CDU – COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
LISTA DE CANDIDATOS À ELEIÇÃO PARA
Assembleia de Freguesia de Brogueira
Candidatos:
António José Gomes Vieira Jorge, Empregado Fabril, 48 anos
Maria Helena Paiva Francisco Saramago, Assistente Administrativa (aposentada) 49 anos
José Manuel Inverno Almeida, Serralheiro Mecânico, 49 anos
João Carlos Fernandes Pessoa Gonçalves, Professor, 34 anos
Alexandra Rosa Damião Nereu Teófilo, Professora, 33
José Eduardo da Silva Lopes, Metalúrgico, 54 anos
Carlos José Fernandes Delgado, Mecânico, 38 anos
Albertina Conceição Paiva Francisco, Funcionária Pública, 47 anos
Luís Reinaldo Lopes Feijão, Serralheiro Mecânico, 43 anos
Susana Cristina Lopes da Silva Dinis, Operadora de Supermercado, 28 anos
Manuel Armando de Carvalho Duarte Bruno, Mecânico Auto, 51 anos
Margarida Paiva Carvalho, Estudante, 20 anos
José Gorjão Duarte, Reformado, 78 anos
Manuel do Rosário Carvalho, Operário Fabril (reformado) 69 anos,
CDU – COLIGAÇÃO DEMOCRÁTICA UNITÁRIA
LISTA DE CANDIDATOS À ELEIÇÃO PARA
Assembleia de Freguesia de Assentis
Candidatos
Brian Viera Ricardo, Professor, 28 anos
Luís Gonzaga dos Santos Bento, Aposentado, 54 anos
Catarina Lopes Vieira, Engenheira do Ambiente, 30 anos
José Fernando Sousa Lopes, Fiscal de Linhas e Cabos, 52 anos
Fernando Ricardo Gonçalves, Vidreiro, 44 anos
Susana Cristina de Jesus Lopes, Operadora de Call Center, 27 anos
Filipe dos Santos Dias, Técnico Montador de Peças, 60 anos
João Ferreira Lopes, Ferroviário, 57 anos
Maria Piombina de Sousa Reis Gonçalves, Aposentada, 79 anos
Mário Santos Dias, Vidreiro, 67 anos
Pedro Miguel Escudeiro de Oliveira 31 anos, Desempregado,
Belmira da Conceição Sousa Amaro, 68 anos, Enfermeira
Pedro Miguel Pereira Dias, 36 anos, Técnico de Marceneiro
Eduardo Manuel Silva Santos, 31 anos,
A Polícia Judiciária estava ontem à tarde a ouvir a mulher e o enteado de um homem de 57 anos encontrado morto numa mata junto à estrada entre Tremês e Alcanede, no concelho de Santarém. António Grazina, reformado da Câmara Municipal do Entroncamento, terá sido assassinado à pancada.
O cadáver foi descoberto junto a um caminho de terra, por um dos proprietários dos eucaliptais desta área do concelho de Santarém, residente na freguesia vizinha de Amiais de Baixo, que alertou os bombeiros e a Guarda Nacional Republicana (GBR) de Rio Maior.
Segundo testemunhos no local, o homem não tinha qualquer identificação. Aparentava ter entre 40 e 50 anos, estava deitado de barriga para baixo, com mãos e pés atados atrás das costas e uma saca a tapar parte do corpo. Usava camisa branca e calças pretas.
A GNR de Rio Maior chamou a Polícia Judiciária quando suspeitou tratar-se de um homicídio. Uma brigada da PJ e elementos do Laboratório de Polícia Científica da PJ estiveram no local, cerca das 20.00, para fazer a recolha de elementos para averiguação das circunstâncias do crime.
O caminho florestal está localizado próximo da aldeia do Prado, entre as freguesias de Tremês e de Alcanede, no concelho de Santarém.
O morto apresentava marcas de ter sido brutalmente espancado, com vários hematomas na cara, sinais de perfuração no corpo e sangue no chão.
