NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -

Terça-feira, 4 de Março de 2014
ABRANTES: FRENTE AOS HOSPITAIS DO CHMT DE ABRANTES, TOMAR e TORRES NOVAS

 

 

 

PELA NOSSA SAÚDE, RESPEITEM AS POPULAÇÕES DO MÉDIO TEJO

E A SUA DIGNIDADE!

 

 

A vida provou que as sucessivas “reorganizações” do Centro Hospitalar do Médio Tejo e do ACES Médio Tejo (antes “Zêzere” e “Aire”), nos últimos dois anos trouxeram mais sofrimento e ansiedade a cada vez mais pessoas na Região. Piorou o acesso aos cuidados de saúde, a concentração de serviços não correspondeu a mais qualidade, as distâncias que doentes e familiares têm de percorrer implicam mais sofrimento físico e mais despesas.

 

Estamos todos preocupados com os tempos de espera no serviço de urgências do CHMT, fruto da má organização das urgências e da descoordenação com os cuidados primários, que nuns locais encerraram os serviços e noutros não têm horários compatíveis com a actividade da população. A maior parte dos centros de saúde não tem médicos em número suficiente para dar resposta aos utentes em termos de cuidados de saúde de proximidade.

 

Estamos preocupados com os sucessivos relatos das dificuldades para chegar a cuidados de saúde, das distâncias e custos a suportar por quem é encaminhado para um serviço a dezenas de quilómetros e que, na falta de capacidade de internamento, é dada alta a meio da noite.

 

Estamos preocupados com os testemunhos de permanência de longas listas de espera para cirurgias e consultas. Estamos preocupados com as políticas de destruição do SNS, promovidas pelo Governo e seguidas localmente pelos gestores das unidades de saúde, que constituem um entrave a actos de gestão corrente de importância vital para os doentes, como sejam a aquisição de medicamentos, a contratação de meios complementares de diagnóstico ou mesmo a gestão de stock’s de material hospitalar.

 

A CUSMT convoca Conferências de Imprensa para o dia 11 de Março, às 18,30 horas, frente aos três hospitais do CHMT, (Abrantes, Tomar e Torres Novas) para denunciar o que está mal e propôr soluções concretas que respeitem as necessidades das populações em cuidados de saúde. Serão tornadas públicas iniciativas de apoio às propostas apresentadas que envolverão dezenas de milhares de cidadãos. dar a conhecer, em concreto, as acções a desenvolver pelas estruturas de utentes, outras organizações sociais e políticas e pela população.

 

 

                                                                                  A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo



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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014
ABRANTES:Centro Hospital Médio Tejo: ‘Compadrio e Justiça’ andam de mãos dadas

 

O Centro de Radiologia de Tomar reclama uma divida de cerca de 1,8 milhões de euros ao Centro Hospital do Médio Tejo. Convenhamos que é muita radiografia. Mas o facto é que este centro de radiologia avançou, a 28 de Janeiro com três processos de execução de divida no tribunal de Tomar sobre o Hospital do Médio Tejo, conforme se lê no portal Citius, e nos seguintes valores: o primeiro de 411,612 euros, o segundo de 953,796 euros, e o terceiro de 413,75 euros. Enfim, é fazer as contas. Mas como é que a administração hospitalar deixou chegar isto a tribunal, quando ainda há dias foi noticia o chorudo e irregular pagamento, de cerca de meio milhão de euros, à clinica privada de um médico que, por sinal, era simultaneamente director clinico do Hospital do Médio Tejo?

Pois parece que há aqui, como agora é moda dizer-se; conseguimentos para uns e inconseguimentos para outros.

Do Cetro Hospitalar do Médo Tejo fazem parte os hospitais de: Abrantes, Tomar e Torres Novas

«Fonte: ‘O Ribatejo’»



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Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
TORRES NOVAS: Reunião com o Conselho de Administração do CHMT

Reunião com o Conselho de Administração do CHMT realizada em 28.6.2012

 

1.

A reunião realizou-se a pedido da CUSMT, tendo em conta que o Conselho Consultivo do CHMT ainda não foi instalado, e havia que fazer o balanço da prestação de cuidados hospitalares na Região e reafirmar algumas das propostas entretanto apresentadas pela Comissão de Utentes.

 

2.

Perante uma pergunta concreta da CUSMT, o Conselho de Administração afirmou que o Centro Hospitalar tem três unidades e assim irá continuar estando a ser tomadas decisões com o objectivo de dinamizar a actividade de algumas valências.

 

3.

Foi afirmado pelo CA que há dificuldades financeiras e económicas que derivam da situação económica e financeira do País principalmente devido à indefinição do montante dos proveitos que irão ser transferidos do orçamento do SNS.

 

4.

Foi referido pelo CA que está estimada uma poupança nas despesas de 16 milhões de euros para o presente ano, tendo a Comissão de Utentes referido que esse objectivo está a ser atingido por decisões nacionais e locais, principalmente à custa dos rendimentos dos trabalhadores e dos utentes que têm os cuidados mais longe e mais caros.

 

5.

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo, informou o Conselho de Administração de que na base do Abaixo-assinado que corre por toda a Região continuará a defender o aproveitamento integral das unidades de saúde, com serviços de qualidade e proximidade, reivindicando que URGÊNCIA, MEDICINA INTERNA, PEDIATRIA e CIRURGIA DO AMBULATÓRIO devem existir nas três unidades do CHMT.

 

6.

A CUSMT sempre achou que o que está bem deve ser multiplicado e o que está mal deve ser corrigido. Por isso, apoia a criação de novos serviços e a dinamização dos existentes, até à excelência. Mas defende acerrimamente a qualidade e proximidade e o equilíbrio regional na distribuição de valências.

 

 

7.

Atendendo a que a vida das organizações, como o CHMT, e os seus processos de reorganização são dinâmicos, como reconheceu o CA nas considerações que fez à proposta de organização dos serviços de saúde apresentada pela CUSMT, foi referido na reunião que perante novas realidades e novos dados tem de se admitir que tacticamente se adoptem alterações às medidas já tomadas ou pensadas.

 

8.

Defendeu ainda a CUSMT, com a concordância do CA, que é uma exigência para melhorar a eficácia e eficiência da organização dos cuidados de saúde na Região, o reforçar da articulação com os Cuidados Primários e os Cuidados Continuados. Continua como espectável a possibilidade de ser criada uma unidade de cuidados continuados, no âmbito do CHMT.

 

9.

O CA do CHMT reafirmou que não foi ouvido no âmbito da proposta de Carta Hospitalar da ERS e disse que espera/tem de ser ouvido nas medidas da Reforma e Carta Hospitalar que venha a ser adoptada.

 

10.

Os contactos e reuniões regulares entre a Comissão de Utentes e o CA do CHMT continuarão até que esteja instalado o Conselho Consultivo, facto que não se sabe quando acontecerá.

                                                          

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo

Médio Tejo, 29.6.2012



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Quarta-feira, 7 de Março de 2012
TORRES NOVAS: Podem vir aí mais despedimentos na Saúde

O cenário não está afastado nos hospitais de Tomar, Abrantes e Torres Novas

 O presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), Joaquim Esperancinha, admitiu que a reestruturação em curso daquela unidade pode culminar em despedimentos de funcionários se as dificuldades financeiras se mantiverem.

«Se o conselho de administração tiver capacidade para inverter a tendência de resultados, seguramente não haverá despedimentos», disse o presidente. Logo de seguida, frisou que, «se esta situação se mantiver, nenhuma instituição pode continuar com esta trajetória de resultados».


