NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL - Editor e Responsável: António Centeio
31.1.12

 

Debate Público


Num momento em que assistimos a uma ofensiva que visa a destruição do Serviço Nacional de Saúde, em que se insere a chamada reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo (hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes), a C. Concelhia de Tomar do PCP vai promover um debate sobre estes problemas, a opinião e as propostas do PCP para o sector da saúde.Este debate realiza-se no dia 4 de Fevereiro, Sábado, às 15 horas, na Biblioteca Municipal de Tomar e conta com a participação de:

António Filipe – Deputado do PCP na Assembleia da República

Jorge Pires, da Comissão Política do PCP

Octávio Augusto, da Comissão Política do PCP

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28.1.12

 

 SÓ COM A COORDENAÇÃO E A MELHORIA DE CENTROS DE SAÚDE, HOSPITAIS E CUIDADOS CONTINUADOS É POSSÍVEL RESPONDER ÀS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES  
 
A “REORGANIZAÇÃO DO CHMT” APRESENTADA PELO CA, VEM DIFICULTAR O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
 

 

 
Na sequência da apresentação de um Plano de Reorganização pela Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, foram muitas e variadas as intervenções de diversas entidades da Região.
 
A Comissão de Utentes logo que teve conhecimento do documento e face à ausência de justificações para as medidas adoptadas solicitou uma suspensão de concretização do processo, com o objectivo de encontrar as melhores soluções para facilitar o acesso a cuidados de saúde em termos de proximidade e qualidade.
 
Na sequência dessa posição, com o objectivo de dar voz aos verdadeiros interessados, os utentes, esta Comissão de Utentes realizou reuniões públicas em Tomar, Abrantes e Torres Novas, para debate sobre a prestação de cuidados de saúde nas Unidades Hospitalares e nos Centros de Saúde.
 
Da participação activa dos cidadãos, pode-se concluir:
 
Não aceitação do Plano de Reorganização, por dificultar o acesso a cuidados de saúde, não ter em conta a participação da comunidade, por ausência de coordenação com cuidados primários e continuados, por não quantificar nem justificar os resultados esperados, o que deixa as maiores duvidas se resolve os problemas financeiros. Ficou claro que os utentes defendem que as Urgências sejam adaptadas às necessidades em cada unidade hospitalar, que a Pediatria e Medicina Interna sejam três valências comuns às três unidades e que se desenvolvam e criem novas valências.
 
Se não houver mais médicos de família e enfermeiros, mais cuidados de proximidade com funcionamento de Extensões de Saúde e Unidades Móveis, não se conseguirá resolver o problema das urgências “não agudas”, no CHMT. Se não houver mais unidades de cuidados continuados a gestão de altas no CHMT não poderá ser mais eficiente. Se não houver coordenação entre os níveis de prestação de cuidados de saúde e o aproveitamento da capacidade instalada, vão sofrer as populações e vai aumentar a despesa do SNS.
 
Constatou-se a existência de interesses privados (empresariais e pessoais) mas a solução não está no encerramento ou privatização do todo ou de partes do CHMT. Defende-se a utilização de toda a capacidade instalada e um combate à promiscuidade público-privada.
 
Foram expressas muitas formas de reforçar a acção popular para defender o direito a cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, de que são exemplos as manifestações em Tomar, o Abaixo-assinado pela Pediatria em Abrantes, a grande participação de cidadãos na reunião pública de Torres Novas.
 
Na próxima quarta-feira, a Comissão de Utentes entregará ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio de Tejo uma proposta formal com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região que, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.
 
Em breve, serão também divulgadas as iniciativas que reforçarão o movimento de opinião e reivindicativo da população do Médio Tejo em torno da exigência de justiça social em matéria de acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.
 
                                                                  A Comissão de Utentes da Saúde
                                                                                do Médio Tejo

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21.1.12
Joaquim Esperancinha (foto), é o novo administrador do CHMT (Centro Hospitalar do Médio Tejo) que pretende reduzir a divida quase de 160 milhões de euros durante o seu mandato como se a saúde seja um “Deve & Haver” ou como se: a saúde seja uma mercadoria.

Curiosamente todos sabem que a Urgência Geral do HRSI (Hospital Rainha Santa Isabel) vai brevemente passar a “Urgência Básica” retirando de Torres Novas a “Cirurgia” inclusive fechando o “Bloco Operatório” centrando-se apenas  a “Urgência Pediátrica e Serviço de Pediatria” em Torres Novas,  para passar para  Abrantes os casos graves.


Com estas situações pergunta-se:
Onde está o Presidente da Câmara de Torres Novas que tirou proveito politico e eleitoral da população?
Será por ser o seu último mandato que já se esqueceu dos seus eleitores?


Onde andam os “Movimentos Cívicos” que são tão defensores de convocar a população para manifestações; os trabalhadores para as greves; de protestarem contra tudo e todos e que agora não convocam a população que vai ser deveras prejudicada?



Onde andam os “Movimentos Cívicos Torrejanos”, ao contrários dos de Tomar, para não protestarem com a decisão de quem quer fazer da saúde um negócio lucrativo?
«De um leitor»

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18.1.12

 A convite do CA do CHMT, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo esteve presente numa reunião hoje, 17 de Janeiro, na Unidade Hospitalar de Torres Novas, onde lhe foi apresentado e explicado o Plano de Reorganização do CHMT.

A CUSMT teve a oportunidade de expor as suas ideias sobre a organização dos cuidados de saúde na Região e, face à ausência de alguns dados sobre o impacto das medidas anunciadas (p.e. a coordenação funcional com os Cuidados Primários indispensável para haver resposta satisfatória nas urgências), propôs a suspensão temporária do Plano de Reorganização. Assim, em conjunto com todas as entidades interessadas e representativas da comunidade regional, procurar-se-iam as soluções mais correctas para ser salvaguardada a qualidade e a proximidade dos cuidados de saúde.

Para análise do Plano que vai ser implementado (pelo CA, com o acordo do Ministro da Saúde), a CUSMT vai reunir na próxima segunda-feira e vai realizar reuniões públicas para debate com as populações sobre a prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo.

 As reuniões realizam-se em: TOMAR, 25 de Janeiro, 21 horas (na JF Sta Maria Olivais, a confirmar); ABRANTES, 26 de Janeiro, 21 horas (na JF S. Vicente, a confirmar); TORRES NOVAS, 27 de Janeiro, 21 horas, no Montepio Nossa Senhora da Nazaré. 

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17.1.12

 

 

 

 

Exmo. Senhor
Prersidente do CA do CHMT
 
Agradecíamos que nos fossem prestadas informações sobre a veracidade da informação (em baixo) divulgada pela RR a propósito do futuro encerramento de unidades do CHMT.
 
Com os melhores cumprimentos.
A CUSMT

 

 

 Administrador explica reorganização de serviços em Tomar, Abrantes e Torres Novas

 

É apenas o primeiro passo. É quase inevitável, no âmbito do novo mapa hospitalar que o Ministério da Saúde tem em estudo, a região do Médio Tejo venha a perder um ou dois dos três actuais hospitais.
17-01-2012 16:50 por Dora Pires

O administrador do Centro Hospitalar do Médio Tejo anda hoje de hospital em hospital a explicar a reorganização de serviços em Tomar, Abrantes e Torres Novas. A Renascença teve acesso ao plano.

 A partir de 1 de Março - de acordo com o que estava previsto desde 2008 -, Abrantes passa a ter a única urgência médico-cirúrgica da região e uma ambulância de emergência médica e reanimação.

Os hospitais de Tomar e Torres Novas passam a ter apenas urgência básica e ambulâncias com suporte imediato de vida.

Mas há mais mudanças. Já no fim deste mês, Torres Novas concentra o serviço de cirurgia geral, Abrantes o serviço de ortopedia e Tomar o bloco operatório e o serviço de otorrinolaringologia.

Em contrapartida, fecha em Tomar o serviço de medicina interna que se mantém nos outros dois hospitais.

Esta reorganização é apenas o primeiro passo. É quase inevitável, no âmbito do novo mapa hospitalar, que o Ministério da Saúde tem em estudo, a região do Médio Tejo venha a perder um ou dois dos três actuais hospitais.

 CUSMT

 

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16.1.12
)


O processo de reestruturação dos hospitais do Médio Tejo está na ordem do dia



 

 

As forças políticas continuam a movimentar-se e a tomar posições quanto ao processo de reestruturação dos hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, implementada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
A CDU já reuniu esta segunda-feira com o presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão, e vai reunir com outras forças políticas ao fim da tarde.
Para já a CDU exige a suspensão do processo de reestruturação dos hospitais até à realização de uma reunião entre o Executivo Camarário, todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal e a administração do Centro Hospitalar. 
Os comunistas defendem a demissão imediata da administração do Centro Hospitalar caso não aceite a reunião nem a suspensão do processo.
Cauteloso, o PSD Tomar também emitiu um comunicado no qual consideram “fundamental que a inadiável reorganização e racionalização do CHMT respeite equilíbrios basilares na prestação de cuidados hospitalares à população, e seja geograficamente justa e equilibrada.” O PSD de Tomar “aguarda com serenidade o anúncio da reorganização prevista pela administração do CHMT”.
O PS defende que as eventuais alterações dos serviços prestados nos hospitais da região só possam ser realizadas pela tutela, “após articulação e auscultação dos autarcas, das Freguesia e dos Municípios”.
Lembram que a Assembleia Municipal já decidiu em Setembro de 2011 a criação de uma comissão de saúde que nunca foi implementada. Os socialistas disponibilizam-se para criar uma petição no sentido de levar este assunto à discussão no plenário da Assembleia da República.
Os deputados do PS pelo distrito já solicitaram uma reunião com o Conselho de Administração do CHMT.

Fonte: Jornal O Templário

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21.11.11

A "degradação significativa" da situação financeira do Centro Hospitalar do Médio Tejo não abalaram o Conselho de Administração cessante que disse estar de "consciência tranquila", em hora da despedida.

Administrador hospitalar sai de "consciência tranquila" apesar dos problemas financeiros da instituição, noticia o semanário ‘O Mirante’

 A situação económica e financeira do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que congrega os hospitais de Torres Novas, Tomar e Abrantes, tem vindo a degradar-se com os resultados líquidos em 2008 a terem um valor negativo de 23,2 milhões de euros e em 2009 de 24,1 milhões, continuando a subir desde então.

o CHMT englobe os hospitais de: Abrantes, Tomar e Torres Novas

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26.9.11

 

A gestão ruinosa do Centro Hospitalar do Médio Tejo – que integra as unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas – causou um "buraco" financeiro de mais de 47 milhões de euros em 2009 e em 2010, revela uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF).

