A situação foi detectada numa auditoria financeira realizada pelo Tribunal de Contas (TC) ao município do Cartaxo respeitante aos anos de 2003 e 2004 e cujo relatório foi tornado público no início deste mês. O TC concluiu que “ocorreram pagamentos de almoços e jantares sem base legal a responsáveis da autarquia, em simultâneo com o pagamento do respectivo subsídio de refeição” a esses mesmos autarcas. Em causa está um valor de cerca de 16.700 euros.
“Nos anos em análise (2003 e 2004) os responsáveis da autarquia Paulo Caldas, Pedro Ribeiro e Elvira Tristão foram reembolsados de despesas efectuadas com refeições nos montantes globais de 7.445,38 euros em 2003 e de 9.244,97 euros em 2004”, alega o Tribunal de Contas, acrescentando: “No caso de Paulo Caldas, o número de dias em que foi reembolsado com despesas de refeições corresponde, em cada ano, a 50 por cento dos dias úteis”.
O TC alega que os documentos de despesa que os responsáveis apresentaram para justificar os pagamentos foram recibos de restaurantes sem deles constarem o fim visado e o interesse público subjacente à sua realização. Alguns recibos não têm indicação de data ou esta está ilegível diz ainda o TC, acrescentando que “não está demonstrado que as despesas tenham sido efectuadas em representação do município”.
Nas recomendações constantes do relatório de auditoria, o Tribunal de Contas é bem claro quando diz que a autarquia deve “fundamentar e comprovar o interesse público subjacente à realização de refeições dos responsáveis autárquicos, no exercício de funções de representação inerentes ao cargo”.
O Tribunal de Contas censura tanto quem realizou a despesa como quem a autorizou. Paulo Caldas autorizou despesas no global na ordem dos 13.900 euros. Pedro Ribeiro autorizou despesas no valor de 2.667 euros e Elvira Tristão no montante de 103 euros.
«O Mirante»
Foi a segunda vez que os eleitos do PS e BE se recusaram a votar o documento. A primeira aconteceu há uma semana, 13 de Julho, no decorrer de uma reunião extraordinária convocada para o efeito. Na altura a votação não ocorreu porque a reunião foi interrompida por falta de quórum – o executivo é composto por 7 elementos e naquele dia a vereadora do PSD Maria João Grácio não estava presente, o que não aconteceu hoje.
Alexandre Zagalo e Luís Antunes do PS e Carlos Matias do BE explicaram que não participaram na votação por considerarem que, estando a decorrer um período pré-eleitoral, não deveria ser aprovada uma estratégia de desenvolvimento para os próximos anos. “Estamos na véspera das eleições autárquicas. Não é este o tempo para aprovar este documento” argumentou Alexandre Zagalo. Carlos Matias do BE, juntou mais um argumento. “Todo o concelho deveria ter participado na elaboração deste trabalho. Esta altura é boa para abrir o debate pela estratégia aqui definida. Não é altura de fechar o debate aprovando o documento”
O Presidente da Câmara lembrou que na altura da apresentação do primeiro relatório, pela empresa que elaborou o documento, foi solicitado a todos os vereadores que apresentassem as suas propostas de alteração mas nenhum o fez.
A Estratégia de Desenvolvimento 2020 e Plano de Acção 2013 foi elaborado pela empresa “Augusto Mateus & Associados” e vai ser apresentada publicamente amanhã, a partir das 16h30, na residencial Gameiro, no Entroncamento.
«O Mirante»
As situações mais graves de falta de médicos de família no Médio Tejo vivem-se nos concelhos de Abrantes, Constância, Entroncamento, Torres Novas e Ourém, este último considerado como o caso mais preocupante como resultado da aposentação de muitos médicos que nunca foram substituídos. Na Lezíria do Tejo a situação não é diferente, com os casos mais problemáticos a registarem-se nos concelhos de Alpiarça, Chamusca e Rio Maior.
