O já tradicional tributo ao escritor vila-franquense, instituído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, volta a incentivar à criatividade literária, nos géneros de “Conto” e “Romance”, abrindo as candidaturas até ao próximo dia 31 de maio.
Os vencedores das modalidades a concurso serão distinguidos com um prémio de €7500 (Romance) e de €2500 (Conto), a atribuir pelo júri, composto por um escritor; um representante da Associação Portuguesa de Críticos Literários e um representante da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. A deliberação dos vencedores será anunciada até novembro de 2013.
O regulamento pode ser consultado no site da Câmara Municipal e outros detalhes podem ser obtidos junto da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira.
Dia Mundial da Dança – Comemorações no Concelho de Vila F. Xira
Dia 29 de abril assinala-se o Dia Mundial da Dança. No Concelho de Vila F. Xira, as comemorações decorrem entre 27 de abril e 4 de maio, nas freguesias de Alhandra, Castanheira do Ribatejo e Póvoa de St.ª Iria. O programa dirige-se a crianças e adultos e, para além da apreciação como espectador, tem também uma componente de experimentação.
Programa:
> 27 de abril, Alhandra
Workshops
- 14h00 às 15h00 > Dança Pais e Filhos (3 aos 5 anos)
- 15h00 às 16h00 > Jazz (6 aos 14 anos)
- 16h00 às 17h00 > Zumba (M/12 anos)
- 17h00 às 18h00 > Hip Hop (M/5 anos)
- 18h00 às 19h00 > Jazz Adultos
Sociedade Euterpe Alhandrense, Alhandra
Sujeito a inscrição prévia na secretaria da Sociedade Euterpe Alhandrense
informações através do telefone: 219 500 592
Organização: Sociedade Euterpe Alhandrense | Conservatório Regional Silva Marques
> 28 de abril, 16h00 , Póvoa de St.ª Iria
Mostra de Danças de Salão
Centro Comercial Serra Nova
Organização: Grémio Dramático Povoense
> 29 de abril, 21h30, Castanheira do Ribatejo (Lugar das Quintas)
Danças Sevilhanas
Associação Cultural e Recreativa do Lugar das Quintas, Quintas
Organização: Associação Cultural e Recreativa do Lugar das Quintas
> 4 de maio, 16h00, Póvoa de St.ª Iria
Workshop de Danças Tradicionais por Rita Duarte
Palácio Quinta da Piedade
Classificação etária: 3 aos 6 anos
Limite de participantes: 16 crianças e 2 acompanhantes por criança
Integrado no programa “O Palácio Para os Pequeninos”
Organização: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
CORRIDAS DA LIBERDADE NO CARTAXO
Cerca de 350 crianças e jovens participaram nesta iniciativa comemorativa do Dia da Liberdade
Mais uma vez, as Corridas da Liberdade encheram o Estádio Municipal do Cartaxo, na manhã do dia 25 de abril, proporcionando uma festa desportiva que envolveu as crianças e jovens de todo o concelho.
Integradas nas comemorações do 39.º aniversário do 25 de Abril, as Corridas da Liberdade envolveram cerca de 350 participantes a correr nas pistas de atletismo do Estádio Municipal.
Os pequenos atletas foram distribuídos pelos diversos escalões, tendo em consideração a idade, aos quais se juntaram também os pais, que todos os anos são convidados a fazer parte desta festa desportiva.
A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal do Cartaxo como forma de comemorar o 25 de Abril e, mais do que a procura dos primeiros lugares, é o convívio que se sobrepõe a estas corridas, associado aos benefícios da prática de exercício físico.
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CLASSIFICAÇÃO FINAL
MINI-MINIS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Tomás Cavaleiro |
1º - Maria Nogueira |
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2º - João Boal Costa |
2º - Leonor Pereira |
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3º - Simão Nascimento |
3º - Alexandra Vieira |
MINIS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Afonso Coelho |
1º - Alícia Gutierres |
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2º - Bernardo Jacinto |
2º - Daniela Henriques Rocha |
|
3º - Simão Pargana |
3º - Sara Boal Costa |
ESCOLINHAS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Bernardo Boal Duarte |
1º - Teresa dos Santos Abade |
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2º - João Pedro Patrício |
2º - Beatriz Boal Duarte |
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3º - Rodrigo Cabral Silva |
3º - Rafaela Silva |
BENJAMINS
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Masculinos |
Femininos |
|
1º - Diogo Miguel Cruz |
1º - Márcia Cavaleiro |
INFANTIS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Marcos Fidalgo |
1º - Rita Miranda |
|
2º - Pedro Miguel Carvalho |
2º - Mariana G. Franco |
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3º - Valério Ferreira |
3º - Carolina V. Oliveira |
INICIADOS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Duarte Vidais Santos |
1º - Patrícia Silva |
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2º - Rui Torres |
2º - Sara Madeira Costa |
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3º - Pedro Miguel Santos |
3º - Andreia Luis Santos |
JUVENIS
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Masculinos |
Femininos |
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1º - Tiago Calisto |
1º - Sara Teófilo Pereira |
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2º - Pedro Nunes |
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PAIS / MÃES
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1º - Orlando Duarte |
1º - Ana Cláudia Perdiz |
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2º - Luís Filipe Nunes |
2º - Chimere Geitoeira |
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3º - Rui Marco Paulo |
3º - Salete Valente |
IV ENCONTRO DE INTERVENÇÃO SOCIAL DO CARTAXO
Autarcas e técnicos de ação social refletiram sobre a importância da criação de Fundos de Emergência Social e de serviços de atendimento integrado
No passado dia 24 de abril, o Auditório Municipal da Quinta das Pratas recebeu o IV Encontro de Intervenção Social do Concelho do Cartaxo, este ano centrado nas temáticas dos Fundos de Emergência Social e dos Modelos de Atendimento Integrado.
Organizado pela Câmara Municipal do Cartaxo e Rede Social do Concelho do Cartaxo, o encontro abordou a importância e necessidade de encontrar respostas sociais mais rápidas, eficazes e integradas, face ao agravamento das dificuldades sentidas por um número cada vez maior de pessoas.
Autarquias e instituições são diariamente confrontadas com novas problemáticas sociais, contudo, a falta de recursos financeiros e a burocratização dos processos condiciona muitas vezes uma resposta imediata. Na procura de novas soluções, várias autarquias têm criado projetos que se têm revelado um sucesso no âmbito do apoio social. Dois deles foram apresentados neste encontro – o Fundo de Emergência Social da Junta de Freguesia de Marvila e o Atendimento Integrado do Município de Loures.
Presente neste encontro, Bernardo Pereira, vice-presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, considerou que “os momentos difíceis que atravessamos exigem um esforço muito maior da parte dos municípios e das instituições, que têm de ser criativos para minimizar os problemas e motivar as pessoas”.
