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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
ALPIARÇA: O COMANDANTE DO POSTO DA GNR DE ALPIARÇA

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Sérgio Malacão é um “estremocense” de “cinco costados”

 

Oriundo de boas famílias, bem cedo o “Sérgio” quis integrar o corpo da Guarda Nacional Republicana.

Com um enorme esforço conseguiu chegar onde chegou e hoje é Comandante do Posto da GNR em Alpiarça.

Como me dizia um amigo meu, natural de Estremoz:

O Sérgio tem um coração do tamanho do mundo. É um homem espectacular.”

Também já li, de alguém bem próximo do Sérgio Malacão:

 “ Não fosses tu filho do meu amigo Malacão  (o pai de Sérgio) também um coração de manteiga

É VERDADE O COMANDANTE MALACÃO É UM HOMEM EXTRAORDINÁRIO.

Não o conheço pessoalmente mas acompanho nos bastidores os seus movimentos porque de Santarém dizem-me tudo o que a “GNR de Alpiarça leva a efeito”.

Reconheça-se que desde que Alpiarça tem como comandante o Sargento Sérgio Malacão, esta terra mudou do dia para a noite para todos passarmos a estar mais descansados porque o concelho está em boas mãos.

A maioria dos alpiarcenses gosta do comandante da GNR.

Até há por ai alguns políticos que gostam de embandeirar-se nas acções do comandante Malacão como se o Sérgio alguma vez precisasse dos favores de quem quer subir na politica.

Mas há uma pequena fasquia que gostaria de o ver bastante longe de Alpiarça.

Esta fasquia é constituída por aqueles que todos sabemos quem são.

Ontem pessoa amiga fez-me saber o ultimo acto de bravura do Sérgio e dos seus homens.

Saliento que o Comandante Malacão não gosta muito que falamos  dele mas sim quando dele falarmos que não esqueçamos os “SEUS HOMENS”.

Ser Comandante é isto.

Ontem pessoa amiga fez-me saber do último acto de bravura do Sérgio e dos seus homens.

Fiquei vaidoso mas ao mesmo tempo emocionado.

Já sabia que este homem natural de Estremoz onde é bastante estimado e admirado, tem “um coração do tamanho do mundo” mas desconhecia o seu lado humano, aquele que pelo cargo que exerce deve deixar de lado os sentimentos.

Mas não:

Porque o Comandante do  Posto da GNR de Alpiarça, também é humano  como todos nós.

Ontem o seu lado humano foi posto à prova.

O Sargento Malacão ”conjuntamente com camaradas” do posto que comanda teve que efectuar a “detenção de um individuo” coisa normal entre agentes da GNR.

Normal já não é quando quem vai ser detido ter na sua companhia um filho de dez anos.

Um filho que se agarrou ao Sargento da GNR a chorar e a suplicar-lhe que não levasse o pai dele.

O que esta criança fez e pediu ao nosso comandante, ao Sargento Malacão, tocou-lhe profundamente.

Cito as palavras do Sérgio: “só quem está neste lado da barricada entende o alcance deste desabafo”

E que desabafo Sargento Sérgio Malacão...e que desabafo.

Espero que os seus superiores a promovam ao posto imediato porque: para além de um bom militar também é humano.

«AC»



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:57
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Terça-feira, 4 de Abril de 2017
Requerimento enviado à Câmara de Santarém

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Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal de Santarém

Ao abrigo do Regimento da AMSTR venho solicitar os seguintes esclarecimentos ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santarém quanto ao estacionamento atrás do Tribunal apenas a Magistrados.

Recuando um pouco no tempo:

Até dia 27/03/2016, Domingo de Páscoa, existia o sinal de Parque com uma pequena placa por baixo que dizia TÁXIS, porque servia de parque de espera dos Taxistas de Santarém – imagens 1 e 2.

Existiu ainda uma praça de táxis na Avenida do Brasil junto ao estabelecimento “Yigafour” – imagem 3.

Dia 28/03/2016 os Táxis mudaram de local da Praça para a que existe hoje em dia. No mesmo dia a placa branca que dizia Táxis foi mudada para outra que dizia TRIBUNAL – abrangendo justamente todos os funcionários deste.

A existência desta reserva de estacionamento tem plena justificação devido ao serviço inerente à responsabilidade de TODOS os intervenientes, desde Magistrados, tanto Judiciais como do Ministério Público, Funcionários Judiciais…

Da informação que conseguimos apurar não se conhece “ordem” interna que restringisse os estacionamentos naquele Parque, pelo que todos os intervenientes judiciais [incluindo, é claro, os Funcionários Judiciais] continuaram a estacionar as viaturas naquele Parque.

De forma não esperada, em 05 ou 06/01/2017, a placa que dizia TRIBUNAL foi retirada e colocada outra que diz Magistrados Tribunal Judicial de Santarém - imagem 4.

Tal facto introduziu uma discriminação negativa sobre os Funcionários Judiciais e outros intervenientes sobre a qual não nos foi possível apurar origem.

Em pesquisa efetuada na net foi possível apurar situações diferenciadas; algumas estabelecendo critérios mais inclusivos como i) o parque do Tribunal ficar afecto aos veículos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público em exercício de funções no Tribunal Judicial, ii) lugares de estacionamento reservado para situações especiais e iii) lugares afectos aos oficiais de justiça, iv) lugares para pessoas portadoras de deficiência…

Há inclusivamente notícia de uma decisão da Assembleia Municipal de Ferreira do Zêzere: “reunida na noite de sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017, chumbou a criação de dois novos lugares de estacionamento para magistrados junto ao edifício do Tribunal, valência que foi reativada em janeiro deste ano. A proposta estava em cima da mesa na sequência de um pedido dos Serviços do Ministério Público que, deste modo, viu a sua pretensão rejeitada” [i].

Tratando-se de um espaço público, afetado a um serviço público essencial, gostaríamos de saber se:

- Existe ou não alguma deliberação da CMS ou procedimento que nos possa ser esclarecido sobre a matéria em causa? Solicitamos a referida documentação.

- Pondera a Câmara adotar ou estudar alterações a esta situação? Quais?

- Como se nos afigura necessário, pondera a Câmara reforçar os lugares de estacionamento reservados?

Assim, enquanto deputado municipal eleito pelo Bloco de Esquerda requeiro ao Sr. Presidente da Câmara a respetiva informação.

Santarém, 4 de abril de 2017

Vítor Franco



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:14
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Crianças de 4 escolas do Concelho participaram no Tributo a Salgueiro Maia

 

 

 

Crianças de 4 escolas do Concelho participaram esta segunda-feira, dia 3 de abril, no Tributo a Salgueiro Maia – 25 anos de Saudade, na data do seu falecimento, junto à sua estátua, no Jardim dos Cravos.