Contactada por o MIRANTE, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) refere que a carência de médicos é sentida a nível nacional. “Não se trata de uma questão de organização, gestão, decisão, ou qualquer outra, mas sim uma questão de inexistência de médicos suficientes para preencher os quadros de pessoal dos Centros de Saúde” que se vai manter até 2013, diz Pedro Coelho dos Santos, da assessoria de comunicação da ARSLVT.
No Pego, Abrantes, a localidade está sem médico de família desde há um mês. A situação deve-se ao facto de duas médicas que ali prestam serviço se encontrarem ausentes ao mesmo tempo. Segundo o nosso jornal apurou, uma das clínicas esteve de férias durante quase todo o mês de Junho e, uma semana depois de ter regressado ao trabalho, meteu baixa, por motivos de saúde. Apenas trabalhou na última semana de Junho.
A outra médica que ali tinha ficheiro de utentes abandonou funções no início de Junho porque, alegadamente, se terá envolvido num conflito com um utente por se ter negado a passar uma receita médica. “Houve uma tentativa de agressão e a doutora achou que não havia condições para regressar e trabalhar aqui”, disse fonte da unidade a O MIRANTE.
De acordo com Leonel Neves, habitante local, a população do Pego tem agora que se deslocar ao Centro de Saúde de Abrantes e esperar horas para obter uma simples receita”. Em Montalvo, Constância, o médico foi acometido de uma doença grave mas mesmo assim tenta dar assistência aos utentes uma vez por semana. Já em Tomar, a carência de falta de médicos de família não está ser sentida pela população uma vez que a cidade conta com duas Unidades de Saúde Familiar, fruto do encerramento de algumas extensões médicas nas freguesias.
Segundo Manuel José Soares, a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo ( CUSMT) enviou uma proposta à ministra da Saúde onde apresenta uma solução para minimizar o problema, que receiam que se venha a agudizar ainda mais durante as férias dos clínicos. “Defendemos que seja criado um quadro legal, durante seis meses, no sentido de que os médicos que estejam aposentados possam vir a dar consultas, acumulando essa situação com a de reforma”, explica.
Esperar que medidas
tomadas façam efeito
De acordo com a ARSLVT a estratégia para combater este problema passa por aguardar que as medidas tomadas nos últimos anos surtam efeito e que “o número de médicos com a especialidade de medicina geral e familiar passe em cada ano a ser superior ao número de médicos que se reformam, permitindo assim ultrapassar o deficit que se tem verificado nos últimos anos e que vai manter-se até 2013”.
Segundo a ARSLVT, até lá devem ser tomadas “medidas de urgência”, que passam por se estudar formas que permitam que os médicos que se reformam possam, se o quiserem, continuar a prestar serviço nos Centros de Saúde (medida que está já em estudo pelo Ministério da Saúde) ou pelo recurso a empresas que prestam serviço de assistência médica.
A adopção destas medidas de urgência e a criação de Unidades de Saúde Familiar tem, segundo a ARSLVT, permitido que a nível da região de Lisboa e Vale do Tejo, se verifique um aumento do número de utentes com médico de família. O responsável acrescenta que desde que existam médicos dispostos a trabalhar em qualquer Centro de Saúde ou Extensão de Saúde, “a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo tratará de estudar e assegurar a sua contratação”.
Desde que existam médicos dispostos a trabalhar em qualquer Centro de Saúde ou Extensão de Saúde, “a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo tratará de estudar e assegurar a sua contratação”
«O Mirante»
Começou sexta-feira o programa de visitas promocionais gratuitas ao Museu Municipal de Ourém, iniciativa da Câmara Municipal.
A iniciativa, em autocarro cedido pela autarquia, tem início no posto de turismo de Fátima e contempla, ainda, a visita ao memorial da vidente Jacinta Marto, no cemitério de Ourém, ao Castelo e ao espaço de mostra de mobiliário de vilar dos Prazeres, em Fátima.
O percurso realiza-se de terça-feira a domingo.
A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) enviou esta semana à ministra da Saúde 4.296 assinaturas reclamando medidas que ponham cobro à falta de médicos de família, situação que "tende a agravar-se" na região.