Conhecer os projetos que outros municípios desenvolvem na área do apoio social torna-se fundamental, na opinião de Bernardo Pereira, dado que “muitas vezes os problemas são comuns e andamos a perder tempo a procurar soluções que já foram criadas e estão a colher resultados muito positivos noutros locais”, frisou, defendendo ainda a importância do “reforço das parcerias e da rentabilização dos recursos locais para uma resposta cada vez melhor às famílias que estão a passar por maiores dificuldades”.
Maria José Lambéria, que participou no encontro em representação do diretor do Serviço Distrital da Segurança Social, reconheceu também que a crise que se atravessa levou ao agravamento dos problemas sociais, por isso defendeu que “devemos encarar a realidade e, ao mesmo tempo, encontrar respostas realistas”.
Fundo de Emergência Social tem sido uma mais-valia para as famílias carenciadas da freguesia de Marvila
Durante a manhã, foram apresentadas e debatidas questões relacionadas com os Fundos de Emergência Social. Isabel Fraga, vogal dos pelouros da Educação, Ação Social e Saúde da Junta de Freguesia de Marvila, e Elizabete Silva Ribeiro, técnica superior do Serviço Social da mesma Junta de Freguesia, apresentaram no Cartaxo o projeto que está a ser implementado na Junta de Freguesia desde janeiro deste ano e que tem permitido alargar o leque de apoios às famílias mais carenciadas.
“Trata-se de um apoio económico que é atribuído às pessoas de forma indireta. Se a pessoa não tem dinheiro para comprar medicamentos, pagar a conta da eletricidade, da água ou a renda da casa dirige-se a nós e, depois de analisarmos o caso, é a Junta de Freguesia que suporta essa despesa”, explicou Elizabete Ribeiro.
Uma maior articulação com as diferentes instituições e entidades locais e a desburocratização de processos tem sido também uma aposta da Junta de Freguesia, que com isso tem conseguido dar respostas a situações emergentes no próprio dia ou no dia seguinte.
Atendimento Integrado em Loures valoriza apoio social
O painel da tarde teve como tema central os Modelos de Atendimento Integrado e contou com apresentação do projeto implementado no Município de Loures.
Concentrar num único espaço um serviço de atendimento que proporciona respostas mais imediatas aos problemas sentidos pelas famílias mais desprotegidas ou o seu reencaminhamento para a entidade ou instituição que lhe pode prestar mais rapidamente o apoio de que necessita tem tido resultados muito positivos em Loures.
O funcionamento deste atendimento integrado tem exigido uma estreita colaboração com as entidades que prestam os diferentes tipos de apoios sociais no concelho, cuja parceria tem vindo a ser reforçada à medida que vão sendo criados novos projetos para fazer face ao aumento das dificuldades sentidas pela população e que, na maioria dos casos, resultam da falta de rendimentos e do aumento da população envelhecida.
COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL NO CARTAXO
§ Eleitos na Assembleia Municipal participaram na Sessão Solene do Dia da Liberdade
§ Paulo Varanda apelou ao empenho conjunto no traçar de um novo caminho que devolva a esperança e a confiança ao povo
O 25 de Abril foi comemorado no Cartaxo com uma sessão solene no Salão Nobre da Câmara Municipal, aberta a todos os munícipes e onde intervieram as diferentes forças políticas representadas na Assembleia Municipal, assim como o presidente deste órgão autárquico e o presidente do Município, Paulo Varanda.
As comemorações tiveram início junto aos Paços do Concelho, onde foi hasteada a bandeira nacional, seguindo-se o desfile de viaturas e Fanfarra dos Bombeiros Municipais.
Fernando Santos, presidente da Assembleia Municipal, abriu a sessão solene do 25 de Abril. Recordando o acontecimento da revolta militar que levou à criação de um “Portugal democrático e mais livre”, Fernando Santos constatou que, passados 39 anos, “o povo está mais triste e mais pobre”.
Fernando Santos defendeu que “todos temos a responsabilidade de contribuir para o progresso do país”, de modo a minimizar os problemas do desequilíbrio económico e social. O desemprego é, na sua opinião, o “maior flagelo do país, sinal de pobreza e de marginalidade”.
Paulo Varanda apelou ao empenho conjunto no traçar de um novo caminho que devolva a esperança e a confiança ao povo
No 39.º aniversário do 25 de Abril, Paulo Varanda, presidente do Município do Cartaxo, mostrou-se preocupado com o caminho para o qual o país está a ser conduzido, levando a uma crescente degradação dos valores da liberdade, da esperança e da confiança.
Para o presidente do Município, a principal herança que recebemos da Revolução dos Cravos foi “a grande lição de saber que nos podemos levantar, pacificamente, unidos, determinados, e exigir o que nos pertence – o direito de decidir”.
Mas, quase quatro décadas depois, “parecemos hoje esmorecer. Mais do que aquele povo farto de opressão, parecemos hoje um povo cansado”, considerou. Na sua opinião, os portugueses estão cansados dos mesmos partidos políticos, estão descrentes da importância da sua própria participação política, estão afastados dos atos eleitorais que tanto desejaram.
Paulo Varanda constata que “há portugueses que não encontram mais nada em que acreditar, que já não acalentam sonhos, não dão largas à imaginação, apenas querem sobreviver, atravessar este rio ruim, apenas querem que este tempo acabe. Estes portugueses são cada vez mais e sobrevivem com cada vez maiores dificuldades, e por isso, com cada vez menos liberdade”.
Para o autarca, o povo precisa essencialmente de “apoio, da verdade dita em palavras simples, não mais escondida”, e defende que “é o interesse do Cartaxo, das famílias que anseiam por apoio, dos jovens que precisam de futuro, que são o futuro, que tem de estar em primeiro lugar na nossa ação diária”.
Paulo Varanda terminou a sua intervenção apelando “à responsabilidade, ao empenho conjunto, à participação ativa e responsável de todos, para que, neste labirinto enorme para o qual as pessoas sentem que foram atiradas, nós possamos ser, de facto, uma ajuda no traçar de um novo caminho, no encontrar da saída que devolverá a esperança e a confiança. Que festejemos Abril, unindo forças, superando diferenças e fazendo do trabalho, da competência, da solidariedade os nossos cravos na lapela”.
Eleitos na Assembleia Municipal preocupados com o atual estado democrático
Em representação da bancada do BE, Francisco Colaço afirmou que as autarquias têm sido “um importante esteio de resistência à política de desmantelamento do estado social e do serviço público”.
Recusando muitas das medidas implementadas pelo atual Governo, como sendo o modelo de reorganização administrativa do território, Francisco Colaço considerou que “o Governo PSD/CDS leva a cabo a maior ofensiva contra a democracia local de que há memória no Portugal democrático”.
