NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Domingo, 4 de Julho de 2010
CHAMUSCA-Câmara da Chamusca implementa plano austero de contenção financeira
Reduzir 20% as despesas no sector da educação e ensino e diminuir em 10% os gastos com pessoal são apenas duas das 14 medidas de contenção e austeridade que a Câmara Municipal da Chamusca começou a aplicar de forma gradual, no passado dia 1 de Julho. Segundo um comunicado da autarquia, este plano tem como base “os efeitos da crise económica e financeira do país” e o próprio Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) 2010 – 2013, definido pelo governo, que reduz a transferência de verbas para os cofres do município e o obriga a um endividamento zero. No mesmo documento, o presidente Sérgio Carrinho informa que a “débil situação financeira do município” acentuou-se “consideravelmente no primeiro semestre de 2010”, prevendo-se o mesmo cenário nos seis meses que restam do ano, o que obrigou a Câmara a tomar medidas “com naturais implicações junto dos munícipes”. Do lado da despesa, a autarquia pretende limitar a aquisição de serviços externos e a realização de obras de pequena e média dimensão, “tendo como objectivo estratégico a redução da facturação em 10%”. Em colaboração com as Juntas de Freguesia e instituições de acção social do concelho, a Câmara vai também seleccionar o que são investimentos prioritários e que obras podem ser suspensas, assim como vai cortar nas actividades lúdicas e culturais, casos dos eventos na biblioteca, passeios da 3ª idade, programas de ocupação de tempos livres, preparação dos 450 anos de elevação da Chamusca a vila e mesmo a Semana da Ascensão, entre outras iniciativas. Do lado da receita, a Câmara vai implementar um novo regulamento de taxas e licenças com o objectivo de melhorar este recurso em 5% e admite mesmo recorrer à venda de património, mas para já ainda não estão definidos quais os terrenos ou edifícios a alienar. A autarquia, que depende em 86% das transferências do Orçamento Geral do Estado, quer ainda recuperar cerca de meio milhão de euros que está em atraso por parte da administração central, e já definiu que, caso seja possível o recurso a empréstimos bancários, essas verbas serão usadas apenas na execução de obras financiadas pelo QREN ou protocoladas com outras entidades nacionais «Jornal O Ribatejo» http://www.oribatejo.pt


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Sábado, 3 de Julho de 2010
BENAVENTE-Falta de médicos em Benavente alarma sociais-democratas
Deputados do PSD eleitos por Santarém questionam Ministra da Saúde a fim de saber quando é que o problema vai ser resolvido. Vasco Cunha e Carina João querem saber os motivos para ainda não terem sido colocados médicos nas extensões de Saúde de Santo Estevão e Porto Alto e quais os procedimentos desenvolvidos até ao momento para solucionar esta situação. Num conjunto de perguntas, entregue na Assembleia da República, os deputados eleitos pelo distrito de Santarém perguntam ainda “quanto tempo mais se estima que demore a colocação destes profissionais em Porto Alto e em Santo Estevão, respectivamente”. Os deputados recordam que “na sequência de uma reunião havida a 15 de Março, com o Presidente da Câmara Municipal de Benavente, a Ministra da Saúde e com os responsáveis pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), ficou acordado, e foi amplamente noticiado na Comunicação Social, que o município iria receber um reforço de três médicos, através de uma empresa externa de prestação de serviços, um para o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Benavente, um para a extensão de saúde de Santo Estêvão e outro para o Porto Alto”. Contudo, até ao momento, não foi verificada a "colocação prometida de médicos nas extensões de Saúde de Santo Estevão e Porto Alto". Como resultado desta situação, acrescentam, “no concelho de Benavente cerca de 8 mil utentes não têm médico de família” e os “utentes de Porto Alto e Santo Estevão têm que se deslocar muito cedo pela manhã, percorrendo diversos quilómetros para a marcação das suas consultas, sem a certeza de conseguirem a tempo o efeito pretendido”


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ALMEIRIM-Dispensa de Estudo de Impacte Ambiental para construção do Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo levanta dúvidas a deputados do PSD
Os sociais-democratas afirmam estar em causa o abate de cerca de 10 hectares de sobreiros. Os deputados do PSD querem ter acesso ao parecer jurídico que justifica a dispensa de Estudo de Impacte Ambiental para a empreitada de construção do Estabelecimento Prisional de Lisboa e Vale do Tejo. Num documento entregue na Assembleia da República e dirigido ao Ministro da Justiça, os sociais-democratas recordam que o Ministro fez referência a este documento durante a sua audição na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias e agora querem conhecê-lo. “Uma vez que, por natureza, os pareceres jurídicos são quase sempre controversos ou pelo menos contestáveis, e atendendo a que estamos perante uma obra que implica o abate de cerca de 10 hectares de sobreiros, feita por ajuste directo e com um valor avultado de adjudicação, os deputados requerer cópia desse parecer jurídico, de forma a avaliar os respectivos fundamentos, a sua bondade jurídica e validade dos respectivos argumentos”, lê-se no documento.


