NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL - Editor e Responsável: António Centeio
16.2.12

AOS HERÓIS DA GNR DE ALPIARÇA

Heróis…… heróis são os ilustres militares que servem no posto da GNR de Alpiarça carago!!!
 
Ainda no fim de semana passado arriscaram as suas preciosas vidas, quando, um carro patrulha com 3 ou 4 elementos dentro, perseguiu por essas estradas fora, dois miúdos de 15 anos que cometeram o gravíssimo crime de acelerarem nas suas potentes scooters. A perseguição foi feroz e só terminou quando o carro patrulha, movido a gasolina comprada com dinheiro do erário público, abalroou e atirou um dos perigosos miúdos ao chão. Logo os três intrépidos heróis saíram do carro patrulha e agrediram a murro, pontapé e bastonada o perigoso menor que pesa mais de 40Kg, tendo o mesmo ficado bem marcado e dorido! Sim senhor, grande feito o dos nossos heróis! Três vivas para eles!
Mas há mais! Carago, há mais!
Os nossos heróis, a toque de chapada e pontapé, conseguiram obrigar a perigosa criança a identificar os camaradas de aventura e após três horas a brincar ao gato e ao rato, conseguiram deitar-lhe também a mão! Não são fantásticos estes nossos heróis!? Em pouco mais de quatro horas de trabalho conseguiram prender duas perigosíssimas crianças que andavam a brincar com as suas scooters. Mais uma vez, bravo!
Mas ainda há mais caramba!
Uma hora depois, estes mesmos heróis que deitaram mão a tão perigosos jovens, cruzaram-se com um carro com seis inocentes ciganos sem cinto de segurança e obviamente sem documentos, e tiveram a decência de olhar para o lado e fazerem a parte que nada viam, não fossem os inocentes ciganos sentirem-se incomodados! Sim senhor, que coragem! Que profissionalismo! Que decência!
UMA ODE AOS NOSSOS HERÓIS!!!
Por:
João Abalada da Graça
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15.2.12

PRESIDENTE DA JUNTA DE FREGUESIA: “DENÚNCIA DA EXPLORAÇÃO DE TRABALAHO NA HOLANDA”

De Joana Serrano, Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça, recebemos como pedido de publicação a “Denúncia” sobre a “exploração de trabalho na Holanda":
Agradeço que publique a seguinte denúncia e o texto enviado em anexo.
Caso pretenda mais informações tenho uma série de documentação que lhe poderá ser útil.
Uma denuncia séria sobre exploração de trabalho na Holanda. Portugueses (ribatejanos) estão a ser alvo de exploração ou diria mesmo escravatura neste país. Pessoas honestas e trabalhadoras que saem do próprio país de origem em busca de uma vida melhor e que se vêm obrigados a abdicar de tudo em troca de um melhor salário e de melhores condições de vida.
Tudo se desmorona quando percebem que são enganados e explorados. Salários de miséria, péssimas condições de trabalho, comida intragável e maus tratos físicos e verbais. Voltam para Portugal cheios de desilusão, transtornados psicologicamente e, sem dinheiro.
A denúncia destas situações ainda que não as resolvam podem ajudar a atenuar. Um alerta a quem pretende emigrar nestas condições para que não se deixe enganar tal como tantas outras pessoas têm sido enganadas.
Joana Serrano
Presidente da Junta de Freguesia de Alpiarça


DENÚNCIA:
“Venho por este meio denunciar a situação complicada em que alguns portugueses se encontram na Zeeland – Holanda.
Desde a algumas semanas para cá, tem havido despedimentos em massa por parte de uma empresa de trabalho temporário, alegando que não tem trabalho para lhes dar, empresa essa que faz recrutamento em Portugal através de intermediários, mas que continua a recrutar indiscriminadamente novas pessoas.
Essa empresa neste momento possui um hotel para alojar os portugueses, mas muitos deles estão sem trabalho á semanas, mas continuam a ter de pagar 50 euros semanais para a alimentação.
Tive conhecimento de um caso em que a pessoa esta doente no hotel, mas como não possui o seguro de saúde obrigatório na Holanda e como não tem dinheiro, não estava até acesso a médico.
Reportagem como a que o Sr. António Esteves Martins efectuou aqui na Zeeland para a RTP, também não ajudam a reverter a situação, porque até parece que esta tudo a correr às mil maravilhas, o problema é que as pessoas tem medo de falar, porque depois sofrem de imediato represálias ou são despedidas.
Ao consulado português em Haia também não chegam muitas queixas, porque as pessoas estão mal informadas, e vão de imediato para Portugal.
No meu caso isso não aconteceu, porque nos três meses que trabalhei para essa empresa com a minha mulher, guardamos dinheiro para uma situação destas. Fomos despedidos ilegalmente, e neste momento estamos a iniciar um processo judicial contra essa empresa.
Agradecia que tomasse algumas mediadas a fim de averiguar com exactidão a situação dos portugueses na Zeeland, porque temos que fazer alguma coisa para combater este tipo de empresas que se estão a aproveitar da situação em Portugal, para enriquecerem a custa da ingenuidade de muitas pessoas.
Subscrevo com estima e consideração,
Manuel Caetano Amado
Contacto:
Manuel José Rodrigues Caetano Amado
Opril Westwal 6
4461 CL Goes
Tel: 0031616636273
Skype – amado1967”



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11.2.12

 Se há coisa que os comunistas não conseguem é ter abertura a ideias fora das reuniões e das directivas do partido.

Mesmo essas, quando interessam são subvertidas como aconteceu na Assembleia Municipal de Alpiarça
Um dos problemas deste PCP é que só ouvem os "cãezinhos de barro", que na sua grande maioria por falta de abertura e de visão confiam cegamente nas directivas impostas superiormente.
Quem não se lembra na década de 60 e 70 desses objectos decorativos que nas chapeleiras dos carros iam sempre a mover a cabeça com um SIM, SIM, SIM?
É por isso que a politica interna da CDU lembra em certos aspectos uma seita religiosa.
Observar a organização da IURD e comparar com a prática do PCP, encontram-se muitas semelhanças.
Tal como essa seita, o dízimo faz parte das formas de financiamento do partido.
Assistir à saída de uma reunião lembra a saída de uma missa.
O "pastor" transmitiu os seus superiores conhecimentos, e os fiéis, ainda que não percebendo, confiam cegamente no que lhes é dito e retiram-se com a alma confortada.
No que toca a esta ideia da evolução da Alpiagra, não conseguem dizer que esteja errada.
Mas admitir que a feira local está de ano para ano a definhar, é assumir que falharam no entendimento do que hoje em dia é necessário para atrair a população, especialmente os forasteiros.
Não conseguem perceber os motivos que levam as famílias a deslocar-se de Lisboa a Óbidos, ou a ir comer a sopa de pedra a Almeirim.
Não conseguem interiorizar a forma como as famílias pensam quando aderem a alguma iniciativa.
Por essas e por outras, outros municípios partiram do nível de Alpiarça e hoje estão muito à frente em desenvolvimento.
A única diferença são as iniciativas em relação ao progresso dos homens e mulheres que tomaram as rédeas do concelho.
Por cá, sempre se pensou que o centro do Mundo era Alpiarça, e não que a vila fazia parte de um mundo global.
Os resultados estão à vista de todos...
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5.2.12
É verdade há gente com muito valor na nossa terra mas, por razões objetivas, ninguém as reconhece ou quer reconhecer. O sucesso individual sempre foi mal visto cá no burgo e pouco ou nada tem sido feito para desfazer este estigma. Um dos casos mais gritantes refere-se ao escultor Armando Ferreira (foto), já com obra reconhecida e inclusive autor da estátua ao Prémio Nobel da Literatura José Saramago e que foi inaugurada na sua terra natal. Possuidor de um vasto espólio de obras escultóricas, pinturas e de maquetas de outras tantas e tendo-se disponibilizado à actual vereação para que as mesmas façam parte de uma exposição permanente e simultâneamente atelier de trabalho do artista que possa ser visitado por jovens do concelho e eventualmente iniciarem um trabalho conjunto com o mesmo, esta proposta não teve resposta até agora tendo havido somente uma reunião com o chefe de gabinete do Presidente e sem a presença do vereador da Cultura e da qual nada resultou porque as perspectivas foram demasiado divergentes, é bom referir que este mesmo espólio tem sido repetidamente requisitado para a celebração de um protocolo com o museu José Saramago em Lisboa (Casa dos Bicos) tendo o artista recusado sempre por entender que é em Alpiarça que este espólio deverá ficar radicado.....mas há mais: saberá esta vereação quantos munícipes se dedicam às artes....e que boa música se faz por cá em recônditas
garagens e que através da Internet é ouvida e apreciada nos quatro cantos do mundo? e escritores? Tal qual como na música temos autores já com livros editados e que também foram extremamente bem recebidos no mundo das letras....e quantos jovens estudam nas Universidades na área da música Clássica?.... pois é meus amigos há gente de muito valor por estas bandas... só que todas elas pela sua condição de intelectuais são livres de pensamento e nenhuma está amarrada a filiações partidárias, "correm por fora" e esta vereação sendo cega, surda e só não é muda porque usa megafones fornecidos pelo partido e já com cassetes gravadas não sabe que existem nem lhes dá o devido valor. Seriam estes exemplos a ser aproveitados e integrados em planos de desenvolvimento Cultural e uma das formas de atrair mais jovens para estas áreas. Quem é o responsável por aquele núcleo Cultural que é a Biblioteca Municipal (o nosso pequeno CCB)? Qual o seu Plano Anual de Actividades? Aquém se dirigem a maioria das suas actividades?....
Não estará esta infra-estrutura sub-aproveitada?Mexam-se, tornem-se livres, acabem com a vossa escravidão mental a que um partido estagnado no tempo a vos obriga... não fiquem envergonhados de mudar as vossas maneiras de pensar (só os burros é que não mudam), mantenham os vossos conceitos ideológicos, mas por favor modernizem-nos, não vejam em tudo e em todos adversários a abater. A RAZÃO ESTÁ SEMPRE NO MEIO DE DUAS VERDADES. TODOS NÓS QUEREMOS UM CONCELHO MELHOR MAIS AMIGO, SAÚDAVEL, INOVADOR E SOLIDÁRIO.
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31.1.12

 

A Câmara Municipal de Alpiarça está de parabéns



Um batalhão de gente, vinda do desemprego, operação articulada entre Câmara Municipal de Alpiarça e Segurança Social, está a limpar ruas e cantos de Alpiarça bem como todos os lugares do concelho.
O batalhão de limpeza já passou pelo Frade de Baixo, Frade de Cima, Gouxaria encontrando-se neste momento a limpar ruas e jardins de toda a zona envolvente da Casa do Povo, Centro de Saúde e Agrupamento de Escolas José Relvas.
Os moradores mostram-se surpreendidos e ao mesmo tempo satisfeitos pelo facto de verem alguém a retomar as práticas de limpeza que existiram noutros tempos.
Esperam, no entanto, que este trabalho continue e não seja sol de pouca dura - como dizia um reformado, extasiado pela movimentação de gente, vassourase tractores.
Fica o registo, neste caso positivo para a autarquia e Segurança Social, com a promessa de continuarmos a olhar de modo crítico para o que se passa no nosso Concelho.


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28.1.12

 
 Ficou o PCP muito indignado pelo Rosa do Céu, quando presidente da Cãmara de Alpiarça, os ter posto em tribunal.
Na altura acharam que lhes estava a privar da liberdade de expressão.
 
Parece-me que mudam as moscas, mas no que respeita às atitudes prepotentes, a coisa continua.
Claro que a liberdade de opinião e de expressão do PCP/CDU não é igual à de um cidadão normal.
Eles podem caluniar, insinuar, levantar suspeitas, fazer juízos de valor à vontade. Ainda que nada provem.
Quando provam do próprio veneno, aqui del-rei que nós somos os herdeiros legais do Staline e connosco ninguém brinca.
Não vos mandamos para a Sibéria porque fica muito longe, mas temos sempre a possibilidade de vos chatear através dos tribunais.
Normalmente não dá em nada, mas como não nos custa meter um processo judicial (porque o dinheiro gasto não é nosso, é do povo), metemos, e enquanto vos fazemos caminhar 10 vezes para tribunal sob pena de vos obrigarem a pagar multas elevadas em caso de ausência, ficam caladinhos.
Com isso mostramos a outros que tenham essa veleidade que serão sujeitos ao mesmo.
Se no nosso partido silenciamos vozes incómodas, porque não o faremos aos de fora?
Não é assim Sr. presidente? Não foi isso que o anterior fez? Não era isso que o Zé Sócrates fazia aos jornalistas incómodos? Não é isso que algumas "virgens ofendidas" (alguns corruptos até à 5ª casa) fazem quando são acusados?
Não foi isso que o corruptor da Bragaparques fez a quem o acusava?
Fosse eu juiz, que as custas dos processos PERDIDOS por simples opiniões ou divergências políticas seriam pagos, não pelo erário público mas pelo responsável que resolveu avançar.
Quando passar a haver responsabilização individual e não corporativa a música passa a ser outra.
Já que está disposto a gastar o dinheiro dos contribuintes com tribunais, sugiro-lhe que inove, e gaste o dinheiro onde realmente deve ser gasto.
Crie um gabinete jurídico de apoio aos munícipes.
Trabalho não faltaria. A começar com as facturas obscenas apresentadas pela associada Aguas do Ribatejo, passando por clausulas e práticas abusivas dos bancos, seguros, TV's por cabo, telecomunicações, EDP, etc...
Lanço-lhe o desafio Sr. presidente;
Inove, crie com a "prata da casa" um gabinete de apoio e defesa do consumidor (residentes no município).
Até tem um sitio tão bom na Praça José Pinhão...
Mas isto é conversa que não interessa... não são directrizes partidárias.
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25.1.12
Os dois médicos cubanos que estão no Centro de Saúde de Alpiarça vão-se embora brevemente. 4000 Alpiarcenses vão ficar sem médico. Pouco mais de 200 pessoas estiveram presentes no Plenário levado a efeito pela Comissão de Utentes do Centro de Saúde. Os utentes não devem ter noção da gravidade para pouco se importarem em defender os seus direitos ou estarem minimamente informados da situação que se avizinha.
A conclusão só pode ser: os utentes não acreditam nas “comissões” por aparentemente estarem dependentes das directivas do partido ou as pessoas que dela fazem parte pertencerem ao partido ou ainda o partido estar onde não deve estar.
Seja como for, a situação é delicada e grave de mais para os utentes não pouco se interessarem pelos seus direito no que toca à saúde.
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24.1.12

Os três concelhos que menos se desenvolveram no Ribatejo foram: Alpiarça, Chamusca,  Golegã e Vila Nova da Barquinha.
Por razões várias e estratégias partidárias ou resultados eleitorais estes concelhos não conseguiram desenvolver-se como os restantes, mais parecendo que “pararam no tempo”.
O desenvolvimento que tiveram, se desenvolvimento se pode chamar, mais não foi de que: uma “casa nova aqui”, uma “vivenda acolá” ou alguma “prestação de serviço mais além”, quanto ao resto em nada cresceram como nunca conseguiram desenvolver-se em termos industriais acrescentando-se ainda de uma pequena perda de habitantes.
Resta-lhes ter algumas condições e estruturas sócio/culturais levando-os a não conseguir segurar a juventude e muito menos lhes garantir emprego que para sobreviverem tem que procurar outros concelhos mais desenvolvidos.
Ainda lhes cabe, em nome da verdade, a tranquilidade que oferecem aos seus residentes.
Quanto ao resto consideramos estes concelhos os mais apáticos da região ao contrário dos outros que conseguiram desenvolver-se de uma forma bastante diferente.

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23.1.12

 


Realizou-se no passado sábado, dia 21 de Janeiro, um Plenário de utentes de saúde de Alpiarça.