Sublinhando que este não é um problema exclusivo das populações das freguesias onde correu o abaixo-assinado, a CUMT adverte para as aposentações de médicos que vão ocorrer nos próximos tempos e para o período de férias.Alerta ainda para a falta de outros profissionais de saúde, nomeadamente enfermeiros.
O abaixo-assinado vai ser enviado igualmente aos grupos parlamentares, Governo Civil e câmaras municipais do Médio Tejo.
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O funcionário público de 52 anos, apresentado ao tribunal no mês passado, voltou a ser detido pela Polícia Judiciária e encontra-se agora em prisão preventiva. «DL»
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A defesa e os problemas do rio Tejo levaram este sábado, 18 de Julho, cerca de uma centena de pessoas e 20 associações de Portugal e Espanha a constituir “as bases” do movimento Pró-Tejo. Associações ecologistas e naturalistas dos dois países juntaram-se hoje em Vila Nova da Barquinha a cidadãos e associações desportivas, sociais e culturais na defesa do maior rio da Península Ibérica.
“Foi hoje dado um passo decisivo no sentido de envolver todas as pessoas e entidades interessadas na defesa do Tejo a subscrever o acto de adesão que servirá de base à elaboração de um documento final, a ser apresentado oportunamente”, disse à Lusa, Paulo Constantino, um dos promotores da iniciativa.
Entre as associações presentes estavam a Fundação para a Nova Cultura da Água, Quercus, Liga para a Protecção da Natureza, Coagret - Coordenadora dos Afectados pelas Grandes Barragens e Transvazes, Plataforma em Defesa dos Rios Tejo e Alberche de Talavera de la Reina e ADENEX - Associação para a Defesa da Natureza e dos Recursos da Extremadura.
“O objectivo de definir os pontos reivindicativos e mobilizar a população, associações e responsáveis políticos, englobando todo o espectro social das comunidades ribeirinhas do rio Tejo em Portugal e Espanha, foi plenamente alcançado”, frisou Paulo Constantino.
O próximo passo é "a calendarização de actividades que visam evidenciar os estrangulamentos e a falta de água no leito do rio e promover a realização de jornadas técnico-científicas para identificar as causas dos problemas do Tejo”, acrescentou.
"É preciso implementar políticas de caudais ecológicos verdadeiros e efectivos, sustentadas em estudos relevantes que sejam capazes de manter e restaurar a vida no rio e seus afluentes, bem como prevenir, restaurar e valorizar o património cultural e ambiental ligado aos rios da bacia, para além de realizar acções para garantir a qualidade e quantidade da água”, defendeu.
“Queremos também focar a vertente cultural do rio Tejo através da escultura, da poesia, da fotografia, do teatro e da pintura, culminando na realização de um concerto ibérico Rock in Tejo”, afirmou.
Até final do ano decorrerão as primeiras iniciativas, como uma descida do Tejo e a primeira mobilização de cidadãos de âmbito ibérico com a denominada Estafeta da Água, levando a água do Tejo da nascente até à foz com percursos a pé, de cavalo, de autocarro e de comboio, entre outros.
Para Paulo Constantino este “é um movimento imparável porque nasce da vontade, da preocupação e da mobilização das pessoas e das associações”.