Joaquim Esperancinha falava na comissão parlamentar de Saúde, onde esteve esta quarta feira a pedido do Bloco de Esquerda para discutir o plano de reorganização do CHMT, que agrupa os hospitais de Torres Novas, Abrantes e Tomar.

Aos deputados, o presidente do conselho de administração começou por descrever a atual situação do centro hospitalar, indicando que tem um défice acumulado de 160 milhões de euros, dos quais 60 milhões são de dívidas a fornecedores.

O responsável disse ainda que, em 2011, o CHMT teve custos na ordem dos 103 milhões de euros e anunciou que, em 2013, pretende diminuir esse valor em 17 milhões de euros.

Para tentar controlar o défice em valores entre os três e os cinco milhões de euros, Joaquim Esperancinha disse ser necessário ter três anos para trabalhar.

Questionado sobre a atuação da anterior administração do centro hospitalar. «Iimobilismo». Foi o que senti», disse aos deputados, acrescentando ter detetado situações que lhe pareceram menos claras e que levaram a que pedisse uma auditoria externa à gestão anterior, que ainda não está concluída.

Consciente de que a distribuição do centro hospitalar por três unidades de saúde que distam de 30 quilómetros entre si pode ser um entrave para alguns utentes, o presidente do conselho de administração anunciou que o CHMT fez um protocolo com uma transportadora local.

«O serviço começou na segunda-feira. Os autocarros vão percorrer os três hospitais [Torres Novas, Tomar e Abrantes] três vezes por dia em cada sentido», disse. Segundo o responsável, há 20 lugares gratuitos para os utentes e para os restantes está a ser negociado um valor simbólico, adianta a Lusa

in TVI24

 

Os administradores públicos deveriam ser responsabilizados e penalizados pelos maus gastos do dinheiro do erário público. O autocarro mencionado que tem um custo diário de 400,00 euros, levou hoje,apenas dois funcionários de Torres Novas para Tomar.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:44
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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012
ABRANTES: COMEÇAM A SURGIR SITUAÇÕES DRAMÁTICAS NO CENTRO HOSPITALAR MÉDIO TEJO -CHMT (Hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas)

COMEÇAM A SURGIR SITUAÇÕES DRAMÁTICAS NO CENTRO HOSPITALAR MÉDIO TEJO -CHMT (Hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas)

 

Para garantir a mobilidade de funcionários (dos funcionários públicos dos quadros residuais dos hospitais do CHMT) entre hospitais, o CHMT vai alugar 2 autocarros, cujo custo diário será superior a 400 euros. Considerando 22 dias úteis por mês, o custo mensal rondará os 9.000 euros e o custo anual, considerando 25º dias úteis, será superior a 100.000 euros. Por outro lado e segundo o NR conseguiu apurar, não deverão ser assegurados transportes aos trabalhadores em regime de contrato individual de trabalho (cerca de 55% do efectivo do CHMT), como forma de pressionar à demissão de uns quantos. Se considerarmos que um auxiliar operacional ganha por mês 485 euros, como poderá deslocar-se de Tomar para Torres Novas ou Abrantes, ou de qualquer um destes concelhos para outros, pagando combustível e portagens?

Situações que já estão a causar situações dramáticas no Centro Hospitalar



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ABRANTES: CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO (CHMT) ENTREGA OBRA NO VALOR DE CEM MIL EUROS A UMA EMPRESA DO CARTAXO

 Joaquim Esperancinha, o novo presidente do Conselho de Administração do CHMT em vez de ajudar o desenvolvimento da economia local onde está inserido o Centro beneficiou uma empresa do Cartaxo com uma obra de valor superior a 100.000 euros

 Joaquim Esperancinha, João Lourenço (Vogal) e António Lérias (Vogal) vem da Lusofame, empresa de fabrico de tubagem em pvc que se encontra em processo de encerramento. Estes gestores estiveram no CHMT entre 2020 2 2004, na criação dos hospitais SA.

Quando o Eng. Esperancinha saiu do CHMT em 2004, para além de ter deixado alguns “boys” deixou uma situação algo insólita: as contas bancárias do CHMT estavam em agências do Cartaxo (onde reside), os seguros estavam em dependências do Cartaxo, os impressos e a revista do CHMT eram feitos numa tipografia do Cartaxo, entre outros fornecedores que deveriam ser locais. Cada um dos hospitais do CHMT tem um peso relevante na economia local.

Actualmente, apesar de estar em funções apenas desde Dezembro, já adjudicou uma obra de valor superior a 100.000 Euros no Hospital de Abrantes a uma empresa do Cartaxo (Conflomir - Sociedade de Construções Unipessoal Lda.), m que nunca tinha trabalhado antes para o CHMT. Esta adjudicação ocorreu através de um processo de aquisição que viola as normas internas de aquisição do CHMT: não foi publicado na plataforma electrónica, foram consultadas apenas 3 empresas e dado um prazo de resposta de apenas 5 dias, quando era necessárias visitas ao local e consulta de elementos técnicos complexos. A empresa vencedora tinha visitado as instalações antes do procedimento ser aberto. Por outro lado o CHMT costumava consultar e trabalhar com empresas de construção que apresentassem experiência na área da Saúde (foi assim no caso da remodelação da Urgência e da farmácia de Abrantes).

Sabemos que houve alterações de datas nos documentos do referido procedimento, já que a empresa estava escolhida e prestes a começar a obra antes da abertura formal do procedimento de aquisição. Os elementos de prova encontram-se na Logística do CHMT.

 Do Centro Hospitalar Médio Tejo fazem parte os hospitais de: Abrantes, Tomar e Torres Novas



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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - SAÚDE - Problemas e propostas, a opinião do PCP

 

Debate Público


Num momento em que assistimos a uma ofensiva que visa a destruição do Serviço Nacional de Saúde, em que se insere a chamada reestruturação do Centro Hospitalar do Médio Tejo (hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes), a C. Concelhia de Tomar do PCP vai promover um debate sobre estes problemas, a opinião e as propostas do PCP para o sector da saúde.Este debate realiza-se no dia 4 de Fevereiro, Sábado, às 15 horas, na Biblioteca Municipal de Tomar e conta com a participação de:

António Filipe – Deputado do PCP na Assembleia da República

Jorge Pires, da Comissão Política do PCP

Octávio Augusto, da Comissão Política do PCP



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Sábado, 28 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - NOTA da CUSMT sobre as Reuniões Públicas em Tomar, Abrantes e Torres Novas

 

 SÓ COM A COORDENAÇÃO E A MELHORIA DE CENTROS DE SAÚDE, HOSPITAIS E CUIDADOS CONTINUADOS É POSSÍVEL RESPONDER ÀS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES  
 
A “REORGANIZAÇÃO DO CHMT” APRESENTADA PELO CA, VEM DIFICULTAR O ACESSO A CUIDADOS DE SAÚDE
 

 

 
Na sequência da apresentação de um Plano de Reorganização pela Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, foram muitas e variadas as intervenções de diversas entidades da Região.
 
A Comissão de Utentes logo que teve conhecimento do documento e face à ausência de justificações para as medidas adoptadas solicitou uma suspensão de concretização do processo, com o objectivo de encontrar as melhores soluções para facilitar o acesso a cuidados de saúde em termos de proximidade e qualidade.
 
Na sequência dessa posição, com o objectivo de dar voz aos verdadeiros interessados, os utentes, esta Comissão de Utentes realizou reuniões públicas em Tomar, Abrantes e Torres Novas, para debate sobre a prestação de cuidados de saúde nas Unidades Hospitalares e nos Centros de Saúde.
 