 

 

Na sequência do convite feito à população pela Comissão de Utentes, o salão da Casa do Povo encheu por completo para discutir as questões relativas ao funcionamento do Centro de Saúde, ao pessoal médico e de enfermagem, ao recente aumento brutal das taxas moderadoras no acesso aos cuidados de saúde nos hospitais e centros de saúde, bem como as limitações impostas pelo Governo ao transporte de doentes para tratamentos.
Presente nesta reunião plenária, o Presidente da Câmara, Mário Fernando Pereira, interveio lembrando a responsabilidade e a obrigação do Poder Central, do Governo, na prestação de um serviço de qualidade a todos os portugueses, princípio inscrito na Constituição da República – resultado de uma prolongada luta dos portugueses e que se traduziu na criação de um Serviço Nacional de Saúde assumido como uma conquista da Revolução de Abril. Referiu ainda que “não sendo a saúde uma competência das autarquias, cabe no entanto aos eleitos locais tomar posições e agir junto do poder central no sentido de defender os direitos e solucionar os problemas das suas populações; é isso que esta Câmara Municipal tem feito e está a fazer; é o que estou hoje aqui a fazer, ao lado da população”.
Perante os problemas existentes de falta de médicos ao longo de vários anos, o actual executivo da Câmara Municipal assumiu em finais de 2009 o pagamento das despesas de habitação de 2 médicos de nacionalidade cubana colocados no Centro de Saúde – despesa que deveria caber ao poder central – porque estava em causa um valor essencial: a saúde dos alpiarcenses. Esta decisão, reforçada pelo bom trabalho desenvolvido pelos 2 médicos cubanos, aspecto por todos reconhecido, contribuiu decisivamente para a substancial melhoria verificada na prestação de serviços de saúde em Alpiarça, muito acima da realidade vivida em muitos outros concelhos da região e do País. Não sendo ainda a situação ideal, passou-se de cerca de 4000 alpiarcenses sem médico de família em 2009 para 280 neste momento.
Colocando-se a eventualidade da saída destes 2 médicos e o regresso ao seu país, o Presidente da Câmara disse “estar a acompanhar a situação desde há vários meses e que existem garantias de que a saída prevista da Drª Mercedes Garcia e do Dr. Jorge Sobriño só ocorrerá após a chegada de Cuba de novos médicos para assegurar o serviço. A Câmara continuará a acompanhar esta situação e a exigir, em conjunto com a população de Alpiarça, o direito a melhores condições no acesso à saúde, tendo já, para esse efeito, solicitado uma reunião ao Secretário de Estado Adjunto da Saúde.”
A concluir a sua intervenção, o Presidente referiu que “é importante perceber que os ataques de que tem sido alvo o SNS não podem ser dissociados de outras medidas convergentes contra os elementos mais representativos das conquistas de Abril e da nossa Democracia, de que são exemplo vários serviços públicos como a segurança social, os correios e transportes, a educação, entre outros”, instando os presentes a manterem a atenção e a mobilizaram-se para defender os serviços públicos de proximidade, quando necessário, no que terão sempre o apoio da Câmara Municipal de Alpiarça.
«CMA»

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 Decorreu, sábado 21 de Janeiro de 2012, mais uma jornada de limpeza e recuperação da aldeia dos pescadores avieiros do Patacão - Alpiarça. Prosseguiram também os trabalhos de "alagamento" de salgueiros na maracha do Tejo, levado a efeito por conhecedores do ofício, como forma de proteger as suas margens.

Este trabalho de recuperação do importante património histórico alpiarcense, começou no ano de 2011 impulsionado pela AIDIA, parceira de outras organizações no projecto de recuperação e candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco e, prossegue em 2012 com a mesma determinação, revelaram fontes responsáveis.

Para isso, contam com a ajuda voluntariosa de muitos alpiarcenses, também com peritos de reconhecido mérito nacional na temática dos avieiros, caso dos arquitectos: Fernando Simões Dias e Carlos Mateus de Carvalho, Câmara Municipal de Alpiarça, Junta de Freguesia, associações e colectividades do concelho, bombeiros, forças de segurança e demais entidades que defendem a preservação do nosso património cultural e histórico.

Saúda-se  todas as pessoas e instituições envolvidas no projecto avieiro e deseja o maior sucesso para a candidatura da Cultura Avieira a Património nacional imaterial e da Unesco, cuja ideia inicial (2007) partiu do Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação de Santarém e Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça (AIDIA) e, mais tarde, juntou outras pessoas e instituições, ultrapassando já uma centena, de acordo com a informação disponível

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19.1.12

 

 

A 1ª ronda, a Casa do Xadrez de Alpiarça recebeu e venceu a equipa da Figueira da Foz, Assembleia Figueirense, por um expressivo 3,5 - 0,5.

O
recente sorteio da 2ª eliminatória , ditou que a Casa do Xadrez de Alpiarça recebesse na sua casa, em Alpiarça,  a equipa do GX Alekhine (de Lisboa).

Esta 2ª eliminatória será depois disputada dia 4 de Fevereiro às 15h00m .  

Estão todos convidados a aparecer !   Morada:  Rua José Relvas, n.º 251  1.º   (Sala de Xadrez) , em Alpiarça.

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18.1.12

 

 O “Projecto Contra a Pobreza” apresentado e iniciado pela Fundação José Relvas foi retirado à Fundação depois de algumas peripécias pelo meio para acabar por ser entregue à “ARPICA” (Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos do Concelho de Alpiarça).
 Um projecto que continua “guardado” dentro de uma qualquer gaveta à espera de melhores dias e que já levou com que a Segurança Social deixasse de se interessar e de apoiar o mesmo. Um projecto que em nada dignifica as entidades envolvidas por não chagarem a um acordo por “questões políticas”.
 O “Projecto Contra a Pobreza” remonta desde que a ex-presidente do município, Vanda Nunes, independente eleita pelo PS, recusou assinar o projecto porque dos 525 mil euros de orçamento, ao abrigo dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS), 363 mil euros eram destinados a pagar os ordenados.
 Mário Pereira era então “vereador na oposição e manifestou-se também contra os elevados vencimentos. Após ganhar as eleições autárquicas, Mário Pereira não mudou de opinião mas tentou chegar a um acordo com a fundação, só que esta mostrou-se sempre contra a possibilidade de mexer nos ordenados.
 Já o presidente da Câmara, Mário Pereira entendeu que o projecto deveria passar para a “Arpica” e coordenado por esta associação adiantando ainda na altura que “iria ser preparado um novo plano de acção” com a colaboração da associação para que “esta iniciasse o projecto o mais rápido possível”.
 O “plano de acção” que iria ser preparado pela Arpica como a escolha do coordenador do projecto e respectivos técnicos nunca teve pernas para andar porque seria sempre difícil para a associação de idosos sustentá-lo dado a sua debilidade financeira ou falta de recursos que é bem visível nas suas instalações onde se pode ver no interior da associação alguns contentores para os mais diversos usos. Se tivesse recursos financeiros teria sim outra qualidade de instalações e não contentores.
 Presentemente o projecto de luta contra a pobreza em Alpiarça continua num impasse que já levou a que lhe fosse retirado o apoio que a Segurança Social pretendia dar ao projecto.
 Salientamos que os “Projectos Contra a Pobreza” apresentados a nível nacional foram todos aprovados e já se encontram a funcionar excepto o de Alpiarça que pelas razões descriminadas foi o único que ficou de fora
 Resta-nos publicar parte de um artigo já publicitado em devido tempo  mas que se mantêm actualizado:

ALPIARÇA - “CARTA ABERTA” DE UM LEITOR SOBRE O ...


“…….Não tendo por hábito, nem pretendendo adquiri-lo, desta vez atingi o ponto de ruptura e tenho que desabafar.
É vergonhoso ver a Câmara Municipal de Alpiarça deitar dinheiro assim fora, mais ainda desperdiçar um projecto que visava colmatar um tão grave problema na nossa sociedade: o combate à POBREZA.
Ao contrário do que foi dito, e pelo que me apercebi, o objectivo deste projecto não era dar esmolas, mas sim ensinar, quem delas precisa! A gerir os seus parcos rendimentos e cria-los, através do trabalho!
Infelizmente tal nunca foi percebido por quem de direito, e limitaram a discussão ao salário dos responsáveis pela implementação do projecto.
O actual executivo continuando uma anterior teimosia optou por retirar o parceiro inicialmente escolhido, optando por sua livre iniciativa por um novo parceiro – a fim de este ficar encarregue pela implementação do dito “projecto contra a pobreza”.
Chegou agora o veredicto de quem de direito. O projecto foi chumbado, por não reconhecerem as qualidades e capacidades ao parceiro indicado pela Câmara Municipal de Alpiarça.
O que me saturou, nem foi o “deitar dinheiro à rua”, foi sim, a falta de conhecimento que os responsáveis pelo destino deste município têm das Instituições.
Numa atitude de sobranceria a que estão habituados localmente propõem uma entidade amiga para gerir um projecto mas quem tem que apreciar capacidades diz: “Não, porque esses não têm capacidade para o fazer”. É pena que assim suceda. É pena que a falta de visão seja tanta que é preciso vir o “Inquisidor” dizer que isso assim não pode ser.
É público.
É uma vergonha!........”

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17.1.12

 Casa do Xadrez de Alpiarça participa neste Campeonato na 2ª divisão - série B, após ter subido à 2ª divisão na época transata.

Na 1ª sessão do Campeonato Nacional de Equipas da 2ª Divisão 2011-2012, jogando na Série B, defrontaram-se na Figueira da Foz, Assembleia Figueirense e Casa do Xadrez de Alpiarça. O confronto resultou num empate : 2 - 2

Pela Casa do Xadrez jogaram:

Carlos Nascimento: 0,5
Victor Ferreira: 0,5
Bruno Moreira: 0
Luís António: 1

 

Na 2ª sessão do Campeonato Nacional de Equipas da 2ª Divisão 2011-2012, jogando na Série B, defrontaram-se em Alpiarça, a Casa do Xadrez de Alpiarça e o Circulo de Xadrez de Montemor-o-Velho. A Casa do Xadrez ganhou por 3 - 1 .

 

Pela Casa do Xadrez jogaram:

Carlos Nascimento: 0
Victor Ferreira: 1
Pedro Vinagre: 1
Luís António: 1


Mais detalhes e fotos sobre estas noticias podem ser consultados, no nosso blog, nos posts:


http://casadoxadrez.blogspot.com/2012/01/cnequipas-2011-2012-ronda-1-assembleia.html
http://casadoxadrez.blogspot.com/2012/01/cnequipas-2012-ronda-2-casa-do-xadrez.html

 


 

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6.1.12

Um leitor atento enviou-nos o seguinte comentário: “Essas críticas das chamadas revistas da especialidade já todos sabemos como são feitas. Ou o produtor faz publicidade na revista e dão um destaque e uma apreciação excelente a uma marca dessa Casa Agrícola, ou se o produtor recusa fazer publicidade, cortam na casaca até mais não. E quando existem quezílias pelo meio, então nem se fala. Falar dum rótulo e nem sequer falar do conteúdo é no mínimo, muito pouco profissional” (ler: Casa Paciência lança no mercado o vinho "Ping'Amor" ) depois de ter lido a notícia publicada por este jornal e referente ao lançamento de um novo vinho da 'Casa Paciência' no mercado com a marca  “Ping’Amor”.

Na opinião do ‘Jornal de Vinhos’, “há rótulos de vinho que, pior do que serem maus tecnicamente, são incompreensíveis nos dias de hoje... A todos os níveis. O vinho Ping'amor Reserva, da Casa Agrícola Paciência, é um caso paradigmático. O seu rótulo, de formato exótico, para além de não comunicar quase nada, é formalmente deprimente.”

Curiosamente, Armando Fernandes, crítico de gastronomia e responsável pela coluna de 'Comeres & Beberes' do semanário ‘O Ribatejo’ já não é da mesma opinião. Escreve o entendido  na sua habitual coluna de “Vinho” desta semana o seguinte: “…O rótulo e contra rótulo acentuam Ping’amor, possibilitando, se nisso estivermos interessados recordar as figuras de pinga amores feitas pelos outros, as nossas ficam ao cuidado deles. Um homem frenético no pinga-amor, especialmente no Ribatejo, é encarado como bonomia e largo sorriso pelos observadores menos atreitos a exibições de amostras desse género na praça pública. Este vinho branco no copo mostrou-se límpido, o nariz detectou referências aromáticas a frutos cítricos frescos, a feno acabado de cortar, alguma manteiga e elementos florais, na boca aumentaram as revelações colhidas pela pituitária. Com efeito, no palato conformaram-se tais sensações, ainda as de maçãs acabadas de colher, num pronunciamento de frescura e final vincados a laivos amanteigados. Bom acompanhante de peixes brancos, mariscos, aperitivos e queijo seco.”
Depois destas duas opiniões e porque a Casa Paciência, situada em Alpiarça, continua a “brindar” os consumidores com o melhor “néctar dos Deuses” de região porque não provarmos o ‘Ping’Amor’ para tirarmos as dúvidas?
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13.12.11
Os alunos do 11º ano do Agrupamento de Escola José Relvas regressaram aos inícios do século XX e reconstituíram a vida quotidiana da Família Relvas.
Veja em:
http://www.youtube.com/watch?v=i10SzVyBRi8&feature=share




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25.11.11

 

O Modelo plurimunicipal (agregando vários concelhos) e vertical (com exploração dos sistemas em alta e em baixa) implementado pela empresa  ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A. pode ser o modelo a seguir pelas novas entidades gestoras que vierem a ser criadas por iniciativa de conjuntos de municípios.

 

Esta foi uma das conclusões do debate subordinado ao tema: "A Diversidade das Entidades Gestoras - Desafios e Oportunidades no Quotidiano” que decorreu no dia 24 de Novembro, em Santarém, integrado no Encontro Nacional de Entidades Gestoras de Água e Saneamento (ENEG) que reuniu dezenas de especialistas de todo o país e de vários países africanos.

 

A mesa redonda moderada por Nuno Campilho, administrador do SMAS de Oeiras e Amadora, contou com as intervenções de José Boal Paixão (Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro); José Ferreira dos Santos (Águas da Teja); José Maciel (Águas e Parque Biológico de Gaia); Miguel Rasquinho ( Presidente da Câmara Municipal de Monforte) e Dionísio Simão Mendes (Águas do Ribatejo). Um painel diversificado onde estavam representados vários modelos de gestão diferentes.

 

 

O vogal do Conselho de Administração da ÁGUAS DO RIBATEJO (AR), Dionísio Mendes vincou as características da gestão implementada na empresa municipal que assegura a sustentabilidade económica e financeira  sem sacrificar os utentes e utilizadores. “Fazemos uma gestão política, com preocupações sociais, sem perder de vista o modelo empresarial para garantir o funcionamento do sistema”, referiu.

 

 O administrador divulgou, como exemplo, que nenhum dos três presidentes de câmara que integram o Conselho de Administração (José Sousa Gomes, António Ganhão e Dionísio Mendes) recebe qualquer remuneração pelas funções que desempenha.

Por outro lado, o facto da empresa ser formada apenas pelos municípios, sem parceiro privado, permite que pratique um dos tarifários mais baixos do país e o mais económico da região “Não temos margem de lucro para dividir por accionistas, os resultados apurados são aplicados em investimento”, explicou.

 

 

 Nos dois primeiros anos de actividade, a empresa municipal conseguiu resultados positivos ao mesmo tempo que realizou um investimento de 60 Milhões de Euros nos sistemas de abastecimento de água e saneamento. “Estes resultados só são possíveis com uma grande solidariedade entre todos os municípios porque cada concelho tem necessidades diferentes e uma dimensão diferente dos outros”, referiu o administrador que é também presidente da Câmara Municipal de Coruche.

 

Segundo Dionísio Mendes,  a intermunicipalidade, com a construção de  equipamentos que servem mais do que um concelho, “permite economias de escala muito significativas”.

 

A ÁGUAS DO RIBATEJO ganhou uma dimensão muito superior com a entrada recente do Município de Torres Novas, servindo agora 150 mil pessoas que vivem em sete concelhos numa área territorial com mais de 3280 km2.

 

Segundo o Presidente da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERASR), Eng.º Jaime Melo Baptista, um estudo realizado recentemente aponta para que as economias de escala só se conseguem em universos superiores a 100 mil consumidores. O responsável pela regulação dos serviços vincou durante o debate a necessidade das entidades gestoras actualizarem as suas tarifas, mas só quando o aumento do preço for acompanhado de uma melhoria da qualidade do serviço prestado.

 

O presidente do ERSAR frisou a necessidade de garantir os tarifários sociais como forma de assegurar que ninguém fica privado do abastecimento de água e do saneamento por não possuir recursos financeiros para o pagar.