“Queremos que este movimento seja como que uma ‘enchurrada’ que permita resolver os muitos problemas que o Tejo enfrenta hoje em dia”, concluiu
«O Mirante»
Na presença dos presidentes das câmaras de Tomar, Batalha e Alcobaça e de um representante da Câmara de Lisboa, foram apresentados na tarde de sexta-feira, 17, nos Paços do Concelho em Tomar, dois programas que anunciam as obras de vulto dos próximos anos e que, de acordo com o presidente da autarquia tomarense, Corvelo de Sousa (PSD), pretendem ser prossecutores do Pólis. O “Programa Integrado de Valorização Urbana de Tomar” e o “Programa Estratégico Rede Mosteiros Património da Humanidade”. O primeiro refere-se a um investimento superior a 12 milhões de euros e pretende revitalizar as zonas que englobam os principais valores patrimoniais da cidade, através do melhoramento das acessibilidades da envolvente do Convento de Cristo e revitalização do centro histórico. Também a Central de Camionagem de Tomar será requalificada globalmente. Este projecto deverá ficar concluído três anos depois da sua aprovação. Já o Programa Estratégico “Rede de Mosteiros Património da Humanidade” resulta de uma colaboração entre os concelhos de Alcobaça, Batalha, Lisboa e Tomar, com o objectivo de promover, de forma integrada, o elevado capital
«O Mirante»
A Câmara do Cartaxo aprovou na última reunião do executivo a abertura do concurso público para a construção da nova esquadra da PSP da cidade. Representando um investimento de 1,5 milhões de euros, o custo da nova esquadra será suportado em 90 por cento pelo Ministério da Administração Interna (MAI) e em 10 por cento pela autarquia. Prevê-se que o início da construção tenha lugar dentro de dois meses.
A Câmara do Cartaxo assume-se como dona da obra e irá responsabilizar-se pela execução e fiscalização dos trabalhos, cedendo também o terreno para a sua construção, situado junto à rotunda do parque de pesados, nas imediações do campo da feira.
Recorde-se que o processo da esquadra do Cartaxo motivou críticas por parte do PSD que, na última assembleia municipal, apresentou uma moção a exigir que o MAI e a câmara explicassem o motivo do atraso no arranque das obras. Documento que foi aprovado por unanimidade por aquele órgão.
Para o presidente da Câmara do Cartaxo a nova esquadra irá permitir melhores condições de trabalho aos agentes da PSP e responder a novas preocupações e necessidades, decorrentes do crescimento e do progresso do concelho. Paulo Caldas (PS) lembra ainda que o concelho já tinha conseguido uma dupla conquista, a manutenção das duas forças de segurança – GNR nas freguesias e PSP na cidade.
“Por vezes, vale a pena esperar mais algum tempo pela concretização de determinados projectos. A esquadra já deveria ter sido construída há mais tempo, mas esta demora acabou por enriquecer o projecto. Ele foi valorizado em termos de estacionamento, espaço envolvente e mesmo ao nível das próprias estruturas de apoio aos polícias, no seu trabalho e vivência diária. Tivemos benefícios acrescidos”, assegura Paulo Caldas
«O Mirante»
A livraria “Ao Pé das Letras”, na Praça da República, em Tomar, recebe desde quinta-feira, 2 de Julho, a exposição de pintura “O mundo à cabeceira ao pé das letras” da autoria de Carlos Farinha. A inauguração da mostra tem lugar no sábado, 4 de Julho, pelas 16h00. Natural de Santarém, Carlos Farinha é licenciado em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Clássica de Lisboa.
O artista executa a sua arte em acrílico sobre tela e escolhe quase sempre um misto de cores fortes. A exposição é composta por um conjunto de trabalhos que integram o projecto do artista “O mundo à cabeceira”. Para além de ter mostrado a sua arte um pouco por todo o país, já expôs também em Itália e na Alemanha. A exposição está patente ao público de 2 de Julho a 31 de Agosto, no horário da livraria (das 10h-13h e 14h30-19h) de segunda a sábado. A entrada é livre.
«O Mirante»
A EP-Estradas de Portugal não vai cumprir o compromisso estabelecido em 1998 pela extinta Junta Autónoma de Estradas com a Câmara de Vila Nova da Barquinha onde assumia reabilitar a estrada que liga a A23, no nó de Roda a Tancos e que é muitas vezes utilizada como acesso ao castelo de Almourol. O acordo foi celebrado por ocasião da construção do então IP6 (hoje A23) e a autarquia incluiu esse projecto no planeamento municipal mas nunca mais viu sinais de que a actual Estradas de Portugal cumprisse o que estava previsto.
