NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
Eduardo Catroga dixit

As razões do insucesso das negociações estão relacionadas, segundo Eduardo Catroga, com o facto de o Governo não ter aceite compensações pelo aumento da taxa do IVA para os 23 por cento. Existiu ainda "um ponto de divergência em termos da competitividade e do emprego", acrescentou o ex-ministro das Finanças. Eduardo Catroga revelou ainda que convenceu Pedro passos Coelho a aceitar a subida do IVA a 23 por cento, mas que "o Governo foi insensível à argumentação", que defendia, entre vários aspectos, a descida da taxa social única, a manutenção do cabaz de produtos sujeitos às diferentes taxas de IVA e cortes adicionais na despesa. Frases chave: "É preciso que isto fique claro: nunca esteve em cima da mesa alterar o objectivo dos 4,6 por cento da meta orçamental com que o Governo se comprometeu para 2010 perante a União Europeia". "Se nós analisarmos a estimativa da despesa corrente do Estado sem juros que estava na previsão feita em Julho com a previsão agora feita em Setembro chegamos à conclusão de que houve uma derrapagem superior a dois mil milhões de euros. As contas de 2010, aliás, ainda continuam em grande mistério, com uma grande opacidade" "Nós salientámos que existe grande margem de cortes de despesa e que compete ao Governo, não compete ao partido da oposição, indicar medidas concretas sectoriais e por funções. Medidas concretas só quem tem o poder executivo concreto é que pode tomar e pode obrigar e pode definir em concreto. O que era importante era que o Governo reconhecesse que havia áreas de oportunidade redução de custos". "A minha missão deixou de ter sentido em função da inflexibilidade do Governo". "Aceitei esta missão porque a achava útil para o País, porque o PSD pareceu-me ter uma vontade genuína de chegar a um acordo". "Não tinha dúvidas de que era um mau orçamento, em consequência das más políticas dos últimos anos e do grande buracão nas contas públicas". "Até ontem, eu ainda achava possível um acordo, mas depois de estar aqui a secar quatro horas, tive um problema familiar e fui para casa. E hoje [Teixeira dos Santos] apresentou-me uma contra-proposta final, que não era passível de negociação. Sou obrigado a chegar à conclusão que, perante esta posição inflexível do Governo, a minha função deixou de fazer sentido". "Era importante que o Governo admitisse os escândalos que existem em algumas categorias da despesa, designadamente nas despesas de consumo intermédio". Mas isso não aconteceu". "Houve aqui uma diferença de filosofia: O Governo achava que não podia mexer mais na despesa, que estava tudo bem. Querem sacrificar cada vez mais as famílias, os funcionários públicos e as empresas, e não querem fazer o trabalho de casa, de cortar na despesa do Estado". "Conclui-se agora que o Governo não quis alcançar um acordo por 0,25% do PIB" Por António Nogueira Leite (Albergue Espanhol)



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:14
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ALMEIRIM - 2500 ATLETAS PARTICIPAM EM INICIATIVA APOIADA PELA ÁGUAS DO RIBATEJO EM ALMEIRIM

Dois mil e quinhentos atletas de todas as idades participaram no sábado, 23 de Outubro, na festa do atletismo em Almeirim, prova patrocinada pela ÁGUAS DO RIBATEJO.

 Anthony Martini, (Quénia) em masculinos, e Anália Rosa (Maratona), em femininos, venceram a 24ª edição dos 20 Km de Almeirim. A prova maior decorreu em simultâneo com a mini-prova de cinco quilómetros, onde atletas de três gerações cumpriram a distância a correr, marchar ou simplesmente a andar.

A corrida masculina foi emocionante e só foi decida no penúltimo quilómetro, altura em que o queniano Anthony Martini, fugiu a Hermano Ferreira (Conforlimpa), que o acompanhou durante toda a prova.

Na competição feminina Anália Rosa (Maratona) confirmou o favoritismo e fez uma corrida tranquila.

Em segundo lugar chegou Mónica Rosa (Garmin), seguida de Madalena Carriço (Marítimo). Uma palavra para os milhares de pessoas que invadiram a cidade de Almeirim e aplaudiram os atletas durante a corrida e na cerimónia de entrega dos prémios onde a ÁGUAS DO RIBATEJO esteve representada pelo presidente do Conselho de Administração, José Sousa Gomes que entregou alguns dos troféus aos atletas que subiram ao pódio. A

 ÁGUAS DO RIBATEJO felicita a associação 20 KM de Almeirim e o Município de Almeirim pela excelente organização. A sua empresa de abastecimento de água incentiva a prática atletismo, lembrando que o consumo de água é fundamental durante os treinos e competições



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:04
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CARTAXO - Comissão Política Distrital (JS do Cartaxo)

 

 

 

 

 Nos termos do disposto no Art. 41.º, alínea 4 e 5 dos Estatutos da Juventude Socialista, convoco-o para uma reunião de Comissão Política Ordinária, que terá lugar no dia 31 de Outubro de 2010, às 16h, na sede distrital do PS Ribatejo, Santarém, com a seguinte ordem de trabalhos: Ponto 1: Informações; Ponto 2: Campanha Presidencial; Ponto 3: Análise da Situação Política; Ponto 4: Intervenção do Presidente da Federação Distrital do Partido Socialista do nosso Distrito (a confirmar).

«Juventude Socialista do Cartaxo»



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:50
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TORRES NOVAS - ESCANDALO NO CENTRO HOSPITALAR MÉDIO TEJO

Num país que atravessa um período de fortes medidas de austeridade e contenção da despesa, existem no CHMT serviços onde a crise continua a passar ao lado.

Na PATOLOGIA CLÍNICA, sob a protecção e consentimento da Directora do Serviço, os Técnicos Superiores de Saúde, são presenteados e privilegiados com sistemáticas horas extraordinárias, para as quais não existem quaisquer justificações ou necessidades do Serviço.

Por se ter tornado prática corrente e enraizada há vários anos, e uma vez que ninguém tem a coragem ou a honestidade de acabar com esta pouca vergonha, que tem lesado o CHMT em largos milhares de euros, serve o presente para desmascarar esta situação e tornar pública e conhecida a actuação e comportamento dos agentes envolvidos.

Basta!

É tempo da Sra. Directora do referido Serviço centralizar em si as responsabilidades e arcar com as consequências de sempre ter colocado alguns interesses individuais à frente do interesse geral.

COMISSÃO DE UTENTES DA SAÚDE do MÉDIO TEJO



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:12
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O DISCURSO DE CAVACO - QUESTÕES DE PORMENOR – OU NÃO?