 

Dionísio Mendes explicou que  a ÁGUAS DO RIBATEJO tem um tarifário social que reflecte estas preocupações, mas defendeu a água deve ser valorizada como um bem essencial para a vida das pessoas. “Conseguimos acabar com a ideia de que se podia gastar a água à vontade porque não se pagava ou se pagava muito pouco”, disse.

“Instalámos contadores em todos os locais de consumo: escolas, jardins, fontes, jogos de água, piscinas, campos de futebol, para sabermos quanto custa a água que se gasta. Até as câmaras e as juntas de freguesia pagam à ÁGUAS DO RIBATEJO”, acrescentou.

 

O administrador da AR salientou ainda o investimento que a empresa tem feito em campanhas de sensibilização para o uso eficiente da água em parceria com as associações QUERCUS e DECO.

“Parece pouco lógico, uma empresa que vende água, apelar à redução do consumo. Mas nós temos estas preocupações ambientais muito presentes e notamos que as pessoas estão a consumir menos água porque se preocupam com o valor da factura e estão sensíveis para as questões ambientais”, concluiu.

 

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22.11.11
“Noticias do Ribatejo"” oferece aos seus leitores um documentário de curta duração (36,07) feito em 1928 pelo realizador Abel Pratas.
No documentário podemos ver como eram as ruas de Alpiarça; como as pessoas circulavam; as “juntas de bois” nas vindimas; as mulheres a lavarem na Vala; as casas seguras por estacas por causa das inundações; a presença de um lobo na “charneca”; os pastores; o pastar do gado bravo; os poucos automóveis, a entrega da bandeira; a indústria das passas; a beleza e pobreza dos pescadores do Patacão, etc.
Neste filme também se pode  ver como era Alpiarça no inicio do século passado e como é hoje.
Muita coisa mudou, e de que maneira.
Para ver o filme basta carregar em:
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=4569&type=Video
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8.11.11

Poucos são aqueles que hoje poderão afirmar com certeza que a vitória da CDU em 2009, não se deveu a um conjunto de 4 fatores:
I - Um enorme desgaste de 12 anos socialista, que até começou muito bem mas que derivou em muitos casos que vieram para a praça publica e que destruiu a credibilidade do projeto PS/Alpiarça é a Razão.
II - O afastamento de ala mais independente do PS, em oposição à prepotência de Rosa do Céu / Vanda Nunes.
III - A imagem desgastada de Sónia Sanfona, em parte devido ao escândalo BPN, e em parte à sua condição de deputada do governo, assim como à pouca simpatia que recolhia junto da população.
IV – A apresentação pela CDU de uma lista de nomes renovada, sem os velhos do Restelo do costume e com Independentes jovens, promissores, sem rabos de palha, em posições chave nas listas.
Apenas 2 anos depois dessa vitória, o mesmo projeto político é uma manta de retalhos esquartejada por aqueles que na sombra da CDU preparavam sorrateiramente o momento de reaparecerem com todos os fantasmas do passado e acenando com a velha doutrina autoritária, intolerante e controladora dos comunistas antigos.
O ressurgimento de figuras indesejadas dentro do PCP local, como João Osório e Octávio Augusto como verdadeiros presidentes da Câmara Municipal de Alpiarça, em contraste com um Mário Pereira agastado, manipulado e sem qualquer carisma, introduziu neste projeto político, um envenenamento daqueles que poderiam de alguma forma colocar em causa o modo pouco claro como a movimentação de fundos dentro de uma autarquia serve para financiar o partido, como é o caso do pagamento de uma espécie de dízimas, assemelhando o partido mais a uma seita religiosa do que a um verdadeiro partido de esquerda como muitos têm tentado criar e que têm sido afastados.
Mas se no caso dos saneamentos dentro do PCP a nível nacional, têm sido processos sem grande impacto eleitoral, já a nível local, e com a força da blogosfera, têm havido um impacto enorme junto da população da vila com a denúncia e desmascaramento de atitudes pouco claras e éticas por parte de alguns eleitos (exemplo de Celestino Brazileiro e João Pedro Osório).
Se adaptarmos os 4 motivos da vitória da CDU que referi no início deste texto, sou levada a pensar que em 2 anos, o PCP consegue criar condições que o PS criou em 12 anos para perder as eleições:
1 – Em 2 anos de mandato, já têm uma boa coleção de casos na praça pública: O encerramento do Parque de campismo, o Fim da Feira do Vinho, a acumulação de cargos e vencimentos na Câmara Municipal, a falta de obra projetada pelo PCP (têm-se limitado a gerir obra iniciada pelo PS), a incapacidade de inaugurar uma simples estatua que já se encontra construída e escondida há mais de 15 anos, a incapacidade de limparem a vala de Alpiarça, bandeira tantas vezes acenada na campanha eleitoral de 2009.
2 – A tentativa de afastarem pessoas incómodas, como tem sido o caso de, Mário Santiago, Joana Serrano, Armindo Pinhão, António Emídio e Anabela Costa.
3 – O ressurgimento de Sónia Sanfona, agora muito mais madura, embora com o fantasma da governação PS a persegui-la mas com 2 anos para nas calmas mostrar que afinal não é tão má quanto a pintaram em comparação com Mário Pereira.
4 – A incapacidade mais que óbvia que o PCP/CDU terá de nas próximas eleições conseguir novamente pessoas carismáticas e de natureza independente do PCP, sabendo estas tudo aquilo que tem acontecido em relação a algumas pessoas que pelo contrário têm vindo a ganhar cada vez mais defensores na praça pública (até já ouvi até pessoas muito próximas de outros partidos a elogiarem Mário Santiago e Joana Serrano pela coragem que demonstraram em exprimirem publicamente uma opinião discordante da ala mais conservadora do PCP).
5 – A eventualidade de daqui a 2 anos, aparecer uma Lista de independentes ou do BE, podendo qualquer uma destas duas listas vir a ter nas suas fileiras pessoas que agora têm sobressaído e ganhado notoriedade na opinião publica.
6 – O desgaste na imagem dos “proprietários” do PCP em Alpiarça, e da própria CDU que destruiu a imagem quase imaculada que construiu durante a campanha como grande defensora da seriedade politica.
7 – Um Mário Pereira muito desgastado politicamente por não conseguir arrumar a casa, fazer qualquer obra da autoria da CDU e andar a reboque da vontade de militantes que deveriam apoiá-lo em vez de o manipularem.
8 – Uma autarquia com um quadro de pessoal pouco funcional, com grandes lacunas, e que em vez de vir a ser racionalizado, tem vindo a engordar ainda mais do que nos tempos do PS com a admissão de boys comunistas. A própria reorganização dos serviços camarários, que foi até falada numa Assembleia Municipal, não passou sequer do papel, e são muitos os funcionários que se queixam que agora as coisas ainda funcionam pior do que nos tempos de Rosa do Céu.
Com tudo isto que aqui foi referido, resta ainda dizer uma última coisa. Não vão ser estes motivos que farão a CDU perder as próximas eleições. Vai ser sim, ignorarem mais uma vez os alertas que todos o que lhes querem bem, têm andado a transmitir. O João Osório é um teimoso e o Mário Pereira não lhe fica atrás. Não aceitam críticas, acham-se donos absolutos da verdade e é isso que os vai destruir (e o João Osório já é repetente nestes suicídios políticos).
E com este texto me fico, já estou cansada e velha para me envolver ativamente num projeto político, mas espero que estes jovens em que eu não votei por convicção política mas que acreditei que seriam melhor do que a alternativa (PS/Sónia Sanfona), não desiludam ainda mais em quem neles confiou.
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18.10.11

 CDU de Alpiarça vai realizar no dia 22 de Outubro, Sábado, a partir das 14 horas na Biblioteca Municipal, as Jornadas Autárquicas do concelho.

 

Nesta realização pretende-se fazer um balanço do trabalho realizado, do muito que ainda há para fazer e, num quadro de acrescidos constrangimentos financeiros com que o Poder Local está confrontado, apontar as principais linhas de trabalho até ao final do mandato nos órgãos autárquicos do concelho.

 

As Jornadas serão presididas por Fernando Louro e terão comunicações iniciais de:

 

Mário Fernando Pereira, Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça

Raul Figueiredo – Desenvolvimento sustentado no concelho

Isabel Coelho – A comunidade educativa e os órgãos autárquicos

Luísa Gargalo – O desporto no concelho

Rui Gaspar – A relação da Associação de Pais com os órgãos autárquicos

Fábio Correia – Medidas de protecção civil no concelho

Nuno Prates – Alpiarça, enquadramento histórico e uma identidade própria

António Emídio – António Lima Fernandes, uma justa homenagem

Joaquim Nascimento – A agricultura biológica no contexto económico local

Júlio Pratas – Comunicação social local ontem e hoje

Seguir-se-á um debate entre todos os participantes.

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14.10.11
Deputada Margarida Netto
Moradores de Alpiarça estão preocupados com o funcionamento de uma unidade de recolha de plásticos agrícolas que se encontra a operar sem autorização numa antiga vacaria, encerrada por ser ilegal

Devido a integrar a Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local da Assembleia da Republica, a Sra. Deputada do CDSPP eleita por Santarém, Margarida Netto, vai deslocar-se a Alpiarça e visitar o local onde opera a empresa de recolha, triagem, compactamento e comercialização de resíduos para reciclagem.

A visita da Sra. Deputada do CDS-PP, Margarida Netto vai acontecer na próxima segunda-feira, dia 17 de Outubro, pelas 15.00 horas e é motivada pelas inúmeras cartas e e-mails com queixas e reclamações, manifestando enormes preocupações sobre a legalidade da instalação e funcionamento sem qualquer autorização numa antiga vacaria, dentro da malha urbana de Alpiarça, desta unidade de reciclagem.
O impacto e as alterações a nível ambiental que poderão registar-se em Alpiarça e devido à sua proximidade, pode contribuir para o encerramento da unidade turística na proximidade, são algumas das muitas preocupações dos moradores deste Concelho.
Factores que não são alheios aos moradores e motivam ainda mais preocupações, prendem-se pelo facto desta empresa já ter operado em Ulme e Chamusca e foi encerrada pelo Ministério do Ambiente por estar a contaminar com as suas águas as zonas agrícolas, bem como, não foi autorizada a instalar-se e a funcionar na zona industrial de Sacavém pelo elevado risco de contaminação do rio Trancão.
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19.9.11

DISCURSO DO PRESIDENTE DA CÂMARA NA INAUGURAÇÃO DO CENTRO ESCOLAR PROF ABEL AVELINO
Alpiarça, 15 de Setembro de 2011 – 18 horas
Intervenção do Presidente da Câmara de Alpiarça, Mário Fernando Pereira 
Saudações 
Foi com muita honra que, convosco, acabei de inaugurar o novo centro escolar – a Escola Básica do 1º Ciclo – Professor Abel Avelino.
 
É um equipamento escolar de qualidade, moderno, que valoriza Alpiarça, e que será elemento preponderante, por muitos anos, na educação e qualificação para a vida das crianças do nosso concelho.
Materializa um investimento global de 1.200.000 euros candidatado a financiamento comunitário do Quadro de Referência Estratégica Nacional, através do Programa Operacional do Alentejo, no âmbito das verbas da contratualização da CIMLT.
Com a obra que decorre na Casa dos Patudos – 2.500.000 euros –, cuja 1ª fase se encontra também já concluída, esgota o montante total das verbas disponíveis à autarquia por via da repartição acordada entre os municípios da Lezíria.
A execução destes investimentos – prioridade desde o primeiro momento assumida – tem absorvido quase totalmente os nossos escassos recursos financeiros, em claro detrimento de outras eventuais opções e necessidades sentidas pela nossa população. Tem sido um imenso esforço de tesouraria; mas é esse esforço que nos tem permitido aproveitar os fundos comunitários disponíveis e garantir a 4ª mais alta taxa de execução entre os 11 municípios da CIMLT, num registo significativamente superior às médias da região e do País.
Este novo estabelecimento de ensino é peça central numa aposta estratégica na educação por parte deste executivo municipal, cumprindo assim os compromissos anteriormente assumidos com a nossa população.
Ao longo deste ano, Alpiarça assistiu ao maior investimento de sempre na área da educação, da responsabilidade da administração local. 2
Para além da obra que hoje inauguramos, para além do funcionamento regular dos serviços que decorrem das competências transferidas e que nem sempre são compensados com as devidas transferências financeiras por parte da administração central, o Município realizou, com recurso a meios próprios, um vasto conjunto de intervenções de reabilitação de edifícios e estabelecimentos de ensino e procedeu à aquisição de equipamentos de apoio à actividade educativa. Desse trabalho, importa destacar:
. a requalificação da Escola EB1/JI de Alpiarça, com a pavimentação de vastas áreas do recinto, remodelação do ginásio, cozinha e refeitório, reconversão das instalações sanitárias e das salas a ocupar pelas crianças do ensino Pré-Escolar e pintura geral dos edifícios;
. a aquisição e colocação de Quadros Interactivos e equipamento informático de suporte ao funcionamento em todas as salas de aula das escolas do 1º ciclo do concelho;
. a pintura geral (interior e exterior) e arranjos de elementos de estrutura da Escola EB1/JI do Frade de Baixo;
. a remodelação profunda e pintura geral do edifício do antigo ginásio da Escola EB2,3/S de José Relvas, de forma a que aí possam funcionar, já este ano lectivo, as salas de apoio às crianças do ensino estruturado e especializado, bem como as obras de melhoramento e reequipamento do bar e a substituição de janelas e estores nos diversos blocos.
Despidos de quaisquer preconceitos, os factos demonstram que, num quadro de grandes dificuldades – que decorrem da situação recessiva do País e é comum à generalidade das autarquias portuguesas – o Município de Alpiarça tem conseguido corresponder positivamente às inúmeras solicitações, tanto nesta como em outras áreas da sua intervenção. 3
Julgo não ser novidade para ninguém que a actividade autárquica no nosso País tem sido fortemente condicionada por sucessivos cortes, ilegítimos, nas transferências a partir do OE, ou seja, nas verbas a que os municípios têm direito na sua participação nos impostos arrecadados pelo Estado, definidas na Lei das Finanças Locais – lei que o próprio Estado não tem cumprido nos últimos anos e que, por via da intervenção do FMI e do BCE em Portugal, se prevê que continue a não cumprir, em prejuízo das populações.
Caros convidados,
É oportuna esta ocasião para afirmar uma realidade que julgo ser incontestável, e cuja verificação é desejável – é necessária – ao sucesso deste empreendimento colectivo que é a educação das nossas crianças e jovens: refiro-me ao ambiente de bom relacionamento que se verifica entre os vários elementos institucionais que compõem o núcleo essencial da comunidade educativa alpiarcense.
Lembro aqui que nem sempre assim foi num passado recente.
Dissemos, em devido tempo, que era urgente eliminar a excessiva crispação política e social que se registou em Alpiarça, dando expressão a uma visão da intervenção municipal centrada na prossecução do interesse colectivo, entendido como a referência fundamental para o nosso trabalho e para a nossa relação com a comunidade;
Tornámos essa premissa num facto prático ao assumir a gestão da autarquia.
É um objectivo que estamos a cumprir em toda a linha, na recuperação da confiança de pessoas e entidades cuja relação com a autarquia se encontrava deteriorada:
Em especial junto das colectividades e do movimento associativo do concelho, a vários níveis, entre os quais se situa o da própria intervenção comum no processo educativo local através do Conselho Geral do Agrupamento;
Mas também junto da comunidade educativa, procurando estabelecer formas de colaboração que respondam rápida e eficazmente com soluções para problemas que são de todos, entre o Agrupamento de Escolas, a Associação de Pais e Encarregados de Educação e o Município de Alpiarça, superando divergências pontuais, no respeito pela autonomia no âmbito de intervenção própria de cada uma das instituições. 4
Estou certo de que existe nestes parceiros a consciência do esforço realizado pela autarquia, bem como da extensão das contingências e limitações que têm enquadrado a nossa acção.
Caros convidados,
Não é fácil, numa intervenção formal, como esta pretende ser, encontrar a devida objectividade para nos referirmos a alguém que muito admiramos, e que, de certa forma, contribuiu para a formação da nossa personalidade e carácter, adicionando conhecimento, e com quem nos relacionámos com amizade ao longo dos anos.
É o que se passa relativamente à pessoa, à personalidade que ficará associada à abertura e ao funcionamento futuro desta Escola. Procurarei, então, a objectividade possível.
Foi unanimemente que a CMA deliberou escolher o nome do Professor Abel Avelino para patrono desta nova Escola.
Foi uma decisão unânime e natural; não que fossem inexistentes outras possibilidades entre os muitos docentes que ao longo dos tempos contribuíram para a formação escolar de sucessivas gerações de alpiarcenses;
Foi uma escolha consensual porque o nome do Professor Abel se destaca e se impõe com naturalidade pelo que representa para os alpiarcenses, pela imagem do pedagogo metódico, que, com rigor, transmitia o conhecimento, impunha uma disciplina aparentemente rígida mas sempre serena, porque temperada com fina ironia e estratégicas tiradas de humor, ganhando a atenção e o afecto.
Certamente que a família aqui presente – D. Lurdes; Carminho, Licínia, Zé Luís, Zé Raul – me permitirá que afirme que Abel Avelino foi um homem de sorte;
Um homem a quem coube a fortuna de ter vivido em pleno a sua família e a realização profissional, de ter dado sentido e dimensão à vida com o interesse por um conjunto de actividades diversificadas, das quais nunca prescindiu e que o enriqueceram como pessoa;
Um homem com sorte por, tendo nascido em Alpiarça e cá ter sempre vivido e leccionado, ter tido a possibilidade de sentir o constante e geral reconhecimento dos amigos, colegas e funcionários da Escola, dos seus conterrâneos e das muitas 5
centenas dos que foram seus alunos – reconhecimento feito de autenticidade, de respeito e afabilidade genuína.
Fica esta Escola, portanto, com um nome apropriado para sua designação, digno da nobre missão que encerra, e que, justamente irá perpetuar a profunda ligação entre este ilustre alpiarcense e a sua maior causa de sempre: ensinar.
Caros convidados,
Não irei terminar sem lembrar os que, no terreno, edificaram esta obra. Aqui fica, pois, uma saudação especial:
. ao empreiteiro da obra – a firma JMSF – e aos seus trabalhadores;
. ao corpo técnico da autarquia, que acompanhou alguns aspectos da concepção e do seu desenvolvimento;
. aos trabalhadores do Município e da Freguesia, que nas últimas semanas foram incansáveis nos arranjos exteriores e na limpeza;
. aos membros do executivo municipal e do gabinete de apoio, que, nesta fase final da obra, muito de si deram para que pudéssemos estar aqui hoje a iniciar um novo ano lectivo, garantindo as melhores condições de funcionamento das nossas escolas.
Para terminar,
A todos os que, de alguma forma, irão beneficiar do investimento concretizado nesta nova Escola, desejo que este seja o primeiro dia do resto de muitas vidas felizes e valorizadas pelo estudo e pelo conhecimento.
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16.9.11