Como prova do acordo estabelecido, a Câmara da Barquinha apresenta um ofício da extinta Junta Autónoma de Estradas (JAE) datado de 1998 onde esta entidade se compromete a arranjar a ligação do IP6 (Nó da Roda) à Estrada Nacional 3, em Tancos. No ofício, diz a JAE que “já existe projecto de execução concluído desde finais de 1994 não tendo avançado com a obra por diversas razões, nomeadamente, a disponibilização dos terrenos necessários à respectiva construção”.
O documento acrescenta ainda que a JAE continua a considerar que esta ligação deve ser construída e tenciona incluí-la no PIDDAC do próximo ano (1995). Catorze anos passados a intenção nunca saiu do papel e agora parece longe de se vir a concretizar uma vez que, contactada por O MIRANTE, a Estradas de Portugal rejeita quaisquer responsabilidades pelo troço municipal.
Em resposta às questões colocadas pelo nosso jornal, o responsável da Direcção de Estradas de Santarém, Alcindo Cordeiro, aponta que “esta via não está sob a jurisdição da EP uma vez que é uma estrada municipal do concelho de Vila Nova da Barquinha”, referindo ainda que no Plano Rodoviário Nacional não se encontra prevista a construção de qualquer nova via que estabeleça a ligação entre a A23 e Tancos.
A situação em que se encontra a estrada é considerada “calamitosa” por alguns automobilistas, que saem no nó de Roda-Tancos, na A23, tendo como destino o Castelo de Almourol. Uma viagem de quatro quilómetros que se torna penosa devido aos enormes buracos no piso.
Recorde-se que a E.P, responsável pela manutenção do troço da A23 entre Torres Novas e Abrantes, tapou em Dezembro de 2008 as placas informativas que indicavam o Castelo de Almourol no nó de acesso às localidades de Tancos e Roda passando esta indicação a figurar na saída de Entroncamento/Atalaia, uns quilómetros atrás. A decisão foi tomada após solicitação da Câmara de Vila Nova da Barquinha, devido ao mau estado da estrada de acesso ao monumento.
E.P, responsável pela manutenção do troço da A23 entre Torres Novas e Abrantes, tapou em Dezembro de 2008 as placas informativas que indicavam o Castelo de Almourol.
«O Mirante»
A variante à Estrada Nacional (EN) 3 na zona da Portela das Padeiras, periferia de Santarém, abre ao trânsito esta sexta-feira, 17 de Julho. A cerimónia de inauguração está marcada para as 16h00, com presença prevista do ministro das Obras Públicas Mário Lino.
A empreitada, há muito ambicionada, foi adjudicada pela EP – Estradas de Portugal à empresa Tecnovia e envolveu um investimento total de 4,3 milhões de euros mais IVA, valor acrescido de 800 mil euros referentes a expropriações.
A intervenção consistiu na construção de um lanço de estrada com cerca de 2.250 metros de extensão. Liga a variante à EN114 (próximo do nó da A1) à Portela das Padeiras nas imediações da fábrica da Cintra.
Com esta nova via pretende-se descongestionar o troço da EN na Portela das Padeiras, desviando da localidade o tráfego com destino à auto-estrada A1. Na obra foram ainda incluídas três rotundas: na zona do actual cruzamento da EN114; na zona de reformulação do Nó de Ligação à Variante à EN114; na ligação da Variante à EN3 com a antiga EN3. O lanço inclui, ainda, uma passagem superior na variante.
«O Mirante»
A família de um menino de dois anos quis impedir a sua adopção e raptou-o da instituição onde estava internado, em Ourém. Ameaçaram as funcionárias com uma navalha e fugiram com a criança ao colo. Os três suspeitos – mãe e irmã do bebé e um amigo da família – foram detidos pela PJ e vão hoje a tribunal.
As funcionárias do Centro Social da Ribeira do Fárrio, na Freixianda, Ourém, dificilmente irão esquecer a tarde de sexta-feira, dia 10. Os familiares de um dos utentes entraram na instituição para visitar o menor, como haviam feito em ocasiões anteriores, mas desta vez levavam outras intenções.