As crianças da EB1 dos Leões, EB1 Mergulhão, Centro Escolar Sacapeito e EB1 dos Combatentes prestaram a sua homenagem ao Capitão de Abril, com poemas alusivos a Salgueiro Maia e interpretaram canções como a "Grândola, Vila Morena" e "Somos livres” (uma Gaivota voava voava)", juntamente com o Executivo Municipal. Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara de Santarém e os vereadores Susana Pita Soares, Inês Barroso, Sérgio Cardoso e Francisco Madeira Lopes, Carlos Marçal, Presidente da União de Freguesias da Cidade de Santarém, vários elementos da Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril, Natércia Maia, viúva de Salgueiro Maia e a sua neta, Daniela Salgueiro Maia, numa cerimónia que contou com a participação do Clarim da Repartição de Bandas e Fanfarras do Exército, acompanhado pela Secção de Homens da Escola de Sargentos do Exército das Caldas da Rainha, por Lino Lourenço Gonçalves, Coronel de Infantaria e Comandante da Escola de Sargentos do Exército das Caldas da Rainha, entre outras figuras civis e militares.

 

Na passagem do dia que assinala 25 anos do seu desaparecimento, o Capitão Salgueiro Maia, que chefiou a coluna militar que a 25 de Abril de 1974 saiu de Santarém, rumo a Lisboa, para derrubar a ditadura do Estado Novo, Ricardo Gonçalves demonstrou grande satisfação pela participação das crianças de escolas do Concelho nesta cerimónia, em que recordamos o Homem que “jamais vacilou na hora em que liderou a Coluna Militar e garantiu o triunfo da Revolução”.

Para o Presidente da Câmara de Santarém, “a pureza e a força da sua idade foram determinantes na sua vontade de sonhar”, afirmou Ricardo Gonçalves, que acrescentou que espera que “Salgueiro Maia seja inspirador para as gerações vindouras, para que não esqueçam os valores de Abril”.

 

Ana Martinho do Rosário, em representação da Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril lembrou que “é preciso preservar a sua memória" e "os valores que representa", uma vez que o “País vivia sem liberdade e sem esperança, com censura, sem eleições livres, tortura e sem respeito pelos direitos fundamentais do ser humano”, lembrando que importa “garantir e cumprir que as Portas que Abril abriu nunca mais ninguém as cerre”.

 

Para a representante da Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril “a Revolução do 25 de Abril ficará para sempre como uma página exaltante da nossa História”, e acrescentou que é preciso não esquecer “os valores pelos quais lutou e conquistou, como por exemplo, o direito à Saúde e Educação, que consagram os direitos fundamentais do ser humano”.

 

As comemorações do 25 de Abril prosseguem no dia 7 de abril, às 21h00, com Concerto de Sérgio Godinho com Nuno Rafael & João Cardoso, no Convento de S. Francisco, num espetáculo que celebra os 30 anos de constituição da AJA – Associação José Afonso - “Zeca Afonso: 30 Anos da AJA”.

 

Na 1ª parte, há Tributo a José Afonso com Catarina Anacleto (Violoncelo) e Márcio Pinto (Marimbas). O exotismo do toque doce da marimba e o virtuosismo do violoncelo encontram-se para prestar tributo ao repertório de José Afonso. As músicas eternas que reconhecemos na voz deste grande músico português deixam-se apropriar pela fusão inesperada destes dois instrumentos de mundos aparentemente distantes.

Márcio Pinto, na marimba, e Catarina Anacleto, no violoncelo, são os músicos que nos vão conduzir neste encontro sedutor com a música de Zeca Afonso.

Bilhetes à venda no Convento de S. Francisco (Telefone: 243 304 436). As reservas podem ser efetuadas através do e-mail: com25abrilsantarem@gmail.com .

 

Dia 14 de abril, às 21h30, há Concerto “Novo Abril” , no Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém, com bandas de jovens músicos: Sr. Doutor, Nooj, Surreal Prisma, Cicuta.

 

Dia 21 de abril, às 21h30, o Teatro Sá da Bandeira acolhe a Peça de Teatro “O Punho”, última peça do dramaturgo Scalabitano, Bernardo Santareno, pelo Centro Dramático Bernardo Santareno.

O Punho, a última peça teatral de Bernardo Santareno, datada de 1980, ano do seu falecimento, é uma obra cuja representação é praticamente inédita nos palcos nacionais. Drama marcadamente politizado, balizado num tempo muito particular, o da Reforma Agrária nos campos do Alentejo, temática polémica, que não oferece consensos, aliás, características a que sempre nos habituou Santareno na sua obra dramatúrgica. As liberdades de Abril permitiam então o acirrar das lutas sociais e políticas entre os latifundiários e as gentes sem terra.

 

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O conflito teatral agudiza-se focado em duas figuras centrais, a senhora rica dona de quase tudo e a criada pobre, resignada ao que a vida lhe deu, nada. A lealdade mútua que as personifica custa a romper, mas os tempos novos extremam as posições que se radicalizam, até à violência.

 

São factos reais de uma história recente que inspiram a criatividade do autor, observador que assume na sua escrita a consciência e a voz do povo (o coro), pois o seu teatro, foi sempre um teatro do povo. Mais do que os propósitos políticos ou panfletários, o nosso objetivo é trazer Santareno e a sua escrita ao palco e ao público.

 

Ficha técnica: Adaptação do texto/Encenação – José Manuel Rodrigues | Produção – Centro Dramático Bernardo Santareno | Produção apoiada pelo Programa de Apoio ao Associativismo e Agentes Culturais do Concelho de Santarém

Duração: 90’ | Classificação M/12 | Preço: 5€

Bilheteira (Teatro Sá da Bandeira): 243 309 460 / tsbgeral@gmail.com

 

No dia 22 de abril, às 16h30, há Teatro para crianças – “Histórias de Sonho!”, pela Associação Aqui Há Gato, no Fórum Actor Mário Viegas - Centro Cultural Regional de Santarém.

“1 história? 2 histórias? 3 histórias? Queremos mais! Pois muito bem... Muitas histórias iremos contar e os teus sonhos embalar... curiosos.. humm.. Aqui há Gato! Ouvir histórias é permitir o sonho, é ter imaginação disponível para receber um mundo mágico e deixar-se estimular pelas personagens que habitam nos livros infantis (sessão onde serão apresentadas várias histórias, umas contadas com o apoio de técnicas de leitura encenada, outras com o apoio de marionetas). Duração: 45M

 

Dia 24 de abril, às 21h00, a organização oferece o Espetáculo Evocativo da Madrugada do 25 de Abril - “Esta é a Madrugada que eu esperava”, na Escola Prática de Cavalaria de Santarém, com texto do Coronel Correia Bernardo.