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ALMEIRIM- Festa Taurina

Almeirim 27/Junho/2010

Cavaleiros – Joaquim Bastinhas, Rui Salvador, José Manuel Duarte, João Cerejo, Ana Batista e Marcelo Mendes.

 Forcados Amadores de Santarém e Chamusca. T

oiros – Veiga Teixeira. Fim de tarde de um início de Verão em Almeirim.

 A Praça abriu as portas ao Toiro e mais uma vez houve festa. O Solstício ofereceu dia grande também ao Grupo de Forcados Amadores da Chamusca, que se destacou pela qualidade num cartel que anunciava 6 cavaleiros e dois grupos de forcados para 6 exemplares Veiga Teixeira. O primeiro toiro em sorte para o Grupo encontrou afortunadamente como adversário da pugna Nuno Marques, o actual cabo, que mais uma vez fez jus ao título de Primus inter pares. A sua presença na arena fez silenciar o tumulto das bancadas, ao presenciarem o domínio perfeito do citar, do parar, do mandar…e o conhecimento do animal que enfrenta, permitindo-lhe uma brilhante pega consumada na primeira tentativa, com válida ajuda da restante formação. A sua galhardia deixa marca indelével, nesta tarde, ao receber o prémio de melhor pega. Ditou o Fado que o quarto toiro, em arremesso às tábuas, cortasse o cabedal da embola e que a haste esquerda surgisse nua… As bancadas, expectantes, testemunharam a tranquilidade do grupo perante o revés. O clamor que pedia o recolher do cornúpeto foi silenciado pela determinação e coragem da decisão de levar o toiro para a volta. O coração daqueles que fazem dele morada deste Grupo disparou com a mesma velocidade com que o Nuno Teixeira e o Igor Rabita saltaram para a arena. Mesmo sem o apoio dos campinos, os eleitos para a cernelha esperaram serenamente o momento exacto para subjugar o animal. O cernelheiro, intrépido, aguentou as investidas até que, com o rabejador, se conseguisse o domínio da sorte. Nesse momento explodiu a ovação das bancadas, que foi interrompida pelas investidas contra o forcado Igor na saída da pega. Passado o percalço, os dois forcados deram a volta sob uma merecida ovação. Contudo, ao Grupo ainda estava reservada outra provação. Tendo sido recolhido o quinto toiro com uma lesão no início da lide de Ana Batista, sai o sexto toiro para o grupo alternante, restando aos Amadores da Chamusca aguardar pelo Destino do toiro Sobrero para a última lide. Chegado o momento, mais uma vez a valentia do Grupo é posta à prova e a formação escolhida para a ultrapassar é encabeçada por Nuno Luís. A sua pequena estatura revelou-se grande diante da peleja, evidenciando a sua experiência ao consumar a sorte com sucesso. O reconhecimento do seu arrojo manifestou-se na ovação que recolheu na volta. Finda a corrida, misturava-se no ar de Verão a alegria e o orgulho dos que pela paixão pelos toiros e pelo Grupo ali vieram. A festa prolongou-se pelo jantar… Porém, também este momento se destacará por uma pequena intervenção de um jovem, mas nobre, forcado que, não se sentindo incomodado pelo facto de não ter pegado nesta tarde de toiros, afirmou que “aprende mais a ver pegar quem sabe, do que ser ele a pegar”. Uma lição de Humildade e uma tarde de pegas pro memoria.

Para o GFAC,

que Deus reparta sorte.