Sua Excelência a Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Professora Doutora Assunção Cristas, visita pelas 17H00, do dia 16 de Setembro a XXIX Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça.

O protocolo da visita é o seguinte:
17:00H
Recepção de Sua Excelência a Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Professora Doutora Assunção Cristas, (cumprimentos de boas vindas );
17:15H
Debate com os produtores vitivinícolas, sobre o tema “Conversa com vinhos- as perspectivas para os vinhos de Alpiarça/vinhos do Tejo”.

Com a presença dos seguintes produtores:
                                                             - Sociedade Agrícola Quinta da Lagoalva;
                                                             - Casa Agrícola Paciência;
                                                             - Sociedade Agrícola Pinhal da Torre;
                                                             - Sociedade Agrícola Gouxa e Atela;
                                                             - Coopovinhal – Adega Cooperativa de Alpiarça;
                                                             - Agroalpiarça;
                                                             - Adega Cooperativa da Gouxa;
                                                             - Portal da Vila;
                                                             - Ardus- Vinhos.
18:00H
Entrega dos prémios obtidos no X Concurso Internacional do Vinho “La Selezione del Sindaco” Prémios atribuídos
(Medalha de Prata)
18:15HVisita aos Stands de expositores no Pavilhão de Actividades Económicas
Apresentação do projecto da 2.ªfase de ampliação da unidade fabril, pela empresa MONLIZ - Produtos Alimentares do Mondego e Liz, SA., com um investimento no valor de 18 milhões de euros.
18:40HProva de Vinhos de Alpiarça/vinhos
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 A Direcção do Grupo de Dadores de Sangue de Alpiarça tem o prazer de anunciar que no próximo domingo 18 de Setembro, na Recolha de Sangue que organizará na Feira Alpiagra durante todo o dia, e contando com o apoio da Sumol+Compal, irá distribuir packs de “Compal Essencial” a quem doar sangue nesse dia. Para isso, basta comparecer e efectuar a sua inscrição no autocarro do IPS (Unidade Móvel) que estará estacionado no recinto da feira.
Para quem for madrugador e estiver entre os primeiros 10 dadores inscritos, receberá ainda uma das últimas garrafas da edição de 200 garrafas de vinho tinto ”Orh+”
O lanche, como é habitual, estará também garantido.
Com tantas vantagens, é difícil arranjar desculpas para faltar a este gesto humanitário e essencial à preservação da vida
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15.9.11
Fruto de uma profunda investigação, este livro tem por principal base o arquivo do Diário de Notícias, Diário de Lisboa e República, e reproduz dezenas fotografias, algumas inéditas, bem como documentos que ilustram e completam um relato diário do que foi o ano de 1961. Estãoainda incluídas na investigação um conjunto de entrevistas e depoimentos exclusivos de personalidades marcantes e que participaram em vários desses acontecimentos, desde protagonistas políticos como Adriano Moreira ou Jorge Sampaio, até historiadores, militares e escritores, como Lídia Jorge e Pepetela.

Sinopse:
Um livro fundamental para os que nasceram em 1961! Poderia fazer-se tal afirmação. Mas 1961 – O Ano que Mudou Portugal é também fundamental para os que viveram esse ano e para aqueles, mais novos, que querem hoje compreender o que representou esse momento irrepetível da história portuguesa. 1961 foi um ano surpreendente por várias razões: o desvio, com fins políticos, do paquete Santa Maria e de um avião da TAP; a oposição das Nações Unidas à política colonial de Salazar e a descoberta de que o governo de John Kennedy financiava os movimentos independentistas do Ultramar; o massacre de brancos em Angola, que deu início a treze anos de guerra que afetaram diretamente mais de um milhão de portugueses. Um ano que terminaria ainda com a invasão de Goa pela União Indiana, que deixou no terreno 3500 prisioneiros. Para esclarecer as dúvidas que ainda permanecem sobre o período mais crítico da governação de Salazar, este relato do dia a dia de 1961 conta com uma série de depoimentos de protagonistas políticos importantes, como Adriano Moreira, Domingos Abrantes ou Jorge Sampaio; dos generais Carlos Azeredo e Chito Rodrigues; dos historiadores Irene Flunser Pimentel e Rui Ramos; dos que foram militares em África, como Jorge Jardim Gonçalves ou Otelo Saraiva de Carvalho; ou daqueles que sobre esse continente continuam a escrever, como Lídia Jorge.

Sobre o autor:

Depois de cinco retratos biográficos sobre escritores portugueses – Uma Longa Viagem com Álvaro Cunhal (2005), Uma Longa Viagem com Miguel Torga (2007), Uma Longa Viagem com José Saramago, Uma Longa Viagem com António Lobo Antunes (2009) e Uma Longa Viagem com Manuel Alegre (2010) – o autor decidiu agora viajar no tempo e dar-nos um retrato dos 365 dias que decidiram o fim do Império Português. João Céu e Silva nasceu em Alpiarça, em 1959, licenciou-se em História durante os anos em que viveu no Rio de Janeiro e é, desde 1989, jornalista do Diário de Notícias. Publicou também um livro de viagens (Caravela Tropical) e um romance (28 Dias em Agosto).
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14.9.11
 Escola EB 2,3/S JOSÉ RELVAS: constituição de turmas configura uma selecção de alunos em função do aproveitamento escolar e é violação do próprio Projecto Educativo do Agrupamento para 2009 / 2013. 
Com efeito, se atentarmos na constituição das turmas do 7º ano (quatro turmas e 81 alunos no total), constatamos que na turma A estão todos os 11 alunos do 6º ano que integraram o quadro de excelência de 2010/2011. Ou seja, metade da turma A é constituída pelos “excelentes”, podendo presumir-se que a outra metade sejam os “quase excelentes”, e as restantes turmas, sucessivamente, os “suficientes”, os “assim-assim” e os “nem por isso”. 
Não há outra forma de entender o critério/escolha, senão pela aplicação desta fórmula. A qual não se fica pelo 7º ano, já que se consultarmos a constituição das turmas do 8º ano (três turmas e 70 alunos no total), observamos o mesmo cenário: todos os 11 alunos que no ano lectivo anterior frequentaram o 7º ano e integraram o quadro de excelência, estão na Turma A. 
Confesso que já não tive mais tempo e paciência para ver os anos seguintes, mas acredito que seja mais do mesmo. E isto levanta-me várias interrogações, qual delas a mais pertinente. Para quê? Porquê? É ético? É pedagógico? A quem favorece? 
Na procura de algumas respostas fui consultar o Projecto Educativo do Agrupamento para 2009 / 2013, de onde transcrevo o texto seguinte: 
6.2 Critérios Pedagógicos para a Constituição de Turmas
Na constituição das turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica.
…………………………
Ensino Básico e Secundário
……………….
  1. Na constituição das turmas do 5º Ano, deve procurar distribuir-se os alunos pelas turmas de forma a ficarem acompanhados por alunos provenientes da mesma turma do 1º ciclo.
  2. Na constituição das turmas dos anos seguintes, deve procurar manter-se o grupo turma do ano lectivo anterior, respeitando as opções dos alunos e salvaguardando sempre que possível, as sugestões dos Conselhos de Turma de Avaliação do 3º período.

Resumindo:
1º:Na constituição das turmas devem prevalecer critérios de natureza pedagógica.
2º: deve procurar manter-se o grupo turma do ano lectivo anterior. 
Agora pergunto: o que se passa presentemente é pedagógico? Que efeitos poderão ter em crianças e adolescentes critérios selectivos baseados nas capacidades intelectuais? Que tipo de jovens querem que saiam desta escola, depois de aprenderem este tipo de lições?  
Ou será que isto não  é mais do que o resultado do provincianismo alpiarçoilo dos membros de uma certa sociedade atrasada e mesquinha que grassa por aí (não há uma juventude rasca, há sim uma juventude com progenitores rascas) aliada a uma maneira de estar e de viver lusitana, aqui protagonizada pelos responsáveis do agrupamento, centrada na satisfação de clientelas mais ou menos amigas, mais ou menos importantes, enfim, clientelas “mais ou menos”. 
Certamente que muitos pensarão como eu, e outros tantos pensarão o contrário. Independentemente da opinião de cada um, uma coisa é certa: são os nossos filhos que vão pagar no futuro a factura destas arbitrariedades, quer estejam agora na turma A, na turma B ou na turma Y. 
Quando consultei o site do agrupamento fui confrontado com uma mensagem da directora aos alunos e encarregados de educação, a qual agradeço como pai, nomeadamente quando diz “Aos alunos, em especial, desejo que estejam à altura do desafio, cumprindo regras de boa educação e comportamento, respeitando-se e ajudando-se uns aos outros para que obtenham excelentes resultados escolares.” 
Tendo em atenção o novo ano lectivo que agora se inicia, gostaria de aproveitar a oportunidade para retribuir a gentileza à senhora directora com a seguinte mensagem: “Aos docentes, em especial, desejo que estejam à altura do desafio, cumprindo regras de boa educação e comportamento, respeitando-se e ajudando-se uns aos outros para que os alunos obtenham excelentes resultados escolares.” Muito obrigado. 
De um pai atento e preocupado.
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 A democracia é um regime frágil, não tanto pelas eleições mas pelas campanhas eleitorais que as precedem.
Uma campanha eleitoral, séria e honesta, é útil para esclarecimento do eleitorado quanto à situação que se vive no país, bem assim como , das propostas que se têm para a tornar melhor.
Mas o que se passa em Portugal é que as campanhas eleitorais de nada têm de esclarecedor para o eleitorado e apenas servem como trampolim para se atingir o tão desejado poder, dizendo o que se quer e prometendo o que manifestamente não se quer ou não se pode cumprir!
Depois de contados os votos os vencedores formam governo e os derrotados vão para a oposição.
O problema põe-se quando os que estavam na oposição são chamados a formarem governo e têm na prática governativa atitudes que criticavam quando eram oposição.
Isto passa-se tanto a nível do governo central como a nível do governo local.
Em Alpiarça a CDU, na oposição, depois de tanto criticar o PS conseguiu a vitória eleitoral que lhe permitiu formar governo e que vemos nós agora?
Vemos que várias "bandeiras" já foram levantadas, primeiro foram os bombeiros municipais, tantas e tão graves acusações de irregularidades no seio desta instituição e da Câmara nem uma palavra de esclarecimento.
Se fosse o PS governo que teria já dito e escrito a CDU sobre esta matéria?
Agora é a vala, depois de ter sido arma de arremesso em período eleitoral, verificamos, e ao contrário do que constava do programa eleitoral da CDU, tudo continua na mesma ou pior!
Alpiarça, à semelhança do país, não tem uma sociedade informada, logo com o sentido critico que faz desenvolver as sociedades que o têm.
Politólogos e analistas da nossa praça afirmam que os protestos sociais contra as medidas de austeridade tomadas, e as que irão ser tomadas, não têm a expressão que têm na Grécia porque os potenciais manifestantes estão enquadrados por sindicatos e partidos políticos eu diria que estão manietados e no caso de Alpiarça sufocados na lógica de quem não é por mim é contra mim tendo a certeza de que os últimos são perigosos reaccionários.
Que aconteceria se em Alpiarça se organiza-se uma manifestação em que a palavra de ordem fosse a substituição da câmara com eleições antecipadas?
Deixo ficar aqui o repto e marcando desde já a referida manifestação para a porta dos Paços do Concelho no dia 5 de Outubro de 2011 pelas 10 horas.
Comentem quanto mais não seja para dizer que estarão presentes!
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Prevê-se que as 200 garrafas de vinho tinto Orh+, produção da Casa Agricola Paciência, se esgotem antes do final da Alpiagra, considerando que à data de hoje, restam pouco mais de 50 garrafas.
Considerando algumas reclamações que recebemos de dadores e interessados em adquirir esta raridade, quando ao dirigirem-se ao nosso stand na Alpiagra não haver ninguém para os atender, informamos que podem efectuar a vossa aquisição (limitada ao stock consignado) na barraquinha das compotas de Sto. Eustaquio que se encontra no exterior do Pavilhão Comercial do certame.
Relembramos que esta é uma edição comemorativa, limitada e exclusiva do nosso Grupo de Dadores de Sangue, no âmbito do seu 18º aniversário, e que não existirá qualquer reposição de stock além das 200 garrafas iniciais
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13.9.11
Dizia o Deputado Municipal Celestino Brasileiro ( na foto) em plena Sessão da Assembleia Municipal levada a efeito em 24 de Setembro de 2007, o seguinte:
 ….O membro Celestino Brasileiro interveio dizendo que, se consultarmos o Site da Câmara Municipal de Alpiarça, verificamos no que diz respeito ao Ambiente, (artigo escrito pela Senhora Presidente) onde fala na Vala de Alpiarça e na limpeza das margens e, verificamos que isso não acontece. A Vala está completamente poluída com peixes mortos, as margens e os passeios pedonais estão completamente sujos e degradados.
O membro Celestino Brasileiro lamentou o facto de tudo isto, uma vez que já alertaram várias vezes para que a situação fosse resolvida, nomeadamente a poluição que a Zona Industrial transmite para a Vala. Disse ainda que as coimas que são apresentadas às Empresas da Zona Industrial e a conduta que foi feita, também não resolvem o problema. …..
 E agora caro Deputado que tem a dizer sobre a poluição na Vala de Alpiarça?
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Questões apresentadas por João Osório então Deputado da CDU na Assembleia Municipal de Alpiarça e forte critico para com o “desleixo” do "executivo  PS2.
Grande defensor do ambiente e da poluição na Vala de Alpiarça (ver ultimo artigo) mas que hoje se “esquece” o que tanto defendia e acusava no mandato socialista
Recorde-se que actualmente João Osório, para além de continuar a ser Deputado na Assembleia Municipal de Alpiarça é ao mesmo tempo  Chefe de Gabinete de Apoio ao Presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, Mário Pereira

Cópia da “ ACTA N.º 15” da Assembleia Municipal de Alpiarça, realizada no dia 24 de Setembro de 2007.