"Apontaram uma navalha às funcionárias, mandaram-nas sentar, tiraram-lhes o telemóvel e abalaram com a criança", contou ao CM Filipe Janeiro, presidente do centro de acolhimento. Como um dos suspeitos tinha residência na zona de Arouca, a PJ de Leiria pediu apoio à GNR de Oliveira de Azeméis. Na quarta-feira de manhã, a criança foi detectada na zona de Arouca. Ia num carro roubado, na companhia da mãe, de 32 anos, da irmã, de 16, e de um homem de 18.
A patrulha da GNR deu ordem de paragem à viatura, mas o condutor acelerou e tentou atropelar um militar. O trio só viria a ser detido horas mais tarde, num barracão da freguesia de Travanca, concelho de Cinfães. Segundo as autoridades, o menino "estava bem" e foi entregue a outra instituição.
Os detidos ficam hoje a saber quais as medidas de coacção.
«CM»
A Polícia Judiciária anunciou hoje, quinta-feira, a detenção de três pessoas alegadamente envolvidas no sequestro de uma criança de dois anos que se encontrava num centro de acolhimento de menores no concelho de Ourém.
Em comunicado, o Departamento de Investigação Criminal de Leiria da PJ informa que a criança "havia sido subtraída de um Centro de Acolhimento de Ourém com utilização de violência" e foi "mantida em sequestro por familiares durante cinco dias".
"Após a realização de diligências para localização da criança e dos presumíveis autores dos crimes", a PJ acabou por deter quarta-feira, no decurso de uma operação policial em cooperação com a GNR, as três pessoas na região de Castelo de Paiva.
Fonte da PJ de Leiria explicou à Agência Lusa que os detidos são a irmã e a mãe da criança, de 16 e 32 anos respectivamente, e um "conhecido da família", de 18 anos.
"Encontravam-se, juntamente com a criança, numa viatura que foi furtada em São Mamede de Infesta", revelou a mesma fonte, acrescentando que o menor foi levado no passado dia 10 da instituição após "uma funcionária ter sido ameaçada com uma navalha".
Segundo esta fonte, "a criança está num lugar seguro", mas não no mesmo centro, admitindo que os suspeitos, que se deslocaram para a zona de Castelo de Paiva porque aí tinham família, queriam "evitar que a criança fosse adoptada".
Os arguidos vão ser presentes ao juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Ourém para primeiro interrogatório.
A PJ prossegue ainda com outras diligências no sentido de esclarecer este caso.
«JN»
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Miguel Relvas é o primeiro nome da lista votada ontem em Santarém pela distrital do PSD. Mas a direcção nacional do partido ainda tem de se pronunciar. A Comissão Política Distrital do PSD votou ontem nominalmente a lista dos candidatos a deputados pelo distrito de Santarém para as próximas eleições legislativas. Miguel Relvas, deputado há 23 anos, foi votado para cabeça de lista. Uma votação que vai contra a estratégia de renovação das listas defendida pela líder nacional do partido, Manuela Ferreira Leite. |
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«O Templário»
| PSD e CDS com coligação eleitoral em Alcanena |
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A Câmara do Cartaxo vai avançar para a demolição do terceiro piso de um prédio de habitação e comércio que faz gaveto entre a avenida João de Deus e a rua Manuel Correia Ramalho por “sugestão” da Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL). A razão prende-se com a violação da cércea (dimensão vertical da construção, contada a partir do ponto da cota média do terreno, no alinhamento da fachada, até à linha superior do beirado) do edifício implantado na segunda rua.
Na avenida João de Deus o prédio apresenta quatro pisos de altura enquanto na rua Manuel Correia Ramalho tem três pisos, mesmo assim não respeitando o alinhamento de altura com os restantes edifícios dessa rua. A IGAL considerou que a decisão de viabilizar a construção viola a cércea permitida pelo Plano Director Municipal do Cartaxo para a rua Manuel Correia Ramalho.