Da participação activa dos cidadãos, pode-se concluir:
 
Não aceitação do Plano de Reorganização, por dificultar o acesso a cuidados de saúde, não ter em conta a participação da comunidade, por ausência de coordenação com cuidados primários e continuados, por não quantificar nem justificar os resultados esperados, o que deixa as maiores duvidas se resolve os problemas financeiros. Ficou claro que os utentes defendem que as Urgências sejam adaptadas às necessidades em cada unidade hospitalar, que a Pediatria e Medicina Interna sejam três valências comuns às três unidades e que se desenvolvam e criem novas valências.
 
Se não houver mais médicos de família e enfermeiros, mais cuidados de proximidade com funcionamento de Extensões de Saúde e Unidades Móveis, não se conseguirá resolver o problema das urgências “não agudas”, no CHMT. Se não houver mais unidades de cuidados continuados a gestão de altas no CHMT não poderá ser mais eficiente. Se não houver coordenação entre os níveis de prestação de cuidados de saúde e o aproveitamento da capacidade instalada, vão sofrer as populações e vai aumentar a despesa do SNS.
 
Constatou-se a existência de interesses privados (empresariais e pessoais) mas a solução não está no encerramento ou privatização do todo ou de partes do CHMT. Defende-se a utilização de toda a capacidade instalada e um combate à promiscuidade público-privada.
 
Foram expressas muitas formas de reforçar a acção popular para defender o direito a cuidados de saúde na Região do Médio Tejo, de que são exemplos as manifestações em Tomar, o Abaixo-assinado pela Pediatria em Abrantes, a grande participação de cidadãos na reunião pública de Torres Novas.
 
Na próxima quarta-feira, a Comissão de Utentes entregará ao Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio de Tejo uma proposta formal com medidas que devem ser tomadas em todos os níveis de prestação de cuidados de saúde na Região que, no entender da Comissão de Utentes, poderá ser uma base de trabalho para em conjunto com a população e outras entidades, se encontrar o melhor caminho para a utilização eficaz dos meios existentes com a satisfação das necessidades de cuidados de saúde por parte das populações.
 
Em breve, serão também divulgadas as iniciativas que reforçarão o movimento de opinião e reivindicativo da população do Médio Tejo em torno da exigência de justiça social em matéria de acesso a cuidados de saúde de proximidade e de qualidade.
 
                                                                  A Comissão de Utentes da Saúde
                                                                                do Médio Tejo



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Sábado, 21 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - A SAÚDE NO “CENTRO HOSPITALAR MÉDIO TEJO” TEM QUE PASSAR A SER “UM NEGÓCIO” E LUCRATIVO!
Joaquim Esperancinha (foto), é o novo administrador do CHMT (Centro Hospitalar do Médio Tejo) que pretende reduzir a divida quase de 160 milhões de euros durante o seu mandato como se a saúde seja um “Deve & Haver” ou como se: a saúde seja uma mercadoria.

Curiosamente todos sabem que a Urgência Geral do HRSI (Hospital Rainha Santa Isabel) vai brevemente passar a “Urgência Básica” retirando de Torres Novas a “Cirurgia” inclusive fechando o “Bloco Operatório” centrando-se apenas  a “Urgência Pediátrica e Serviço de Pediatria” em Torres Novas,  para passar para  Abrantes os casos graves.


Com estas situações pergunta-se:
Onde está o Presidente da Câmara de Torres Novas que tirou proveito politico e eleitoral da população?
Será por ser o seu último mandato que já se esqueceu dos seus eleitores?


Onde andam os “Movimentos Cívicos” que são tão defensores de convocar a população para manifestações; os trabalhadores para as greves; de protestarem contra tudo e todos e que agora não convocam a população que vai ser deveras prejudicada?



Onde andam os “Movimentos Cívicos Torrejanos”, ao contrários dos de Tomar, para não protestarem com a decisão de quem quer fazer da saúde um negócio lucrativo?
«De um leitor»



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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - Nota da CUSMT sobre a reunião com o CA do CHMT

 A convite do CA do CHMT, a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo esteve presente numa reunião hoje, 17 de Janeiro, na Unidade Hospitalar de Torres Novas, onde lhe foi apresentado e explicado o Plano de Reorganização do CHMT.

A CUSMT teve a oportunidade de expor as suas ideias sobre a organização dos cuidados de saúde na Região e, face à ausência de alguns dados sobre o impacto das medidas anunciadas (p.e. a coordenação funcional com os Cuidados Primários indispensável para haver resposta satisfatória nas urgências), propôs a suspensão temporária do Plano de Reorganização. Assim, em conjunto com todas as entidades interessadas e representativas da comunidade regional, procurar-se-iam as soluções mais correctas para ser salvaguardada a qualidade e a proximidade dos cuidados de saúde.

Para análise do Plano que vai ser implementado (pelo CA, com o acordo do Ministro da Saúde), a CUSMT vai reunir na próxima segunda-feira e vai realizar reuniões públicas para debate com as populações sobre a prestação de cuidados de saúde no Médio Tejo.

 As reuniões realizam-se em: TOMAR, 25 de Janeiro, 21 horas (na JF Sta Maria Olivais, a confirmar); ABRANTES, 26 de Janeiro, 21 horas (na JF S. Vicente, a confirmar); TORRES NOVAS, 27 de Janeiro, 21 horas, no Montepio Nossa Senhora da Nazaré. 



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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - Pedido de esclarecimento ao Sr. Presidente do CA do CHMT

 

 

 

 

Exmo. Senhor
Prersidente do CA do CHMT
 
Agradecíamos que nos fossem prestadas informações sobre a veracidade da informação (em baixo) divulgada pela RR a propósito do futuro encerramento de unidades do CHMT.
 
Com os melhores cumprimentos.
A CUSMT

 

 

 Administrador explica reorganização de serviços em Tomar, Abrantes e Torres Novas

 

É apenas o primeiro passo. É quase inevitável, no âmbito do novo mapa hospitalar que o Ministério da Saúde tem em estudo, a região do Médio Tejo venha a perder um ou dois dos três actuais hospitais.
17-01-2012 16:50 por Dora Pires

O administrador do Centro Hospitalar do Médio Tejo anda hoje de hospital em hospital a explicar a reorganização de serviços em Tomar, Abrantes e Torres Novas. A Renascença teve acesso ao plano.

 A partir de 1 de Março - de acordo com o que estava previsto desde 2008 -, Abrantes passa a ter a única urgência médico-cirúrgica da região e uma ambulância de emergência médica e reanimação.

Os hospitais de Tomar e Torres Novas passam a ter apenas urgência básica e ambulâncias com suporte imediato de vida.

Mas há mais mudanças. Já no fim deste mês, Torres Novas concentra o serviço de cirurgia geral, Abrantes o serviço de ortopedia e Tomar o bloco operatório e o serviço de otorrinolaringologia.

Em contrapartida, fecha em Tomar o serviço de medicina interna que se mantém nos outros dois hospitais.

Esta reorganização é apenas o primeiro passo. É quase inevitável, no âmbito do novo mapa hospitalar, que o Ministério da Saúde tem em estudo, a região do Médio Tejo venha a perder um ou dois dos três actuais hospitais.