O membro João Osório, projectou um filme referente a “Um charco de água que existe na Zona Industrial de Alpiarça” – ligação de um depósito que se une à Vala, onde aparecem algum peixes mortos na Ponte do Touco (enguias, carpas), que já se encontram em estado de decomposição.
O membro João Osório, apresentou uma proposta . (Anexa Proposta nº 1).
O membro João Osório interveio, dizendo que na zona da Bagageira se encontra um despejo de materiais de construção e, que junto a esse despejo se encontram também, documentos da Câmara – alguns documentos que considera que a actuação foi um erro, “pois são documentos importantíssimos e históricos do Concelho de Alpiarça” (tem as pastas em seu poder e que as pode entregar à Senhora Presidente da Assembleia Municipal).

O membro João Osório declarou o seguinte : “em relação aos documentos de Arquivo se encontrarem no referido local e a Câmara utilizar aquele local como despejo” considera uma situação condenável.
O membro Carlos Cotrim, apresentou uma Proposta.(Anexa Proposta nº 2).
A membro Vitória de Brito apresentou várias questões:
 - Uma questão referente a “ Quando é que a Comissão do PDM, eleita pela
Assembleia Municipal toma posse ?”.
- Uma questão referente ao Protocolo das Actividades de Enriquecimento
Curricular e a Empresa que vai efectuar o serviço, nomeadamente no que diz respeito aos horários.
- Uma outra questão relativamente à Escola, que foi assaltada. “O objectivo principal são os computadores, saber se a Câmara Municipal já tomou medidas de segurança na Escola”.
- Uma outra questão relativamente ao arranjo dos sanitários femininos.
O membro Celestino Brasileiro (na foto) interveio dizendo que, “se consultarmos o Site da Câmara Municipal de Alpiarça , verificamos no que diz respeito ao Ambiente, (artigo escrito pela Senhora Presidente) onde fala na Vala e na limpeza das margens e, verificamos que isso não acontece. A Vala está completamente poluída com peixes mortos, as margens e os passeios pedonais estão completamente sujos e degradados”.
O membro Celestino Brasileiro lamentou o facto de tudo isto, “uma vez que já alertaram várias vezes para que a situação fosse resolvida, nomeadamente a poluição que a Zona Industrial transmite para a Vala”. Disse ainda que “ as coimas que são apresentadas às Empresas da Zona Industrial e a conduta que foi feita , também não resolvem o problema”. Disse ainda que a CDU no ano 2005

Bem apontava João Osório para a poluição
Arquivo do Mirante Edição de 20-09-2007

http://semanal.omirante.pt/index_access.asp?idEdicao=305&id=37469&idSeccao=4374&Action=noticia
Carpas, enguias e lagostins aparecem mortos nas zonas do Casal Branco e Lagoalva
Nova descarga poluente mata peixes na vala de Alpiarça
Quarta-feira, 12 de Setembro, foi mais um dia negro para a ribeira de Muge, também conhecida por vala de Alpiarça. Descargas efectuadas no curso de água causaram a morte a muitos peixes que apareceram a boiar. Carpas, enguias e até lagostins de água doce, habitualmente resistentes, sucumbiram à poluição na vala nas zonas do Casal Branco, Touco e na Lagoalva, em Alpiarça. João Osório, habitante de Alpiarça e deputado municipal naquele concelho, denunciou a situação ao Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR (SEPNA) e ao comando geral da mesma força.
Para João Osório há que punir os responsáveis pelo crime ambiental e, mais que isso, resolver o problema de uma vez por todas. “É sabido que a fonte poluidora da vala é a zona industrial de Alpiarça. Duas empresas instalaram-se naquela área nos dois últimos anos e são bem vindas porque vieram criar empregos no concelho. O que não pode acontecer é a Câmara de Alpiarça ter-se responsabilizado por recepcionar as águas residuais produzidas pelas empresas para a estação de tratamento, quando afinal estão a ser despejadas directamente para a vala de Alpiarça”, realça o deputado municipal da CDU.
O MIRANTE apurou que uma equipa do SEPNA esteve quinta-feira a inspeccionar o local e a efectuar o registo fotográfico dos focos de poluição. Foram recolhidas e enviadas amostras de água para a CCDR, cujas análises puderão identificar a fonte poluídora, e elaborado mais um auto de notícia, informou o comandante do Destacamento de Santarém, tenente Gil Raposo. Aliás, nessa área, quase ao lado da Estrada Nacional 118, é possível verificar a existência de autêntico pântano onde se vão concentrando as águas residuais que depois embocam em condutas que as encaminham para a vala de Alpiarça. Aí, a tonalidade da água varia entre o castanho e o vermelho vivo em algumas zonas, enquanto o cheiro é insuportável.
O vereador da Câmara de Alpiarça com o pelouro do ambiente referiu a O MIRANTE que foi detectada uma matéria oleosa à superfície da vala “que se pensa ser de uma cura de arroz vinda de montante, do concelho da Chamusca”. José Carlos Ferreirinha explica ainda que as águas paradas situadas numa área da zona industrial estão agora a sair limpas e apenas apareceu uma cor avermelhada a sair das condutas devido a tratamento de pimentos. “A partir de Outubro, essa zona vai ser um espaço verde e também vamos fazer a transplantação de oliveiras para ali plantar”, revela o autarca.
O vereador admite que após a instalação das fábricas Renoldy e Monliz surgiram alguns problemas de escoamento dos efluentes ali gerados que poluíram a vala, mas adianta que têm sido realizadas análises constantes e verificação dos seus teores para aferir se estão conformes com a lei. “Exigimos às empresas que os efluentes sejam tratados nas suas estações antes de entrarem na rede pluvial mas houve algumas falhas no arranque. A câmara está a equacionar a construção de uma estação de tratamento de águas residuais no âmbito do próximo quadro de referência estratégico nacional”, revela José Carlos Ferreirinha.
Bem “prega Frei Tomás”
Comentários para quê?
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Opinião

Os eleitos da CDU bem prometeram mas muitas das suas promessas estão por cumprir e duvidas existem se algumas alguma vez serão cumpridas.

Diz um leitor (Onde estão aqueles que tanto criticaram a Vala de Alpiarça no tempo do mandato de Rosa do Céu? ) que «ficamos perplexos com o silêncio dos actuais responsáveis pela situação da degradação AMBIENTAL na Vala Real» responsáveis estes que tanto criticaram esta situação no anterior mandato de maioria socialista, hoje olham para o lado como se nada tivesse acontecido, ou seja: a falta de manutenção que permitiu novamente surgir a tão criticada pinheirinha, após a limpeza efectuada no final do mandato da Sr.ª Dr.ª Vanda Nunes).

Pergunta ainda o mesmo em tom de acusação: «onde estão os que filmaram, os que publicaram, os que enviaram imagens para a TVI, denunciando a poluição da Vala Real?» afirmando de seguida que aqueles que tanto acusam os socialistas «hoje estão no executivo da CDU, no GAP» a despenhar cargos como se nada esteja a acontecer e muito menos parecendo que a “Vala” está completamente despoluída.

Responsáveis e acusadores estes que tanto acusaram os socialistas de desleixo e de não defenderem o ambiente.

Hoje despenhando bons cargos na autarquia perderam a sua personalidades e princípios para não praticarem aquilo que outrora tanto defenderam e acusaram.

Uma outra leitora alpiarcense, ausente que está de Alpiarça, mas que acompanha tudo que pelo concelho acontece participou no passado domingo na “1.ª Maratona Fotográfica de Alpiarça” escreveu em texto próprio (A poluição e o cheiro nauseabundo da Vala) a sua “revolta” quanto à situação em que se encontra a “Vala de Alpiarça”: «qual não foi o meu espanto e consternação, ao verificar junto à margem um cheiro nauseabundo» por causa da «água estar extremamente poluída, não sendo possível qualquer espécie sobreviver naquele ambiente» e como boa alpiarcense que é, afirma ainda: «tendo conhecimento da presença da Sra. Ministra neste concelho na próxima sexta-feira, achei por bem alertá-la para a situação acima descrita no intuito de preservar o nosso ambiente» envergonhando assim os autarcas que permitem que situações como as transcritas continuem a surgir e onde nem sequer tem a dignidade de informar a população das medidas que pensam levar a efeito. Muito menos os acusadores tomam medidas para diminuir a existência da chamada “erva pinheirinha”.

Se lermos o “PROGRAMA ELEITORAL CDU 2009” vamos poder ler nas muitas “promessas” que por lá abundam, mas quase todas por cumprir no “Capitulo 3. AMBIENTE E URBANISMO” o seguinte: «…. Apostaremos numa politica de valorização ambiental do nosso concelho como condição essencial para um futuro sustentável e melhor. Partimos das existências de problemas ambientais graves, como sejam a intolerável poluição da Vala de Alpiarça….» Como se não chegasse esta falta de compromisso ainda acrescenta a criação de «infra-estruturas para evitar a degradação ambiental» de forma que sejam «factores de atractibilidade».

Uma Ova!

Tudo uma TRETA!

Uma errada “aposta” e um falsa promessa, porquanto a promessa  para a “intolerável poluição da Vala de Alpiarça” continua e não a resolvem, assim o confirma a foto publicada neste jornal e que todos os interessados podem verificar pessoalmente bastando visitar e ver o estado lamentável da Vala de Alpiarça.

Se o que está a acontecer fosse numa empresa privada os autarcas e funcionários que recebem bons ordenados, pagos com o dinheiros dos contribuintes, à muito que estavam no “olho da rua” ou a viver à custa do “Subsidio der Desemprego” porque foram funcionários inúteis e incapazes de desempenhar o seu cargo com seriedade e responsabilidade para além de não terem cumpridos com as suas promessas para quem sustenta a razão da existências da empresa

Mas como são políticos, simplesmente não são responsabilizados e muito menos penalizados.

O povo em vez de andar a bater palmas na “Praça Vermelha” devia era fazer uma “marcha de protesto” contra os eleitos por pouco ou nada fazerem pela defesa do ambiente.

Não bastasse os cheiros nauseabundo que tem existido nos contentores, as ervas que teimam em crescer pelos passeios, a sujidade que por aí se vê, a permissão de vasculharem os contentores, etc., etc., ainda nos faltava o mau cheiro da “Vala de Alpiarça.

Onde estão os defensores dão ambiente, onde anda a AIDIA que tanto proclama o desenvolvimento da zona ribeirinha, onde está a oposição que colabora com o seu silêncio?

Às vezes até nos parece que estão todos conectados na mesma onda e  fingem que as «coisas estão todas bem!» para que não percam o lugar no “poleiro”

O povo que anda a bater palmas na “Praça Vermelha” permite que tudo isto aconteça contribuindo para que Alpiarça tenha de continuar a ser uma “Aldeia Vermelha” onde tudo é um marasmo no meio do progresso que são os concelhos vizinhos e o resto do país.

Está mais visto que o povo quer é festas e o resto que se lixe!

Quanto ao resto que o Governo sustente estas aberrações e incapacidades com o dinheiro de todos nós porque para isto existimos.

Resta-nos o castigo nas urnas de voto.

Que até lá que possamos dar grandes “puxões de orelhas” a quem nos governa e que nos prometeram muitas coisas, cujas promessas quase todas estão por cumprir, se alguma vez as vão conseguir cumprir.

Por: António Centeio

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11.9.11
Tudo isto não é novidade para mim os partidos políticos não convivem bem com os chamados independentes.
Servem-se deles para dar uma imagem de abertura à sociedade civil mas o que esperam deles é uma independência seguidista da sua linha oficial.
Neste particular o PCP é paradigmático quanto a dissidências internas que levaram, invariavelmente, à saída dos dissidentes alegando motivos pessoais ou em nome da renovação do projecto politico que materializavam.
Todos nos lembramos do que se passou com Luísa Mesquita quando chamou a si o carácter pessoal do cargo de deputada.
Por cá Mário Santiago acabará por sair dada a erosão provocada ao seu cargo não só pela oposição como pela própria CDU, que o elegeu, para a presidência da Assembleia Municipal.
São sinais claros de um fim de ciclo que terminará, como tudo leva a crer ao fim do município de Alpiarça, por fusão, com Almeirim quer este se mantenha como município ou passe a ser freguesia de Santarém.
Não nos iludamos se Alpiarça, por questões de viabilidade económica, não tinha condições para se manter como município agora com uma crise pessoal e politica dentro da força politica maioritária no concelho ainda pior.
Poderíamos citar José Sócrates quando diz que a juntar a uma crise económica se juntou uma crise politica!.
 
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6.9.11

Mais um estabelecimento comercial que encerra as suas portas

 

 

Localizada no Largo Alfredo Lagoa (Largo da Misericórdia) em Alpiarça onde esteve a funcionar durante anos a “Pastelaria Pires” chegou ao fim da sua missão. Mesmo bem localizada comercialmente a ”Pastelaria Pires” não conseguiu ultrapassar a crise e o seu proprietário entendeu encerrar as portas do seu tradicional estabelecimento.

 

Mais um estabelecimento que encerra

 

Uma pastelaria situada num bom local rodeada de estabelecimento que poderiam contribuir para a continuação do negócio, nomeadamente a: Biblioteca Municipal, o Lar de Idosos, o Centro de Saúde e o movimento pedonal da Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes seriam razões mais que suficientes para que o negócio pudesse continuar mas a falta de clientela, a falta de gastos por parte dos clientes, o baixo desenvolvimento local e a redução da população como a crise que se atravessa contribuíram directa e indirectamente para o encerramento.

 

Fotos: Monumento "Fonte da Vida"  da autoria do escultor alpiarcense Armando Ferreira, situada no "Largo da Misericórdia"

 

 

A "Fonte da Vida" vista de dia

 

A "Fonte da Vida" vista de noite

http://jornalalpiarcense.blogspot.com/

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5.9.11

A Quercus, em parceria com a Águas do Ribatejo está a desenvolver, no ano lectivo 2011/2012, o projecto "Escolas Amigas da Água". Estão abertas as inscrições a todas as escolas de ensino básico, segundo e terceiro ciclos e secundário dos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos e Torres Novas. O projecto da Associação Nacional para a Conservação da Natureza está também a ser desenvolvido no Algarve e em Coimbra.
Os principais objectivos deste projecto são:
- Contribuir para o conhecimento dos consumos de água dentro de uma escola e diferenciá-los por utilização.
- Consciencializar a comunidade escolar (docentes, alunos e auxiliares) para a importância do uso eficiente da água e de que forma esse esforço pode ser concretizado no quotidiano;
- Promover o desenvolvimento de actividades relacionadas com o uso eficiente de água e estimular novas ideias;
- Conseguir uma maior eficiência de utilização da água nas escolas participantes.
Entre as escolas inscritas serão seleccionadas sete escolas da área de intervenção da empresa ÁGUAS DO RIBATEJO tendo em conta o número de alunos e as diferentes valências
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No âmbito das comemorações do 18º Aniversário do Grupo de Dadores Benévolos de Sangue do Concelho de Alpiarça, será efectuada durante a Alpiagra 2011, feira anual que se realiza em Alpiarça entre os dias 10 e 18 de Setembro, o lançamento de uma edição exclusiva e limitada de 200 garrafas de vinho tinto com o nome “O Rh+”, em parceria com a “Casa Agrícola Paciência SAG, Lda.”
A parceria com a Casa Agrícola Paciência, não poderia ter sido melhor no entender da Direcção do Grupo, até porque a gerente da “Casa Agrícola Paciência”, Luísa Paciência, além de dadora regular de sangue assim como quase toda a sua família, representa uma das mais reputadas Casas Agrícolas do Ribatejo. A Tipografia Garrido também se associou a esta iniciativa com o apoio na impressão do rótulo.
Da ideia até à concretização, foi um pequeno passo. Uma das condições era que a qualidade do vinho teria que ficar registada na memória colectiva dos dadores e na história desta Associação e a minuciosa selecção do lote de vinho veio garantir essa superior qualidade.
A iniciativa é já um sucesso antes do próprio lançamento, com 30% do stock existente já reservado.
Os interessados em adquirir esta raridade (a edição é única e limitada ao stock existente de 200 garrafas) só poderão fazê-lo através de reserva através do contacto telefónico 964.686.099, por e-mail para sanguealpiarca@sapo.pt ou tentarem a sua sorte no stand que o Grupo dos dadores de Sangue de Alpiarça terá na Alpiagra, embora se recomende que a reserva seja efectuada o quanto antes para prevenir a mais que provável ruptura de stock disponível.
Ainda durante a Alpiagra, o Grupo de Dadores de Sangue de Alpiarça organizará uma Recolha de Sangue no dia 18 de Setembro, através de uma Unidade Móvel do Instituto Português de Sangue, tendo ainda reservada a oferta de 10 garrafas deste vinho para os primeiros 10 dadores que comparecerem para doar sangue
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4.9.11
Opinião

 

José João Marques Pais um potencial  candidato para a Câmara
 
É uma figura muito esquecida injustamente quando é na verdade a verdadeira e única reserva moral do PS neste momento em Alpiarça.
Sinceramente não vejo ninguém no partido com o seu nível intelectual e de provas dadas.
Homem de diálogo aberto e que não olha a partidos quando se trata de falar e de resolver o problema das pessoas (e eu sei do que estou a falar), ou gerir os dinheiros públicos.
Deixou obra na Câmara que se vê, e na Junta de Freguesia a mesma coisa, onde entrou como presidente eleito e  a encontrou com dificuldades financeiras.
 Apesar disso deixou muito dinheiro para os que lhe sucederam, fez obra e deixou tudo pago como todos sabemos no fim do seu mandato, nomeadamente o Lavadouro, o Cemitério Municipal, o Jardim da Gouxaria e outros. Essencialmente é um homem sério, de bom senso e bom gestor.
È disso que Alpiarça precisa, ou não será?
Nas últimas eleições perdeu a Junta por escassos votos e isso foi uma grande injustiça que lhe fizeram no meu ponto de vista.
Penso que com essas eleições foi Alpiarça quem perdeu e não o José João Marques Pais que agora terá uma vida mais calma.
Duvidamos é que se queira meter noutra aventura política.
 Do que não duvidamos mesmo nada é que Alpiarça precisa de gente como ele.
De um leitor
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 16:05  comentar

Eles andam por aí a fazer horas extraordinárias na arte que os distingue: o gamanço.