Em 2006 e apesar do parecer técnico em relação àquela construção ser negativo, o executivo optou por aprová-la por maioria na reunião de câmara de 4 de Abril de 2006, o que a IGAL vem agora censurar. Na altura e tratando-se de um edifício de habitação e comércio, a aprovação mencionava apenas uma excepção para o promotor em matéria de criação de estacionamento.
A decisão implicou que o executivo municipal deliberasse, a 7 de Julho, revogar um despacho emitido pelo anterior vice-presidente da câmara, Francisco Casimiro. Foi tomada por unanimidade, mas sem a presença do vereador Manuel Jarego, que se ausentou da sala por ter interesses no projecto.
«O mirante»
António Filipe Gaião Rodrigues
Membro do PCP
46 anos.
Licenciado em Direito.
Vice-Presidente da Assembleia da República e Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PCP.
Membro do Comité Central do PCP
João Luís Madeira Lopes
Membro da Intervenção Democrática
65 anos.
Advogado
Vice-Presidente da Associação Intervenção Democrática.
Liliana Catarina Barroso de Sousa
Membro do PCP
29 Anos.
Licenciada em Ensino Básico – 1º Ciclo.
Presidente da Assembleia de Freguesia do Couço.
Integra a Comissão de Freguesia do Couço e a Comissão Concelhia de Coruche do PCP
Inês da Nóbrega Guilherme Pimenta d’Aguiar
Membro do PCP
32 Anos
Técnica Superior da Administração Pública
É eleita da Assembleia Municipal de Alpiarça
Valdemar Rodrigues Henriques
Membro do PCP
58 Anos
Técnico fabril
Coordenador da Direcção da União dos Sindicatos de Santarém.
Integra a Comissão Concelhia de Alcanena do PCP
Anabela Botelho Amaro Almeida
Membro do PEV
50 Anos
Professora do ensino secundário, licenciada em Geografia.
È membro do Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”
Manuel Sousa Ligeiro
Membro do PCP
60 anos
Administrador Hospitalar
Licenciado m Finanças
Integra a Comissão Concelhia de Torres Novas do PCP
Maria Leonor Carapinha Rodrigues Parracho Domingos
Membro do PCP
50 anos
Empregada de escritório
É Presidente da Junta de Freguesia de Benavente desde 2001.
Integra a Comissão Concelhia de Benavente do PCP
Maria Manuela Luz Marques
Independente
55 anos
Licenciada em Farmácia pela Universidade de Farmácia de Lisboa
Vereadora da Educação, Acção Social e Saúde na Câmara Municipal da Chamusca.
Augusto Manuel Gonçalves Figueiredo
Membro do PCP
51 Anos;
Professor do ensino secundário;
É Presidente da Junta de Freguesia da Asseiceira, no concelho de Rio Maior e da Federação das Colectividades do distrito de Santarém.
Integra a Comissão Concelhia de Rio Maior e a DORSA do PCP
Ana Sofia Pereira Maia Mendes
Membro do PCP
24 anos
Licenciada em Educação de Infância em 2007
Educadora de Infância no Centro Social do Pego – Abrantes
Integra a Comissão Concelhia de Abrantes do PCP
Maria Manuela de Oliveira Arsénio
Independente
38 anos
Professora
Mestre em Museologia
É presidente da Junta de Freguesia de Santa Margarida da Coutada, concelho de Constância.
Rui Miguel Friezas Aldeano
Membro do PCP
26 Anos,
Electricista;
É eleito na Assembleia Municipal de Coruche;
Membro do Comité Central do PCP.
Sónia Isabel Campos da Silva Colaço
Membro do PEV
31 anos
Licenciada em Biologia, pela Universidade de Aveiro
Membro do Colectivo Regional de Santarém de “Os Verdes”
Dirigente da Ecolojovem – “Os Verdes”
José David da Silva Ribeiro
Membro do PCP
57 anos
Especialista em Transportes Ferroviários
É membro da Comissão Central de Reformados Ferroviários, Presidente do Núcleo Sportinguista no Entroncamento.
É eleito na Freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Integra a Comissão Concelhia do Entroncamento e a DORSA do PCP