AOS HERÓIS DA GNR DE ALPIARÇA
João Abalada da Graça

A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns
Um batalhão de gente, vinda do desemprego, operação articulada entre Câmara Municipal de Alpiarça e Segurança Social, está a limpar ruas e cantos de Alpiarça bem como todos os lugares do concelho.
O batalhão de limpeza já passou pelo Frade de Baixo, Frade de Cima, Gouxaria encontrando-se neste momento a limpar ruas e jardins de toda a zona envolvente da Casa do Povo, Centro de Saúde e Agrupamento de Escolas José Relvas.
Os moradores mostram-se surpreendidos e ao mesmo tempo satisfeitos pelo facto de verem alguém a retomar as práticas de limpeza que existiram noutros tempos.
Esperam, no entanto, que este trabalho continue e não seja sol de pouca dura - como dizia um reformado, extasiado pela movimentação de gente, vassourase tractores.
Fica o registo, neste caso positivo para a autarquia e Segurança Social, com a promessa de continuarmos a olhar de modo crítico para o que se passa no nosso Concelho.
Os três concelhos que menos se desenvolveram no Ribatejo foram: Alpiarça, Chamusca, Golegã e Vila Nova da Barquinha.
Por razões várias e estratégias partidárias ou resultados eleitorais estes concelhos não conseguiram desenvolver-se como os restantes, mais parecendo que “pararam no tempo”.
O desenvolvimento que tiveram, se desenvolvimento se pode chamar, mais não foi de que: uma “casa nova aqui”, uma “vivenda acolá” ou alguma “prestação de serviço mais além”, quanto ao resto em nada cresceram como nunca conseguiram desenvolver-se em termos industriais acrescentando-se ainda de uma pequena perda de habitantes.
Resta-lhes ter algumas condições e estruturas sócio/culturais levando-os a não conseguir segurar a juventude e muito menos lhes garantir emprego que para sobreviverem tem que procurar outros concelhos mais desenvolvidos.
Ainda lhes cabe, em nome da verdade, a tranquilidade que oferecem aos seus residentes.
Quanto ao resto consideramos estes concelhos os mais apáticos da região ao contrário dos outros que conseguiram desenvolver-se de uma forma bastante diferente.
Decorreu, sábado 21 de Janeiro de 2012, mais uma jornada de limpeza e recuperação da aldeia dos pescadores avieiros do Patacão - Alpiarça. Prosseguiram também os trabalhos de "alagamento" de salgueiros na maracha do Tejo, levado a efeito por conhecedores do ofício, como forma de proteger as suas margens.
Este trabalho de recuperação do importante património histórico alpiarcense, começou no ano de 2011 impulsionado pela AIDIA, parceira de outras organizações no projecto de recuperação e candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco e, prossegue em 2012 com a mesma determinação, revelaram fontes responsáveis.
Para isso, contam com a ajuda voluntariosa de muitos alpiarcenses, também com peritos de reconhecido mérito nacional na temática dos avieiros, caso dos arquitectos: Fernando Simões Dias e Carlos Mateus de Carvalho, Câmara Municipal de Alpiarça, Junta de Freguesia, associações e colectividades do concelho, bombeiros, forças de segurança e demais entidades que defendem a preservação do nosso património cultural e histórico.
Saúda-se todas as pessoas e instituições envolvidas no projecto avieiro e deseja o maior sucesso para a candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco, cuja ideia inicial (2007) partiu do Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação de Santarém e Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA) e, mais tarde, juntou outras pessoas e instituições, ultrapassando já uma centena, de acordo com a informação disponível
A 1ª ronda, a Casa do Xadrez de Alpiarça recebeu e venceu a equipa da Figueira da Foz, Assembleia Figueirense, por um expressivo 3,5 - 0,5.
O recente sorteio da 2ª eliminatória , ditou que a Casa do Xadrez de Alpiarça recebesse na sua casa, em Alpiarça, a equipa do GX Alekhine (de Lisboa).
Esta 2ª eliminatória será depois disputada dia 4 de Fevereiro às 15h00m .
Estão todos convidados a aparecer ! Morada: Rua José Relvas, n.º 251 1.º (Sala de Xadrez) , em Alpiarça.
O “Projecto Contra a Pobreza” apresentado e iniciado pela Fundação José Relvas foi retirado à Fundação depois de algumas peripécias pelo meio para acabar por ser entregue à “ARPICA” (Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça).
Um projecto que continua “guardado” dentro de uma qualquer gaveta à espera de melhores dias e que já levou com que a Segurança Social deixasse de se interessar e de apoiar o mesmo. Um projecto que em nada dignifica as entidades envolvidas por não chagarem a um acordo por “questões políticas”.