 

A descontracção e o "modus operandi" é normalmente o mesmo. Dois ou três num carro, um aborda a vítima perguntando algo e enquanto a pessoa prestável dá a informação, o "bandido" mede-a de alto a baixo e saca-lhe a carteira, fio de ouro, pulseira e por vezes até o anel!
Ontem, o palco foi Vale de Cavalos. Um meliante ficou no carro, outro entrou no quintal de uma idosa como se fosse o regedor da freguesia e, num ápice, tirou a carteira à velha senhora com 200.00 €, da mísera reforma que recebera um dia antes e que seria para seu governo do mês.
Este "estilo" de roubo, está a ser aplicado com frequência nos concelhos de Almeirim, Alpiarça e Chamusca.
Não é preciso ser perito em criminologia para ver quem é.
São filhos da mesma "escola"!
Uma casta de coitadinhos, deserdados da sorte e errantes pelo mundo, onde vão parasitando e que, os políticos tanto defendem com os apregoados chavões das minorias étnicas, desde que não lhes roubem nada de pessoal ou façam do seu jardim acampamento e parque de merendas, é claro!
Enquanto isso, vamos cumprindo a pena que nos é imposta pelos “Troikistas” e, sustentando esta cambada de salteadores que nos atormentam diariamente a vida.
Até quando?
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3.9.11
OPINIÃO
Por: Sommer
Agora que há praticamente a certeza que a Lei Eleitoral Autárquica vai mudar e que as câmaras vão ser de uma só cor é natural que as listas concorrentes ganhem qualidade.
Perguntarão porquê?
É simples. Embora as Assembleias Municipais ganhem novos poderes e deixem de ser meras reuniões onde se discutem assuntos de "lana caprina" antes do período antes da ordem do dia, passa a ser muito mais atractivo ser presidente e vereador de uma câmara.
O presidente e os restantes edis estarão ali para gerir e não para andarem muitas vezes a ter reuniões de 5 e 6 horas onde o que se discute é muito, mas onde o sumo é muito pouco.
Acredito que na nossa terra, Alpiarça, quer da parte da CDU, quer da parte do PS se comece já a trabalhar nas novas listas.
Os nomes a escolher são importantes, porque agora não há meio termo. Ou se mata, ou se morre (no bom sentido do termo é claro), quem perder não terá qualquer vereador, não terá brilho algum. Quem ganhar vai ter o presidente e os restantes vereadores, vai haver grande protagonismo nas assembleias municipais onde os mais capazes serão escolhidos para futuros cargos.
Acredito que Mário Pereira (na foto) , actual presidente da Cãmara Municipal de Alpiarça, será o cabeça de lista pela CDU e que Sónia Sanfona será novamente apresentada pelo PS, não vejo neste momento outros candidatos mais capazes para se apresentarem a cabeças de lista.
Vai ser uma campanha eleitoral e pêras.
Acreditem, a qualidade dos candidatos à Assembleia vai subir e muito, porque deixarão de haver duas listas para câmara e assembleia municipais.
Futuramente, apenas haverá uma lista e o cabeça da lista vencedora escolherá a sua equipa de entre os membros da assembleia, ou no exterior dependendo de como forem os termos da Lei.
Os eleitores não vão admitir "charlatões" e "boyada" para encher listas.
Os apresentantes ao Povo terão de ter muita qualidade.
O Povo escolhe e que ganha espera-se que sejam os melhores!
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2.9.11

Subimos a Rua Dr. Queiroz Vaz Guedes. As duas ruas que se nos apresentam pela esquerda estão “minadas” de magotes de romenos.
Grupos de adultos brincam, saltam e até dançam no passeio. As mulheres, do alto da janela ou encostadas à porta, assistem passivamente ao desenrolar das cenas que incomodam quem circula.
No passeio não são eles que deixam o passeio para dar passagem a quem pelo mesmo circula mas sim os peões que tem que ir para a rua porque tais “saltimbancos” não querem ou não podem interromper as suas danças tradicionais.
A “barulheira” que fazem ou os transtornos que criam para com os vizinhos ou estabelecimentos comerciais pouco lhes importa e pouco lhes diz respeito.
Nomeadamente na primeira rua do lado esquerdo, mais parece um “gueto” como aqueles que existiram no tempo do “Holocausto”.
Qualquer dia pouco nos falta para necessitarmos de um “salvo-conduto” para nela circular.
Do nosso lado direito, em pleno jardim, grupos de romenos ocupam os poucos bancos por ali existem.
Uns fumam, outros falam ao telemóvel e as mulheres, na grande maioria grávidas olham desconfiadamente para quem olha para elas.
Se estacionarmos o carro no “parque de estacionamento” do jardim de frente para estes grupos de romenos ficamos na dúvida se somos nós que estamos mal ou se são eles que estão a mais ou se desconfiam de nós tais são os seus olhares persistentes para quem estaciona a viatura mostrando olhares de uma profunda desconfiança.
Destas cenas, habituais nesta rua, algo nos chama a atenção: parece-nos que a vida lhes sorri e pouco se devem preocupar em saber se tem ou não o ordenado ao fim do mês ou se o emprego continua garantido.
Alguém lhes há-de pagar e sustentar!
Claro que os mesmos não trabalham e muito menos estão preocupados se tem “trabalho” ou muito menos em procurá-lo.
Não temem que o “patrão Estado” lhes deixe de pagar a ajuda social no final de cada mês.
Olhando este tipo de gente que a nossa sociedade tem que sustentar a questão que se apresenta é: se são eles que são “estrangeiros” em terra estranha ou se somos nós alpiarcenses que passamos a ser “estrangeiros” na nossa terra?
Alpiarça está completamente transfigurada ao ponto de já termos receio de estar ou andar por certas ruas tal são os grupos que por ali andam para continuarmos a não saber como se sustentam e muito menos do que vivem.
Mas o curioso é que nenhuma entidade ou autoridade se preocupa em saber de que vivem este tipo de gente
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"Vamos então esperar para ver se as "queixas" dos bombeiros que motivaram ou motivarão a tal fiscalização/inspecção não lhes serão mais prejudiciais."
Parece-me a mim que para o autor destas palavras o melhor é deixar andar e "não levantar ondas".
Pois bem isto leva-me à seguinte reflexão:
Os países não são só grandes e desenvolvidos pela sua economia pujante, pelo seu comércio agressivo, neste mercado global em que vivemos, mesmo sem o proteccionismo e o mercantilismo de Colbert, pelo seu ensino dinâmico, ou, até mesmo pela sua brilhante investigação cientifica mas pela maneira de ser dos seus habitantes.
Não é por acaso que a Grécia, com os 5000 mortos a receberem reforma, com os seus 50 jardineiros a cuidarem de um canteiro de flores, mais pequeno que o quartel dos bombeiros esteja como está.
Não é por acaso que a Sicília seja uma das mais pobres regiões de Itália pois lá reina o silêncio, como regra de ouro, da corrupção mafiosa.
Não é por acaso que Portugal está como está porque se tentam silenciar, a todo o custo, inclusive com ameaças veladas, todas as irregularidades que alguns cometem, e cujo ónus se reflecte na comunidade portuguesa em geral.
Noticia relacionada:
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29.8.11

OS BOMBEIROS E A SITUAÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM

Segundo a opinião e esclarecimento de um leitor, que conhece a existência da “Associação de Bombeiros de Alpiarça” a situação da ilegalidade porventura existente no Corpo de Bombeiros de Alpiarça mais não é do que um “caso bicudo” que pode colocar em causa o mandato do presidente da Câmara como co-responsabilizar outros eleitos que “taparam os olhos” à ilegalidade que contou com a anuição dos antigos eleitos da autarquia. Basta para o efeito que o problema siga os trâmites legais. Ficaria bem às partes envolvidas que esclarecerem a população de tudo o que está a acontecer como do que pensam fazer para resolver esta confusão.

 

Sobre esta “Associação de Bombeiros de Alpiarça” se o assunto for levado a "queixa" e o assunto seguir os trâmites legais dá direito a perda de mandato do Prof. Mário Fernando, mas já dava direito a perda de mandato da Dr.ª Vanda e do Dr. Rosa do Céu.
 Ou seja é um assunto que se vem a arrastar há anos e que se prende tão somente com o facto da câmara estar impossibilitada de pagar horas perdidas pelos "VOLUNTÁRIOS"em incêndios.
Ora a LEI diz que se são bombeiros voluntários devem fazer o trabalho de forma graciosa e não a receber horas. A câmara de Alpiarça e outras câmaras que têm bombeiros municipais com uma componente grande em voluntários não podem legalmente pagar "horas", "vencimento", "honorários" ou o que se queira chamar a este trabalho prestado pelos bombeiros.
A saída para o problema foi a criação de uma colectividade dentro dos bombeiros e pagar as horas perdidas em incêndios a esses soldados da paz.
Quem resolve este problema?
Os bombeiros perdem dias de trabalho e não são compensados ou só acodem a fogos durante as suas horas de lazer?
Os polícias são profissionais e podem receber gratificados para fazerem segurança, porque não podem os bombeiros receber uns míseros trocos para combater incêndios?
Se os nossos bombeiros se recusarem a ir apagar fogos de borla? Quem se responsabiliza?
 
Ou então leia tudo na integra em:
 
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26.8.11

Nos dias 27 e 28 de Agosto


 
Nos dias 27 e 28 de Agosto de 2011, poderão ocorrer perturbações no normal funcionamento do sistema de abastecimento de água à vila de Azambuja.
O comunicado é da empresa “Águas da Azambuja”, onde informa que durante este período, a "Águas do Oeste, S.A." vai proceder a obras de duplicação do adutor de Castelo do Bode da EPAL.

A entidade informa, ainda, que apesar de não ser expectável a interrupção de funcionamento em alta pela "Águas do Oeste, S.A.", a intervenção será realizada com a maior brevidade possível, de modo a minimizar os inconvenientes daí causados.
 
Lamentando os incómodos que esta intervenção possa causar, agradece-se desde já a compreensão de toda a população. A empresa encontra-se disponível para prestar esclarecimentos complementares através do e-mail: geral@aguasdaazambuja.pt ou do telefone 263 001 920.

No sítio www.aguasdaazambuja.pt os clientes poderão encontrar mais informações sobre este e outros assuntos.
 
 
Rute Água

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22.8.11

A Câmara Municipal de Alpiarça e Junta de Freguesia têm cooperado na iniciativa de limpeza do Patacão – zona do “Patacão Summer Party” e aldeia dos pescadores.
A verdade deve ser dita para que não restem dúvidas e apague algum mal-entendido.
É evidente que o ideal seria uma ajuda mais alargada. Mas, como sabemos, a Câmara Municipal de Alpiarça, como muitas outras Câmaras do País, encontra-se em sérias dificuldades económicas. Daí, ser compreensível, não poder abrir os cordões à bolsa, como seria desejável e, de acordo com as reais necessidades do Projecto.
De qualquer modo, o importante é a boa vontade e, alguns autarcas, caso de Mário Peixinho e Celestino Brasileiro, têm estado no terreno a dar o seu melhor; também os representantes de Associações e Colectividades do Concelho e muitos voluntários anónimos que todos os sábados estão presentes para trabalhar, sem nada pedir em troca.
O Festival do Patacão será na próxima sexta-feira, dia 26 de Agosto de 2011, prolongando-se até Domingo mas, o Projecto de Recuperação da Aldeia Avieira, continuará.
Deste modo, todos estão convidados a participar, de acordo com a disponibilidade de cada um, nos trabalhos de reconstrução deste nosso património histórico.
Haverá almoço para todos os participantes à sombra do salgueiral.
Apareça e verá que vale a pena.

Por: Amigos do Tejo

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19.8.11

 

 

 

 Artigo de Opinião

Por: António Centeio

Mário Pereira, na qualidade de presidente da Câmara Municipal de Alpiarça, mandou publicar e distribuir a “FOLHA INFORMATIVA” que informa os alpiarcenses do que o executivo da CDU tem levado a efeito.