Pede-se ao público para se concentrar no Largo Infante Santo, em frente à antiga Escola Prática de Cavalaria. O espetáculo prossegue depois na Parada Chaimite.

 

“Esta é a madrugada que eu esperava” é feito a partir de um texto escrito pelo coronel Correia Bernardo, na altura capitão, também ele envolvido em toda a movimentação que aconteceu na EPC, antes da saída do Salgueiro Maia.

Correia Bernardo, que há dois anos lançou o livro “Santarém uma Cidade que faz História – 25 de Abril de 1974”, escreveu, para esta evocação, um texto “contando as suas memórias do que se passou naquela noite e que são reveladoras da rebelião, do nervosismo de quem ia participar naquele movimento”.

Para este espetáculo, a organização apela à participação de voluntários a figurantes e desafia os jovens a aparecerem às terças ou às quintas-feiras, na Parada da ex Escola Prática de Cavalaria, às 20h00, onde passam a decorrer os ensaios.

O Coronel Correia Bernardo, autor do texto do espetáculo evocativo da Madrugada do 25 de Abril “Esta é a Madrugada que eu esperava”, explicou na conferência de imprensa de apresentação do programa do 25 de Abril, que lhe foi proposto pela Comissão 25 de Abril, escrever algo sobre a madrugada de 24 de Abril, “em que Santarém teve um papel importante, não só porque iniciou o processo do Movimento dos Capitães em 1973, como também era a unidade escolhida para marcar o pénalti, e teve que haver uma convicção de que o pénalti seria marcado na noite de 24 de Abril, uma vez que íamos fazer uma coisa que nunca tínhamos feito”. O Capitão de Abril explicou que “a unidade escolhida é a unidade que despoleta o movimento e atrai as outras unidades. Mas a unidade de Santarém era a que estava mais preparada e a própria Cidade estava preparada para que, se alguma coisa não corresse bem, se utilizasse defesa forte e consistente”, acrescentando que “a Cidade de Santarém tinha essa força”.

 

Correia Bernardo afirmou ainda que a Comissão do 25 de Abril propôs-lhe “marcar os primeiros momentos decisivos do 25 de Abril – a prisão do Comandante e a saída da Coluna Militar de Salgueiro Maia, que tinha 30 anos e que, apesar de ser um jovem, consegue falar e concretizar” a Revolução dos Cravos.

 

“Saber transformar as palavras em gestos é o que está a ser feito”, de modo a apresentar o espetáculo na noite de 24 de abril, refere Correia Bernardo que acrescentou que “é possível porque tem 2 pomperes: Berta Pereira e Carlos Oliveira, mais conhecido por Chona, coadjuvados por Tiago Fernandes, que vão dando força ao que está escrito, para empolgar as pessoas”.

 

No dia 25 de Abril – Dia da Liberdade, das 10h00 às 12h30, há Pintura para crianças, no Jardim da Liberdade.

Às 11h00, há Cravos para Salgueiro Maia, no Jardim dos Cravos. Esta cerimónia evocativa do 25 de Abril,conta com a presença de familiares, amigos, entidades públicas e oficiais, e com a participação da Banda da Sociedade Filarmónica Instrução e Cultura Musical da Gançaria.

 

Às 12h30, o antigo Refeitório da Escola Prática de Cavalaria é palco do Almoço/convívio do 25 de Abril.Reservas no Posto de Turismo de Santarém, Emoção D’Imagens e Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril.

 

Às 17h30, a Igreja de Nossa Senhora da Graça acolhe o Tradicional Encontro de Coros, que conta com a participação do Coral de Gulpilhares, Coro Legatto de Mira, Orfeão de Arouca e Coro do Círculo Cultural Scalabitano.

 

No dia 27 abril, às 21h30, é apresentado o Livro “No Limite da Dor” e tertúlia sobre Abril, com testemunhos, ao vivo, por ex-presos políticos, com a presença de Irene Pimentel e dos autores do livro, Ana Aranha, Carlos Ademar, no Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém.

 

Dia 29 de abril, às 18h00, há Colóquio Abril – Presente e Futuro”, com o Professor António Sampaio da Nóvoa, no Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém.

 

O programa das comemorações do 43º aniversário do 25 de Abril é organizado pela Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril de Santarém, com o apoio da Câmara Municipal de Santarém, e conta com a parceria da Associação Aqui Há Gato, AJA - Associação José Afonso, Centro Cultural Regional de Santarém, Círculo Cultural Scalabitano, FITIJ – Festival Internacional de Teatro e Artes para a Infância e Juventude, para além da colaboração da NERSANT e do CIES - Centro Inovação Empresarial de Santarém.



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Metodologia de Treino em Futsal - Formar Ganhando

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A Escola Superior de Desporto de Rio Maior do IPSantarém promove a ação de formação Metodologia de Treino em Futsal - Formar Ganhando, no dia 5 de abril de 2017 com Nuno Dias - Treinador Principal do Sporting CP e Bruno Travassos - Treinador Principal da AD Fundão.

 

A Escola Superior de Desporto de Rio Maior – IPSantarém promove a ação de formação Metodologia de Treino em Futsal - Formar Ganhando. Esta formação tem como objetivos gerais proporcionar aos alunos, licenciados em Treino Desportivo, professores de Educação Física e treinadores, conhecimento sobre metodologias inovadoras ao nível do treino de futsal, utilizadas em equipas de alto rendimento.

 

No dia 5 de abril, pelas 14h, na Escola Superior de Desporto de Rio Maior-IPSantarém, decorrem as conferências com momentos para o debate. Às 14h30m inicia-se a primeira conferência “Análise de sistemas dinâmicos no futsal” - Bruno Travassos, Treinador Principal da AD Fundão. Às 16h15m, Nuno Dias - Treinador Principal do Sporting CP apresenta aconferência “Metodologias de Treino no Sporting”.

 

A ação está acreditada pelo IPDJ,I.P com 0,8 UC para renovação do TPTD - Título Profissional de Treinador(a) de Desporto (componente específica).



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Equipas técnicas EDP Distribuição já têm visual uniformizado

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A partir do início de abril de 2017, os técnicos de empresas ao serviço da EDP Distribuição que executem trabalhos no âmbito das Ordens de Serviço Comerciais e Avarias, vão estar equipados com um colete em que será bem visível a marca da empresa.

Mais do que uma peça de vestuário das equipas, este colete é uma “ferramenta” importante e, facilitando a interação com o cliente e criando um ambiente de mútua confiança, contribui para que o técnico possa executar a sua atividade com sucesso. Acresce que, porque a Prevenção e Segurança na EDP Distribuição está sempre em primeiro lugar, esta peça foi produzida em tecido ignífugo, material resistente ao calor e que dificulta a combustão.