 CUSMT

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:18
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012
TORRES NOVAS - PSD cauteloso, oposição exige reunião com administração do CHMT
)


O processo de reestruturação dos hospitais do Médio Tejo está na ordem do dia



 

 

As forças políticas continuam a movimentar-se e a tomar posições quanto ao processo de reestruturação dos hospitais de Tomar, Torres Novas e Abrantes, implementada pelo conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
A CDU já reuniu esta segunda-feira com o presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão, e vai reunir com outras forças políticas ao fim da tarde.
Para já a CDU exige a suspensão do processo de reestruturação dos hospitais até à realização de uma reunião entre o Executivo Camarário, todas as forças políticas com assento na Assembleia Municipal e a administração do Centro Hospitalar. 
Os comunistas defendem a demissão imediata da administração do Centro Hospitalar caso não aceite a reunião nem a suspensão do processo.
Cauteloso, o PSD Tomar também emitiu um comunicado no qual consideram “fundamental que a inadiável reorganização e racionalização do CHMT respeite equilíbrios basilares na prestação de cuidados hospitalares à população, e seja geograficamente justa e equilibrada.” O PSD de Tomar “aguarda com serenidade o anúncio da reorganização prevista pela administração do CHMT”.
O PS defende que as eventuais alterações dos serviços prestados nos hospitais da região só possam ser realizadas pela tutela, “após articulação e auscultação dos autarcas, das Freguesia e dos Municípios”.
Lembram que a Assembleia Municipal já decidiu em Setembro de 2011 a criação de uma comissão de saúde que nunca foi implementada. Os socialistas disponibilizam-se para criar uma petição no sentido de levar este assunto à discussão no plenário da Assembleia da República.
Os deputados do PS pelo distrito já solicitaram uma reunião com o Conselho de Administração do CHMT.

Fonte: Jornal O Templário



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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
TORRES NOVAS - Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), com prejuízo de milhões de euros

A "degradação significativa" da situação financeira do Centro Hospitalar do Médio Tejo não abalaram o Conselho de Administração cessante que disse estar de "consciência tranquila", em hora da despedida.

Administrador hospitalar sai de "consciência tranquila" apesar dos problemas financeiros da instituição, noticia o semanário ‘O Mirante’

 A situação económica e financeira do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), que congrega os hospitais de Torres Novas, Tomar e Abrantes, tem vindo a degradar-se com os resultados líquidos em 2008 a terem um valor negativo de 23,2 milhões de euros e em 2009 de 24,1 milhões, continuando a subir desde então.

o CHMT englobe os hospitais de: Abrantes, Tomar e Torres Novas



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Segunda-feira, 26 de Setembro de 2011
TOMAR - Gestão ruinosa do Centro Hospitalar do Médio Tejo – que integra as unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas – causou um "buraco"

 

A gestão ruinosa do Centro Hospitalar do Médio Tejo – que integra as unidades de Abrantes, Tomar e Torres Novas – causou um "buraco" financeiro de mais de 47 milhões de euros em 2009 e em 2010, revela uma auditoria da Inspecção-Geral das Finanças (IGF).

Estes dados são revelados pelo Jornal Correio da Manhã:

A situação económica e financeira é tão grave que a inspecção recomendou a substituição "urgente" do actual conselho de administração, cujo mandato terminou em Dezembro de 2009, mas encontra-se ainda em funções.

O défice do centro hospitalar quase duplicou, passando dos 13 milhões de euros em 2008 para os 23,2 milhões de euros em 2009, continuando a subir para os 24,1 milhões em 2010.

Segundo a auditoria, esses resultados devem-se à má gestão que teve "fraca preocupação com a redução de custos", apesar da exigência dos ministérios das Finanças e da Saúde na apresentação de um plano de redução de despesas e de custos operacionais em 15 por cento.

Para o descalabro nas contas contou o facto de a "administração nunca ter funcionado como equipa", situação que contribuiu para não haver capacidade de gerir eficazmente o centro hospitalar.

O CM tentou obter esclarecimentos, mas sem sucesso.

GANHAM 75 EUROS AO ALMOÇO

A Inspecção-Geral das Finanças (IGF) afirma que o número de cirurgias feitas no Centro Hospitalar do Médio Tejo tem vindo a diminuir nos últimos anos e a produção é fraca, quando comparada com os recursos existentes. Segundo o relatório da auditoria da IGF, alguns serviços do centro hospitalar mantêm-se em funcionamento em mais de uma unidade, designadamente a urgência e a consulta externa, "situação que impede a optimização dos recursos disponíveis", com produção reduzida em relação aos custos de estrutura. O controlo da assiduidade revela também deficiências, apesar do registo biométrico. A inspecção afirma que "os médicos contratados a empresas que trabalham nas Urgências não estão sob o controlo das chefias médicas do centro hospitalar, o que constitui um risco e falha no controlo interno". Os médicos contratados "recebem por cada hora, incluindo o período da refeição, entre 30 euros e 75 euros, o que se revela oneroso".

«Cidade de Tomar»



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Sábado, 28 de Maio de 2011
TORRES NOVAS - INSPECÇÃO-GERAL DAS FINANÇAS ARRASA O CENTRO HOSPITALAR DO MÉDIO TEJO

88 médicos, entre directores de departamento, directores de serviço e chefes de serviço do Centro Hospitalar do Médio Tejo, das unidades de Torres Novas, Abrantes e Tomar, recebem 15 mil euros por mês - uma verba que inclui suplementos ilegais, como o subsídio de transporte, segundo uma auditoria da Insepcção Geral das Finanças que arrasa a gestão daquele centro hospitalar.

A inspecção conclui que as remunerações dos 6 administradores. 3 assessores e 3 estruturas de gestão custam 308 mil euros por ano ao Estado. «Este valor teria sido reduzido se a administração assumisse a gestão das unidades», refere o documento.

 

 

http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=265827

 



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Sexta-feira, 6 de Maio de 2011
Apresentação do compromisso eleitoral da CDU para o distrito de Santarém
Com o objectivo de darmos a conhecer o compromisso eleitoral da CDU para o distrito de Santarém, realizaremos na próxima Segunda-Feira, 9 de Maio, um conjunto de encontros com a comunicação social do distrito, com a participação de António Filipe:
Santarém – 10 horas
Na DORSA do PCP
Abrantes – 15 horas
No CT do PCP
Tomar – 17 horas
No CT do PCP
Torres Novas – 18.30 horas
No CT do PCP


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Terça-feira, 26 de Abril de 2011
SANTAREM - Deputado do PCP apresenta balanço da actividade parlamentar no distrito de Santarém

  
 Com o objectivo de dar a conhecer o balanço da actividade do deputado António Filipe no distrito de Santarém, realizam-se no dia 28 de Abril, Quinta-Feira, vários encontros com a comunicação social do distrito:
 
Santarém – às 10.30h
Na DORSA do PCP
 
Abrantes – às 15 horas
No CT do PCP
 
Tomar – às 17 horas
No CT do PCP
 
Torres Novas – às 18.30 horas
Na "Taberna do Aspirante" - Lapas



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Segunda-feira, 7 de Março de 2011
TOMAR - VAMOS A SER CLAROS E A URINAR A DIREITO
É do domínio público, ou pelo menos dos leitores deste blogue, que tenho algumas divergências de monta com o vereador Luís Ferreira, nomeadamente no que se refere à inopinada coligação, ou à recente atitude em relação ao imbróglio ParqT. Nunca confundi, todavia, divergências políticas com questões pessoais, muito menos com ódios de estimação. É sempre mau quando se não sabe ou se não quer estabelecer uma grande e salutar diferença entre toalhas e panos de cozinha.
 
Está agora a ser difundido por estes lados, tendo-me chegado por mail e por comentário, que um vogal da AM de Alpiarça -que se abstém, claro está, de indicar qual a força política que naquele órgão representa- descobriu à pouco que o cidadão Luís Ferreira foi a dada altura contratado por ajuste directo por aquela autarquia ribatejana, na categoria de "Técnico de informática", tendo ingressado logo nos respectivos quadros de pessoal. Vamos a ser claros e a urinar a direito. Perante tal facto, uma de duas: Ou é legal e trata-se de lastimável questiúncula politiqueira; ou ilegal e deve providenciar-se imediatamente adequada providência, na área do poder judicial. O resto não passa de baba peçonhenta de quem não gosta de perder nem aceita a derrota, insistindo pesadamente numa insólita e hipócrita atitude de defensor da moral e da ética.

