NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Sábado, 3 de Abril de 2010
REUNIÕES DE UTENTES
Face às perspectivas de algumas freguesias (concelho de Torres Novas) virem a ficar sem médico de família, para além dos pedidos de reuniões institucionais, vão ser convocadas reuniões de utentes da saúde. Assim, em ÁRGEA, será no dia 12 de Abril (segunda), 21 horas, nas instalações da Sociedade Filarmónica; e na LAMAROSA no dia 13 de Abril (segunda), 21 horas, nas instalações da Casa do Povo. Reuniões marcadas com Juntas de Freguesia Na sequência de pedidos de reunião às freguesias do Concelho de Torres Novas, que estão ou podem vir a ficar sem médico, já estão acordadas as datas de duas reuniões. Na Olaia, será no dia 7 de Abril (quarta), pelas 21 horas. No Pedrógão, será no dia 14 de Abril (quarta), pelas 20 horas.


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OURÉM-Paixão de Cristo representada em Ourém
Em Ourém, quase uma centena de actores recrearam a paixão de Cristo, numa tradição que se cumpre já há 12 anos. «Tento sempre representar o melhor possível para que isto sirva de evangelização e que seja um dia de meditação», afirmou o homem que, pelo décimo segundo ano consecutivo, arrasta a cruz pelas ruas da cidade. A cada ano que passa, os actores, todos residentes de Ourém, procuram introduzir algo de novo na altura da crucificação e morte de Jesus Cristo. A autarquia promove esta iniciativa como cartaz turístico, pois trata-se de um «evento que atrai multidões». http://diario.iol.pt


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Movimento proTejo contra novo transvase de água do rio em Espanha
O movimento proTEJO considerou “despropositada e imprudente” a aprovação, em Espanha, de um novo transvase no rio Tejo para o levante espanhol. O novo transvase, aprovado esta semana pela comissão espanhola de exploração do transvase Tejo – Segura, implica um desvio do caudal na ordem dos 114 hectómetros cúbicos para a Região de Múrcia, no levante espanhol, com “consequências graves para os caudais ecológicos do Tejo“, em Portugal e Espanha, disse à agência Lusa o porta voz do movimento. “Para além de uma má notícia, esta é uma provocação às populações ribeirinhas do Tejo em Portugal e Espanha”, afirmou Paulo Constantino. “A ser assim, as duas barragens na cabeceira do Tejo, Entrepeñas e Buendia, ficariam com 23,5 por cento da sua capacidade”, acrescentou. Segundo disse o dirigente, com este novo transvase, as 15 barragens da bacia do rio Segura “ficariam acima de 90 por cento da sua capacidade de armazenamento e também dos seus próprios níveis de segurança”. Enquanto isso, “as duas barragens na cabeceira do Tejo, Entrepeñas e Buendia, armazenam apenas 925 hectómetros cúbicos, 37 por cento da sua capacidade total de 2.474 hectómetros cúbico e, neste cenário, o caudal semanal em Bolarque e Aranjuez é inferior ao caudal mínimo ecológico semanal que tem de passar em Cedillo, conforme estipulado na Convenção de Albufeira”. “Esta é uma situação que não pode ocorrer”, afirmou Paulo Constantino, acrescentando que o governo português “deveria exigir que as reservas de água se mantenham na bacia do Tejo, de modo a que não se repita o incumprimento de caudais ambientais, quer em Espanha, quer em Portugal”. “Por outro lado, os nossos governantes devem demonstrar o desagrado quanto a esta gestão unilateral e contrária ao princípio da unidade da gestão da bacia hidrográfica estabelecido na Diretiva Quadro da Água, e advogar, quanto antes, a definição de caudais ambientais ao longo de toda a bacia hidrográfica do Tejo”, concluiu. http://www.oribatejo.pt/