Estes dados são revelados pelo Jornal Correio da Manhã:

A situação económica e financeira é tão grave que a inspecção recomendou a substituição "urgente" do actual conselho de administração, cujo mandato terminou em Dezembro de 2009, mas encontra-se ainda em funções.

O défice do centro hospitalar quase duplicou, passando dos 13 milhões de euros em 2008 para os 23,2 milhões de euros em 2009, continuando a subir para os 24,1 milhões em 2010.

Segundo a auditoria, esses resultados devem-se à má gestão que teve "fraca preocupação com a redução de custos", apesar da exigência dos ministérios das Finanças e da Saúde na apresentação de um plano de redução de despesas e de custos operacionais em 15 por cento.

Para o descalabro nas contas contou o facto de a "administração nunca ter funcionado como equipa", situação que contribuiu para não haver capacidade de gerir eficazmente o centro hospitalar.

O CM tentou obter esclarecimentos, mas sem sucesso.

GANHAM 75 EUROS AO ALMOÇO

A Inspecção-Geral das Finanças (IGF) afirma que o número de cirurgias feitas no Centro Hospitalar do Médio Tejo tem vindo a diminuir nos últimos anos e a produção é fraca, quando comparada com os recursos existentes. Segundo o relatório da auditoria da IGF, alguns serviços do centro hospitalar mantêm-se em funcionamento em mais de uma unidade, designadamente a urgência e a consulta externa, "situação que impede a optimização dos recursos disponíveis", com produção reduzida em relação aos custos de estrutura. O controlo da assiduidade revela também deficiências, apesar do registo biométrico. A inspecção afirma que "os médicos contratados a empresas que trabalham nas Urgências não estão sob o controlo das chefias médicas do centro hospitalar, o que constitui um risco e falha no controlo interno". Os médicos contratados "recebem por cada hora, incluindo o período da refeição, entre 30 euros e 75 euros, o que se revela oneroso".

«Cidade de Tomar»

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28.5.11

88 médicos, entre directores de departamento, directores de serviço e chefes de serviço do Centro Hospitalar do Médio Tejo, das unidades de Torres Novas, Abrantes e Tomar, recebem 15 mil euros por mês - uma verba que inclui suplementos ilegais, como o subsídio de transporte, segundo uma auditoria da Insepcção Geral das Finanças que arrasa a gestão daquele centro hospitalar.

A inspecção conclui que as remunerações dos 6 administradores. 3 assessores e 3 estruturas de gestão custam 308 mil euros por ano ao Estado. «Este valor teria sido reduzido se a administração assumisse a gestão das unidades», refere o documento.

 

 

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=265827

 

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6.5.11
Com o objectivo de darmos a conhecer o compromisso eleitoral da CDU para o distrito de Santarém, realizaremos na próxima Segunda-Feira, 9 de Maio, um conjunto de encontros com a comunicação social do distrito, com a participação de António Filipe:
Santarém – 10 horas
Na DORSA do PCP
Abrantes – 15 horas
No CT do PCP
Tomar – 17 horas
No CT do PCP
Torres Novas – 18.30 horas
No CT do PCP
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26.4.11

  
 Com o objectivo de dar a conhecer o balanço da actividade do deputado António Filipe no distrito de Santarém, realizam-se no dia 28 de Abril, Quinta-Feira, vários encontros com a comunicação social do distrito:
 
Santarém – às 10.30h
Na DORSA do PCP
 
Abrantes – às 15 horas
No CT do PCP
 
Tomar – às 17 horas
No CT do PCP
 
Torres Novas – às 18.30 horas
Na "Taberna do Aspirante" - Lapas

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7.3.11
É do domínio público, ou pelo menos dos leitores deste blogue, que tenho algumas divergências de monta com o vereador Luís Ferreira, nomeadamente no que se refere à inopinada coligação, ou à recente atitude em relação ao imbróglio ParqT. Nunca confundi, todavia, divergências políticas com questões pessoais, muito menos com ódios de estimação. É sempre mau quando se não sabe ou se não quer estabelecer uma grande e salutar diferença entre toalhas e panos de cozinha.
 
Está agora a ser difundido por estes lados, tendo-me chegado por mail e por comentário, que um vogal da AM de Alpiarça -que se abstém, claro está, de indicar qual a força política que naquele órgão representa- descobriu à pouco que o cidadão Luís Ferreira foi a dada altura contratado por ajuste directo por aquela autarquia ribatejana, na categoria de "Técnico de informática", tendo ingressado logo nos respectivos quadros de pessoal. Vamos a ser claros e a urinar a direito. Perante tal facto, uma de duas: Ou é legal e trata-se de lastimável questiúncula politiqueira; ou ilegal e deve providenciar-se imediatamente adequada providência, na área do poder judicial. O resto não passa de baba peçonhenta de quem não gosta de perder nem aceita a derrota, insistindo pesadamente numa insólita e hipócrita atitude de defensor da moral e da ética.

Porque a triste realidade é esta: O que incomoda sobretudo alguns tomarenses, não é a sua contratação pelo município de Alpiarça, a sua actuação no PS, ou sequer o seu desempenho enquanto vereador. O que dói a esses tomarenses é que o agora autarca eleito na lista PS não seja bem nascido, não faça parte das boas famílias nabantinas, seja lá isso o que for. Ando por cá há tempo suficiente para saber que uma determinada camada social, que se julga "la crème de la crème" local, continua agarrada a valores que já na primeira metado do século passado eram anacrónicos. Basta dizer que até havia e há ainda, entre essas excelsas e prendadas criaturas, alguns exemplares monárquicos absolutistas, adeptos do "falecido senhor Rei D. Miguel, que Deus haja..." Resulta por isso assaz hilariante assistir à presente acção conjunta de eleitores da extrema direita trauliteira, de esquerdistas post-25 de Abril e de cidadãos da área da CDU, que nunca piaram sequer antes de Abril de 74, tentando de algum modo arredar do poder o intruso Luís Ferreira, demasiado laico, plebeu e ousado para os seus gostos pseudo-requintados. Haja vergonha!
 
O actual embaixador americano em Lisboa, por exemplo, é um respeitável cidadão que financiou generosamente a campanha de Obama, tendo depois sido contemplado com esse lugar diplomático. Quer isso dizer que o presidente americano também prevaricou? Que fez algo moral ou eticamente condenável? Há eleitos que fariam melhor ir olhando para os respectivos fatos, não vá dar-se o caso de nos melhores panos também terem caído nódoas. Isto agora com a informática, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma e se sabe. É apenas uma questão de tempo e de paciência... Já os nossos antepassados diziam, sem sequer sonharem com a internet, "Filho és, pai serás; conforme fizeres, assim acharás".
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4.3.11

Na minha qualidade de membro da Assembleia Municipal de Alpiarça recebi em minha casa para serem discutidos e votados em Dezembro de 2010 o Orçamento da Câmara e as Grandes Opções do Plano para 2011 (hoje disponíveis online no site da câmara municipal).

Acompanhava em anexo a um desses documentos a lista de funcionários da câmara, os respectivos cargos e a sua situação vinculativa perante a autarquia.
Devo confessar-lhe que sou jovem e a maioria das pessoas nem as conheço, mas despertou-me a atenção o nome do funcionário Técnico de Informática da Câmara, que dá pelo nome de Luís José Silva Ferreira. Achei estranho porquanto sempre pensei que era  o técnico de informática da câmara  que tinha sido despedido por ter denunciado o uso de equipamentos informáticos para consulta a sites de ordem pornográfica.
Procurei indagar junto de amigos meus quem afinal era este técnico de informática, pois nunca tinha ouvido falar em tal pessoa e disseram-me que era um destacado dirigente do PS que agora é vereador na câmara de Tomar de maioria PSD.
E fui pesquisar e encontrei inclusivamente o profile deste senhor Luis Ferreira -
A determinada altura leio na sua súmula política que exerceu os cargos de: Dirigente da Federação do PS de Santarém desde 1996; Presidente do PS de Tomar, 2004-05; Adjunto do Governador Civil de Santarém (2005-09); Deputado Municipal(2005-09) e Actual vereador na Câmara Municipal de Tomar.
E questionei como é que um senhor de Tomar, adjunto de Governador Civil de Santarém, Deputado Municipal em Tomar e actual vereador a Tempo Inteiro também em Tomar (tudo pelo PS), vem "parar" aos quadros de pessoal da câmara de Alpiarça.
 
Simples, fácil e conveniente: este senhor estava "encostado" e veio substituir o tal Técnico de Informática que tinha na altura sido suspenso da câmara, depois dos imbróglios da pornografia.
Curioso é como um funcionário é suspenso numa determinada data e passados poucos dias entra para o seu lugar um dirigente do PS de Tomar, que de imediato é colocado no Quadro da Câmara  de Alpiarça e passado um tempo é enviado em comissão de Serviço para Adjunto do Governador Civil de Santarém.
Interrogo-me. Será mesmo tudo apenas uma coincidência? Um funcionário é suspenso e de imediato entra logo um "boy" do PS para o seu lugar e logo para o Quadro, quando há gente que anda anos e anos a contrato e ainda hoje a câmara e outros serviços do estado não os puseram nem provavelmente nunca porão no quadro, como por exemplo acontece com os professores?
Nada tenho contra o senhor em causa, acredito até que possa ser um bom profissional, mas não acham aqui uma história muito mal contada? Um sai numa semana e dias depois entra outro (e logo do PS) para o seu lugar?
Será que é esta credibilidade da classe política actual? Quem acredita já nos políticos? Haverá mais "boys" noutro partido como há no PS? Afinal quantos milhares nestas condições há enfiados no governo e outros organismos estatais?
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9.12.10

Face às intempéries ocorridas nos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã, varridos no início desta semana por um tornado, Francisco Lopes manifestou – na sua página no Facebook - a sua solidariedade para com as populações, trabalhadores, empresários e instituições atingidos. Francisco Lopes, ao mesmo tempo que valorizou a solidariedade entre as populações e sublinhou a urgência de operacionalização dos respectivos seguros, exigiu o accionamento de mecanismos de apoio do Estado, que permitam, no plano das habitações, das actividades económicas, dos sistemas municipais e de outros equipamentos sociais, acudir às populações e restabelecer de forma urgente e expedita a normalidade.

