiva empregabilidade.

De uma forma geral, os mestres em Auditoria e Análise Financeira poderão desempenhar funções em instituições financeiras e seguradoras, grandes empresas integradas ou não em grupos empresariais, empresas de Auditoria (SROC’s), bem como em pequenas e médias empresas existentes no país, ajudando a fomentar o desenvolvimento do tecido empresarial nacional e instituições públicas a nível local ou central.

Mais informações em www.ipt.pt

fonte: http://www.radio.cidadetomar.pt/

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3.11.09

 

cintra 03

 

Os espanhóis da Font Salem estão em negociações com os administradores de insolvência da cervejeira Drink In, de Santarém, num processo que ainda não está fechado, disse à Lusa fonte da comissão de trabalhadores.

Jorge Armindo, que adquiriu a Drink In a Sousa Cintra em 2006, disse à Lusa que foram pedidos mais 15 dias (até 16 de Novembro) ao tribunal de Santarém para apresentação de um plano de viabilização da empresa, recusando confirmar o interesse dos espanhóis da Font Salem.

Fonte da comissão de trabalhadores disse, no entanto, à Lusa que responsáveis da Font Salem já visitaram a empresa e que terão posto como uma das condições o despedimento, até ao fim do ano, de 46 dos actuais 96 trabalhadores.

fonte: http://www.oribatejo.pt/

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 15:13  comentar

23.10.09

 

 

42-16935174

A uma jornada do fim da fase de grupos houve poucas surpresas e várias equipas perderam a esperança de passar para a 1ª eliminatória. Não há, por enquanto, líderes indefectíveis.

Uma dos resultados inesperados aconteceu no grupo 1, em Alcanena, onde a equipa de José Torcato perder a oportunidade de resolver o apuramento. O inesperado empate com o Ouriense adiou a decisão, para qualquer das equipas. A última jornada do Alcanenense em Caxarias promete ser uma final, pois a equipa da casa também almeja passar.

No grupo 2, o Riachense protagonizou uma das goleadas da jornada frente ao Assentis. Torres Novas também venceu, sendo que as duas equipas do mesmo concelho assegurarão provavelmente os dois primeiros lugares. O jogo adiado entre as mesmas (dia 1 Dezembro) será o grande dérbi para atribuir o primeiro lugar.

O Alferrarede foi mais uma equipa do escalão superior que não conseguiu ultrapassar o adversário da Secundária. Como no campeonato, os dragões ainda não conseguiram atiçar a chama e já estão arredados do apuramento. O Tramagal foi quem arrancou um ponto ao Alferrarede e adiou o apuramento para a última jornada com o Pego, que venceu sem dificuldades o Mouriscas.

No grupo 4, só o Pernes ficou já arredado da possibilidade de passar a fase de grupos, após a derrota em casa com o Moçarriense. Ainda assim é o Amiense e o Mindense que estão em melhor vantagem para ficar em primeiro, uma vez que têm um jogo a menos.

O Ouriquense redimiu-se da última derrota em casa contra uma equipa do campeonato abaixo do seu, o Emp. Comércio. Desta vez o Estrela venceu o Rio Maior e recolocou-se na corrida pelo segundo lugar. Os Caixeiros é que estão na mó de cima, venceram o Pontével e basta o empate na última jornada para garantir o apuramento. O Pontével está arrumado.

Noutro grupo (6), o Fazendense vai aproveitando para fazer o que não consegue no campeonato; já leva duas vitórias. Pela segunda vez conseguiu uma vantagem folgada, se bem que contra equipas da divisão inferior à sua. Coruchense e Barrosense já estão eliminados, uma vez que também o Benavente bateu a equipa de Coruche. Resta saber quem será o líder deste grupo.

Mais uma equipa da Secundária a fazer melhor figura do que alguns adversários da Principal: os Ferroviários assumiram-se como os líderes do grupo 7 ao arrancar um empate em Tomar. Os nabantinos ainda têm a vantagem de um jogo a menos, com o Ferreira do Zêzere. Estes já estão eliminados, uma vez que perderam com a Linhaceira, que se colocou no segundo lugar e vai jogar com o Tomar na próxima jornada.

Tal como o Fazendense, o Mação vai tomando o gosto de ganhar na Taça, tentando passar o ritmo das vitórias para o campeonato. No grupo 8, a turma de Zé Carlos deu uma mão cheia de golos ao Meiaviense, reivindicando o estatuto de primodivisionário. Destaque também para o Atalaiense que venceu pela primeira vez este ano em competições oficiais, afastando definitivamente o Sardoal da Taça.

