NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL - Editor e Responsável: António Centeio
17.2.12

 

  

Comunica-se a todos os interessados, que devido a intervenção a realizar no Sistema de Abastecimento de Água de Alcorochel, Município de Torres Novas, haverá constrangimentos, e eventuais cortes, no abastecimento de água na quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012, entre as 13h00 e as 17h00.

 

As zonas afectadas serão as seguintes:

 

Povoações de Alcorochel e Charneca de Alcorochel

 

A normalidade será reposta cerca das 17h30

 

A ÁGUAS DO RIBATEJO alerta que a utilização da água imediatamente após a reposição do abastecimento pode causar danos na rede predial e nas máquinas e equipamentos.

 

Só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente.


Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve solicitar os nossos serviços pelo

 

tel: 263 509 400 , 808 20 20 11

ou  964 255 111

 

Pedimos desculpa pelo incómodo que possamos causar com esta intervenção que visa melhorar a qualidade do serviço prestado. 

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16.2.12

No âmbito da aprovação do seu plano de formação para activos 2012, a NERSANT vai arrancar, ainda durante o mês de Fevereiro, com diversas acções de formação na sua sede em Torres Novas.  

 

Sendo a competitividade empresarial dependente das qualificações dos seus recursos humanos, a NERSANT aprovou, recentemente, o seu plano de formação para activos 2012, estando prevista a realização de diversos cursos de formação ainda em Fevereiro.  Nesse sentido, a associação empresarial vai realizar, na sua sede em Torres Novas, os cursos “SNC – Sistemas de Normalização Contabilística” e “Conquistar Novos Clientes – A prospecção eficaz”, que terão lugar entre os dias 22 de Fevereiro a 05 de Março.A acção de formação sobre “Legislação Laboral” vai ter início no dia 27 de Fevereiro e termina no dia 12 de Março. Estes e outros cursos de formação estão disponíveis na sede NERSANT, em Torres Novas, mas também nos núcleos que a associação tem por toda a região do Ribatejo (Ourém, Abrantes, Santarém, Cartaxo e Benavente).  As acções de formação para activos 2012 vão decorrer nas seguintes áreas: Comercial, Contabilidade e Fiscalidade, Desenvolvimento Comportamental, Direito, Higiene e Segurança no Trabalho, Informática, Línguas, Qualidade, e Secretariado, em horário pós-laboral. A inscrição de colaboradores das empresas associadas da NERSANT tem condições especiais de participação. Os interessados em frequentar as acções de formação devem consultar a calendarização completa dos cursos de formação, no site da NERSANT em www.nersant.pt.

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9.2.12

Fwd: Projecto Projecto de Resolução n.º            /XII/1.ª

 

Suspensão do processo de reestruturação do

Centro Hospitalar do Médio Tejo

 

 

O processo de reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CMHT), que abrange os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas, significa, ao contrário do que foi afirmado, mais um golpe no acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde.

 

Os avultados prejuízos do CHMT, a que não são alheias muitas das opções e decisões dos vários conselhos de administração, poderão e deverão ser diminuídos eliminando desperdícios, implementando um maior rigor na despesa e potenciando a capacidade instalada nos três hospitais, evitando o recurso a privados para serviços que podem ser realizados pelo sistema público.

 

Acontece porém que, nos termos da reestruturação em curso:

 

- Em Tomar e Torres Novas as Urgências Hospitalares serão desclassificadas para Urgências Básicas;

- Vai ser concentrada no Hospital de Abrantes a Urgência Médico-Cirúrgica de 15 concelhos, a que se juntam os serviços de urgência básica de outros 6 concelhos;

- Os serviços de internamento (Cirurgia, Medicina Interna, Oftalmologia, pediatria, etc.) vão ser concentrados, o que cria ainda maiores dificuldades no seu acesso por parte dos utentes dos concelhos abrangidos.

 

Esta reestruturação é feita num momento em que se verificam ainda maiores dificuldades de acesso dos utentes aos cuidados primários de saúde e se introduzem portagens na A23 e na A13.

 

Para além disso, existem sérias suspeitas de que esta reestruturação pode abrir caminho para a privatização de serviços e/ou para a instalação de privados nas actuais instalações hospitalares públicas.

 

Em paralelo com a intenção de encerrar, diminuir e concentrar serviços, colocam-se em causa os postos de trabalho do pessoal médico, de enfermagem e de apoio nos três hospitais, abrindo-se caminho para rescisões e transferências forçadas.

 

Esta reestruturação inserida nas políticas de ataque e destruição do Serviço Nacional de Saúde, não pode ser feita sem ter em conta as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde primários – Santarém é um dos distritos com maiores problemas – com o encerramento efetivo e/ou anunciado de dezenas de Extensões de Saúde, alterações de horários de funcionamento das ainda existentes, bem como dos Centros de Saúde, a falta de instalações de cuidados continuados, a que se vem somar a introdução de portagens e uma quase inexistente rede de transportes públicos.

 

Nestes termos, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do PCP apresenta o seguinte Projecto de

 

Resolução

 

A Assembleia da República recomenda ao Governo que:

 

1. Suspenda o processo de reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo e abra um processo de diálogo com todas as partes envolvidas (utentes, autarquias, trabalhadores) e em articulação com os ACES e os cuidados continuados, com vista ao apuramento das medidas mais adequadas e consensuais para a potenciação das capacidades desse Centro Hospitalar.

 

2. Garanta uma rede de cuidados primários de saúde na região do Médio Tejo apta a satisfazer as necessidades básicas das populações e assegure a interligação eficaz entre estes serviços e o CHMT.

 

3. Garanta a manutenção da área de influência do CHMT e potencie as capacidades de instalações e equipamentos existentes, alguns dos quais nunca foram postos a funcionar desde a instalação do Centro Hospitalar.

 

 

Palácio de São Bento, 8 de Fevereiro de 2012

 

Os Deputados,

 

ANTÓNIO FILIPE; JOÃO OLIVEIRA; BERNARDINO SOARES; HONÓRIO NOVO; PAULA SANTOS; JOÃO RAMOS; RITA RATO; PAULO SÁ; BRUNO DIAS

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7.2.12

 

 

Reforçar o movimento de opinião e reivindicativo da população do Médio Tejo em torno da exigência de justiça social em matéria de acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.

 

 

Assumindo as suas responsabilidades na defesa de cuidados de saúde de proximidade e de qualidade, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo enviou hoje ao Ministro da Saúde uma PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MÉDIO TEJO e ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo um DOCUMENTO ESPECIFICO com Sugestões de Reorganização do CHMT, enquadrado na prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo. (ver documento em baixo).

 

Trata-se de um documento de trabalho que poderá servir de base ao debate e à implementação de uma nova forma de organização integrada dos serviços de saúde no Médio Tejo. É uma proposta que é elaborada na ausência do conhecimento de muitos dados estatísticos, decerto com imprecisões técnicas, mas que respeita os princípios do bom senso na gestão pública e as necessidades manifestadas pelas populações em matéria de acesso a cuidados de saúde.

 

Para fortalecer o movimento de opinião e reivindicativo a CUSMT, promoverá as seguintes iniciativas: 

 

Envio da nossa proposta de reorganização dos cuidados de saúde para todos os Grupos Parlamentares, as Autarquias do Médio Tejo e outras organizações sociais.

 

Pedir com carácter de urgência uma reunião à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e continuar as reuniões com os autarcas.

 

Solicitar que os Conselhos de Comunidade dos ACES reúnam com a urgência possível.

 

Voltar a solicitar uma reunião ao Ministro da Saúde.

 

Manifestar a disponibilidade imediata para indicar o representante dos utentes no Conselho Consultivo do CHMT e apelar às outras entidades para que iniciem o processo informando o Ministério da Saúde de que já o escolheram e/ou de estarem preparadas para o fazer.

 

Apoiar e promover todas as iniciativas populares (reuniões, debates, concentrações, abaixo assinados, …), e reforçar a informação, o esclarecimento e organização das populações para defesa de cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.

 

 

A Comissão de Utentes da Saúde

    do Médio Tejo

 

 

Médio Tejo, 6 de Fevereiro de 2012.
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 Proposta de Reorganização dos Serviços de Saúde no Médio Tejo

 

A crise económica e social potencia o aparecimento de mais episódios de doença. A diminuição dos rendimentos familiares em conjugação com aumentos significativos do conjunto dos serviços públicos vai implicar um crescimento da procura de cuidados de saúde nas unidades públicas.

 

Os recursos existentes (profissionais, instalações, equipamentos, financeiros) devem ser utilizados com eficácia na prevenção da doença. É mais barato prevenir do que tratar a doença.

 

Mais do que nunca é preciso criar sinergias entre os diversos níveis de prestação de cuidados de saúde. Só uma população saudável pode ser factor de desenvolvimento socioeconómico.

 

A população do Médio Tejo e do resto do País, precisa de mais e melhores cuidados de saúde. A manutenção da actual organização dos serviços de saúde no Médio Tejo e as medidas que conduzem à redução da oferta apenas serão fonte de sofrimento e, a médio prazo, de mais custos para o SNS.

 

A proposta que apresentamos, com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.

 

Assim:

 

Informação e comunicação

 

Seja qual for o modelo organizativo na prestação de cuidados de saúde, para ser eficiente e eficaz, tem de ser compreendido e aceite pelas populações e a suas estruturas representativas. Para além da promoção do diálogo entre as entidades, é indispensável uma correcta política de informação e comunicação.

 

Propostas:

 

Aproveitar as potencialidades dos “gabinetes do utente” e da Comunicação Local e Regional.

 

Dar a conhecer às populações os serviços disponíveis nas diferentes unidades de saúde (localizações, horários, contactos…).

 

Promover junto de outras regiões e entidades a actividade do CHMT.

 

A promoção de hábitos saudáveis e a correcta utilização dos serviços de saúde.

 

Disponibilizar informação integrada nas diversas unidades de saúde, como Centros de Saúde, Hospitais, Farmácias, unidades de MCDT.

 

Recursos Humanos

 

Dinamizar a capacidade formativa dos Centros de Saúde e do Centro Hospitalar com a formalização e execução de protocolos com as instituições de ensino. Aplicar os já existentes. 

 

Organização da formação de médicos, mediante as necessidades por especialidades e por zonas geográficas.

 

Contratação temporária de médicos estrangeiros para reforçar as carências nos Cuidados de Saúde Primários.

 

Definir normas claras e objectivas que permitam utilizar a disponibilidade técnica e profissional de médicos reformados.

 

Definição de um quadro salarial justo, enquadramento das carreiras médicas e a valorização da especialidade de Medicina Geral e Familiar.

 

Renegociação dos contratos com empresas fornecedoras de serviços de saúde.

 

 

Transportes

 

Estabelecer uma rede de transportes que facilitem o acesso às e entre as unidades de saúde quer para utentes quer para familiares, aproveitando e coordenando os meios já existentes.

 

Reanalisar os critérios de atribuição de apoio ao transporte de doentes de forma a garantir a eficácia terapêutica.

 

 

Sustentabilidade financeira

 

Aprovação atempada de orçamentos realistas e transparentes de acordo com as necessidades regionais de cuidados de saúde.

 

Dotação orçamental que permita, de forma eficiente e eficaz, a diminuição das listas de espera de consultas e cirurgias.

 

Renegociação de contractos de prestação de serviços e fornecimento de bens, explorando todas as potencialidades da Central de Compras.

 

Eficiência na cobrança de serviços de saúde a entidades estranhas ao SNS.

 

Combate ao desperdício e à promiscuidade público privada.

 

Coordenação

 

Criação de uma estrutura de coordenação/contacto entre o CHMT e os ACES “Serra d’Aire” e “Zêzere”, com a possibilidade de evoluir para uma Unidade Local de Saúde.

 

 

CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS / CENTROS DE SAÚDE

 

Os Cuidados de Saúde Primários têm sido alvo, nos últimos anos, de um conjunto de medidas que alteraram profundamente a sua organização. Tal facto não resolveu alguns dos seus principais problemas como a falta de recursos humanos (médicos, técnicos de saúde, enfermeiros e administrativos), sem os quais não é possível a prestação de cuidados de saúde de proximidade.

 

Propostas:

Manter abertas as Extensões de Saúde, salvo se forem criadas alternativas de proximidade e/ou de transporte.

Recuperação, manutenção e apetrechamento das Extensões de Saúde.

Manutenção da frota de transporte dos Agrupamentos de Centros de Saúde e urgente resolução do processo de aquisição das 8 unidades móveis.