Teresa Soares

http://forcadosdachamusca.jimdo.com



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Sexta-feira, 2 de Julho de 2010
O folhetim das Scuts (auto-estradas sem custos para os utilizadores) continua a animar o debate político e os noticiários.
Enquanto o “casal” Governo-PSD continua a entreter-nos com divergências semânticas sobre chips e isenções, temos do outro lado o levantamento de autarcas, empresários, comissões de utentes improvisadas e até deputados dos círculos respectivos a manifestarem-se contra. No extremo, insinuam-se apelos à revolta popular com recusa de pagamento das portagens no dia em que forem implementadas. Esse dia, que já esteve mais perto, foi agora empurrado para 1 de Agosto. Se é verdade que o princípio do utilizador pagador aparenta ser o mais justo no uso de um bem público, é perigoso aceitarmos cegamente a sua generalização. Mesmo que o assunto em questão sejam as Scuts – criadas por João Cravinho, ex-ministro do tão injustamente vilipendiado governo de Guterres. Sem entrar nas questões, mais polémicas, de modelos de financiamento de obras públicas ou prioridades orçamentais, é razoável ponderarmos no desequilíbrio territorial e demográfico do nosso país e sobre as respostas políticas que isso exigiu. A litoralização excessiva na ocupação do território, que nos inclina para o mar sem contudo dele vivermos, aconteceu sobretudo por ausência de planeamento quando a terciarização da nossa economia acelerou o êxodo rural. Enchemos as grandes cidades e as suas periferias porque era aí que havia empregos melhor remunerados. Tivemos depois de correr atrás do prejuízo, sabendo de antemão que sem boas acessibilidades não é possível uma ocupação equilibrada do território. O plano rodoviário nacional que se foi desenvolvendo, sempre com a preciosa ajuda dos dinheiros comunitários, veio corrigir essas assimetrias, contribuindo também para diminuir acentuadamente o número de mortes e estropiados nas estradas portuguesas. Uma correcção tardia, infelizmente. Agora, precisamente a A-23, a única Scut que cruza o nosso distrito, entre Torres Novas e Abrantes (mais os 178 km até à Guarda), está também ameaçada de ser portajada, o que a acontecer será um tremendo erro político. Sobretudo pelo que isso significa como risco para o desenvolvimento da economia local e regional. Se para vencer o isolamento, que tanto encarece o negócio da distribuição, vamos ainda portajar a distância, só podemos tornar o débil investimento no interior do país mais improvável ainda. O Governo avançou com uma proposta de isenção de portagens para os municípios (46 no total do país) onde o poder de compra esteja abaixo da média nacional. Acontece que, ao longo de toda a A-23, só no Entroncamento iríamos pagar portagem. Um absurdo, pelos custos que comportaria o processo de cobrança para tão magras receitas. Mas tudo é possível, nestes tempos em que a errância política e o disparate parecem ter tomado conta do país. Por: Joaquim Duarte, editorial jornal O Ribatejo, 02 de Julho de 2010


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Nersant arranca com implementação do sistema de gestão da qualidade nas IPSS’s
Tendo em conta os seus projectos para as entidades da economia social, a Nersant agendou, para a segunda quinzena de Julho, as reuniões que marcam o arranque do projecto para implementação do sistema da gestão da qualidade nestas entidades. Santa Casa da Misericórdia do Sardoal, Centro de Recuperação e Integração de Benavente e Fundação José Relvas são as primeiras IPSS’s a iniciar este processo, que permite preparar a instituição para a qualificação de acordo com as normas da Segurança Social, bem como desenhar um sistema de gestão da qualidade potenciador de melhorias organizacionais, de rentabilidade, e de tempos de resposta. Estas reuniões têm como objectivo a organização de todo o processo, nomeadamente a criação da equipa de trabalho, a nomeação do representante da entidade, a adequação das etapas do projecto, a definição de responsabilidades de cada interveniente nas etapas do projecto, a apresentação da metodologia de trabalho a ser utilizada e ainda a calendarização das etapas do projecto. De referir que o projecto Nersant para preparação e implementação do sistema de gestão da qualidade obedece a algumas etapas, nomeadamente “realização de auditoria de diagnóstico”, “sensibilização na área da qualidade”, “concepção e implementação do sistema de gestão da qualidade” e ainda “pré-auditoria de preparação à auditoria de concessão da certificação.”

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Abertas inscrições para reunião de preparação. A Nersant vai organizar, no próximo dia 12 de Julho, pelas 17h00 na sua sede em Torres Novas, uma reunião de preparação para as empresas interessadas em participar na Missão Empresarial a Angola, que se realiza entre os dias 14 e 23 de Agosto. Centrada em Benguela e Lubango, esta missão permite ainda a participação das empresas na Expo-Huíla, uma das maiores feiras de Angola e a maior do sul deste país. Os interessados em conhecer melhor o programa desta missão, bem como as condições de participação da mesma devem assegurar a sua presença na reunião através do e-mail datdr@nersant.pt, até ao próximo dia 06 de Julho.