A PJ chegou à identificação do homem em poucas horas. António Grazina, que antes de se reformar era o condutor do carro da recolha de lixo na Câmara do Entroncamento, tinha sido dado como desaparecido na tarde de sexta-feira.
Fonte da PJ disse ao DN que terá sido a própria mulher, agora suspeita do crime, a formalizar a queixa. Um dia depois, o corpo de António era encontrado.
Alice e António eram casados, mas, de acordo com a mesma fonte, não viviam juntos. Uma fonte policial revelou ao DN que os dois estavam a enfrentar problemas. Ele teria outra mulher. Por isso ela estava a viver na freguesia de Vale de Figueira, em Santarém, e ele no Entroncamento.
António Grazina, de 57 anos, tinha três filhas de um anterior casamento. Também Alice já tinha sido casada.
Ao início da noite, os suspeitos continuavam a ser interrogados e só depois, de acordo com o seu testemunho, seriam ou não constituídos arguidos. Desconheciam-se as suas motivações.
António tinha problemas de alcoolismo mas, no seu registo criminal, não há qualquer caso que o envolva.
Assunto: Acordo anunciado entre o Governo e a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça
Destinatário: Ministério da Saúde
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República
| O jornal “O Mirante” do passado dia 1 de Agosto noticiou que a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça anunciou a contratação de médicos para reforçar o centro de saúde local, resultado de contactos estabelecidos entre a própria e o Governo. Segundo esse jornal a deputada terá referido que o reforço de profissionais, por ora em número incerto, resulta de contactos estabelecidos com o Governo, responsável pela efectiva contratação dos médicos. E cita palavras da própria: "Foi um acordo estabelecido com o poder central, o Governo, para colmatar falhas na região a nível da carência de profissionais do sector da saúde". Mais se refere que a candidatura da deputada à autarquia local enviou à comunicação social um comunicado onde é dito que o anunciado reforço de médicos em Alpiarça é um dos compromissos que a candidata assumirá com a população de Alpiarça. Esta notícia é tanto mais estranha, porquanto, perante a Pergunta ao Governo n.º 934/X(4.ª) apresentada pelo Deputado Bernardino Soares em 14 de Janeiro de 2009, precisamente sobre a falta de médicos no Centro de Saúde de Alpiarça, o Governo respondeu em 18 de Março, não dando qualquer garantia de resolução do problema a curto prazo. Se o Governo encontrou forma de colmatar o problema de uma forma estável e duradoura, tal como a população tem vindo insistentemente a exigir, com o apoio do PCP, isso é seguramente motivo de congratulação. Porém, a ser verdade que o Governo estabeleceu um acordo com a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça, tal configura uma violação grosseira dos deveres de neutralidade e imparcialidade das entidades públicas estabelecido no artigo 41.º da Lei Eleitoral para os Órgãos das Autarquias Locais, segundo o qual, “os órgãos do Estado não podem intervir directa ou indirectamente na campanha eleitoral, nem praticar actos que de algum modo favoreçam ou prejudiquem uma candidatura em detrimento ou vantagem de outra”. Tal procedimento constitui inclusivamente um ilícito criminal, punível, nos termos do artigo 172.º da citada lei, com pena de prisão até 2 anos ou pena de multa até 240 dias. Nestes termos, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e da alínea d) do n.º 1 do artigo 4º do Regimento da Assembleia da República pergunto ao Ministério da Saúde, se foi estabelecido algum acordo entre o Governo e a candidata do PS à Câmara Municipal de Alpiarça destinado a colmatar a carência de profissionais de saúde naquele município.
|
Palácio de São Bento, 3 de Agosto de 2009
Deputado
António Filipe
Pedro Santos, outro membro do projecto, explica que a associação organiza passeios de barco, a pé e de bicicleta para grupos, sobretudo escolares, exposições fotográficas da cultura avieira e sessões de cinema.