Para Carlos Mota, da CDU, assiste-se hoje à “destruição” das conquistas de Abril, dando como exemplo o aumento das desigualdades sociais, o fosso entre ricos e pobres “que nunca foi tão grande”, e a perseguição aos trabalhadores, “que nunca atingiu tão grande escala”.
Nesse sentido, Carlos Mota defendeu que “não é de comemorar, mas de cumprir Abril que precisamos”, e afirmou que “a esperança não está perdida”, uma vez que nas próximas eleições os portugueses terão oportunidade de escolher quem os poderá governar.
Pedro Barata deu voz à bancada do PSD e começou a sua intervenção recordando os momentos de alegria que guarda acerca da Revolução dos Cravos. Para o eleito, o 25 de Abril foi sobretudo “uma mudança de mentalidades, uma mudança de opções e atitudes, de procurar alternativas”.
Pedro Barata considera que “o 25 de Abril foi e é uma oportunidade” e que “pode ser todos os dias”, isto porque, “sempre que estamos insatisfeitos devemos encontrar alternativas, provocar mais um 25 de Abril”.
Fernando Ramos, do PS, mostrou preocupação a respeito da “degradação constante do estado democrático e dos valores que ele em si mesmo encerra”, defendendo que é fundamental reconhecer e minimizar os “fenómenos que estão a colocar em causa a democracia”.
Fernando Ramos considera que “temo-nos distraído muito”, considerando os índices atuais de fome, precariedade e desemprego. Por isso defende que é urgente “tomar medidas, redefinir estratégias e compromissos anteriormente definidos”, acrescentando que “as decisões políticas têm de pôr o interesse público à frente do interesse político e partidário”.
“Tenho sempre um desejo enorme de aprender”
Professor do ensino básico, apaixonado pelas artes de palco, defensor de causas sociais e ambientais, dirigente associativo. Mário Júlio Reis tem sido um cidadão ativo num concelho que o acolheu de braços abertos no início dos anos 80. Aqui ensina e se tem enriquecido profissional e pessoalmente. Foi ele o convidado da Conversa na Taberna do dia 24 de abril.
Mário Júlio Reis é professor do ensino básico. Poderia ter enveredado por uma carreira no teatro, ou até mesmo por um percurso na vertente das artes plásticas, mas o ensino pareceu-lhe ser uma “área mais segura”.
Defensor de causas sociais e ambientais, e sobretudo do interesse coletivo, foi abraçando ao longo da sua vida um vasto conjunto de atividades e projetos, que o ajudaram a enriquecer-se profissional e pessoalmente, e que contribuíram verdadeiramente para o desenvolvimento de uma comunidade mais participativa, solidária e desperta para os valores da cultura.
Mário Júlio Reis não nasceu no Cartaxo, mas considera esta ser a sua terra, porque como disse um dia Hemingway, “a nossa terra é onde enterramos os nossos avós e onde nascem os nossos filhos”.
Nasceu há 55 anos em Angola e, tal como muitos outros portugueses, regressou a Portugal juntamente com a família em 1975. Depois de uma passagem pela cidade do Porto – onde fez o curso do Magistério Primário e, paralelamente, o curso de História de Artes Decorativas e um curso de Teatro de nível profissional – instalou-se de forma definitiva no Cartaxo, no início dos anos 80.
“O Cartaxo acolheu-nos de braços abertos, foi muito solidário comigo. Nunca sentimos que as pessoas nos olhassem como alguém que viesse ocupar o seu espaço. Construímos raízes aqui, por isso sou mais do Cartaxo do que qualquer outro lado”.
O “apego ao Cartaxo” começou à medida que se foi envolvendo no movimento associativo. Primeiro com a formação do Grupo 72 de Escoteiros, depois com a sua ligação ao Grupo de Teatro Amadores Combate e ao Centro Cultural do Concelho do Cartaxo.
A “hospitalidade muito significativa” que o Cartaxo lhe transmitia contribuiu em larga medida para a sua participação mais ativa no associativismo. Até porque, para si, “o associativismo é uma marca, é a instituição da solidariedade, era ali que me sentia realizado, na medida em que as pessoas mostravam ser capazes de fazer coisas novas e diferentes”.
Muitas foram as atividades de âmbito cultural e desportivo que nasceram a partir do movimento associativo. Uma delas marcou-o particularmente: a primeira exposição de Jorge Maltieira. Sobretudo porque o artista foi para Mário Júlio um dos seus “muitos mestres”, que muito contribuiu para o seu próprio desenvolvimento.
Foi também muito gratificante para si ter sido coordenador das atividades de educação de adultos dos concelhos do Cartaxo, Santarém e Rio Maior e que, nos anos 80, permitiram alfabetizar centenas de pessoas no concelho.
Toda esta sua atividade junto da comunidade coincidia com o início da sua carreira no ensino. Começou a dar aulas em Vila Chã de Ourique, mas pouco tempo depois um novo projeto afastou-o temporariamente das salas de aula – o programa de Luta Contra a Pobreza da então CEE.
De regresso ao meio escolar, Mário Júlio teve a oportunidade de implementar um projeto há muito ambicionado. “Tive a possibilidade de trabalhar exclusivamente em artes e expressões nas escolas. Durante três anos recebi dos professores o planeamento e realizei com as crianças trabalhos artísticos”.
Mário Júlio esteve também na linha da frente da reorganização administrativa escolar, que levou à constituição da primeira escola com autonomia administrativa no concelho, “enfeitiçado com a procura de novas respostas para as escolas, de preferência, melhores”.
Relativamente ao ensino do presente, Mário Júlio considera que “a preparação de base” do cidadão – que corresponde até ao 2.º ciclo – está num “caminho razoável”. O mesmo não se passa quanto “ao ensino a montante”, o qual “não corresponde às necessidades e àquilo que o país precisa”.
O ensino profissional é, na sua opinião, “anedótico”, havendo “uma clivagem muito grande” entre os cursos profissionais e os cursos universitários. “As exigências intelectuais para as medicinas e engenharias são enormes, mas sai-se de um curso de engenharia de construção civil sem se saber o que é uma colher de pedreiro. Formamos grandes técnicos em áreas muito especializadas e depois faltam-nos técnicos intermédios e isso não faz andar o país”.
Também a vertente ecológica foi trabalhada nas escolas, no âmbito de um projeto dinamizado por Mário Júlio, quando integrou a secção de Tempos Livres do Jardim de Infância do Cartaxo. “A campanha chamava-se Papel Velho Vira Livro e toda a receita era investida em livros para a biblioteca escolar. Criou-se um movimento muito interessante na cidade, em que as pessoas chegavam até nós com sacos cheios de jornais e revistas”.