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CARTAXO-RAMIRO VERGAS, NA 25.ª EDIÇÃO DAS CONVERSAS NA TABERNA
Uma vida construída a partir de “pequenos nadas”. Ramiro Vergas foi o convidado da 25.ª edição das Conversas na Taberna, que decorreu no dia 30 de Junho, como habitualmente, na taberna do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo. Lutar por aquilo que se gosta. Nunca gastar mais do que se ganha. Construir para mais tarde poder aproveitar. São algumas das chamadas “frases feitas”, que se lançam por vezes no meio de conversas banais. Quando recomendadas a outros, não chateiam, nem ofendem. Só quem as segue à risca parece dar-lhes a devida importância. Ramiro Vergas teve, desde cedo, bons motivos para deixar de sonhar. Aos 7 anos ficou sem mãe e aos 13 sem pai. Abandonado à sua sorte, e aos cuidados da avó materna, foi acompanhando o ritmo das tarefas do campo. “Foi uma vida sofrida, de enxada nas mãos – a caneta de dois bicos, como lhe chamávamos. Chorei muito a falta dos meus pais, ainda hoje sinto a falta deles. Talvez por isso sinto uma revolta muito grande quando vejo filhos a faltarem ao respeito aos pais”. Interrompeu as jornadas de trabalho no campo para ir para a tropa. Ainda sem saber o que o iria esperar, o motivo foi comemorado com “festa de arromba”. Houve berbigões, cozinhados dentro de um lagar, regados com bom vinho. Foi no Ultramar que passou os momentos mais difíceis da sua vida. “Chegámos no dia 13 de Maio de 1966 e logo no dia 28 tivemos uma emboscada. A 13 de Junho caímos debaixo de fogo – resultado: duas mortes e dois feridos graves. O meu estado de espírito era de stress e muito medo, eu pensava que seria impossível escapar”. Sem ter conseguido “os tais padrinhos” nem na tropa, nem depois dela, Ramiro Vergas lançou-se à vida, “sempre com uma vontade enorme de fugir dos caminhos mais sinuosos”. Era a recusa em conformar-se com uma vida difícil que o motivava a lutar. “A juventude de hoje desmotiva-se muito facilmente. Pode-se perguntar: que motivação podia ter um jovem que aos 13 anos já não tinha pai nem mãe? Só uma grande força me levava a seguir em frente e a querer safar-me daquela vida dura”. Até mesmo os namoricos se tornavam mais complicados, confrontado com a ideia dos pais das raparigas que o rotulam de “um Zé Ninguém”. “Via-me aflito, não me safava com as meninas mais bonitas! Não tinha heranças, não tinha nada…”. Agarrado à convicção de que ter uma profissão era o ponto de partida para “um dia vir a ser alguém na vida”, viu nos cursos profissionais uma oportunidade de poder traçar esse caminho mais seguro. Para sua surpresa, os testes psicotécnicos ditaram aptidões para a área da electromecânica. “Frequentei o curso sempre com muita garra. Eu pensava para comigo, ou passas ou ficas outra vez a pedalar em seco. Não era pessoa inteligente, mas aplicava-me muito. Não tinha problemas em levantar o dedo e mostrar que não percebi à primeira”. O empenho teve resultados e, um mês depois de terminar o curso, teve um contacto para ir para uma empresa, a JS Azevedo e Silva, que estava a precisar de pessoal para ir para o Porto, para obras de refinaria. “Fiquei encantado, era o momento de passar à prática”. Mas acabaram por lhe trocar as voltas, e acabou por ficar em Lisboa a montar postes de transformação, “que era mais um trabalho de serralharia do que de electricidade”. Estava-se em Abril de 1969 e no final desse ano foi Ramiro Vergas quem decidiu dar um novo rumo ao seu trabalho. “Eu fui para a JS Azevedo e Silva ganhar o que tinha pedido, 80 escudos por dia, que já era bom. E no final do ano eles deram-me um aumento de 16 escudos. Mas eu já tinha respondido a um anúncio para electricista para a Epal, então CAL – Companhia das Águas de Lisboa. Quando me fui despedir, o engenheiro ficou todo aborrecido, mas depois disse que a porta ficava aberta se eu quisesse voltar”. O trabalho na Epal acabou por se revelar bastante duro – “nada era motorizado, tínhamos de abrir torneiras de 500 e 700 à mão. No fim do dia estava cansadíssimo”. Mas se por um lado este trabalho não era fácil, o momento da transição para os mecanismos mais modernos também não se levou de ânimo leve. “Aos 50 anos, com 25 anos de casa, tivemos de ser submetidos a cursos de aperfeiçoamento, na área de computadores. Falavam que quem não tivesse aproveitamento saía. Foram medos que se instaram, e eu só pensava que chegava ao fim do curso e não me safava. Mas isso acabou por me dar mais força. Rapaz, tens que te agarrar, dizia eu. Nem pus os pés na festa de Vale da Pedra”. Mas valeu a pena, porque teve 81%, numa escala de zero a cem. E isso valeu-lhe mais – passou à categoria de coordenador, chefiando uma equipa de operadores. “E foram mais 35 contos que passei a ganhar”. Mas também perdeu inicialmente alguma harmonia no trabalho, porque “inverteram-se papéis” na hierarquia da empresa, e isso não foi muito bem aceite. Mas o que fez mais Ramiro Vergas, além de trabalhar? Há no seu percurso de vida muitas outras marcas, “as tais obrazinhas que toda a gente deve deixar”. Como por exemplo o facto de ter sido um dos primeiros autarcas da freguesia de Vale da Pedra, em 1988. Foram quatro anos de “boas experiências” à frente da tesouraria daquela autarquia. E de grande rigor. “Todos os meses fazia balanços. Tinha que se saber o dinheiro que entrou, o que saiu, para onde foi. Se faltasse um escudo, tinha de saber onde estava, e aparecia sempre”. E por falar em dinheiro, recorda a tão respeitada frase proferida tantas vezes pela sua avó: “O dinheiro é de quem o poupa, não de quem o ganha”. Para Ramiro, é mais do que uma frase – é um conselho que religiosamente tem sempre presente. E foi também graças a ele que conseguiu construir um “pequeno património” que agora, aos 66 anos, lhe permite desfrutar tranquilamente da vida, ao lado da sua “grande companheira”, com a qual partilha o lar há 38 anos. Olhando para trás, dá vontade de pegar nas palavras que nos canta Sérgio Godinho e de lhes fazer uma pequena transformação: “a vida é feita (a partir) de pequenos nadas”…