«CM»
|
|
|
Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação. Mestrado em Matemática e Aplicações. Doutoramento em Matemática, ambos concluídos no Instituto Superior Técnico, em Lisboa. Bolseiro de pós-doutoramento no Centro de Física Matemática da Universidade de Lisboa, em colaboração com o Instituto de Matemáticas Élie Cartan – Nancy e Centro de Matemática da Universidade de Sabóia (França).
O currículo impressionante é de Pedro Antunes, 30 anos, um jovem natural de Tomar que diz não imaginar a sua vida sem um pouco de matemática. “Ela dá-me uma outra dimensão. Creio que à maioria dos jovens poderia acontecer o mesmo”, convida.
O tomarense recebeu a 23 de Junho o prémio “Jovem Investigador UTL/CGD”, na área de “Matemática Pura e Aplicada e Probabilidades e Estatística pela demonstração de uma equação diferencial parcial. A entrega da distinção foi feita nas instalações da Faculdade de Medicina Veterinária, durante uma sessão oficial dirigida pelo Reitor da Universidade Técnica, pelo Director da Caixa Geral de Depósitos e por um representante da Deloitte Portugal.
O prémio resultou de uma candidatura incentivada pelo seu orientador, o professor Carlos Alves, que considera como o seu melhor “conselheiro científico”. Pedro confessa que tem o prémio guardado junto aos outros documentos vulgares uma vez que “não é agarrado a papéis”. Diz que a motivação para fazer investigação não pode viver apenas da expectativa de prémios ou reconhecimento público. “O prazer que se tem quando se percebe algo de novo tem que ser mais do que suficiente para atacar o próximo problema. No entanto este prémio, pela sua importância, constitui um estímulo”.
O jovem investigador confessa que desde sempre gostou de tentar resolver problemas ou ‘quebra-cabeças’ que envolvessem algum raciocínio ou estratégia de resolução. Recorda até aquela vez em que resolveu um problema novo na Sociedade Gualdim Pais, onde estudava música, com o seu amigo Gonçalo. “Após algum tempo de reflexão e algumas tentativas frustradas consegui construir uma resolução que passava por uma abordagem geométrica do problema. Um episódio insignificante, mas a mim marcou-me”, descreve.
No entanto, a escolha pela matemática não foi uma decisão precoce. “Gostava bastante de áreas como a música, a química, a biologia, a história. Aliás, a minha indecisão manteve-se até à véspera da candidatura ao ensino superior”, recorda, apontando que a matemática nunca constituiu a sua principal opção, uma vez que esta era música. E diz mesmo que os resultados escolares, no ensino básico e secundário, não eram brilhantes. “Tenho consciência que poderia ter aprendido mais matemática no secundário, até porque tive bons professores. No entanto estava mais virado para a música”, confessa.
“Gostar de matemática
implica ser curioso”
O que mais o fascina na matemática? É que esta seja, para si, a linguagem da ciência, de carácter transversal. “Todos os saberes, creio eu, se socorrem dela para formalizar o conhecimento. A matemática é intrínseca à natureza, à economia e até às artes. E nesse sentido saber mais de matemática é perceber melhor o mundo em que vivemos”, explica.
Para Pedro Antunes gostar de matemática implica ser curioso e procurar respostas até mais não, sendo possível mostrar a uma pessoa que torça o nariz a esta disciplina toda a beleza que está presente numa determinada demonstração matemática. “E isto é quase como um ciclo vicioso, quanto mais te predispões maior é o prazer da descoberta”, considera.
O jovem tomarense tem um “mundo de projectos”, a curto e longo prazo. Com o doutoramento concluído há pouco tempo, considera que ainda está a consolidar a sua autonomia na condução de trabalho de investigação. Pretende também diversificar o seu conhecimento e aprender mais de outras áreas vizinhas. Num futuro mais longínquo, mas não muito, pretende conduzir a sua própria investigação e continuar a colaborar com investigadores conceituados. Há ainda outro desejo que guarda no íntimo. “Tenho esperança de poder leccionar e orientar a investigação dos meus alunos”, revela.
