NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Tribunal de Almeirim passa a acesso final para garantir maior estabilidade na colocação de magistrados

A comarca de Almeirim passou a ser classificada como de acesso final, o que vai garantir uma maior estabilidade em termos de colocação de magistrados do Ministério Público e juízes no tribunal da cidade. Desde que foi criada que a comarca estava classificada como de primeiro acesso. O que quer dizer que eram colocados na cidade os magistrados recém-formados e que na generalidade acabavam por não estar mais que um ano no tribunal não podendo assim acompanhar alguns processos do princípio ao fim o que originava atrasos.

 

Segundo a Portaria nº 345/2009, que alterou a classificação, refere-se esta actualização está relacionada com “um aumento substancial do volume processual”. Os advogados com escritório em Almeirim já tinham enviado há três anos uma moção ao ministro da Justiça e à Inspecção-Geral dos Serviços da Justiça na qual diziam que a criação da comarca de Almeirim em nada beneficiou a celeridade e eficácia da justiça, e atribuíam as culpas ao facto de se tratar de uma comarca de primeiro ingresso.

 

Os advogados acrescentavam que em virtude do tribunal apenas ter um juízo não existiam outros magistrados com mais anos de serviço que pudessem ajudar com a sua experiência a ultrapassar algumas questões processuais. Na altura no tribunal havia penhoras decretadas há três anos sem que tivesse sido feita qualquer diligência para serem executadas. Os advogados chegavam mesmo a questionar a necessidade do Tribunal Judicial de Almeirim estar aberto.



publicado por Noticias do Ribatejo às 22:08
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Convento de Cristo aberto ao público até Setembro
O Convento de Cristo, em Tomar, vai estar aberto ao público até Setembro, todos os dias, até às 14:00 horas. Os visitantes são convidados a retroceder ao séc. XII para conhecer a época templária.

Considerado património Mundial pela UNESCO, o Convento de Cristo de Tomar cruza diferentes traços arquitectónicos, como o romântico, o gótico, manuelino, maneirista e barroco.

Pertenceu à Ordem dos Templários, tendo sido fundado pelo Grão-Mestre dos Templários, D. Gualdim Pais. Actualmente, conserva recordações desses monges cavaleiros e dos cavaleiros da Ordem de Cristo, que fizeram deste local a sua sede.

O espaço, actualmente cultural, turístico e de devoção, está aberto todos os dias (incluindo domingos e feriados), até às 14:00 horas. A entrada é gratuita, segundo o divulgado em comunicado.

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publicado por Noticias do Ribatejo às 17:37
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Transporte de turbinas para central do Pego obriga a alterações em linhas eléctricas e corte de árvores

O transporte de várias turbinas e geradores de vapor para a nova central a gás para produção de energia, na central do Pego, concelho de Abrantes, está a obrigar a uma enorme operação de logística que passa por alterações nas linhas de electricidade e telefones nas várias localidades por onde vão passar os equipamentos. Os camiões de grandes dimensões, um deles com uma extensão de 47 metros, só vão circular durante a noite por estradas secundárias da região de modo a evitar complicações no trânsito e na vida das populações.

 

Os equipamentos, produzidos pela Siemens, saíram de Roterdão (a segunda maior cidade da Holanda) por barco e já chegaram ao porto de Lisboa, de onde vão ser transportados em barcaças pelo Tejo até Muge (concelho de Salvaterra de Magos). O cais desta localidade teve que ser alargado para o efeito. Aqui as turbinas e geradores são carregados em camiões especiais seguindo-se uma viagem por estradas dos concelhos de Salvaterra de Magos, Almeirim, Chamusca e Abrantes.

 

Para a passagem do transporte foi necessários retirar algum mobiliário urbano em algumas localidades e cortar árvores e ramos. Algumas linhas de electricidade e telefones tiveram que ser subidas para uma altura de cerca de oito metros, já que os geradores têm cerca de sete metros de altura. Em algumas zonas em que não foi possível fazer esta alteração vão ser cortadas as linhas de electricidade e telefones à passagem do transporte, a cargo da empresa Laso, e restabelecidas imediatamente a seguir.

 

Nesta operação estão envolvidos os serviços municipais de protecção civil, juntas de freguesia, EDP, PT e GNR, além de técnicos da empresa de transportes. Segundo José Vieira, da Pegop (empresa responsável pela manutenção e operação da Central Termoeléctrica do Pego) tudo foi programado para causar o mínimo de inconvenientes às populações. Ainda não há uma data certa para a chegada dos equipamentos a Muge para se iniciar o transporte rodoviário, mas prevê-se para o meio desta semana.

 

Os camiões vão circular por Benfica do Ribatejo, Fazendas de Almeirim, Paço dos Negros, Parreira, Chouto e depois pela estrada de ligação a Abrantes e Ponte de Sor. O transporte por estrada vai demorar três dias, na pior das hipóteses cinco, segundo está calculado. Depois deste primeiro transporte, vai ocorrer um segundo com as mesmas características passado um mês, em princípio a meio de Agosto.

«O Mirante»



publicado por Noticias do Ribatejo às 14:34
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Domingo, 5 de Julho de 2009
CDU apresentou listas completas na Chamusca com poucas novidades

 

A CDU – Coligação Democrática Unitária apresentou domingo, em Vale de Cavalos, todos os seus candidatos aos órgãos autárquicos do concelho da Chamusca. E sem grandes mexidas em relação às últimas eleições autárquicas, justificadas com o facto de a estratégia para o actual mandato ainda não se encontrar concluída. Apenas na assembleia municipal se regista alteração de monta, com José Brás a ser cabeça de lista para o órgão actualmente liderado por José Melão.