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:28
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Proposta dos "Chip's" vai hoje a votação

A proposta que hoje vai ser votada na Assembleia da República contempla as alterações aos diplomas do Governo sobre o DEM – Dispositivo Electrónico de Matrícula e que consagra todos os princípios que o PSD sempre defendeu, a saber:

 · Chip não obrigatório mas apenas de utilização facultativa

· Existência de outros meios de pagamento de portagem

– Via Verde, DEM, pré-pagamento com garantia de anonimato e pós-pagamento sem qualquer encargo adicional

· Impedimento legal de utilização do chip para qualquer outra finalidade para além da cobrança de portagem.

 Por: Carina Oliveira


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Comissão de Utentes da A23/Médio Tejo
Já depois da divulgação do Comunicado da CUSMT (que reproduzimos em baixo) , contestando a possível instalação de portagens na A23 e a recusa da hipótese de uns pagarem e outros não, constata-se que o movimento contra as portagens se vai alargando. Várias Assembleias Municipais debateram o assunto e outras aprovaram mesmo moções contra a intenção anunciada de instalar portagens. O mesmo se passou na Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, quer esteve reunida no passado dia 30 de Junho. Entretanto, foi reactivada a Comissão de Utentes da A23/Médio Tejo para reforçar a informação e a mobilização dos cidadãos contra uma medida que vem afectar a qualidade de vida da população e agentes económicas da Região. Da parte da CUSMT, declaramos todo o nosso apoio e disponibilidade para iniciativas que tenham em vista o objectivo: Portagens na A23, não! A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo


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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010
Alpiarça- APELO AO POVO RIBATEJANO – RECORDAR A HISTÓRIA

Artigo de Opinião

Por: Anabela Melão

 

Um dos primeiros artigos que os meus dois mais queridos jornais ribatejanos, com os quais tenho a honra de colaborar (o Noticias do Ribatejo e o Jornal Alpiarcence), veio de um texto que escrevi sobre as lutas rurais de 1911 no Ribatejo, sempre a propósito da República. Tentei explicar que o seu (do povo ribatejano) conhecimento do movimento operário é extraordinário, porque, desde o início da República, manteve acesa a sua tradição de luta dos trabalhadores rurais. Ou seja, esta terra teve um proletariado agrícola coeso e consciente da sua força e com um temível poder reivindicativo. A primeira desenvolveu-se em duas frentes afastadas no espaço, a partir do vale do Tejo, desde a Chamusca até Lisboa, com o centro em Santarém, e acabou por ser o exemplo das paralisações e das reivindicações apresentadas em todo o País. Em Santarém, porque, para além de ser a capital, a sua posição junto do rio Tejo lhe exponenciou a sua apetência para o privilegiar como via de comunicação com Lisboa, assim permitindo uma interpenetração entre o proletariado rural e o urbano, cabendo a este um apoio dinâmico e porventura ideológico.

 Da história ficou-nos esta possibilidade de demarcar um território como espaço especialmente atingido por uma epidemia de revolta, uma insatisfação com o Poder Central, e a reverência a um povo que acreditou firmemente poder mudar o rumo da História.

Hoje, 1 de Julho de 2010, entram em vigor um conjunto de imposições que resultam de uma crise económica internacional, que imediata e directamente atingiu o País, como um raio que cai nas mãos de Santa Bárbara, sendo que Portugal não conseguiu aqui a força da Santa para paralisar o cataclismo. Com as medidas excepcionais do PEC (que me dispenso de comentar já que a elas tanto têm aludido ambos os jornais da minha preferência) todos veremos a nossa qualidade de vida ainda mais periclitante. Desde as crianças cujos pais olharão para os livros com um ar incrédulo, como que a dizer: “oh! Minha senhora (a da livraria ou a professora), o miúdo precisa mesmo disto tudo?”, sem disfarçar um ar indignado de quem está a pôr um colar de pérolas num focinho de um porco (expressão do meu avô valecavalense e que aqui quer dizer: “isto vale mesmo a pena? O gaiato vai a doutor?”). Aos jovens que teimarão em dizer que se amam e que querem casar e o banco lhes vai negar o crédito para o ninho ou aumentar as prestações que já pagam, a ponto de dizerem um para o outro: “Eh! Pá, vamos é voltar para casa dos velhos senão morremos à fome!”. Aos mais velhos que os vêm regressar, acompanhando este fenómeno da “geração canguru” (como se chama aos filhos que já estão nos trinta, trinta e tal, e não há maneira de abalar!), com um ar contristado. Aos que levam as mãos à cabeça e vêem perdido o sossego merecido, porque atrás dos filhos que perderam a casa vêm os barulhentos netos, de uma intrépida aleivosia, sobretudo se já forem adolescentes. Aos mais velhos que contam euro a euro a distribuição da sua magra pensão aos pequenos que ai hão-de vir por Agosto, dos seus filhos emigrantes (os poucos que ainda haja), ou pelo Natal.