Conscientes que os prestadores de serviço são por vezes o rosto da EDP Distribuição junto do Cliente, nesse momento-chave tudo importa: a competência técnica, a atitude, o comportamento e a forma como se apresentam e identificam.

A Operadora da Rede de Distribuição considera que este foi mais um passo para melhorar de forma consistente a experiência de contacto com os seus clientes.



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Segunda-feira, 3 de Abril de 2017
Grupo de Ajuda Mútua reúne-se dia 13 de abril

 

A próxima reunião do Grupo de Ajuda Mútua realiza-se no dia 13 de abril, às 18h30, na ex-Escola Prática de Cavalaria.

 

Este grupo é um espaço de partilha de experiências de vida, informação e de opiniões, promoção da entreajuda, aumento da assertividade e de promoção do fortalecimento da autoestima e da capacidade de tomar decisões.

 

A criação do grupo resulta da assinatura do protocolo de colaboração entre o município e a Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos e tem como objetivo apoiar pais, mães, avós, avôs, filhos (adultos) e outros familiares, vítimas do conflito parental, de alienação parental ou mesmo de desigualdade parental.



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TÚBARAS E ESPARGOS SELVAGENS LEVAM CENTENAS A SANTO ESTÊVÃO

 

 

Centenas de pessoas passaram este fim de semana por Santo Estêvão, Benavente para provar as iguarias com túberas, espargos e cogumelos selvagens. Os restaurantes aderentes apresentaram um conjunto de pratos inovadores com os ingredientes colhidos na charneca da freguesia.  O Festival vai continuar até 30 de Abril para gaúdio de muitos visitantes que prometeram voltar.

"Foi a primeira vez que comi espargos e túberas, não conhecia e fiquei adepta. Tem um sabor muito agradável e pode ser um petisco, uma entrada ou um prato principal", revela Joana Salgado, moradora no Estoril e que foi de propósito a Santo Estêvão a convite de um grupo de amigos. João Rodrigues, morador em Alverca destaca a qualidade dos produtos e o fato de serem pratos acessíveis. "Estava à espera de pagar mais porque normalmente este tipo de produtos são mais caros", refere. 

As túbaras são um tubérculo,  tipo batata, mas com um sabor muito característico. Podem ser cozidas, fritas, grelhadas ou cozinhadas de cebolada.

Os espargos são uma planta selvagem que rebenta junto dos sobreiros e que pode ser confecionada isoladamente cozida, frita ou grelhada para acompanhar com carne ou peixe. Pode ainda ser usado como petisco quando frito com ovos mexidos. Os cogumelos selvagens complementam os pratos disponíveis nos restaurantes de Santo Estêvão e Foros de Almada.
A Junta da Freguesia sugeriu a criação de ementas com pratos originais com este dois elementos e complementou com momentos de animação e a possibilidade de passeios e caminhadas pela freguesia que tem paisagens de excelência.


publicado por Noticias do Ribatejo às 14:35
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Exposição «Mário Cesariny, um desmesurado desejo de amizade»

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O Museu Municipal Carlos Reis e a galeria Neupergama apresentam, de 8 de abril a 11 de junho, a exposição de fotografia e pintura «Mário Cesariny, um desmesurado desejo de amizade».

 

Torres Novas recebeu a visita de Mário Cesariny muitas vezes e a galeria Neupergama era o lugar do seu aconchego na vila torrejana.  Hoje, volvidos 10 anos da morte do mais completo artista do surrealismo português, o Museu Municipal Carlos Reis e a galeria Neupergama associam-se para homenagear Mário Cesariny com uma exposição que obriga o visitante a deambular pela cidade. São dois núcleos expositivos diferentes:  o museu municipal que, em parceria com a Fundação Cupertino Miranda, acolhe uma mostra fotográfica, da autoria de Duarte Belo, cujo protagonista é Mário Cesariny; e a galeria Neupergama, onde se apresenta a obra pictórica do mestre surrealista, um valioso acervo composto pelo primeiro proprietário da galeria Neupergama, José Carlos Cardoso, amigo íntimo do artista.

 

A inauguração terá lugar no próximo sábado, às 16h, no Museu Municipal Carlos Reis, seguido de porto de honra na galeria Neupergama.

 

A 11 de junho haverá ainda uma finissage da exposição, com a projeção do documentário Autografia, de  Miguel Gonçalves Mendes, o primeiro filme sobre o poeta, pintor, o artista vanguardista que era Cesariny.

 

Duarte Belo (Lisboa, 1968). Formação em arquitetura. Desde 1986 que trabalha no levantamento fotográfico sistemático da paisagem, formas de povoamento e arquiteturas em Portugal. Este trabalho continuado em mais de 700.000 quilómetros percorridos, deu origem a um arquivo fotográfico de mais de 1.450.000 fotografias. Publicou vários livros sobre o tempo e a forma do território português, de que se destacam: Portugal — O Sabor da Terra (1997-1998) e Portugal Património (2007-2008). Desenvolve atualmente projetos em suporte digital sobre Portugal. Autores como Teixeira de Pascoes, Mário Cesariny, Ruy Belo ou Maria Gabriela Llansol, entre outros, foram objeto de vários trabalhos editoriais e expositivos. É editor do blogCidade Infinita. Expõe desde 1987 e participa regularmente em conferências e mesas redondas em temas relacionados com paisagem, arquitetura, Portugal e fotografia, nomeadamente metodologias de registo e arquivo de imagem.



publicado por Noticias do Ribatejo às 14:32
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Centro de Arbitragem Comercial da CCIP apresenta-se na Startup Santarém

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, dinamizou um seminário em parceria com a CCIP - Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, com o objetivo de promover a arbitragem enquanto meio alternativo de resolução de litígios para responder a necessidades sentidas nos tribunais, nomeadamente no prazo de tomada de decisão.

 

A sessão de esclarecimentos decorreu no dia 29 de março, na Startup Santarém, sob o olhar atento de diversas empresas que se deslocaram ao espaço com o objetivo de ficar a saber mais sobre este meio extrajudicial de resolução de conflitos. O Centro de Arbitragem Comercial da CCIP foi apresentado pelo seu Secretário-Geral, António Vieira da Silva que explicou que, através deste centro, as empresas podem resolver conflitos sem recursos aos tribunais.

O Centro de Arbitragem Comercial, foi explicado no seminário, tem como objeto e funções promover e difundir a resolução de litígios por via arbitral ou por meios alternativos de resolução de litígios, através da organização e do patrocínio de ações de divulgação, estudo e aprofundamento de matérias relacionadas com a litigiosidade de natureza económica, administrar arbitragens institucionalizadas e processos alternativos de resolução de litígios em matérias de carácter económico, público ou privado, internas ou internacionais e, por fim, prestar serviços conexos com a administração de arbitragens.