Esta iniciativa gerou inclusive um “caso caricato”, que levou Mário Júlio a testemunhar num processo contra uma das tipografias da cidade – que colaborou na campanha – e que estava a ser acusada de não ter declarado a entrega dos resíduos de papel a empresas que efetuam essa recolha.
Mais recentemente, surgiu a campanha dos Espantalhos, dinamizada pela EcoCartaxo, e que, além de ter por base os conceitos de reutilização dos materiais, “recupera uma tradição do nosso povo”. No Cartaxo, a campanha Mãos à Obra Portugal teve também grande impacto, mas na opinião de Mário Júlio, coordenador local da campanha, o projeto “merece ser repensado, porque não podemos continuar a limpar todos os anos o que outros, impunemente, sujam. Não é nada pedagógico”.
O teatro é uma das suas grandes paixões. Admite ter chegado a ter “o devaneio de ser ator”, mas talvez “por excesso de comodismo” na altura, e também pelas dificuldades que enfrentavam os artistas nos final dos anos 70, achou que a profissão de professor seria mais segura.
No entanto, o “bichinho nunca deixou de morder”. Por isso, quando nasceu o projeto de teatro comunitário no Cartaxo, não pensou duas vezes e disponibilizou-se para participar tanto no palco como fora dele. “Para mim é tão importante o que prega as tábuas para o cenário como o artista que faz a primeira personagem. É assim que penso o teatro, como uma atividade de grupo”.
A sua intervenção na comunidade abrange também a política. Mário Júlio está a acabar o segundo mandato como vereador na Câmara Municipal, um convite que aceitou apenas com o objetivo de “poder servir mais e melhor o concelho”.
Movido pelo “desejo enorme de aprender”, Mário Júlio tem sido um cidadão ativo, intervindo nas mais diferentes áreas. Isso só tem sido possível porque “o concelho deu-me uma série de oportunidades que tentei aproveitar ao máximo”. Essas oportunidades transformaram-se em “grandes mais-valias” para a sua própria vida, fazendo com que “aqui tenha aprendido muito do que sei hoje”.
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Discurso de Pedro Barata, Deputado Municipal eleito pelo PSD Cartaxo, na Assembleia Municipal Comemorativa do 25 de Abril (25-04-2013) |
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Sr. Presidente da Assembleia Municipal "… Os homens não queriam mais guerra... queriam ser livres e em vez de dispararem balas a sério (como nos filmes) puseram cravos nas pistolas!" |
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Viva o Cartaxo
Viva Portugal
Tendo em conta que uma das linhas estratégicas do AgroCluster Ribatejo é o reforço das suas relações internacionais, este cluster concorreu a mais um projeto internacional, integrando o consórcio NATUREEF, um dos 11 consórcios internacionais aprovados recentemente.
Na sequência da apresentação de candidatura internacional à European Strategic Cluster Partnership (ESCP), direcionado a clusters e organizações interessadas em intensificar a colaboração além-fronteiras e intersetorial, o AgroCluster Ribatejo foi selecionado para integrar a NATUREEF, rede internacional na área da eficiência em recursos naturais. Esta distinção vem reforçar o papel de relevo que o Agrocluster vem desempenhando a nível internacional, quer na ligação com entidades congéneres, quer no apoio às suas empresas, bem como vem reforçar a importância que a área da eficiência em recursos naturais representa para este cluster agroindustrial. “O Agrocluster Ribatejo deu desde sempre muita atenção à utilização ambientalmente sustentável dos recursos do seu território, em linha com uma das orientações estratégicas do próximo quadro da PAC”, referiu o Presidente do AgroCluster Ribatejo, Carlos Lopes de Sousa
Programa da FERSANT já está a ser preparado
O plano de atividades que irá acompanhar a Feira Empresarial da Região de Santarém já está a ser preparado. Está já confirmada a realização de sessões referentes ao projetos Move PME, Sítio do Empreendedor e Vale Inovação, bem como o Fórum Empreendedorismo.
Entre os dias 08 e 16 de junho, no CNEMA em Santarém, a NERSANT vai levar a efeito a sua feira empresarial, a par da Feira Nacional da Agricultura. De maneira a complementar o espaço expositivo do certame, a NERSANT tem optado pela realização, ao longo dos anos, de diversas atividades paralelas que, pela sua natureza, trazem mais público às empresas, entidades e organizações representadas na feira.
NERSANT em missão empresarial
a Moçambique pela 8.ª vez
Arranca este sábado, dia 27 de abril, a missão empresarial a Moçambique, a oitava que a NERSANT realiza a este mercado no prazo de dois anos. Desta vez, a viagem de negócios conta com uma comitiva de 10 empresários, que vão procurar negócios nas cidades de Maputo e Beira.
Tendo em conta a sua estratégia de apoio à internacionalização das empresas da região do Ribatejo, a NERSANT vai estar em Moçambique entre os dias 27 de abril e 04 de maio, a liderar mais uma missão empresarial a este mercado.
NERSANT já preparou 119 futuros empreendedores
da região para a gestão dos seus negócios
A Formação Inicial de Empreendedores da NERSANT é já uma aposta ganha da Associação Empresarial da Região de Santarém. Até ao momento, 119 futuros empreendedores já integraram este tipo de formação especializada, com o objetivo de recolherem conhecimentos para uma gestão adequada do seu negócio.
NERSANT e Bolsa Portuguesa
assinam protocolo
A NYSE Euronext Lisbon (Bolsa Portuguesa) e a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, vão assinar, no próximo dia 15 de maio, pelas 17H00, em Torres Novas, um protocolo de colaboração que tem como objetivo trazer novas empresas para a Bolsa
Milhares de habitantes sem emprego, milhares de desempregados sem qualquer apoio social. Muitas pessoas na miséria absoluta e a passarem fome. Alunos que chegam à escola sem o pequeno-almoço, pessoas que não têm dinheiro para comprar os medicamentos, pessoas a perderem casa por não poderem pagar renda ou empréstimo…
Tudo isto se passa no concelho de Santarém. É uma situação extrema que deve obrigar os partidos políticos a pensar em propostas para a emergência social e menos em espectáculo eleitoral.
As campanhas eleitorais, em particular a das autárquicas, foram sempre autênticos regabofes no que toca a gastar dinheiro por parte dos partidos do chamado arco do poder.
Como é óbvio esperava-se e exigia-se que, numa altura em que se pedem sacrifícios duríssimos às populações, os partidos do arco do poder dessem o exemplo. Mas não é isso que já está a acontecer!
Infelizmente, a falta de lucidez e a cegueira pela conquista e/ou manutenção do poder a qualquer custo retira a clarividência e o respeito pela população que está cada vez mais enterrada na pobreza e miséria.
A campanha eleitoral que se aproxima deve ser baseada em propostas e programas que permitam construir a saída para a crise que se vive no concelho de Santarém, começada pelo PS e aprofundada pelo PSD. No governo como na câmara!