Porque a triste realidade é esta: O que incomoda sobretudo alguns tomarenses, não é a sua contratação pelo município de Alpiarça, a sua actuação no PS, ou sequer o seu desempenho enquanto vereador. O que dói a esses tomarenses é que o agora autarca eleito na lista PS não seja bem nascido, não faça parte das boas famílias nabantinas, seja lá isso o que for. Ando por cá há tempo suficiente para saber que uma determinada camada social, que se julga "la crème de la crème" local, continua agarrada a valores que já na primeira metado do século passado eram anacrónicos. Basta dizer que até havia e há ainda, entre essas excelsas e prendadas criaturas, alguns exemplares monárquicos absolutistas, adeptos do "falecido senhor Rei D. Miguel, que Deus haja..." Resulta por isso assaz hilariante assistir à presente acção conjunta de eleitores da extrema direita trauliteira, de esquerdistas post-25 de Abril e de cidadãos da área da CDU, que nunca piaram sequer antes de Abril de 74, tentando de algum modo arredar do poder o intruso Luís Ferreira, demasiado laico, plebeu e ousado para os seus gostos pseudo-requintados. Haja vergonha!
 
O actual embaixador americano em Lisboa, por exemplo, é um respeitável cidadão que financiou generosamente a campanha de Obama, tendo depois sido contemplado com esse lugar diplomático. Quer isso dizer que o presidente americano também prevaricou? Que fez algo moral ou eticamente condenável? Há eleitos que fariam melhor ir olhando para os respectivos fatos, não vá dar-se o caso de nos melhores panos também terem caído nódoas. Isto agora com a informática, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma e se sabe. É apenas uma questão de tempo e de paciência... Já os nossos antepassados diziam, sem sequer sonharem com a internet, "Filho és, pai serás; conforme fizeres, assim acharás".
Fonte: «http://tomaradianteira.blogspot.com/2011/03/vamos-ser-claros-e-urinar-direito.html»


publicado por Noticias do Ribatejo às 19:55
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Sexta-feira, 4 de Março de 2011
ALPIARÇA - Malvadez maquiavélica ou Coincidência?

Na minha qualidade de membro da Assembleia Municipal de Alpiarça recebi em minha casa para serem discutidos e votados em Dezembro de 2010 o Orçamento da Câmara e as Grandes Opções do Plano para 2011 (hoje disponíveis online no site da câmara municipal).

Acompanhava em anexo a um desses documentos a lista de funcionários da câmara, os respectivos cargos e a sua situação vinculativa perante a autarquia.
Devo confessar-lhe que sou jovem e a maioria das pessoas nem as conheço, mas despertou-me a atenção o nome do funcionário Técnico de Informática da Câmara, que dá pelo nome de Luís José Silva Ferreira. Achei estranho porquanto sempre pensei que era  o técnico de informática da câmara  que tinha sido despedido por ter denunciado o uso de equipamentos informáticos para consulta a sites de ordem pornográfica.
Procurei indagar junto de amigos meus quem afinal era este técnico de informática, pois nunca tinha ouvido falar em tal pessoa e disseram-me que era um destacado dirigente do PS que agora é vereador na câmara de Tomar de maioria PSD.
E fui pesquisar e encontrei inclusivamente o profile deste senhor Luis Ferreira -
http://www.blogger.com/profile/11481734803807130714
A determinada altura leio na sua súmula política que exerceu os cargos de: Dirigente da Federação do PS de Santarém desde 1996; Presidente do PS de Tomar, 2004-05; Adjunto do Governador Civil de Santarém (2005-09); Deputado Municipal(2005-09) e Actual vereador na Câmara Municipal de Tomar.
E questionei como é que um senhor de Tomar, adjunto de Governador Civil de Santarém, Deputado Municipal em Tomar e actual vereador a Tempo Inteiro também em Tomar (tudo pelo PS), vem "parar" aos quadros de pessoal da câmara de Alpiarça.
 
Simples, fácil e conveniente: este senhor estava "encostado" e veio substituir o tal Técnico de Informática que tinha na altura sido suspenso da câmara, depois dos imbróglios da pornografia.
Curioso é como um funcionário é suspenso numa determinada data e passados poucos dias entra para o seu lugar um dirigente do PS de Tomar, que de imediato é colocado no Quadro da Câmara  de Alpiarça e passado um tempo é enviado em comissão de Serviço para Adjunto do Governador Civil de Santarém.
Interrogo-me. Será mesmo tudo apenas uma coincidência? Um funcionário é suspenso e de imediato entra logo um "boy" do PS para o seu lugar e logo para o Quadro, quando há gente que anda anos e anos a contrato e ainda hoje a câmara e outros serviços do estado não os puseram nem provavelmente nunca porão no quadro, como por exemplo acontece com os professores?
Nada tenho contra o senhor em causa, acredito até que possa ser um bom profissional, mas não acham aqui uma história muito mal contada? Um sai numa semana e dias depois entra outro (e logo do PS) para o seu lugar?
Será que é esta credibilidade da classe política actual? Quem acredita já nos políticos? Haverá mais "boys" noutro partido como há no PS? Afinal quantos milhares nestas condições há enfiados no governo e outros organismos estatais?
Mais detalhes em: http://jornalalpiarcense.blogspot.com/


publicado por Noticias do Ribatejo às 19:05
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Quinta-feira, 9 de Dezembro de 2010
Francisco Lopes solidário com as populações atingidas por intempéries

Face às intempéries ocorridas nos concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Sertã, varridos no início desta semana por um tornado, Francisco Lopes manifestou – na sua página no Facebook - a sua solidariedade para com as populações, trabalhadores, empresários e instituições atingidos. Francisco Lopes, ao mesmo tempo que valorizou a solidariedade entre as populações e sublinhou a urgência de operacionalização dos respectivos seguros, exigiu o accionamento de mecanismos de apoio do Estado, que permitam, no plano das habitações, das actividades económicas, dos sistemas municipais e de outros equipamentos sociais, acudir às populações e restabelecer de forma urgente e expedita a normalidade.

«DORSA do PCP»



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Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
Fernando Nobre no Distrito na próxima Quarta-feira dia 22
Na próxima Quarta-feira , dia 22 de Setembro, Fernando Nobre estará em Santarém, a partir das 18.00h, na Esplanada do Jardim da República, para a apresentação do Mandatário Distrital da sua Candidatura à Presidência da República, e a seguir desloca-se a Tomar onde vai inaugurar a Sede Concelhia de Tomar , situada na Rua de Coimbra, numero 34 (Junto à rotunda do Bonjardim).