É nos lugares secundários das assembleias municipal e de freguesia que se regista uma ligeira renovação. Na câmara municipal repete-se a lista das últimas eleições: Sérgio Carrinho em primeiro, Francisco Matias é o número dois e Manuela Marques a número três, elementos que integram o actual executivo. Os outros dois lugares são ocupados pelos jovens Paulo Mira e João Rodrigues.

Nos cabeças de lista às juntas de freguesia não houve qualquer mexida. Na Carregueira continua Francisco Costa. Na Chamusca volta Emídio Cegonho a ser candidato. No Chouto mantém-se João Gabriel Rodrigues. Na Parreira, Jorge Manuel Ferreira. No Pinheiro Grande repete Ivone Carrinho. Em Ulme, António Peixinho candidata-se a um novo mandato e em Vale de Cavalos Vítor Costa segue o mesmo caminho.

Na lista para a assembleia municipal regista-se a maior renovação. Para além da mudança de cabeça de lista, aparecem como caras novas João Cagarrinha, Manuel Pedro Castelão, Maria Peixinho Nunes, Maria Alice Pires e Lucindo Matias.

«O Mirante»



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:20
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Museu recorda Aparições

 

A casa do administrador de Vila Nova de Ourém, onde os videntes de Fátima foram interrogados em 1917, pode ser visitada desde ontem, após ter sido remodelada e transformada em museu.

 

O espaço, com dois pisos, dá a conhecer a evolução do concelho e proporciona uma viagem ao passado, com a recriação dos ambientes da vila em 1900. Através de documentários e exposições é abordado o momento de tensão gerado em torno do interrogatório aos três Pastorinhos e o surto epidémico de 1918, que vitimou dois deles – Francisco e Jacinta Marto. Foram investidos 837 mil euros.



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:13
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Sábado, 4 de Julho de 2009
Carlos Tomé é novamente o candidato da CDU à Câmara de Torres Novas

Carlos Tomé é, pela quinta vez consecutiva, o candidato da CDU à Câmara de Torres Novas. Manuel Ligeiro é o cabeça-de-lista do partido à assembleia municipal. A CDU fez a apresentação oficial dos seus candidatos na tarde de sexta-feira, 26 de Junho, no Jardim Municipal de Torres Novas.

O actual vereador da CDU no executivo municipal referiu que o concelho de Torres Novas necessita de uma mudança rigorosa na gestão da autarquia e de um maior número de mandatos do seu partido. “O concelho não pode crescer exclusivamente para a cidade. Há que apostar no desenvolvimento das restantes 17 freguesias que compõem o concelho de Torres Novas”, disse Carlos Tomé.

Outras das preocupações do candidato é a criação de mais postos de trabalho privilegiando o emprego qualificado. Carlos Tomé disse ainda que a actual gestão da câmara tem sido feita como uma “coutada privada com apadrinhamentos e sem resultados à vista. As maleitas neste concelho são mais que muitas e quanto mais tempo o PS ficar no poder pior será”.

“O pior é que as promessas eleitorais vão passando de um mandato para outro como se fosse uma situação perfeitamente normal. Como é que é possível as obras das ETAR de Árgea e Alcorochel estarem paradas há 15 anos?”, questiona, mencionando também as viagens realizadas pelo actual presidente, António Rodrigues (PS), “a destinos cada vez mais exóticos sem que o concelho beneficie algo com essas viagens”, referiu.

O cabeça-de-lista à assembleia municipal disse durante a sua intervenção querer desenvolver, juntamente com a sua equipa, um trabalho competente e bem estruturado que consiga resolver os problemas das populações. Manuel Ligeiro deu como exemplos a falta de saneamento básico em algumas freguesias do concelho e a falta de acesso aos cuidados de saúde.



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:57
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Câmara de Tomar reclama dívida de 800 mil euros da Autoridade Nacional de Protecção Civil

A Câmara de Tomar reclama da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) uma dívida superior a 800 mil euros (mais juros de mora) e contesta a decisão de retirada do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da cidade.

O vereador da Protecção Civil, Ivo Santos (PSD), disse hoje à Lusa que a autarquia aguarda o agendamento de uma audiência com os secretários de Estado da Administração Local e da Administração Interna para desbloquearem uma situação que, apesar da reunião realizada há pouco mais de uma semana com o presidente da ANPC, continua "num impasse".

Ivo Santos afirmou que, "unilateralmente e sem aviso prévio", primeiro o Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) e depois a ANPC (que substituiu aquele organismo em Janeiro de 2007) deixaram de cumprir o protocolo celebrado com a autarquia há 25 anos.

Em causa está o pagamento dos salários dos oito elementos dos Bombeiros Municipais de Tomar, pertencentes ao quadro da autarquia, que prestam "a 100 por cento funções no CDOS e que estão a ser suportados a 100 por cento pela Câmara", sem que nos últimos sete anos esta seja ressarcida por isso, disse.

Contactada pela Lusa, a ANPC admite que fez o último pagamento à autarquia em Novembro de 2004 e alega que só em Janeiro de 2007, depois da saída da lei que impede os organismos da administração central de subsidiarem ou comparticiparem financeiramente as autarquias, a Câmara apresentou documentos para pagamento das despesas de 2004 a 2006.

A ANPC afirma que as despesas para pagamento entregues em 2007 pela autarquia referem-se essencialmente a pessoal do quadro da Câmara que presta serviço no CDOS, sendo apenas 4,5 por cento relativas a despesas com instalações e 2,5 por cento administrativas.

Ivo Santos confirma estas percentagens, mas sublinha que o protocolo assinado com a autarquia previa a transferência mensal das verbas em causa, que deixaram de ser pagas "sem qualquer aviso prévio ou explicação".