O Bloco apela à seriedade e à responsabilidade. Recusamos o recurso ao esbanjamento de dinheiro.
Faremos uma campanha com um orçamento muito baixo; concentrar-nos-emos na criatividade, na sensatez e na construção de uma aliança social para a alternativa de esquerda.
Allegro é um projeto musical recém-nascido no Cartaxo e que envolve jovens da cidade com gosto pela música e com vontade de construir uma carreira ligada às artes performativas. Coordenado por Constança Lopes, o Projeto Allegro inclui jovens com formação musical de base, que se apresentaram já em público e que procuram dar continuidade ao seu trabalho.
Além de Constança Lopes, integram este projeto Daniela Ramos e Teresa Santos, para além de outros elementos. No entanto, a formação do grupo tem como base estas três cantoras. Para o espectáculo “Uma Casa Portuguesa”, que constitui o espectáculo de estreia, foram também convidadas Adriana Oliveira, Joana Almeida, Patrícia Silva, Verónica Fajardo e ainda Artur Correia.
“Uma Casa Portuguesa” é um espectáculo musical, com cerca de uma hora de duração, que pretende recriar algumas das mais populares canções portuguesas. Com um repertório organizado especificamente para a XXV Festa do Vinho do Cartaxo, “Uma Casa Portuguesa” inclui temas populares celebrizados por Amália e também alguns temas que constituem o cartão de apresentação musical da época áurea do cinema português. O espectáculo terá lugar pelas 22:30 horas do dia 30 de abril, no Pavilhão de Exposições do Cartaxo.
Este projeto tem como objetivo promover a interdisciplinaridade, fazendo a ligação entre a música, a dança e a figuração. O Projeto Allegro tem já agendado o próximo espectáculo.
A cidade de Samora Correia já está preparada para receber mais de 20 mil aficionados durante a Semana Taurina e a Feira Anual que decorrem de 26 de abril a 6 de Maio com largadas de touros diárias, espetáculos, gala taurina, exposições temáticas, colóquio, Corrida de Toiros e Demonstração de Toureio.
Este ano a ganadaria selecionada foi a de José Dias, triunfadora nos principais eventos taurinos da região. Serão largados mais de duas dezenas de touros durante os 11 dias dos festejos (ver programa em baixo).
O Torricado com bacalhau será rei nas mesas dos restaurantes da cidade numa promoção do mais típico dos pratos da lezíria ribatejana.
A Ganadaria samorense Oliveiras Irmãos regressa à sua terra com uma corrida de touros no domingo, 28 de abril, às 17h00 com o seguinte cartel:
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Cavaleiros: SÓNIA MATIAS (1ª Cavaleira de Alternativa)
SAMORA CORREIA - A EMOÇÃO DA FESTA BRAVA DE 26 ABRIL A 6 de MAIO. CONSULTE AQUI O PROGRAMA COMPLETO. |
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VIII SEMANA TAURINA DE SAMORA CORREIA |
Ludgero Mendes é candidato à Presidência da Assembleia Municipal de Santarém pela lista de Idália Serrão
Foi apresentado à Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, o nome de Ludgero Mendes como cabeça de lista à Assembleia Municipal de Santarém.
Figura incontornável do concelho, Ludgero Mendes tem uma vida fortemente ligada ao movimento associativo, sendo um profundo conhecedor da realidade local. Com fortes raízes no movimento associativo etnográfico e cultural de Santarém, Ludgero Mendes exerce, desde 1995, a Presidência da Direção do Grupo Académico de Danças Ribatejanas e a Presidência da Comissão Executiva do Festival Internacional de Folclore “Celestino Graça”.
Bancário reformado de profissão, que sempre exerceu no concelho de Santarém, Ludgero Mendes é vereador independente, desde 2009, eleito pelas listas do Partido Socialista.
A partir do próximo mês de maio, e até final de setembro, numa lógica de rentabilização de recursos e contenção de custos, os serviços de informação turística na cidade de Tomar vão passar a ser garantidos, alternadamente, aos fins-de-semana e feriados, pelas duas instituições que têm essa função: a Câmara Municipal, cujo posto regressou à localização tradicional na Avenida Cândido Madureira e a Entidade Regional de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, no início da Corredoura (Rua Serpa Pinto).
Assim, esta alternância começa nos dias 4 e 5 de maio, com a abertura do posto da Entidade Regional de Turismo, abrindo a 11 e 12 o posto da Câmara Municipal de Tomar. A partir daí, decorrerá sempre a alternância.
Excepcionalmente, nos dias 25 e 26 de maio, estarão abertos os dois postos, devido à realização da Festa Templária.
Calendarização
Maio
4/5 – Entidade Regional
11/12 – Câmara Municipal
18/19 – Entidade Regional
25/26 – Câmara Municipal
Quim Barreiros nas Tasquinhas de Alcoentre
3 a 5 de maio de 2013
O cantor popular Quim Barreiros e os humoristas Quim Roscas & Zeca Estacionâncio são as apostas de animação da tradicional Festas das Tasquinhas de Alcoentre, freguesia do concelho de Azambuja. O evento tem entradas livres, decorre nos dias 3, 4 e 5 de maio e promete boa gastronomia servida pelas coletividades locais.
A 16ª edição da iniciativa arranca no dia 3, sexta-feira, pelas 19h00, com a abertura das tasquinhas ao público ao som da “Bandinha do Castelo”. Os cabeças de cartaz da primeira noite são a dupla de humoristas Quim Roscas & Zeca Estacionâncio, que sobem ao palco às 23h00. A hora de jantar será animada pela banda dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre (21h00) e pelo conjunto musical “Xeques” (22h00). O baile para o início da madrugada terá a música da “Ben Covers Band.“
No dia 4, sábado, as tasquinhas abrem às 11h00. Durante a tarde, entre as 15h00 e as 18h00 poderá assistir-se a uma demonstração de várias coletividades da freguesia com as classes de karaté, kempo, ginástica, ballet, sevilhanas e danças desportivas; a que se seguirá a atuação da “Bandinha Amigos da Música.” A partir das onze da noite, tocam e cantam os grupos “RX” e “Prova de Fogo Covers Band”.
Quim Barreiros será o “rei” do último dia de festa, animando o recinto das tasquinhas a partir das 17h00. Antes do artista, a tarde conta com mais exibições das coletividades da freguesia, dança desportiva e dois ranchos folclóricos. A animação musical termina pelas 18h00 com a bandinha “Alkuentrus.” Às 22:00h encerram as tasquinhas.
A XVI Festa das Tasquinhas é organizada pela Junta de Freguesia de Alcoentre e tem o apoio do Município de Azambuja.
