NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Sábado, 2 de Outubro de 2010
Novo imposto sobre bancos vai ser repercutido nos clientes, admite Faria de Oliveira

(Por: Lusa) O presidente da Caixa Geral de Depósitos considerou hoje que o imposto sobre as entidades financeiras, anunciado pelo Governo no pacote de austeridade, surge numa má altura para a banca e admitiu que o seu custo vai ser reflectido nos clientes. “É evidente que os custos têm de ser repercutidos. Neste momento, estamos com uma taxa de juro sobre a dívida pública muito elevada e isso é uma referência, pelo que as condições de ‘funding’ [obter fundos] sobre as instituições estão a ser fortemente penalizadas, por isso os custos terão que ser repercutidos”, disse Faria de Oliveira, ao ser questionado sobre o imposto sobre as entidades financeiras que o Governo pretende implementar. Faria de Oliveira falava à saída do 21.ºCongresso da OPCE - Organização das Associações Patronais das Capitais Europeias, no Centro de Congressos do Estoril. Para o presidente da Caixa Geral de Depósitos, a introdução do imposto “vai ocorrer num momento muito difícil para o sistema bancário”. “O sector bancário não vê que este seja um momento oportuno para a introdução desse imposto”, ressalvando que o Governo tem o direito de o aplicar. O Governo anunciou, na quarta-feira, um conjunto de medidas de austeridade com o objectivo de consolidar as contas públicas. Entre as medidas consta o imposto sobre os bancos que incidirá sobre os passivos e será semelhante ao que foi decidido no Reino Unido, na França e na Alemanha. Se for seguido o exemplo dos três países, será aplicada aos bancos uma taxa que será mais elevada para aqueles que apresentarem maiores riscos: o princípio é que, representando os bancos um potencial perigo sistémico para a economia, deverão pagar uma maior percentagem sobre o seu passivo, indo de encontro às regras de Basileia III.



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:34
link do post | comentar | favorito

COMENTÁRIO SOBRE JUSTIÇA

Por: Margarida Netto *

 Ao contrário de outros órgãos de soberania, cuja legitimidade decorre do voto expresso dos cidadãos, os Tribunais baseiam a sua legitimidade no resultado da sua acção. Na confiança que geram e na credibilidade que conseguem transmitir.

Bem sabemos que a Justiça vive tempos difíceis. Os Tribunais vão funcionando, sem a celeridade pretendida, sem a compreensão da generalidade dos cidadãos e, sobretudo, sem a força necessária para ultrapassar aquilo que parece ser uma crise crescente de credibilidade. A Justiça é, de facto, uma das estruturas centrais da governação que merecia mais do actual Executivo.

 

Afinal de contas, sem Justiça não há verdadeira Democracia e a crise da Justiça é, em si mesma, uma crise do Estado.

 

Para assumir a prioridade da Justiça é necessário que se comece por encarar, sem subterfúgios e sem hesitações, a necessidade de se introduzirem reformas na lógica actual de funcionamento, gestão e organização dos Tribunais Judiciais.

 

Ora, o primeiro Governo Socialista de José Sócrates afirmava aos quatro ventos que as pendências judiciais tinham diminuído, que a implementação do processo electrónico tinha sido um sucesso e que o mapa judiciário era uma inevitabilidade.

 

Sabe-se hoje que a realidade do País está bem longe da propaganda socialista. Hoje, sabe-se que as pendências judiciais diminuíram porque o Estado aumentou as custas judiciais. Hoje, sabe-se que o programa Citius está em reavaliação. Hoje, sabe-se que o mapa judiciário foi adiado para as calendas e que - pasme-se – o fim emblemático das férias judiciais também ficou na gaveta socialista.

 

O desnorte socialista é bem real. Aquilo que valia ontem é como se não existisse hoje. A realidade, contudo, incomoda. Os atrasos e as situações crónicas no âmbito da jurisdição administrativa e fiscal, laboral e falimentar continuam sem qualquer resposta. A vigência simultânea de múltiplos regimes legais (ex.: acção executiva, custas judiciais, regimes processuais) continuam a provocar um novelo legislativo difícil de superar. A linguagem da Justiça continua ininteligível para o comum dos mortais.