 Por: Anabela Melão 

 

O que ficámos a saber sobre Cavaco Silva e o que temos de questionar sobre os “outros”, após o discurso de ontem (da recandidatura)de Cavaco Silva.

 

Que é casado e tem família. Os outros são solteiros, viúvos ou divorciados? E se fossem, isso importava-nos?!

 

Que não vai usar outdoors e vai gastar metade das verbas legais permitidas. Os outros também já anunciaram contenção!

 

Que “conhece os problemas” do País. Todos nós também!

 

Que “conhece interlocutores nacionais e internacionais” o que beneficia a “imagem e credibilidade do País”. Depende dos interlocutores e da imagem!

 

Que é O chefe superior das forças armadas capaz de governar as zonas actuais de conflito em 3 continentes Presidente. Os outros iriam “desgoverná-las”?

 

Que vai “assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas”, ser “um arbitro independente” e que oferece “responsabilidade” e “credibilidade” em caso de crise grave. A julgar pelo que fez até agora: por acção ou por omissão?

 

Que tem bom senso, realismo, ponderação, discrição e reserva, que faz uma leitura séria e responsável dos seus poderes e que tem uma conduta exemplar, de rigor e transparência. E os outros, não, a contrario sensu?!

 

Que analisa e fiscaliza os diplomas legislativos e acompanha actuação do executivo, e que possui sentido de dedicação ao trabalho. Já que tudo isto faz parte das competências do Presidente, porque não hão-de os outros fazer o mesmo?

 

Que exerce uma magistratura activa que favorece o emprego e coesão social, promove a união de esforços para a economia, contribui para a eficiência e credibilidade na justiça, incrementa a qualidade do ensino, cuidará para que sejam ministrados cuidados de saúde de qualidade, velará da projecção da língua portuguesa. O que fica de fora para fazer o Governo?

 

Que continuará a falar verdade. Os outros mentem?

 

Que “os portugueses sabem distinguir os que falam verdade dos que semeiam ilusões e utopias”. Referir-se-á a Saramago?

 

Que vai apoiar as instituições de solidariedade social. Doando um dízimo do seu vencimento? Porque poderes para isso não constam da sua “carta” (constitucional).

 

Que agirá em nome dos jovens e idosos, dos que não têm emprego e dos que moram na interioridade. Desde que estes lhe passem procuração!

 

Que é um presidente próximo das populações. Refere-se à população do Palácio de Belém?

 

Que visitou 200 concelhos e alguns mais do que uma vez. Também qualquer representante de produtos de revenda!

 

Que transmitirá aos portugueses ânimo e vontade de vencer. E o que andou a fazer até agora? Que veia será esta de transmissão?

 

Que tem um laço com as comunidades portuguesas no estrangeiro. Nalguns casos tem até um nó!

 

Que conhece os problemas que se colocam. Todos conhecemos.

 

Que tem elevado grau de ética. E os outros não? Acaso estamos perante vigaristas?

 

“Como se encontraria o país sem a observação atenta que fiz?” – vai lá saber-se! Sabemos como ele se encontra, apesar dela! “Que teria acontecido ao país sem os meus avisos?” – é uma incógnita já que se desconhecem os seus avisos, respectivo teor e momento em que foram proferidos.

 

Que a sua candidatura é pessoal e independente das forças partidárias. Então, para quê tanta reunião nas copulas do PSD e do PP?

 

Que o seu partido é Portugal. Há candidatos estrangeiros? Que será candidato de todos os portugueses. Os outros também!

 

Que é um referencial de equilíbrio e estabilidade. E que o é privilegiadamente por inacção! Que age com honestidade, rectidão, seriedade e respeito pela palavra dada. Conhecem-se atitudes contrárias nos outros candidatos?!

 

Que, a partir de ontem é candidato sem deixar de ser Presidente. Não se duvida! E vai lembra-nos disso todos os dias!

 

Parece que Cavaco “sente” que tem um dever para com os portugueses, “esse dever chama-se futuro”. Evidente, no passado e no presente já demonstrou como exerce (ou não) esse dever! Falta “cumprir-se” o futuro e é este que está agora à sua frente.

 

Pois….

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:23
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
ALPIARÇA -Mais saúde com fruta escolar

A promoção da Saúde na escola assume um papel notório no desenvolvimento físico, psíquico, social, emocional e afectivo da criança.

Consciente desta importância, a Câmara Municipal de Alpiarça apresentou ao Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) uma candidatura ao Regime de Fruta Escolar (RFE), portaria n.º 1242/2009, tendo a mesma sido aprovada.
   O abrigo dessa candidatura, fica garantida a distribuição de fruta duas vezes por semana (maçã e pêra) à semelhança de anos lectivos anteriores. Este ano a Câmara Municipal assume ainda a aquisição de mais uma peça de fruta semanal, nomeadamente, banana, clementina, tangerina, cenoura, tomate, ameixa, uva, pêssego e cerejas, assegurando desta forma que seja distribuída fruta três vezes por semana durante todo o ano lectivo. 
O objectivo do regime de fruta escolar é promover entre as populações mais jovens, hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde, reduzindo assim os custos de saúde associados a regimes alimentares menos saudáveis, à semelhança do já implementado programa do leite escolar.
Porque uma População saudável, é uma população alegre e produtiva, um dos objectivos da Câmara Municipal de Alpiarça é implementar e reforçar as medidas no âmbito da promoção da saúde nas escolas, incentivando as crianças a comer bem e de forma saudável.


publicado por Noticias do Ribatejo às 20:20
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SANTAREM - Requiem volta à Sé Catedral
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição – Sé Catedral, em Santarém volta a ser palco do Requiem - “Celebração da Missa da Comemoração de todos os Fiéis Defuntos”, no próximo dia 2 de Novembro, às 21h30. Durante o Requiem, integrado no I Ciclo de Órgão de Santarém, será interpretada a Missa pro defunctis de Duarte Lobo (c.1565-1646), pelo Ensemble Arabesco, acompanhado pelo organista Sérgio Silva. Entradas livres.


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:12
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RIO MAIOR - Actividades Culturais na Biblioteca Municipal de Rio Maior para o mês de Novembro

  
 
No âmbito do Programa de Actividades Culturais e Lúdicas, promovido pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal, a Biblioteca Municipal Laureano Santos de Rio Maior irá realizar diversas Actividades Culturais para o mês de Novembro.
 