«DORSA do PCP»

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20.9.10
Na próxima Quarta-feira , dia 22 de Setembro, Fernando Nobre estará em Santarém, a partir das 18.00h, na Esplanada do Jardim da República, para a apresentação do Mandatário Distrital da sua Candidatura à Presidência da República, e a seguir desloca-se a Tomar onde vai inaugurar a Sede Concelhia de Tomar , situada na Rua de Coimbra, numero 34 (Junto à rotunda do Bonjardim).
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14.6.10

Exmos./as

Quando regressei ao hospital de Caldas da Rainha, em 2001, pela 3ª vez, vindo do Centro Hospitalar do Médio Tejo: Abrantes (1985); Torres Novas (2000) e Tomar (2002), pela minha experiência percebi que tinha sido um erro grave de programação e planeamento hospitalar terem edificado três unidades hospitalares para um espaço territorial com cerca de 220 000 habitantes. Também vivenciei o descontentamento das populações face à repartição das diversas valências pelos três hospitais. Em termos logísticos esta solução de 1 em 3 não funciona pela triplicação dos serviços base tais como: transportes motoristas; manutenção; atendimento; telefones; segurança, urgências; cozinhas; meios complementares de diagnóstico; compras, expediente, estatística, etc. Então chegado a Caldas pensei, de imediato, inventar uma solução de 3 em 1 e daí apareceram os projectos: Centro Hospitalar do Oeste Norte (criado pela Portaria n.º 83/2009, de 22 de Janeiro) e o Hospital Oeste Norte (resolução do conselho de ministros de 28 de Agosto de 2008). Ao fim de 7 anos de activismo e muita persuasão foi possível ver o senhor Ministro Correia de Campos anunciar o Hospital Oeste Norte no programa Prós e Contras na televisão – canal 1 (Janeiro de 2008) da TV. Durante 2 anos foi prometido por diversas vezes pelo Senhor Primeiro Ministro e pela Senhora Ministra da Saúde. A disputa pela localização entre Caldas e Alcobaça foi provocando o adiamento deste processo. Afirmei, por diversas vezes, que a atitude dos autarcas de Alcobaça levaria a um atraso do processo que poderia ser fatal. Querer localizar o hospital em Alfeizerão só porque de uma forma aventureira, de grande irresponsabilidade social e de gestão dos dinheiros autárquicos se avançou para a compra de um terreno, por sinal não apropriado tecnicamente (sem os requisitos de viabilidade para a edificação de edifícios hospitalares) é um não-argumento que apenas serviu para alimentar um protagonismo fantasioso da liderança autárquica de Alcobaça. Vieram os técnicos, formaram-se duas comissão e ambas deram parecer pela localização em Caldas (estamos a falar de um hospital regional destinado 250 000 Oestinos : Caldas da Rainha; Alcobaça; Nazaré; Rio Maior; Óbidos Bombarral, Cadaval; Peniche e Lourinhã). Quando já estava definido o perfil do HON e a sua localização em Caldas e se esperava, desde Janeiro, pelo anúncio e abertura do concurso para construção do HON, em parceria público-privada eis que, em 4 de Junho, 6ª F, a direcção da OESTCIM, depois de já ter assinado um documento por unanimidade a exigir a construção do HON, vem de lá com (para mim, a não solução) a ampliação do Hospital de Caldas (1971 ) , II fase de ampliação reclamada desde de 1995 e ainda umas pequenas obras em Alcobaça (1890) e Peniche (1986). E ainda, com a perspectiva de concretização e edificação do Hospital Oeste Sul, em Torres Vedras, ao contrário do que estava previsto no plano de compensações do Oeste. Assim sendo, a montanha pariu um rato. De facto sempre tive a sensação que os líderes locais das Caldas não conseguiram ou não quiseram compreender o conceito HON, como hospital regional 250 camas e de excelência europeia e alavanca turística regional. Note-se está previsto uma rede integrada com as actuais 3 unidades hospitalares. Contrapor a ampliação com a edificação do HON, é confundir o passado com o futuro. A solução HON é, em termos da análise da avaliação económica do investimento e de uma análise custo benefício muito mais vantajosa em termos de eficiência interna de gestão da prestação de cuidados, logísticos, da eficiência económica regional e do SNS. Podemos afirmar que a ampliação versus HON é de uma relação de 1/5, em termos de análise comparativa relativamente à importância estratégica regional e de eficiência global do HON. Acresce que o período de construção HON é de dois anos (vide novo hospital de Cascais ) e a ampliação demorará 4 anos ( note-se que a I fase de ampliação desenvolveu-se em 6 anos). O projecto HON está suportado tecnicamente pelos Professores: Correia de Campos (economista da saúde);Augusto Mateus (economista estratégico); Daniel (Escola de Gestão do Porto: elaborou o estudo do projecto HON, pedido do Ministro Correia de Campos); Fonseca Ferreira (Presidente da CCDR, Lisboa e Vale do Tejo) e Dr. António Carneiro (Presidente da região turismo do Oeste). Há estudos que comprovam que o conceito do hospital, a sua estrutura física e localização se traduzam em menos dor, menos anestesia em doentes cirúrgicos, menos dias de internamento. Será que os senhores/as dignos e esforçados colaboradores do Hospital de Caldas depois de cerca de 40 anos a prestar cuidados hospitalares de referência, não merecem e tem direito ao exercício profissional numa unidade hospitalar: humana; moderna; inteligente e sustentável? Será que ainda terão de suportar mais 4 anos de condições operacionais e funcionais ainda mais precárias (poeiras; ruídos; redução drástica parqueamento, Etc.)? Será que o presidente da CMCR, como protagonista da não-solução/ ampliação está sustentado em suportes técnicos para anichar o hospital pela mata dentro, erro inaceitável em termos ambientais, termais e urbanísticos. Acontece que para o HON, apontei 77 critérios a favor. Para os autarcas critério único é a sua vontade, ou seja o critério são eles e ignoram e metem na gaveta todos os pareceres técnicos avalizados que lhe aprecem pelo caminho. Fazer a ampliação é complicar a solução. Há problemas acessibilidades e prejuízo para circulação automóvel e pedonal na cidade. Se esta solução fosse pacífica para os técnicos do Ministério da Saúde já está executada há mais de 12 anos. Para a instalação do HON, defendo um terreno com 15 hectares (precisamente a dimensão do terreno do quartel). O Ministério da Saúde para a área do terreno para unidades de cerca de 250 camas determina 10,5 hectares. Não percebo aonde buscar terreno para ampliação pretendida. Invadem toda a mata? Onde fazem o parqueamento para 1000 viaturas? Subterrâneo, a que preço por cada lugar de parqueamento? Porque será que o Médio Tejo tem 3 hospitais com menos de 25 anos e o Oeste Norte terá de se conformar com 3 hospitais com mais de 25 anos, Remendados? Será que este é o preço pagar por falta de liderança estratégica na nossa Região, a tal que tem menos camas hospitalares e menos diferenciadas por 1000 habitantes, e com esta posição comprometem o futuro do oeste como destino turístico de excelência de Portugal em 2020 e mais qualidade de vida na cidade. Peter Drucker deixou-nos: “Nada mais inútil do que fazer com eficiência o que nunca deveria ser feito.” Na minha perspectiva a localização no hospital, aonde está, foi o 1º erro, a I fase foi o 2º erro a II fase seria o 3º erro. O terreno para o actual hospital deveria ter sido aquele em que está instalada a ESTGAD, património do hospital termal. Por mim faço desde 2001 a minha parte. Está na hora fazerem a vossa. Gostaria que no mínimo o presidente da CMCR, tivesse a mesma consideração e respeito pelo projecto HON, que teve pelo CCC. Este pode ser novo e o HON não? Porquê? Acredito que como profissionais da saúde: prestadores de directos e não directos de cuidados percebem que a não-solução ampliação é desrespeito pelo vosso quotidiano hospitalar e mais grave ainda pelo bem-estar, conforto e garantia de qualidade de prestação de cuidados aos Doentes, razão de ser do vosso exercício profissional e do Hospital. Agradecemos a atenção e compreensão manifestadas Para saber mais: www.hon.pt.vu A bem do desenvolvimento do Oeste e de 250 000 Oestinos Benedita, 2010-06-13 Com os melhores e cordiais cumprimentos, José Marques, mentor e defensor do HON, desde 2001.