A ANPC assegura estar a trabalhar com a Câmara de Tomar para tentar ultrapassar o problema e fonte do Governo Civil de Santarém disse à Lusa que o Estado é "uma pessoa de bem", assumindo o que deve, estando a ser procuradas formas de resolver a situação.

O autarca disse ainda que o município se sentiu "muito ofendido" com a forma como o secretário de Estado da Administração Interna anunciou recentemente em Almeirim a transferência do CDOS de Tomar para aquela cidade.

"Como não conseguem resolver o problema (com a Câmara de Tomar) é mais fácil tirar daqui o serviço", disse, lamentando "a postura" do governante.

A fonte do Governo Civil disse que a intenção de juntar os serviços administrativos (a funcionar em Santarém) e a Sala de Operações (Tomar) num único local é antiga, tendo sido decidido construir um edifício de raiz no concelho de Almeirim.

A Assembleia Municipal de Almeirim já autorizou a cedência de dois lotes de terreno na Zona Industrial da cidade, para a construção do edifício.

Também a ANPC alega ser "de todo o interesse" concentrar os serviços (actualmente em instalações que distam cerca de 60 quilómetros entre si) num único edifício, para "salvaguardar a sua necessária eficácia".



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:45
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Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Albano Santos declina convite do PS/Abrantes para se demitir do partido

A comissão política concelhia do PS de Abrantes convidou o militante Albano Santos a demitir-se do partido, dada a sua condição de candidato do movimento “Independentes pelo Concelho de Abrantes” à presidência da câmara municipal nas próximas eleições autárquicas. Albano Santos já declinou o convite para abandonar o partido por vontade própria, pelo que o PS deverá desencadear um processo visando a sua expulsão.

“Sou socialista e é óbvio que não me vou demitir da condição de militante”, afirmou Albano Santos, que acrescentou “não interessar a posse ou não posse de um cartão”. O candidato disse “desconhecer formalmente tal pedido” de demissão, adiantando que ele “redunda num momento muito infeliz para o PS de Abrantes e é clarificador do processo de implosão em curso no partido”.

Segundo disse, “com tanto trabalho que é necessário fazer pelo concelho e pelos nossos munícipes, só o nervosismo e a desorientação pode estar a levar o PS a perder um tempo precioso na perseguição à candidatura independente e a militantes de relevo”. E acrescentou: “Existem muitos outros militantes do PS na lista que lidero e o que interessa verdadeiramente são as ideias, a filosofia e os projectos que se têm para o concelho. Não este tipo de ataques com represálias pessoais, políticas e profissionais, como os actuais dirigentes têm feito”, afirmou.

A presidente da concelhia socialista, Isilda Jana, lamentou que “um militante socialista tenha assumido a organização de uma candidatura contra o seu próprio partido”, acrescentando que Albano Santos “teve a oportunidade de organizar e promover a sua candidatura internamente e não o fez nem sequer se dignou respeitar os processos internos de decisão democrática”.

“Este acto de ruptura e não-aceitação das decisões internas tomadas democraticamente será apreciado pelo órgão estatutário do próprio Partido Socialista, em processo que a Concelhia vai fazer chegar oportunamente à Federação Distrital, para seguir as vias normais com vista à sua expulsão”, avisou Isilda Jana.

O arquitecto Albano Santos, militante do PS desde 1996, renunciou em Novembro de 2006 ao mandato de vereador na Câmara de Abrantes após o presidente da autarquia e seu camarada de partido, Nelson Carvalho, lhe ter retirado todos os pelouros e o cargo de vice-presidente.

Esse foi o culminar de um conflito pessoal e político que envolveu Nelson Carvalho e o seu número dois durante o primeiro ano do actual mandato. Albano Santos foi substituído no executivo por Maria do Céu Albuquerque, que é hoje a candidata do PS à presidência da câmara.

Albano Santos promete baralhar as contas na disputa autárquica de Abrantes, município tradicionalmente socialista, onde estão no terreno seis candidaturas na busca da sucessão a Nelson Carvalho, que decidiu não se recandidatar. Na corrida estão Maria do Céu Albuquerque (PS), Santana-Maia Leonardo (PSD), Manuel António (BE), Armando Borges (CDU), João Baptista Pico (CDS-PP) e Albano Santos (Independentes pelo Concelho de Abrantes).

«O Mirante»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 15:25
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Jorge Ferreira do Partido Nova Democracia lidera movimento de cidadãos em Tomar

O advogado Jorge Ferreira, do Partido Nova Democracia (PND), é o primeiro subscritor de um movimento de cidadãos que se propõe concorrer aos órgãos autárquicos de Tomar nas eleições de 11 de Outubro.

Jorge Ferreira, a residir há um ano em Tomar, em cujo Instituto Politécnico é professor há 10 anos, disse que o que o levou a juntar-se a outras figuras com ligações a Tomar foi o facto de o concelho ter "estagnado" tanto do ponto de vista económico, como social e cultural.

"Há outros concelhos do distrito a ultrapassar Tomar nos vários indicadores e é preciso tentar alterar isso", disse, sublinhando que a democracia permite que os cidadãos possam concorrer aos órgãos autárquicos, que têm poder de decisão nestas matérias.

A assinar o manifesto "Tomar em Primeiro Lugar" estão ainda personalidades como o professor universitário e ex-governador de Setúbal, Luís Graça, e o empresário e ex-secretário de Estado num dos Governos de Cavaco Silva, António Lourenço, além de outras pessoas também com ligações ao PSD, mas igualmente ao PS, sendo, contudo, "a maioria sem partido", disse.