Ciclos de Cinema - Sextas-feiras (dias 5, 12, 19 e 26)
Infantil – 10h00
Gormit 2
Hulk VS Thor/Hulk VS Wolverine
Sinbad: A Lenda dos Sete Mares
Em Defesa da Terra
 
Adultos – 15h00
Percy Jackson e os Ladrões do Olimpo
Fora de Controlo
Terra Fria
Ágora
 
 
Exposições
Exposição Comemorativa do Centenário da República
23 de Outubro a 30 de Novembro
Exposição de Filatelia, Maximafilia, Cartofilia e Medalhística da Colecção de Feliciano Júnior.
 
“O Que se Vê no ABC”
2 Novembro a 31 de Dezembro
Exposição de ilustração itinerante, da autoria da ilustradora Danuta Wojciechowska e propriedade do Bichinho do Conto
 
 
Hora do Conto
Dias 3,10, 17 e 24 (Quartas-Feiras) - 10h30
História do Mês
“O Ganso do Charco”
Leitura em voz alta de uma história infantil, seguida de um mini-atelier, onde as crianças são convidadas a fazerem desenhos inspirados no conto escutado, contribuindo para a promoção e animação do livro e da leitura.
 
Esta actividade é destinada às escolas e infantários (grupos de 25 crianças no máximo) que terão que marcar a sua presença/inscrição previamente.
 
 
Atelier “Cantinho das Ideias”
Dias 5, 12, 19 e 26 (Sextas-Feiras) - 10h30
Espaço de promoção da criatividade e das actividades manuais através de colagens, desenhos, pinturas, recortes, moldagem. Esta actividade é destinada às escolas e infantários (grupos de 25 crianças no máximo) que terão que marcar a sua presença/inscrição
previamente.
 
 
À Descoberta da Biblioteca
Todos os dias da semana
Tem como objectivo dar a conhecer os diferentes espaços da Biblioteca, assim como os serviços que presta ao público.
Destinatários: Público em Geral
Marcação prévia
 
 
Chá & Poesia
27 de Novembro-15h00
Sessão de Poesia com Poetas Riomaiorenses
Destinatários: Público em Geral
Sala Polivalente da Biblioteca Municipal
 
 
Ateliers
Dia 2 de Novembro
Atelier/Animação baseado no Livro “O Que se vê no ABC”
Objectivos: Com recurso a técnicas de animação de objectos, serão apresentadas pistas para uma iniciação à leitura. De forma lúdica o livro surge como ferramenta mágica que ajuda a criança, através da sua própria capacidade de observação e imaginação a quebrar o “código” do alfabeto.
Promover o livro e a leitura.
Realização: Danuta Wojciechowska
Horário: 10h30-11h30 x 14h30 -15h30
Destinatários: alunos do Pré-escolar e 1º Ciclo
Número de participantes: 1 turma por sessão
(Marcação prévia)
 
Dia 22 de Novembro
Atelier: A Mala de Anne FranK
Objectivos: A leitura do livro de Anne Frank e a análise das suas belas imagens são o ponto de partida para um conjunto de exercícios de escrita e reflexão sobre a vida desta jovem.
Realização: Tânia Cardoso
Horário: 10h00-12h00 X 14h00 – 16h00
Destinatários: Alunos do 2º e 3º ciclos
Número de participantes: 1 turma por sessão
(Marcação prévia)
 
Dinamizadores: DGLB (Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas) - Biblioteca Municipal Laureano Santos - Câmara Municipal de Rio Maior



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:36
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Separação de Poderes

 

Vivemos num regime político assente na separação de poderes. Um sistema imperfeito, certamente, mas o melhor que a humanidade foi até hoje capaz de conceber e para o qual não foi encontrada alternativa melhor.

O princípio de que alguém directamente eleito pelo povo fica investido do poder de legislar em seu nome, de que a outrem, por delegação da maioria dos eleitos, é atribuído o poder de executar e que, um terceiro poder, independente dos restantes, fica incumbido de punir pelo incumprimento das normas emanadas dos restantes, é de facto uma enorme conquista civilizacional de que temos o privilégio de beneficiar.

Sucessivas gerações de compatriotas que nos precederam não tiveram essa sorte e muitos milhares de milhões de seres humanos não a têm, nem a terão provavelmente no decurso das suas vidas.

Nesta arquitectura aparentemente perfeita das sociedades democráticas há, contudo, um aspecto que sempre me suscitou interrogações. Se os titulares do poder legislativo (parlamentos) e os do poder executivo (membros do Governo) são directa ou indirectamente, periodicamente escolhidos e julgados pelo povo, por que razão, quem escolhe e avalia os titulares do terceiro poder são eles próprios?

E esta minha inquietação tem vindo a assumir uma dimensão tanto maior quanto se multiplicam os “casos” da justiça e alguns magistrados se envolvem na actividade política, de que são exemplos eloquentes as declarações incendiárias produzidas nos últimos dias pelos líderes das suas duas organizações sindicais.

A primeira perplexidade decorre desde logo do facto de titulares de órgãos de soberania terem sindicatos. Porque razões deverão existir sindicatos ou associações sindicais de magistrados judiciais e do ministério público e não de membros do governo ou de deputados? Porque razão parece ridícula e absurda a segunda hipótese e se aceita como natural a primeira?

Outra perplexidade reside no conteúdo das declarações produzidas por tais “sindicalistas”, considerando-se, e à sua “classe”, descriminados, alvos de retaliação e vítimas dos outros poderes, só porque lhes foi aplicado o mesmo plano de austeridade a que têm de se submeter os demais agentes do Estado, a começar pelos próprios titulares dos outros órgãos de soberania.

São espantosas e até obscenas tais declarações quando se sabe que esta “classe”, ou pelo menos uma parte dela, beneficia de vantagens acrescidas desde a idade de reforma, passando por subsídios de residência até um sistema de saúde mais favorável.

Esta semana o Conselho da Europa divulgou um relatório sobre o estado da justiça em 45 países europeus, segundo o qual a remuneração dos juízes em fim de carreira em Portugal é 4,2% superior á media salarial nacional, isto é, o dobro do que sucede na Bélgica, França, Finlândia, Noruega, Suécia, Áustria, Holanda, Dinamarca ou mesmo na Alemanha.

O mesmo relatório revela ainda que Portugal é o 2º país com o rácio mais elevado de profissionais de justiça em relação à população e o 3º com mais procuradores e com o rácio mais elevado de juízes e procuradores.

Em contrapartida tem o 2º pior desempenho no que diz respeito ao encerramento de casos pendentes.