http://hospitaloestenorteemcaldas.blogspot.com/

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10.5.10
O presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) afirmou que o projeto Polis Tejo vai reabrir o debate sobre a navegabilidade do rio Tejo e poderá integrar o apoio à requalificação das aldeias avieiras. No encerramento da primeira edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, Manuel Lacerda garantiu o programa Polis Tejo está já em marcha e que “é um plano de ação e não um plano para ficar na prateleira”. O objetivo do programa é fazer o planeamento “a médio prazo e a pensar no futuro” do rio Tejo, com intervenções para regularizar e requalificar as margens e as zonas ribeirinhas, com reforço dos diques, elaboração de estudo sobre as cheias e ainda com a realização de um estudo sobre a navegabilidade do rio, que vai incidir também sobre a questão da extração de inertes e areias. “É um estudo nunca antes feito em Portugal e que queremos levar por diante para encarar de frente este tema da navegabilidade”, disse ainda o presidente da ARH Tejo. O responsável anunciou ainda que a ARH está disponível para trabalhar em parceria com autarquias e proprietários no âmbito do licenciamento das aldeias avieiras e ainda em encontrar fontes de financiamento no QREN para apoiar os projetos no âmbito do consórcio de entidades que se formou para candidatar a cultura avieira a património nacional. Um dos projetos é o de Francisco Cruz Rosa, um empresário da zona de Salvaterra de Magos que pretende construir um complexo de turismo de habitação reproduzindo a arquitetura das casas avieiras. Segundo disse à Lusa o empresário, o projeto está orçado em três milhões de euros e vai ter capacidade para cerca de 100 camas, incluindo ainda uma oferta integrada de outros serviços turísticos em articulação com outros operadores da região. “Teremos de apostar num turismo voltado para os segmentos médio, médio alto e alto, sem massificação, atraindo um novo perfil de turista que está sensível para o respeito pelo ambiente, que procure experiências autênticas e diferenciadas e que não seja um fator de agressão às já fragilizadas margens do Tejo”, afirmou ainda Francisco Rosa. No congresso foi ainda aprovada uma resolução, que será enviada ao Ministério do Ambiente, que condena a prática da captura ilegal do meixão (enguia bebé), que considera esta prática como “um crime ambiental” e como uma actividade que “delapida o património natural”. Foi ainda aprovada uma resolução que sugere a integração do Instituto Politécnico de Santarém, do Instituto Politécnico de Tomar, da Universidade da Beira Interior e da Universidade de Aveiro, na comissão consultiva que está a elaborar o Polis Tejo. Foi também aprovada a realização de uma segunda edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, um projecto que, para além do objetivo de candidatar esta cultura a património nacional, pretende ainda “criar um novo destino turístico para o país”, num conjunto de programas que estimam a criação de 127 postos de trabalho diretos e de 350 a 360 indiretos, num investimento total de 30 milhões de euros. http://www.oribatejo.pt/
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16.4.10
Por: Joaquim Duarte, editorial jornal O Ribatejo, 16 de Abril de 2010 A vingança serve-se fria. Também na política, dirá Miguel Relvas, que se viu irradiado há pouco mais de meio ano da lista de deputados do distrito de Santarém, e que regressa agora, com mais força e maior protagonismo, depois de ter ajudado a enterrar o breve e conturbado reinado de Manuela Ferreira Leite à frente do PSD. Miguel Relvas é o típico dirigente político do pós 25 de Abril. Um “profissional” que passou directamente dos bancos da escola para a vida parlamentar. Primeiro como dirigente da JSD e depois na direcção do partido em Santarém, que muito cedo dominou. Há mais como ele, no PSD como nos outros partidos. Mas poucos haverá politicamente tão hábeis e com tal sucesso na vida pública. Esteve com Durão Barroso nos momentos difíceis e com ele subiu ao poder num breve consulado. Primeiro como secretário de Estado do Poder Local e depois como secretário-geral do partido. Perspicaz conhecedor do país político que somos, tornou-se um exímio gestor de relações e, sobretudo, de influências. Os lugares chave que ocupou na governação e na direcção do partido, tal como a presença regular nos espaços do comentário televisivo, com lugar cativo na SIC-Notícias, deram-lhe a notoriedade de que goza hoje, sendo reconhecido e considerado dentro e fora do seu partido. É este homem que, como principal obreiro da vitória do novo líder social democrata, regressa agora à direcção do PSD na bisada qualidade de secretário-geral e, cumulativamente, de porta-voz oficial do partido. Cabe-lhe a dura tarefa de arrumar uma casa que conhece bem por dentro e onde, em devido tempo, soube negociar muitos dos apoios que construíram esta ascensão de Pedro Passos Coelho e da sua retumbante vitória. Miguel Relvas foi, de resto, um dos três ou quatro dirigentes mais ovacionados no congresso do PSD onde, por sinal, aquele que lhe “retirou” o lugar de deputado em Santarém não se dignou sequer comparecer. Pacheco Pereira preferiu assistir pela televisão. Visto de fora, o Congresso do PSD terminou em festa de unidade. Uma unidade aparente, porque não é crível que os velhos inimigos de Passos Coelho se tenham simplesmente sumido com a sua vitória. A ausência dos antigos líderes e de outros barões do partido no congresso da sua consagração fala mais alto do que os clamores de unidade. Mas a viragem na orientação política do “novo” PSD é já notória. A começar no discurso que parece sugerir o fim do clima de crispação política que a anterior direcção alimentou – bastará lembrar que Passos Coelho conseguiu nunca referir o nome de Sócrates nos seus dois discursos, embora não tenha poupado críticas ao PS e ao Governo, enquanto MFL que apareceu de fugida no congresso conseguiu, numa brevíssima declaração de trinta segundos aos telejornais, nomear duas vezes o nome de Sócrates. Mas o discurso liberal de Passos Coelho, tanto nos costumes – especialmente se comparado com Manuela Ferreira Leite – como sobre o Estado e as suas funções, é mais ideológico e de confronto aberto com o pragmatismo gestionário que tem dominado o modo de fazer política. Este PSD de Passos Coelho procura uma clara separação de águas do PS de Sócrates «http://www.oribatejo.pt/2010/04/o-regresso-de-miguel-relvas/»
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21.3.10

 

 

 

 Uma plataforma de redes sociais vai ser criada no Médio Tejo para combater a pobreza e a exclusão social, em compromisso a formalizar na segunda feira em Abrantes, na abertura do Festival Nacional de Teatro Especial.

Os nove municípios que integram a Plataforma da Rede Social do Médio Tejo e a União Instituições Particulares de Solidariedade Social juntam-se no programa “Redes do Tejo”, um projeto liderado por Abrantes no âmbito do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social, que pretende “combater a exclusão com um trabalho em parceria".

Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha são os concelhos envolvidos.

A vereadora da ação social em Abrantes, Celeste Simão, disse à Lusa que o objetivo é “sensibilizar” as populações para as questões da pobreza e exclusão social, “desenvolvendo as redes sociais” dos respetivos municípios, que “apresentam problemas comuns”.

"A ideia base é realizar nos vários concelhos ações de formação, informação, seminários e outros, como forma de sensibilizar a opinião pública para questões sobre a pobreza e a exclusão social, mas também tendo em vista a rentabilização de esforços, a inovação social e, fundamentalmente, o trabalho em parceria e em rede”.

A promoção de actividades de solidariedade, a dinamização das redes sociais de cada concelho, a realização da feira social e do mês da solidariedade e ações de sensibilização e informação são, entre outras, algumas das actividades a realizar.

Este projeto foi alvo de uma candidatura conjunta ao Programa Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social (PNAECPES) e, “apesar de carecer ainda de aprovação, os parceiros decidiram assumir desde já a sua realização”, acrescentou Celeste Simão.

O compromisso será assinado durante a cerimónia oficial de abertura da 8.ª edição do FNATES, o Festival Nacional de Teatro Especial, que visa “promover pela arte a inclusão das pessoas com deficiência”, e na presença da secretária de estado da Igualdade, Elza Pais.

Humberto Lopes, presidente do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA), a entidade organizadora, disse à Lusa que “o teatro, assim como as artes plásticas, surgem como ferramentas terapêuticas e pedagógicas que estimulam a criatividade, a sensibilidade e as emoções das pessoas, neste caso, com deficiência”.

“No Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social pretendemos ser um testemunho do que se pode fazer ao nível de uma associação sem fins lucrativos, na luta de todos os dias pela igualdade de tratamento, de direitos e de deveres que deve nortear a vida de cada um.

 http://www.ionline.pt/

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18.3.10

(a propósito da notícia de O Ribatejo, que transcrevemos em baixo)
 
 
... MAS, SE BEM NOS LEMBRAMOS FOI PRECISAMENTE DO GOVERNO PSD/PP, QUE VEIO A ÚLTIMA DECISÃO DE INSTALAR PORTAGENS NA A23.
 
VERDADE SEJA DITA, NA ALTURA, MUITOS AUTARCAS SOCIAIS-DEMOCRATAS DERAM A CARA, COM OS UTENTES, NA REJEIÇÃO DESSA MEDIDA.
 
POR NÓS, TAMBÉM SOLIDÁRIOS COM OS UTENTES DE OUTRAS REGIÕES, CÁ ESTAMOS PARA FAZER FRENTE ÀS INTENÇÕES GOVERNAMENTAIS DE PORTAJAR AS VIAS ESSENCIAIS AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DAS REGIÔES.
 
MUSP Santarém
 
===========
 
 
Deputados do PSD temem introdução de portagens na A23
Motivados pela falta de informação oficial sobre a polémica questão da introdução de portagens nas SCUT’s, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Santarém entregaram na Assembleia da República um requerimento onde pedem explicações ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) sobre a possibilidade da A23 deixar de ser uma auto-estrada de utilização gratuita.
“Vai ou não o MOPTC introduzir portagens na A23?”, “como será feita a cobrança?” e “qual a calendarização do processo?” são algumas das nove questões deixadas pelos deputados José Pacheco Pereira, Vasco Cunha e Carina Oliveira, que aguardam ainda pela resposta da tutela.
“A informação relativa a este capítulo no Orçamento de Estado é insuficiente para que se possa saber com rigor onde e quando serão introduzidas portagens nas SCUT”, lamentam os social-democratas, apesar de estar previsto no documento que o pagamento da circulação nestas vias possa contribuir “para assegurar a sustentabilidade financeira do sector rodoviário”.
No requerimento, os deputados do PSD lembram o governo que a A23 é “absolutamente vital” nos concelhos do norte do distrito que atravessa, Torres Novas, Alcanena, Entroncamento, Barquinha, Tomar, Constância, Mação, Abrantes e Sardoal, e que as estradas alternativas “há muito que deixaram de constituir alternativas viáveis de circulação”.
 

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7.3.10

Decorrente do débito das barragens, o rio Tejo nas últimas horas tem sido alimentado com caudais constantes. Assim, prevê-se uma manutenção dos actuais níveis de altura de água ao longo de todo o curso de água, salvaguardando o facto de, na região mais a jusante esse nível ainda se encontrar a subir mas a entrar brevemente na fase de estabilização.

Continua a registar-se diminuição da altura de água nos afluentes do Tejo, tendência que se manterá durante o dia de hoje pela previsão de ocorrência de pouca precipitação, particularmente nos Rios Nabão, Alviela, Almonda e Sorraia. 
 

«GI/Governo Civil de Santarém

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5.3.10

O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Torres Novas, procedeu ontem ao fim do dia, à apreensão de uma viatura furtada, que se encontrava a circular com matrícula falsa e em que se fazia transportar um grupo de indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em propriedades agrícolas no Concelho de Chamusca.

Foram identificados 4 indivíduos, com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos,

residentes nos Concelhos de Chamusca e Tomar, como sendo suspeitos da autoria dos

referidos furtos.

Efectuada uma busca domiciliária à residência do principal suspeito, foram apreendidos vários  artigos tais como: uma moto 4, uma arma de caça, várias munições, diverso material informático e de som e ainda diversas ferramentas agrícolas e manuais.

Contactado o Ministério Público de do Tribunal Judicial da Golegã, este ordenou que um dos suspeitos fosse constituído arguido, outros sujeitos a termo de identidade e residência e o menor entregue à família.

 

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26.2.10

Ligeiro agravamento, hoje dia 26. Barragens espanholas e Castelo de Bode já aumentaram descargas, para além das inundações divulgadas até agora. Previsão: Agravamento do Cais de Tancos e Arrepiado e zona baixa de Vila Nova da Barquinha.

Durante a manhã de hoje, agravamento em Constância, EN 368-1, Chamusca Vale de Cavalos. À tarde: submersão em Caneiras e E.N 365-Assacaias. Inicio da Noite: eventual galgamento do descarregamento das Omnias.

GI/Governo Civil Santarém

 

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24.2.10

 

     “A Mulher e o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)” é o tema das primeiras Jornadas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT que irão decorrer, nos próximos dias 4 e 5 de Março, no Auditório da Unidade Hospitalar de Torres Novas.

     Estas primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia têm como objectivo consciencializar os profissionais de saúde e a população da área de intervenção do Centro Hospitalar para a recente implementação de um Serviço único de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e para a forma como facilita o acesso da Mulher a cuidados médicos, nesta especialidade.