A entrada é livre e as tasquinhas estarão a cargo de sete associações da freguesia: Associação Recreativa e Cultural de Quebradas; ACR de Casais das Boiças; ACR de S.Salvador e Espinheira; ADC de Tagarro; Bombeiros Voluntários, Casa do Povo e Associação de Jovens de Alcoentre.
Grupo Desportivo de Azambuja realiza II torneio de veteranos
Desporto e solidariedade, no dia 25 de Abril
Na próxima 5º feira, dia 25 de Abril, realiza-se mais um torneio de veteranos - II GDA Cup - promovido pelo Grupo Desportivo de Azambuja, no estádio municipal de Azambuja.
O torneio tem início às 10h00 com a equipa da casa (G.D.A) a defrontar os visitantes do C.D. Moitense. Pelas 11h00 a equipa anfitriã defronta o C.F. Eborense e de seguida, a encerrar o torneio, defrontam-se as duas equipas visitantes, o C.F. Eborense contra o C.D. Moitense.
Esta iniciativa terá também, uma vertente social, com o objetivo de ajudar a Santa Casa da Misericórdia de Azambuja a angariar alimentos e brinquedos, para famílias desfavorecidas. A organização apela à participação de todos nesta iniciativa solidária.
De referir, que a entrada para este torneio é livre.
Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal de Santarém e Maria Teresa Azoia, vereadora com o pelouro da proteção ambiental nesta autarquia, lançaram no Dia Mundial da Terra, dia 22 de abril, a Campanha “Reciclar Casa a Casa para Poupar” integrada no projeto estruturante “Sociedade da Reciclagem”.
Perante a elevada produção de resíduos, a prevenção ocupa cada vez mais um lugar de topo na hierarquia europeia de gestão de resíduos. Neste momento, no concelho de Santarém, da totalidade dos resíduos produzidos apenas 8% são de recolha seletiva e “temos que combater isto, primeiro porque temos um rácio de ecopontos acima do que é exigido e segundo porque ao depositarmos material num contentor de resíduos indiferenciados, este é pesado à entrada do ecocentro e todos temos que pagar por ele, enquanto que se for colocado num recipiente de reciclagem, nós não pagamos nada por ele”, segundo o Presidente da Câmara. “Tal como da primeira vez que esta campanha foi lançada em 2007/2008, é importante que as Juntas de Freguesias se empenhem”.
Como tal, este projeto estruturante tem como principal objetivo promover ações que induzam à mudança de comportamentos por parte da sociedade para a escolha de atitudes mais ecológicas.
Inserida neste projeto, a Campanha “Reciclar Casa a Casa para Poupar” tem como objetivo sensibilizar os cidadãos para a corresponsabilização pela prevenção da produção de resíduos e tomada de consciência de que a valorização dos mesmos para a reciclagem poderá reduzir os custos do serviço de gestão de resíduos. Segundo Maria Teresa Azoia, “atualmente, cada habitante produz em média 1,06 Kg/dia, quanto mais resíduos nós encaminharmos para a recolha seletiva, menos custos temos com o sistema de recolha e tratamento dos nossos resíduos.”
Assim, foram lançados dois concursos “Slogan Ambiental” e “Vídeo Reciclagem”. O primeiro, direcionado às famílias do concelho de Santarém, premeia a criatividade na construção de slogans com a temática da reciclagem. Aos 100 melhores slogans concorrentes será entregue um mini ecoponto doméstico (conjunto de três sacos para depositar e transportar os resíduos para os Ecopontos) e à Junta de Freguesia que obtiver mais famílias vencedoras será atribuído o diploma “Freguesia Amiga do Ambiente” e sessenta mini ecopontos doméstico para distribuir por outras famílias, disponibilizados pela Resitejo.
Por sua vez, o concurso “Vídeo da Reciclagem” destina-se a todos os cidadãos residentes no concelho e distingue o melhor vídeo, o qual será publicado nos canais de comunicação do Município. O vencedor deste concurso recebe um mini ecoponto, tendo a Resitejo disponibilizado, também, mais 60 mini ecopontos para este.
O regulamento de ambos os concursos, cuja entrega dos trabalhos pode ser feita até dia 22 de maio, foi entregue às juntas de freguesia do concelho e vai estar disponível no site da Câmara (www.cm-santarem.pt).
É provavelmente a escola do primeiro ciclo mais segura do país. Fica em Torres Novas. Os miúdos sentem-se todos os dias como se estivessem num filme. É que no mesmo espaço fica a escola prática de polícia.
Há precisamente um ano os alunos do primeiro ciclo da escola Visconde S.Gião foram transferidos provisoriamente para as instalações da escola prática de polícia em Torres Novas e desde Setembro que convivem diariamente com os formandos da escola que terminam o curso de agentes já no proximo mês de Junho.
Durante as aulas há espaços próprios, mas à hora do recreio miúdos e graúdos acabam por se cruzar partilhando brincadeiras e afetos
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=3180136
NOVA PEÇA DE TEATRO COMUNITÁRIO SUBIU AO PALCO NO CARTAXO
A comédia “As Alegres Comadres de Windsor” envolveu um elenco de mais de 50 atores e teve uma assistência de mais de mil espetadores
A comédia “As Alegres Comadres de Windsor”, de William Shakespeare, esteve em cena quatro dias no Cartaxo e contou com mais de um milhar de espetadores. Este foi o terceiro projeto de teatro comunitário do concelho do Cartaxo, que juntou em palco um elenco de mais de 50 atores e uma banda.
A peça estreou a 19 de abril, no Centro Cultural do Cartaxo (CCC), onde foi preparado todo este espetáculo, quase em tempo record. “Foi um mês e meio de ensaios, não ensaiando todos os dias, mas muitas vezes a trabalhar até às duas da manhã, sendo que muitos dos atores às 7 já tinham de estar a caminho do trabalho”, revelou o encenador, Frederico Corado.
Mais uma vez, foi “um grande desafio” para o encenador dirigir um elenco composto por mais de 50 elementos, de diferentes faixas etárias e, na maioria, sem qualquer formação nas artes de palco. O trabalho “foi árduo”, mas gratificante. “Não me digam que não conseguimos realizar os nossos sonhos, porque está aqui o exemplo. Com muito esforço, dedicação e amor, é possível concretizar sonhos comuns”, reforçou Frederico Corado.
A melhor recompensa que os atores recebem são os aplausos no final de cada espetáculo. E mais uma vez, a afluência de público foi grande, tendo sido também “um orgulho” para o encenador ver na plateia figuras conhecidas, ligadas ao teatro e não só, que vieram de Lisboa e de outros pontos do país propositadamente para assistir à peça – na assistência, no último dia, esteve por exemplo o ator Ricardo Carriço.