O Glória segue na liderança do grupo 9, consequência da vitória fácil sobre o U. Chamusca, que já não tem hipótese. Já o invicto Almeirim ganhou, não sem luta, os primeiros três pontos ao Marinhais, mas ainda tem um jogo a menos. Serão os almeirinenses que provavelmente acabarão como líderes do seu grupo, ficando a corrida interessante pelo segundo lugar entre Glória e Marinhais.

Por fim no grupo 10, o Cartaxo ficou com a vida facilitada depois de marcar meia dúzia ao Salvaterrense, eliminando-o. O Samora Correia, que já tinha causado contratempos ao Cartaxo no último jogo, venceu o Porto Alto e é o favorito ao segundo lugar.

A última e decisiva jornada (excepto nos casos em que houve jogos adiados) vai ser no dia 1 de Novembro, após a qual veremos quais os seis melhores segundos lugares.

 TAÇA RIBATEJO – 2º JORNADA:; Grupo 1  Alcanenense-Ouriense, 1-1, Caxarias-Cercal, 3-0

Classificação 1º – Alcanenense 4 pontos, 2º Ouriense, 4 pontos, 3º Caxarias, 3 pontos, 4º Cercal 0 pontos

Grupo 2  Riachense-Assentis 5-0, Goleganense-T. Novas, 1-3

Classificação: 1º Riachense, 3 pontos *, 2º Torres Novas, 3 pontos *, 3º Goleganense, 3 pontos, 4º Assentis, 0 pontos

Grupo 3  Alferrarede – Tramagal 1-1, Mouriscas – Pego 0-3

Classificação 1º Pego, 6 pontos , 2º Tramagal, 4 pontos, 3º Alferrrarede, 1 ponto, 4º Mouriscas, 0 pontos

Grupo 4  Amiense-Mindense, 3-0, Pernes-Moçarriense, 0-5

Classificação, 1º Amiense, 3 pontos *, 2º Moçarriense, 3 pontos *, 3º Mindense, 3 pontos, 4º Pernes, 0 pontos

Grupo 5  Ouriquense-U.D. Rio Maior, 2-1, Pontével-Emp. Comércio, 1-2

Classificação 1º Emp. Comércio, 6 pontos, 2º Rio Maior, 3 pontos, 3º Ouriquense, 3 pontos, 4º Pontével, 0 pontos

Grupo 6 Fazendense – Barrosense 4-1, Benavente – Coruchense 2-0

Classificação, 1º Fazendense, 6 pontos, 2º Benavente, 6 pontos, 3º Coruchense, 0 pontos, 4º Barrosense, 0 pontos

Grupo 7 , U. Tomar-Ferroviários, 1-1, Linhaceira-F.Zêzere, 2-1

Classificação, 1º Ferroviários, 4 pontos, 2º Linhaceira, 3 pontos, 3º U. Tomar, 1 ponto *, 4º F. Zêzere, 0 pontos *

Grupo 8  Mação-Meiaviense, 5-0, Atalaiense-Sardoal, 3-1

Classificação 1º Mação, 6 pontos, 2 º Meiaviense, 3 pontos, 3º Atalaiense, 3 pontos, 4º Sardoal, 0 pontos

Grupo 9  U. Almeirim-Marinhais, 1-0, Glória-U.Chamusca, 4-1

Classificação, 1º Glória, 4 ponto, 2º U. Almeirim, 3 pontos *, 3º Marinhais, 1 ponto, 4º U. Chamusca, 0 pontos *

Grupo 10  Porto Alto-Samora Correia, 1-2, Cartaxo-Salvaterrense, 6-0

Classificação, 1º Cartaxo, 6 pontos, 2º Porto Alto, 3 pontos , 3º Samora Correia, 3 pontos, 4º Salvaterrense, 0 pontos

*Tem menos um jogo

fonte:http://www.oribatejo.pt/

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:48  comentar

22.10.09

 

Já é conhecida a nova equipa de José Sócrates no Governo.
Conheça a lista completa de todos os ministros do novo Executivo:

Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
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Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão Ver perfil
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado Ver perfil
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos Ver perfil
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva Ver perfil
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira Ver perfil
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins Ver perfil
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva Ver perfil
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
Veja o perfil
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago Ver perfil
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro Ver perfil
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André Ver perfil
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada Ver o perfil
Ministro da Saúde: Ana Jorge Ver o perfil
Ministro da Cultura (novo): Maria Ferreira Canavilhas Ver o perfil
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:59  comentar

21.10.09

 

A Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT) já foi criada formalmente, por escritura notarial. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos, que tem como principal objectivo dinamizar um vasto conjunto de iniciativas que contribuam para a divulgação e progressão do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia e facilitem a sua aproximação à população da área de influência do Centro Hospitalar do Médio Tejo, nomeadamente de Ponte de Sôr a Alcanena e da Chamusca à Sertã.