Há poucos dias foi reaberto um novo processo de revisão constitucional.

Não haverá entre os nossos deputados, agora constituintes, ninguém com imaginação ou criatividade bastantes para encontrar uma qualquer fórmula que permita submeter os titulares do terceiro e fundamental poder do Estado de Direito a um escrutínio democrático equivalente aquele que é exigido aos titulares dos poderes legislativo e executivo?

Por: Capoulas SantosEurodeputado (Capoulas dos Santos começa com a publicação deste texto  a colaborar   periodicamente  com este jornal)

 

* Este artigo também pode ser lido no blogue pessoal do autor



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:20
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BENAVENTE - João Barradas vence a 63ª Coupe mundial de acordeão

 João Barradas, conseguiu mais um feito importante na sua carreira que muito nos orgulha, ou seja, venceu a 63ª Edição da Coupe Mundial de Acordeão.

João Barradas, 18 anos de idade, natural do Porto Alto, Samora Correia, classificou-se em 1º lugar na Categoria Júnior Coupe Mundial, que se realizou de 19 a 25 de Outubro de 2010 na cidade de Varazdin, na Croácia. Em 2º lugar classificou-se Nikola Zivanovic (Servia) e no 3º lugar ficou Dmitrii Yarkinov (Rússia).

O concurso teve a participação de dezenas de concorrentes oriundos de vários países: Rússia; Sérvia; Suíça; Dinamarca; China; França; Itália; Portugal; Espanha; Lituânia; Canadá; Finlândia; Áustria; Hungria, entre outros. João Barradas junta este prémio ao seu vasto currículo do qual se salientam as seguintes classificações: Campeão do Mundo Júnior Clássico (Espanha); Campeão do Mundo Varietté (Rússia); 1º lugar no Concurso Castelfidardo (Itália); 1º Prémio Internacional de Acordeão “Cidade de Alcobaça”; quatro títulos de Campeão Ibérico; dez títulos de campeão nacional, entre muitos outros prémios conseguidos dentro e fora do País.

João Barradas preparou-se para os concursos nacionais e internacionais na Escola de Música Serenata, em Alcobaça, com o Professor Aníbal Freire. Actualmente estuda em França, com o mundialmente prestigiado, Professor Frédéric Deschamps. Na sua carreira, o jovem músico conta com o apoio da Associação Recreativa do Porto Alto (AREPA), da Câmara Municipal de Benavente e da Companhia das Lezírias, S.A. João Barradas está em França, mas regressa na quinta-feira a Portugal.

Brevemente será publicado no site da Câmara Municipal uma entrevista com o jovem músico, já agendada. Nota: Para outras informações, contactar o GIRP da Câmara Municipal de Benavente, para o número 263 519 600 ext. 14401



publicado por Noticias do Ribatejo às 14:44
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O "ORÇAMENTO DE ESTADO" visto pelos "Verdes"

 
 
O Partido Ecologista “Os Verdes” considera lamentável esta novela a que o PS e o PSD têm sujeitado o país nos últimos tempos.
 
O cenário que teria sido preferível para o país, reafirmam “Os Verdes”, é que todos os partidos da oposição tivessem dito, desde o início, que não aceitariam este horrível Orçamento de Estado, o que obrigaria o Governo a ter necessidade de apresentar outras propostas.
 
O facto de o PSD ter adiado permanentemente a sua posição, dando esperança de viabilização do OE, entrando depois em negociações (traindo os seus próprios compromissos, ou seja admitindo aumento de impostos), levou o Governo a criar força para a manutenção desta proposta de OE.
 
Apesar do termo das negociações entre o Governo e o PSD, está ainda aberta a possibilidade do PSD viabilizar o OE sem mais, ou seja sem qualquer contrapartida. Esta viabilização, contudo, a acontecer, torna o PSD co-responsável por este OE.
 
O PEV não pode aceitar a ideia de que um OE destruidor do país é melhor do que não ter orçamento. Consideramos exactamente o contrário! E estranhamos este apelo regular que o Governo faz permanentemente aos mercados financeiros internacionais para que reajam à medida das esperanças ou não da viabilização do OE. Aquilo que é certo é que um país delapidado económica e socialmente, como resultará deste OE, é um país aberto, a curto, médio e longo prazo, à especulação absoluta desses mercados financeiros – estes têm portanto interesse na aprovação do OE!!!


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publicado por Noticias do Ribatejo às 14:36
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A Candidatura de Cavaco Silva

 

 EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO PELO FUTURO DE PORTUGAL

 

Quero anunciar aos Portugueses que, depois de uma profunda reflexão, decidi recandidatar-me à Presidência da República.

Uma decisão como esta nunca é fácil de tomar.

Quis que a minha mulher, que sempre esteve ao meu lado nos momentos importantes da minha vida, a partilhasse comigo. Havia razões pessoais e familiares a ter em conta, mas havia também o meu sentido de responsabilidade e as ambições que tenho para Portugal.

Perante a situação extremamente difícil em que Portugal se encontra, perante as incertezas e até angústias sentidas por muitos portugueses, concluí que tinha o dever de me recandidatar à Presidência da República.

Decidi candidatar-me, sabendo que, com a minha experiência e com os meus conhecimentos, posso ajudar o País a encontrar um rumo de futuro e vencer as dificuldades com que está confrontado.

Submeto-me, pois, ao julgamento soberano dos meus concidadãos. Faço-o com humildade e confiança.

Sei que posso ser útil a Portugal e aos portugueses. Move-me a consciência da gravidade dos problemas que todos temos pela frente.

 A minha campanha será sóbria e contida nas despesas.

Dei indicações para que a despesa total da minha campanha não ultrapasse metade do valor que é permitido pela lei actualmente em vigor.

Não colocarei um único cartaz exterior (os chamados “outdoors”).

Sei que isso me pode prejudicar face aos outros candidatos. Mas, quando tantos sacrifícios são exigidos aos portugueses, os agentes políticos devem dar o exemplo. Não me sentiria bem com a minha consciência gastando centenas de milhares de euros com a afixação de cartazes.

A dignidade estará sempre presente na minha campanha. Ao longo da minha vida pública sempre considerei que a elevação e o respeito são essenciais para que os portugueses confiem nos seus representantes.

Em nenhuma circunstância me deixarei arrastar para uma linguagem imprópria de um candidato a Presidente da República. A dignidade de Portugal está primeiro.

 O cargo de Presidente da República é particularmente exigente e já demonstrei que sei exercê-lo com benefício para Portugal.