Adaptação dos horários das unidades de cuidados primários às necessidades das populações. (p. e.  alargamento, que poderá chegar às 24 horas, de horários das consultas de recurso nas Sedes dos Centros de Saúde).

Limpeza de ficheiros de utentes e reorganização das listas de utentes.

 

Medidas extraordinárias que resolvam a situação dramática, de falta de recursos humanos.

 

Reforço dos planos de vacinação e de rastreio nos CSP.

 

Funcionamento mais regular e pró-activo dos Conselhos de Comunidade.

 

CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo analisando a situação presente constata: tem-se verificado um agravamento crónico das condições financeiras; algumas especialidades vão perdendo capacidade de prestação de serviços face às sucessivas saídas de profissionais; há capacidade instalada (edifícios e equipamentos) que não é utilizada; há descoordenação com os cuidados de saúde primários e continuados; o CHMT continua a ser, pelo seu valor socioeconómico, a maior instituição da Região do Médio Tejo.

 

Propostas:

 

Diálogo regular entre o Conselho de Administração e a comunidade envolvente.

 

A instalação do Conselho Consultivo.

 

A elaboração de um Plano Estratégico, em coordenação com os outros níveis de cuidados de saúde.

 

Os meios do serviço de urgência  em cada unidade devem ser proporcionais aos níveis de procura e à tipologia de situações emergentes. Deverão ser criadas regras (devidamente comunicadas às populações) de referenciação entre cuidados primários e as urgências hospitalares.

 

Funcionamento diário da Urgência Oftalmológica.

 

Nas três unidades devem existir duas valências com internamento: a pediatria e a medicina interna.

 

Distribuição, concentração e desenvolvimento das outras valências com internamento, com elevada diferenciação técnica e respeitando o equilíbrio regional e a coesão territorial.

 

Instalação de novos serviços (p.e. Cuidados continuados, para já em Abrantes) e a reactivação de outros que deixaram de existir no CHMT.

 

Criação e gestão pelo CHMT de unidades de cuidados continuados e paliativos. Sem alargar a Rede de Cuidados Continuados e com ela articular a gestão de altas, não se pode pensar em diminuir os prazos de internamento no CHMT.

 

A informatização de todos os serviços, em rede com outras unidades do SNS.

 

Manter serviços de proximidade de consulta, terapêutica e meios complementares de diagnóstico, mesmo que para tal seja necessário recorrer a serviços convencionados.

 

Aproveitamento integral da capacidade instalada em meios complementares de diagnóstico e terapêutica e avaliação dos serviços convencionados e contratos de prestação de serviços ou parcerias. 

 

Toda e qualquer centralização, transferência ou encerramento de serviço deverá ser explicada e fundamentada nos aspectos técnicos, financeiros e sociais.

 

 

CUIDADOS CONTINUADOS E PALIATIVOS

 

Criar e pôr a funcionar Equipas de Cuidados Continuados Integrados ao nível do domicilio (ECCI).  

 

Gestão regional da Unidade de Cuidados Continuados do Entroncamento.

 

Aumento do número de camas de cuidados paliativos, com gestão do Centro Hospitalar.

 

 

FARMÁCIAS/MEDICAMENTOS

 

A progressiva concentração de farmácias nas zonas urbanas, e o consequente encerramento nas zonas rurais, que salvaguarda os interesses económicos próprios em detrimento da boa prestação de serviço de medicamentos às comunidades, vem dificultar o acesso a medicamentos a dezenas de milhares de habitantes das zonas rurais.

 

Propostas:

 

Obrigatoriedade de critérios de cobertura do território por farmácias / postos de medicamentos.

 

A concretização da prescrição por DCI; reforço da prescrição de genéricos; a abolição do preço de referência; a venda por unidose e a oferta/dispensa nas unidades de saúde dos medicamentos mais utilizados.

 

 

A Comissão de Utentes da

Saúde do Médio Tejo

 

Médio Tejo, 6 de Fevereiro de 2012

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O Município de Torres Novas associa-se ao Projecto Matemática Ensino (PmatE), da Universidade de Aveiro, organizando nos próximos dias 7, 8 e 9 de Fevereiro, a exposição interactiva EDUCAÇÃO + FINANCEIRA, na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes. Ao longo dos três dias está confirmada a participação de cerca de 400 alunos do concelho nas actividades propostas, do 1.º Ciclo do Ensino Básico ao 12.º ano do Ensino Secundário.

A exposição, de âmbito nacional e que percorre todos os distritos do país durante o presente ano lectivo, insere-se no projecto de literacia financeira apoiado pela Caixa Geral de Depósitos, e tem como objectivos a sensibilização da população para uma maior consciência dos desafios financeiros do dia-a-dia e a capacitação das gerações mais novas para uma gestão mais equilibrada das finanças pessoais.

Como forma de promoção da exploração didáctica, a exposição EDUCAÇÃO + FINANCEIRA é modular e os conteúdos desenvolvidos são apresentados dando ênfase à experimentação e ao jogo. Estão disponíveis três módulos articulados por níveis de escolaridade: Dinheiro para quê? 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico; Como gastar o dinheiro? 3.º Ciclo do Ensino Básico; Compro ou não compro? Ensino Secundário.

Mais informações podem ser obtidas no site do projecto em http://pmate.ua.pt/educacaomais/, ou contactando a Divisão de Educação da Câmara Municipal de Torres Novas, através do telefone 249839090.

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 A chamada reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo (hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas) significa, ao contrário do que o ministro da saúde afirmou, mais um golpe no acesso dos cidadãos aos cuidados de saúde, porque:

- A saúde não é um negócio. Os avultados prejuízos do CHMT, a que não são alheias muitas das opções e decisões dos vários conselhos de administração, poderão e deverão ser diminuídos eliminando desperdícios, implementando um maior rigor na despesa e potenciando a capacidade instalada nos três hospitais, evitando o recurso a privados para serviços que podem ser realizados pelo sistema público;

-Em Tomar e Torres Novas as Urgências Hospitalares serão desclassificadas para Urgências Básicas;

- Vai concentrar a Urgência Médico-Cirúrgica dos 15 concelhos, a que se juntam os serviços de urgência básica de outros 6 concelhos no hospital de Abrantes; 

- A concentração de serviços de internamento (Cirurgia, Medicina Interna, Oftalmologia, pediatria, etc.) cria ainda maiores dificuldades no seu acesso por parte dos utentes dos concelhos abrangidos;

- É feita num momento em que se verificam ainda maiores dificuldades de acesso dos utentes aos cuidados primários de saúde e se introduzem portagens na A23 e na A13.

- Pode abrir caminho para a privatização de serviços e/ou a instalação de privados nas actuais instalações hospitalares públicas.

- Põe em causa os postos de trabalho

Em paralelo com a intenção de encerrar, diminuir e concentrar serviços, colocam-se em causa os postos de trabalho do pessoal médico, de enfermagem e de apoio nos três hospitais, abrindo-se caminho para rescisões e transferências forçadas.

- É um ataque ao Serviço nacional de saúde

Esta reestruturação inserida nas políticas de ataque e destruição do Serviço Nacional de Saúde, não pode ser feita sem ter em conta as dificuldades de acesso aos cuidados de saúde primários – Santarém é um dos distritos com maiores problemas – com o encerramento efectivo e/ou anunciado de dezenas de Extensões de Saúde, alterações de horários de funcionamento das ainda existentes, bem como dos Centros de Saúde, a falta de instalações de cuidados continuados, a que se vem somar a introdução de portagens e uma quase inexistente rede de transportes públicos.

Estas opções não são novas e os seus resultados são conhecidos

O PS, através do então ministro Correia de Campos, tentou sem sucesso, impor uma reestruturação do Centro Hospitalar, em moldes idênticos;

 PS, PSD e CDS aceitaram as imposições da troika, que obrigam a cortes muito profundos nas despesas do Serviço Nacional de Saúde, ignorando os prejuízos causados aos utentes e os resultados estão à vista por todo o país, com as urgências sobrecarregadas e as lista de espera para consultas, exames e cirurgias a aumentarem.

Por isso, o PCP defende:

- Uma aposta inequívoca nos cuidados primários de saúde e uma interligação eficaz com o CHMT.

- A suspensão do processo de reestruturação em curso e a abertura de um diálogo com todas as partes envolvidas (Utentes, Autarquias, trabalhadores) e em articulação com os ACES e os cuidados continuados;

- A manutenção da área de influência do CHMT, impedindo manobras “de facto consumado”, como a passagem do concelho com maior população (Ourém) para a área do Hospital de Leiria, representando um muito significativo golpe na importância do CHMT, particularmente no Hospital de Tomar;

- Uma reestruturação que potencie as capacidades de instalações e equipamentos existentes, alguns deles nunca foram postos a funcionar desde a instalação do CHMT.

Fevereiro de 2012

A DORSA do PCP

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Em Torres Novas, a associação vai iniciar duas acções de consultoria e formação para micro-empresas, na área da “Qualidade, Ambiente e Segurança” e na área da “Gestão Estratégica”. Também para as micro-empresas, está previsto o arranque da acção no Cartaxo, na área da “Qualidade, Ambiente e Segurança”. Ourém vai iniciar uma nova acção de consultoria e formação nesta mesma área, mas direccionada para PME’s.

 

No total, a NERSANT já tem a decorrer quatro acções de consultoria e formação para as micro-empresas: três acções em Torres Novas, na área de “Gestão estratégica”, e uma acção em Benavente, nesta mesma área.

 

Para as PME, a associação também já deu início a duas acções com áreas de intervenção distintas: em Abrantes está a decorrer a acção de “Gestão Estratégica” e no Cartaxo, os empresários estão a assistir ao Move PME na área de “Qualidade, Ambiente e Segurança”.

 

Os interessados em obter mais informações devem fazê-lo através do Departamento de Formação Profissional da NERSANT (249 839 500 ou dfp@nersant.pt).

 

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6.2.12

 

Na foto: Vala que recebe os esgotos do Edifício Rosas.

Local: Entre o Edifício Rosa e o Continente (Zona Alta)

 

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5.2.12

 

Filipe Lopes volta a percorrer os Estabelecimentos Prisionais do país com o projeto “A poesia não tem grades”. Lisboa, Torres Novas, Castelo Branco e Bragança recebem no início de março a iniciativa que procura ajudar os reclusos no seu processo de reabilitação através da arte e da literatura.

Este projeto, criado e dinamizado por Filipe Lopes, tem vindo a ser desenvolvido em diversos Estabelecimentos Prisionais do país desde 2004. Inicialmente implementado de forma continuada nos EP’s de Tires e Sintra, passou posteriormente a realizar-se em sessões únicas para permitir a sua chegada aos reclusos das zonas mais distantes dos grandes centros.
O objetivo deste trabalho é dar a conhecer a literatura em geral e a poesia em particular como ferramentas que contribuam para o processo de renovação pessoal que os reclusos enfrentam. A solidão, a revolta, a dúvida são alguns dos sentimentos que podem ser canalizados e trabalhados através dos livros. A Poesia pode ser uma “porta aberta” para mundo exterior, tanto através da leitura como da própria escrita.
As sessões propostas são uma conversa com poemas à mistura. Procura-se mostrar como a Poesia está mais presente nas nossas vidas do que imaginamos e como não é apenas uma coisa “triste e cinzenta”. Ao longo de 45 minutos é possível ter as mais diversas sensações, motivadas pelos textos partilhados. Há poemas que trazem uma lágrima ao canto do olho, outros que soltam uma gargalhada, mas todos fazem sentir alguma coisa. Como não existe um guião rígido, os contributos dos reclusos são sempre bem vindos.
O projeto “A poesia não tem grades” é desenvolvido em parceria com a Direção Geral dos Serviços Prisionais e tem as próximas sessões agendadas para os seguintes locais: 5 de março – EP Lisboa (10h); 5 de março – EP Monsanto (14h30); 6 de março – EP Torres Novas (10h); 7 de março - EP Castelo Branco (14h); 8 de março – EP Bragança (9h30).
Filipe Lopes nasceu em Tomar em 1975 e desenvolve há cerca de 15 anos o projeto de promoção do livro e da leitura “O Contador de Histórias”. Com formação em psicopedagogia, o mundo dos livros sempre foi o seu principal interesse, quer através da narração oral como “contador de histórias” quer pelos recitais de poesia que desenvolve tanto para adolescentes como para adultos. Por formação e convicção acredita que a literatura tem a capacidade de melhorar a vida das pessoas. Por isso, para além das centenas de sessões que desenvolve em escolas e bibliotecas por todo o país, tem dedicado parte do seu tempo a projetos de voluntariado em colaboração com entidades como a Fundação do Gil, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens ou a Direção Geral dos Serviços Prisionais, entre outras.