O “Projecto Contra a Pobreza” remonta desde que a ex-presidente do município, Vanda Nunes, independente eleita pelo PS, recusou assinar o projecto porque dos 525 mil euros de orçamento, ao abrigo dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), 363 mil euros eram destinados a pagar os ordenados.
Mário Pereira era então “vereador na oposição e manifestou-se também contra os elevados vencimentos. Após ganhar as eleições autárquicas, Mário Pereira não mudou de opinião mas tentou chegar a um acordo com a fundação, só que esta mostrou-se sempre contra a possibilidade de mexer nos ordenados.
Já o presidente da Câmara, Mário Pereira entendeu que o projecto deveria passar para a “Arpica” e coordenado por esta associação adiantando ainda na altura que “iria ser preparado um novo plano de acção” com a colaboração da associação para que “esta iniciasse o projecto o mais rápido possível”.
O “plano de acção” que iria ser preparado pela Arpica como a escolha do coordenador do projecto e respectivos técnicos nunca teve pernas para andar porque seria sempre difícil para a associação de idosos sustentá-lo dado a sua debilidade financeira ou falta de recursos que é bem visível nas suas instalações onde se pode ver no interior da associação alguns contentores para os mais diversos usos. Se tivesse recursos financeiros teria sim outra qualidade de instalações e não contentores.
Presentemente o projecto de luta contra a pobreza em Alpiarça continua num impasse que já levou a que lhe fosse retirado o apoio que a Segurança Social pretendia dar ao projecto.
Salientamos que os “Projectos Contra a Pobreza” apresentados a nível nacional foram todos aprovados e já se encontram a funcionar excepto o de Alpiarça que pelas razões descriminadas foi o único que ficou de fora
Resta-nos publicar parte de um artigo já publicitado em devido tempo mas que se mantêm actualizado:
ALPIARÇA - “CARTA ABERTA” DE UM LEITOR SOBRE O ...
“…….Não tendo por hábito, nem pretendendo adquiri-lo, desta vez atingi o ponto de ruptura e tenho que desabafar.
É vergonhoso ver a Câmara Municipal de Alpiarça deitar dinheiro assim fora, mais ainda desperdiçar um projecto que visava colmatar um tão grave problema na nossa sociedade: o combate à POBREZA.
Ao contrário do que foi dito, e pelo que me apercebi, o objectivo deste projecto não era dar esmolas, mas sim ensinar, quem delas precisa! A gerir os seus parcos rendimentos e cria-los, através do trabalho!
Infelizmente tal nunca foi percebido por quem de direito, e limitaram a discussão ao salário dos responsáveis pela implementação do projecto.
O actual executivo continuando uma anterior teimosia optou por retirar o parceiro inicialmente escolhido, optando por sua livre iniciativa por um novo parceiro – a fim de este ficar encarregue pela implementação do dito “projecto contra a pobreza”.
Chegou agora o veredicto de quem de direito. O projecto foi chumbado, por não reconhecerem as qualidades e capacidades ao parceiro indicado pela Câmara Municipal de Alpiarça.
O que me saturou, nem foi o “deitar dinheiro à rua”, foi sim, a falta de conhecimento que os responsáveis pelo destino deste município têm das Instituições.
Numa atitude de sobranceria a que estão habituados localmente propõem uma entidade amiga para gerir um projecto mas quem tem que apreciar capacidades diz: “Não, porque esses não têm capacidade para o fazer”. É pena que assim suceda. É pena que a falta de visão seja tanta que é preciso vir o “Inquisidor” dizer que isso assim não pode ser.
É público.
É uma vergonha!........”
Casa do Xadrez de Alpiarça participa neste Campeonato na 2ª divisão - série B, após ter subido à 2ª divisão na época transata.
Na 1ª sessão do Campeonato Nacional de Equipas da 2ª Divisão 2011-2012, jogando na Série B, defrontaram-se na Figueira da Foz, Assembleia Figueirense e Casa do Xadrez de Alpiarça. O confronto resultou num empate : 2 - 2
Pela Casa do Xadrez jogaram:
Carlos Nascimento: 0,5
Victor Ferreira: 0,5
Bruno Moreira: 0
Luís António: 1
Na 2ª sessão do Campeonato Nacional de Equipas da 2ª Divisão 2011-2012, jogando na Série B, defrontaram-se em Alpiarça, a Casa do Xadrez de Alpiarça e o Circulo de Xadrez de Montemor-o-Velho. A Casa do Xadrez ganhou por 3 - 1 .
Pela Casa do Xadrez jogaram:
Carlos Nascimento: 0
Victor Ferreira: 1
Pedro Vinagre: 1
Luís António: 1
Mais detalhes e fotos sobre estas noticias podem ser consultados, no nosso blog, nos posts:
http://casadoxadrez.blogspot.com/2012/01/c
http://casadoxadrez.blogspot.com/2012/01/c
O Modelo plurimunicipal (agregando vários concelhos) e vertical (com exploração dos sistemas em alta e em baixa) implementado pela empresa ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A. pode ser o modelo a seguir pelas novas entidades gestoras que vierem a ser criadas por iniciativa de conjuntos de municípios.