O tipo de litígios arbitráveis, os diversos tipos de arbitragem (arbitragem voluntária e arbitragem necessária; arbitragem institucional e arbitragem ad hoc), a forma de recorrer à arbitragem: a convenção de arbitragem, os pilares da arbitragem e o Regulamento de Arbitragem do Centro de Arbitragem Comercial, bem como os seus custos e a forma de mediação, foram outros dos aspetos apresentados e discutidos na sessão promovida pela NERSANT.

Na mesma sessão, a CCIP, através do seu Diretor de Assuntos Europeus e Certificados de Origem, João Paes Cabral, apresentou ainda alguns documentos de apoio à exportação que podem ser solicitados junto desta Câmara de Comércio, como o Carnet ATA, documento alfandegário internacional que permite a entrada temporária de mercadorias em mais de 108 países/regiões, e os Certificados de Origem, documento utilizado em relações de comércio internacional que permite aos exportadores atestar a origem dos seus produtos, sendo este também utilizado pelo importador com o mesmo objetivo

 

 

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, enquanto parceira da rede de parceiros do Plano Nacional de Formação Financeira, dinamizou na sua sede em Torres Novas, uma ação formativa sobre "Produtos e Serviços Bancários". No dia 20 de abril, segue-se uma ação sobre "Seguros e Fundos de Pensões".
 

O Plano Nacional de Formação Financeira foi lançado em 2011 pelos três supervisores financeiros - Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Instituto de Seguros de Portugal (atual Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) - no âmbito do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros e teve o endosso do Senhor Ministro de Estado e das Finanças.

O referido plano visa contribuir para elevar o nível de conhecimentos financeiros da população e promover a adoção de atitudes e comportamentos financeiros adequados. As atividades desenvolvidas no âmbito do Plano contam com a participação de um conjunto alargado de parceiros, como é o caso da NERSANT, representados na Comissão de Acompanhamento, e regem-se pelos Princípios Orientadores das Iniciativas de Formação Financeira. As parcerias estabelecidas permitem a adaptação da formação financeira às necessidades de públicos-alvo específicos e proporcionam a necessária capilaridade territorial.

No âmbito deste Plano, decorreu em Torres Novas, na sede da NERSANT, um seminário formativo sobre produtos e serviços bancários, que contou com mais de 30 participantes.

A formação, direcionada a empresários, gestores e empreendedores, teve como objetivo capacitar os participantes para a identificação das diferenças entre os produtos de financiamento de curto prazo e de escolha dos mais adequados às necessidades de tesouraria da sua empresa. No âmbito deste tema, foram abordados assuntos como os objetivos e riscos do recurso ao crédito, principais caraterísticas do crédito, plano financeiro do crédito, garantias exigíveis e avaliação da solvabilidade. No caso específico desta formação, a mesma foi promovida pela NERSANT, em parceria com outros dois parceiros do Plano Nacional de Formação Financeira, o IAPMEI e o Turismo de Portugal.

"Seguros e Fundos de Pensões" em Santarém dia 20 de abril

Ainda no âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira, a NERSANT vai realizar, em parceira com o IAPMEI, um novo seminário formativo desta feita sobre "Seguros e Fundos de Pensões". A ação vai decorrer no dia 20 de abril, na Startup Santarém, pelas 14h30, estando prevista a abordagem de temas como o Contrato de Seguro e os Seguros obrigatórios na atividade empresarial (automóvel; acidentes de trabalho; responsabilidade civil; e outros).



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Domingo, 2 de Abril de 2017
ADEUS

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Por: Marina Maltez

 

ADEUS

 

“O que mata um jardim não é o abandono. O que mata um jardim é esse olhar de quem por ele passa indiferente.”

Mário Quintana

Há um jardim criado por Deus. Chama-se Mulher. Tem nela a delicadeza do som da harpa dos anjos e em simultâneo a força e estrondo ensurdecedor dos trompetes do Inferno.”

Marina Maltez

 

Hoje digo-te adeus. De forma definitiva e categórica. Hoje corto o cordão umbilical que dolorosamente ainda me trazia memórias tuas, como pesadelo que nos faz acordar de noite, assustados, sem distinguir o sonho do real. Hoje atrevo-me a olhar no espelho e a sorrir para mim mesma, certa e segura de quem sou, indiferente às críticas que outrora vindas como punhais da tua boca me afundavam num lodo de humilhação e inferioridade. Hoje digo-te adeus. Sem saudade alguma, apenas alívio porque hoje sei que não fazias parte do meu caminho. Foste obstáculo colocado no mesmo….talvez para Deus me testar a força e a fé.

Hoje digo-te adeus. A ti e às tuas mentiras tão esfarrapadas de ridículas e critico-me por ter sido tão crédula ao ponto de as engolir sem mastigar sequer. Hoje digo-te adeus…e sim, não me critico mais. Mesmo porque se as tuas críticas fossem feridas…como eu teria que sangrar. Mas não o farei. Não por ti. Nem por ninguém. Fui o teu jardim tempo demais. Tanto que pudeste colher as flores, matar as sementes puras e bonitas e espalhar ervas daninhas, caos e desordem num mundo interior que me custou tando erguer. Hoje digo-te adeus. A ti, às tuas manias mesquinhas de ser supremo, superior, adorado por tantos, menos por aqueles e aquelas que destruíste como fizeste comigo…quase. Sim…lamento informar-te mas não me lançaste no abismo. Apenas me libertei, ganhei asas para voar para longe desse mundo de aparências, falsidade, ilusão…

Hoje digo-te adeus. Vou ali pintar as unhas da cor que quero ou escolher uma saia colorida para vestir! Vou ali ser feliz e deitar no lixo todos os dias que vivi contigo. Hoje digo-te adeus. Vou ali ver o sol que brilha ao sabor da primavera! Vou ali ouvir pessoas! Som que quase deixei de ouvir por ti, pela muralha que ergueste em meu redor. Hoje digo-te adeus. Não sou mais prisioneira.

Adeus somente. Sigo pelo caminho da serenidade, da simplicidade, da humildade. Sim não preciso de diplomas a ganhar pó nas paredes, nem de coros de anjos a bajular num misto de fascínio, falsidade e hipocrisia. Vou comer pão com manteiga e lamber os dedos de satisfação enquanto o chá me aquece a alma!

Hoje digo-te adeus. Vou só ali envelhecer ao lado de quem me ama como sou…vou só ali ser feliz com coisas simples: um abraço, um mimo, uma torrada e leite de manhã com som de risos e gargalhadas que me lembram que estou viva e sou feliz!