 

A Justiça, antes de ser um serviço (e que como serviço também existe para ser avaliado), é um direito fundamental dos cidadãos.

 

Este direito está hoje claramente posto em causa dada a desconfiança que o sistema de justiça tem vindo a gerar nos cidadãos.

 

Há que começar a decifrar a linguagem da Justiça e, sobretudo, há que simplificar os tempos da nossa Justiça. Há que apostar decisivamente na Justiça. A bem da nossa Democracia.

 

(*) Presidente da Distrital de Santarém do CDS/PP

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:28
link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010
CARTAXO - O DINHEIRO QUE DEFINE UMA TERRA


 Foi uma conversa com um bancário onde não se falou apenas de dinheiro. No dia 29 de Setembro, na Taberna do Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo, recordou-se o ambiente económico, rural e social do Cartaxo influente dos anos 60 e 70.   
 
Do lugar ocupado nos diferentes bancos financeiros por onde passou, José Lameira recorda com mais saudades o contacto com as pessoas, sobretudo os laços criados nos primeiros anos da sua carreira.
 
Era a época de um dinheiro que custava a ganhar, que era gerido com rigor e gasto com cautela. Notas e moedas que passavam pelas mãos deste bancário, contadas uma a uma, apontadas e registadas manualmente em folhas de papel.
 
Havia mais contas para fazer, mais registos para escrever. Um trabalho mais manual e, ao mesmo tempo, “mais humanizado”, mais próximo das pessoas. “As instituições eram serviços para as pessoas, eram mais humanizadas. As pessoas pediam-nos conselhos e iam regularmente aos bancos”.
 
As máquinas acabaram por afastar as pessoas das instituições financeiras. “Antigamente era abrir balcões, depois foi reduzir pessoal e fechá-los”.
 
Foi em Março de 1965 que José Lameira pisou as terras do Cartaxo pela primeira vez. Trouxe consigo o sotaque – que mais tarde perdeu – e os ares alentejanos da sua terra natal, Elvas – que nunca esqueceu. Trouxe também a experiência urbana da capital, onde iniciou a profissão, na Caixa Geral de Depósitos. “Eu não gostava de estar em Lisboa. Era provinciano, gostava de vir para a província”.
 
Nasceu em Elvas, há 73 anos. Por aí esteve até terminar a tropa, em Outubro de 1959. Depois, foi para Lisboa, a mandado do pai, que lhe disse que o esperava na capital um emprego na Caixa de Previdência da Sociedade do Comércio. Apresentou-se ao trabalho no dia 2 de Novembro. Esteve lá uns seis meses, depois foi para a Caixa Geral de Depósitos.
 
O seu pai era comerciante e a mãe modista. Apesar do dinheiro não ser em abundância, “comíamos sempre bons produtos. O meu pai trocava as chitas e outras coisas por belos queijos alentejanos”. Querendo o melhor para o filho, o seu pai influenciou-o a ir estudar – uma vontade que José Lameira contrariou e o pai não teimou.
 
“O meu pai deu-me grandes lições. Uma foi esta. Perguntou-me se queria ser caixeiro, e então arranjou-me trabalho. Mas os meus braços até tremiam a levar os carros de mão com que ia buscar azeite e petróleo. Andei um ano e tal nesse trabalho, mas depois não quis mais. Fui então estudar. Foi uma grande lição, porque se eu tivesse ido estudar no início, contra-vontade, não me tinha aplicado tanto”.
 
Em 1965 veio então para o Cartaxo por intermédio de um colega, que por sua vez conhecia um cartaxeiro, sobrinho do Sr. José Carvalho. Encontrou aqui uma vila cheia de vida – com uma actividade económica significativa e uma vida social muito rica. “O Cartaxo nessa altura era uma grande terra”.
 
“Fui para tesoureiro para a Caixa Geral de Depósitos e passados seis meses abri o banco Totta-Aliança. Tenho muitas saudades, nessa altura clientes e empregados eram uma família. Era raro o cliente que chegava ao banco e não cumprimentava o empregado, que não tivesse uma conversa, uma história para contar, era um relacionamento fantástico. Mas agora, com as novas tecnologias, dão cartões para as pessoas ficarem à porta”.
 