Pela minha formação e pela experiência que tenho da vida pública, conheço em profundidade os assuntos de Estado, a situação económica do País e as dificuldades que os Portugueses vivem no seu dia-a-dia.

Conheço a realidade internacional, em particular o quadro da União Europeia em que nos situamos.

Vivemos uma situação internacional muito complexa.

Cabe ao Presidente da República representar externamente a República com dignidade e sentido de Estado. De um Presidente exigem-se as competências necessárias para defender os interesses de Portugal nas reuniões com outros chefes de Estado, com membros do Governo ou outros agentes políticos de países estrangeiros, com organizações internacionais.

A imagem e a credibilidade do País e a confiança que suscita no exterior são da maior importância nos tempos que correm.

Nos termos da Constituição, o Presidente da República é o Comandante Supremo das Forças Armadas. Cabem-lhe funções da maior relevância, principalmente num tempo em que estão em curso profundas transformações na instituição militar e em que centenas de militares portugueses cumprem missões no exterior do território nacional, em zonas de conflito situadas em três continentes.

Ao Presidente da República exige-se capacidade para acompanhar atentamente os complexos assuntos de Defesa Nacional.

Portugal precisa de um Presidente que contribua para a coesão, dignificação e prestígio das Forças Armadas.

O meu conhecimento da realidade da instituição militar e o respeito que esta instituição sempre me mereceu, desde que tive a honra de a servir, permitiram-me desenvolver uma relação estreita e leal com as Forças Armadas e promover o reconhecimento do seu valor pela sociedade civil e pelos cidadãos em geral.

 Nos termos da Constituição, cabe também ao Presidente da República assegurar o regular funcionamento das instituições democráticas.

Exige-se de um Presidente isenção e imparcialidade perante as diversas forças partidárias, de modo a favorecer o diálogo, a negociação e a procura de consensos. Para exercer esta função, o Presidente tem de ser visto como um árbitro independente, tem de ser uma personalidade responsável e credível. Só assim poderá actuar como moderador da vida nacional, como amortecedor de conflitos e como garantia de segurança do sistema político em caso de crise grave.

Exige-se ao Presidente da República bom senso, realismo, serenidade e ponderação, que não ceda à tentação fácil do palco mediático. Muitas vezes, um Presidente deve actuar com discrição e reserva para que a sua magistratura de influência possa produzir resultados efectivos.

Um Presidente da República que faça uma leitura séria e responsável dos seus poderes deve empenhar-se na promoção da estabilidade e na afirmação de uma cultura de diálogo e de compromisso por parte das forças políticas e dos agentes económicos e sociais. Estas exigências são particularmente intensas nos tempos difíceis em que vivemos.

O Presidente da República é a principal referência do País e, por isso, a sua conduta tem de ser exemplar do ponto de vista do rigor, da competência e da responsabilidade.

A transparência tem sido uma das marcas do meu mandato. Qualquer cidadão tem acesso à informação atempada e objectiva sobre a minha actividade, pode consultar as minhas declarações e intervenções públicas, analisá-las, discuti-las e avaliar a coerência das minhas posições.

É importante que os portugueses saibam bem quais os poderes e competências que a Constituição atribui ao Presidente da República, para que possam avaliar com seriedade e rigor as suas posições, ideias e atitudes.

 A função presidencial exige ainda a análise e fiscalização dos diplomas aprovados pela Assembleia da República e pelo Governo e o acompanhamento permanente da actividade do Executivo. Trata-se de uma tarefa de grande responsabilidade, que exige conhecimento dos mais variados assuntos de Estado, ponderação, bom senso e dedicação ao trabalho.

Os Portugueses conhecem-me como um homem de trabalho, que estuda e analisa profundamente os problemas, tendo em vista o superior interesse nacional.

Perante a gravidade da situação económica do País e as dificuldades que os cidadãos atravessam, é importante que o Presidente da República, pelo seu conhecimento, pela sua experiência e pela sua personalidade, seja capaz de contribuir para que o País trilhe um caminho que permita vencer os desafios com que está confrontado.

Sendo certo que ao Presidente da República não cabe governar ou legislar, não deve, contudo, deixar de exercer uma magistratura activa que favoreça a modernização da sociedade e o crescimento da economia, a criação de emprego, melhores condições para os jovens, que favoreça o combate à precariedade do trabalho e à pobreza e a preservação da coesão social.

Lutarmos para que Portugal faça parte do grupo dos países mais desenvolvidos da Europa será sempre, para mim, um grande desígnio nacional.

 Se o povo português voltar a honrar-me com a sua escolha, não desistirei de promover a união de esforços para a recuperação económica.

Irei aprofundar a pedagogia dos bons exemplos e dos casos de sucesso, sublinhar o papel das pequenas e médias empresas na criação de emprego e de riqueza, apoiar o espírito de iniciativa dos jovens, a inovação e a competitividade das empresas.

Darei todo o meu esforço para defender a eficiência e a credibilidade da justiça, a qualidade ambiental, a excelência no ensino.

Tudo farei para defender o acesso a cuidados de saúde de qualidade, independentemente da situação económica de cada um, e o papel desempenhado pelas regiões autónomas e pelo poder autárquico.

Promovi, ao longo do meu mandato, a difusão e projecção internacional da língua portuguesa e a salvaguarda do nosso património cultural e não me irei afastar desta linha de rumo.

Comigo, os Portugueses sabem com o que podem contar.

Continuarei a falar verdade aos portugueses, porque só a verdade é geradora de confiança. Os Portugueses sabem bem distinguir aqueles que falam verdade e aqueles que semeiam ilusões e utopias.

 A minha candidatura é uma candidatura de futuro e de esperança. Temos de olhar em frente. Temos de nos mobilizar, todos, para abrir horizontes de esperança àqueles que perderam o seu emprego e aos jovens que querem entrar no mercado de trabalho e conquistar a sua autonomia.

Tenho dado todo o meu apoio às instituições de solidariedade social e aos grupos de voluntariado, tenho estimulado os progressos no campo da ciência e da tecnologia, tenho procurado que o mundo rural e o interior não sejam esquecidos.

Portugal tem potencialidades e devemos saber aproveitá-las. Temos empresários dinâmicos, trabalhadores activos, jovens empreendedores, funcionários públicos qualificados, comunidades no estrangeiro que são um exemplo para todos nós.