 Desta vez, nem que venham aos molhos frente a São Bento, os ribatejanos conseguiriam alterar o rumo “natural” da ressurreição financeira do País. Desta vez, o problema é de todos e ninguém tem o poder de parar as contenções que nos são impostas via Bruxelas.

Poderão ter sido de luta aqueles velhos tempos da greves rurais de 1911, mas era uma época em que se podia culpar o Governo pelas maleitas que assoberbavam o povo, e vai daí vinha-se Tejo acima, direitos a Lisboa, e ah! Escalabitanos dum raio! Toca a demandar! Toca a exigir! Fazem até alguma saudade. Agora, nem uma peregrinação a Bruxelas obteria algum resultado palpável.

Perante isto, oh! Gente da minha terra! Animai-vos. Sois sobreviventes natos. Sois lutadores inquebráveis! Sirvam de exemplo a este povo. Dai-lhes um pouco da força genética com que os deuses vos bafejaram! Ide em frente! Já não virão agricultores em debandada até Lisboa, mas continuais a ser resistentes natos! Esteja um ribatejano no Algarve, em Trás-os-Montes ou e até em Lisboa, ah! Gente danada! Melhores dias virão. Este País precisa da vossa “genica”. A luta é a mesma. Os custos são os mesmos. Mas vocês são mais traquejados na dureza da vida. Venha daí o sopro do espírito ribatejano! Dai às gentes da urbe as vossas mãos calejadas pelos campos, as vossas peles torradas pelo sol, e o vosso sorriso fresco como a lezíria. Resistamos! Sobrevivemos! Que cada ribatejano dê a mão a um compatriota e lhe explique de onde lhes vem esta gigante estoicidade em estar e viver, para além das intempéries!



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BENAVENTE-22º festival de gastronomia da leziria ribatejana


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BENAVENTE-22º festival de gastronomia da leziria ribatejana
Numa organização da ARCAS (Associação Recreativa e Cultural Amigos de Samora) terão inicio amanhã os seguintes certames: 22º Festival de Gastronomia da Lezíria Ribatejana, 12º Festival de Carnes Bravas; 4º Concurso do Arroz Doce e o 3º Festival “Torricado com Bacalhau” que serão inaugurados amanhã, dia 2 de Julho, pelas 19.30 horas, na Praça da Republica em Samora Correia. Todos os anos milhares de pessoas deliciam-se com a gastronomia tradicional: com o torricado de bacalhau (Samora Correia tem uma Confraria do Torricado de Bacalhau) ou com o cozido bravo, o excelente arroz doce e muitos pratos típicos que são servidos nos dias do Festival (de 2 a 11 de Julho). Todas as noites há animação musical…


