Podemos dizer que as actividades sócio-culturais levadas a efeito em Alpiarça não têm tido os resultados esperados, quer por parte dos responsáveis querem pela afluência de público.
Talvez por serem de “fraca qualidade” ou a “mensagem não passar” para a população ou ainda por outras razões, politicas, quem sabe, o certo é que a cultura local não atravessa bons momento.
O certo é que não há afluência de público e quando este comparece é «sempre o mesmo». Os poucos realizados tem contado com uma fraca mobilização das pessoas o que demonstra que existe carência de articulação entre quem faz e quem deve participar ou assistir.
No entanto merece algum realce o relativo interesse e preocupação da autarquia para com os objectivos que tem presenteado a população, salientando-se o último evento “Semanas Italianas” mas que não foi o desejado e muito menos o esperado.
Deve existir uma falta de descoordenação por parte do “Pelouro da Cultura” que não consegue «mobilizar as pessoas» ou então em termos culturais Alpiarça «está em franca crise».
Basta para o efeito e segundo o relato e testemunho de alguns leitores o «fracasso que foi a projecção de um dos filmes onde praticamente não apareceram quase munícipes nenhuns» e onde a ausência de participantes foi um «desastre» para algumas pessoas considerarem um “fiasco” e «uma monumental vergonha»
Ainda recentemente a Autarquia admitiu um conservador (que merece a confiança politica do executivo) para “zelar” pelo património da Casa Museu dos Patudos.
“Conservador” este que é o principal, para não dizer o único, que tem a responsabilidade de tomar e levar a efeito medidas para que a “Casa Museu” funcione da melhor forma onde não deve faltar qualquer tipo de informação
(publicidade) a quem a visita o museu porque possibilita uma “má” imagem que levam apenas serve para denegrir ou criticar no “negativo” a nossa “ex-líbris” como se pode ler na parte final de:
http://choosearoyal.blogspot.com/2011/05/snapshots-da-casa-dos-patudos.html, onde deixa bem vincado que não existe para venda (ou oferecer) qualquer “
publicação que ilustre” que publicite o interior do Museu.
Se um “licenciado” foi nomeado para ser “conservador” de um dos melhores museus do país e permite situações como esta, o melhor que há a fazer é ser substituído mesmo que faça parte ou seja militante do “partido dos eleitos”.
Como disse um grande político: «Primeiro o país (neste caso Alpiarça/Museu) e só depois o partido».
Todas estes “pequenos acontecimentos” acabam por se tornar em “grandes tormentos” quando não há necessidade para o contrário acabar num “fiasco”.
Basta o responsável do “Pelouro da Cultura” rodear-se de pessoas competentes e conhecedoras ou colocar em actividade a “Comissão da Cultura”.
Para apoiar e desenvolver a cultura é a sua razão legal de existir.
Caso não pretendam assim, que convidem pessoas que já tivessem demonstrado “trabalho” e com alguma sensibilidade cultural, que reconhecemos não ser fácil.
Sem nos queremos armar em “conselheiros culturais” lembramo-nos neste momento da ex-vereadora Gabriela Coutinho, uma grande admiradora do actual presidente da Câmara que talvez estivesse disposta a colaborar com a “Cultura Alpiarcense”.
Quando Vereadora, deixou bem presente a sua marca.
Não é “vergonha” alguma convidar-se pessoas competentes para colaborar no que for preciso para bem de Alpiarça., mesmo que não seja de «confiança do partido».
“Vergonha” é haver responsáveis pelo museu e acontecerem situações como as mencionadas.