Atores participam no projeto “por amor” às artes de palco
Pisar um palco tem sido de facto um sonho para muitas pessoas, que encontram neste projeto uma forma de o concretizar ou, em muitos casos, de continuar a participar em projetos ligados ao teatro.
No papel de uma das “comadres” esteve Ana Ribeiro, que após ter integrado o grupo do primeiro curso de Expressão Dramática do CCC, decidiu seis anos depois repetir a experiência de pisar o palco. “Sempre gostei muito de teatro, não tenho feito por falta de disponibilidade e porque fui colocando outros projetos à frente. Desta vez, como era uma comédia, e eu gosto muito de me rir e divertir, decidi vir”, revelou.
João Nunes participou no anterior projeto, que levou à cena “O Crime de Aldeia Velha”, e decidiu continuar, sobretudo porque se trata de “uma experiência muito gratificante”, ainda que dê muito trabalho. “Não há como descrever o que sentimos quando ouvimos as palmas, isso significa que valeu a pena e que as pessoas gostaram do nosso desempenho”, referiu, reconhecendo que “foi um esforço muito grande colocar o espetáculo em pé neste prazo”.
Há mais tempo ligado ao projeto está Mário Reis, que participou nos três espetáculos já realizados. Para si, o mais importante é a relação que se estabelece entre todas estas pessoas à volta do teatro. “Começam-se a cimentar amizades, a criar relações, cumplicidades até, e daí estar a começar a haver um grupo – e é esse o objetivo deste projeto – que possa usufruir deste espaço maravilhoso que é o CCC para proporcionar à população do Cartaxo o melhor que consiga”. Um mês e meio de trabalho para quatro horas de espetáculo “só mesmo quem não tem outra coisa para fazer ou está com o coração inteiro em cima do palco”, acrescentou.
A relação de José Manuel Rodrigues com o teatro é mais duradoura. Pertenceu a um grupo que foi durante 20 anos profissional e há 15 anos que é diretor desse grupo, em Santarém. O que mais lhe agrada neste projeto realizado no Cartaxo “é a ideia de um teatro da coletividade, em que qualquer pessoa pode vir e fazer”. José Manuel Rodrigues destaca também o facto de existir um encenador profissional a dirigir o espetáculo, com o qual “aprendemos muita coisa”. Os atores, esses trazem o amor por esta arte. “É uma relação de amor. Fazer isto em dois meses é extraordinário e é muito gratificante chegarmos ao final e vermos que conseguimos e que estamos cá para fazer mais”, acrescentou.
Além da representação, os atores receberam também ensaios específicos de dança e voz, isto porque muitos deles também cantaram e dançaram em palco.
A Câmara de Abrantes deliberou na reunião de 15 de abril aprovar a atribuição de um apoio financeiro no valor de €5.825,00 para fazer face às despesas para conclusão das obras para instalação do Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens em Risco, em Alferrarede.
Deliberou também a cedência de espaço para a realização de infraestrutura viária que proceda à ligação entre a urbanização Encosta da Barata e a Unidade de Cuidados Continuados – Lar para Idosos “Domus Pacis”, atualmente em construção
O actual vereador independente Paulo Neves, eleito pelo PSD na Câmara Municipal, será o número dois na lista que os social democratas do Cartaxo apresentarão às próximas Eleições Autárquicas.
O empresário Paulo Neves, enquanto primeiro representante do "Movimento Coragem" que mobilizou um vasto conjunto de independentes, foi um dos principais impulsionadores do projecto político iniciado em 2009, tendo demonstrado sempre uma total disponibilidade para continuar a integrar a equipa que os social democratas apresentarão nas Eleições Autárquicas deste ano.
É assim com muito agrado que a Comissão Política do PSD do Cartaxo tem a honra de anunciar que as estruturas do PSD e da JSD, conjuntamente com o cabeça de lista à Câmara do Cartaxo, Vasco Cunha, confirmam Paulo Neves como número dois da lista que será candidata à Câmara Municipal do Cartaxo.
Vasco Cunha e Paulo Neves são os dois primeiros nomes de uma equipa que se apresentará às próximas Eleições com o objectivo de recuperar a esperança de todos os cidadãos no município do Cartaxo.
As próximas Eleições Autárquicas serão marcadas pelo recomeço, depois do fim de um ciclo de governação apoiada pelo PS que atirou a Câmara Municipal para um estado de falência que obrigará os munícipes, ao longo dos próximos 20 anos, a um esforço acrescido para pagarem os cerca de 74 milhões de euros que custará o reequilíbrio das contas do município.
Vasco Cunha, actual eleito do PSD na Assembleia Municipal, e Paulo Neves, como vereador na Câmara Municipal, têm sido as principais vozes no combate ao caminho delineado pelos eleitos do Partido Socialista que levou a Câmara do Cartaxo a cair no abismo de uma imensa dívida que penaliza as actuais e as futuras gerações.
Com competência, rigor e transparência, os candidatos agora anunciados dão a todos os cidadãos do Cartaxo a confiança e a esperança necessária para a recuperação do nosso concelho.
Sabemos que a esperança e a confiança estão do nosso lado. Do lado daqueles que sempre se bateram para evitar o caminho do abismo em que seguiram os autarcas socialistas desde 2001 e que tantos prejuízos estão a provocar a todos os cidadãos.
Os social democratas do concelho do Cartaxo e o "Movimento Coragem" estão à altura dos próximos desafios. O futuro do nosso concelho tem de começar a ser reconstruído e em Outubro, connosco, começará a ser uma realidade.
Presidente da Comissão Política do PSD
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, juntamente com a Assembleia Municipal, realizam a sessão solene comemorativa do 39.º “25 de Abril” na quinta-feira, pelas 11h00, no Celeiro da Patriarcal (Rua Luís de Camões, n.º 130), em Vila F. Xira.
A sessão contará com as intervenções dos partidos políticos representados na Assembleia Municipal de Vila F. Xira, bem como da Presidente da Câmara Municipal, Maria da Luz Rosinha. Está ainda prevista a atuação do Coro da Sociedade Euterpe Alhandrense.
QUEM É ARMANDO MARTINS?
Armando Martins, tem 53 anos, é casado e pai de 2 filhos. Vive nos Casais da Margana, em Azambuja.
Percurso Profissional
A vivência profissional de Armando Martins é uma sequência de desafios e de força de vontade. O seu profissionalismo, sentido de responsabilidade e desejo de evoluir dão-lhe não apenas uma experiência muito rica como também um sólido percurso de vida. Fundou empresas, soube abraçar projetos novos e demonstrou dinamismo pelos locais por onde tem passado.
Começou a trabalhar com apenas 16 anos, conheceu profissionalmente a Europa (Inglaterra, Suíça, Alemanha, Polónia, Bélgica, e Espanha), quer em atividades de gestão quer em formação profissional. Trabalhou em empresas como a Sonaca - Sociedade Nacional de Canalizações e as Caves Império, teve responsabilidades de gestão e coordenação nas empresas Opel/General Motors, Benteler Automotive, Iscar e actualmente na Louresfor.