Para Jorge Ferreira, é lamentável que Tomar, cidade detentora de um monumento património da Humanidade (o Convento de Cristo), não tire proveito desse facto, nem do ponto de vista turístico nem económico.

"Esta Câmara Municipal parou no tempo" e o PSD, que tem gerido a autarquia nos últimos anos, "tem grandes responsabilidades", disse, criticando a autarquia pela dificuldade que cria a novos investimentos.

"O investimento que existe no concelho é público, com tudo o que isso implica, e não houve capacidade para atrair e facilitar novo investimento privado que substituísse a decadência das empresas tradicionais, que têm vindo a fechar", acrescentou.

O manifesto, subscrito por 21 pessoas, afirma que o movimento, que já iniciou o processo de recolha de assinaturas com vista à sua legalização, quer "devolver" a Câmara aos tomarenses, "atrair investimento, emprego e riqueza", e tornar Tomar "uma capital cultural internacional".

Jorge Ferreira disse que as pessoas que o acompanham ou residem no concelho ou são naturais de Tomar que "tiveram que sair para ter sucesso", mas que mantêm os laços.

"Com a existência do Politécnico, muitos ficam sobrequalificados para a dimensão da economia local, que estagnou, pelo que tiveram que sair", porque a autarquia "não responde aos problemas das pessoas, que "estão fartas", o que as motiva a intervir, disse, sublinhando o facto de Tomar ser provavelmente o único concelho do país com duas candidaturas independentes nas próximas autárquicas.

Com a chegada do poder local democrático, a Câmara Municipal de Tomar começou por ser liderada pelo PS, em 1976, tendo passado para a Aliança Democrática de 1979 a 1985, ano em que venceu o PSD, regressando ao PS em 1989 e de novo ao PSD em 1997, com o independente António Paiva.

Com a assumpção de funções executivas no Programa Operacional do Centro no início de 2008, António Paiva deixou a liderança do município ao actual presidente Corvêlo de Sousa, que é o candidato do PSD à eleição de Outubro.

Pedro Marques, que protagonizou a gestão PS entre 1989 e 1997, volta a liderar a candidatura dos Independentes por Tomar, que em 2005 conquistou dois lugares no executivo autárquico.

O actual executivo conta com quatro eleitos do PSD, dois independentes e um do PS.

«O Mirante»



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:08
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Comboios de passageiros Coruche / Lisboa

Parabéns! Já era tempo desta zona do Ribatejo ser lembrada a nível de transportes. Lembro que Glória do Ribatejo tem um grandioso projecto urbanístico e turístico em curso que deve ser olhado com orgulho, quiçá mereça também uma estação ferroviária. Seria bom pensar nisso. Ainda não fui viver para essa zona porque os transportes para Lisboa, onde trabalho, são demorados e pouco acessíveis. Estava a pensar habitar em Benavente ou Samora. Se este projecto da CP for uma realidade, optarei por Glória do Ribatejo. Como lisboeta, digo que é uma zona linda e saudável para se viver e sei que cada vez mais citadinos optam por viver no campo, longe do bulício da cidade. É tempo de acabar com o monopólio da empresa de camionetas que servem a zona e colocar alternativas.

Sara Almeida

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publicado por Noticias do Ribatejo às 09:03
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Comunicado de Imprensa da CDU

 

A alimentação das crianças não pode ser privatizada!  

A Associação de Pais das Escolas das Fazendas de Almeirim deu a conhecer que a Câmara se prepara para adjudicar a uma empresa de catering o fornecimento das refeições aos alunos das escolas do Agrupamento, manifestando o seu desacordo e defendendo que as refeições devem ser confeccionadas nas escolas, pois assim será possível garantir melhor qualidade e adoptar soluções que pontualmente sejam necessárias para alunos com alguma limitação.

 
A CDU afirma que está  de acordo com esta posição assumida pela Associação de Pais e consideramos que medidas deste tipo lesivas do interesse das populações devem ser imediatamente paradas.

Nas restantes escolas do concelho onde em anos anteriores esta opção foi aplicada, sempre com a oposição da CDU, a experiência provou, que tal como a CDU afirmava, a decisão de entrega das refeições a privados não melhorou em nada o serviço prestado às crianças e trouxe avultados custos para a autarquia.

Caso o Presidente da Câmara insista na sua aplicação, estaremos ao lado das populações na luta contra estas medidas quer na rua, quer na Freguesia e na Câmara Municipal.

Esperamos que prevaleça o bom senso e os reais interesses das nossas crianças 
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:12
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Câmara de Abrantes permuta imóveis para serviços públicos com Instituto de Emprego

A permuta de vários imóveis destinados ao funcionamento de serviços públicos em Abrantes foi hoje objecto de protocolo assinado entre a autarquia e o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

 

A vigorar “por tempo indeterminado”, o protocolo regula as condições de permuta, de cooperação e uso dos imóveis entre as duas entidades, ficando o IEFP habilitado a utilizar gratuitamente os pavilhões onde actualmente o Pólo de Formação Profissional exerce as suas actividades, nos edifícios do Tecnopolo, e a autarquia assegura a possibilidade de utilização de um edifício situado no centro histórico, tendo em vista a abertura de uma Loja do Munícipe.

 

Segundo afirmou Francisco Madelino, presidente do IEFP, “este é daqueles contratos que são feitos em que todos ganhamos. Ganha o país, ganha o concelho, ganha a região e ganham as duas instituições porque o protocolo tem na base uma experiência inovadora com resultados positivos.