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SANTAREM-Estradas de Portugal anuncia investimentos de 44 milhões no distrito
A empresa Estradas de Portugal (EP) anunciou hoje investimentos de aproximadamente 44 milhões de euros na conservação corrente e na requalificação de estradas e obras de arte no distrito de Santarém. Em conferência de imprensa, o director de estradas de Santarém, Alcindo Cordeiro, apresentou o novo programa de conservação corrente das estradas e obras de arte (pontes, pontões) no distrito, um programa trianual (2010-2013) que vai representar um investimento de 18,5 milhões de euros. A juntar a este programa de conservação corrente, a Estradas de Portugal está também a lançar concursos para obras de requalificação no valor de 25,3 milhões de euros. Entre estas obras, foi já lançado o concurso da primeira fase da estrada regional 361, no troço entre Alcanede e Amiais de Cima (concelho de Santarém), um projeto orçado em 1,7 milhões de euros. Segundo Alcindo Cordeiro, a abertura das propostas deste concurso está agendada para dia 8 de Julho e as obras deverão começar entre Setembro e Outubro deste ano. Por lançar está ainda a segunda fase de requalificação desta estrada regional 361, no troço entre Amiais de Cima e Alcanena, visto que o troço precisa de correções nalgumas curvas e carece da realização de um estudo de impacto ambiental que terá que ser aprovado pelo Parque Natural das Serras d’Aire e Candeeiros. Entre as obras estradas com concurso a lançar, destaque ainda para a requalificação da estrada nacional 118 (entre Almeirim e Vale de Cavalos), a repavimentação da ponte D. Luís (1,5 milhões de euros) e de uma zona próxima da ponte da Chamusca. O plano de obras da delegação regional de Santarém da EP prevê ainda a requalificação da ponte do Reguengo sobre a Vala da Azambuja (no concelho do Cartaxo), uma obra orçada em 1,3 milhões de euros, e ainda a requalificação da ponte da Vala Nova e do Pontão da Várzea (em Benavente) cujas obras estão orçadas em 1,15 milhões de euros. A EP vai ainda lançar um concurso para criar um plano de contingência para a estrada nacional 118, entre a zona de Alcochete e Porto Alto (Benavente). O objetivo, segundo Alcindo Cordeiro, é reforçar a sinalização e condicionar zonas de ultrapassagem nesta estrada onde acontecem cerca de 35 por cento dos acidentes do distrito, segundo dados da EP. No futuro, frisou o diretor de estradas, a EP pretende lançar um concurso para um projeto de beneficiação mais alargado desta via, dando depois continuidade à intervenção entre Benavente e Almeirim. A delegação regional da Estradas de Portugal é responsável pela gestão de 1020 quilómetros de estradas e por 422 obras de arte no distrito. Este plano de conservação corrente para as estradas da região engloba-se no programa nacional que vai abranger 14 mil quilómetros de rodovia, num investimento previsto de 246 milhões de euros. O diretor de estradas referiu também que estão a acontecer obras de conservação corrente na A23, na zona entre a saída da A1 em Torres Novas e Abrantes, um troço que é da responsabilidade da Estradas de Portugal. Alcindo Cordeiro frisa que estas obras nada têm a ver com a possibilidade de virem a ser cobradas portagens nesta via, que faz parte das SCUT – auto estradas sem custo para os utilizadores - em vias de serem portajadas. O responsável da EP no distrito falou ainda sobre a obra de continuação do IC 10, entre Almeirim e Coruche, referindo que o Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias (INIR) está a “reavaliar a viabilidade económica do projecto (lusa)


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SANTAREM-Câmara de Santarém palco da Sessão pública de apresentação dos projectos de reabilitação do sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena
A Câmara de Santarém vai ser palco da Sessão pública de apresentação dos projectos de reabilitação do sistema de tratamento de águas residuais de Alcanena, no próximo dia 15 de Julho, às 14h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho. A apresentação dos projectos vai ser feita por uma equipa de técnicos da ARH do Tejo – Administração da Região Hidrográfica do Tejo, liderada por Manuel Lacerda, Presidente da ARH do Tejo. Na Sessão vão estar presentes, Francisco Moita Flores, Presidente da Câmara de Santarém, Luísa Féria, Vereadora com o pelouro da Protecção Ambiental, Maria João Cardoso, Chefe de Divisão de Resíduos e Promoção Ambiental da Câmara de Santarém, Manuel Lacerda, Presidente da ARH do Tejo e a equipa de técnicos que está a trabalhar no desenvolvimento dos projectos e sua implementação. Decorrido um ano após a assinatura do Protocolo entre o Instituto da Água, I.P. (INAG, I.P.), a Administração da Região Hidrográfica do Tejo, I.P: (ARH do Tejo, I.P.), a Câmara Municipal de Alcanena (CM Alcanena) e a Associação de Utilizadores do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena (AUSTRA) para a Reabilitação do Sistema de Tratamento de Águas Residuais de Alcanena, a Câmara de Santarém convidou a ARH Tejo, I.P. para a apresentação em Sessão Pública, do desenvolvimento dos projectos que integram o Protocolo, com o objectivo de informar os cidadãos do investimento envolvido e das melhorias de Qualidade de Vida que se perspectivam.


publicado por Noticias do Ribatejo às 11:48
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BENAVENTE-Deliberações e outros assuntos que passaram pela última reunião privada da Câmara Municipal

FESTA DA AMIZADE/SARDINHA ASSADA DE BENAVENTE – BALANÇO: O presidente da Câmara Municipal saudou e cumprimentou a Comissão da Picaria, em nome da Câmara Municipal, pelo magnifico resultado conseguido com a participação de mais de duzentos cavaleiros, entre campinos e amadores, naquele que considerou talvez o maior desfile de sempre, com a participação de doze jogos de cabrestos, não tendo comparação com aquilo que são as festas próximas, mesmo noutros concelhos, e que são resultado de um trabalho intenso, seguramente feito com muita ligação às casas agrícolas e com muita afectividade devido à participação, sem nada em troca para além de um simples almoço quando estarão a participar, sobretudo os campinos, remunerados noutras festas, sendo de salientar o esforço desta Comissão. Cumprimentou a Comissão de Festas da Sardinha Assada pelo êxito conseguido, que mobilizou mais pessoas que o ano anterior, apesar do ano de crise que se atravessa, sendo um momento de afirmação da nossa identidade cultural, das nossas raízes, pelo que está a Câmara Municipal orgulhosa. Todo o executivo se associou ás felicitações.