 

 

Presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado, a Liga irá promover, já no próximo ano, as primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que irão reunir, em Abrantes, profissionais de saúde de diferentes pontos país. Paralelamente irão ser desenvolvidas acções que permitam uma maior aproximação dos utentes a este Serviço. Actualmente já é proporcionada a todas as grávidas interessadas, à terça-feira, às 10h30, uma visita prévia às instalações, acompanhadas por um profissional de saúde que explicará todo o funcionamento e esclarecerá todas as dúvidas. Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à epidural e a condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

 

fonte: http://www.radiohertz.pt/

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:58  comentar

12.10.09

 Com 37,59% dos votos, o PS foi o vencedor das eleições autárquicas no distrito, seguido pelo PSD, com 29,4%, e pela CDU, que se ficou pelos 12,23%.

Na votação final, é interessante reparar que os grupos de cidadãos e movimentos independentes (com 6,15%) conseguiram ficar à frente do Bloco de Esquerda (4,77%), e do PP (com apenas 2,47%).

Mas a noite foi de surpresas e mudanças, onde quatro Câmaras mudaram de cor política.

Destaque para Rio Maior, onde Isaura Morais, cabeça de lista da coligação “Juntos pelo Futuro” (PSD / PP) conseguiu roubar a autarquia ao histórico Silvino Sequeira.

No próximo executivo, o PSD terá quatro vereadores, contra três eleitos do PS.

Em Alpiarça, a CDU reconquistou com maioria absoluta uma autarquia que tinha perdido em 1998, para o socialista Rosa do Céu.

O candidato Mário Pereira conseguiu 49,67% dos votos, contra os apenas 42,03% da ex-deputada Sónia Sanfona, que já anunciou que nem sequer vai desempenhar o cargo de vereadora para que foi eleita.

Em Alcanena, o PS de Fernanda Asseiceira conseguiu um excelente resultado ao destronar o movimento independente que governava a autarquia, com quase mais 20% dos votos.

Em Ourém, o PSD perdeu um dos bastiões no distrito.

O ex-governador civil Paulo Fonseca apostou forte na sua candidatura autárquica e venceu para o PS com 47,35% dos votos, contra os 43,32% de Vítor Frazão, que encabeçava a lista do PSD.

Apesar do mau resultado a norte, o PSD, muito por culpa de Francisco Moita Flores obteve uma estrondosa vitória na capital de distrito.

O movimento “Viva Santarém” elege sete dos nove vereadores, deixando os outros dois para o PS, que obteve o seu pior resultado de sempre no concelho.

Duas notas importantes em Santarém: o PSD e os movimentos de cidadãos que apoiou conquistaram 20 das 28 freguesias do concelho, onde se explica boa parte desta vitória nunca vista.

A CDU fica sem representantes na Câmara Municipal e conseguiu apenas uma Junta de Freguesia.

Nos restantes concelhos, não se registaram grandes mudanças.

Sousa Gomes, em Almeirim, voltou a eleger cinco vereadores para o PS, com a CDU a manter o seu eleito, mas com o PSD a perder o vereador para o MICA, que elegeu Francisco Maurício.

Apesar do período político conturbado que se viveu no Cartaxo, Paulo Caldas manteve a maioria com quatro eleitos, mantendo-se os mesmos dois para o PSD e um para a CDU.

Benavente, Chamusca e Constância mantiveram-se na CDU, com António Ganhão a chegar aos 55% e o astrónomo Máximo Ferreira, novo presidente da Câmara de Constância, a conseguir 48, 09%.

Mas na Chamusca, Sérgio Carrinho perdeu a maioria absoluta, tendo eleito apenas dois vereadores, que vão formar o executivo municipal com outros dois do PS e um do PSD.

Pela sua vez, o PSD conseguiu manter com relativa facilidade Ferreira do Zêzere, Sardoal, Entroncamento, Mação e Tomar, onde o aparecimento de duas candidaturas independentes chegou a criar alguma expectativa.

Quanto às autarquias já geridas por maiorias socialistas, os resultados foram os esperados em Abrantes, Coruche, onde Dionísio Mendes conseguiu chegar aos 57%, Torres Novas, onde António Rodrigues também conseguiu nova maioria absoluta, e Vila Nova da Barquinha, onde Miguel Pombeiro foi reeleito com quase 60%.