     As Jornadas que se destinam a profissionais de saúde de diversas áreas, nomeadamente Médicos de Medicina Geral e Familiar, da especialidade e enfermeiros, contam com a organização do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e com o apoio da Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT), criada em Outubro de 2009 e presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado.

     Estas primeiras Jornadas procuram abordar duas grandes vertentes da especialidade, começando pelas mudanças efectivas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas e, passando a uma segunda vertente, que tratará as controvérsias desta especialidade.

     Nascer no CHMT o que mudou? é a questão que se coloca logo no início das Jornadas, no dia 4 de Março, após a sessão de abertura, agendada para as 9 horas, no Hospital de Torres Novas. Esta primeira questão abordará diferentes perspectivas, nomeadamente o diagnóstico pré-natal, o estudo analítico na gravidez, preparação para o parto, a interrupção da gravidez, a dor no parto e a analgesia epidural.  Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1.100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1.300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à analgesia de parto (epidural) e as condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

     Unidades de Medicina Geral e Familiar e o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT é outro dos temas em destaque neste primeiro dia. Seguem-se as Controvérsias que, no final do primeiro dia, abordarão a osteoporose – prevenção e tratamento, terapêutica hormonal de substituição e incontinência urinária. O segundo dia das Jornadas, inicia-se como uma mesa redonda subordinada ao tema Ginecologia e Obstetrícia fora dos grandes centros – Que futuro?, seguindo-se Controvérsias II e abordagem à prevenção do Vírus do Papiloma Humano/HPV e o cancro do colo do útero, colheitas de células estaminais do cordão – vale a pena? e, por último, medicamentos genéricos podemos confiar? As primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT irão reunir, nos próximos dias 4 e 5 de Março, em Torres Novas, profissionais de saúde de diferentes pontos país. 
 

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11.2.10

Em conformidade com o definido no art.º 33, alínea b) do Decreto-Lei n.º 28/2008 de 22 de Fevereiro, informa-se que se encontra calendarizada a 1.ª Reunião do Conselho da Comunidade do ACES Zêzere, para o próximo dia 19 de Fevereiro, pelas 14.30h, no Centro de Saúde de Constância, de acordo com a seguinte ordem de trabalhos:
 
Apresentação
Objectivos do Conselho da Comunidade
Actividades a desenvolver pelo Conselho da Comunidade
Outros

 Conselho da Comunidade

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6.2.10

 

A família de Maria Joaquina Baptista Duarte, falecida aos 78 anos, vai apresentar queixa contra o Hospital de Tomar por aquilo que acreditam ter sido uma morte causada por negligência médica. O filho, Baptista Duarte, conhecido cavaleiro tauromáquico, já contactou um advogado para dar seguimento à queixa-crime, dizendo-se bastante revoltado com o modo como a sua mãe foi tratada pelo cirurgião que se encontrava de serviço, que – ao invés de a operar de imediato - optou por interná-la para observação.
O caso remonta a 10 de Janeiro, domingo, quando Maria Duarte deu entrada no serviço de urgência do Hospital de Tomar, cerca das 19h00, com fortes dores abdominais e, de acordo com palavras do filho, “com um inchaço do lado direito do abdómen”. Foi a filha que a transportou e acompanhou às urgências não sem antes ter ligado à médica de família a dar conta do sucedido. “O médico ao vê-la entendeu que esta não se encontrava no seu juízo normal. Empurrou para dentro o inchaço do abdómen e disse que o que tinha que fazer já estava feito”, conta Anastácio Baptista Duarte.
Em causa, para esta família, está o facto de não se realizarem intervenções cirúrgicas de urgência, durante o fim-de-semana, no Hospital de Tomar. Recorde-se que em Novembro de 2008, no âmbito da reorganização das urgências do Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Hospital de Abrantes passou a concentrar a cirurgia geral urgente, ficando as unidades de Torres Novas e Tomar a disponibilizar o serviço básico de urgência e a efectuar as cirurgias programadas e de ambulatório. A medida entrou em funcionamento em Janeiro, apesar dos protestos da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo.
Por este motivo, de acordo com Baptista Duarte, a mãe ficou internada toda a noite, “com dores lancinantes” quando deveria ter sido imediatamente transferida para a unidade de Abrantes. Viria a ser operada, pelo mesmo cirurgião que a observou na véspera, na manhã de segunda-feira, 11, após realizar novos exames e um Raio-X. “No dia 11 quando a fui visitar deparo com a minha mãe num estado deveras inumano e lastimoso. Pensei comigo que só a mão de Deus a poderia salvar”, conta o filho ainda pouco refeito da sua perda.
Maria Joaquina Baptista Duarte acabou por falecer na terça-feira, 12, pelas 18h00. A família não pediu que se realizasse autópsia mas acredita que a mãe morreu porque não lhe foram prestados os devidos cuidados médicos. Por isso está disposta a ir até ao fim para que a morte da sua familiar não passe em branco.
O MIRANTE entrou em contacto com o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) para ouvir a sua versão em relação ao sucedido. Edgar Pereira, director clínico do CHMT, apenas respondeu que “qualquer queixa ou reclamação determina a abertura de um processo de averiguação”.

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9.1.10

 

O campeão mundial sub20 Rui Cova é o nome mais sonante das contratações de Inverno do Hóquei Clube “Os Tigres”, de Almeirim, que continua a apostar forte na subida de divisão, o grande objectivo delineado no início da época.

“A principal razão para esta mudança foram os meus antigos colegas no Benfica que aqui jogam, e que me falaram muito bem do clube”, disse ao nosso jornal o internacional português, vindo do Parede FC, clube que milita na 2ª divisão nacional, para os Tigres, do escalão inferior, zona centro.

“Apesar de estar actualmente na 3ª divisão, é um clube que tem um projecto para crescer, e isso cativou-me”, continuou Rui Cova, que se junta a Ivo Nascimento (ex Paço de Arcos) e Tiago Barreira (ex Santa Cita), contratados em Dezembro.

“Para mim, o mais importante é sentir-me bem onde estou a jogar, e acho que encontrei isso aqui, até porque estava insatisfeito no meu anterior clube”, afirma o jogador, explicando que a integração no plantel tem corrido bastante bem.

“Estão cá muitos jogadores que já conhecia, o que facilita muito, e os dirigentes têm-me tratado muito bem”, acrescenta.

“Os Tigres têm todas as condições para se afirmar, porque qualidade não falta a este plantel”, sublinha Rui Cova, para quem “resta-nos a nós provar isso dentro do ringue, entrando em todos os jogos para ganhar”.

Depois de um início de época algo desastrado, o clube almeirinense ocupa a 2ª posição da tabela classificativa, em igualdade pontual com o Santa Cita e a quatro pontos do líder HC Mealhada.

Os resultados têm melhorado significativamente desde a entrada do treinador Jorge Godinho, que pegou nos Tigres a partir da 6ª jornada.

Desde então, o clube só conheceu um resultado: a vitória.

“Tendo em conta o que não correu bem de início, estarmos em 2º lugar é positivo, apesar desta equipa ter qualidade para estar mais acima”, afirma Jorge Godinho, que não esconde a ambição de acabar a época como campeão.

“O plantel dá-me todas as garantias porque tem valores individuais acima da média para uma terceira divisão, mas é preciso trabalhar muito para ganhar os jogos e ter em conta o valor dos adversários”, acrescenta o treinador, que elege o HC Mealhada e o Santa Cita como os mais fortes, dentro de um “lote de cinco equipas competitivas e complicadas”.

“Tendo em conta o atraso pontual em relação ao Mealhada, neste momento apontamos as baterias apenas para a subida de divisão, onde basta o 2º lugar, mas é lógico que olhamos sempre para cima”, continua Jorge Godinho, explicando que “há que manter esta dinâmica de vitórias, encarando cada jogo como uma final que não se pode perder”.

«O Ribatejo»

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8.1.10

O serviço de urgências do hospital de Abrantes "entrou em ruptura", registando desde o início do ano “congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera” dos utentes, disse hoje fonte hospitalar.

Edgar Pereira, director clínico do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) - que engloba os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas -, disse à agência Lusa que a situação é “preocupante” e “as rupturas são resultado” do encerramento do serviço de atendimento prolongado por parte da direcção do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere (ACES) no início do ano.

Aquele serviço funcionava com dois médicos no interior da unidade hospitalar, atendendo cerca de 150 utentes diariamente, entre as 08:00 e as 20:00, “em situação mista”.

“No início do ano, fomos confrontados com esta decisão do ACES e com a consequente cessação da prestação de serviços por parte dos profissionais de saúde”, afirmou o responsável, acrescentando que os cerca de 150 utentes continuam a deslocar-se para as urgências do hospital, “criando congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera”.

“Do total de utentes que o serviço do centro de saúde atendia, cerca de uma centena necessitava apenas de cuidados primários de saúde. Se encerrassem o serviço mas levassem os utentes para a consulta de recurso, o serviço de urgências cumpriria cabalmente a sua função, atendendo os casos mais agudos”, frisou Edgar Pereira.

Em declarações à agência Lusa, Fernando Siborro, director executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, que agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha, disse que “desde Outubro que o CHMT estava informado do encerramento" do serviço.

“Encerrámos o serviço de atendimento prolongado, essencialmente, por motivos de

reestruturação e para uma optimização de serviços, uma vez que reforçámos

significativamente a consulta de recurso com os dez médicos que prestavam ali serviço, à razão de dois por dia, e que vão, assim, poder receber mais utentes da própria lista de espera”, esclareceu Fernando Siborro.

“Este é um serviço que serve para dar resposta aos utentes sem médico de família, ou cujo médico esteja doente ou de férias, não é um serviço de urgência, e esta consulta de recurso abrange milhares de pessoas dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal”, afirmou.

Para Edgar Pereira, no entanto, a situação é “insustentável”, admitindo “esforços” para a contratação de mais médicos para o serviço de urgência do hospital de Abrantes.

Lusa/SAPO (7.1.2010)

 

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6.1.10


 

Abrantes<br>Preside ao Conselho da Comunidade de ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do ZêzereA Presidente da Câmara de Abrantes foi indicada para presidir ao Conselho da Comunidade do ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere. O nome de Maria do Céu Albuquerque foi indicado pelos presidentes das Câmaras que integram este órgão.

