NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2016
ALPIARÇA: EXECUTIVO DA CDU AJUDA DEFICIENTES DO CONCELHO

EXECUTIVO DA CDU.png

 O Município de Alpiarça disponibiliza, de “forma gratuita, o professor de equitação, os cavalos mais adequados e o respectivo espaço da Reserva Natural do Cavalo Sorraia (Complexo Turistico dos Patudos) possibilitando assim que as crianças, jovens e adultos portadores de deficiência do concelho tenham acesso a actividades que promovam o exercício físico e o aumento da sua autoestima”.

É um programa que é regido por um “protocolo estabelecido anualmente com o Centro de Recuperação Infantil da Almeirim (CRIAL)” divulgou  o executivo da Câmara acrescentando ainda que também conta com a colaboração da “Equipa Local de Intervenção Precoce de Alpiarça e com as crianças com Necessidades Educativas Especiais do Agrupamento de Escolas José Relvas”



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:14
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Domingo, 3 de Janeiro de 2016
CONTO DA SEMANA: Amigos

CATARINABETES.png

Por: Catarina Betes

Sentarmo-nos numa mesa rodeada de amigos, é uma das melhores coisas que podemos, enquanto gente deste mundo, experienciar. Falar sem ponderar, rir, troçar, gargalhar, parvoeirar, sem filtros, sem medos. Chamar-lhe-ia mesmo, um bálsamo para a alma, no meio deste viveiro de trutas em que existimos. Porque nesse viveiro, perdemos literalmente o pio. Porque não parece bem ser autêntico, porque dizer o que se pensa cai mal, porque ser demasiado polido é ser tonto, porque falar alto é não ter educação, porque falar baixinho é ser inconsistente e por aí adiante. Então, quando enfim nos encontramos rodeados de simplicidade (o que só é possível entre amigos), cientes de que ser simples é das coisas mais difíceis do mundo, deixamo-nos levar. E aqui vivenciamos a convicção de Saramago: “ (…) Quanto mais simples, melhor!”.

E é nessa simplicidade saloia, desprovida de hipocrisia que nos desprendemos, arremessamos ao chão os fardos que nos têm enfraquecido o corpo e a alma e libertamo-nos de todo e qualquer carrego que nos acorrente ao passado. E nesses instantes, somos absolutamente felizes. Sem pesos, cárceres, receios ou grilhões.

Bem ditos os amigos desta vida, por mais tontos que pareçam à primeira vista! Porque aos amigos é consentido praticamente tudo, inclusive, ser tonto. Reconheço mesmo ser este um requisito do verdadeiro amigo!

De gente sã, estamos todos empanturrados, até porque a linha que separa a sanidade do desvairo é ténue, nalguns casos específicos, quiçá invisível. Afinal, “de génio e de louco, todos temos um pouco!”. E se não podemos ser tontos com os amigos, com quem o poderemos ser então?

Uma mesa cheia de gente tonta é um luxo. Um luxo acessível apenas a uma minoria que se aceita com o pacote completo: qualidades, defeitos e defeitos. Porque só os amigos têm a capacidade de admirar o melhor de cada um e legitimar o pior, sem censuras nem sentenças. Só os amigos aceitam o que temos de “menos bom” e continuam, não apesar disso, mas por isso mesmo, a dar o melhor de si ao outro, porque ele precisa. Um privilégio dos tontos. Tontos uns pelos outros, e por estes, capazes das maiores loucuras. Porque a realidade é que às vezes é preciso ser um pouco doido para dar um abraço sem que o outro o peça, ou mostre necessitar. Porque por vezes é preciso ser um pouco doido para se estar sentado em silêncio, ao lado de um amigo, minutos, horas, o tempo necessário, apenas para que o outro saiba que não está só. É preciso ser um pouco doido, para chegar sem avisar, mesmo que o outro não queira ver nem ouvir ninguém,… e ficar.

Porque os amigos não deixam os amigos sós e sabem quando são necessários. Mas para isso é preciso ser mesmo amigo. E sim. É preciso ter uma dose adequada de loucura. Porque a vida é uma loucura constante e se não estivermos atentos, perdemos o melhor. A amizade. O afeto que durante a nossa curta passagem por este mundo, vamos desenvolvendo uns pelos outros. Não existem limites de tempo, para as verdadeiras amizades. Podem durar vidas inteiras, muitas vezes a grandes distâncias. Não precisamos de ouvir constantemente a voz do outro, para saber que está lá. Simplesmente… sabemos que está.