«Rostos»

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A Biblioteca Municipal Gustavo Pinho Lopes de Torres Novas vai receber, na próxima semana (nos dias 7,8 e 9 de fevereiro), a exposição interativa itinerante Educação+ Financeira, promovida pelo Projecto Matemática Ensino (PmatE), da Universidade de Aveiro, em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. As visitas podem ser efetuadas das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.

Ajudar os jovens a adquirir conhecimentos e competências essenciais a um desempenho consciente, esclarecido e responsável quando tomam decisões a nível financeiro é o objetivo da exposição itinerante "Educação+ Financeira", que começou a percorrer o país em fins de setembro do ano passado. 

A exposição Educação+ Financeira é uma iniciativa do Projecto Matemática Ensino (PmatE), da Universidade de Aveiro, e da a Caixa Geral de Depósitos(CGD), destinada, sobretudo, a jovens dos sete aos 17 anos.

A exposição, composta por três módulos adaptados aos diferentes níveis de ensino (do primeiro ciclo ao ensino secundário), está a percorrer todo o país, levando consigo conteúdos e jogos relacionados com as questões financeiras que se colocam a todos no dia-a-dia, a 20 cidades.

O projeto Educação+ Financeira, que está no terreno pelo segundo ano consecutivo, arrancou a 28 de setembro, na Escola Secundária Rainha D. Leonor, em Lisboa, com uma conferência sobre “Educação financeira na escola”.

No ano passado, o Exposição itinerante Educação+ Financeira foi visitada por cerca de 14.000 jovens e percorreu cerca de duas dezenas de cidades de norte a sul.

«ua»

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1.2.12

 

A Comissão de Utentes anunciou que entregaria, esta Quarta-Feira, ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio de Tejo uma proposta formal com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região que, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.
 
Apesar de já existir um documento que referencia um conjunto de propostas, face à realização nos próximos dias de novas reuniões públicas promovidas por outras entidades e atendendo que desse debate poderão aparecer propostas que terão cabimento na sua proposta, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo informa que só na próxima Terça-Feira, 7 de Fevereiro, fará a entrega formal do seu Plano de Reorganização dos Cuidados de Saúde no Médio Tejo.
 
Apelamos a todos os cidadãos e entidades sociais, públicas ou privadas que, caso o desejem, nos façam chegar os seus comentários, críticas e propostas sobre os serviços de saúde.
 
                                                                       A Comissão de Utentes da Saúde   
                                                                                       do Médio Tejo

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30.1.12
 
Comunica-se a todos os interessados, que devido a intervenção a realizar no Sistema de Abastecimento de Água de Pedrógão, Município de Torres Novas, haverá constrangimentos, e eventuais cortes, no abastecimento de água na quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012, entre as 13h00 e as 17h00.

 

As zonas afectadas serão as seguintes:

 

Toda a povoação de Pedrógão (excepto

 zona das Miras e Rua do Rossio Verde)

 

A normalidade será reposta cerca das 17h30

 

A ÁGUAS DO RIBATEJO alerta que a utilização da água imediatamente após a reposição do abastecimento pode causar danos na rede predial e nas máquinas e equipamentos.

 

Só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente.


Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contactar os nossos serviços pelo

 

tel: 808 20 20 11 ou  964 255 111

 

Pedimos desculpa pelo incómodo que possamos causar com esta intervenção que visa melhorar a qualidade do serviço prestado. 

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28.1.12

 

 SÓ COM A COORDENAÇÃO E A MELHORIA DE CENTROS DE SAÚDE, HOSPITAIS E CUIDADOS CONTINUADOS É POSSÍVEL RESPONDER ÀS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES  
 
A “REORGANIZAÇÃO DO CHMT” APRESENTADA PELO CA, VEM DIFICULTAR O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
 

 

 
Na sequência da apresentação de um Plano de Reorganização pela Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, foram muitas e variadas as intervenções de diversas entidades da Região.
 
A Comissão de Utentes logo que teve conhecimento do documento e face à ausência de justificações para as medidas adoptadas solicitou uma suspensão de concretização do processo, com o objectivo de encontrar as melhores soluções para facilitar o acesso a cuidados de saúde em termos de proximidade e qualidade.
 
Na sequência dessa posição, com o objectivo de dar voz aos verdadeiros interessados, os utentes, esta Comissão de Utentes realizou reuniões públicas em Tomar, Abrantes e Torres Novas, para debate sobre a prestação de cuidados de saúde nas Unidades Hospitalares e nos Centros de Saúde.
 
Da participação activa dos cidadãos, pode-se concluir:
 
Não aceitação do Plano de Reorganização, por dificultar o acesso a cuidados de saúde, não ter em conta a participação da comunidade, por ausência de coordenação com cuidados primários e continuados, por não quantificar nem justificar os resultados esperados, o que deixa as maiores duvidas se resolve os problemas financeiros. Ficou claro que os utentes defendem que as Urgências sejam adaptadas às necessidades em cada unidade hospitalar, que a Pediatria e Medicina Interna sejam três valências comuns às três unidades e que se desenvolvam e criem novas valências.
 
Se não houver mais médicos de família e enfermeiros, mais cuidados de proximidade com funcionamento de Extensões de Saúde e Unidades Móveis, não se conseguirá resolver o problema das urgências “não agudas”, no CHMT. Se não houver mais unidades de cuidados continuados a gestão de altas no CHMT não poderá ser mais eficiente. Se não houver coordenação entre os níveis de prestação de cuidados de saúde e o aproveitamento da capacidade instalada, vão sofrer as populações e vai aumentar a despesa do SNS.
 
Constatou-se a existência de interesses privados (empresariais e pessoais) mas a solução não está no encerramento ou privatização do todo ou de partes do CHMT. Defende-se a utilização de toda a capacidade instalada e um combate à promiscuidade público-privada.
 
Foram expressas muitas formas de reforçar a acção popular para defender o direito a cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, de que são exemplos as manifestações em Tomar, o Abaixo-assinado pela Pediatria em Abrantes, a grande participação de cidadãos na reunião pública de Torres Novas.
 
Na próxima quarta-feira, a Comissão de Utentes entregará ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio de Tejo uma proposta formal com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região que, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.
 
Em breve, serão também divulgadas as iniciativas que reforçarão o movimento de opinião e reivindicativo da população do Médio Tejo em torno da exigência de justiça social em matéria de acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.
 
                                                                  A Comissão de Utentes da Saúde
                                                                                do Médio Tejo

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25.1.12

 

Uma delegação do PCP que integra Jerónimo de Sousa, Secretário-geral, António Filipe, deputado do PCP, Jorge Pires e Octávio Augusto, da Comissão Política do Comité Central do PCP, desloca-se amanhã, 26 de Janeiro a Torres Novas para uma reunião com a Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.

A reunião terá lugar ás 10,30h, seguindo-se uma visita àquela unidade hospitalar.

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22.1.12
 
 
"O possível encerramento do Hospital de Torres Novas  ficará a dever-se , em parte,à passividade dos Torrejanos"
 
 
Um dia, já lá vão muitos anos, construíram um mega hospital em Abrantes para apoiar grande parte da Beira Baixa e do Alto Alentejo e ainda as tropas da NATO instaladas ou a instalar nas redondezas. Nunca foi totalmente ocupado devido ao seu sobredimensionamento. Depois, eleitoristicamente, construíram o de Torras Novas e também o de Tomar. Claro que passaram a ser Hospitais a mais para a população abrangida, até porque da Beira Baixa, tirando Vila de Rei e do Alto Alentejo, tirando Gavião e Ponte de Sôr, o Hospital de Abrantes nunca chegou a ter muitos "fregueses" e das tropas da NATO nunca mais se ouviu falar.
Por tudo isto, não se compreende que o de Torres Novas, com melhores acessos, com mais centralidade, esteja a ser preterido em favor de Abrantes, quando tudo indicaria que deveria ser o Hospital de referência desta região alargada. Até porque, Abrantes, devido à sua idade, tem vindo a necessitar de obras frequentes e assim continuará a ser daqui para a frente. E Torres Novas fecham-lhe o bloco, o serviço de hemodiálise nem sei se funciona e esta obra vai passar a estar às moscas. Claro que o pessoal de Torres Novas terá as suas culpas devido à sua passividade. Claro que ideal teria sido terem vendido os três hospitais a um ou a vários grupos de turismo para ali instalarem 3 hotéis de luxo, a chineses ou não, terem privatizado a antiga BA 3 para que os turistas tivessem um bom aeroporto ao pé da porta, isto é ao pé dos hotéis, que deveriam também manter os seus heliportos e construir boas piscinas, bons campos de ténis e colocar bons binóculos para desfrutarem as paisagens maravilhosas que os rodeiam. E com esse dinheiro então construíam um único hospital, ali perto da Atalaia, na confluência do IC3 com a A23 e ficávamos todos muito melhor e a saúde passaria a custar menos já que também é de um negócio que se trata. Assim, vamos andando até que aconteça algo de pior e de irreversível.

Comentário de um leitor (identificado)

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21.1.12

 

 
É um erro dizer que «não podemos ter um “sistema gratuito”»

 

 

Pôr os portugueses a pagar mais para a Saúde é um «erro básico» que tem de ser «definitivamente erradicado» do discurso público. Quem o diz é Adalberto Campos Fernandes, um dos oradores convidados do 12.º Congresso Nacional de Bioética, que se realizou a 13 e 14 de Janeiro no Porto.

«Corremos o risco, perante os mais novos, de continuar a incorrer numa narrativa errada — a de que não podemos ter um “sistema de Saúde gratuito”» —, afirmou Adalberto Campos Fernandes, docente da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), justificando que entre nós vigora «um sistema de Saúde pré-pago». Isso significa, frisa, que «cada um contribui para os seus direitos» e cobre também «as necessidades de quem não pode descontar».

Segundo o ex-gestor do Centro Hospitalar Lisboa Norte, que falava sobre «Escolhas em Saúde» no âmbito do 12.º Congresso Nacional de Bioética, é preciso dizer que o sistema de pôr quem paga a pagar mais «está ultrapassado, está no fim», ou seja: «Em Portugal, a contribuir para todos estão apenas 30% dos portugueses, que pagam mais também em sede de IRS e IRC.» E acrescenta: «É importante dizer aos mais novos que o sistema em Portugal é muito bem pago e é caro.»

Em jeito de resposta às críticas à «gratuitidade tendencial» do sistema, o gestor citou Constantino Sakelarides, que costuma dar o exemplo do sinistro automóvel: «Se eu for a uma companhia segurar o meu carro, a companhia não me pergunta se sou mais ou menos rico do que o vizinho do lado, que vai também segurar um carro igual.»
De resto, o princípio da «mutualização no seguro social ou no seguro público é esse», sublinha o médico e docente universitário, defendendo que não é lícito «penalizar os portugueses porque estão a ter um direito de uso abusivo», a «utilizar cuidados que não deviam» e que «se têm mais de 70 anos deviam morrer…». Adalberto Campos Fernandes incentivaria ainda os mais jovens «a não fazer escolhas induzidas numa narrativa técnica e cientificamente errada».

Que fazer então? Para o gestor, antes de atacar os cidadãos o «Estado tem de atacar a sua máquina». E «quando não resolvemos o problema dos centros hospitalares, o preço dos medicamentos, as gorduras do Estado, não temos o direito de ameaçar os cidadãos com uma punição», sobretudo porque os decisores «não fazem o trabalho de casa», acrescenta

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20.1.12

 

Comunica-se a todos os interessados, que devido a intervenção a realizar no Sistema de Abastecimento de Água de Pedrogão, Município de Torres Novas, haverá constrangimentos, e eventuais cortes, no abastecimento de água na quarta-feira, 25 de janeiro de 2012, entre as 13h00 e as 17h00.

As zonas afectadas serão as seguintes:

 

 

Toda a povoação de Pedrogão (excepto

 

zona das Miras e Rua do Rossio Verde)

 

A normalidade será reposta cerca das 17h30

 

A ÁGUAS DO RIBATEJO alerta que a utilização da água imediatamente após a reposição do abastecimento pode causar danos na rede predial e nas máquinas e equipamentos.

 

Só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente

.

Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contactar os nossos serviços pelo

 

tel: 808 20 20 11 ou

964 255 111

Pedimos desculpa pelo incómodo que possamos causar com esta intervenção que visa melhorar a qualidade do serviço prestado.