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Sexta-feira, 2 de Abril de 2010
SANTARÉM-Emprego
Quando nos aproximamos de um importante debate a nível distrital sobre emprego, não poderia de deixar de me estrear neste blog, debruçando-me sobre este tema central para a total emancipação de um jovem. O conceito de Emancipação Jovem tem ganho relevância nos últimos anos, sendo constituído entre outros pontos pelo emprego, habitação e empreendedorismo. A nível de emprego o crescimento económico é o motor de qualquer política de emprego e de crescimento do mesmo. Dessa forma e pelo decorrente do que foi dito a crise económico-financeira afectou em grande medida os dados de emprego dos governos liderados pelo Partido Socialista desde 2005. Até ao início da crise os ganhos a nível de emprego eram visíveis, com uma criação líquida de postos de trabalho bastante positiva, mas com o rebentar da crise mundial tudo mudou, devido às variantes macroeconómicas indispensáveis para a criação líquida de emprego. A nível da criação de emprego o PS tem seguido o caminho que julgo como correcto, permitindo mais estágios profissionais, apoiando programas de criação de emprego jovem e o investimento. Contundo só o crescimento da economia pode solucionar o problema na sua totalidade, daí a necessidade de uma política de investimento público, como demonstra o velho Keynes. Mas, além do desemprego existe cerca 20 % de precariedade laboral que afecta sobretudo os mais jovens. Começo por abordar os estágios não renumerados de cariz não académico, onde concordo com o Governo no seu combate, visto não ser digno trabalhar a custo zero, sendo isso um sinónimo do conceito de “escravatura”. E se alguns pagam o subsídio de almoço, questiono se os escravos no velho Egipto não eram pagos com refeições? Em relação aos recibos verdes sendo a lei já é muito restritiva, deve existir um claro reforço da fiscalização e punição dessa forma ilegítima de emprego. No campo da protecção social às formas precárias de trabalho, acredito que temos de discutir abertamente e sem preconceitos, um sistema de protecção social que inclua os trabalhadores a recibos verdes e os empresários em nome individual. Mas isso é uma discussão complexa e que se tem de fazer no campo da esquerda democrática. Pelos temas expostos e por muitos outros, hoje mais que nunca importa discutir emprego, a sua precariedade e o futuro do mercado de trabalho, e é dessa forma que no dia 9 de Abril vamos debater no Cartaxo estes mesmos conceitos, conto com todos para este desafio. Hugo Costa – Presidente da Federação Distrital de Santarém da JS / JS Ribatejo http://www.js-ribatejo.blogspot.com/


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UMA PÁSCOA FELIZ SÃO OS DESEJOS DO “NOTICIAS DO RIBATEJO”

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ALPIARÇA ESQUECE-SE DE JOSÉ RELVAS, O SEU MAIOR BENEMÉRITO
Estamos no ano das "Comemorações do Centenário da República”. Está a fazer cem anos que José Relvas disse “Se voltar a desfalecer, sussurrem-me ao ouvido: Viva a República! Se já não responder, é porque morri”. Todos os dias encontramos na imprensa noticias sobre José Relvas. Já se realizaram as mais diversificadas iniciativas referentes ao “Homem da República”. Até no vizinho concelho de Santarém já se podem contar os eventos que a respectiva autarquia levou (e vai levar) a efeito sobre o maior benemérito alpiarcense. Já se encontra no mercado livreiro os mais diversos livros sobre José Relvas. Ainda a semana passada houve várias palestras sobre a biografia deste ilustre homem e na próxima semana vai ser lançado na “Casa do Brasil” um fotobiografia de José Relvas. Vários colóquios estão a realizar-se por este país fora e até as mais variadas academias focam os mais variados temas deste grande homem que se chamou José Relvas. «Coleccionador atento e de sentido apurado, transformou a sua casa dos Patudos num museu cujo espólio deixou por herança ao concelho de Alpiarça». Até este modesto jornal já publicou vários artigos referentes ao ano das “Comemorações da República” e outros de José Relvas. Não é obrigação deste jornal sobrepor-se a quem quer que seja e muito menos à Câmara que herdou por “testamento” toda a fortuna do benemérito. O executivo da CDU tem muito pouco para divulgar sobre as “Comemorações do Centenário” que deveriam ter um papel ponderante em Alpiarça. Continuamos assim a ver outros concelhos a adiantarem-se no tempo e nas iniciativas para continuarmos a aguardar o que irá acontecer em Alpiarça ou estará o executivo camarário à espera apenas do dia 5 de Outubro? O responsável pelo “Pelouro da Cultura” tem vindo a demonstrar falta de capacidade para levar a efeito iniciativas. Ainda não foi capaz de organizar um programa para se dilatar ao longo do ano ou um programa cíclico dedicado a José Relvas, quando tem tanta matéria – até matéria-prima – para realizar as mais variadas discussões, tais como: «a célebre viagem de José Relvas com Magalhães Lima a Paris para prepararem o governo»; «A situação do país enquanto Ministro das Finanças»; «o coleccionismo particular de José Relvas»; «a faceta de empresário de José Relvas»; «como a sua casa agrícola se tornou num exemplo para a região», etc., etc. Ao longo dos últimos anos, os vários executivos nunca conseguiram «acertar o passo» porque não foram capazes e, assim vamos continuar. Com tudo isto, não estamos a dizer que o Pelouro da Cultura não seja capaz de fazer alguma coisa. Apenas estamos a dizer que está inoperante, porque nem sequer ainda foi capaz de editar uma pequena brochura sobre a ligação de José Relvas a Alpiarça e divulgá-lo pelo Pais e estrangeiro para que todos saibam que existe uma grande interligação entre José Relvas e Alpiarça. É lamentável que sejam outros a fazê-lo. Não acreditamos que haja razões políticas por causa da actual administração da Fundação. Saiba mais em: www.jornalalpiarcense.com