Associativismo em Azambuja
Fez parte da Associação de Pais da Escola Básica Integrada de Azambuja, integrou a Direção da ACISMA (Associação de Comércio, Indústria e Serviços do Município de Azambuja) e da organização das marchas populares de Azambuja.
Durante 4 anos, colaborou com as secções de Andebol e de Futsal do Grupo Desportivo de Azambuja.
No seio do Centro Cultural Azambujense, foi co-fundador da dinâmica Escola de Fado de Azambuja.
Atividades Cívicas
Liderou o Movimento Cívico Contra a Insegurança Rodoviária, que exigiu e obteve um conjunto de medidas que devolveram a segurança rodoviária a Azambuja (nomeadamente, a construção da Rotunda Poente).
Lutou duas vezes contra o encerramento noturno do Centro de Saúde de Azambuja, tendo na primeira vez conseguido inverter a decisão.
Esteve ao lado dos agricultores da Lezíria para a construção da nova ponte sobre a Vala Real e manifestou-se contra a instalação de parquímetros nas ruas da Vila de Azambuja.
Projeto de Cidadania defende revitalização
da
antiga central hidroelétrica de Rio Maior
No quadro do património natural e edificado do concelho de Rio Maior, o movimento Projecto de Cidadania considera que o espaço da antiga central hidroelétrica de Rio Maior constitui uma mais valia que não pode continuar abandonada, desprezada e desperdiçada, como actualmente se encontra, segundo pôde constatar uma delegação deste movimento que visitou o local no passado dia 13.
Está ali, bem perto do centro da cidade de Rio Maior, um espaço muito bonito, nomeadamente com a cascata e a ponte de pedra, que tem um grande potencial para ser aproveitado como espaço de lazer, e de fruição das margens e leito do rio Maior. Muitos riomaiorenses recordam-se com saudade de ali tomar banho, de ali pescar.
Tem também um valor cultural, histórico e arqueológico. Para além da relação com o rio que dá nome ao concelho, foi a partir dali que, em 1928, pela primeira vez a electricidade chegou à cidade de Rio Maior.
Devidamente recuperado, com um parque de merendas e uma praia fluvial, poderá ser não apenas um factor de qualidade de vida para a população local mas também um ponto de atracção turística.
É seguramente um ponto chave para o reencontro da cidade com o rio que este movimento considera ser um desígnio estratégico para Rio Maior. Ainda por cima, segundo informação de que dispomos, é propriedade do município.
A delegação do Movimento Projeto de Cidadania que visitou o local constatou que toda a área está infestada de silvas e canas. O edifício da antiga central hidroelétrica está sem telhado e o respectivo equipamento terá sido vendido como sucata na década de oitenta, pela Câmara. Mas de resto toda a infraestrura parece estar razoavelmente intacta, desde a cascata artificial à ponte pedonal em pedra bem como o sistema de canais e comportas que desviavam e regulavam o fluxo de água.
O Movimento Projeto de Cidadania considera que com relativamente pouco esforço económico, mas com visão e força de vontade, se poderá devolver este património aos riomaiorenses e aos visitantes de Rio Maior, a enquadrar numa reabilitação faseada da zona ribeirinha da cidade e do concelho.
Este movimento recorda a propósito as linhas gerais apresentadas em 2008 pela Câmara Municipal para um projeto de “Limpeza, Qualificação Ambiental e Regeneração Urbana das margens do rio Maior na sua travessia pela Cidade”.
As operações então previstas passavam “pela melhoria do ambiente urbano, em especial, criação e qualificação de espaços verdes urbanos e valorização/recuperação da zona ribeirinha degradada”; pela “Reabilitação da antiga moagem e da central hidroeléctrica, criação de zonas de lazer e de fruição das margens e leito do rio Maior uma zona urbana da Cidade com integração, valorização e reabilitação das ruínas da Vila Romana, integrada na recuperação do Património Cultural, incluindo a refuncionalidade do Património edificado em desuso”.
Na altura previu-se que este projeto traria não apenas uma melhoria da qualidade de vida da população como poderia ter um “grande impacto em termos ambientais e reabilitação de antigas actividades numa vertente cultural, arqueológica e museológica”.
Não foram então mencionados outros pontos a potenciar em torno do rio Maior, como as Bocas; as pontes, açudes e moínhos de água; o Paul da Marmeleira; a estrada do antigo caminho de ferro.
O Movimento Projeto de Cidadania conclui que o reencontro da cidade e do concelho com o rio que lhe dá nome é um desígnio estratégico para Rio Maior. Perante o actual contexto político e económico, a sua concretização terá certamente que ser faseada, devendo a revitalização da antiga central hidroelétrica ser considerada prioritária.
Rio Maior, 22 de Abril de 2013
O Movimento Projecto de Cidadania
A Freguesia de Manique do Intendente, no Concelho de Azambuja, vai organizar a 18ª Festa das Tasquinhas, entre os próximos dias 25 e 28 de Abril. O certame celebra a riqueza da gastronomia típica local e promove a atividade e o convívio das coletividades da freguesia. Além do programa musical, o evento terá insufláveis para os mais pequenos.
A inauguração do certame, com visita a todas as tasquinhas, está marcada para as 18h00 do feriado, 25 de Abril, acompanhada com o conjunto musical “Bandinha do Caneco.” Às 19h30 o recinto será animado por um grupo de habilidades circenses e às 20h00 pela atuação da banda “Endrominados”. A finalizar o dia inaugural haverá Karaoke, a partir das 22h00.
Nos três dias seguintes – sexta-feira, sábado e domingo – a festa começa com alvoradas às 09h00 e a abertura do serviço de refeições às 13h00.
Quanto a música, a partir das 19h00, a festa será animada pela tuna académica “Sal e Tuna”. O final deste segundo dia terá “um prato” bem cheio de música com a atuação das bandas “Amor Terror”, “Espalha Brasas” e “Fellows Nervous.”
No sábado, a partir das 16h00 irá realizar-se um peddy-paper e pelas 18h00 terá lugar a atuação do Rancho Folclórico do Cartaxo. A animação do serão será servida pelo conjunto musical “Xeque-mate.”
No último dia, o entretenimento fica a cargo da Escola de Música de Manique e da Banda Filarmónica da Ereira, às 18h00. A festa termina ao som do duo musical “Elsa e Marina.”
A Festa das Tasquinhas é organizada pela Junta de Freguesia de Manique do Intendente, em conjunto com a Comissão de Festas 2013, a Sociedade Recreativa da Arrifana e o Rancho Folclórico Etnográfico de Manique do Intendente. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Azambuja.