Um acto que lhe fica muito bem para além de ser seu dever  informar os eleitores porque assim ficamos a saber que afinal o presidente não anda tão distraído como julgamos.
Nesta folha ficamos também a saber que a «informação falsa» que por estas bandas abunda mais não são do que «obtusas ou politicamente orientadas» procurando «condicionar a opinião, falseando factos» ou até «ignorando contextos, deturpando realidades».
Contra estes “ataques” só existe uma solução: «reforçar a informação clara e objectiva» para que a «verdade possa chegar célere a todos os munícipes» mas que não desmente as “informações falsas ou politicamente orientadas” nem as justificas.
Ficamos pela “Informativa” e pouco mais.
Noutras palavras: «É tudo mentira o que dizem por aí e apenas é verdade o que dissermos» mesmo que os «outros digam o contrário.
E por esta forma abreviada de dar recados, curtos e objectivos, ficamos por saber a quem são dirigidos ou a quem se destinam.
Por estas evasivas é que admiramos a classe política e nomeadamente Mário Pereira a quem damos todo o valor porque conseguiu criar “dois mundos” em Alpiarça”: o da fantasia e o da realidade.
O da “fantasia” que é: estar dentro da Câmara a dirigir os destinos de Alpiarça fantasiando-se em como tudo está bem e decorre da melhor forma e que Alpiarça está de uma forma que nunca esteve.
Agrada-se assim aos acérrimos militantes, aqueles que garantem os votos, e aos dirigentes do PCP que vêem no edil um «exemplo de autarca».
O da “realidade” quando no exterior as coisas não são a fantasia que nos querem fazer ver bastando para o efeito ler o que neste jornal tem sido publicado, desde que Mário Pereira é presidente, o que ao contrário do que é afirmado, ninguém ainda conseguiu desmentir.
 E, como também tenho as “minhas fantasias” não posso deixar de ter em consideração, porque é verdade o que consta na “Folha” e aqui dou toda a razão a Mário Pereira: os problemas e as obras que herdou do passado (antigos mandatos da CDU e PS) continuam a ser os mesmos para pouco ter mudado, quer a questão da “Segurança da População”, quer dos “Médicos/Centro de Saúde” ou das empreitadas do novo “Centro Escolar e Casa dos Patudos”.
Excepção seja feita à iniciativa do “Festival do Melão” que é “ ponto de honra” para o Executivo da CDU.
Reconhecemos que foi uma boa iniciativa, mesmo com algumas trapalhadas pelo meio já que muitas pessoas ainda estão por saber se a iniciativa foi da Junta de Freguesia ou da Câmara.
Não vemos é em parte alguma da “Folha” algo que fale da falta de investimentos em Alpiarça ou de futuros empreendimentos no concelho que tanto  falta faz.
Curiosamente, Mário Pereira “omitiu” (?) estes dois temas que tanto Alpiarça precisa de saber.
RESTA-NOS falar resumidamente da situação financeira da Câmara do Município.
Na verdade não é a melhor mas já começa a ser um argumento “esfarrapado” porque existe outras formas de contornar a situação, por exemplo; da Câmara começar a viver com a “prata da casa” e não admitir os “ Boys do PCP” que sobrecarregam e de que maneira, as fracas receitas do município e investimentos cujos gastos já ultrapassaram o «milhão de euros» (detalhado em devido tempo neste jornal) para continuar a aumentar nos dias correntes.
Se a situação (herdada) “Financeira do Município” é lastimosa então que se evitem gastos desnecessários.
Também não compreendemos como é que a situação financeira tem “atrapalhado” os projectos e promessas do executivo quando em quase dois anos de mandato (interrompido na campanha eleitoral já que Mário Pereira se candidatou a deputado) se gastou mais de um milhão de euros.
Se há crise” como se justifica gastos de tão elevado valor?
MÁRIO PEREIRA gosta de estar bem informado.
Sabemos, porque nos disse, que costuma ler com frequência este jornal. Também sabemos quando lê aqui noticias que não lhe agradam até fica com “os cabelos em pé” ao ponto de julgar que nós (o autor) não «o suportamos de maneira alguma» quando na verdade não é bem assim.
Como ele, também queremos o «bem da nossa terra».
Mário Pereira às vezes deve pensar que «falseamos» a informação mas o presidente dos alpiarcenses sabe que não é bem assim, tanto que: nunca conseguiu desmentir noticia alguma aqui publicada e muitas menos as fotos que aqui tem sido publicadas que identifica ou provam os factos (Ex: as últimas sobre o lixo e as ervas).
Mas compreendemos que é difícil de aceitar as critica vindas de quem julgamos ser oposição ou que está ao serviço de «análises obtusas ou politicamente orientadas».
Mário Pereira tem uma “certa dificuldade” como quase tem todos os políticos em aceitar ou ler criticas.
Entende que estamos só a dizer mal das suas decisões.
Não é verdade, apenas criticamos (muitas vezes dizemos bem e elogiamos algum trabalho feito) mas como o mandato tem sido negativo é normal haver mais criticas (não confundir com dizer mal).
 Para dizer bem de Mário Pereira ou que está tudo bem ou que Alpiarça vive no “mundo da fantasia” já basta o blogue do partido, onde, como é natural, não há uma linha sequer a dizer mal do executivo.
O blogue comunista  que até escreve e publica sobre o anonimato (os ortodoxos do partido e do blogue ainda julgam que estamos no tempo da clandestinidade) só diz maravilhas da “situação” e apenas dizer mal de nós como se fossemos o “diabo”.
 Passamos à frente:
 MÁRIO PEREIRA pode ter sido um bom “vereador da oposição” enquanto “vereador, mas como presidente, na minha opinião tem sido um “mau” presidente.
“Mau” (na minha opinião, assim se entenda, porque também tenho direito a dar opinião e dizer aquilo que penso, desde que não ofenda e por mais que possa desagradar ao visado ou visados) – [se eles me pudessem tirar o “pio”…há muito que já tinha fechado a “loja”] presidente, porquê?
Porque já leva quase dois anos de mandato e ainda não conseguiu fazer um projecto de raiz como não consegue desenvolver o concelho e muito menos trazer empreendedores para investirem no concelho e para agravar o meu pessimismo até a população está a diminuir.
Como agravante: ainda não conseguiu colocar em prática as “promessas eleitorais” que constam no “Programa Eleitoral da CDU”, excepção seja feita a uma ou duas promessas.
Até nos fez “sonhar” que íamos ver as «estrelas” algures em Alpiarça.
Bolas!
É tempo demais.
É altura de mostrar trabalho próprio e de nos falar de projectos para o futuro, do crescimento económico e social do concelho.
Mário Pereira conta-nos histórias de embalar no “FOLHA INFORMATIVA” mas esquece-se do que é mais  importante para Alpiarça
Claro que tenho que o considerar um mau presidente!
Não nos basta o presidente dizer que «os serviços municipais têm procedido também a acções de pinturas de muros, de escolas e de edifício municipais».
Isto é pouco porque Mário Pereira para além «destas pinturas e arranjos» e poucos mais continua sem politicas concretas para a reabilitação dos «edifícios do património municipal» que estão uma vergonha e completamente abandonados.
As festas são importantes para o concelho ou para algumas pessoas, mas não sobram verbas para a reabilitação do nosso património?
 BOM CONTADOR DE HISTÓRIAS

Mário Pereira escreve muito bem na “FOLHA INFORMATIVA” (não fosse ele professor) e conta-nos “histórias de encantar” (não fosse ele professor de História) mas as suas “historietas” já não nos encantam porque de “histórias” à realidade há uma diferença abismal, tanto que: Alpiarça continua a ser um marasmo e não passa de uma “Aldeia de Astérix” para agora muitos a considerarem a “Aldeia Vermelha”.
Por mais argumentos e “Folhas Informativas” que mande publicar, eu, como muitos alpiarcenses, estou desiludido com Mário Pereira e o seu executivo, porque fala do que encontrou e lhe deixaram para não ser capaz de ter escrito sobre projectos futuros ou das promessas eleitorais que estão por cumprir.
Por estas razões e por outras, se eu fosse presidente da Câmara demitia-me e dava lugar a quem que fosse capaz de fazer melhor do que eu.
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15.8.11
Sábado passado, dia 13 Agosto de 2011, decorreu mais um dia de limpeza do Patacão: Aldeia dos Pescadores e zona onde terá lugar o Festival do Patacão 2011.
Este trabalho, promovido pela AIDIA (Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça) conta com o precioso apoio da Câmara Municipal de Alpiarça, Junta de Freguesia, Associações e Colectividades do Concelho bem como uma equipa de voluntários anónimos que todos os sábados ali estão presentes, contribuindo de forma generosa para a concretização do Projecto de Recuperação da Aldeia dos Pescadores do Patacão, património histórico alpiarcense, integrada na candidatura da cultura avieira a património nacional.
De salientar que, o grupo de voluntários do passado sábado, contou com a presença de cerca de 12 elementos que, para além do trabalho oferecido, disponibilizaram máquinas e ferramentas próprias, o que é de agradecer e louvar.
Segundo a organização, no próximo sábado dia 20 de Agosto a partir das 08:00H prosseguirão os trabalhos de limpeza daquela área.
Refere ainda que, todos os voluntários serão bem- vindos. Haverá almoço para todos os participantes, degustado nas sombras do salgueiral, à beira-tejo.
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12.8.11
Idosos têm sido vítimas de roubo e extorsão de avultadas quantias em dinheiro.
Aquilo que se temia volta a acontecer.
Depois de alguma acalmia que começou com a detenção de alguns ciganos romenos numa mega-operação levada a efeito pela GNR e Polícia Judiciária aos seus dormitórios em Alpiarça onde foi apreendido diverso material furtado a que Jornal Alpiarcense fez referência, é de novo tema para conversa entre a população preocupada.
Uma das últimas vítimas foi um jovem casal - ele, ironicamente elemento da GNR - que ao ausentarem-se da sua moradia por cerca de duas horas, quando regressaram tinham a casa vazia.
De acordo com fontes bem informadas, os larápios levaram tudo o que puderam. Até alguns bibelots e colecções de relógios (prendas de casamento) foram cobiçados pelos gatunos.
A Polícia Judiciária esteve presente para colher pistas que levem à descoberta dos malfeitores.
Como demos conta há uns tempos atrás, o mesmo sucedeu a outro jovem casal morador no Casalinho que ficou sem 2 PC,s portáteis, ouro etc. que parecem ter voado para sempre.
As autoridades não têm dúvida de que estamos perante grupos de gatunos bem organizados.
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10.8.11

 

 

 A “SOCIEDADE FILARMONICA” NUMA GRANDE INICIATIVA: “Uma Terra, Tantas Imagens" - 1.ª Maratona Fotográfica de Alpiarça 2011

Numa iniciativa louvável e inédita em Alpiarça, criada pela recente Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica Alpiarcense 1.º de Dezembro, vai ser levado a efeito a iniciativa denominada “Uma Terra, Tantas Imagens"- 1ª Maratona Fotográfica de Alpiarça 2011 como o objectivo central de promover o gosto da fotografia junto de todos os amantes desta arte.
1ª MARATONA FOTOGRÁFICA DE ALPIARÇA 2011
“UMA TERRA, TANTAS IMAGENS”
REGULAMENTO

1º Organização
O evento Maratona Fotográfica de Alpiarça, “UMA TERRA, TANTAS IMAGENS” (adiante designado por “Maratona”) é organizado pela Secção de Fotografia da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (SFA), com sede na Rua dos Bombeiros e da Música, nº 6 2090-070 Alpiarça. Conta com a parceria da Câmara Municipal de Alpiarça (CMA) e com o apoio da Junta de Freguesia de Alpiarça (JFA) e Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Alpiarça – Albandeio (GDCA).
A Maratona integra a Feira Alpiagra – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça.
2º Objectivo
A Maratona Fotográfica tem como objectivos:
- Promover um convívio entre entusiastas da fotografia;
- Dar a conhecer o património edificado, ambiental e associativo do Concelho de Alpiarça.
3º Âmbito
A Maratona é de âmbito concelhio, versando exclusivamente a área geográfica do concelho de Alpiarça.
4º Data e horário
A Maratona terá lugar dia 11 de Setembro de 2011, Sábado, com concentração às 09h30, na sede da Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro.
Após acreditação e entrega de documentos (mapa, horário e locais a fotografar) a Maratona iniciar-se-á às 10h00 e tem o seu término pelas 17h00, com intervalo para almoço convívio entre as 13h00 e as 15h00.
5º Participantes
Podem participar na Maratona todos os interessados, estando vedada a participação aos membros do júri e organização.
Os dados pessoais dos participantes são confidenciais e não serão usados para qualquer fim que não este evento e respectiva divulgação do mesmo.
A participação na Maratona implica a aceitação sem reservas do presente Regulamento.
6º Locais a fotografar
No início da Maratona será entregue aos participantes uma lista de 5 locais a fotografar, relativos a uma pequena área geográfica. Poderão constar, em alguns dos locais, “figurantes”.
7º Inscrição
Os interessados podem proceder à respectiva inscrição a partir do dia 11 de Agosto de 2011 e até ao dia 9 de Setembro de 2011, na sede da SFA ou através do endereço electrónico sfa.fotografia@gmail.com, mediante o preenchimento de impresso próprio disponibilizado pela organização.
A inscrição tem um custo de 5,00 euros, que será entregue quando da acreditação.
Só serão aceites a concurso as obras dos participantes devidamente inscritos.
8º Material a utilizar pelos participantes
Os participantes deverão utilizar o seu próprio material, incluindo cabos de conexão e qualquer outro equipamento ou programa necessário para a entrega das fotografias.
9º Condições de entrega das fotografias
Cada participante deverá apresentar a concurso duas fotografias de cada local (no total de 10 fotografias) que podem ser a cores e/ou a preto e branco.
Os trabalhos a concurso deverão ser escolhidos pelos participantes e entregues a partir das 17h00, até às 19h00, em local a designar no dia da Maratona.
A organização disporá de sistema informático para que cada participante descarregue os trabalhos a concurso, para uma pasta, à qual será atribuído um número e posteriormente gravadas em disco sem qualquer informação dos autores das fotografias.
Os Participantes podem descarregar para a pasta as dez fotos por si escolhidas, ou descarregar para a mesma pasta todas as fotografias colhidas no dia. Neste último caso deverá informar a organização, através do endereço electrónico sfa.fotografia@gmail.com, até às 19h00 do dia seguinte (12SET2011), quais as suas dez fotos escolhidas e o título de cada uma, caso queira mencionar título.
Não serão aceites fotografias com edição de imagem, para além de correcção de luz, cor e enquadramento.
Os participantes podem utilizar sistemas informáticos de sua propriedade para gravar em disco as imagens a concurso, sendo que essa gravação ocorrerá a partir das 17h00 no mesmo local que os restantes participantes.
Para homologação de resultados, a organização confirmará os dados de todos os ficheiros (EXIF), para aferir se não existem desvios ao regulamento.
10º Prémios
Com base na avaliação do júri serão atribuídos prémios às 3 melhores fotografias (grupo etário mais de 15 anos e grupo etário menos de 15 anos) e ao melhor portfólio (conjunto de 10 fotografias).
Nota: Poderão ser atribuídos outros prémios, consoante as entidades que venham a associar-se à realização da iniciativa.
Grupo etário +15 anos
1º Prémio
2º Prémio
3º Prémio
Grupo etário -15 anos
1º Prémio
2º Prémio
3º Prémio
Melhor portfólio
Poderão ainda ser atribuídas menções honrosas
11º Divulgação dos resultados e entrega de prémios
A divulgação dos resultados e entrega de prémios terá lugar no certame da Alpiagra, pelas 16h00 do dia 17 de Setembro de 2011, onde estarão expostos os trabalhos vencedores ou distinguidos.
Serão entregues certificados de participação a todos os participantes.
12º Júri
As fotografias apresentadas a concurso, serão avaliadas por um Júri composto por cinco elementos, que irá classificar as fotografias seguindo os seguintes parâmetros:
Qualidade
Criatividade
Perspectiva
Enquadramento
Melhor portfólio
Composição do Júri:
Um representante da SFA
Um representante da CMA
Um representante da JF
Um representante do Agrupamento de Escolas José Relvas
Um Fotografo profissional
A decisão do Júri não está sujeita a recurso em caso algum, sendo que o mesmo se reserva ao direito de não atribuir qualquer prémio no caso dos trabalhos apresentados não serem merecedores de distinção.
13º Direitos de autor
Ao participar na Maratona, cada autor cede o direito de reprodução das suas obras à SFA e/ou CMA, que se comprometem a não utilizar para fins comerciais, apenas na promoção e dinamização das suas actividades, comprometendo-se estas a citar o nome do autor e do título, caso exista, das fotografias que venham a ser utilizadas.
14º Exclusão de responsabilidade
A organização não se responsabiliza por qualquer acidente, roubo, extravio, dano físico ou ocorrência que lhe sejam alheias no decorrer da iniciativa.
Os participantes, caso pretendam, deverão munir-se de seguros próprios para o efeito.
15º Casos omissos
Os casos omissos não previstos neste regulamento são resolvidos pela Organização, não havendo dessa decisão possibilidade de recurso.
16º Aceitação de regulamento
A inscrição na Maratona pressupõe a aceitação na íntegra e sem reservas deste normativo.
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MUITOS ALPIARCENSES CONSIDERAM QUE A MAIORIA DADA AOS COMUNISTAS FOI PIOR QUE UM “TIRO NO ESCURO”