Esteve no Cartaxo até 1975, depois passou por outros locais: Azambuja, Pernes, Lisboa, Carregado, Almancil, apanhando já as mudanças que iam transformando os bancos.
 
José Lameira ia-se apercebendo que o tempo não voltava atrás. “A Caixa do Cartaxo chegou a ter 30 empregados” – isso não voltaria a acontecer. Assim como também fazia parte do passado escrever tudo à mão, abrir o banco ao sábado de manhã…
 
Mas sabe-lhe bem recordar os bons anos do Cartaxo. Anos em que o vinho em abundância permitia a muitos vitivinicultores criarem “um bom pé-de-meia”. “Nós às vezes víamos entrar um homenzito, do campo, de barrete na cabeça, e pensávamos até que vinha pedir esmola. Mas enganávamo-nos. Era capaz de pôr ali uns 300 ou 400 contos, que ganhava com a venda do vinho. O Cartaxo tinha um certo peso em termos económicos, muito graças ao vinho”.
 
Tal era a importância e a complementaridade de serviços existente no Cartaxo, que “80% das pessoas que trabalhavam em Azambuja, na Ford, na General Motors, vinham morar para o Cartaxo. Era três e quatro autocarros a trazer pessoal”. Azambuja estava menos desenvolvida. Até ao início dos anos 70 só tinha um banco, por isso, não tendo capacidade de resposta, as pessoas acorriam à vila vizinha do Cartaxo.
 
“O dinheiro define muito o que é uma terra. O vinho influenciou muito o Cartaxo. Foi o vinho que fez com que os bancos se instalassem aqui”.
 
Uma grande diferença de hábitos e mentalidades separa o Cartaxo dessa altura e o Cartaxo dos dias de hoje. E no que toca ao dinheiro aconteciam episódios interessantes, que revelavam a dificuldade que as pessoas sentiam, sobretudo as que viviam no espaço rural, em acompanhar os passos da modernidade.
 
“As pessoas levavam o dinheiro ao banco como o tinham em casa. Houve uma senhora que um dia trouxe um molho de notas atado com nastros. Quando precisou de dinheiro e foi ao banco para levantar dizia que aquele dinheiro que lhe dávamos não era o dela, porque o dela estava atado com nastros”.
 
À noite, ao fim-de-semana, eram os bailes no Ateneu ou na Música que entretinham a população. “Se calhar até nem me fica muito bem eu dizer isto, mas era um grande bailarino. Ainda hoje gosto muito de dançar”.
 
Depois do serviço, os homens encontravam-se nas tabernas. “Eu só bebia depois de sair do banco. Ainda hoje não consigo beber antes das seis da tarde. Depois disso, como nós dizíamos, até podia escorrer por uma telha”.
 
E havia espaços para vários gostos e estratos sociais. A Taberna do Carocho “cheirava a desinfectado, os copos até brilhavam. Era um espaço muito asseado”. O Miranda tinha uma grande cozinheira, “era frequentado pela alta sociedade que gostava de beber”. A Vanália era onde se concentrava o operariado. No Monumental, o funcionalismo e era também onde um grupo de mulheres bebia vinho por uma chávena.
 
Após o casamento, aos 26 anos, este filho adoptivo da terra escolheu a Ereira para viver. Encontrou uma terra essencialmente agrícola, mas com características que a distinguiam das outras freguesias do concelho. Tinha farmácia e foi o lugar onde se instalou o primeiro Centro Social do concelho.
 
“Era uma grande terra, para mim a melhor das freguesias. Era a mais limpa, tinha tudo e as pessoas sentiam gosto em viver ali. Ainda hoje as pessoas têm o hábito de cuidar muito do que é seu, de varrerem a rua à frente das suas portas, de arrancarem as ervas”.
 