Destaque só para a Golegã, onde o PS do actual presidente Veiga Maltez conseguiu eleger os cinco membros que compõem a Câmara Municipal.

Feitas as contas, o PS mantém as nove autarquias que já tinha em 2005 (perde Alpiarça e Rio Maior, mas ganha Alcanena e Ourém), o PSD também mantém sete (ganhou em Rio Maior mas ficou sem Ourém), a CDU aumenta para quatro, juntando Alpiarça às três que já tinha, e Salvaterra de Magos continua a ser a única autarquia do Bloco de Esquerda, a nível do país.

Quanto à abstenção no distrito, cifrou-se nos 40,07%, quando nas autárquicas de 2005 tinha ficado pelos 38,44%.

Dos resultados eleitorais, há outro aspecto a reter: o PS fica com maioria relativa em ambas as comunidades intermunicipais do distrito, com cinco autarquias no Médio Tejo (contra quatro do PSD e uma da CDU), e com cinco na Lezíria (uma vez que é preciso acrescentar a Azambuja), contra três da CDU, duas do PSD e uma do BE.

Fonte: O Ribatejo

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 08:39  comentar

11.10.09

Se a “EDP” apresenta milhões de euros com a gestão quem tem, que lucro não teria se soubesse poupar com a gestão dos seus bens patrimoniais

Quantos postes de electricidade não se podem ver pelas bermas das estradas, completamente abandonados e esquecidos?

 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 16:24  comentar

7.10.09

 

A entrada em vigor da lei que limita o número de mandatos às Câmaras vai alterar o "rosto" das autarquias portuguesas a partir de 2013 e os dinossauros autárquicos terão nestas eleições a última oportunidade de se recandidatarem.
 

É já no próximo dia 11 que 191 recandidatos a presidentes de Câmara têm a última oportunidade de serem eleitos antes da nova lei entrar em vigor, em 2013.

Alguns destes "dinossauros" lideram os seus municípios desde que existem eleições locais, como são o caso de Jaime Marta Soares, na presidência da Câmara de Vila Nova de Poiares, e de Francisco Mesquita Machado, na de Braga, ambos eleitos há 33 anos consecutivos.

Jaime Marta Soares é imbatível em tempo de permanência à frente de uma autarquia em Portugal. Ainda antes das primeiras autárquicas de 1976, já tinha sido escolhido em assembleia popular para integrar a primeira comissão administrativa da Câmara de Vila Nova de Poiares. Estávamos em 1974.

Antes do 25 de Abril estava à frente de um negócio de ferro-velho e era apoiante de Humberto Delgado. Em 1976 o PSD vai buscá-lo como candidato à chefia do executivo camarário, vence as eleições e mantém o cargo ao longo de 33 anos.

Francisco Mesquita Machado, natural de Famalicão, é, ao lado de Marta Soares, um dinossauro das autarquias. Engenheiro metalúrgico, com 62 anos, Mesquita Machado foi eleito, pela primeira vez, presidente da Câmara de Braga em 1976, pelo Partido Socialista, cumprindo nove mandatos consecutivos.

Conhecido como um homem de bastidores, por onde sempre circulou com um certo à-vontade, deixou obra em Braga e o reconhecimento dos cidadãos locais, apesar alegadas suspeitas de enriquecimento ilícito sobre as quais nunca foi constituído arguido.

Ao lado destes mais antigos há figuras como António José Ganhão em Benavente, João Rocha em Serpa, Mário Almeida em Vila do Conde ou Isaltino de Morais em Oeiras, que ficarão igualmente fora da corrida eleitoral.

A lei de limitação de mandatos autárquicos foi aprovada pela Assembleia da República em Julho de 2005 e promulgada por Jorge Sampaio em Agosto, mas a sua aplicação efectiva foi remetida para as Autárquicas de 2013. De acordo com a nova legislação, os presidentes de Câmara que já tiverem cumprido três mandatos consecutivos não podem recandidatar-se ao acto eleitoral seguinte. Nesta situação encontram-se 191 presidentes de Câmara dos 308 concelhos do país.

Ainda que aprovada no Parlamento a lei não é consensual entre os autarcas, que não compreendem porque é que ela só se aplica ao poder local e não, por exemplo, aos deputados da nação. Analistas e politólogos apontam-na, no entanto, como uma necessidade para a renovação do tecido autárquico num sistema político envelhecido e com tiques de caciquismo local.

Por força da lei todos os partidos têm agora quatro anos para pensarem em novas estratégias para o poder local, nomeadamente o PSD e o PS, que detêm a maior parte das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia do país.

LUSA

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