 

“Este Protocolo”, acrescentou, “pretende ter instalações para o IEFP fazer uma parceria com entidades locais, porque estas coisas resolvem-se sempre nos territórios e para as pessoas, não são conceitos abstractos. Neste processo de instalação do Pólo de Formação no Tecnopólo, ganhámos porque não tivemos que comprar o terreno e construir. Este protocolo vem permitir que gratuitamente possamos utilizar as instalações”.

 

“É um sinal que é dado”, afirmou Madelino.“Ajudamos a recuperar uma parte da economia nacional e uma parte significativa da economia do distrito”.

 

O protocolo hoje firmado “tem um outro aspecto positivo porque permite ainda que um edifício que é nosso, mas que não estamos a utilizar, possa ser utilizado para que a Administração Pública, no caso com uma loja local do cidadão, possa dar um serviço mais modernizado de atendimento aos cidadãos”, afirmou.

 

“Esta modalidade que vamos utilizar aqui em Abrantes permite que diversos patrimónios não entrem na lógica imobiliária”, acrescentou o gestor, tendo adiantado que “não haverá da parte do IEFP uma grande abertura para fazer investimentos megalómanos em infraestruturas de formação como foram feitas ao longo dos anos 80, agora é muito aquilo a que nós chamamos formação que se adeque às empresas”.

 

“As coisas jogam-se em custos de oportunidades e capacidade de reacção rápida. É como na economia, com a rápida satisfação das necessidades da procura e é nesse sentido que faremos os investimentos em termos de modernização e formação”, concluiu.

 

Nelson de Carvalho, presidente da autarquia, disse à agência Lusa que “esta é uma parceria que nos faz ganhar a todos”.

 

“Ganha o IEFP, porque ganha mais capacidade para fazer o seu trabalho e para responder melhor aquilo que é a sua vocação”.

 

“Ganha o município porque também através dessa via responde melhor às necessidades das pessoas, mas também porque passa a dispor no coração da cidade de um edifício que permite montar serviços de proximidade ao cidadão”, enfatizou.

«O Mirante»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 14:41
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Quando a crise lhes bate à porta

O Parlamento faz hoje o balanço de um ano de governação socialista. É uma oportunidade para a oposição analisar o reinado de quatro anos de Sócrates, já com os olhos nas eleições legislativas. O DN faz uma radiografia dos principais temas em discussão através do olhar e da vivência de uma família portuguesa, de classe média-alta e em que um dos membros ficou desempregado.

"Lutámos muito para ter o que temos, e conseguimos." A frase, publicada há precisamente seis meses numa reportagem do DN, resumia a forma como a família de Luísa Grilo resistia à crise. E significava que os adultos tinham emprego; que as crianças pensavam tirar um curso superior; que tinham casa própria, além de uma de férias e um apartamento; que possuíam dois carros e que podiam programar jantares, cinemas e uma ou outra viagem. Seis meses depois a frase passou a ser: "Não sei até quando vamos aguentar." O desemprego bateu à porta de casa, entretanto.

Luísa Grilo foi convidada a sair em Janeiro. "A situação já é complicada e ainda não passaram seis meses. Estão a esgotar-se as reservas [indemnização; poupanças], como é que será se não encontrar emprego rapidamente?" É o grande medo de Luísa.

Não que Luísa Grilo, 44 anos, engenheira agro-alimentar, tivesse pensado que estava imune à crise. Mas acreditava na formação e que a fábrica em que trabalhava não precisasse de despedir. Além disso, Luísa e o marido, Luís Pires, 47 anos, subgerente de uma delegação bancária, nunca foram megalómanos e assumiram compromissos sem uma margem confortável para os pagar. E até tinham poupanças, pensadas sobretudo nos estudos superiores dos filhos.
O casal mora na aldeia de Vale de Cavalos, próximo da Chamusca, e só em Santarém, que fica a quase 40 quilómetros de casa, é que existem estabelecimentos de ensino superiores, Aliás, João, o filho mais velho de Luísa e que tem 18 anos, já está a estudar em Santarém, numa escola profissional onde passou para o 12.º ano. Mas ficar na capital de distrito está dependente das preferências do rapaz e de haver vaga no superior, ou seja, pode ter de ir para muito mais longe. A filha mais nova, Maria, de 11 anos, fruto do actual casamento de Luísa, está na Chamusca.

"A vida estava dimensionada para dois ordenados e quando se reduz o orçamento familiar a metade tudo se torna complicado. Prevíamos que o João pudesse tirar um curso superior, público ou privado, em Santarém ou em outra cidade. Era para uma situação dessas que estavam reservadas as poupanças", conta Luísa.

É que o casal sempre optou por ter as crianças em escolas públicas, até porque eram boas as referências da escola da Chamusca. "Vão muito bem preparados para o ensino superior."

E nem as alterações introduzidas pelo Governo e que têm provocado alguma instabilidade no ensino público levam Luísa a mudar de ideias, embora tenha notado uma preocupação excessiva dos professores em relação à sua avaliação: "Senti que descuidaram um pouco a atenção para com os alunos", justifica.
Acompanhar a par e passo o que se passa com os filhos é uma vantagem dos meios pequenos. Regalia de quem vive fora dos grandes centros urbanos, com o valor acrescido da sua aldeia ficar a 80 quilómetros da capital, Lisboa. Isto se se estiver a pensar em deslocações esporádicas. Torna-se impossível para uma situação diária, estudar, por exemplo.

Vale de Cavalos está afastada da confusão, mas suficientemente próximo para se usufruir das auto-estradas de acesso à capital. Isto, apesar de ainda não se ter construído o IC10, uma via que já esteve prevista e que, agora, já ninguém fala.