E como “filho da terra – seja natural ou adoptivo – não degenera”, José Lameira aceitou este concelho como seu, prezando a sua cultura e os seus hábitos.  
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:20
link do post | comentar | favorito

Acções de Sensibilização “IDOSOS EM SEGURANÇA”

 

O Comando Territorial da GNR de Santarém, à semelhança do ano anterior e no âmbito do programa Idosos em Segurança, vai desenvolver no Distrito de Santarém entre 15 de Outubro e 15 de Novembro, diversas acções de sensibilização à população idosa com a finalidade de lhes relembrar os procedimentos de segurança a observar em situações de burla consumada.

A nível local, procura-se que esta acção contribua para uma melhoria dos canais de ligação da Guarda à População, potenciando também desta forma, o sentimento de segurança junto da população mais afectada por este tipo de criminalidade.

Com estas acções, pretende-se ainda privilegiar a visibilidade do programa Apoio 65 – Idosos em Segurança”, implementando o contacto pessoal com os idosos, nos seus locais de residência, sobretudo nos pontos mais isolados e ainda nos locais habituais de concentração, especialmente em Centros de Dia, Lares de 3ª Idade, Misericórdias e Igrejas, sensibilizando-os e alertando-os para a adopção de medidas preventivas, ou para procedimentos a seguir aquando da ocorrência deste tipo de crimes.



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:16
link do post | comentar | favorito

ALPIARÇA - Fórum “Violência nas Escolas: Que intervenções?”
A Câmara Municipal de Alpiarça realizou, na Biblioteca Municipal, o Fórum “Violência nas Escolas: Que intervenções?”, que se enquadra no Projecto (Re)ver a pobreza.
  

O Projecto, que prevê, entre outras acções, a realização de fóruns de reflexão, foi desenvolvido por diversos parceiros da região da Lezíria do Tejo, no âmbito do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social. Com a definição desta temática para o ano 2010, pretende-se dar a conhecer as várias formas de pobreza e exclusão, motivar para o seu combate e simultaneamente reconhecer o direito a uma participação activa na sociedade, aos cidadãos que vivem em condições de pobreza.

Neste sentido, com o objectivo de promover a reflexão e discussão sobre a violência no espaço escolar com diversos intervenientes, visando uma partilha de estratégias e práticas que possam ser um contributo para intervenções no futuro, o fórum foi dividido em dois momentos. No primeiro momento assistiu-se à intervenção de duas oradoras, a Prof.ª Dr.ª Sónia Seixas, Sub-Directora da Escola Superior de Educação de Santarém, que abordou o tema Bullying e a Prof.ª Dr.ª Celeste Simões, Co-coordenadora do Projecto Aventura Social – Faculdade de Motricidade Humana, que abordou o tema Violência no Espaço Escolar. No segundo momento foram constituídos dois grupos de trabalho, dinamizados pelas duas oradoras, onde se visava o debate da problemática tendo por base três questões: “Daqui a 10 anos, como queremos estar relativamente à violência escolar?”, “O que pode ser feito no imediato?” e “Que estratégias podem ser utilizadas?”.

O fórum foi encerrado pelo Sr. Presidente da Câmara que se pronunciou sobre algumas conclusões apresentadas pelos grupos e elogiou o trabalho e dedicação de todos os presentes, no contributo para o combate à pobreza e exclusão social.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:09
link do post | comentar | favorito

CARTAXO - COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA NO CCC


Orquestra Juvenil de Vale da Pinta sobe ao palco do Centro Cultural do Cartaxo no dia 5 de Outubro, às 18h00
 
Para comemorar o Centenário da Implantação da República, o Centro Cultural do Cartaxo (CCC) convida toda a população a assistir a um concerto da Orquestra Juvenil de Vale da Pinta, na terça-feira, dia 5 de Outubro, às 18h00.
 
A Orquestra Juvenil de Vale da Pinta conta com um historial marcado por actuações nacionais e internacionais e na sua formação constam elementos pertencentes à Banda da Marinha, estudantes do Hot Clube de Portugal e do JBJazz Clube de Lisboa.
 
No dia em que se comemoram cem anos da implantação da República, esta orquestra preparou um repertório constituído por temas bem conhecidos do grande público. A direcção musical é da responsabilidade do maestro Nuno Mesquita.
 