Esta foi uma das conclusões do debate subordinado ao tema: "A Diversidade das Entidades Gestoras - Desafios e Oportunidades no Quotidiano” que decorreu no dia 24 de Novembro, em Santarém, integrado no Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento (ENEG) que reuniu dezenas de especialistas de todo o país e de vários países africanos.
A mesa redonda moderada por Nuno Campilho, administrador do SMAS de Oeiras e Amadora, contou com as intervenções de José Boal Paixão (Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro); José Ferreira dos Santos (Águas da Teja); José Maciel (Águas e Parque Biológico de Gaia); Miguel Rasquinho ( Presidente da Câmara Municipal de Monforte) e Dionísio Simão Mendes (Águas do Ribatejo). Um painel diversificado onde estavam representados vários modelos de gestão diferentes.
O vogal do Conselho de Administração da ÁGUAS DO RIBATEJO (AR), Dionísio Mendes vincou as características da gestão implementada na empresa municipal que assegura a sustentabilidade económica e financeira sem sacrificar os utentes e utilizadores. “Fazemos uma gestão política, com preocupações sociais, sem perder de vista o modelo empresarial para garantir o funcionamento do sistema”, referiu.
O administrador divulgou, como exemplo, que nenhum dos três presidentes de câmara que integram o Conselho de Administração (José Sousa Gomes, António Ganhão e Dionísio Mendes) recebe qualquer remuneração pelas funções que desempenha.
Por outro lado, o facto da empresa ser formada apenas pelos municípios, sem parceiro privado, permite que pratique um dos tarifários mais baixos do país e o mais económico da região “Não temos margem de lucro para dividir por accionistas, os resultados apurados são aplicados em investimento”, explicou.
Nos dois primeiros anos de actividade, a empresa municipal conseguiu resultados positivos ao mesmo tempo que realizou um investimento de 60 Milhões de Euros nos sistemas de abastecimento de água e saneamento. “Estes resultados só são possíveis com uma grande solidariedade entre todos os municípios porque cada concelho tem necessidades diferentes e uma dimensão diferente dos outros”, referiu o administrador que é também presidente da Câmara Municipal de Coruche.
Segundo Dionísio Mendes, a intermunicipalidade, com a construção de equipamentos que servem mais do que um concelho, “permite economias de escala muito significativas”.
A ÁGUAS DO RIBATEJO ganhou uma dimensão muito superior com a entrada recente do Município de Torres Novas, servindo agora 150 mil pessoas que vivem em sete concelhos numa área territorial com mais de 3280 km2.
Segundo o Presidente da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERASR), Eng.º Jaime Melo Baptista, um estudo realizado recentemente aponta para que as economias de escala só se conseguem em universos superiores a 100 mil consumidores. O responsável pela regulação dos serviços vincou durante o debate a necessidade das entidades gestoras actualizarem as suas tarifas, mas só quando o aumento do preço for acompanhado de uma melhoria da qualidade do serviço prestado.
O presidente do ERSAR frisou a necessidade de garantir os tarifários sociais como forma de assegurar que ninguém fica privado do abastecimento de água e do saneamento por não possuir recursos financeiros para o pagar.
Dionísio Mendes explicou que a ÁGUAS DO RIBATEJO tem um tarifário social que reflecte estas preocupações, mas defendeu a água deve ser valorizada como um bem essencial para a vida das pessoas. “Conseguimos acabar com a ideia de que se podia gastar a água à vontade porque não se pagava ou se pagava muito pouco”, disse.
“Instalámos contadores em todos os locais de consumo: escolas, jardins, fontes, jogos de água, piscinas, campos de futebol, para sabermos quanto custa a água que se gasta. Até as câmaras e as juntas de freguesia pagam à ÁGUAS DO RIBATEJO”, acrescentou.
O administrador da AR salientou ainda o investimento que a empresa tem feito em campanhas de sensibilização para o uso eficiente da água em parceria com as associações QUERCUS e DECO.
“Parece pouco lógico, uma empresa que vende água, apelar à redução do consumo. Mas nós temos estas preocupações ambientais muito presentes e notamos que as pessoas estão a consumir menos água porque se preocupam com o valor da factura e estão sensíveis para as questões ambientais”, concluiu.
CDU de Alpiarça vai realizar no dia 22 de Outubro, Sábado, a partir das 14 horas na Biblioteca Municipal, as Jornadas Autárquicas do concelho.
Nesta realização pretende-se fazer um balanço do trabalho realizado, do muito que ainda há para fazer e, num quadro de acrescidos constrangimentos financeiros com que o Poder Local está confrontado, apontar as principais linhas de trabalho até ao final do mandato nos órgãos autárquicos do concelho.