A família mora num local privilegiado e que vai beneficiar com a construção do novo aeroporto, em Alcochete, que ficará a menos de metade de distância do aeroporto de Lisboa. Isto no futuro porque, para já, o casal teve de cortar as viagens para o estrangeiro. O ano passado fizeram férias nos Açores e projectavam ir à Disneylândia. Acabaram por ficar na Nazaré, casa adquirida há dois anos e que já está paga.

A aldeia está bem servida de transportes. Fica no percurso de várias carreiras do concelho da Chamusca, ao contrário de outras em que só passa uma camioneta de manhã e outra à tarde.

Uma das desvantagens é viver distante de onde tudo parece acontecer e não estamos, apenas, a falar na capital do país. Não há cinema, muito menos espectáculos musicais, de dança ou de teatro. E, para ver um filme, a família tem de ir a Santarém ou a Torres Novas, deslocações que fazem aumentar, e muito, o preço do bilhete. Esta, também, foi uma despesa cortada.

O problema alarga-se à prática desportiva. Não há oferta. O João pratica futebol num clube local e a Maria pratica dança na escola. É o que há.

Os pais de Luísa foram trabalhadores rurais e ela, se quis tirar um curso superior, teve de começar a trabalhar os 16 anos. "Com descontos", sublinha a engenheira, o que significa que trabalhava anteriormente. Ajudava os pais no campo, de onde lhe vem a vocação para a indústria agro-alimentar. Estudava, trabalhava e ia aproveitando as oportunidades, o que passou por dar aulas de biologia e de matemática. Arrependida de deixar o ensino?

"Não, quando se faz as coisas com consciência não há motivos para arrependimento. Se calhar, não me identificava tanto com o ensino, embora o facto de ter dado aulas me tenha ajudado muito. Tinha alguma dificuldade em me expor", conta.

Luísa nasceu e viveu em Coruche e licenciou-se na Escola Agrícola de Santarém. Começou logo por trabalhar numa fábrica transformadora de tomate. Doze anos a aprender, a progredir e a subir na hierarquia, até que a empresa faliu. Luísa tinha 37 anos e arranjou emprego dois meses depois, o mesmo que teve de deixar em Janeiro.

Primeiro dividiram as equipas em quatro turnos (a fábrica labora 24 horas, para evitar o pagamento de horas extraordinárias). Depois, voltaram aos três turnos, só que, desta vez, com o suprimento de funções, embora tivessem garantido que não seriam despedidos.

Luísa quis deixar a empresa onde trabalhava e rescindiu "amigavelmente" o contrato, o que significou uma indemnização pelo mínimo exigido por lei. Quanto? Prefere não dizer. Digamos que é com esse dinheiro que está a aguentar os primeiros meses de desempregada. É que o subsídio de desemprego não é uma garantia de manutenção do nível de vida de quem estava empregado. Não, no caso de alguém que tem um salário bem acima da média.
Enquanto engenheira agro-alimentar, chefe de turno no sector de produção, Luísa tinha um ordenado mensal de dois mil euros por mês, a que se juntavam os prémios anuais. E o limite do subsídio de desemprego são três salários mínimos nacionais, o que equivale a menos de 1200 euros mensais em líquidos.

A verba dá para pagar a prestação da residência e pouco mais. Vivem numa típica casa rural, decorada com rodas de carros de bois, vasos de plantas e onde não falta um forno a lenha. E um pequeno luxo, uma piscina. Até quando? "Até quando as poupanças evitarem que as prestações mensais fiquem para trás." São as poupanças da família e, também, da mãe de Luísa.

A senhora tem uma reforma de 300 euros mensais. Sofre de Alzheimer e só um dos medicamentos custa 50 euros. Estava num centro de dia, onde pagava 120 euros mensais, foi uma das despesas que tiveram de cortar. Passou a viver com a filha, marido e netos.

A mãe de Luísa esgota o dinheiro da reforma com a doença. E não chega. Era a filha que lhe completava o orçamento, o que deixou de fazer devido ao desemprego. E, mais uma vez, recorrem às poupanças. Além disso, tem que ser vista pelo menos duas vezes por ano por um especialista. Especialista que não encontraram no Serviço Nacional de Saúde. "Pedi uma consulta no hospital de Santarém há dois anos e, ainda hoje, estou à espera."

Isto porque não há um médico da especialidade no Centro de Saúde de Vale de Carros, onde têm uma médica de família "excelente". O pior são os horários, consultas com hora e dia marcado com os quais as doenças não se compadecem. Nesses casos, têm de se deslocar ao hospital distrital, em Santarém, que fica a 30 quilómetros, o Serviço de Atendimento Local fechou há dois anos. "O João esteve doente no Natal. Cheguei ao hospital às 11.00 e só saí às 22.00. Como não era um caso urgente, todas as outras pessoas passavam à frente", protesta.

Más experiências comprovativas de algumas das desvantagens de viver fora dos centros urbanos. Um factor que também pode ser prejudicial para quem quer encontrar emprego. A família está disposta a abdicar do privilégio de viver fora da confusão por um emprego para Luísa.

As dificuldades também não fazem com que Luísa, uma mulher de esperança, se demita do que se passa no País. Fez questão de votar nas eleições europeias, ao contrário do que fizeram 63% dos portugueses. "Acho que o devo fazer, quanto mais não seja para mostrar aos mais novos que estão lá em casa que votar é o direito e um direito que custou a muita gente adquirir", justifica. Desta vez, votou na pessoa e não na força política.

Um voto que teve a ver mais com o que se passa no País do que a nível da União Europeia. Um voto que espera tornar mais útil nas próximas legislativas e sobre o qual ainda não tomou uma decisão. Entre as medidas propostas gostaria, por exemplo, que fossem limitados os salários e as reformas em termos de valor mensal máximo. Luísa considera que os casos mais gritantes são as reformas auferidas pelos políticos e militares. Sendo que, neste último caso, a crítica prende-se sobretudo com a idade da reforma. "Conheço muitos militares que se reformaram aos 40 e 50 anos, enquanto poderiam estar a fazer outro trabalhos, nomeadamente a nível comunitário".