 



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Simplicidade é felicidade…

ANA GRACIOSA.jpg

Por: Ana Graciosa

 

Simplicidade é felicidade…

 

Muito poucas pessoas me conhecem, só porque sim e, porque é assim que eu quero que seja. Mas, por vezes, abro algumas exceções e, como levo muito a sério isto de ser feliz, partilho algumas fatias de mim…

Gosto da vida, da essência simples das coisas e da felicidade que me dão, algumas são daquelas que me entram pelos poros e, as bebo sofregamente desde pequenina.

Gosto do simples e da simplicidade da vida, daquela mesmo simples, com que a alma se alimenta e saboreia pequenas coisitas. Aquela simplicidade que deixa a mente em paz, tranquilidade no coração, um brilho no olhar e um sorriso involuntário.

Vivo feliz e em paz e eu sei disso, porque não vivo mais com aquela ansiedade de ter ou fazer, mas sim, em ser e valorizar o que realmente importa.

Não sou nenhuma máquina ou robot e muito menos tenho um botão, que me permita ligar ou desligar o que sinto ou o que involuntariamente deixo transparecer, nem um on ou off para que deixe de ver, respirar, ouvir, cheirar, tocar, degustar ou vivenciar inúmeras outras coisas.

Será que sou só eu, que dou importância a um simples e singelo gesto?

Que precisa de sentir o prazer do mundo real? Prazeres simples e palpáveis?

De coisinhas tão básicas e que já mal se usam, como um bilhetinho de papel e uma flor?

Há lá coisa melhor no mundo, como por exemplo, fazer amor com a natureza?

Aproveitar as horas, os minutos, os segundos e por breve momentos, iludirmo-nos que os ponteiros do relógio pararam para pudermos disfrutar de toda a sua magnitude!

Permitam-me abrir um parêntese e falar sobre o “meu” rio Tejo e a sua envolvência. Aí como me deixa feliz e tremendamente sossegada! Completamente hipnotizada e em tresvario só de o contemplar, de simplesmente o ouvir passar ou sentar-me numa pedra à beira dele e conversarmos, sem que ninguém nos atrapalhe ou censure… onde consigo respirar fundo e, chorar ou rir, sem que haja entraves e o coração consegue bater ao ritmo que ele próprio comanda… coisas tão simples e tão démodé!

Encantam-me as coisas básicas e banais, tal como, palavras ditas que depois se revelam em ações ou atitudes.

Quem me lê, há muito que sabe também, da existência de uma veia “maléfica”, que promove o pânico ao tico e ao teco do alheio e, que quando escrevo sobre o que quero e não quero, mas… escrevo, nem sempre quer dizer que o “caminho” é este ou aquele!

Sempre tive um instinto certeiro e uma compreensão para ver e sentir certas coisas, acima do normal e do senso comum, entender algumas pessoas e maneiras de ser ou estar, acaba também por fazer, com que eu perceba muitas coisas sobre mim mesma.

A minha própria personalidade, precisa criar resiliência para saber lidar com a complexidade, a vida humana, olhar e ver na realidade, como se passam certas coisas e como são os seres vivos e humanos. Há que usar sempre a compaixão humana e olhar com serenidade para o que daí possa vir… nem tudo tem a simplicidade que tanto prezo e admiro..

O meu pequeno mundo, é feito  de gente doida, gente simples e feliz que conversa mais com os animais e com as plantas, que com outros seres.

Apraz-me acrescentar só uma coisinha: A melhor e maior felicidade do mundo, é mesmo o simples ato de ver e sentir quem nasce de nós, uma simples e verdadeira bênção…

 



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Ser o amor.

CATARINABETES.png

Por: Catarina Betes

 

Fez no passado dia 27 de março, vinte e um anos que fui mãe pela primeira vez.

Com 21 anos acabados de fazer, dei à luz de uma menina de olhos amendoados que desde o primeiro momento, pareciam querer engolir o mundo.

Nunca quis saber o sexo do bebé esperado, porque queria sentir a emoção do momento em que o seguraria nos braços pela primeira vez e ouviria as palavras: “é um menino” ou “é uma menina”… e deliciar-me nelas.

Porque uma certeza eu tinha. Seria exatamente o que eu queria!

Recordo quando passávamos noites sozinhas e eu queria que ela dormisse comigo (porque EU sentia medo). Ela, com pouco mais de dois anos e com umas “mãos cheias” de caracóis que lhe chegavam a meio das costas, dizia querer dormir no seu quarto.

Eu, chateada por não a convencer a dormir comigo, esperava que ela adormecesse, pegava-lhe no colo com todo o cuidado e levava-a para a minha cama.

Poucos minutos depois, ela acordava, olhava à volta, percebia onde estava, descia atabalhoadamente da cama (que tinha pouco menos da sua altura) e seguia para o seu quarto, com os caracóis a balançar, enquanto reclamava:

“- Esta não é a minha pama!”

E fechava a porta. E dormia. Às escuras!

No primeiro dia do Jardim de Infância, levou uma caneta e um caderno porque dizia que ia para a escola aprender.

Enquanto as outras crianças choravam, agarradas às suas mães, a minha sentou-se sozinha num banco sueco do hall, à espera que a chamassem. Eu ainda ali fiquei um bocadinho, naquela de mãe no 1º dia, a ver se ela olhava para mim. Quando me viu, fez uma careta e disse:

Sem Título.png

“- Ainda aí estás? Vai-te embora!”

E eu recolhi o saco de mãe preocupada, já que dali não levava nada.

Escusado será dizer, que, ao fim do dia, quando lhe perguntei que tal tinha sido a escola, a resposta foi:

“- Uma chatice! Não aprendi nada!”

E assim tem sido. Independente, voluntariosa, dedicada às causas que acredita e extraordinariamente apaixonada. Pela família, pelos amigos, pela sua casa. E doce.

A esse propósito, recordo um dia em que, após um passeio de bicicleta, ao chegarmos a casa, olhou para mim com um sorriso alegre e os seus dois totós espetados, um de cada lado da cabeça e disse, com o ar mais natural do mundo, a propósito de nada:

“- És tão boazinha, mamã.”

Assim é esta minha filha.

Um misto de autonomia e doçura.

Alguém em que eu vejo uma parte de mim quase esquecida, mas que me recorda todos os dias,

Que na vida, as derrotas não contam,

Servem exclusivamente para nos mostrar,

Que a vida, independentemente da pedras no caminho,

É para ser vivida!

O resto, com todo o seu esplendor,

Não passam de acessórios, pobres imitações…,

Do que erradamente se julga,

Ser o amor.

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:55
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TEMAS DE SAÚDE: Prescrição terapêutica

ANTONIETA.jpg

Por: Antonieta Dias (*)

 

 Prescrição terapêutica

 

O exercício da profissão médica exige sabedoria, humanidade, enquadramento clinico, evidência científica e arte.

Estes conceitos são universais e exigem plena liberdade de atuação sem a qual o ato médico deixa de ter sentido.