As Jornadas serão presididas por Fernando Louro e terão comunicações iniciais de:
Mário Fernando Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça
Raul Figueiredo – Desenvolvimento sustentado no concelho
Isabel Coelho – A comunidade educativa e os órgãos autárquicos
Luísa Gargalo – O desporto no concelho
Rui Gaspar – A relação da Associação de Pais com os órgãos autárquicos
Fábio Correia – Medidas de protecção civil no concelho
Nuno Prates – Alpiarça, enquadramento histórico e uma identidade própria
António Emídio – António Lima Fernandes, uma justa homenagem
Joaquim Nascimento – A agricultura biológica no contexto económico local
Júlio Pratas – Comunicação social local ontem e hoje
Seguir-se-á um debate entre todos os participantes.
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| Deputada Margarida Netto |
Sua Excelência a Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Professora Doutora Assunção Cristas, visita pelas 17H00, do dia 16 de Setembro a XXIX Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça. |
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O protocolo da visita é o seguinte:
17:00H Recepção de Sua Excelência a Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Professora Doutora Assunção Cristas, (cumprimentos de boas vindas ); 17:15H
Debate com os produtores vitivinícolas, sobre o tema “Conversa com vinhos- as perspectivas para os vinhos de Alpiarça/vinhos do Tejo”. Com a presença dos seguintes produtores: 18:00H
Entrega dos prémios obtidos no X Concurso Internacional do Vinho “La Selezione del Sindaco” Prémios atribuídos
(Medalha de Prata)
18:15HVisita aos Stands de expositores no Pavilhão de Actividades Económicas
Apresentação do projecto da 2.ªfase de ampliação da unidade fabril, pela empresa MONLIZ - Produtos Alimentares do Mondego e Liz, SA., com um investimento no valor de 18 milhões de euros. 18:40HProva de Vinhos de Alpiarça/vinhos
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| Bem apontava João Osório para a poluição |
Mais um estabelecimento comercial que encerra as suas portas
Localizada no Largo Alfredo Lagoa (Largo da Misericórdia) em Alpiarça onde esteve a funcionar durante anos a “Pastelaria Pires” chegou ao fim da sua missão. Mesmo bem localizada comercialmente a ”Pastelaria Pires” não conseguiu ultrapassar a crise e o seu proprietário entendeu encerrar as portas do seu tradicional estabelecimento.
Mais um estabelecimento que encerra
Uma pastelaria situada num bom local rodeada de estabelecimento que poderiam contribuir para a continuação do negócio, nomeadamente a: Biblioteca Municipal, o Lar de Idosos, o Centro de Saúde e o movimento pedonal da Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes seriam razões mais que suficientes para que o negócio pudesse continuar mas a falta de clientela, a falta de gastos por parte dos clientes, o baixo desenvolvimento local e a redução da população como a crise que se atravessa contribuíram directa e indirectamente para o encerramento.
Fotos: Monumento "Fonte da Vida" da autoria do escultor alpiarcense Armando Ferreira, situada no "Largo da Misericórdia"

A "Fonte da Vida" vista de dia

A "Fonte da Vida" vista de noite
http://jornalalpiarcense.blogspot.com/
Eles andam por aí a fazer horas extraordinárias na arte que os distingue: o gamanço.
"Vamos então esperar para ver se as "queixas" dos bombeiros que motivaram ou motivarão a tal fiscalização/inspecção não lhes serão mais prejudiciais."Nos dias 27 e 28 de Agosto
Nos dias 27 e 28 de Agosto de 2011, poderão ocorrer perturbações no normal funcionamento do sistema de abastecimento de água à vila de Azambuja.
O comunicado é da empresa “Águas da Azambuja”, onde informa que durante este período, a "Águas do Oeste, S.A." vai proceder a obras de duplicação do adutor de Castelo do Bode da EPAL.
A entidade informa, ainda, que apesar de não ser expectável a interrupção de funcionamento em alta pela "Águas do Oeste, S.A.", a intervenção será realizada com a maior brevidade possível, de modo a minimizar os inconvenientes daí causados.
Lamentando os incómodos que esta intervenção possa causar, agradece-se desde já a compreensão de toda a população. A empresa encontra-se disponível para prestar esclarecimentos complementares através do e-mail: geral@aguasdaazambuja.pt ou do telefone 263 001 920.
No sítio www.aguasdaazambuja.pt os clientes poderão encontrar mais informações sobre este e outros assuntos.
Rute Água
Por: Amigos do Tejo
MUITOS ALPIARCENSES CONSIDERAM QUE A MAIORIA DADA AOS COMUNISTAS FOI PIOR QUE UM “TIRO NO ESCURO”
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| Por: António Centeio |