 

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19.1.12


Atletas dos Pimpões com o Troféu conquistado

 

Organizado pelo Clube de Natação de Torres Novas, decorreu no passado dia 14, nas Piscinas Municipais Fernando Cunha – Torres Novas, a VI edição da Taça Cidade de Torres Novas, competição que contou com a participação de 240 atletas (116 femininos e 124 masculinos.

A equipa dos Pimpões/Cimai era composta pelos seguintes atletas: Pedro Barbosa, Pedro Brandão, António Carriço, Joana Correia, Tiago Fernandes, Francisco Ferraz, Ana Sofia Ferreira, Liliana Ferreira, Ricardo Ferreira, José R Marques, Diogo Mateus, Ruben Nazaré, Xavier Pacheco, Leonor Pedras, António Pereira, Francisco Pinto e Edgar Tomás.

A Taça cidade de Torres Novas contou com um excelente número de clubes e atletas em competição, numa fase da época, em que os técnicos aproveitam para rodarem os atletas, pondo-os a competir em distâncias e estilos menos praticados, numa piscina agradável e com boas condições.

A prova decorreu num excelente ambiente de festa, facto a que não é estranho a participação e o entusiasmo do público presente, que não regateou estímulo aos seus atletas.

No decorrer da competição os atletas dos Pimpões/Cimai obtiveram os seguintes resultados: Recordes Pessoais: 31 – Recordes do Clube: 2 – 4x50L Inf B (A. Pereira; X. Pacheco; R. Nazaré; D Mateus); 4x50E Inf A (T. Fernandes; A. Carriço; P. Brandão; P. Barbosa); Tac’s Zonais: 3 – António Carriço 400L; Ana Sofia 200E, 100L; Tac’s Nacionais: 2 – António Carriço 400L; Ana Sofia 200E.

Coletivamente a prova foi ganha pela SFUAP com 396 pontos. Em 2º ficou o CNAC, com 387 pontos. Em 3º o AAC, com 364 pontos. A equipa dos Pimpões/Cimai classificou-se em 11º com 149 pontos.
«Jornal das Caldas»

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17.1.12

+ Esquerda + Ribatejo promoveu Fórum de debate


•    Fórum de Debate no passado dia 15 em Torres Novas
•    Esta candidatura gera, cada vez mais, o interesse por parte de todos os jovens do distrito
•    Apresentações também em Santarém e Coruche
 •    Continuará o périplo de apresentações descentralizadas por todo o distrito


 

 No passado Domingo, dia 15 de Janeiro, a candidatura + Esquerda + Ribatejo promoveu o seu Fórum de debate da Moção Global de Estratégia a apresentar à próxima Convenção Distrital da JS Ribatejo. Muitos foram os jovens que, de todo o distrito, se deslocaram à Escola Secundária Maria Lamas com o intuito de apresentarem ideias para englobar no manifesto.

O auditório da Escola Secundária compôs-se de jovens militantes e simpatizantes da JS Ribatejo de praticamente todos os pontos do distrito. Nas palavras de Hugo Costa, recandidato a Presidente da JS Ribatejo: “Este foi mais um momento de afirmação da juventude ribatejana. O debate gerado em torno de vários temas, vincou bem a posição nada conformista desta geração!” Durante toda a tarde, foram abordados assuntos tão fundamentais para o distrito de Santarém como o emprego jovem, a saúde, o ensino superior e profissional, os Conselhos Municipais da Juventude, entre outros. “Saímos desta sessão com novas ideias mas, sobretudo, com uma visão cada vez mais alargada e real dos principais problemas que afectam a juventude de Santarém”, afirma o candidato.

Ainda no passado fim-de-semana, a candidatura promoveu mais dois momentos de diálogo com os militantes. O Sábado foi o dia escolhido para um contacto com os jovens de Santarém e de Coruche. Novamente, vários foram os contributos prestados pela assistência de ambas as sessões.

A candidatura pretende continuar com este périplo distrital. “Queremos continuar a seguir a lógica que desde o início nos norteou: ouvir e dialogar abertamente com a juventude!”, conclui Hugo Costa. Assim, e já no próximo dia 18, o concelho do Cartaxo receberá a próxima sessão de apresentação das linhas de acção e de intervenção deste movimento.

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16.1.12
)


O processo de reestruturação dos hospitais do Médio Tejo está na ordem do dia



 

 

As forças políticas continuam a movimentar-se e a tomar posições quanto ao processo de reestruturação dos hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, implementada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
A CDU já reuniu esta segunda-feira com o presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão, e vai reunir com outras forças políticas ao fim da tarde.
Para já a CDU exige a suspensão do processo de reestruturação dos hospitais até à realização de uma reunião entre o Executivo Camarário, todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal e a administração do Centro Hospitalar. 
Os comunistas defendem a demissão imediata da administração do Centro Hospitalar caso não aceite a reunião nem a suspensão do processo.
Cauteloso, o PSD Tomar também emitiu um comunicado no qual consideram “fundamental que a inadiável reorganização e racionalização do CHMT respeite equilíbrios basilares na prestação de cuidados hospitalares à população, e seja geograficamente justa e equilibrada.” O PSD de Tomar “aguarda com serenidade o anúncio da reorganização prevista pela administração do CHMT”.
O PS defende que as eventuais alterações dos serviços prestados nos hospitais da região só possam ser realizadas pela tutela, “após articulação e auscultação dos autarcas, das Freguesia e dos Municípios”.
Lembram que a Assembleia Municipal já decidiu em Setembro de 2011 a criação de uma comissão de saúde que nunca foi implementada. Os socialistas disponibilizam-se para criar uma petição no sentido de levar este assunto à discussão no plenário da Assembleia da República.
Os deputados do PS pelo distrito já solicitaram uma reunião com o Conselho de Administração do CHMT.

Fonte: Jornal O Templário

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13.1.12

 

 O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) desmantelou, em Torres Novas, um grupo que se dedicava à falsificação ou contrafacção de documentos, nomeadamente contratos de trabalho, que vendiam a cidadãos estrangeiros que necessitavam de legalizar ou regularizar a sua situação.

Em comunicado, citado pela Lusa, o SEF afirma que numa operação realizada na terça-feira, em cumprimento de sete mandados judiciais, foi recolhida prova documental e apreendidos diversos computadores que os suspeitos usavam para elaborar os falsos contratos de trabalho.

Foram ainda apreendidos falsos carimbos de entidades empregadoras e de supostas funcionárias da Segurança Social de Santarém que eram utilizados para credibilizar os falsos documentos que vendiam, acrescenta.

Em causa nesta investigação está a prática de crimes de auxílio à imigração ilegal, falsificação ou contrafacção de documento, entre outros, visando em exclusivo a obtenção de elevados lucros, afirma a nota.

Segundo o SEF, foram constituídos dois arguidos.

A investigação prossegue sob coordenação do Ministério Púbico de Almeirim a fim de identificar outros suspeitos e o universo dos clientes destes que, poderá ascender a algumas centenas de cidadãos estrangeiros, adianta o comunicado.

«TVI»

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 19:00  comentar

 

A anunciada reestruturação de serviços nas três unidades hospitalares que integram o Centro Hospitalar do Médio Tejo (Tomar, Abrantes e Torres Novas), merece por parte do PCP uma enorme preocupação pelas consequências profundamente negativas para os utentes, que verão ainda mais dificultado o seu acesso à prestação de cuidados de saúde na região. A chamada concentração de serviços vem somar-se às crescentes dificuldades no acesso aos cuidados de saúde primários (Centros e Extensões de Saúde) nos 11 concelhos abrangidos, pondo em causa o Serviço Nacional de Saúde.Com o objectivo de conhecer em pormenor as medidas de reestruturação para o Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Partido Comunista Português solicitou à Administração do CHMT, uma reunião com uma delegação do PCP, com a participação de Jerónimo de Sousa, Secretário – Geral do Partido, para o próximo dia 26 de Janeiro.
DORSA do PCP

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:16  comentar

 

CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO

 


A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo analisando a situação presente constata: tem-se verificado um agravamento crónico das condições financeiras; algumas especialidades vão perdendo capacidade de prestação de serviços face às sucessivas saídas de profissionais; há capacidade instalada (edifícios e equipamentos) que não é utilizada; há descoordenação com os cuidados de saúde primários e continuados.

 

Na próxima terça-feira, às 15 horas, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo reune com o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo sobre a "Reorganiza​ção do Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE".

 

Documento entregue ao Ministro dos Assuntos Parlamentares, em 27.12.2011

 

CHMT continua a ser, pelo seu valor socio-económico, a maior instituição da Região do Médio Tejo.


A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo para ultrapassar os actuais constrangimentos propõe: diálogo regular entre o novo Conselho de Administração e a comunidade envolvente; a instalação do Conselho Consultivo; a elaboração de um Plano Estratégico, que em coordenação com os outros níveis de cuidados de saúde defina o aproveitamento integral das instalações e equipamentos, o equilíbrio regional na distribuição das diversas valências e o desenvolvimento das mesmas, a instalação de novos serviços (p.e. Cuidados continuados), a informatização de todos os serviços em rede com outras unidades do SNS...
Toda e qualquer centralização, transferência ou encerramento de serviço deverá ser explicada e fundamentada técnica, financeira e socialmente. Só assim se poderá avaliar das verdadeiras intenções dessas medidas.
O Ministério da Saúde aumenta as taxas moderadoras dizendo, entre outros argumentos, que é para moderar o acesso às urgências hospitalares, como não soubesse que não há cuidados de saúde de proximidade suficientes. A situação tende a piorar a breve prazo, com a impossibilidade de manter abertas dezenas de Extensões de Saúde por falta de recursos humanos e, eventualmente, com o levantamento de obstáculos no acesso às urgências hospitalares do CHMT, cuja reorganização foi anunciada e com a qual não concordamos se afectar a qualidade e proximidade.
Não podemos aceitar que, no Médio Tejo haja excesso de capacidade instalada. A existência de listas de espera para consultas e cirurgia na Região e no País, e as experiências em algumas valências (p.e. Urologia) demonstram que não há capacidades instaladas em demasia, mas sim défice de organização para a produção de mais cuidados de saúde.
É necessária flexibilidade organizativa para reorientar a oferta, por exemplo, ao nível de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica e dos Cuidados Continuados.

«usmt»

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12.1.12

 

No âmbito de um processo-crime relacionado com os crimes de lenocínio agravado,  auxílio à imigração ilegal, tráfico de estupefacientes, tráfico de armas, furto, falsificação de documentos e corrupção ativa, em 11 de janeiro de 2012, o Comando Territorial de Santarém, através do Destacamento Territorial de Torres Novas, realizou uma operação que culminou na detenção de quatro pessoas, três homens e uma mulher,  com idades compreendidas entre os 35 e os 45 anos, por indícios da prática dos crimes supra referidos, bem como por obstrução à justiça e posse ilegal de armas.

No decorrer da operação foi dado cumprimento a dois mandados de detenção e a quatro mandados de busca e apreensão, bem como, efetuada uma rusga a um estabelecimento de diversão noturna, sito no concelho de Alcanena, por alegadamente ali se praticar prostituição.

Para além das detenções efetuadas, foram ainda, identificadas cinco (5) pessoas por alegada prática de prostituição e oito (8) por presença em estabelecimento ilegal. Da  operação resultou a apreensão e selagem do imóvel, apreensão de cinco armas, diversas munições de diferentes calibres, duas viaturas, vários telemóveis, dois computadores portáteis e partes constituintes de veículos provenientes de desmantelamento.

A operação contou com o empenho de outras forças da GNR, bem como com o empenho de elementos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras da ASAE e Alfândega

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11.1.12

 

O Teatro Virgínia surge em 2012 com uma programação caracterizada pela diversidade e pela qualidade. De 13 a 28 de Janeiro, o espaço localizado na cidade de Torres Novas vai ser palco de espectáculos que pretendem agradar a todos os gostos.

Uma das grandes apostas do Teatro Virgínia para este mês situa-se no campo do teatro visual. Em exibição nos dias 13 e 14 de Janeiro pelo grupo Circolando, “Areia” mistura música, dança e artes plásticas numa reflexão em torno de conceitos como o tempo, o envelhecimento e a morte.  Num registo semelhante mas mais direccionado para as crianças, “Gota a Gota” aborda as características da água e sua importância para a vida humana, num espectáculo a decorrer nos dias 27 e 28 de Janeiro.