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A Criação do Próprio Emprego
ARTIGO DE OPINIÃO Como sabem numa sociedade em constante modificação, a criação do próprio emprego é sempre uma forma de ultrapassar a grande falta de emprego que actualmente existe. Inspirei-me na leitura de uma entrevista intitulado ‘Ser despedido foi a melhor coisa que me aconteceu’ em que contava a história de pessoas que criaram o seu próprio emprego após o seu despedimento de empresas que faliram para elaborar este artigo. Desde logo existem grandes vantagens na criação do próprio emprego, o facto de existir um elevado grau de autonomia no desempenho das tarefas (podendo mesmo criar o seu próprio método e tempo de execução do trabalho) por outro lado ultrapassa a grande dificuldade de encontrar o emprego que desejamos na altura certa. Virão apoios, actualmente tanto o IEFP, ANG e outros organismos públicos continuam a apoiar a criação do próprio emprego, no entanto é fundamental um grande espírito de sacrifício. Muitas das vezes para avançarmos com a nossa ideia inovadora temos que deixar estes apoios de lado e avançar-mos com empréstimos bancários. Sabiam que o contexto económico é difícil, pois não estamos num ano de crise, mas sim uma crise de anos, pelo que as empresas tiveram de se adaptar a este nova vida, sendo certo que quem conseguir sobreviver a este contexto consegue estar mais forte num novo ciclo económico mais favorável. Mesmo assim acharam que era o tempo de investir em nichos de mercado mal explorados, sendo este o ambiente de exigência e de crescimento ideal para quem quer desenvolver o seu negócio, sendo uma oportunidade para puder mudar a sua vida. Não se esqueceram do lema ‘as oportunidades estão no ar, apenas temos que saber apanhar a oportunidade certa’. Estavam reunidas todas as condições para montar o seu negócio e pronto avançaram sem medos e hoje têm objectivos ainda mais ambiciosos para as suas empresas. Gostaria de referenciar algumas das características que considero importantes para os novos investidores são: Espírito de Sacrifício, Trabalhador; Dinâmico; Inovador; Conhecedor de Técnicas Especificas; Visionário e por fim uma grande Capacidade de Autocrítica. Não é obrigatório ter todas estas características, mas convém ter algumas. Acabo com uma ideia muito importante, é que embora exista uma forte necessidade de apoiar os desempregados, o facto é que ainda existem um conjunto de empregos na área da agricultura, indústria e serviços que não são aproveitados por as remunerações serem inferiores ao subsídio de desemprego, o que pode ter levado estas pessoas a investir. Penso que seria de repensar a forma de funcionamento este fundo de desemprego, mas isto é uma questão a abordar noutra altura. Por: Paulo Mendes da Paz