A família vive numa uma zona de vivendas com todo o espaço e paisagem para usufruir. Não têm fábricas por perto, nem outra qualquer fonte de poluição. E até a estação de tratamento de resíduos que existe na zona se torna numa vantagem: "As pessoas estão mais sensibilizadas para a reciclagem e preservação do meio ambiente".

A pequena aldeia onde vivem acaba por ser uma vantagem quando não se têm os meios para se manter o estilo de vida a que estavam habituados. A paisagem e o ambiente são facilmente adaptáveis aos períodos de férias, este ano em que foram obrigados a permanecer em Portugal. Mas Luísa fez questão de passar uma semana de férias na Nazaré e não pensar que é mais um número nas listas do desempregado.

Outra das vantagens é não estarem tão sujeitos aos perigos que o casal pensa existirem nas grandes cidades, nomeadamente roubos e outros tipos de crime.
O casal teve os primeiros sinais da actual crise ainda em 2006. E isto porque Luísa trabalhava numa multinacional norte-americana, com fábricas transformadoras de tomate, e começou a perceber que a economia mundial vacilava. Foi quando a empresa prescindiu dos contratados a prazo. "Percebi que o problema poderia chegar aos outros, aos que estavam efectivos", recorda Luísa. E, apesar de já estar há sete anos na empresa, alterou "um pouco" a forma de viver o dia-a-dia. Começou a jogar mais pelo seguro com o orçamento mensal e a fazer mais poupanças.

São essas poupanças que permitem que as finanças da família não tenham entrado em ruptura e que se continuem a pagar as prestações bancárias, as da habitação e de um carro. Os juros baixaram muito pouco tendo em conta que Luísa ficou sem metade do seu rendimento. Não é a primeira vez que está desempregada, mas eram outros tempos. E outra idade. Arranjou colocação em dois meses.

Luísa está desempregada, o que apenas significa que não está a trabalhar por conta de outrem. É que, além de não ter empregada, passou a tomar conta da mãe. E iniciou uma pós-graduação de técnica superior de higiene e segurança, uma formação que vinha adiando, por falta de tempo. É uma área científica em evolução. "A minha área tem evoluído bastante, quer a nível da produção quer a nível do controle. E é está em expansão, o problema é a crise. Os restaurantes fecham, o cafés fecham, as fábricas fecham....e tudo isso tem a ver com o sector alimentar", justifica.

Luísa já enviou mais de 250 currículos. Foi chamada para dez entrevistas e dessas, quatro para agências de recrutamento de quadros médios e superiores. Apenas uma entrevista foi verdadeiramente para um emprego, para técnica administrativa e em substituição de alguém que estava em licença de maternidade n e numa empresa que ficava a 60 quilómetros de casa. Não foi recrutada.

E o que lhe custa é que, apesar de desempregada, tem de cumprir com todas as obrigações como se não estivesse. Mesmo aquelas que não contraiu voluntariamente. Por exemplo, é filha única e decidiu pedir a "habilitação de herdeiros". Teve de pagar mais de 200 euros no notário e outros tantos na conservatória, além do tempo de espera para concluir o processo, não tendo dado conta do Simplex, o sistema anunciado para a desburocratização da administração pública, nomeadamente na área da justiça.

A engenheira está inscrita desde Fevereiro no centro de emprego e nunca a chamaram para entrevistas. Isto quando tem que apresentar todos os meses prova de que anda à procura de emprego, o que significa ter de apresentar quatro a cinco carimbos de empresas que contactou.

Emigrar pode ser uma hipótese que não põe de parte. "Irei para onde encontrar trabalho, já respondi a anúncios para Angola. Não iria com a família, mas apoiam-me se tiver que sair do País. Estamos unidos", explica. E com a força de Luísa, que diz nunca baixar os braços, mesmo que, por vezes, tenha de disfarçar. Sobretudo para os filhos!
 

«DN»

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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Militar da GNR condenado por corrupção

O Tribunal Judicial de Ourém condenou esta quarta-feira um militar da GNR, de 51 anos, a dois anos de prisão com pena suspensa, pela prática de corrupção passiva para acto ilícito.

 

O arguido, Joaquim da Fonseca Coelho, recebeu cem euros de uma condutora a fim de não proceder à elaboração de um auto de contra-ordenação resultante de uma infracção rodoviária na cidade de Ourém.

A presidente do colectivo de juízes, Cristina Sousa, disse ao arguido, na leitura do acórdão, que “era seu dever elaborar o auto de contra-ordenação” e acrescentou que o Tribunal considera que “a condutora passou mesmo a luz vermelha do semáforo”.

 

A favor do arguido, que exerce a profissão há 34 anos, o Tribunal valorizou o facto de ter confessado a maior parte dos factos, o “arrependimento” e a “vergonha”.

 

Joaquim da Fonseca Coelho foi ainda condenado, como pena acessória, à proibição do exercício das suas funções por dois anos.

«CM»

 

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Feira doLivro

A Câmara Municipal do Entroncamento vai realizar este ano, a XXI Feira do Livro que irá decorrer até 12 de Julho, na Praça Salgueiro Maia, no horário das 17h30m às 23h30m.

 

No âmbito das actividades de Promoção da Leitura que têm vindo a ser desenvolvidas pela Biblioteca Municipal, surge a organização desta Feira do Livro, que pretende proporcionar à população do concelho o contacto e acesso às mais variadas obras, que estarão patentes num espaço agradável e central da cidade, a preços convidativos.