Nos dias 18 e 25 de Janeiro o papel de destaque vai para a sétima arte. O Ciclo “Curto” de Cinema Português vai ter lugar a cada quarta-feira até ao mês de Março no Teatro Virgínia e é constituído pela exibição de seis curtas-metragens nacionais em cada um dos dias.

Seguindo os parâmetros de qualidade, o dia 21 destinado é dedicado à música. Com toda a harmonia do seu jazz, a encantadora Luísa Sobral vem ao palco de Torres Novas pelas 21:30 para tocar os temas do seu álbum “The Cherry on My Cake”, num concerto com o preço de 12,5 euros ao que se deduzem os descontos habituais.

Para os meses de Fevereiro e Março o Teatro Virgínia promete seguir a linha de uma programação variada e marcada pela presença dos mais variados talentos nacionais. Os pormenores serão dados a conhecer pelo Hardmusica nos próximos dias.

 

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12.12.11

 A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, vai levar a efeito, no próximo dia 14 de Dezembro, pelas 16h00, na sua sede em Torres Novas, uma sessão de apresentação de novas empresas, constituídas no âmbito do ApoiarMicro, projecto que a associação empresarial se encontra a desenvolver. Após a sessão de abertura, levada a cabo por João Artur Rosa, da direcção da NERSANT, e uma breve apresentação do ApoiarMicro, que dará a conhecer os seus traços gerais, serão apresentados o “Jardins do Pranto – Lazer e Eventos”, “Agência Almeida Viagens”, “Lar de Idosos – Casa do Avô Zé”, “Welcome to Barquinha” e “e-OBRA”, projectos que estão a ser acompanhados pelo ApoiarMicro. Este projecto visa auxiliar e apoiar a criação de 10 novas micro empresas, ao nível de todos os procedimentos legais para a constituição das mesmas, assim como dotar os promotores / detentores de ideias de negócio, de instrumentos essenciais ao arranque e desenvolvimento da sua actividade, contribuindo, desta forma, para o fomento do empreendedorismo na região de Santarém. Apoio na fase de pré-projecto, especificamente na elaboração do plano de negócios, bem como apoio após o arranque da empresa nas mais variadas áreas, são as ajudas garantidas pela associação às ideias de negócio do ApoiarMicro. Os interessados em lançar a sua ideia de negócio para o mercado, podem fazer a sua inscrição (gratuita), no sítio da associação, em www.nersant.pt.  

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7.12.11

A Comissão de Utentes da A23 do Médio Tejo faz apelo ao boicote na utilização da A23, ao protesto, ao buzinão, ao entupimento das vias urbanas que o Governo aponta como «alternativas».

Depois de alguns eleitos terem andado a “encanar a perna à rã”relativamente ao troço do antigo IP6 (entre A1 e Abrantes) resta-nos a indignação contra os que não souberam honrar os interesses das populações do distrito, quer no Poder Local, quer na Assembleia da República.

Estamos convictos de que as receitas imediatas das portagens nunca poderão compensar os prejuízos acumulados para as regiões do interior e para o País, no seu todo, e o retrocesso económico e social daí resultante.

Através do Decreto-Lei n.º111/2011, de 28 de Novembro, o Governo visa a introdução de portagens nas auto-estradas A22, A23, A24 e A25, consideradas até à data como vias sem custos para o utilizador (SCUT) e estratégicas para o desenvolvimento do interior.

O Governo e os subscritores do memorando das TROIKAS tencionam aplicar regimes de portagens na A22, no Algarve, na A23, entre a saída da A1 em Videla/Torres Novas e na A25 nas proximidades da Guarda, na A24, entre Viseu, Chaves até à fronteira com Espanha e na A25 entre Aveiro e Vilar Formoso, mesmo em troços financiados pelos QCA e fundos nacionais.

A não aplicação de portagens nas chamadas SCUT foi sempre justificada com a necessidade de compensar as regiões do interior do país com medidas de discriminação positiva tendo em conta as manifestas assimetrias regionais existentes e dando cumprimento àalinha d) do art.º 81º da Constituição da República “… eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade o campo entre o litoral e o interior”.

Acontece, agora, que a introdução de portagens nas vias em causa terá consequências profundamente negativas para as populações e para o tecido económico das regiões atingidas, com efeitos inversos aos dos propósitos da criação das SCUT: exclusão, desertificação, despovoamento e o empurrar das regiões raianas para a área económica de Espanha.

Trata-se de uma discriminação negativa para as regiões do interior: com efeito, essas portagens vão onerar de uma forma desproporcionada e injusta as populações e as empresas dos distritos mais pobres, além de agravar as dificuldades económicas dos utentes, já duramente afectados por cortes salariais, pelo aumento do custo de vida, por situações de desemprego e precariedade e por baixos níveis de rendimentos nas regiões mais pobres de Portugal. Esta medida conduzirá à falência económica de muitas empresas, podendo levar mesmo ao encerramento de muitas delas, assim como dificultará em muito a vida dos que utilizam esta via para se deslocar diariamente para o trabalho.

A aplicação do princípio do«utilizador-pagador» tenta justificar o pagamento do que já foi pago em sede de ISPP, IC, agravados para o efeito em 2006, e outros impostos. O Governo cobra não só o esforço financeiro colectivo e solidário do país assim como volta a cobrar das populações portagens que são obrigadas a custear a utilização de infraestruturas estruturantes para as respectivas regiões e para o País. A vida no interior torna-se insuportável.

Sob o argumento da consolidação orçamental o Governo tenciona garantir a manutenção de rendas para os grupos económicos e financeiros através da portagem paga pelos utilizadores e pelas transferências da Estradas de Portugal, em compensação pelos défices de exploração hoje existentes e que tenderão a agravar-se, no futuro. A organização do território foi toda ela posta em causa devido aos condicionalismos dos meios disponíveis.

A introdução de portagens tem suscitado um generalizado repúdio por parte das populações, autarquias e associações empresariais afectadas.

A Comissão de Utentes da A23 Médio Tejo fará tudo o que estiver ao seu alcance para evitar a imposição dessa medida injusta e considera que esse objectivo é perfeitamente atingível se a população se mantiver unida, boicotando a utilizando a A23, manifestando, buzinando, entupindo as impropriamente chamadas vias «alternativas» em meio urbano ou em mau estado.

Em diversos troços, a A23 foi construída sobre os anteriores itinerários tornando inevitável a sua utilização. Em outros troços, a não utilização da A23 obriga à circulação pelo interior das localidades. Em outros troços ainda, evitar a A23 obriga a circular em estradas quase intransitáveis. Não há, como é evidente, nenhuma alternativa viável à A23. A introdução de portagens na A23 representa um retrocesso de décadas nas acessibilidades dos distritos de Santarém, Portalegre, Castelo Branco e Guarda e nas ligações entre localidades da sub-região Médio Tejo.

Apelamos, ainda, para que os deputados do distrito apoiem a iniciativa do Grupo Parlamentar do PCP, vai requerer a Apreciação Parlamentar do Decreto-Lei n.º 111/2011, de 28 de Novembro que sujeita os lanços e sublanços das auto-estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta ao regime de cobrança de taxas de portagem aos utilizadores.

Depois da destruição da indústria, da agricultura, das pescas, da marinha mercante chegou a vez do abandono do interior do País e da destruição da coesão nacional.

Brevemente a evidência dará lugar à ignorância do momento!

Comissão de Utentes da A23 - Médio Tejo

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6.12.11

Pelo segundo ano consecutivo, a Herdade de Vale Freixo arrecadou o primeiro prémio do concurso de arroz doce do VIII Festival do Arroz Doce e Doçaria Tradicional, que a NERSANT organizou de 01 a 04 de Dezembro. Em segundo e terceiro lugar o júri distinguiu Helena Inácio e Maria da Assunção Lopes, respectivamente, e o prémio de inovação foi entregue a Clotilde Centieiro. O Restaurante NERSANT recebeu ainda uma menção honrosa dada pelo júri.  No passado dia 04 de Dezembro, a NERSANT levou a efeito, no âmbito da realização do seu VIII Festival do Arroz Doce e Doçaria Tradicional, mais uma edição do concurso de arroz doce. Este ano, o concurso contou com 22 participantes, tendo sido distinguidos os três melhores arroz doce na vertente tradicional e o melhor arroz doce, na vertente inovação. A Herdade Vale Freixo, um dos assíduos expositores do certame, venceu, pelo segundo ano consecutivo, o primeiro prémio para o melhor arroz doce tradicional. Embora se sintam muito honrados com a distinção, Raquel Fialho e António Franklim, sócio-gerentes da Herdade Vale Freixo, confessam que vencer o primeiro prémio foi “uma agradável surpresa”. “Ao longo dos anos temos vindo a participar no concurso de arroz doce e, por já termos prémios suficientes, este ano não contávamos de todo vir a ganhar novamente”, desabafa Raquel Fialho, acrescentando que “ainda assim, é sempre uma alegria enorme sermos distinguidos, principalmente porque sabemos que é uma forma de reconhecimento da qualidade que imputamos a todos os produtos que comercializamos”, conclui. A Herdade Vale Freixo conta já com uma listagem de prémios no concurso de arroz doce. Em 2006 inauguraram o prémio “inovação”, com a confecção de arroz doce com uma cobertura de chocolate. Em 2007 ganharam o 3.º lugar do concurso, na vertente arroz doce tradicional, e em 2008 ganharam o 2.º lugar do mesmo prémio. Em 2009 arrecadaram o prémio “inovação”, com a confecção de uma bomboca de arroz doce. Em 2010 venceram o primeiro prémio na vertente tradicional e este ano voltaram a repetir o feito. Ainda na vertente tradicional ficou classificada, em 2.º lugar, Helena Inácio e, em 3.º lugar, Maria da Assunção Lopes.  Prémio InovaçãoA confecção do arroz doce com inovação é um dos desafios do concurso de arroz doce que a NERSANT organiza. Este ano, o prémio inovação foi recebido por Clotilde Centieiro, por ter confeccionado arroz doce com frutos secos. “Tentei adicionar ao arroz doce, o que temos de melhor em Torres Novas, que são os frutos secos”, afirmou a premiada. O júri, contou Clotilde Centieiro, “mostrou-se muito satisfeito com a minha criação”, tendo afirmado que a ligação do arroz com os frutos secos é muito agradável. O restaurante NERSANT, pela jovialidade da responsável pela elaboração do arroz doce, pela apresentação e qualidade do mesmo, recebeu do júri uma menção honrosa. De referir que este concurso é uma prova cega, não conhecendo o júri – composto por Filipa Vacondeus, Chakall, Odete Silva e João da Guia –, a origem de cada arroz doce a concurso.

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2.12.11

No terceiro aniversário do novo edifício, comemorado a 28 de Novembro, a Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes recebeu o escritor Valter Hugo Mãe, que apresentou o seu mais recente romance: O filho de mil homens.

Numa sessão informal mas plena de conteúdo, foi possível evidenciar o percurso literário de um dos escritores mais proeminentes da contemporaneidade literária em Portugal, assim como dar a conhecer as vicissitudes de um autor e músico multifacetado. Como referiu Luís Dias, chefe da divisão de cultura da Câmara Municipal de Torres Novas, ao apresentar o autor «a força telúrica das palavras e o registo singular das vielas do passado tornaram Valter Hugo Mãe no nome mais badalado da Festa Literária Internacional de Paraty, Brasil, deste ano (…) É por muitos críticos considerado “o mais consistente escritor da nova geração do romance português”»

Coube a Margarida Teodora, técnica da BMGPL, apresentar a sua interpretação do livro O filho de mil homens, como ponto de partida para a discussão que se seguiria. «É um livro que nos fala da esperança e da aceitação do outro e de como o passado não tem que pesar como uma herança sobre a construção de um novo futuro» destacou Margarida Teodora, concluindo: «Esta obra trata principalmente da força do amor e da aceitação do outro para vencer o preconceito… ou, por outro lado, de como pode o preconceito destruir as pessoas e o mundo»

Depois de ter escrito romances protagonizados por personagens no princípio, no meio e no fim da vida, o escritor decidiu usar como ponto de partida o seu tempo verdadeiro. Chamou-lhe «O Filho de Mil Homens», e apresenta-nos Crisóstomo, um homem de 40 anos incompleto por lhe faltar um filho. «Querer ter filhos não é uma coisa só das mulheres. É uma causa típica de quem está vivo. Também faz parte dos homens esse amor que temos para dar», destacou Valter Hugo Mãe.