O espectáculo tem entrada livre, sujeita a reserva. 
 



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:59
link do post | comentar | favorito

RIO MAIOR -Autarquia entregou prémios do Torneio de Atletismo das Freguesias

 

 


                 Câmara Municipal atribuiu um valor total de 1.500 euros em vales de compras a 44 atletas
 
A Câmara Municipal de Rio Maior entregou, em cerimónia realizada no Centro de Estágios e Formação Desportiva, no dia 28 de Setembro, os prémios do 22.º Torneio de Atletismo das Freguesias do Concelho de Rio Maior, referentes à época 2009/2010.
 
Os prémios foram atribuídos a 44 atletas que foram contemplados com vales de compras a efectuar numa loja de artigos desportivos da cidade. O Valor individual desta oferta oscila entre os 50 euros do primeiro classificado e os 25 euros do quinto classificado, em cada escalão, perfazendo um valor total de 1.500 euros entregues pela Câmara Municipal.
 
Os vencedores de cada um dos escalões foram os seguintes:
 
Seniores M: Alexandre Araújo – Rio Maior; Seniores F: Carina Vicente - Rio Maior; Veteranos M: Carlos Cardoso – Alto da Serra; Juniores M: Diogo Henriques - Rio Maior; Juniores F: Ana Canadas – Rio Maior; 13-15 anos M: Cristian Rosa - Rio Maior; 13-15 anos F: Joana Costa - Rio Maior; Infantis M: Oleg Reabciuk - Rio Maior e Infantis F: Salomé Santos - Pé da Serra.
 
Para além de Carlos Coutinho, Administrador da Desmor, E.E.M. e dos Presidentes das Juntas de Freguesia onde estas provas se desenrolaram, estiveram também presentes o Presidente da Associação Empresarial e Comercial de Rio Maior, Carlos Abreu, e a Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, Isaura Morais, que entregaram os prémios aos vencedores.
 
No final, a Desmor, E.E.M. ofereceu o jantar aos atletas e demais convidados nas instalações do Centro de Estágios e Formação Desportiva de Rio Maior.
 
De salientar ainda que o 23.º Torneio de Atletismo das Freguesias do Concelho de Rio Maior irá arrancar já no próximo dia 30 de Outubro, com a realização da sua primeira prova a ter lugar na Freguesia do Outeiro da Cortiçada



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:56
link do post | comentar | favorito

Governadora Civil em Torres Novas

 

 

A Governadora Civil de Santarém acompanha hoje pelas 18 horas o Ministro da Agricultura na inauguração da Feira dos Frutos Secos e Passados em Torres Novas no Pavilhão da NERSANT

GI/GCS



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:38
link do post | comentar | favorito

pesquisar
 
Fevereiro 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9


23
25
26
27
28
29


posts recentes

XII Torneio de 24 Horas d...

Tertúlia Festa Brava (Aza...

CÂMARA MUNICIPAL DO CARTA...

Se procura novas experiên...

Sessão de Esclarecimento ...

Iniciativas no âmbito do ...

RUAS DO CARTAXO INVADIDAS...

Desfiles de Carnaval no E...

O Pátio das Cantigas – No...

Aniversário do Crédito Ag...

Município de Azambuja for...

EXECUTIVO MUNICIPAL EM VI...

Central Elétrica de Tomar...

Seminário sobre as novida...

Assinatura do Contrato Pa...

Festividades de Carnaval ...

SECRETARIADO DO PS CARTAX...

I Duatlo do Entroncamento

O MUNICIPIO DE AZAMBUJA C...

OFICINA DE TÉCNICAS RADIC...

24ª Edição do Mês da Engu...

Conversas com Café… “Adel...

Page 1 GAL DA REGIÃO CENT...

Executivo Municipal de Az...

Alunos e Município unidos...

SUSPENSÃO DO ABASTECIMENT...

CARTAXO: DESFILE DE CARNA...

ÓRGÃOS DO PS/CARTAXO TOMA...

Última semana – XIII Conc...

Suspensão no abasteciment...

arquivos

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

tags

todas as tags

subscrever feeds