Na vida, cada um semeia e colhe. Semeia quando estende a mão, quando ouve, quando compreende, mesmo que nem saiba muito bem porquê. E quando estamos com aqueles que acolhemos em nós, o tempo não tem lugar, o que existe, são os laços invisíveis que nos atam e mantém próximos.

Cada amigo que vamos ganhando ao longo da vida, enriquece-nos, aperfeiçoa-nos, torna-nos melhores. Acredito que isso não aconteça simplesmente pelo que ele nos dá, mas pelo que ele revela de nós mesmos.

Sejamos tontos. Tontos uns pelos outros, tendo a ousadia de sermos, sobretudo, nós mesmos, sem enigmas, sem culpas, sem medos. Porque somos, indiscutivelmente, maravilhosamente, imperfeitos! Termino citando Fernanda Mello, “Porque perfeito mesmo só a imperfeição. Que faz ter sentido até o que não se explica...”

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 08:00
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TEMAS DE SAÚDE: Reações psicológicas do atleta à lesão

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 Por: Antonieta Dias (*)

Quando uma lesão ocorre é muito importante  a forma como o atleta encara e  como reage à situação. Segundo Denisch (1984) torna-se fundamental ter em consideração as reações dos atletas face às lesões, salientando que é importante tratar os atletas como pessoas e não como lesionados.

Os atletas lidam com a lesão de várias formas e têm tido identificados diversos tipo de reações psicológicas face às desportivas.

Alguns encaram-na como um desastre, uma doença, outros vêm na lesão uma oportunidades para mostrar valor e outros ainda consideram-na bem-vinda pois permite o alívio do trabalho ou prática monótona ou de uma situação embaraçosa ou frustrante,

É comum os atletas lesionados perguntarem a si próprios se vão recuperar completamente e voltar à sua forma física anterior. Contudo, devem estar alertados e preparados tanto para um rápido retorno como para uma recuperação tardia ou mesmo para o final da sua carreira desportiva.

A atuação desportiva é extremamente importante, uma vez que alguns atletas face à lesão “atacam-se a si próprios”. Emocional ou irracional, este pensamento chega ser dominante.

Os atletas que respondem desta maneira podem perder-se pouco a pouco na preocupação  e por fim serem vencidos pela ansiedade. Estes padrões  de pensamento interferem r podem retardar ou mesmo sabotar a reabilitação do atleta (Roseta e Heyman, 1986).

Quando os atletas pensam de uma forma irracional é comum exagerarem o significado da lesão, centrando-se apenas em determinados aspetos  desta, com também podem ignorar a lesão como forma de evitar a situação problemática.

Petitpas e Danish ( 1995) identificaram um conjunto de reações psicológicas associadas às lesões desportivas, são elas:

1-Perda da identidade

Aquelas atletas que se definem a si próprios essencialmente através do desporto que praticam, podem experiênciar um sentimento de grande perda quando a lesão os impede de realizar a sua atividade com normalidade sofrendo alterações ao nível da sua auto-estima e auto-conceito.

2-Medo e ansiedade

Quando a lesão ocorre o atleta pode experienciar elevados níveis de medo e ansiedade. O atleta preocupa-se  essencialmente com a sua recuperação, com uma possível recaída e com a possibilidade de ser substituído na sua atividade desportiva por outro atleta.

3-Falta de confiança

Devido ao seu estado debilitado provocado pela lesão, o atleta pode perder a sua autoconfiança surgindo por vezes diminuição da motivação e baixa performance.

3-Diminuição do rendimento

Pelo fato do atleta diminuir o ritmo competitivo devido à sua inatividade, é frequente ocorrer um declínio na performance do atleta associado à sua condição  de lesionado.

No entanto muitos atletas têm dificuldade em baixar as suas expectativas depois de uma lesão esperando ter de imediato o mesmo nível de performance que tinha antes da lesão ocorrer.

De acordo com Heil (1993). Quando uma lesão ocorre, existe uma perda temporária da capacidade para participar na competição desportiva assim como uma ameaça significativa à sua continuação com sucesso, na  atividade desportiva. Isto pode ter consequências ao nível do self bastante significativas. A sua auto-estima e auto-conceito podem ser afetados (Heil, 1993).

Uma lesão provoca consequências ao nível do bem- estar  físico, emocional, social e ao nível do auto-conceito.

Em suma, um atleta lesionado é um atleta fragilizado que necessita de acompanhemento médico e psicológico.

(*) Doutorada em Medicina



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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2016
CARTAXO: “POUCO BARULHO”

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publicado por Noticias do Ribatejo às 13:34
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