 «A primeira frase do livro é muito reveladora: a partir do momento em que o Crisóstomo assume a tristeza de não ter um filho, não tem mais como disfarçá-la. E isso é uma forma de acreditar que essa tristeza pode ser superada e que alguma coisa tem de ser feita para a superar. Toda a escrita deste livro passa por essa ideia de, custe o que custar, identificar aquilo que queremos, aquilo que nos faz correr, e correr por isso, sem possibilitar a desmobilização», prosseguiu o autor.

Quando questionado sobre uma eventual intenção didáctica na escrita deste livro, Valter Hugo Mãe foi peremptório: «Não quero que os leitores achem o que eu acho. Quero que achem alguma coisa. Não quero ensinar nada com os livros. Quero que os livros estejam disponíveis e que sirvam para que o leitor, ao sentir-se seguro dentro desse mesmo livro, nessa intimidade, se proponha a uma leitura honesta e pense nos assuntos sem medo».

Sobre um retrato hiperbolizado que faz de Portugal no seu livro, o autor defende a sua decisão. «Opto por um lado caricaturado. Faço uma ilusão para melhor se perceber o que estou ali a tentar definir. Faço o retrato de um Portugal que ainda existe mas, com a caricatura, amplio a questão para entrar dentro das pessoas, para ir ao encontro do que às vezes pensamos mas não dizemos», referiu Valter Hugo Mãe apontando: «Devemos ter a honestidade para connosco de não nos tentarmos convencer do que não pensamos».

Valter Hugo Mãe publicou cinco romances: O filho de mil homens (2011),  a máquina de fazer espanhóis (2010) o apocalipse dos trabalhadores (2008), o remorso de baltazar serapião, vencedor do Prémio José Saramago (2006) e o nosso reino (2004). A sua obra poética está revista e reunida no volume contabilidade (Objectiva/Alfaguara, 2010).

É também autor dos livros para os mais novos: O rosto (Agosto 2010), As mais belas coisas do mundo (Agosto 2010), A verdadeira história dos pássaros (2009) e A história do homem calado (2009). Escreve a crónica Autobiografia imaginária no Jornal de Letras.

«cmtn»

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29.11.11

“O contributo da Águas do Ribatejo para a despoluição do Almonda”

 

“O contributo da Águas do Ribatejo para a despoluição do Almonda” foi o tema da intervenção do Director Geral da ÁGUAS DO RIBATEJO, Eng.º Moura de Campos, no seminário sobre  “Gestão e Conservação de Ecossistemas Aquáticos” que decorreu no dia 25 de Novembro em Torres Novas.

O evento organizado pela ADIRN ( Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte) em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB)  contou com cerca de três centenas de participantes das comunidades científicas, académicas e em representação de entidades e associações preocupadas com a preservação dos ecossistemas.

O representante da ÁGUAS DO RIBATEJO explicou que a aprovação de um pacote de investimentos de 30 milhões de Euros para concretizar até 2013 no concelho de Torres Novas representa um compromisso com a missão de despoluição do Rio Almonda e a melhoria da qualidade ambiental do Paul do Boquilobo, uma das mais importantes reservas naturais da Europa.

Moura de Campos explicou que a responsabilidade da empresa assenta na recolha e tratamento de águas residuais (esgoto doméstico), realçando a necessidade de encontrar soluções para os esgotos produzidos pelas indústrias, pela agricultura e pela pecuária. As descargas ilegais feitas por unidades industriais e pelas explorações pecuárias e as más práticas agrícolas são responsáveis pela poluição das linhas de água e pela contaminação de alguns recursos aquíferos.

“A importância do desenvolvimento económico e da criação de emprego não pode justificar determinados comportamentos. As entidades competentes estão alertadas. Intensificaram a fiscalização e, certamente, continuarão a tomar as medidas que julgarem convenientes para a defesa dos ecossistemas”, disse o director-geral da Águas do Ribatejo.

Moura de Campos descreveu de forma pormenorizada  os compromissos assumidos com o Município de Torres Novas e com as populações do concelho que ficará com uma cobertura de tratamento de saneamento acima dos 90 por cento. “O saneamento só não irá a alguns lugares mais dispersos onde existem outras soluções e não se justificava o investimento a realizar”, concretizou, apresentado o plano que se segue.

 

 

Descrição do Investimento por empreitadas no Município de Torres Novas

 

SANEAMENTO:

 

Torres Novas

 

Construção e remodelação de redes de drenagem

Construção e remodelação de emissários

Remodelação de ETAR

Custo: 3.507.475,00 €

 

Alcorochel

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR

 

477.275,00 €

 

Brogueira

 

Remodelação de ETAR

Remodelação de emissários

Construção de redes de drenagem

 

 1.344.350,00 €

 

Chancelaria

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

3.738.650,00 €

 

Fungalvaz

 

Construção de emissário

Construção de ETAR

Construção de EE e conduta elevatória

 

943.600,00 €

 

Lamarosa

 

Construção de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de EE e conduta elevatória

Construção de emissários

 

 2.640.920,00 €

 

 

Rexaldia

 

Remodelação de ETAR

Construção de EE e condutas elevatórias

 

3.613.865,00 €

 

Riachos

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

 Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

1.651.150,00 €

 

 

Ribeira Branca

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

2.294.625,00 €

 

Parceiros de Igreja

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Construção de ETAR

 

2.471.010,00 €

 

Vale da Serra

 

Construção de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

 

1.110.550,00 €

 

Carreiro da Areia

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR                                              

 

820.475,00 €              Investimento total em Saneamento 24.613.945,00 €

 

 

 

 

ABASTECIMENTO DE ÁGUA:

 

Brogueira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Captações

 

Custo: 597.151,25 €

 

Riachos

 

Construção de condutas adutoras

Captações

Ampliação de reservatórios

 

1.234.145,00 €

 

Zibreira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação de redes de distribuição

 

578.351,25 €

 

 

Pedrógão / Vale da Serra / Casal João Dias

 

Ampliação e construção de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação e remodelação de redes de distribuição

Captações

 

1.869.118,75 €

 

Investimento total em Abastecimento 4.278.766,25 €

 

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27.11.11

 

É este o estado visível de um poste de iluminação colocado junto da Farmácia Pereira Martins em plena cidade de Torres Novas.
Situado numa zona frequentada por dezenas de crianças. Basta alguma mexer no que está à vista e uma desgraça pode acontecer.
Pede-se à EDP que mande tomar as devidas medidas.

Foto enviada por um leitor

 

 

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24.11.11

 O Chef Chakall vai estar em Torres Novas, no VIII Festival do Arroz Doce, Feira do Livro e Feira dos Stocks, para integrar o júri do concurso de arroz doce e para promover o seu livro “Cozinhar com prazer”. João Malheiro e José Nunes vão também apresentar as suas obras na Feira do Livro. 

 

A convite da NERSANT, o Chef Chakall vai apresentar e autografar o seu mais recente livro “Cozinhar com prazer”, no próximo domingo, dia 4 de Dezembro, pelas 15h00, no Pavilhão de Exposições da associação. Logo após a sessão de autógrafos, Chakall irá integrar o júri do concurso de arroz doce, composto por Filipa Vacondeus, Odete Silva (em representação do Chefe Silva) e João da Guia.  Pela primeira vez, o Festival do Arroz Doce conta com a presença do aclamado Chef de cozinha. De origem argentina, Chakall é conhecido por ser um viajante, que incorpora nas suas receitas os sabores dos lugares que visita.  Feira do LivroNo âmbito da Feira do Livro, que se realiza a par do VIII Festival do Arroz Doce, a NERSANT vai contar ainda com a presença de João Malheiro, que irá apresentar o seu livro “Crónicas de Futebol e Bem Dizer”, no dia 1 de Dezembro, pelas 15h00, seguindo-se uma sessão de autógrafos. No dia 2 de Dezembro, pelas 15h00, José Nunes, jornalista do Grupo RDP e SportTV, apresentará o seu livro  “Linha Avançada – Nos bastidores do Futebol”.  No dia 3 de Dezembro, Lili Laranjo, autora de Viseu, irá apresentar e autografar o seu livro “Cantar África”. Não esquecendo os autores da região, a NERSANT promove ainda a apresentação do livro “Histórias sem idade – Contos Infanto-Juvenis para todas as idades”, por Paula Araújo, escritora natural de Riachos.

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11.11.11

A três semanas da realização da VIII edição do Festival do Arroz, da Feira dos Stocks e da Feira do Livro, o pavilhão de exposições da NERSANT tem já 80% do seu espaço ocupado. Este ano, a iniciativa conta com diversas novidades, entre as quais um workshop de bolos decorados e um espaço com insufláveis dedicado às crianças.

 

Arroz doce tradicional, arroz doce de chocolate, arroz doce de café e bomboca de arroz doce serão algumas das delícias em exposição e para venda no VIII Festival de Arroz Doce, organizado pela NERSANT. O certame realiza-se entre os dias 1 e 4 de Dezembro e pretende dar a conhecer o doce regional, que pode ser confeccionado e apresentado de diversas formas.

 

Esta edição do Festival do Arroz Doce conta com algumas novidades, que farão a delícia dos visitantes. Este ano irá realizar-se, pela primeira vez, um workshop de bolos decorados, onde os participantes poderão aprender técnicas importantes na decoração de bolos. O resultado final desta iniciativa ficará em exposição no festival. Também inédita é a criação de um espaço dedicado exclusivamente à diversão das crianças, onde serão colocados insufláveis.

 

Dia 4 de Dezembro realiza-se o já conhecido concurso de arroz doce. O júri será composto por Filipa Vacondeus, Odete Silva (em representação do Chefe Silva) e João da Guia, que terão a difícil tarefa de avaliar o melhor arroz doce, nas vertentes “tradicional” e “inovação”.

 

A par do Festival do Arroz Doce, realizam-se também a Feira dos Stocks e a Feira do Livro, não faltando oferta de vestuário, têxtil, calçado, bijutaria e livros aos mais baixos preços. No âmbito da feira do livro – este ano reforçada com um maior número de editoras – vai ser apresentado o livro “Histórias sem idade – Contos Infanto-Juvenis para todas as idades”, por Paula Araújo, autora natural de Riachos, seguindo-se uma sessão de autógrafos.

 

Os interessados em expor no Festival do Arroz Doce, Feira dos Stocks e Feira do Livro, ainda o podem fazer, devendo, para isso, contactar o Departamento de Feiras e Certames da associação através do número 249 839 500 ou do e-mail dfc@nersant.pt.

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4.11.11

De 1 a 4 de Dezembro, o Pavilhão de Exposições da NERSANT, em Torres Novas, recebe a 8.ª edição do Festival do Arroz Doce. A par da tradicional mostra, a NERSANT organiza ainda a feira dos stocks e a feira do livro, que este ano se vê reforçada com um maior número de editoras. 70 % do espaço do pavilhão de exposições já está ocupado. 

 

A NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém organiza, entre os dias 1 e 4 de Dezembro, a 8.ª edição do Festival do Arroz Doce. A mostra, que tem como objectivo dar a conhecer este doce regional, apresenta diferentes formas de o confeccionar, como o arroz doce tradicional, o arroz doce de chocolate, entre outras surpresas. Nesta edição do festival, a NERSANT volta a realizar, no dia 4 de Dezembro, o concurso de arroz doce. O júri, composto por Filipa Vacondeus, Odete Silva, em representação do Chefe Silva, e João da Guia, vai avaliar o melhor arroz doce, nas vertentes “tradicional” e “inovação”. A par do festival do arroz doce, realizam-se também a feira dos stocks e a feira do livro. Vestuário, têxtil, calçado, bijutaria e livros são alguns dos produtos que os visitantes podem encontrar a preços mais baixos. No âmbito da feira do livro – este ano reforçada com um maior número de editoras – vai ser apresentado o livro “Histórias sem idade – Contos Infanto-Juvenis para todas as idades”, por Paula Araújo, autora natural de Riachos, seguindo-se uma sessão de autógrafos. Este ano, a NERSANT criou ainda o espaço criança, com insufláveis, onde os mais pequenos se podem divertir.  Os interessados em expor no Festival do Arroz Doce, Feira dos Stocks e Feira do Livro, ainda o podem fazer, devendo, para isso, contactar o Departamento de Feiras e Certames da associação através do número 249 839 500 ou do e-mail dfc@nersant.pt.

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24.10.11

Munícipes recebem a primeira factura da empresa em Novembro com o tarifário mais económico da região 

 

 

O Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas congratulou-se sobre a forma como foi feita a transição do sistema de abastecimento de água e de saneamento para a ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A, no dia 1 de Outubro de 2011. “O acordo foi assinado em Julho e, três meses depois, já estamos no terreno e com obras lançadas”, referiu.