Foi em nome de todos eles, jovens e idosos, cidadãos que vivem no litoral e no interior, empresários e trabalhadores, pessoas que não têm emprego ou que sobrevivem com pensões reduzidas, foi em nome de todos eles que me decidi recandidatar à Presidência da República.

Acredito que podemos vencer.

 Sou um Presidente próximo das populações. Orgulho-me de ser um dos responsáveis políticos que melhor conhece a realidade das diferentes regiões do País. Durante o meu mandato já visitei praticamente 200 concelhos , alguns mais do que uma vez.

Continuarei atento ao sentir dos Portugueses transmitindo-lhes ânimo e vontade de vencer, ouvindo as pessoas, procurando conhecer melhor os seus problemas, as suas carências, os seus anseios.

A experiência dos Roteiros levou-me a percorrer o País para apoiar a inclusão dos mais desfavorecidos, incentivar a inovação empresarial, dar voz aos jovens, estimular as comunidades locais que se afirmam em articulação com as autarquias. Irei aprofundar esta dinâmica, tal como manterei um laço muito especial com as comunidades portuguesas no estrangeiro.

 Conheço bem os problemas que se colocam a Portugal no futuro próximo e na base dos quais estão as preocupações e incertezas dos portugueses.

Para eles tenho alertado insistentemente e procurado contribuir para a sua resolução, no quadro das competências que a Constituição me confere. Dos meus contactos pelo País colho a informação de que os resultados dos meus esforços têm sido produtivos.

De entre os problemas que se colocam ao País no futuro imediato destacam-se o desemprego e o endividamento externo. Tanto um como outro exigem um reforço da produtividade e da capacidade competitiva da nossa economia e o aumento da produção de bens e serviços que concorrem com a produção externa.

Está ao nosso alcance agarrar o futuro com determinação e generosidade. Está ao nosso alcance construir um Portugal mais desenvolvido e mais justo.

É isso que me motiva, guiado pela minha visão de futuro, pelo elevado grau de exigência ética que sempre caracterizou a minha vida, na crença inabalável na capacidade dos Portugueses para superar adversidades e na convicção de que seremos capazes de vencer.

Eu acredito.

 Portugal encontra-se numa situação difícil. Mas há uma interrogação que cada um, com honestidade, deve fazer: em que situação se encontraria o País sem a acção intensa e ponderada, muitas vezes discreta, que desenvolvi ao longo do meu mandato?

O que teria acontecido sem os alertas e apelos que lancei na devida altura, sem os compromissos que estimulei, sem os caminhos de futuro que apontei, sem a defesa dos interesses nacionais que tenho incansavelmente promovido junto de entidades estrangeiras?

Sei bem que a minha magistratura de influência produziu resultados positivos.  Mas também sei – e esta é a hora de dizê-lo – que podia ter sido mais bem aproveitada pelos diferentes poderes do Estado.

 A minha candidatura é estritamente pessoal, independente de todas as forças partidárias.

O meu partido é Portugal.

Tenho um passado político de que me orgulho. Servi o País e os Portugueses reconhecem-no.

Se o eleitorado me honrar novamente com a sua confiança, serei, como o demonstrei ao longo do meu mandato, Presidente de todos os Portugueses.

Ninguém de boa fé pode dizer que não fui rigorosamente isento e imparcial perante as diversas forças políticas.

Actuei ponderadamente para que a figura do Presidente da República não fosse usada como arma de arremesso nas lutas entre os partidos. Não interfiro em lutas partidárias. Respeitei democraticamente os resultados das eleições.

Nunca permiti, nem permitirei, que a função presidencial seja instrumentalizada por quem quer que seja.

Aqueles que decidirem apoiar a minha recandidatura sabem com o que podem contar.

Estarei sempre ao serviço de Portugal e dos Portugueses. Não estarei ao serviço de qualquer grupo, nem serei portador de uma ideologia de facção. Serei um factor de união e de confiança, um Presidente escrupuloso no cumprimento da Constituição da República e das regras da democracia.

Sabem que respeito as competências próprias dos outros órgãos de soberania, como exijo firmemente que as competências próprias do Presidente da República sejam respeitadas.

Acompanharei com rigor a actividade do Executivo. O Governo, qualquer Governo, contará sempre com a minha cooperação na resolução dos problemas do País.

Serei sempre um referencial de equilíbrio e estabilidade.

Os Portugueses sabem que sou avesso a intrigas político-partidárias.

Sabem que a honestidade, a rectidão, a seriedade, o respeito pela palavra dada são princípios de toda a minha vida, de que nunca me afastarei.

 A partir de hoje, sou candidato sem deixar de ser Presidente da República. O meu mandato só termina em 9 de Março de 2011, pelo que continuarei a exercer fielmente as minhas funções.

Saberei distinguir as duas qualidades de que agora sou portador.

Como candidato, farei tudo para que os Portugueses, com serenidade, escolham de forma esclarecida aquele em quem mais confiam para ser Presidente da República nos tempos complexos que o País atravessa.

É em nome de Portugal inteiro que me candidato.

Se olhasse apenas para os meus interesses pessoais, poderia tomar outra opção.

Mas é nestas horas que sentimos o apelo do dever.

Sinto que tenho um dever para com os Portugueses. Esse dever tem um nome, chama-se futuro.

Pelo futuro de Portugal, apresento hoje a minha candidatura à Presidência da República.


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Protecção Civil Francesa visita Almeirim

Está em Portugal, em visita de trabalho, uma delegação da Protecção Civil francesa. São cerca de 20 elementos que em 4 dias vão conhecer a realidade portuguesa em matéria de protecção e socorro. Pelas 14h chegam a Almeirim, uma vez que o CDOS a ser visitado é o desta cidade, assim como o quartel de bombeiros. Num Mundo cada vez mais global esta partilha de experiência é sempre muito útil e bem vinda.

 Por: Pedro Miguel Ribeiro

  (Vice-Presidente da Câmara de Almeirim e colaborador deste jornal)



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TORRES NOVAS - Últimas inscrições para Feira do Arroz Doce, Livro e Stocks

 
Os interessados em expor os seus produtos ou serviços no VII Festival do Arroz Doce e Doçaria Regional, na Feira do Livro e na Feira dos Stocks, ainda o poderão fazer, manifestando a sua intenção de participação junto da Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém.
 
 
A Nersant está a aceitar as últimas inscrições para o VII Festival do Arroz Doce e Doçaria Regional, para a Feira do Livro e para a Feira dos Stocks, que se realizam em conjunto entre os dias 26 e 28 de Novembro, no Pavilhão de Exposições desta associação empresarial, em Torres Novas.
 