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BENAVENTE-Situação dos Serviços de Saúde no concelho de Benavente
No seguimento da última reunião da Coordenadora Concelhia de Benavente da CDU, realizada no passado dia 30 de Março, apelamos à divulgação da seguinte nota: Segundo dados do Centro de Saúde de Benavente, recolhidos no âmbito de uma visita do Deputado do PCP António Filipe, no passado mês de Fevereiro existiam, até 23 desse mês, 8671 utentes sem médico de família no nosso concelho. Acresce a este facto, o péssimo funcionamento do SAP, cujos serviços foram entregues a uma empresa de prestação de aluguer de mão-de-obra, com consequências dramáticas no atendimento daquele serviço. Esta situação configura-se como muito preocupante, e inaceitável do ponto de vista da falta de cumprimento de um direito consagrado na Constituição da República, básico para o bem-estar da população do concelho. Foi neste âmbito que a CDU, por via dos seus eleitos, promoveu um conjunto de iniciativas no plano institucional, que culminou no passado dia 15 de Março numa reunião com a Sra. Ministra da Saúde, a pedido da Câmara Municipal de Benavente. Nesta reunião, após grande insistência da Câmara Municipal de Benavente, foi assumido um compromisso por parte da Sra. Ministra de destacar no imediato 1 médico para o SAP, 1 médico para os utentes de Santo Estêvão e o reforço da presença de 1 médico 5 horas por dia, 3 vezes por semana, no Porto Alto. Assim, a CDU vem exigir que este compromisso se cumpra no imediato, e apelar à população do concelho que se mantenha vigilante na defesa dos seus interesses. Estes compromissos, mesmo depois de confirmada a sua execução na prática, são muito insuficientes pelo que assumimos publicamente que continuaremos a fazer todos os esforços no sentido de ser cumprido o pressuposto constitucional que prevê que o concelho de Benavente tem o direito de ter serviços públicos de saúde adequados às necessidades da população. A Coordenadora Concelhia de Benavente da CDU


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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010
Que tipo de sociedade justa nos apregoam os políticos quando um gestor de uma empresa (EDP) ganha quase nove mil euros por DIA
O presidente da EDP auferiu em 2009 mais de 1,3 milhões de euros, relativamente a remunerações fixas e variáveis. Sobre este valor, António Mexia vai ainda receber mais 1,8 milhões de euros, referentes a um prémio plurianual, que será entregue depois da assembleia-geral da empresa marcada para 16 de Abril. Segundo a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), António Mexia recebeu no ano passado 600 mil euros em salários fixos e 700 mil euros em remunerações variáveis, que dependem dos objectivos atingidos. A estes valores já pagos, juntam-se ainda três prémios de 600 mil euros (num total de 1,8 milhões) que entram nas contas de 2009. Em termos absolutos, a EDP foi a empresa portuguesa que melhor remunerou o seu presidente durante o ano passado. O valor total de 3,1 milhões de euros corresponde a 0,19 por cento dos lucros da EDP em 2009, que se fixaram em 1,024 mil milhões de euros. Em comparação com os presidentes de outras empresas nacionais, António Mexia auferiu um valor líquido superior, mas se o cruzamento de dados for feito em termos de percentagem de lucros a remuneração é inferior. No caso da Galp, o presidente Manuel Ferreira de Oliveira recebeu no ano passado um total de 1,573 milhões de euros, correspondentes a 0,74 por cento dos lucros da empresa energética, que foram 213 milhões de euros. O mesmo acontece quando é feita a comparação com o então presidente da REN. José Penedos auferiu um total de 621 mil euros, que representam 0,46 por cento dos lucros da empresa (134 milhões de euros). A Portugal Telecom (PT) e o BES são outras empresas cotadas no PSI-20 da Bolsa de Lisboa que pagaram mais de um milhão de euros aos seus gestores. À frente da PT, Zeinal Bava auferiu no ano passado um total 1,505 milhões de euros, o que absorve 0,22 por cento do lucro da empresa. Já o presidente do BES, Ricardo Salgado, recebeu 1.053 milhões de euros, correspondentes a 0,20 por cento dos resultados líquidos. «Jornal Correio da Manhã»