 

António Rodrigues mostrou-se surpreendido pela celeridade no lançamento do Concurso Público Internacional para a elaboração de um conjunto de projectos para as intervenções no valor de 30 Milhões de Euros a realizar no Município de Torres Novas.

 

“Foi uma medida acertada da Câmara de Torres Novas de que não nos arrependeremos. Se não aderíssemos a esta empresa, não seria possível realizar estas obras com o quadro que se apresenta às autarquias”, disse o edil torrejano, numa conferência de imprensa realizada na manhã de 24 de Outubro.

 

O Director-geral da ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A explicou que as obras devem arrancar no primeiro trimestre de 2012 e serão realizadas em dois anos.

 

Com a entrada de Torres Novas, a empresa passou a ter cerca de 150 mil consumidores e mais 280 km2 de área abrangida nas 17 freguesias do concelho. “Recebemos mais 40 por cento de consumidores, mas o quadro de colaboradores só cresceu 20 por cento com o recrutamento de 29 pessoas, sendo 22 à luz do acordo de cedência da câmara.

Este é um sinal da economia de escala que se alcança com este projecto intermunicipal”, referiu o responsável.

Moura de Campos  garantiu que mesmo com, a eventual, actualização do tarifário a realizar em Janeiro de 2012, os munícipes de Torres Novas continuarão a pagar menos que os de outros concelhos que não integram a ÁGUAS DO RIBATEJO (ver quadro).

 

 Questionado sobre as garantias de financiamento para a concretização das obras, o Director-Geral da AR, Moura de Campos disse que apesar da alteração da conjuntura, “que faz com que o dinheiro esteja mais caro”, há garantias de alcançar financiamento na banca para suportar a parte que cabe à empresa no investimento de 30 Milhões que terá uma comparticipação da União Europeia da ordem dos 80 por cento.

O presidente da Câmara Municipal de Torres Novas considerou que estas obras são decisivas no processo de desenvolvimento do Município. “Todos os problemas existentes ficarão resolvidos. Os maus cheiros provocados pelas unidades industriais são outra questão, que não nos compete a nós, mas que iremos continuar a denunciar junto das entidades competentes”, referiu António Rodrigues.

 

O concelho ficará com uma cobertura de 95 por cento na área do saneamento e abastecimento de água. O valor base para o concurso internacional, cujo anúncio foi publicado em Diário da República  a 17 de Outubro, é de 570 mil Euros, repartido por cinco lotes. Entretanto, já tinham sido lançados concursos no valor de 230 mil euros para a execução dos projectos de várias empreitadas.

 

A realização  das obras previstas aponta para um custo total de 30 Milhões de Euros, sendo 25 Milhões de Euros destinados ao saneamento e cerca de 5 Milhões de Euros ao reforço e ampliação do abastecimento de água.

 

 

Com estes projectos, que descrevemos neste documento, o montante de investimentos em curso e a concluir até 2015 atinge 131 milhões de Euros.

 

Descrição do Investimento por empreitadas no Município de Torres Novas

 

SANEAMENTO:

 

Torres Novas

 

Construção e remodelação de redes de drenagem

Construção e remodelação de emissários

Remodelação de ETAR

Custo: 3.507.475,00 €

 

Alcorochel

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR

 

477.275,00 €

 

 

Brogueira

 

Remodelação de ETAR

Remodelação de emissários

Construção de redes de drenagem

 

 1.344.350,00 €

 

Chancelaria

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

3.738.650,00 €

 

 Fungalvaz

 

Construção de emissário

Construção de ETAR

Construção de EE e conduta elevatória

 

943.600,00 €

 

Lamarosa

 

Construção de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de EE e conduta elevatória

Construção de emissários

 

 2.640.920,00 €

 

Rexaldia

 

Remodelação de ETAR

Construção de EE e condutas elevatórias

 

3.613.865,00 €

 

Riachos

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

 Construção de EE e condutas elevatórias

Construção de ETAR

 

1.651.150,00 €

 

 

Ribeira Branca

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

2.294.625,00 €

 

Parceiros de Igreja

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Construção de ETAR

 

2.471.010,00 €

 

Vale da Serra

 

Construção de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

 

1.110.550,00 €

 

Carreiro da Areia

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR                                               

 

820.475,00 €              Investimento total em Saneamento 24.613.945,00 €

 

 

 

 

ABASTECIMENTO DE ÁGUA:

 

Brogueira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Captações

 

Custo: 597.151,25 €

 

Riachos

 

Construção de condutas adutoras

Captações

Ampliação de reservatórios

 

1.234.145,00 €

 

Zibreira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação de redes de distribuição

 

578.351,25 €

 

 Pedrógão / Vale da Serra / Casal João Dias

 

Ampliação e construção de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação e remodelação de redes de distribuição

Captações

 

1.869.118,75 €

 

Investimento total em Abastecimento 4.278.766,25 €

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17.10.11

 A ÁGUAS DO RIBATEJO EM, S.A lançou um Concurso Público Internacional para a elaboração de um conjunto de projectos para as intervenções a realizar no Município de Torres Novas. O valor base para este concurso, cujo anúncio foi publicado em Diário da República esta segunda-feira, 17 de Outubro, é de 570 mil Euros, repartido por cinco lotes. Entretanto, já tinham sido lançados concursos no valor de 230 mil euros para os projectos de várias empreitadas.

 

As obras previstas apontam para um custo total de 30 Milhões de Euros, sendo 25 Milhões de Euros destinados ao saneamento e cerca de 5 Milhões de Euros ao reforço e ampliação do abastecimento de água.

 

O concelho de Torres Novas foi o sétimo a integrar a empresa municipal. No dia 1 de Outubro a ÁGUAS DO RIBATEJO assumiu a gestão dos sistemas no Município integrando 30 colaboradores, a maioria provenientes dos quadros da Câmara Municipal de Torres Novas. Com a entrada do município torrejano, o universo da AR cresce cerca de 40 por cento, para 145 mil utilizadores, 75 mil clientes e uma área territorial de 3280 km2.

 

Com estes projectos, que descrevemos neste documento, o montante de investimentos em curso e a concluir até 2015 atinge 131 milhões de Euros.

 

Descrição do Investimento por empreitadas no Município de Torres Novas

 

SANEAMENTO:

 

Torres Novas

 

Construção e remodelação de redes de drenagem

Construção e remodelação de emissários

Remodelação de ETAR

Custo: 3.507.475,00 €

 

Alcorochel

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR

 

477.275,00 €

 

 

Brogueira

 

Remodelação de ETAR

Remodelação de emissários

Construção de redes de drenagem

 

 1.344.350,00 €

 

Chancelaria

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

3.738.650,00 €

 

Fungalvaz

 

Construção de emissário

Construção de ETAR

Construção de EE e conduta elevatória

 

943.600,00 €

 

Lamarosa

 

Remodelação de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de EE e conduta elevatória

Construção de emissários

 

 2.640.920,00 €

 

 

 

 

 

Rexaldia

 

Remodelação de ETAR

Construção de EE e condutas elevatórias

 

3.613.865,00 €

 

Riachos

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

 Construção de EE e condutas elevatórias

Construção de ETAR

 

1.651.150,00 €

 

 

Ribeira Branca

 

Construção e ampliação de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Remodelação de ETAR

 

2.294.625,00 €

 

Parceiros de Igreja

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de EE e condutas elevatórias

Construção de ETAR

 

2.471.010,00 €

 

Vale da Serra

 

Construção de ETAR

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

 

1.110.550,00 €

 

Carreiro da Areia

 

Construção de redes de drenagem

Construção de emissários

Construção de ETAR                                              

 

820.475,00 €              Investimento total em Saneamento 24.613.945,00 €

 

 

 

 

ABASTECIMENTO DE ÁGUA:

 

Brogueira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Captações

 

Custo: 597.151,25 €

 

Riachos

 

Construção de condutas adutoras

Captações

Ampliação de reservatórios

 

1.234.145,00 €

 

Zibreira

 

Ampliação de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação de redes de distribuição

 

578.351,25 €

 

 

Pedrógão / Vale daSerra / Casal João Dias

 

Ampliação e construção de reservatórios

Construção de condutas adutoras

Ampliação e remodelação de redes de distribuição

Captações

 

1.869.118,75 €

 

Investimento total em Abastecimento 4.278.766,25 €

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7.10.11

O Clube de BTT Zona 55 vem por este meio expressar a sua gratidão para com todos aqueles que connosco colaboraram, particulares, empresas e meios de comunicação, com maiores ou menores apoios de acordo com as respectivas possibilidades e que contribuíram para o sucesso que alcançámos na realização deste nosso 2.º evento. Muito Obrigado!
 
A 2.ª Maratona Zona 55 - Pedalada Jurássica realizou-se no dia 02 de Outubro e teve como base a Escola Secundária Artur Gonçalves, em Torres Novas, onde estiveram presentes à partida 381 atletas vindos um pouco de todo o país, repartidos por 2 provas, Maratona com aproximadamente 68 km e Meia Maratona com sensivelmente 38 km. O Clube de BTT Zona 55, enquanto instituição organizadora do evento, envolveu directamente cerca de 80 colaboradores e premiou 42 atletas com a atribuição de prémios por escalão em ambas as provas.
 
A partida foi dada às 09H00 e terminou com a chegada do último atleta às 16H40. Aos atletas foram disponibilizados diversos serviços, abastecimentos e apoios diversos ao longo dos percursos, almoço, banhos, massagens, lavagem de bicicletas, sorteio de lembranças, etc.
 
Os acompanhantes dos participantes também não foram esquecidos, tendo-se realizado uma aula de ginástica e uma visita ao Monumento Natural das Pegadas dos Dinossauros na Serra de Aire.
 
O Clube de BTT Zona 55, agradece a todos os atletas, acompanhantes, colaboradores, patrocinadores e anónimos, que nos apoiaram no projecto solidário - “ JUNTAR TAMPINHAS PARA A INÊS”, para a sua futura prótese.
 
Poderão desde já aceder ao rescaldo do evento, que ainda se encontra a ser alvo de actualizações diárias, onde encontrarão diversas entrevistas entre os participantes, fotos e pequenos filmes, realizados por participantes e/ou colaboradores, em http://maratonazona55.blogspot.com.

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 08:19  comentar

26.9.11
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 19:41  comentar

 

A gestão ruinosa do Centro Hospitalar do Médio Tejo – que integra as unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas – causou um "buraco" financeiro de mais de 47 milhões de euros em 2009 e em 2010, revela uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF).

Estes dados são revelados pelo Jornal Correio da Manhã:

A situação económica e financeira é tão grave que a inspecção recomendou a substituição "urgente" do actual conselho de administração, cujo mandato terminou em Dezembro de 2009, mas encontra-se ainda em funções.

O défice do centro hospitalar quase duplicou, passando dos 13 milhões de euros em 2008 para os 23,2 milhões de euros em 2009, continuando a subir para os 24,1 milhões em 2010.

Segundo a auditoria, esses resultados devem-se à má gestão que teve "fraca preocupação com a redução de custos", apesar da exigência dos ministérios das Finanças e da Saúde na apresentação de um plano de redução de despesas e de custos operacionais em 15 por cento.

Para o descalabro nas contas contou o facto de a "administração nunca ter funcionado como equipa", situação que contribuiu para não haver capacidade de gerir eficazmente o centro hospitalar.

O CM tentou obter esclarecimentos, mas sem sucesso.

GANHAM 75 EUROS AO ALMOÇO

A Inspecção-Geral das Finanças (IGF) afirma que o número de cirurgias feitas no Centro Hospitalar do Médio Tejo tem vindo a diminuir nos últimos anos e a produção é fraca, quando comparada com os recursos existentes. Segundo o relatório da auditoria da IGF, alguns serviços do centro hospitalar mantêm-se em funcionamento em mais de uma unidade, designadamente a urgência e a consulta externa, "situação que impede a optimização dos recursos disponíveis", com produção reduzida em relação aos custos de estrutura. O controlo da assiduidade revela também deficiências, apesar do registo biométrico. A inspecção afirma que "os médicos contratados a empresas que trabalham nas Urgências não estão sob o controlo das chefias médicas do centro hospitalar, o que constitui um risco e falha no controlo interno". Os médicos contratados "recebem por cada hora, incluindo o período da refeição, entre 30 euros e 75 euros, o que se revela oneroso".