O conselho da comunidade é um órgão constituído por 14 personalidades representantes do poder local, administração regional e da sociedade civil. Entre outras competências, cabe a este conselho alertar o director executivo do agrupamento para factos reveladores de deficiências graves na prestação de cuidados de saúde assim como propor acções de educação e promoção da saúde e de combate à doença a realizar em parceria com os municípios e demais instituições.
Para a presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, este órgão assume um papel determinante para “podermos trabalhar nas matérias que dizem respeito a todos os munícipes que estão envolvidos, fazendo face às carências que hoje todos sentimos, nomeadamente na questão da falta de médicos de família”. A autarca de Abrantes assumiu já o compromisso com os seus pares para a realização de reuniões periódicas para que, legitimamente, possa “reivindicar” junto da administração o “melhor para as nossas comunidades em matérias de saúde familiar”.
O Agrupamento do Zêzere tem sede em Constância e agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha.

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NOTA da CUSMT:
Face aos documentos que anexamos verifica-se que a actividade desenvolvida pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo, não será afectada pela aplicação das normas propostas. No entanto, desconhece-se se a tendência de centralização de serviços a nível nacional não poderá vir a afectar a distribuição de serviços entre as três unidades hospitalares do Centro Hospitalar (Abrantes, Torres Novas e Tomar).
A CUSMT procurará analisar o documento no âmbito nacional para detectar as implicações que tais propostas terá para a população portuguesa, e especialmente os doentes de patologia oncológica e seus familiares.
 
Nota da Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas
 
Disponibiliza-se para consulta e discussão pública, até ao final de Janeiro de 2010, o documento “Requisitos para a Prestação de Cuidados em Oncologia”, elaborado pela Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas.
O documento foi criado no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Plano Nacional de Prevenção e Controle das Doenças Oncológicas, que estabelece a necessidade de “definir os critérios para atribuição e reconhecimento das competências específicas para os diferentes tipos de cuidados a prestar, em particular aquelas que são as principais modalidades de tratamento oncológico: cirurgia, radioterapia e oncologia médica”, e pretende estabelecer a “matriz” de avaliação das instituições e serviços que prestam cuidados a doentes oncológicos.
A avaliação das instituições insere-se num processo de promoção da qualidade que pressupõe a correcção progressiva de lacunas e necessidades estruturais de cada serviço. Neste sentido, o presente documento de trabalho deve também ser entendido como base de análise para que o Ministério da Saúde e as Administrações Regionais de Saúde possam orientar o investimento nos recursos físicos e humanos necessários, para que os serviços possam continuar a assegurar a formação de equipas de profissionais diferenciados e garantir capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde às necessidades crescentes dos doentes oncológicos e das suas famílias.
Deverá ser com base nos requisitos de competência para as diferentes modalidades de tratamento que deverá ser desenhada, a nível regional, a “Carta Hospitalar” da rede de cuidados em oncologia e um “Plano de Desenvolvimento” que identifique e programe os meios e investimentos estruturais necessários em cada serviço.

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1.1.10

A medida governamental define que a nova ULS abrange o Hospital Amato Lusitano e os centros de saúde de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor, Vila Velha de Ródão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei (todos no distrito de Castelo Branco) e Mação (no distrito de Santarém).

Em declarações à agência Lusa, os autarcas consideram a medida “prejudicial dos interesses do povo, em razão da proximidade geográfica e dos ciclos normais de circulação de acesso à saúde através dos Centros de Saúde de Vila de Rei e Mação e do Centro Hospitalar do Médio Tejo (hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas), locais de acesso facilitado pela A23 e A1.

“Discordamos e repudiamos esta medida em absoluto, uma vez que todos os vilarregenses têm actualmente acesso à saúde através do Centro de Saúde de Vila de Rei e dos hospitais do centro Hospitalar do Médio Tejo, muito mais próximos do nosso concelho”, afirmou Ricardo Aires, vice-presidente da Câmara de Vila de Rei (PSD).

 

Os responsáveis das Câmaras de Mação e Vila de Rei consideram “lesiva e prejudicial” aos interesses dos seus munícipes a integração dos respectivos centros de saúde na Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco, medida que hoje entrou em vigor.

 

Segundo acrescentou, “os quilómetros, cerca de 110, que distanciam Vila de Rei da sua sede de distrito são uma das principais causas desta revolta”.

“Tendo aqui ao lado Abrantes a 25 quilómetros, Tomar a 30 e Torres Novas a 40”, evitava-se igualmente “perdas de tempo para consultas ou cirurgias”, considerou ainda Ricardo Aires, afirmando ir “reclamar por um regime de excepção”.

Com a nova configuração territorial, o município de Mação deixou de estar agregado ao Médio Tejo (distrito de Santarém) e passou a integrar a sub-região do Pinhal Interior Sul (Castelo Branco), a par de Vila de Rei, uma medida “gravemente lesiva”, porquanto “implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade dezenas de quilómetros mais distante e sem transportes públicos regulares”, alegam os responsáveis das referidas autarquias.

Os responsáveis da autarquia de Mação, por sua vez, afirmam “não entender os benefícios” da medida, que “repudiam” e contra a qual insistem em “lutar”.

Hospitais de Coimbra em vez de Lisboa

O vice-presidente da Câmara Municipal, Vasco Estrela (PSD), disse à Lusa que, com a entrada em vigor do diploma, o Governo criou condições para que os munícipes e utentes do concelho passem a ser atendidos no Hospital de Castelo Branco, “em detrimento” do Centro Hospitalar do Médio Tejo”.

Ao mesmo tempo, a integração na ULS de Castelo Branco “drena os doentes para o Centro Hospitalar de Coimbra, como ponto de referenciação terciário, e não para os Hospitais de Lisboa”, o que também não agrada ao autarca.

“Esta decisão é gravemente lesiva dos interesses do povo deste concelho, porque implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade 50 quilómetros mais distante e sem transportes públicos regulares”, observou Vasco Estrela.

A Câmara de Mação, acrescentou o responsável, já escreveu ao Presidente da República, “alertando-o para esta injustiça social e territorial”.

http://www.publico.clix.pt/

 

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27.12.09

 

 

 

As pessoas inscritas para uma cirurgia nos hospitais do centro Hospitalar do Médio Tejo ou noutras unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) podem, a partir de hoje, saber qual é a posição que ocupam na lista de espera através da Internet e perceber quanto tempo vão aguardar pela sua intervenção cirúrgica.

 

Esta era uma das medidas previstas no Simplex 2009 e a sua entrada em funcionamento tinha sido anunciada inicialmente para Setembro. Manuel José Soares da Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo comentou para a Hertz o arranque de mais esta medida que visa diminuir os tempos de espera para cirurgia.A questão da utilização das tecnologias de informação vai ser analisada em breve pela Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo que defende que esta medida deve ser complementada por outras.A forma de aceder ao Programa e-SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia) é relativamente simples: os inscritos para uma cirurgia nos hospitais públicos precisam, primeiro, de se registar no portal da saúde (www.portaldasaude.pt), usando o número de utente do SNS; nessa altura, recebem uma palavra-chave que lhes permitirá consultar o respectivo processo e conhecer os dados relativos à sua situação na lista de espera.

http://www.radiohertz.pt/?

 

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12.12.09

A alegria que permanece

O Natal anuncia-se próximo com iluminações e enfeites das ruas, cânticos, compras, prendas, gestos de solidariedade, convívio familiar. As pessoas e o ambiente parecem mais humanos e fraternos, a vida mostra mais encanto. Respira-se uma alegria interior, serena, contagiante. Num mundo frio e egoísta bem precisamos da mensagem do Natal. Por isso, muitas pessoas manifestam a vontade de que o Natal permaneça e não seja apenas uma data passageira.

De facto, este período propõe fraternidade, paz, alegria e esperança. São atitudes e valores que correspondem aos anseios profundos do coração humano. Mas, frequentemente, sentimos a sua ausência. Sofremos com o individualismo, a desconfiança mútua, o desânimo, a solidão, a agressividade. Precisamos do Natal sempre. Nesse sentido vai a minha mensagem: façamos Natal todos os dias. De facto, Jesus nasceu para nos ensinar o caminho da paz e da alegria como um estilo de vida permanente.

Se formos à origem do acontecimento concluímos, realmente, que o Natal veio para ficar e criar uma situação nova: “O verbo incarnou e habitou entre nós”. Deus fez-se humano e apresentou-se no nosso meio, na humildade e na simplicidade de uma criança. Trouxe-nos a vida plena, a luz, a verdade. Com a Sua vinda oferece ao mundo mais fraternidade e esperança, mais encanto e beleza. Todos podemos dar um contributo para pôr em prática o Natal.

Vamos aprender na fonte a viver o Natal. Aproximemo-nos com renovada admiração do presépio para colher a mensagem desta representação do acontecimento histórico: No centro, uma criança estende-nos os braços e sorri. Aprendamos a estender os braços e a sorrir, vencendo a desconfiança que nos fecha aos outros. A alegria do menino aparece associada ao acolhimento e dedicação dos pais. Dediquemo-nos e defendamos também a união estável da família, alicerçada no amor e santificada pelo sacramento do matrimónio, como berço e ambiente para o desenvolvimento harmonioso dos filhos. Ao presépio acorrem variadas personagens em atitude de louvor e de oferta de dons. Saibamos partilhar o nosso afecto, a nossa atenção e os nossos bens com os que nos rodeiam, sobretudo com os mais carentes.

A alegria do Natal é, portanto, a alegria das realidades simples e essenciais da vida que resistem ao desgaste do tempo e unem as gerações: da simplicidade que denuncia uma cultura de fachada; da fraternidade que se traduz no acolhimento e no serviço e vence o individualismo; da paz que contraria a agressividade; do dom que renuncia ao egoísmo. O presépio irradia calor humano num tempo árido e fechado: É a alegria que permanece e vence a monotonia e a secura da vida. Procuremos dar o nosso contributo para que seja sempre Natal.

+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém

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10.12.09

 

À semelhança do que acontece um pouco por todo o mundo, também no Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere já se entrou numa curva descendente no que diz respeito ao aparecimento de novos casos de Gripe A. Desta forma, dentro das unidades de Tomar, Abrantes, Constância, Sardoal, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha, estão confirmados 553 casos, mais 73 do que em relação à última contabilidade, que é feita semanalmente.

 

 

De referir que, já nesta quarta-feira, o Colégio da Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos decidiu apoiar as medidas implementadas pela Direcção Geral de Saúde a propósito da vacinação contra a Gripe A. Ou seja, a prática da vacina é aconselhada a todas as grávidas, pois não existem dados científicos que permitam concluir qualquer efeito negativo desse acto. Entretanto, duas das últimas vítimas mortais da Gripe A estavam internadas no Hospital Distrital de Santarém desde, sensivelmente, o início do mês de Novembro. Aliás, foram estes os primeiros registos mortais naquela unidade da capital do distrito. Tratavam-se de duas mulheres, com 52 e 40 anos, e que faleceram devido à associação do vírus H1N1 com outras patologias, nomeadamente diabetes e hepatite B. A senhora de 40 anos era natural de Cabo Verde e, actualmente, residia sozinha em Almeirim, enquanto a mais velha era residente no concelho do Cartaxo.

http://www.radiohertz.pt/?