A importância e a manutenção destes valores traduz o equilíbrio da cidadania, o respeito social, político e jurídico, cuja repercussão é extremamente relevante no desempenho de uma atividade digna, reconhecida pela sociedade civil, pela lei, pela constituição portuguesa e pela justiça.

Todavia, nem tudo o que se legisla salvaguarda a preservação destes princípios e às vezes o legislador até se esquece do indispensável dever e da obrigatoriedade que o exercício da nobre função do médico não pode ficar limitado pela decisão de uma autoridade que comprime o plano terapêutico consciente, estratégico, pragmático, impedindo-o de agir de acordo com a ciência e arte de bem servir e bem cuidar.

Quando se limita o exercício profissional e obriga o ato de prescrever ao condicionamento de um cartão de identificação emitido pela ordem dos médicos para certificar a validação da sua habilitação profissional ou mais grave ainda, se o obriga a usar o cartão de identificação civil é subordinar de forma imprópria a aplicação da lei que regula a preservação da liberdade do direito individual e coletivo, é uma ofensa á dignidade profissional e uma coartação da competência profissional.

A concretização do ato médico tem de ser feita de forma consciente, rigorosa, livre, sem restrições na decisão do cumprimento das boas práticas clínicas.

Pensar que a aplicação da prescrição materializada só pode ser possível com o uso e a validação obrigatória da utilização do cartão de ordem dos médicos ou do cartão de cidadão é bloquear as condições de trabalho e a ação do médico.

Ao impor limites na independência profissional, recomendando/desviando a vontade e seriedade da livre prescrição terapêutica, isto é a decisão que mais se adequa ao tratamento do doente, está-se a impedir o médico de aplicar os conhecimentos científicos e de agir de forma coerente com o que pretende para o seu doente.

A implementação desta restrição contrária não só a ciência médica como o direito do cidadão de ser tratado e cuidado através dos meios terapêuticos que tem ao seu dispor para melhor o cuidar de acordo com a livre iniciativa do médico.
A liberdade profissional do médico é a única garantia que o doente tem para manter a segurança e eficácia do tratamento, preservando os direitos individuais do utente/paciente  que estão consagrados na Constituição Portuguesa.
Não há histórico em nenhum país do mundo que a tutela exerça o  poder de restringir e  limitar o desempenho profissional   que coloque em causa a decisão do ato médico de prescrição e a necessidade de utilização de um cartão de uso pessoal para poder exercer o dever do cumprimento das suas obrigações profissionais.
Não será demais lembrar que para uma sociedade ser justa, verdadeira, independente e democrática a autoridade inerente ao fiel cumprimento do dever não pode funcionar de forma proibitiva, e muito menos exigida a uma função profissional de alcance tão abrangente no tratamento do doente.

Que se pretenda que seja justificada pelo alcance de um objetivo fiscalizador desta natureza não tem sentido.
O dever de fiscalizar faz parte da responsabilidade de quem gere, e dignifica o Estado, sendo absoluta e obrigatória para quem cumpre as regras do poder público.
Porém há outras formas de fiscalizar, regularizar e punir quando se justificar os incumprimentos de quem não respeita a lei.
Todavia, em caso algum e em nenhuma outra profissão o trabalhador é obrigado a utilizar o seu cartão de cidadão ou o seu cartão da ordem profissional liberal a que pertence para poder exercer a sua atividade.
Será que o legislador se apercebeu das implicações que este método tem?

Se por hipótese o profissional médico ficar impedido de utilizar o seu cartão (por perda, esquecimento num dos locais de trabalho, roubo ou bloqueio por erro informático, por exemplo), não conseguirá prescrever a terapêutica ao paciente, podendo colocar em risco a vida do doente.

Em suma, consciente ou inconsciente, sabedor ou ignorante, justo ou injusto, feliz ou infeliz, fiscalizador ou controlador, livre ou oprimido, seguro ou inseguro, dependente ou independente, democrata ou ditador, defeso ou indefeso, partido ou repartido, partilhado ou não partilhado, favorecido ou desfavorecido, juridicamente perfeito, submisso ou contestatário, humano ou desumano, relevante ou irrelevante, estratégico ou não estratégico, subordinado ou irreverente, privado ou público, dinâmico ou preguiçoso, ativo ou inerte, constitucional ou inconstitucional, relevante ou irrelevante, lógico ou ilógico, certo  ou errado, individual ou coletivo, dispensável ou indispensável, com censura ou sem censura, amputado ou não, defensor dos direitos do doente ou limitador da prescrição não sei.
Apenas me limito a cumprir o estipulado mesmo que esteja errado, seja inadequado ou

inaceitado.
Todavia, não posso deixar de manifestar a minha opinião sendo que a vida do doente não pode depender da funcionalidade de um cartão e a profissão médica no ato da prescrição não pode ficar coartada se o cartão não funcionar.

Como tenho fé, acredito na inteligência humana e no bom senso espero que este método de prescrição termine rapidamente e que a fiscalização do ato médico de prescrição encontre outra forma de controlo que não seja a da aberração do cartão.

 

O exercício da profissão médica exige sabedoria, humanidade, enquadramento clinico, evidência científica e arte.

Estes conceitos são universais e exigem plena liberdade de atuação sem a qual o ato médico deixa de ter sentido.

A importância e a manutenção destes valores traduz o equilíbrio da cidadania, o respeito social, político e jurídico, cuja repercussão é extremamente relevante no desempenho de uma atividade digna, reconhecida pela sociedade civil, pela lei, pela constituição portuguesa e pela justiça.

Todavia, nem tudo o que se legisla salvaguarda a preservação destes princípios e às vezes o legislador até se esquece do indispensável dever e da obrigatoriedade que o exercício da nobre função do médico não pode ficar limitado pela decisão de uma autoridade que comprime o plano terapêutico consciente, estratégico, pragmático, impedindo-o de agir de acordo com a ciência e arte de bem servir e bem cuidar.

Quando se limita o exercício profissional e obriga o ato de prescrever ao condicionamento de um cartão de identificação emitido pela ordem dos médicos para certificar a validação da sua habilitação profissional ou mais grave ainda, se o obriga a usar o cartão de identificação civil é subordinar de forma imprópria a aplicação da lei que regula a preservação da liberdade do direito individual e coletivo, é uma ofensa á dignidade profissional e uma coartação da competência profissional.

A concretização do ato médico tem de ser feita de forma consciente, rigorosa, livre, sem restrições na decisão do cumprimento das boas práticas clínicas.

Pensar que a aplicação da prescrição materializada só pode ser possível com o uso e a validação obrigatória da utilização do cartão de ordem dos médicos ou do cartão de cidadão é bloquear as condições de trabalho e a ação do médico.