 
O problema do lixo mais não é do que uma impotência da autarquia em resolver o problema como é uma vergonha os cidadãos terem que despejar o lixo domestico em contentores mal cheiroso e com um fedor horrível porque nem o presidente nem os vereadores tomam as devidas medidas para que esta situação termine de vez e, incapacidade porque: não consegue resolver de vez também o problema da recolha do lixo por “ambulantes” que com uma forquilha rebentam com os sacos depositados no interior dos contentores piorando assim os maus cheiros no interior dos mesmos como o incómodo causado.
Mas o mais gravoso da situação e VERGONHOSO de toda esta trapalhada é que os responsáveis parecem não se sentir incomodados com toda esta “porcalhada” como tudo serve de desculpa para não resolver o que está a acontecer e é falado a cada esquina.
Agora até serve como argumento de desculpa, o «presidente estar de férias» como só ele tenha competência para por cobro à incapacidade de tomar medidas para que os contentores sejam lavados e desinfectados mais vezes como impeça de uma vez por todas que os “ambulantes” sejam impedidos de andar a recolher gratuitamente o lixo das pessoas como a estes não seja permitido de forma alguma que substituam os serviços de recolha de lixo da autarquia.
Se o problema não se resolve por o presidente estar de férias então os restantes vereadores como dos vários serviços mais não são do que uma inoperância porque não conseguem resolver aquilo que a população já considera um mal enraizado na recolha de lixo e por razões desconhecidas ninguém consegue acabar.
Ao permitir que tudo continue na mesma só podemos concluir duas coisas: que existe incapacidade dos serviços ou se movem outros interesses que são desconhecidos dos alpiarcenses.
Se nada se resolve nem iniciativas se tomam por o presidente estar de férias então que comecemos todos a levar o lixo para o local onde está o presidente para ver se ele consegue ou é capaz de resolver este problema de uma vez por todas e que mande o restante executivo de férias para bem longe como os serviços competentes da Câmara fechem as portas de vez porque não fazem nada nem são capazes de resolver minimamente o problema que afecta os problemas dos alpiarcenses.
A inoperância de alguns está a ser paga com o dinheiro dos cidadãos que tem o direito de exigir condições e trabalho de quem ganha grandes ordenados pagos à custa do erário público.
Se este problema fosse de agora ainda se tolerava mas já vem de a algum tempo a esta parte onde a autarquia tem sido alertada mas que finge estar tudo bem e nada estar a acontecer.
O executivo da CDU desde que tomou posse tem vindo a demonstrar uma certa dificuldade em ouvir as reclamações das pessoas e de as resolver (basta ler as dezenas de comentários publicados neste jornal que transmitem os anseios dos alpiarcenses e da revolta que paira no concelho).
Já começa a ser tempo de mais para podermos acreditar que os comunistas sejam capazes de levar alguma vez o “barco a bom porto”.
A passividade da CDU é uma “tormenta” que começa a incomodar os alpiarcenses parecendo a muitos que deram um “tiro no escuro” ao entregar o destino de Alpiarça aos comunistas.
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9.8.11
 Os Bombeiros Municipais de Alpiarça são uma instituição que é detida e mantida pela Autarquia de Alpiarça. Contudo, e à semelhança de outras corporações, têm sido verificadas situações anómalas, nomeadamente:
- o Comandante do corpo de bombeiros municipal foi nomeado como voluntário, está na reserva militar como sargento da marinha, tem o 9º ano, e é ele que tem a responsabilidade de avaliar os bombeiros municipais, através do sistema integrado de avaliação de desempenho da administração pública. Mas o concurso para Comandante dos Bombeiros Municipais deveria ter sido feito ao abrigo do Decreto-Lei 106/2002, de 13 de Abril (Estatuto de Pessoal dos bombeiros profissionais da administração)
Artigo 7.º
Quadro de comando de bombeiros profissionais
1 - O recrutamento para os cargos de Comandante e de 2.º Comandante de Regimento ou de Batalhão de Bombeiros Sapadores é feito, por escolha, de entre indivíduos licenciados com experiência de, pelo menos, quatro anos na área da protecção e do socorro e no exercício de funções de comando ou de chefia.
2 - O recrutamento para o cargo de Comandante de Companhia de Bombeiros Sapadores, bem como para os cargos de comando dos bombeiros municipais, é feito, por concurso, de entre indivíduos licenciados com experiência de, pelo menos, quatro anos na área da protecção e do socorro e no exercício.
Outras situações anómalas verificadas:
1. A NOP 2101 do CNOS/ANPC refere que os elementos das ECIN´s (Equipa de Combate a Incêndios) não podem realizar muitas horas seguidas a fim de evitar o cansaço resultante de dias seguidos de intervenção mas estes profissionais fizeram serviço durante semanas.
2. Os elementos com formação em TAS (tripulante de ambulância de socorro) continuam a conduzir as ambulâncias de transporte e os estagiários a prestar o socorro;
3. Os estagiários voluntários continuam a fazer os serviços em que os bombeiros municipais estão escalados profissionalmente, inclusive a fazer trocas de turnos completos com profissionais para que estes garantam a guarnição completa das ECIN´s (Equipa de Combate a Incêndios);


4. Existem funcionários da Autarquia com a categoria de assistentes operacionais a desempenhar as funções nos bombeiros municipais com o posto de bombeiro voluntário, um deles é bombeiro de 1ª, voluntário, e foi colocado pelo comando como chefe de serviço – manda em todos os profissionais.
5. Acções de formação realizadas por bombeiros sem o CAP (Certificado de aptidão profissional) e sem qualificação DGERT.
6. Foi afixada, pelo comandante, uma ordem de serviço onde invoca a disponibilidade permanente, obrigando assim os bombeiros, nos dias da sua folga, quando se ausentam do concelho de Alpiarça, a informar o corpo de bombeiros que o vão fazer.
7. As horas extraordinárias, que são pagas aos bombeiros, não o são na percentagem que está estipulada na lei, prejudicando os bombeiros.
8. Os bombeiros profissionais que entraram há menos tempo para o quadro de bombeiros foram ordenados na carreira hierárquica pela antiguidade de entrada no corpo de bombeiros como voluntário desta forma foram colocados acima de alguns bombeiros profissionais que são mais antigos na carreira.
9. A publicação da escala de serviço é feita um dia ou dois antes do início do mês. De uma forma mais desenvolvida verificamos que, nas corporações de bombeiros municipais onde existem bombeiros profissionais e voluntários, a ANPC transfere as verbas respeitantes ao DECIF (Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais) para as respectivas autarquias uma vez que estas são quem tutelam os respectivos bombeiros municipais, independentemente do tipo de vínculo que o pessoal tenha à mesma instituição. Contudo, as Autarquias não conseguem negociar com os respectivos bombeiros voluntários a forma de pagamento, porque a lei do voluntariado não permite o pagamento aos elementos voluntários.
Em causa está o facto de os mesmos não poderem ser remunerados, porque se pressupõe que o voluntariado não é remunerado. No entanto, são utilizadas algumas Associações Culturais e Desportivas, sem fins lucrativos, em que os seus estatutos permitem como receitas da associação os donativos voluntários dos seus membros, ou de terceiros, subsídios atribuídos por várias entidades, jóias e quotas pagas pelos seus membros, por doações ou deixas testamentárias. A Associação Cultural Desportiva e de Beneficência dos Bombeiros de Alpiarça está registada no numero 272 da III Série de 19 de Novembro de 2004 e tem por finalidade desenvolver actividades de carácter desportivo e social, bem como subsidiar na compensação dos bombeiros pela execução de tarefas. Não obstante o que foi referido anteriormente, a mesma associação é denominada sem fins lucrativos.

 Ainda em relação à respectiva Associação, verifica-se que a mesma é composta pelos órgãos de direcção. Tendo em conta que o n.º 2 do art.º 31º do DL 241/2007 refere que “os elementos do quadro de comando e do quadro activo estão impedidos de exercer funções de presidência dos órgãos sociais da respectiva associação humanitária de bombeiros”, então nenhum dos elementos dos respectivos quadros referenciados poderia pertencer aos órgãos de direcção. Mas a realidade não é o que acontece.
Resumidamente, esta associação procede aos pagamentos de horas de trabalho realizado pelos bombeiros voluntários e profissionais durante o ano. Acontece que a mesma associação não serve só para o referido anteriormente, mas também para pagar, aos bombeiros voluntários e profissionais, as verbas destinadas às equipas de combate a incêndios que fazem parte do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais criado pelo Governo.
Resta referir que nem sempre as equipas estão completas com a totalidade dos elementos. Desta forma a verba destinada aos elementos da ECIN em falta acaba por ficar na conta da associação. Os bombeiros Profissionais fazem trocas de serviço para poderem fazer parte das ECIN´s, intercalando este serviço com o serviço que fazem enquanto profissionais.
Estes bombeiros chegam a estar de serviço vários dias seguidos sem terem os períodos de descanso. Por vezes também se verifica que, para fazerem parte das ECIN’s, para que as equipas não fiquem desfalcadas, retira-se um bombeiro de 3ª classe profissional que está a cumprir o serviço de escala profissional e coloca-se um estagiário da recruta de voluntários a realizar o serviço do profissional, para que o profissional possa integrar as ECIN’s.

Quando não é possível esta troca e como os estagiários não podem fazer parte das ECIN´s, coloca-se o estagiário na ECIN, mas será que o número que vai para o relatório é de um bombeiro qualificado?
A NOP 2101 do CNOS/ANPC de 2011 relativa a “Forças dos Bombeiros do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais – DECIF” refere no ponto 2.1.2 b) que “o serviço será efectuado em escala rotativa, de forma a evitar-se o cansaço resultante de dias seguidos de intervenção”, o que não se verifica através das escalas afixadas.
Nos corpos de Bombeiros Municipais verifica-se ainda uma certa confusão em termos de graduações. O DL 241/2007 refere no ponto 2 do seu artigo 5º que “havendo no mesmo município, um corpo de bombeiros profissional ou misto e um ou mais corpos de bombeiros voluntários, a responsabilidade de actuação prioritária e comando cabe ao corpo de bombeiros profissional ou, quando este não exista, ao corpo de bombeiros misto, sem prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros em benefício da rapidez e prontidão do socorro”.
Contudo verifica-se que o legislador dá responsabilidade na actuação aos bombeiros profissionais. Neste sentido, os funcionários da Autarquia de Alpiarça que desempenham as suas funções no corpo de bombeiros municipais, estando na carreira de Assistente Operacional ou Técnico, como bombeiros de 3ª e 1ª na categoria Voluntário, ou seja, o bombeiro de 1ª que é voluntário executa as suas funções como bombeiro de 1ª, mas na sua realidade é um assistente operacional da autarquia que nem na carreira de bombeiro profissional está inserido. Para finalizar, as situações mais recentes, nomeadamente as acções de formação ministradas pelos bombeiros que não têm CAP.
No passado mês decorreram várias acções de formação sobre manuseio de extintores. Acontece que estas acções de formação não passam de acções de sensibilização visto que os ditos “Formadores” nem todos têm o respectivo Certificado de Aptidão Profissional de Formador, não existe uma certificação da DGERT para a realização destas Acções de Formação, sendo o mais curioso é que se passa aos formandos um Diploma da Acção de Formação, como se isso tivesse validade para curriculum. Estas situações por nós identificadas tornam Alpiarça num “CASE STUDY”
Direcção do Sindicato Nacional dos Bombeiros Prosissionais
Jornal da ANBP: Julho / Agosto de 2011

De: António Centeio
Fonte:
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 08:35  comentar

7.8.11
 Passámos pelo Patacão na amena tarde de ontem, sábado 06 de Agosto e, surpreendentemente, toda aquela zona está a ficar um brinco. Dá-nos vontade até de levar ali a família para ver o Tejo e merendar debaixo dos frondosos salgueiros, como o fazíamos em tempos idos.
Pouco mais de meia dúzia de voluntários encetou ali um trabalho de excelência (e segundo nos disseram, vai continuar) digno de nota: apanha de plásticos, papel e toda a sorte de lixos na zona do salgueiral (onde o ano passado decorreu o Festival visitado por milhares de pessoas) poda de árvores, roça de ervas com mais de um metro de altura etc.
Nas barracas do aldeamento palafítico e zona envolvente, foi também feita uma grande limpeza (que vai prosseguir) com as máquinas cedidas pela Câmara Municipal de Alpiarça e a energia dos participantes voluntariosos.
Pessoal da ARPICA estava ali presente, bem como o vereador Mário Peixinho e a associação AIDIA, principal impulsionadora do evento.
Isto prova, sem qualquer margem para dúvida que, muitas vezes com pouco dinheiro, se podem fazer coisas importantes e de interesse público. Basta saber gerir os recursos disponíveis e ter capacidade de motivar e mobilizar pessoas a custo zero, para causas nobres como esta do meio ambiente e, preservação do património histórico.
Gostaríamos de ter visto por ali, além de Mário Peixinho, outros responsáveis da Câmara Municipal de Alpiarça a dar o exemplo e, sobretudo, aqueles que na oposição a Rosa do Céu, tanto usaram a imprensa para criticar o desleixo a que este executivo PS votou o ambiente local.
Não obstante… como Deus perdoa e os eleitores não, talvez ainda estejam a tempo de se redimirem.
Mas…não percam esse precioso tempo!...Também ele (tempo) deve ser bem gerido.
Não pode ser só o “tempo” das palavras…
Repórter Y
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3.8.11

 

Por: António Centeio
Temos que admitir que antes do “25 de Abril” havia muitas famílias pobres e humildes e outras que viviam numa autêntica miséria e exploração. Tudo estava entregue a “meia dúzia” de famílias e destas dependia a maioria dos alpiarcense para sobreviverem porque só estas lhe davam trabalho e sustento.
Mas muita coisa mudou após o “25 de Abril”.
A evolução foi uma delas em todos os sentidos.
Em Alpiarça muita coisa mudou e muita coisa aconteceu.
Recordemos algumas, como exemplo: a Câmara de Alpiarça que após o 25 de Abril” mudou drasticamente o concelho:
Quando da tomada de posse da “Comissão Administrativa” em finais de pleno século XX na Câmara apenas havia um só telefone para toda a Secretaria; uma só tesoura; um só agrafador; uma mota para o encarregado; uma bicicleta para o fiscal; tractores para irem buscarem brita a Almoster, etc.
Nos dias que correm esta “pobreza Franciscana” que havia, até parece uma “aberração”.
Foi com Joaquim Matias e Olímpio Francisco de Oliveira, (PCP/CDU) presidentes da autarquia que tudo começou a mudar e, de que maneira.
Justiça lhes seja feita e reconhecido que seja o trabalho que fizeram.
Foram eles que fizeram a “rede de águas dos esgotos” o início dos alcatroamentos das muitas ruas de Alpiarça; os “46 Fogos” para seguidamente Armindo Pinhão (PCP/CDU) seguir o trabalho vindos dos mandatos anteriores que deu seguimento a outras empreendimentos que devem orgulhar os alpiarcenses, nomeadamente a “Barragem dos Patudos” o “Parque de Campismo”, o “Quartel dos Bombeiros”, etc., tudo feito, como alguém já disse, com “meia dúzia de gatos pingados” nos serviços administrativos.
Como durante anos fomos governados pelos comunistas nunca saberemos se hoje estaríamos melhor ou pior.
Mas os “vinte anos” do domínio comunista e o trabalho feito não foram suficientes nem reconhecidos pelos alpiarcenses porque assim que chegou ao poder, por via das eleições, os "socialistas" o objectivo foi: gastar à “GRANDE E À FRANCESA".
De tal forma que hoje temos um parque subterrâneo (mal construído e às moscas) que se deram ao luxo de construir como autorizaram a construção de um “mamarracho” de três andares (Largo Vasco da Gama) o que contrata com o mandato de Raul Figueiredo (PCP/CDU) que segundo consta não era defensor de prédios acima dos “2 andares”.
Mas mesmo assim os socialistas deixaram obra feita, onde se destaca a “Fábrica do Leite” e a “Monliz” a Biblioteca Municipal, o edifício da Câmara e um “montão de dívidas” .
Mas foi o comunista Armindo Pinhão que esteve 3 mandatos na autarquia, que se destacou entre os restantes porquanto no tempo em que não havia fundos comunitários e “fazendo obra” com a prata da casa” talvez seja o presidente a quem Alpiarça mais deve.
Com a extinção do Fomento de Fomento de Habitação, a dívida foi passada para a Caixa Geral de Depósitos que a empolou contabilisticamente com juros e "jurinhos".
Raul Figueiredo estava a negociar a redução da dívida, mas ao perder as eleições, Rosa do Céu assume o controlo e reduz esta dívida para menos de metade.
O que se questiona é se Rosa do Céu com os conhecimentos que tinha não conseguiria o perdão total, como aconteceu com outras câmaras, uma vez que o dinheiro pedido ao Fundo de Fomento foi efectivamente para construir Habitação Social.
Os comunistas fizeram e deixaram “património” aos alpiarcenses.
Com os socialistas as dívidas aumentaram cujas consequências daqui advindas estarem a ser pagas a “peso de ouro”.
Mas quer os comunistas quer os socialistas ambos deixaram património para os alpiarcenses devendo ser dado o devido valor aos comunistas que sem ter receitas e ajudas de quem quer que seja conseguiram tirar Alpiarça do atraso em que se encontrava.
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