SAUDAÇÕES/FELICITAÇÕES ÁS ASSOCIAÇÕES PROMOTORAS DE EVENTOS REALIZADOS NO ANTERIOR FIM-DE-SEMANA: O executivo felicitou as associações que desenvolveram actividades no passado fim de semana, nomeadamente à AGISC pela realização da sua gala gímnica, a iniciativa da Universidade Sénior, a reabertura do Café do Parque e à inauguração do hotel de Benavente. Relativamente à sugestão da vereadora Ana Casquinha sobre a possibilidade de utilização de alguns programas comunitários para reabilitação de edifícios emblemáticos como aquele, o Presidente referiu que a Câmara Municipal estará à disposição para prestar a informação que for necessária no sentido de serem apresentadas candidaturas aos programas específicos para aquele efeito.

COLOCAÇÃO DE LOMBAS E PASSADEIRAS ELEVADAS: Em resposta à vereadora Ana Casquinha sobre a possibilidade de colocação de mais lombas e passadeiras elevadas em vários locais do Município e a necessidade da respectiva sinalização, o Presidente informou que está prevista a aquisição dos chamados “olhos de gato”, pelo que em breve será colocada a respectiva sinalização, extremamente importante, para funcionar durante o dia e a noite, servindo de alerta ou aviso de aproximação a uma passadeira ou lomba, ainda antes da colocação de colunas de iluminação.

 NOVO HOSPITAL DE VILA FRANCA DE XIRA: O Presidente informou o restante executivo que reuniu com os Presidentes das Câmaras Municipais de Vila Franca de Xira, Arruda dos Vinhos e Alenquer, com o objectivo de discutir a questão dos acessos do futuro hospital de Vila Franca de Xira. Esclareceu a existência de compromisso assumido pelas Câmaras Municipais, em comparticiparem na construção daqueles acessos em termos percentuais correspondentes à respectiva população, sendo que os dados estatísticos do projecto carecem de revisão, sobretudo no que diz respeito às expropriações a fazer e terrenos que não interessam ficar na posse das Câmaras Municipais, dado não terem utilidade para a construção de rede própria de infra-estrutura. Naquela perspectiva, a Câmara Municipal de Benavente vai proceder àquela revisão, para permitir à posteriori uma deliberação sobre a matéria. Fez votos de que a construção do novo hospital avance, por se tratar de uma parceria público/privada, uma vez que a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira dispõe de boas informações que lhe permitem afirmar o avanço da obra.

REUNIÃO COM A DIRECÇÃO DA AREPA: O Presidente informou o restante executivo que reuniu com a AREPA, a pedido desta, para expor as expectativas que a colectividade tem no que diz respeito ao alargamento do seu campo de jogos. Referiu que lhes fez sentir que a Câmara Municipal não está em condições de poder vir a incluir novas obras em plano, mas no entanto, dado que está efectuada a permuta daquele terreno, irá estudar a possibilidade de poder contribuir para que seja criado um campo ou um espaço pelado que sirva o objectivo de treinar os atletas da AREPA



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:45
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SANTARÉM-Petição pode vir a promover debate sobre os roubos no Meio Rural
</div O Governo Civil de Santarém, promoveu no dia 29 de Junho de 2010, um seminário sobre a “Segurança no Meio Rural”, com o objectivo de abordar uma preocupação que se tem vindo a acentuar nos últimos anos, o roubo, em particular, do cobre e de transformadores, de instalações eléctricas da EDP e dos Agricultores. Segundo Fernando José Pais Rocha, Director de Redes e Clientes Tejo, da EDP Distribuição, “entre 2009 e 2010, foram já registados 350 incidentes com furtos na região de Santarém, que deram origem a queixas-crime”. A Governadora Civil, Sónia Sanfona, promotora da iniciativa, mostrou-se disponível para apoiar, uma eventual petição dos agricultores e de outros lesados, para que o assunto possa ser discutido na Assembleia da Republica, apesar de assegurar que as preocupações de falta de segurança no Meio Rural, os prejuízos dos últimos anos, as sugestões deixadas no encontro e as respectivas conclusões, vão chegar às entidades de segurança e politicas. A discussão foi considerada bastante importante e oportuna, apesar do problema persistir há cerca de oito anos, tendo contado com a presença dos principais agentes, o que contribuiu para a melhor percepção do problema. Participaram no primeiro painel sobre “Segurança no Meio Rural, Pessoas & Bens”, o Director Regional de Agricultura, Nuno Russo, Mário Antunes, da Associação de Agricultores, Agrotejo, da EDP, Pais Rocha, da PSP o Comandante Luis Simões, da GNR o Major Nunes, e Veiga Maltez pela Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo. GI/GCS


publicado por Noticias do Ribatejo às 09:16
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