Trata-se de um certame de sucesso, em grande parte devido à variedade de produtos que apresenta, nomeadamente doçaria tradicional, livros e vestuário. No Festival do Arroz Doce e Doçaria Tradicional, que já vai na sua 7.ª edição, os visitantes podem adquirir arroz doce confeccionado das mais variadas formas, bem como outros doces regionais. Prevê-se ainda a realização do concurso para melhor arroz doce. A Feira do Livro e a Feira dos Stocks constituem um convite apetecível para as compras de Natal, uma vez que apresenta títulos e vestuário diversos, a preços abaixo do valor de mercado.
 
O Departamento de Feiras e Certames da Nersant encontra-se disponível para qualquer esclarecimento ou inscrição, através dos contactos dfc@nersant.pt ou 249839500.



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Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
ABRANTES - Jornadas Internacionais do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte
Vários especialistas, nacionais e estrangeiros, estão a realizar estudos sobre o acervo da Colecção Estrada que integrará o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes(MIAA). Os primeiros resultados dessa investigação vão ser apresentados nas primeiras Jornadas Internacionais do MIAA, dia 28 de Outubro (5ª feira), em Abrantes, na Biblioteca Municipal António Botto. A Presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque e o Presidente da Fundação Estrada, João Estrada, farão a abertura dos trabalhos, seguindo-se uma apresentação geral das Jornadas por Fernando António Batista Pereira, especialista em História de Arte e responsável pelo projecto museográfico do MIAA. Segue-se um conjunto de intervenções sobre o acervo, nomeadamente o que tem sido alvo de estudo, com as presenças de vários especialistas (ver programa em anexo). O espólio cedido pela Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos, será o coração do futuro museu, projectado pelo Arquitecto Carrilho da Graça. É composto por um vasto conjunto de peças arqueológicas, referentes ao período anterior à fundação da nacionalidade e relacionadas com a Lusitânia, recolhidas por João Estrada ao longo de meio século, em vários pontos da Península Ibérica. Além do espólio da Fundação, o futuro Museu irá também albergar as obras doadas ao Município pela pintora Maria Lucília Moita e pelo escultor Charters de Almeida. O investimento vai ser uma marca do território em pleno centro histórico de Abrantes e pretende ser um estímulo decisivo para a sua reanimação


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UMA “HIPOCRISIA” ANTI-REPUBLICANA

 

 Por: Anabela Melão

 

Explicar o fenómeno da República tem-me levado por este País fora, em especial num ano em que se festeja a dita. Como co-fundadora da Academia de Estudos Laicos e Republicanos, dar a compreender o porquê do golpe e a assimilação das mudanças ocorridas na sequência do 5 de Outubro de 1910, é um dos objectivos. Estas mudanças estenderam-se à vida da Igreja, sobretudo através da Lei da Separação do Estado das Igrejas, a começar pelo facto de o Estado deixar de subsidiar o culto católico.

 

Não aceito que um Estado laico trate de forma diferente as entidades representativas dos vários credos, muito menos em matéria fiscal.

 

Ora, acontece que, para além de questionar o respeito pelo princípio da laicidade, ainda mais é de evidenciar a questão da inconstitucionalidade da intenção do Governo, contida na proposta do Orçamento do Estado para 2011, de se retirarem benefícios fiscais às instituições religiosas não-católicas, mantendo-os para a Igreja Católica.

 

Vera Jardim, um dos autores da lei da liberdade religiosa de 2001, veio demandar idêntica questão. Recorde-se que nesta lei se deu acesso a todas as confissões religiosas aos mesmos benefícios fiscais (que a Igreja Católica). Trata-se, no seu entender, além de um "retrocesso muito negativo", e de uma atitude "inconstitucional pela desigualdade e discriminação religiosa que cria". 

 

Tentando atenuar as críticas sobre a medida, Vera Jardim remete para a crise e para a necessidade de cortar benefícios fiscais em período de crise e de contenção, mas reconhece que "Não se pode é fazer discriminação entre a Igreja Católica e as outras religiões", reclamando como "imperativo que rapidamente o Governo clarifique a sua posição". E, por isso, vai questionar esta semana o Ministro das Finanças sobre qual o valor concedido em benefícios fiscais a estas instituições desde que a lei da liberdade religiosa entrou em vigor, e indagar-lhe também quanto é que os portugueses lhes destinam na sua declaração anual de IRS. Fonte oficial do MF afirma que o Governo encaixará 100 milhões de euros com a alteração aos benefícios fiscais das instituições religiosas.  

 

Alguém que revela coerência nas convicções e nas atitudes. E, tratando-se de um dos autores da lei de liberdade religiosa, a qual culminou o processo de separação de poderes civis e religiosos, corolário da República, pelo menos que a ele o oiçam! Uma medida destas em pleno centenário é no mínimo uma facada nas costas dos ideais republicanos e deixa-nos a pensar que os milhares que se gastaram nos festejos sobre o evento soam a alguma hipocrisia.  

 

E nem se pode dizer que é mais uma hipocrisia republicana, porque disso não tem mesmo nada!! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:58
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CARTAXO - Expo Cartaxo


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:43
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RIO MAIOR - Câmara Municipal vai receber 405 mil euros para reparar infra-estruturas danificadas pelas intempéries do Inverno passado

Câmara Municipal vai receber 405 mil euros para reparar infra-estruturas danificadas pelas intempéries do Inverno passado
Contrato de auxílio financeiro foi assinado com a Secretaria da Administração Local no âmbito do Fundo de Emergência Municipal
 
José Junqueiro, Secretário de Estado da Administração Local, deslocou-se a Rio Maior no passado dia 21 de Outubro, tendo assinado no Auditório da Câmara Municipal um protocolo do Fundo de Emergência Municipal (FEM), que visa reparar alguns troços viários afectados pela intempérie registada na madrugada de 23 de Dezembro de 2009.
 
Para além de José Junqueiro e Isaura Morais, Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, estiveram presentes nesta cerimónia Rui Carreteiro, em representação do Governo Civil de Santarém; Maria Eugénia Santos, Directora Geral da Direcção Regional das Autarquias Locais (DGAL); Vanda Nunes, Vice-Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT); Carlos Neto, em representação do Presidente da Assembleia Municipal de Rio Maior, os Vereadores Carlos Frazão, Sara Fragoso, Nuno Malta e Carlos Nazaré, alguns Presidentes de Junta de Freguesia e Deputados Municipais, bem como funcionários e chefias da autarquia riomaiorense.
 