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Chamusca-Vale de Cavalos: terra da minha gente!
"Vale de Cavalos, Uma Terra Disputada", de José João Marques Pais. A ler por quem tem paixão por terras ribatejanas. O autor fala do arquivo de algumas cartas do espólio de José Relvas, com “a questão de Vale de Cavalos” abordado em cartas que o proprietário do Solar dos Patudos dirigia à esposa. Quando após José Relvas ocupou o cargo de Chefe do Governo, foi possível anexar a freguesia de Vale de Cavalos ao concelho de Alpiarça, retirando-a do domínio da Chamusca (1919). "A notícia caiu como um trovão entre a população chamusquenha. A partir daí desencadearam todos os mecanismos possíveis para anular esta resolução. No imediato isso não aconteceu e tiveram que esperar até 2 de Setembro de 1926, para, com uma situação política mais favorável, reaverem a freguesia de Vale de Cavalos, o que ocorreu no meio de grandes manifestações de sinal contrário. Em Alpiarça, as águas agitaram-se sob a batuta de José Relvas, tendo ocorrido recontros sangrentos que envolveram trabalhadores de Vale de Cavalos. Por outro lado, no concelho da Chamusca, o tempo era de festa sob a direcção do Dr. Rafael Duque!" - digo eu, para quem o meu avô trabalhou, como capataz - "um dos grandes responsáveis pelo volte-face nas decisões governamentais." Alguns dados menos conhecidos sobre Vale de Cavalos. Terra que foi de D. Sancho I. Era Vila de Rei. Com ela alargou-se o paul e o vale. Em 1379, já se falava de val de cavalos. Consta das partilhas das duas filhas de Pero Esteves do Cazal. A Constança coube Vila de Rei com o val de cavalos, que entra no convento de St.ª Clara, ficando os casais na tutela deste. O casal de val de cavalos tem menção no códice de 1382, com Vila de Rei ainda em sobreposição. Vila de Rei com val de cavalos são emprazados a Fernão Gonçalves Çafom, e dele para os filhos e neto, Álvaro Fernandes de Carvalho, ficando na família até 1462. Confirma-se a mercê de coutada na quintã e paul de Vila de Rei com o infante D. Henrique. Após esse ano, ficam nas mãos do chanceler-mor, conde palatino, presidente da Casa da Suplicação e do conselho do rei, o Doutor Rui Gomes de Alvarenga. Vila de Rei e Val de Cavalos são comprados aos direitos à viúva e mãe dos Carvalho e coube a Fernão de Melo. O morgado não fica nas mãos do seu filho bastardo, mas nas de uma sobrinha do pai, filha de Gomes Soares, o primogénito do Dr. Rui Gomes de Alvarenga, D. Margarida Soares, que casa com o fidalgo castelhano, D. João Alarcón, vindo para Portugal na comitiva de D. Maria de Castela por altura do casamento com D. Manuel I, como filho da aia da rainha. Vila de Rei foi título dos varões primogénitos do casal que assinavam “senhores de Vila de Rei”. Terras que ficam de fora das terras do morgado de Vila de Rei, e ficam emprazadas a rendeiros. Sobrevivendo às vicissitudes políticas - à perda da independência em 1580 e à restauração em 1640 - os senhores de Vila de Rei mantém-nas até que o 8.º dos senhores se passa de livre vontade para Espanha, depois de ser nomeado por D. João IV governador de Ceuta. Circunstância danosa para o nome da família, com o decretamento do arresto dos bens de Vila de Rei e Val de Cavalos. O património foi reivindicado pelo 1.º conde de Avintes, D. Luís de Almeida, em 1658, e foi-lhe reconhecido o direito em 1677, no tempo de D. António, vindo da relação familiar entre aquele e os Soares Alarcão, por linha feminina. O conde de Avintes dá de subrogação parte dos bens do morgado, onde entravam Vila de Rei, o seu paul e Val de Cavalos, pela quantia de 24$000 cruzados. Foi um seu filho e sucessor, André Lopes de Lavre, que celebrou a escritura do contrato de subrogação em 1719, integrando Vila de Rei e Val de Cavalos… Ah! Como o meu avô, Zé Melão, ficaria contente por recordarem a sua terra e dela dizerem tão bem. E com tanta paixão! É ou não uma terra de encantos?! E é a da minha gente! Publicado por Ventur'ana aperscrutadora.blogspot.com


publicado por Noticias do Ribatejo às 06:55
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