Pedro confessa que tem o prémio guardado junto aos outros documentos vulgares uma vez que “não é agarrado a papéis”. Diz que a motivação para fazer investigação não pode viver apenas da expectativa de prémios ou reconhecimento público.
«O Mirante»
Um fogo de grande dimensão destruiu na totalidade o pavilhão industrial da Tipografia Nabão em Tomar onde se concentrava toda a produção e armazenagem da empresa. Pelo menos, quinze trabalhadores ficam sem emprego e pode ser o fim da conceituada tipografia que há muito vivia com graves “problemas financeiros”. Segundo Casimiro Serra da Protecção Civil de Tomar o fogo deflagrou cerca das 05h50 e rapidamente tomou o edifício junto da rodoviária Nacional e próximo da linha de caminho de ferro.
"Toda a maquinaria e produto armazenado está destruído e até o telhado desabou", referiu fonte no local.No local estiveram a combater o incêndio 52 bombeiros, de oito corporações, apoiados por 15 viaturas dos bombeiros região. Cinco horas depois ainda faziam o rescaldo do incêndio e a vigilância vai manter-se nas próximas horas. A fábrica guardava papel e outros produtos “muito inflamáveis” que criaram uma elevada carga térmica e dificultaram a acção dos bombeiros. As autoridades estão a investigar a origem do fogo e para já não adiantam com nenhuma causa provável.
A Tipografia Nabão, fundada em 1947 na cidade, é uma referência na região. Chegou a empregar dezenas de trabalhadores, mas há vários anos que entrou em dificuldades.
«O Mirante»
|
Candidatos CDU às freguesias apresentam-se |
|
Até ao próximo dia 15 de Agosto, a CDU Almeirim apresenta todos os candidatos às quatro Assembleias de Fre-guesia do concelho. A ronda das apresentações públicas começa com Benfica do Ribatejo, dia 31 de Julho, 21h30 no Espaço 2000; segue-se no sábado, dia 1, às 18h30, a apresentação em Fazendas de Almeirim, no Lar-go da Capela e dia 8, em Almei-rim, junto ao depósito da água. Está ainda por agendar a apresentação na Raposa. «O Almeirinense» |
A Sumol+Compal, empresa com unidade industrial em Almeirim, vai abrir em Angola uma nova fábrica destinada à produção e enchimento das bebidas da marca e de marcas próprias da Sumol+Compal Angola, uma sociedade de direito angolano que será constituída.
A Sumol+Compal Angola, anunciou a empresa portuguesa à CMVM, "irá dedicar-se à gestão de marcas de bebidas não alcoólicas, no mercado angolano, incluindo a sua produção, engarrafamento e comercialização".
A produção e enchimento de bebidas da marca Sumol+Compal será feita "sob licença", especificou a empresa.
O capital social da Sumol+Compal Angola será detido a 50,1 por cento pela Sumol+Compal e a 49,9 por cento pela Genius - Gestão de Participações, tal como consta de um memorando de entendimento assinado hoje pelas duas entidades.
Os contratos de execução do memorando de entendimento (contrato de sociedade da Sumol+Compal Angola, acordo parassocial relativo à mesma sociedade e contrato de licença de uso de marcas) deverão ser formalizados no segundo semestre deste ano, acrescenta a nota enviada à CMVM.
A Sumol+Compal ressalva no entanto que "a prossecução de projectos concretos fica dependente da realização de estudos técnicos e económicos que demonstrem a sua viabilidade" e que venham a ser seleccionados pelas duas entidades.
Em Março, o presidente da comissão executiva do grupo Sumol+Compal afirmou que Angola seria um dos mercados prioritários para este ano no âmbito da estratégia de internacionalização. A Sumol+Compal já faz distribuição em Angola. «O Mirante»
|
||
|
|