Na sua intervenção, Isaura Morais começou por agradecer a presença do Secretário de Estado da Administração Interna, José Junqueiro, explicando depois que este protocolo diz respeito ao Fundo de Emergência Municipal aplicado ao nosso concelho no âmbito dos danos causados no Inverno passado. “Este fundo que é gerido pela DGAL visa a concessão de auxílios financeiros às autarquias locais para a recuperação de equipamentos públicos que sejam da sua responsabilidade após uma declaração de calamidade pública, e Rio Maior viu-se nessas condições no Inverno passado. Com as verbas deste fundo e com o esforço financeiro da autarquia e com o trabalho dos técnicos vamos liquidar as reparações já concluídas e reparar as restantes que estão em curso, desejando que Invernos mais tranquilos se aproximem”, salientou Isaura Morais.
 
Por sua vez, o Secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, mostrou-se agradado por estar em Rio Maior e afirmou que neste momento se dava um passo em relação aos problemas causados pelas intempéries de Dezembro último. “Tivemos algumas dificuldades mas a acção pronta do Governo Civil, dos autarcas de uma forma geral, das associações quer dos bombeiros, quer da protecção civil, todos eles no seu conjunto fizeram o melhor não só para minimizar estragos na altura mas também para fazer o levantamento dos danos que tinham de facto acontecido”, frisou.
 
Este protocolo agora assinado permite ao município riomaiorense receber cerca de 405 mil euros, 60% do valor a despender nas obras já efectuadas ou a efectuar, nomeadamente a reposição do pontão na Rua do Pau Torto, Arruda dos Pisões – 10.898 euros; Reparação da Estrada Municipal 566, Alcobertas – 27.639 euros; Reparação da antiga Estrada Nacional 1, Alto da Serra – Rio Maior – 42.593 euros; Reparação da Estrada D. Maria II, Alto da Serra – 148.400 euros; Reposição da Estrada das Milhariças, Azambujeira – 318.000 euros; Execução de novo pontão em Rua da Flores, Anteporta – 56.310 euros; execução de novo pontão na Rua Casal dos Carvalhais, S. João da Ribeira – 61.503 euros e na reparação da Estrada Amieira / Arrouquelas – 9.561 euros.



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FERREIRA DO ZEZERE - Balanço positivo no encerramento dos “Caminhos com História”

 
Realizou-se no passado dia 24 de Outubro a última edição deste ano do programa “Caminhos com História”, em Águas Belas, Ferreira do Zêzere.
 
Organizado pela Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere e pela Junta de Freguesia de Águas Belas, o passeio, inserido no programa “Caminhos com História”, contou com o acompanhamento de Ana Torrejais que ao longo do percurso foi explicando pormenores históricos relacionados com o património ali construído.
 
Na primeira paragem (“Mata – Lagar do Serralheiro”) foram abordados pormenores relacionados com a origem do povoado, estilos e particularidades das construções habitações antigas e os materiais utilizados, a fauna e a flora autóctones, a identificação de árvores e de plantas “importadas” pelo homem desde a Idade Média até à paisagem que hoje observamos.
 
Os participantes tiveram, igualmente, oportunidade de visitar a casa de Sá Flores (poeta e escritor), onde foram declamados alguns poemas do autor debaixo da nogueira antiga, local de descanso e de inspiração do autor.
 
Foi também alvo de visita um fontenário do Séc. XVIII, o qual possui um engenho manual para tirar água, adaptado no início do século XX, e junto ao qual existe um lavadouro público que tem resistido à evolução dos tempos, visto que continua a ser utilizado pela população.
 
O grupo visitou ainda a capela da Varela (S. Sebastião), tendo Ana Torrejais explicado as particularidades deste templo, no qual foram aliás detectados traços comuns aos dos restantes templos da região.
 
No caminho para o Relógio de Sol Antigo, foi possível observar um Lagar de Azeite Antigo, bem como falar um pouco sobre as Invasões Francesas, dado que no percurso, os visitantes passaram pelo local onde tiveram lugar confrontos entre populares e as tropas francófonas.
 
O local onde se encontra o Pelourinho de Águas Belas, imóvel classificado de interesse público, foi dos últimos locais a ser visitado. Para finalizar o passeio, foi visitada uma quinta junto ao monumento indicado anteriormente, cujos estábulos foram utilizados pelos franceses como cavalariça e local onde terá existido também a primeira prisão feminina da região.. Dali partiram para o almoço-convívio no restaurante “Cantinho da Ana”, encerrando a visita



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:12
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SANTAREM - CDS PEDE REVOGAÇÃO DE DIPLOMA

O CDS-PP anunciou esta segunda-feira que vai pedir a revogação do diploma que extingue a atribuição de abono de família para os agregados do 4º e 5º escalão do IRS.
"Bastava o Governo dar um pouco menos às empresas públicas e já era possível dar um pouco mais a quem precisa, porque recebe muito pouco"

Segundo Pedro Mota Soares, os centristas aceitam manter a eliminação desta prestação às famílias do 5º escalão, com rendimentos acima dos 1.050 euros, mas rejeitam a mesma medida no 4º escalão, onde estão as famílias com rendimentos acima dos 629 euros.
Retirar o abono de família a pessoas que recebem 629 euros por mês é algo que demonstra uma política anti-social, anti-família e anti-natalidade. Para o CDS é fundamental que, quem tem filhos em idade escolar e recebe pouco, possa ter um complemento por parte do Estado, que o é o abono de família", contrapôs Pedro Mota Soares.
"Bastava o Governo dar um pouco menos às empresas públicas e já era possível dar um pouco mais a quem precisa, porque recebe muito pouco", frisou Pedro Mota Soares.
A ser aprovada, esta revogação terá um impacto orçamental de "um pouco mais de 100 milhões de euros", que o CDS acredita ser possível atenuar se o Governo "se disciplinasse mais nas transferências para as empresas públicas".
Além deste pedido de revogação, o CDS vai também apresentar uma alteração ao Orçamento do Estado 2011 para que não seja extinto o 13º abono que era pago às famílias com rendimentos abaixo do salário mínimo nacional, uma medida implementada pelo ex-ministro das Finanças, Bagão Félix.
Mota Soares criticou ainda "quem muitas vezes enche a boca com Estado social" e depois toma medidas deste género. A política do governo é "anti-social e anti-família", concluiu o líder parlamentar do CDS.

 

Por: Tiago Leite (Presidente da Concelhia de Alpiarça do CDS)



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:44
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