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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
TORRES NOVAS-CARTA ABERTA AOS COLABORADORES DO CHON-CALDAS

Exmos./as

Quando regressei ao hospital de Caldas da Rainha, em 2001, pela 3ª vez, vindo do Centro Hospitalar do Médio Tejo: Abrantes (1985); Torres Novas (2000) e Tomar (2002), pela minha experiência percebi que tinha sido um erro grave de programação e planeamento hospitalar terem edificado três unidades hospitalares para um espaço territorial com cerca de 220 000 habitantes. Também vivenciei o descontentamento das populações face à repartição das diversas valências pelos três hospitais. Em termos logísticos esta solução de 1 em 3 não funciona pela triplicação dos serviços base tais como: transportes motoristas; manutenção; atendimento; telefones; segurança, urgências; cozinhas; meios complementares de diagnóstico; compras, expediente, estatística, etc. Então chegado a Caldas pensei, de imediato, inventar uma solução de 3 em 1 e daí apareceram os projectos: Centro Hospitalar do Oeste Norte (criado pela Portaria n.º 83/2009, de 22 de Janeiro) e o Hospital Oeste Norte (resolução do conselho de ministros de 28 de Agosto de 2008). Ao fim de 7 anos de activismo e muita persuasão foi possível ver o senhor Ministro Correia de Campos anunciar o Hospital Oeste Norte no programa Prós e Contras na televisão – canal 1 (Janeiro de 2008) da TV. Durante 2 anos foi prometido por diversas vezes pelo Senhor Primeiro Ministro e pela Senhora Ministra da Saúde. A disputa pela localização entre Caldas e Alcobaça foi provocando o adiamento deste processo. Afirmei, por diversas vezes, que a atitude dos autarcas de Alcobaça levaria a um atraso do processo que poderia ser fatal. Querer localizar o hospital em Alfeizerão só porque de uma forma aventureira, de grande irresponsabilidade social e de gestão dos dinheiros autárquicos se avançou para a compra de um terreno, por sinal não apropriado tecnicamente (sem os requisitos de viabilidade para a edificação de edifícios hospitalares) é um não-argumento que apenas serviu para alimentar um protagonismo fantasioso da liderança autárquica de Alcobaça. Vieram os técnicos, formaram-se duas comissão e ambas deram parecer pela localização em Caldas (estamos a falar de um hospital regional destinado 250 000 Oestinos : Caldas da Rainha; Alcobaça; Nazaré; Rio Maior; Óbidos Bombarral, Cadaval; Peniche e Lourinhã). Quando já estava definido o perfil do HON e a sua localização em Caldas e se esperava, desde Janeiro, pelo anúncio e abertura do concurso para construção do HON, em parceria público-privada eis que, em 4 de Junho, 6ª F, a direcção da OESTCIM, depois de já ter assinado um documento por unanimidade a exigir a construção do HON, vem de lá com (para mim, a não solução) a ampliação do Hospital de Caldas (1971 ) , II fase de ampliação reclamada desde de 1995 e ainda umas pequenas obras em Alcobaça (1890) e Peniche (1986). E ainda, com a perspectiva de concretização e edificação do Hospital Oeste Sul, em Torres Vedras, ao contrário do que estava previsto no plano de compensações do Oeste. Assim sendo, a montanha pariu um rato. De facto sempre tive a sensação que os líderes locais das Caldas não conseguiram ou não quiseram compreender o conceito HON, como hospital regional 250 camas e de excelência europeia e alavanca turística regional. Note-se está previsto uma rede integrada com as actuais 3 unidades hospitalares. Contrapor a ampliação com a edificação do HON, é confundir o passado com o futuro. A solução HON é, em termos da análise da avaliação económica do investimento e de uma análise custo benefício muito mais vantajosa em termos de eficiência interna de gestão da prestação de cuidados, logísticos, da eficiência económica regional e do SNS. Podemos afirmar que a ampliação versus HON é de uma relação de 1/5, em termos de análise comparativa relativamente à importância estratégica regional e de eficiência global do HON. Acresce que o período de construção HON é de dois anos (vide novo hospital de Cascais ) e a ampliação demorará 4 anos ( note-se que a I fase de ampliação desenvolveu-se em 6 anos). O projecto HON está suportado tecnicamente pelos Professores: Correia de Campos (economista da saúde);Augusto Mateus (economista estratégico); Daniel (Escola de Gestão do Porto: elaborou o estudo do projecto HON, pedido do Ministro Correia de Campos); Fonseca Ferreira (Presidente da CCDR, Lisboa e Vale do Tejo) e Dr. António Carneiro (Presidente da região turismo do Oeste). Há estudos que comprovam que o conceito do hospital, a sua estrutura física e localização se traduzam em menos dor, menos anestesia em doentes cirúrgicos, menos dias de internamento. Será que os senhores/as dignos e esforçados colaboradores do Hospital de Caldas depois de cerca de 40 anos a prestar cuidados hospitalares de referência, não merecem e tem direito ao exercício profissional numa unidade hospitalar: humana; moderna; inteligente e sustentável? Será que ainda terão de suportar mais 4 anos de condições operacionais e funcionais ainda mais precárias (poeiras; ruídos; redução drástica parqueamento, Etc.)? Será que o presidente da CMCR, como protagonista da não-solução/ ampliação está sustentado em suportes técnicos para anichar o hospital pela mata dentro, erro inaceitável em termos ambientais, termais e urbanísticos. Acontece que para o HON, apontei 77 critérios a favor. Para os autarcas critério único é a sua vontade, ou seja o critério são eles e ignoram e metem na gaveta todos os pareceres técnicos avalizados que lhe aprecem pelo caminho. Fazer a ampliação é complicar a solução. Há problemas acessibilidades e prejuízo para circulação automóvel e pedonal na cidade. Se esta solução fosse pacífica para os técnicos do Ministério da Saúde já está executada há mais de 12 anos. Para a instalação do HON, defendo um terreno com 15 hectares (precisamente a dimensão do terreno do quartel). O Ministério da Saúde para a área do terreno para unidades de cerca de 250 camas determina 10,5 hectares. Não percebo aonde buscar terreno para ampliação pretendida. Invadem toda a mata? Onde fazem o parqueamento para 1000 viaturas? Subterrâneo, a que preço por cada lugar de parqueamento? Porque será que o Médio Tejo tem 3 hospitais com menos de 25 anos e o Oeste Norte terá de se conformar com 3 hospitais com mais de 25 anos, Remendados? Será que este é o preço pagar por falta de liderança estratégica na nossa Região, a tal que tem menos camas hospitalares e menos diferenciadas por 1000 habitantes, e com esta posição comprometem o futuro do oeste como destino turístico de excelência de Portugal em 2020 e mais qualidade de vida na cidade. Peter Drucker deixou-nos: “Nada mais inútil do que fazer com eficiência o que nunca deveria ser feito.” Na minha perspectiva a localização no hospital, aonde está, foi o 1º erro, a I fase foi o 2º erro a II fase seria o 3º erro. O terreno para o actual hospital deveria ter sido aquele em que está instalada a ESTGAD, património do hospital termal. Por mim faço desde 2001 a minha parte. Está na hora fazerem a vossa. Gostaria que no mínimo o presidente da CMCR, tivesse a mesma consideração e respeito pelo projecto HON, que teve pelo CCC. Este pode ser novo e o HON não? Porquê? Acredito que como profissionais da saúde: prestadores de directos e não directos de cuidados percebem que a não-solução ampliação é desrespeito pelo vosso quotidiano hospitalar e mais grave ainda pelo bem-estar, conforto e garantia de qualidade de prestação de cuidados aos Doentes, razão de ser do vosso exercício profissional e do Hospital. Agradecemos a atenção e compreensão manifestadas Para saber mais: www.hon.pt.vu A bem do desenvolvimento do Oeste e de 250 000 Oestinos Benedita, 2010-06-13 Com os melhores e cordiais cumprimentos, José Marques, mentor e defensor do HON, desde 2001.