«Cidade de Tomar»

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 10:44  ver comentários (1) comentar

23.9.11
link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:47  comentar

Com o objectivo de prestar apoio técnico à indústria, tendo em vista a melhoria da sua competitividade em mercados de alto nível tecnológico e elevada exigência, o Cluster Agro-industrial do Ribatejo, vai realizar um workshop no dia 27 de Setembro de 2011 nas instalações da Nersant em Torres Novas, com o tema:

 “Materiais e embalagens destinados ao contacto com alimentos”

 

Esta sessão é co-organizada pelo Cluster Agro-Industrial do Ribatejo, Nersant, CNE - Centro Nacional de Embalagem e Silvex e, conta com o apoio da Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo.

 

Programa

 

14:00h    Recepção dos participantes

14:15h    Abertura da sessão (Eng. Carlos Lopes de Sousa – Cluster Agro-industrial do Ribatejo)

14:30h    Regulamentação geral e específica – Regulamento (UE) 10/2011Declaração de conformidade e Condições de ensaioMateriais plásticos CerâmicaTintas de impressãoOutros materiais

15:30h    Interacção embalagem-alimentoDetecção de pontos fracos no binómio embalagem/produtoOptimização do comportamento da embalagem

16:15h    Aspectos toxicológicos, tecnológicos e organolépticos

16:45h    Casos práticos na indústria: CNE e Silvex

17:15h    Debate18:00h    Encerramento

Este Workshop é direccionado, essencialmente, a utilizadores de embalagens na indústria, pelo que, pretende ser uma iniciativa para responder a necessidades práticas das Empresas, com uma orientação profissional!

 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 12:29  comentar

O encerramento de urgências dos hospitais de Tomar e Torres Novas do Centro Hospitalar do Centro do Médio Tejo (CHMT) que foi noticiado encerrar em fins d próximo mês Dezembro foi «desmentido categoricamente» como se pode ler no comunicado lançado pelo Conselho de administração do CHMT .

Adianta ainda o mesmo que as noticias divulgadas dando como «certo o encerramento acerca do Serviço de Urgência das Unidades de Tomar e Torres Novas não tem qualquer fundamento».

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 10:23  comentar

22.9.11
Encerramento de urgências de Tomar e Torres Novas, já decidido pelo CA do CHMT??!!

Segundo informação da SIC ("jornal da noite"), o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, mesmo antes da nova Carta Hospitalar que estará pronta só no final do ano, terá já decicido encerrar as urgências de Tomar e Torres Novas.

Reunião com o CA do CHMT

A pedido da Comissão de Utentes vai realizar-se a reunião com o CA do Centro Hospitalar do Médio Tejo, no dia 29 de Setembro, pelas 11 horas, nas instalações so CA, na unidade de Torres Novas.

«usmt»

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 09:34  comentar

14.9.11

Por decisão do Tribunal e por via de um procedimento cautelar de um privado a “Agromais” está impedida de receber milho nas suas instalações situada nos Riachos.

Uma situação considerada de “caricata, por parte dos responsáveis, já que a cooperativa tinha-se apetrechado com soluções tecnológicas avançadas no que respeita ao processo de secagem e armazenagem de milho.

A direcção da cooperativa considera inadmissível que face à «gravíssima situação económica e financeira do país e perante um esforço colectivo de promoção da produção agrícola nacional, se ponha em causa o funcionamento do principal entreposto de recepção de milho em Portugal».

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 13:01  comentar

27.8.11


 No próximo dia 02 de Outubro, o Clube de BTT Zona 55, irá levar a efeito em Torres Novas a 2.ª Maratona BTT Zona 55.
Este ano continuamos a privilegiar o contacto com a natureza, com a mínima intervenção humana possível, aproveitando trilhos naturais e levando os participantes a conhecer em bicicleta alguns dos locais mais bonitos da Serra de Aire. Aceitem o nosso desafio e venham desfrutar de um evento de BTT feito por quem gosta e para quem gosta.
 
O evento estará aberto a todos os praticantes de btt em geral, a partir dos 14 anos de idade, que poderão escolher entre um percurso de 30km ou de 60km, de acordo com a sua condição física. Existirá também um programa específico para os acompanhantes.
 
O local de concentração dos atletas será na Escola Secundária Artur Gonçalves, sito na Rua Jornal "O Almonda" (próximo ao Continente e McDonald’s), onde será dada a partida pelas 09H00. Será também neste local que serão servidos os almoços e se encontrarão as instalações sanitárias (banhos e vestiários), bem como, o Secretariado do Evento.
 
As inscrições podem ser feitas em http://zona55biketeam.blogspot.com/, onde se encontram disponíveis aos interessados todas as informações relativas.
 
Limite: 26 de Setembro ou 400 inscritos
 
Vídeo Promo: http://www.youtube.com/watch?v=RipNiNX65O0
 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 08:42  comentar

12.7.11

Contrato de gestão que viabiliza 30 Milhões de Euros de Investimento, foi assinado esta segunda-feira 

O Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas considera que o Município fez a melhor opção ao integrar a empresa municipal ÁGUAS DO RIBATEJO (AR). Na cerimónia de assinatura do contrato de gestão entre o Município e a empresa, que decorreu no dia 11 de Julho, António Rodrigues considerou que este será “um acto invulgarmente importante na vida de Torres Novas, dos municípios que integram a AR e do País ”.

O autarca realçou o sucesso que tem sido “este modelo único em Portugal”, em que uma empresa que tem como accionistas, “apenas os Municípios que a integram”. António Rodrigues referiu que “com 22 por cento do capital social”, Torres Novas vai alargar o âmbito da empresa municipal que tem espaço para receber outros concelhos.  

O presidente do Município Torrejano considerou que o investimento de 30 Milhões de Euros, com candidaturas aprovadas, irá reforçar a aposta que Torres Novas tem realizado no ambiente e constitui uma oportunidade para as economias locais.  

Com a entrada de Torres Novas oficializada em escritura pública realizada no dia 7 de Julho, a ÁGUAS DO RIBATEJO passará a ter cerca de 110 mil utilizadores dos seus serviços, sendo cerca de 50 mil provenientes do Município Torrejano. O território abrangido pela empresa municipal cresce 280 km 2 e passa a ser de 3280 km2. 
 

O Presidente do Conselho de Administração da ÁGUAS DO RIBATEJO, José Sousa Gomes referiu que a empresa irá canalizar os seus esforços para colocar Torres Novas ao melhor nível europeu em matéria de abastecimento de água e saneamento.

Num encontro com os jornalistas após a cerimónia, o administrador da empresa municipal realçou que o tempo deu razão às opções tomadas pelos que acreditaram no projecto ÁGUAS DO RIBATEJO e anunciou que há vários municípios em contactos com a administração no sentido de equacionarem a possibilidade de integrarem a empresa municipal. “Se forem municípios com projectos credíveis, são bem vindos. Esta rede de solidariedade tem espaço para crescer”, disse José Sousa Gomes.

Numa cerimónia que contou com a presença de dezenas de pessoas, incluindo altas individualidades da região, presidentes das câmaras que integram a empresa e autarcas e forças vivas do Município de Torres Novas, os convidados brindaram com água da rede de Torres Novas num sinal de confiança na qualidade. Neste momento o concelho tem “uma boa cobertura no abastecimento de água e saneamento”, que será ampliada e melhorada com o investimento de 25 milhões de euros nas redes e estações de tratamento de águas residuais e 5 milhões de euros nos sistemas de abastecimento águas. 

Estes significativos montantes foram assegurados num momento em que estão em curso obras no valor de 80 milhões de Euros nos  Municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos. 
 
 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 12:25  comentar

8.7.11

PEIXE:AVIÃO + A JIGSAW
 
AMANHÃ » SABADO 09 JULHO 22H
 
Concertos de Entrada Livre
 
Em TORRES NOVAS, nas FESTAS DO ALMONDA (Jardim das Rosas)

 
“Madrugada (novo disco dos peixe:avião) é a prova dos nove para um dos mais preciosos projectos nacionais. Reiterando o melhor de que são capazes, os peixe : avião superam-se no mais caro dos sentidos, isto é, amadurecendo. Com Madrugada espero que o grande público descubra, de uma vez por todas, a urbanidade sensível deste projecto de Braga. Espero que o grande público seja também ele sensível à renovação que aqui acontece ao cantar em português, libertando tanto quanto identificando a nossa língua com uma vanguarda toda ela admirável e sofisticada.
Quem não ouve peixe : avião é menos feliz.”
Valter Hugo Mãe
Vídeo Promocional – Um Acordo Qualquer
 

 
Os a Jigsaw são um trio indie multi-instrumentista que se rendeu ao som do folk, do country e dos blues.
Depois do sucesso atingido com o álbum conceptual Letters From The Boatman (2007), João Rui, Jorri e Susana Ribeiro fizeram chegar até nós um segundo álbum: Like The Wolf (2009) e Like the Wolf Uncut (2010).
Após a sua “Like the Wolf European Tour” em 2010, que os levou aos palcos de mais de 12 países e onde receberam as mais elogiosas críticas da imprensa especializada, regressaram a Portugal para gravar o seu terceiro registo de originais que será editado no final deste ano.
As intensas performances ao vivo surpreendem o público a cada momento.
 
Vídeo Promocional – Red Pony
 
 
NO DOMINGO » 10 JULHO 22H »» DJ TUDO E SUA GENTE DE TODO LUGAR (BRASIL)
 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 18:39  comentar

6.7.11

 
 
A integração do Município de Torres Novas no sistema intermunicipal ÁGUAS DO RIBATEJO representa um momento de particular importância na vida desta jovem empresa cujo capital é detido única e exclusivamente pelos Municípios.
A dimensão do concelho com uma área de 280 km2 e mais de 40 mil habitantes representa um desafio que os seis representantes dos municípios accionistas aceitaram por unanimidade na convicção de que o crescimento da ÁGUAS DO RIBATEJO vai gerar economias de escala e solidariedade institucional que irão permitir  uma maior capacidade de investimento nos sete municípios que integram agora a estrutura accionista conforme vontade expressa pelos seus representantes.
 
Em Dezembro de 2009, na sequência de negociações com o Município de Torres Novas, visando o alargamento do Sistema a esse Município, foram preparadas e apresentadas candidaturas ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para apoio a uma nova fase (3ª Fase) de investimentos no Sistema, referentes à ampliação e modernização das redes de abastecimento de água e saneamento do Município de Torres Novas.
Estas candidaturas, aprovadas no segundo semestre de 2010 garantem um investimento de quase 30 Milhões de Euros que vai colocar Torres Novas ao melhor nível em matéria de abastecimento de água e saneamento.
 
As candidaturas contemplam, para os montantes de investimento candidatados (4.278.766 Euros destinados a abastecimento de água e 24.613.945 Euros destinados a saneamento), contribuições do Fundo de Coesão no quadro do QREN-POVT de 2.071.276 Euros para os investimentos no abastecimento de água e 17.229.762 Euros para o saneamento.
 
Estes significativos montantes foram assegurados num momento em que estão em curso obras avaliadas em cerca de 80 milhões de Euros nos  Municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos.
 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 21:58  comentar

22.6.11

 

Festas do Almonda
1 a 10 de Julho . Torres Novas
 
Concertos, espectáculos, workshops, actividades desportivas
Ao ar livre, no amplo Jardim das Rosas, nas margens do Rio Almonda
Entrada Gratuita
Artesanato e tasquinhas
 
Destaques:
FERRO GAITA (Cabo Verde)
DJ TUDO E SUA GENTE DE TODO O LUGAR (Brasil)
LUÍSA SOBRAL
REAL COMBO LISBONENSE
PEIXE : AVIÃO
A JIGSAW
TENDANÇAS (tenda com Djs Set todas as noites)
 
Conheça toda a programação no dossier em anexo.
 
Site do Evento
Clique aqui
 http://www.teatrovirginia.com/calendario/?cat=17

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 17:36  comentar

28.5.11

88 médicos, entre directores de departamento, directores de serviço e chefes de serviço do Centro Hospitalar do Médio Tejo, das unidades de Torres Novas, Abrantes e Tomar, recebem 15 mil euros por mês - uma verba que inclui suplementos ilegais, como o subsídio de transporte, segundo uma auditoria da Insepcção Geral das Finanças que arrasa a gestão daquele centro hospitalar.

A inspecção conclui que as remunerações dos 6 administradores. 3 assessores e 3 estruturas de gestão custam 308 mil euros por ano ao Estado. «Este valor teria sido reduzido se a administração assumisse a gestão das unidades», refere o documento.

 

 

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=265827

 

link do postPor Noticias do Ribatejo, às 13:13  comentar


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