 

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8.12.09

 

O Núcleo Regional do Sul Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) está a desenvolver nos concelhos da sua área de influência (concelhos dos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Santarém, Leiria e Setúbal), uma intensa campanha de rastreio de cancro da mama, sendo que as mulheres entre os 45 e os 69, o público –alvo deste Programa Nacional.

Na sua missão de sensibilização para a efectivação deste rastreio, como interveniente com responsabilidades informativas e como agente na área da saúde pública, a Câmara Municipal de Benavente alia-se à LPCC e prestam a seguinte informação: 
 

MEIOS PARA O RASTREIO DO CANCRO /OBJECTIVOS

A prevenção das doenças do foro oncológico é uma das principais actividades do Núcleo Regional do Sul (NRS) da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Nesta imensa área de intervenção sobressai o Rastreio do Cancro da Mama, que integrado no Plano Oncológico Nacional e Programa Europeu Contra o Cancro, tem, como objectivos primordiais, a redução da letalidade da doença pois, através do diagnóstico atempado, é possível encontrar formas adequadas de tratamento, bem como melhorar a qualidade de vida dos pacientes, pois, a detecção precoce da doença permite encontrar meios menos agressivos para a debelar.

Para a consecução deste programa são utilizadas unidades móveis e fixa, guarnecidas por técnicas credenciadas em radiologia, que executam os respectivos exames às mulheres (convidadas, através de carta personalizada, a participar) com idade compreendida entre os 45 e os 69 anos, grupo etário a que se destina o rastreio.

O NRS dispõe dos seguintes meios para, na sua área de influência, exercerem de forma consistente o referido rastreio: 
 

  • 7 Unidades móveis, apetrechadas com equipamentos de mamografia, digitalizador de imagens mamográficas, técnicas de radiologia e pessoal administrativo, que se deslocam nos concelhos dos distritos de Beja, Évora, Leiria, Portalegre, Santarém e Setúbal. Em breve, outros distritos serão, igualmente cobertos;
  • 1 Unidade fixa – Santarém, apetrechada de forma igual às unidades móveis;
  • 1 Centro de Leituras e Aferições (CLA), sito em Lisboa, “coração” do rastreio, equipado com aparelhos de leitura de radiografias (mamografias), ecógrafo, mamógrafo e outros equipamentos médicos que permitem acurar o diagnóstico.

Existe ainda uma equipa de 5 médicos radiologistas que asseguram a leituras dos exames (segundo o método da dupla leitura cega) e efectuam outros exames complementares de diagnóstico, nos casos em que o exame radiológico não é conclusivo. 
 

O rastreio no Concelho de Benavente decorrerá, salvo alguma contrariedade: 
 

  • Junto ao Centro de Saúde de Benavente entre 10 de Dezembro de 2009 e 06 de Janeiro de 2010;
  • Junto ao Centro de Saúde de Samora Correia a partir de 18 de Janeiro de 2010 até data a definir.

 
 

Os exames de rastreio e as consultas de aferição em Lisboa são, totalmente grátis para as mulheres que participam neste rastreio do cancro da mama.  
 
 

Sem outro assunto de momento

Com os melhores cumprimentos 
 

                                        O Presidente da Câmara Municipal 
 
 

                                           (António José Ganhão) 
 

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4.12.09
 

 


 
O condutor do veículo que hoje atropelou, em Tancos, Santarém, 16 militares, três dos quais com gravidade, disse que, no momento do acidente, "estava escuro" e que os militares "não estavam identificados com coletes". 


 

"Estava escuro. Eles não vinham identificados com coletes nem com camisolas brancas. Tentei desviar-me mas não consegui e apanhei o pelotão", disse à Lusa José Filipe, que fazia o percurso Tancos-Praia do Ribatejo para fazer distribuição de jornais. 
 
José Filipe explicou que os militares vestiam t-shirts e calças verdes.
 
"As primeiras ambulâncias e as autoridades policiais a chegarem ao local podem comprovar que eles vestiam t-shirts e calças verdes. Eu bati na minha mão", referindo-se à faixa em que seguia. 
 
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Barquinha, Carlos Gonçalves, disse à Lusa que "têm ocorrido muitos acidentes naquele local, alguns com gravidade, mas nunca envolveram militares em treino". 
 
"Trata-se de um recta que atravessa o polígono militar. Têm ocorrido muitos acidentes envolvendo viaturas que circulam a grandes velocidades, mas nunca com militares em treino", disse o comandante que integra os bombeiros voluntários de Barquinha há 18 anos. 
 
Dois dos feridos com maior gravidade foram transportados por um helicóptero do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para os hospitais de S. José e Santa Maria, em Lisboa. 
 
Os outros militares feridos, outros dos quais com gravidade, foram enviados para o Hospital de Abrantes e Tomar. 
 
O acidente ocorreu perto das 7h00.
 

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30.11.09

A Câmara Municipal de Mação reunida em 09/09/2009 deliberou, por maioria, emitir um comunicado sobre a decisão do Governo, tomada em Reunião de Conselho de Ministros de 03/09/2009 de criar a Unidade Local de Saúde de Castelo Branco E.P.E., abrangendo o Hospital Amato Lusitano e os Centros de Saúde de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor, Vila Velha de Ródão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Mação e Vila de Rei.

 

 

«1. A Câmara Municipal de Mação não teve conhecimento prévio desta decisão do Governo, que repudia e contra a qual vai lutar, por entender que é gravosamente prejudicial aos interesses dos Munícipes deste Concelho;

2. Com a decisão agora tomada, o Governo criou condições para que os Munícipes/Utentes deste Concelho passem a ser atendidos relativamente aos cuidados de saúde primários e hospitalares, leia-se, consultas, internamentos e cirurgias, no Hospital de Castelo Branco, em detrimento do Centro Hospitalar do Médio Tejo (Hospital de Abrantes, Tomar e Torres Novas), bem como o encaminhamento de doentes para o Centro Hospitalar de Coimbra, como ponto de referenciação terciário e não para os Hospitais de Lisboa;

3. Esta decisão é, no nosso entender, gravemente lesiva dos interesses do Povo deste Concelho de Mação, porque, a ser concretizada, implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade mais distante do Concelho e sem transportes públicos regulares (Mação/Abrantes: 25 km; Mação/Castelo Branco: 75km);

4. A Câmara Municipal de Mação deliberou, ainda, escrever ao Senhor Presidente da República, alertando-o para esta injustiça social e territorial relativamente às pessoas deste Concelho, ao seu bem-estar e sensibilizando-o de forma a não promulgar este diploma;

5. Cremos que, desde 25 de Abril de 1974, nenhuma outra medida tão contrária e evidente ao espírito daquela data penalizará o nosso dia-a-dia, as nossas já difíceis vidas.

Entendemos ser nossa obrigação alertar a população para a delicadeza desta decisão que a todos afectará, solicitando o empenho de todos no sentido de evitar a sua concretização».

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20.11.09

 

Candidatura Sónia Sanfona 01

A ex-candidata do PS à Câmara de Alpiarça e ex-deputada Sónia Sanfona foi a escolhida para o cargo de governadora civil de Santarém, sucedendo a Botas Castanho.

Sónia Safona torna-se aos 37 anos a primeira mulher a assumir esta função no nosso distrito. Sónia Sanfona é advogada de formação e assumia agora o cargo de vereadora na Câmara de Alpiarça que deixou escapar para a CDU nas últimas eleições autárquicas.

Sublinhando o papel dos governos civis na ligação das regiões que representam com o Governo central, Sónia Sanfona disse ser seu objectivo imediato trabalhar em prol do distrito, procurando dar-lhe “a visibilidade e o relevo que merece” para que seja “exemplar e uma referência nacional”.

Sónia Sanfona disse sentir-se preparada e motivada para responder aos “desafios estruturantes” que se colocam a quem desempenha o cargo de governador civil, realçando o papel destas estruturas em matéria de prevenção rodoviária, protecção civil, relacionamento institucional e com o movimento associativo, áreas que considerou poderem ser “motor de uma região”.

Sónia Sanfona refutou ver na sua nomeação, aprovada hoje em Conselho de Ministros, uma “lógica de lugares de compensação”.

A ex-deputada foi criticada publicamente por, juntamente com Ana Gomes, ter contestado a sua exclusão da lista de candidatos à Assembleia da República por concorrer ao mesmo tempo à presidência da Câmara Municipal de Alpiarça, município que o PS perdeu para a CDU nas autárquicas de 11 de Outubro.

Sónia Sanfona disse ainda que o facto de se perder uma autarquia em eleições “não pode ser um hadicap para qualquer político”.

“Sei que teria condições para fazer um bom trabalho e ser uma boa presidente de Câmara. A população assim não entendeu, decisão que respeito”, disse, adiantando que vai assumir as funções de governadora civil “com o mesmo ânimo e determinação” com que sempre se envolve em tudo o que faz.

“Com todo o respeito pelos que me criticam, há desafios para assumir”, disse, sublinhando a confiança que é depositada em si pelo Governo e pelo partido que apoia.

Defensora da regionalização, Sónia Sanfona disse à Lusa que o futuro dos governos civis dependerá do modelo de um projecto que tem ainda um tempo e um caminho para percorrer.

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18.11.09

 

O W Shopping, centro comercial gerido pela Multi Mall Management, lançou o concurso de Natal: «Mistério no W Shopping». O concurso, no qual os visitantes do W Shopping se podem habilitar a ganhar um prémio no valor de cinco mil euros em compras, já começou no dia 14 de Novembro. Para vencer o prémio, terão de conseguir decifrar até ao próximo dia 5 de Janeiro de 2010, o «Mistério do W Shopping».

 

 

As compras no valor de 15 euros e múltiplos transformam-se em participações. A cada participação é fornecida uma pista. Quantas mais vezes participarem, mais possibilidades os participantes terão de ser o grande vencedor do concurso «Mistério do W Shopping». No decorrer do concurso serão dadas algumas pistas aos participantes que poderão ajudá-los a desvendar o misterioso enigma. As pistas vão estar espalhadas pelo W Shopping, vão estar disponíveis em jornais locais e no Facebook em «W Mistério de Natal». Sozinho ou com a ajuda da família, siga as pistas e divirta-se a desvendar o grande Mistério do W Shopping. O importante é dedicar atenção TOTAL aos mínimos detalhes de cada pista. Quer uma pista? O W vai ser o Centro de toda a acção. Para obter mais informações acerca deste concurso de Natal «Mistério no W Shopping», dirija-se ao Balcão de Informações do W Shopping.