 

Os visitantes poderão também contar com muita animação ao longo de toda a feira, desde a música à dança, passando pela arte de contar histórias e ler poesia.



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Cartaxo abandona Resiurb e entrega lixo à Resioeste
 

A Câmara do Cartaxo deliberou abandonar a Resiurb - Associação de Municípios para o Tratamento de Resíduos Sólidos e aderir à Resioeste - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA, com base num estudo encomendado ao Instituto Superior Técnico.

Segundo este estudo, as vantagens da troca radicam na economia de custos e qualidade do serviço prestado.

Para a vereadora com o pelouro do Ambiente, Rute Ouro, a poupança para o município do Cartaxo é substancial no que respeita à deposição anual de 10 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos em aterro. "Passamos dos 32,5 euros por tonelada, preço que subiu 36 por cento nos últimos dois anos, para 17 euros que vamos pagar na Resioeste".

As vantagens também terão impacto em termos de desgaste das viaturas de recolha do lixo e combustível, salientou a autarca, dado que o aterro da Raposa (da Resiurb) dista 45 quilómetros do Cartaxo e a Central de Transferência da Resioeste situa-se na Ota, a pouco mais de oito.

No executivo municipal, a CDU votou contra esta transferência, por questões de ordem ambiental, já que a Resioeste trata a maior parte do lixo através de sistema de incineração, "com consequências imediatas na qualidade do ar".

«Lusa»

 

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O PSD apontou razões económicas que poderão ser desencadeadas, nomeadamente um processo de indemnização resultante da quebra contratual do Cartaxo com a Resiurb. Rute Ouro rejeitou essa possibilidade, apesar das negociações ainda decorrerem, adiantando que o aterro da Raposa poderá ver a sua longevidade aumentada coma saída do Cartaxo do sistema.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente do conselho de administração da Resiurb, Sousa Gomes, disse entender as razões do Cartaxo e que o abandono deste município é visto como algo "pacífico". Sousa Gomes assegurou que a opção do Cartaxo "não irá implicar qualquer pedido de indemnização". Contudo, a saída do Cartaxo só poderá ocorrer "depois de paga a factura da deposição do lixo no aterro, que é actualmente de 618 mil euros, desde Janeiro a Junho de 2009".

A Resiurb é integrada actualmente pelos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos.

Já a Resioeste integra os concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré,



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Presidente da Câmara de Mação critica PS por chumbar passagem para o Médio Tejo
Presidente da Câmara de Mação critica PS por chumbar passagem para o Médio Tejo

O presidente da Câmara de Mação contestou ontem a decisão do Grupo Parlamentar do PS no Parlamento de chumbar a passagem do município para a sub-região do Médio Tejo, como havia sido localmente pedido por unanimidade pelos partidos com assento na autarquia.

 

"Foi com profunda tristeza e estupefacção que acolhemos a notícia, que é contra-natura e contrária aos interesses do concelho de Mação, da sua população e dos eleitos locais, e é típica de um Governo autoritário que vai, também, contra a opinião unânime dos deputados”, afirmou Saldanha Rocha.

 

Em Abril, a Comissão de Poder Local aceitara discutir a proposta de reintegração do concelho de Mação na sub-região do Médio Tejo em detrimento da NUT (Nomenclatura de Unidade Territorial) do Pinhal Interior Sul, uma mudança que ocorreu no início do ano e que produziu ”consequências nefastas para o município, nomeadamente na área da saúde", recordou o autarca (PSD).

 

A moção aprovada nos órgãos locais "propunha era que fosse desencadeado um processo que conduzisse à integração do município de Mação na NUT do Médio Tejo, em virtude de ser aquela que melhor enquadra este município, para onde nos deslocamos, onde temos relações de maior proximidade e onde trabalhamos em projectos conjuntos”, explicou o autarca.

 

“É um dia difícil de digerir”, acrescentou Saldanha Rocha, que disse ser “necessário manter a persistência uma vez que a razão assiste o povo de Mação e a pretensão é justa e é óbvia”.

 

Por seu turno, o deputado social-democrata Miguel Relvas considerou que a decisão do PS “demonstra uma arrogância e um centralismo inaceitável e mostra bem como o Governo trata os municípios e o poder local”.

 

“São assim como o feijão frade, com duas caras. Em público votam a favor, porque sabem que é justo. No outro dia, escondidos, votam contra o agendamento que resultaria na aprovação no Parlamento”, afirmou.

 

Miguel Relvas acrescentou que “a atitude do PS é vergonhosa eticamente, mostra um partido que não é fiável e em que não se pode confiar, sendo que este tipo de comportamento tem de ser energicamente denunciado pelo PSD”.

 

Em declarações à agência Lusa, o deputado socialista Nuno Antão, eleito pelo círculo eleitoral de Santarém, disse que “a questão apresenta problemas formais que não foram ultrapassados” mas que, na prática, o município de Mação “não é afectado com a questão”.

 

“Por um lado, não há exemplo nenhum no país de mudanças de municípios no âmbito das NUT II" e "existem condicionalismos impostos pela própria União Europeia relativamente ao reordenamento do território, sendo que a questão mexe ainda também com dados estatísticos e fundos comunitários”, afirmou.

 

Nuno Antão acrescentou que “em termos práticos Mação vai continuar a aceder aos fundos comunitários através do trabalho conjunto das duas NUT e a população vai continuar a utilizar as mesmas unidades de saúde, como até aqui”.

 

“A mudança de Mação para o Médio Tejo é uma falsa questão e, neste momento, não faz sentido”, concluiu.

 

»O Mirante»

 

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