http://hospitaloestenorteemcaldas.blogspot.com/



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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010
Santarem-Polis Tejo vai incluir estudo sobre navegabilidade do rio e apoiar projecto da cultura avieira
O presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) afirmou que o projeto Polis Tejo vai reabrir o debate sobre a navegabilidade do rio Tejo e poderá integrar o apoio à requalificação das aldeias avieiras. No encerramento da primeira edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, Manuel Lacerda garantiu o programa Polis Tejo está já em marcha e que “é um plano de ação e não um plano para ficar na prateleira”. O objetivo do programa é fazer o planeamento “a médio prazo e a pensar no futuro” do rio Tejo, com intervenções para regularizar e requalificar as margens e as zonas ribeirinhas, com reforço dos diques, elaboração de estudo sobre as cheias e ainda com a realização de um estudo sobre a navegabilidade do rio, que vai incidir também sobre a questão da extração de inertes e areias. “É um estudo nunca antes feito em Portugal e que queremos levar por diante para encarar de frente este tema da navegabilidade”, disse ainda o presidente da ARH Tejo. O responsável anunciou ainda que a ARH está disponível para trabalhar em parceria com autarquias e proprietários no âmbito do licenciamento das aldeias avieiras e ainda em encontrar fontes de financiamento no QREN para apoiar os projetos no âmbito do consórcio de entidades que se formou para candidatar a cultura avieira a património nacional. Um dos projetos é o de Francisco Cruz Rosa, um empresário da zona de Salvaterra de Magos que pretende construir um complexo de turismo de habitação reproduzindo a arquitetura das casas avieiras. Segundo disse à Lusa o empresário, o projeto está orçado em três milhões de euros e vai ter capacidade para cerca de 100 camas, incluindo ainda uma oferta integrada de outros serviços turísticos em articulação com outros operadores da região. “Teremos de apostar num turismo voltado para os segmentos médio, médio alto e alto, sem massificação, atraindo um novo perfil de turista que está sensível para o respeito pelo ambiente, que procure experiências autênticas e diferenciadas e que não seja um fator de agressão às já fragilizadas margens do Tejo”, afirmou ainda Francisco Rosa. No congresso foi ainda aprovada uma resolução, que será enviada ao Ministério do Ambiente, que condena a prática da captura ilegal do meixão (enguia bebé), que considera esta prática como “um crime ambiental” e como uma actividade que “delapida o património natural”. Foi ainda aprovada uma resolução que sugere a integração do Instituto Politécnico de Santarém, do Instituto Politécnico de Tomar, da Universidade da Beira Interior e da Universidade de Aveiro, na comissão consultiva que está a elaborar o Polis Tejo. Foi também aprovada a realização de uma segunda edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, um projecto que, para além do objetivo de candidatar esta cultura a património nacional, pretende ainda “criar um novo destino turístico para o país”, num conjunto de programas que estimam a criação de 127 postos de trabalho diretos e de 350 a 360 indiretos, num investimento total de 30 milhões de euros. http://www.oribatejo.pt/


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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
O regresso de Miguel Relvas
Por: Joaquim Duarte, editorial jornal O Ribatejo, 16 de Abril de 2010 A vingança serve-se fria. Também na política, dirá Miguel Relvas, que se viu irradiado há pouco mais de meio ano da lista de deputados do distrito de Santarém, e que regressa agora, com mais força e maior protagonismo, depois de ter ajudado a enterrar o breve e conturbado reinado de Manuela Ferreira Leite à frente do PSD. Miguel Relvas é o típico dirigente político do pós 25 de Abril. Um “profissional” que passou directamente dos bancos da escola para a vida parlamentar. Primeiro como dirigente da JSD e depois na direcção do partido em Santarém, que muito cedo dominou. Há mais como ele, no PSD como nos outros partidos. Mas poucos haverá politicamente tão hábeis e com tal sucesso na vida pública. Esteve com Durão Barroso nos momentos difíceis e com ele subiu ao poder num breve consulado. Primeiro como secretário de Estado do Poder Local e depois como secretário-geral do partido. Perspicaz conhecedor do país político que somos, tornou-se um exímio gestor de relações e, sobretudo, de influências. Os lugares chave que ocupou na governação e na direcção do partido, tal como a presença regular nos espaços do comentário televisivo, com lugar cativo na SIC-Notícias, deram-lhe a notoriedade de que goza hoje, sendo reconhecido e considerado dentro e fora do seu partido. É este homem que, como principal obreiro da vitória do novo líder social democrata, regressa agora à direcção do PSD na bisada qualidade de secretário-geral e, cumulativamente, de porta-voz oficial do partido. Cabe-lhe a dura tarefa de arrumar uma casa que conhece bem por dentro e onde, em devido tempo, soube negociar muitos dos apoios que construíram esta ascensão de Pedro Passos Coelho e da sua retumbante vitória. Miguel Relvas foi, de resto, um dos três ou quatro dirigentes mais ovacionados no congresso do PSD onde, por sinal, aquele que lhe “retirou” o lugar de deputado em Santarém não se dignou sequer comparecer. Pacheco Pereira preferiu assistir pela televisão. Visto de fora, o Congresso do PSD terminou em festa de unidade. Uma unidade aparente, porque não é crível que os velhos inimigos de Passos Coelho se tenham simplesmente sumido com a sua vitória. A ausência dos antigos líderes e de outros barões do partido no congresso da sua consagração fala mais alto do que os clamores de unidade. Mas a viragem na orientação política do “novo” PSD é já notória. A começar no discurso que parece sugerir o fim do clima de crispação política que a anterior direcção alimentou – bastará lembrar que Passos Coelho conseguiu nunca referir o nome de Sócrates nos seus dois discursos, embora não tenha poupado críticas ao PS e ao Governo, enquanto MFL que apareceu de fugida no congresso conseguiu, numa brevíssima declaração de trinta segundos aos telejornais, nomear duas vezes o nome de Sócrates. Mas o discurso liberal de Passos Coelho, tanto nos costumes – especialmente se comparado com Manuela Ferreira Leite – como sobre o Estado e as suas funções, é mais ideológico e de confronto aberto com o pragmatismo gestionário que tem dominado o modo de fazer política. Este PSD de Passos Coelho procura uma clara separação de águas do PS de Sócrates «http://www.oribatejo.pt/2010/04/o-regresso-de-miguel-relvas/»


publicado por Noticias do Ribatejo às 09:54
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Domingo, 21 de Março de 2010
Nove municipios do Médio Tejo criam redes sociais de combate à pobreza e exclusão

 

 

 

 Uma plataforma de redes sociais vai ser criada no Médio Tejo para combater a pobreza e a exclusão social, em compromisso a formalizar na segunda feira em Abrantes, na abertura do Festival Nacional de Teatro Especial.

Os nove municípios que integram a Plataforma da Rede Social do Médio Tejo e a União Instituições Particulares de Solidariedade Social juntam-se no programa “Redes do Tejo”, um projeto liderado por Abrantes no âmbito do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social, que pretende “combater a exclusão com um trabalho em parceria".

Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha são os concelhos envolvidos.

A vereadora da ação social em Abrantes, Celeste Simão, disse à Lusa que o objetivo é “sensibilizar” as populações para as questões da pobreza e exclusão social, “desenvolvendo as redes sociais” dos respetivos municípios, que “apresentam problemas comuns”.

"A ideia base é realizar nos vários concelhos ações de formação, informação, seminários e outros, como forma de sensibilizar a opinião pública para questões sobre a pobreza e a exclusão social, mas também tendo em vista a rentabilização de esforços, a inovação social e, fundamentalmente, o trabalho em parceria e em rede”.

A promoção de actividades de solidariedade, a dinamização das redes sociais de cada concelho, a realização da feira social e do mês da solidariedade e ações de sensibilização e informação são, entre outras, algumas das actividades a realizar.

Este projeto foi alvo de uma candidatura conjunta ao Programa Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social (PNAECPES) e, “apesar de carecer ainda de aprovação, os parceiros decidiram assumir desde já a sua realização”, acrescentou Celeste Simão.