Ao impor limites na independência profissional, recomendando/desviando a vontade e seriedade da livre prescrição terapêutica, isto é a decisão que mais se adequa ao tratamento do doente, está-se a impedir o médico de aplicar os conhecimentos científicos e de agir de forma coerente com o que pretende para o seu doente.

A implementação desta restrição contrária não só a ciência médica como o direito do cidadão de ser tratado e cuidado através dos meios terapêuticos que tem ao seu dispor para melhor o cuidar de acordo com a livre iniciativa do médico.
A liberdade profissional do médico é a única garantia que o doente tem para manter a segurança e eficácia do tratamento, preservando os direitos individuais do utente/paciente  que estão consagrados na Constituição Portuguesa.
Não há histórico em nenhum país do mundo que a tutela exerça o  poder de restringir e  limitar o desempenho profissional   que coloque em causa a decisão do ato médico de prescrição e a necessidade de utilização de um cartão de uso pessoal para poder exercer o dever do cumprimento das suas obrigações profissionais.
Não será demais lembrar que para uma sociedade ser justa, verdadeira, independente e democrática a autoridade inerente ao fiel cumprimento do dever não pode funcionar de forma proibitiva, e muito menos exigida a uma função profissional de alcance tão abrangente no tratamento do doente.

Que se pretenda que seja justificada pelo alcance de um objetivo fiscalizador desta natureza não tem sentido.
O dever de fiscalizar faz parte da responsabilidade de quem gere, e dignifica o Estado, sendo absoluta e obrigatória para quem cumpre as regras do poder público.
Porém há outras formas de fiscalizar, regularizar e punir quando se justificar os incumprimentos de quem não respeita a lei.
Todavia, em caso algum e em nenhuma outra profissão o trabalhador é obrigado a utilizar o seu cartão de cidadão ou o seu cartão da ordem profissional liberal a que pertence para poder exercer a sua atividade.
Será que o legislador se apercebeu das implicações que este método tem?

Se por hipótese o profissional médico ficar impedido de utilizar o seu cartão (por perda, esquecimento num dos locais de trabalho, roubo ou bloqueio por erro informático, por exemplo), não conseguirá prescrever a terapêutica ao paciente, podendo colocar em risco a vida do doente.

Em suma, consciente ou inconsciente, sabedor ou ignorante, justo ou injusto, feliz ou infeliz, fiscalizador ou controlador, livre ou oprimido, seguro ou inseguro, dependente ou independente, democrata ou ditador, defeso ou indefeso, partido ou repartido, partilhado ou não partilhado, favorecido ou desfavorecido, juridicamente perfeito, submisso ou contestatário, humano ou desumano, relevante ou irrelevante, estratégico ou não estratégico, subordinado ou irreverente, privado ou público, dinâmico ou preguiçoso, ativo ou inerte, constitucional ou inconstitucional, relevante ou irrelevante, lógico ou ilógico, certo  ou errado, individual ou coletivo, dispensável ou indispensável, com censura ou sem censura, amputado ou não, defensor dos direitos do doente ou limitador da prescrição não sei.
Apenas me limito a cumprir o estipulado mesmo que esteja errado, seja inadequado ou

inaceitado.
Todavia, não posso deixar de manifestar a minha opinião sendo que a vida do doente não pode depender da funcionalidade de um cartão e a profissão médica no ato da prescrição não pode ficar coartada se o cartão não funcionar.

Como tenho fé, acredito na inteligência humana e no bom senso espero que este método de prescrição termine rapidamente e que a fiscalização do ato médico de prescrição encontre outra forma de controlo que não seja a da aberração do cartão.

(*) Doutorada em medicina



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:50
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O nascer de uma flor

FLORBELA.png

Por: Florbela Gil

 

Já viram que coisa mais linda?    Olhem, que crescida está!              

Brevemente iremos vê-la,com suas pétalas abertas, para receber os raios de sol, ou receber as gotinhas da chuva............os dias passaram e a flor desabrochou........ E assim fiquei olhando para ela, linda de morrer........depois o entardecer do dia, beija a flor, e ela vai fechando, devagarinho as suas pétalas, como quem abraça quem ama, para mais uma noite dormir....

Qualquer nascer é lindo, desde o nascer do sol, nascer da lua, mais lindo é o nascer duma... Flor.....Bela!
Nasceu hoje uma flor para alegrar o jardim dos nossos leitores, espero que gostem do que vos irei dar.


publicado por Noticias do Ribatejo às 07:48
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Cumplicidades

ANAFONSECA.jpeg

 Por: Ana Fonseca da Luz

 

Cumplicidades

 

Não chores!
A tua tristeza contagia-me.
Começo por olhar-te, depois humedecem-me os olhos, e acabamos por dividir as lágrimas.
Quando as dividimos a dor parece-nos mais amena…
Talvez seja só impressão.

Não chores!
Um dia, quem sabe, em vez de lágrimas, não partilhamos tudo aquilo que hoje nos é proibido.
Como se tudo fosse pecado…
Como se fosse pecado, tentar percorrer o nosso caminho, tirando beleza das pequenas coisas que o mundo, desinteressadamente, põe ao nosso dispor e nós, por burrice, ou medo, deixamos de viver, de usufruir.
Gosto que me ensines coisas.
Gosto de partilhar segredos.
Gosto, de às vezes, chegar ao fim de uma conversa contigo e reparar que não aprendemos nada de novo, nem tu nem eu, mas que aproveitámos o tempo tão bem, como se não houvesse amanhã.

Por isso, não chores!
Juro-te!
Prometo-te!
Brevemente, brevemente, iremos até lá!
Tu sabes onde…
Repara bem, como é a nossa amizade!
Falo-te com meias palavras, com reticências, com frases meio ditas e, mesmo assim, percebes tudo o que te quero dizer, como se me adivinhasses, como se fosses um bocado de mim.
Sabes como se chama isto que nos une?
Cumplicidade…

Deixa estar!
Não chores!
Como diz a Ana Fonseca da Luz, no seu livro, “Um dia, ainda vamos ser muito felizes”…

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:45
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POESIA: QUEM DERA

ALEXANDRA.jpg

Por: Maria Encarnação Alexandre

 

QUEM DERA

 

Quem dera ser a nuvem passageira

Desejada num dia de calor

Que traz sombra e frescura na canseira

Que traz o esconderijo pró amor

 

Quem me dera pudesse ser inteira

Pintura em tela branca de pintor

Ou ser da fresca chuva companheira

Quando cai leve em pétalas de flor

unnamed.jpg

Quem dera ser a água cor de prata

Caindo plas encostas em cascata

Em louca e desvairada foliada

 

E seguisse serena a entoar

Suave melodia rumo ao mar

Entre sulcos rasgados da levada

 

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:30
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