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14.11.09

 

Almeirim - Ass 20 kms HPIM1304

A primeira prova de corta-mato da época 2009/2010 do calendário competitivo da Associação de Atletismo de Santarém (AAA) vai realizar-se no parque da Zona Norte de Almeirim, no próximo dia 6 de Dezembro, organizada pela Associação 20kms de Almeirim.

O corta-mato inicia-se às 9h30, e esperam-se cerca de 250 atletas federados dos diversos clubes do distrito de Santarém, numa prova aberta a escalões desde os benjamins aos veteranos, de ambos os géneros.

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11.11.09

 

filmeESTA

Os alunos da licenciatura em Vídeo e Cinema Documental da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) do Instituto Politécnico de Tomar (IPT) apresentam um filme no Estoril Film Festival 2009, no âmbito do concurso Canon.

O Estoril Film Festival e a CANON seleccionaram cinco escolas de cinema e audiovisual do pais, de entre as quais a ESTA de onde saíram as 5 equipas concorrentes.

O concurso Curta-Metragem Canon dirige-se a estudantes de Vídeo, desafiados a formar equipas, escrever, filmar e editar uma curta-metragem com o tema “Movimento”, com o limite de 3 minutos.

A curta-metragem realizada por cada equipa, será exibida numa sessão especial do Estoril Film Festival no dia 14 de Novembro – no Centro de Congressos do Estoril, numa sessão aberta ao público e com entrada livre.

Após a projecção dos trabalhos realizados pelas equipas, segue-se um debate acerca da experiência numa discussão informal, entre as várias equipas a concurso.

O vencedor do concurso será anunciado no próprio dia 14, pelas 16h30, no Centro de Congressos do Estoril.

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10.11.09

O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira – se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.

 

Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.

O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caíam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.

Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano.

Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal:

Nos grandes ninguém toca.

In: Jornal de Notícias - 02-11-2009

 

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9.11.09
 
A secretária de Acção Social do Brasil, Lurian Lula da Silva, filha do presidente da República, integra a comitiva brasileira que encerrará o seminário internacional ceramista, que decorre em Mação até quarta-feira, informou à Lusa fonte da organização.

A comitiva estará em Portugal no âmbito do Projecto "Porto Seguro", coordenado pelo Museu de Mação e pelo Instituto Politécnico de Tomar, que promove a construção de uma plataforma permanente de relações, ao nível do património cultural, entre a União Europeia e o Brasil.

Segundo o director científico do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, "marcarão presença" em Mação o vereador da Câmara de Deputados brasileiro Adriano de Brito, o prefeito de S. José, de Santa Catarina, Djalama Vando Berger e a secretária de Acção Social Lurian Lula da Silva, que "presidirão à assinatura de vários protocolos de cooperação" entre os dois países, através da Câmara de Mação e do Politécnico de Tomar.

"A assinatura formal deste acordo de cooperação surge no âmbito do projecto 'Porto Seguro' e na sequência de várias acções entretanto já levadas a cabo no Brasil, que recentemente instalou no Município brasileiro de S. José", no Estado de Santa Catarina, "um Instituto Terra e Memória, associado ao de Mação", afirmou Luís Oosterbeek.

Segundo o responsável, a presença de Lurian Lula da Silva "decorre da respeitabilidade externa de Mação no âmbito dos projectos de intervenção ao nível da acção social e visa estudar a possibilidade de desenvolver o estreitamento de relações a esse nível".

"Os responsáveis do município de S. José, muito pujante ao nível económico e com cerca de 300 mil habitantes, decidiu trazer também alguns empresários que visitarão algumas unidades fabris da região, em visita de trabalho e prospecção que poderá resultar num embrião de futuros negócios e trocas empresariais", afirmou à Lusa o responsável pelo Museu de Arte Pré-Histórica de Mação

Esta passagem por Mação da comitiva brasileira marcará o encerramento do Seminário Internacional 'Cadeias Operatórias na Cerâmica Arqueológica: um encontro entre culturas; um encontro entre várias disciplinas', bem como a inauguração da Exposição Internacional 'Índios Guaranis: um passado revisto pela cerâmica arqueológica', levada a cabo em Mação por investigadores e técnicos de Portugal e do estado brasileiro de Santa Catarina

 

 

http://jn.sapo.pt/

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24 das 28 Corporações de bombeiros da Federação de Bombeiros do Distrito de Santarém estiveram reunidas em assembleia-geral e decidiram manter, em 2010, as tabelas de  preços de serviços prestados à comunidade. O presidente da federação, Adelino Gomes, refere que esta decisão, tomada por unanimidade, visa situações pontuais e serve apenas de referência para esses casos:

 

 

«Esta tabela não trás grandes vantagens ou receitas aos bombeiros. Trata-se de uma tabela para alguns serviços ocasionais. De entre os serviços tabelados, na assistência a actividades de desporto e lazer, a taxa de saída de cada viatura ligeira, até 10 quilómetros de distância, é de 30 euros, e por cada viatura pesada, 120 euros. Para deslocações além de 10 quilómetros paga-se mais 1,80 euros a cada quilómetro em viatura ligeira e 5 euros em viatura pesada. A abertura de portas é outro dos serviços muito requisitados. Neste caso, em 2010, vai continuar a pagar-se a taxa de saída (até 10 Km) de 25 euros. O preço de quilómetro percorrido é de 2,50 euros e o preço de cada bombeiro por hora de actividade é de 12,50 euros. Refira-se que estes são valores de referência cabendo a cada município decidir os valores finais.

http://www.radiohertz.pt/

 

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6.11.09

A proprietária de uma ourivesaria de Ourém foi agredida de forma violenta, na quinta-feira à noite, por dois assaltantes que fugiram com grande quantidade de ouro.

Os artigos estavam guardados num cofre e os ladrões aproveitaram o momento em que a vítima os retirava para a agredirem.
 
A mulher foi assistida no Hospital de Tomar e transferida para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, em estado grave.

 http://www.correiomanha.pt/

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3.11.09

 

cintra 03

 

Os espanhóis da Font Salem estão em negociações com os administradores de insolvência da cervejeira Drink In, de Santarém, num processo que ainda não está fechado, disse à Lusa fonte da comissão de trabalhadores.

Jorge Armindo, que adquiriu a Drink In a Sousa Cintra em 2006, disse à Lusa que foram pedidos mais 15 dias (até 16 de Novembro) ao tribunal de Santarém para apresentação de um plano de viabilização da empresa, recusando confirmar o interesse dos espanhóis da Font Salem.

Fonte da comissão de trabalhadores disse, no entanto, à Lusa que responsáveis da Font Salem já visitaram a empresa e que terão posto como uma das condições o despedimento, até ao fim do ano, de 46 dos actuais 96 trabalhadores.

fonte: http://www.oribatejo.pt/

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27.10.09

Distrito de Santarém vai perder população 

Um estudo revela que em 2030 o distrito poderá ter menos cerca de 19 mil habitantes do que actualmente

   

O Governo Civil de Santarém publicou um estudo que revela uma tendência preocupante de quebra de população no distrito nas próximas décadas.
O problema é mais preocupante em concelhos como Tomar e Abrantes onde a perda de habitantes se vai acentuar até 2030.
Essa tendência já se verifica e vai agravar-se noutros municípios como Mação, Sardoal e Chamusca.

O jornal “Público” de hoje inclui uma notícia sobre o tema:


Santarém deve perder população já a partir de 2010 Coruche pode crescer
 

fonte: Jornal O Templário

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24.10.09

 

 

João Banza, avançado da AD de Oeiras, foi agredido na passada quarta-feira e encontrava-se em situação de morte cerebral.

Depois de efectuadas duas provas de morte cerebral ao atleta, sem que tenha sido registada qualquer resposta, foi declarado o óbito do hoquista, esta sexta-feira, por volta das 20h00.

Segundo os procedimentos legais, será agora efectuada uma autópsia ao cadáver, uma vez que a morte resultou de uma agressão, sofrida na passada quarta-feira à noite, quando tentava levantar dinheiro nas imediações da igreja de Santos-o-Velho, em Lisboa. Na sequência do ataque, João Banza caiu, tendo batido com a cabeça no chão – pancada que provocou um hematoma cerebral.

 

 

De acordo com o Comando Metropolitano da PSP, o agressor de João Banza ainda não foi identificado.

O hoquista, que antes de se transferir para a AD de Oeiras passou pelo Sporting e pelo Juventude de Viana, estava internado na unidade de neurocirurgia do hospital de São José, em Lisboa.

Depois de várias horas em coma, a morte cerebral do hoquista de 28 anos foi agora confirmada.

O UFE Fans endossa à família enlutada, aos amigos e à Associação Desportiva de Oeiras as mais sentidas condolências.

 
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22.10.09

 

Já é conhecida a nova equipa de José Sócrates no Governo.
Conheça a lista completa de todos os ministros do novo Executivo:

Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
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Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão Ver perfil
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado Ver perfil
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos Ver perfil
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva Ver perfil
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira Ver perfil
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins Ver perfil
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva Ver perfil
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
Veja o perfil
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago Ver perfil
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro Ver perfil
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André Ver perfil
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada Ver o perfil
Ministro da Saúde: Ana Jorge Ver o perfil
Ministro da Cultura (novo): Maria Ferreira Canavilhas Ver o perfil
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21.10.09

 

A Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT) já foi criada formalmente, por escritura notarial. Trata-se de uma associação sem fins lucrativos, que tem como principal objectivo dinamizar um vasto conjunto de iniciativas que contribuam para a divulgação e progressão do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia e facilitem a sua aproximação à população da área de influência do Centro Hospitalar do Médio Tejo, nomeadamente de Ponte de Sôr a Alcanena e da Chamusca à Sertã.

 

 

Presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado, a Liga irá promover, já no próximo ano, as primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que irão reunir, em Abrantes, profissionais de saúde de diferentes pontos país. Paralelamente irão ser desenvolvidas acções que permitam uma maior aproximação dos utentes a este Serviço. Actualmente já é proporcionada a todas as grávidas interessadas, à terça-feira, às 10h30, uma visita prévia às instalações, acompanhadas por um profissional de saúde que explicará todo o funcionamento e esclarecerá todas as dúvidas. Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à epidural e a condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

 

fonte: http://www.radiohertz.pt/

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