O compromisso será assinado durante a cerimónia oficial de abertura da 8.ª edição do FNATES, o Festival Nacional de Teatro Especial, que visa “promover pela arte a inclusão das pessoas com deficiência”, e na presença da secretária de estado da Igualdade, Elza Pais.

Humberto Lopes, presidente do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA), a entidade organizadora, disse à Lusa que “o teatro, assim como as artes plásticas, surgem como ferramentas terapêuticas e pedagógicas que estimulam a criatividade, a sensibilidade e as emoções das pessoas, neste caso, com deficiência”.

“No Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social pretendemos ser um testemunho do que se pode fazer ao nível de uma associação sem fins lucrativos, na luta de todos os dias pela igualdade de tratamento, de direitos e de deveres que deve nortear a vida de cada um.

 http://www.ionline.pt/



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:39
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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
SANTAREM-MUSP

(a propósito da notícia de O Ribatejo, que transcrevemos em baixo)
 
 
... MAS, SE BEM NOS LEMBRAMOS FOI PRECISAMENTE DO GOVERNO PSD/PP, QUE VEIO A ÚLTIMA DECISÃO DE INSTALAR PORTAGENS NA A23.
 
VERDADE SEJA DITA, NA ALTURA, MUITOS AUTARCAS SOCIAIS-DEMOCRATAS DERAM A CARA, COM OS UTENTES, NA REJEIÇÃO DESSA MEDIDA.
 
POR NÓS, TAMBÉM SOLIDÁRIOS COM OS UTENTES DE OUTRAS REGIÕES, CÁ ESTAMOS PARA FAZER FRENTE ÀS INTENÇÕES GOVERNAMENTAIS DE PORTAJAR AS VIAS ESSENCIAIS AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DAS REGIÔES.
 
MUSP Santarém
 
===========
 
 
Deputados do PSD temem introdução de portagens na A23
Motivados pela falta de informação oficial sobre a polémica questão da introdução de portagens nas SCUT’s, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Santarém entregaram na Assembleia da República um requerimento onde pedem explicações ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) sobre a possibilidade da A23 deixar de ser uma auto-estrada de utilização gratuita.
“Vai ou não o MOPTC introduzir portagens na A23?”, “como será feita a cobrança?” e “qual a calendarização do processo?” são algumas das nove questões deixadas pelos deputados José Pacheco Pereira, Vasco Cunha e Carina Oliveira, que aguardam ainda pela resposta da tutela.
“A informação relativa a este capítulo no Orçamento de Estado é insuficiente para que se possa saber com rigor onde e quando serão introduzidas portagens nas SCUT”, lamentam os social-democratas, apesar de estar previsto no documento que o pagamento da circulação nestas vias possa contribuir “para assegurar a sustentabilidade financeira do sector rodoviário”.
No requerimento, os deputados do PSD lembram o governo que a A23 é “absolutamente vital” nos concelhos do norte do distrito que atravessa, Torres Novas, Alcanena, Entroncamento, Barquinha, Tomar, Constância, Mação, Abrantes e Sardoal, e que as estradas alternativas “há muito que deixaram de constituir alternativas viáveis de circulação”.
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 18:45
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Domingo, 7 de Março de 2010
PREVISÃO HIDROLÓGICA

Decorrente do débito das barragens, o rio Tejo nas últimas horas tem sido alimentado com caudais constantes. Assim, prevê-se uma manutenção dos actuais níveis de altura de água ao longo de todo o curso de água, salvaguardando o facto de, na região mais a jusante esse nível ainda se encontrar a subir mas a entrar brevemente na fase de estabilização.

Continua a registar-se diminuição da altura de água nos afluentes do Tejo, tendência que se manterá durante o dia de hoje pela previsão de ocorrência de pouca precipitação, particularmente nos Rios Nabão, Alviela, Almonda e Sorraia. 
 

«GI/Governo Civil de Santarém



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:38
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
“APREENSÃO DE MATERIAL FURTADO ”

O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Torres Novas, procedeu ontem ao fim do dia, à apreensão de uma viatura furtada, que se encontrava a circular com matrícula falsa e em que se fazia transportar um grupo de indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em propriedades agrícolas no Concelho de Chamusca.

Foram identificados 4 indivíduos, com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos,

residentes nos Concelhos de Chamusca e Tomar, como sendo suspeitos da autoria dos

referidos furtos.

Efectuada uma busca domiciliária à residência do principal suspeito, foram apreendidos vários  artigos tais como: uma moto 4, uma arma de caça, várias munições, diverso material informático e de som e ainda diversas ferramentas agrícolas e manuais.

Contactado o Ministério Público de do Tribunal Judicial da Golegã, este ordenou que um dos suspeitos fosse constituído arguido, outros sujeitos a termo de identidade e residência e o menor entregue à família.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:24
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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
PLANO DE CHEIAS DO TEJO

Ligeiro agravamento, hoje dia 26. Barragens espanholas e Castelo de Bode já aumentaram descargas, para além das inundações divulgadas até agora. Previsão: Agravamento do Cais de Tancos e Arrepiado e zona baixa de Vila Nova da Barquinha.

Durante a manhã de hoje, agravamento em Constância, EN 368-1, Chamusca Vale de Cavalos. À tarde: submersão em Caneiras e E.N 365-Assacaias. Inicio da Noite: eventual galgamento do descarregamento das Omnias.

GI/Governo Civil Santarém

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 08:31
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010
TORRES NOVAS-Primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia

 

     “A Mulher e o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)” é o tema das primeiras Jornadas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT que irão decorrer, nos próximos dias 4 e 5 de Março, no Auditório da Unidade Hospitalar de Torres Novas.

     Estas primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia têm como objectivo consciencializar os profissionais de saúde e a população da área de intervenção do Centro Hospitalar para a recente implementação de um Serviço único de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e para a forma como facilita o acesso da Mulher a cuidados médicos, nesta especialidade.

     As Jornadas que se destinam a profissionais de saúde de diversas áreas, nomeadamente Médicos de Medicina Geral e Familiar, da especialidade e enfermeiros, contam com a organização do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e com o apoio da Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT), criada em Outubro de 2009 e presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado.

     Estas primeiras Jornadas procuram abordar duas grandes vertentes da especialidade, começando pelas mudanças efectivas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas e, passando a uma segunda vertente, que tratará as controvérsias desta especialidade.

     Nascer no CHMT o que mudou? é a questão que se coloca logo no início das Jornadas, no dia 4 de Março, após a sessão de abertura, agendada para as 9 horas, no Hospital de Torres Novas. Esta primeira questão abordará diferentes perspectivas, nomeadamente o diagnóstico pré-natal, o estudo analítico na gravidez, preparação para o parto, a interrupção da gravidez, a dor no parto e a analgesia epidural.  Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1.100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1.300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à analgesia de parto (epidural) e as condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

     Unidades de Medicina Geral e Familiar e o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT é outro dos temas em destaque neste primeiro dia. Seguem-se as Controvérsias que, no final do primeiro dia, abordarão a osteoporose – prevenção e tratamento, terapêutica hormonal de substituição e incontinência urinária. O segundo dia das Jornadas, inicia-se como uma mesa redonda subordinada ao tema Ginecologia e Obstetrícia fora dos grandes centros – Que futuro?, seguindo-se Controvérsias II e abordagem à prevenção do Vírus do Papiloma Humano/HPV e o cancro do colo do útero, colheitas de células estaminais do cordão – vale a pena? e, por último, medicamentos genéricos podemos confiar? As primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT irão reunir, nos próximos dias 4 e 5 de Março, em Torres Novas, profissionais de saúde de diferentes pontos país. 
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:31
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