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Quarta-feira, 5 de Julho de 2017
PROGRAMAÇÃO “Verão In.Str… é um espanto!”

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PROGRAMAÇÃO “Verão In.Str… é um espanto!”

Semana de 07 Julho a 13 Julho 2017

 

Até 23 de setembro há festa garantida no Centro Histórico de Santarém. O projeto “Verão In.Str... é um espanto!”, que teve início no dia 21 de Junho, já foi premiado duas vezes como o melhor evento cultural a nível local pela Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.

 

Arte Urbana vai estar em grande destaque na sexta-feira, sábado e domingo, 7 a 9 de julho. Quatro artistas vão pintar murais colocados na Praça Marquês Sá da Bandeira (Lg. Seminário), Largo Pe. Francisco Nunes da Silva (Lg. Pe. Chiquito), Rua Pedro Canavarro, Praça Visconde Serra do Pilar (Praça Velha) e Jardim Portas do Sol.

 

As ruas do centro histórico vão voltar a ter animação no próximo sábado, 8 de julho, a partir das 10h30. É mais um evento In.Tradição, que conta com a participação do Rancho Folclórico Danças e Cantares Ribatejanos de Santarém.

 

Para começar a preparar um fim de semana relaxado, a AMA, Associação Movimento Aberto, e a Federação Portuguesa de Yoga oferecem uma aula de Yoga no Jardim Portas  Sol, às 11h00. Mais um evento que faz parte do In.Movimento.

 

No mesmo jardim, e também a partir das 11h00, decorre uma Animação Desportiva para Crianças, que conta com a participação da DECATHLON.

 

Na livraria “Aqui há Gato”, eleita recentemente a terceira preferida dos portugueses, acontece mais uma Oficina de Arte ao fim da manhã de sábado. A partir das 12h00 há “Construção de Catavento”.Uma oportunidade para as crianças a partir dos 4 anos construírem um catavento para brincarem nas férias.

 

Seven Domains Lda vai realizar a festa “Sunset Hello Santarém” no Jardim Portas de Sol, no sábado, dia 8 de julho, às 17h30, com muita música e uma passagem de modelos. A Seven Domains é uma empresa vocacionada para o turismo e a produção de eventos.

 

III Ciclo de Órgão de Santarém prossegue no domingo, dia 9 de julho, com um Recital Barroco por André Ferreira, na Igreja da Piedade, às 18h00. Este evento faz também parte do programa de Recitais Comentados 2017, que se estende até Outubro. Programa: “Flores de Música”, de Manuel Rodrigues Coelho.

 

Círculo Cultural Scalabitano vai descer à Ribeira de Santarém com a construção teatral Correio: Entre o Ribatejo e a Estremadura. 125 Anos de um Jornal, um espetáculo que assinalou o aniversário de um dos jornais mais antigos do país: o Correio do Ribatejo. Participam o Coro, o Ballet e o Veto Teatro Oficina. O espetáculo será dividido em duas partes, sendo a primeira no próximo dia 11 de julho, às 22h00, na Praça Oliveira Marreca, a poucos metros da casa onde João Arruda viveu, e a segunda parte, no dia seguinte, 12 de julho, também às 22h00 e no mesmo local. A ação começa em 1867 com o “Nascimento de João Arruda”.

 

Quinta-feira, 13 de julho, volta a estar em destaque o projeto In.Downtown, que envolve os comerciantes do centro histórico e a abertura das lojas até às 23h00. O horário alargado do comércio é acompanhado por vários eventos que irão animar alguns locais do centro histórico. Assim, na LivrariaAqui Há Gato há “Histórias ao Luar” às 21h30; Pedro Santos Rosa começa a tocar às 22h00 no Largo Padre Francisco Nunes da Silva (Largo Padre Chiquito); à mesma hora, na Praça Visconde Serra do Pilar (Praça Velha) atuam Alexandre Caipira e Luís Vale; a Magia de Barata Merlin estará presente na Rua Capelo Ivens, junto ao Posto de Turismo, às 22h00; na mesma rua, mas uns metros à frente, começa, também às 22h00, um Atelier de Artes a cargo da loja Árvore da Vida, junto à Igreja de S. Nicolau. E é tudo quanto a animações fixas. Quanto a volantes, o grupo de artes circenses Human'Artpercorrerá as ruas do centro histórico, também a partir das 22h00.



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:22
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Começo por elogiar o trabalho dos bombeiros, elementos da ANPC, GNR, Forças Armadas, e de todos os demais agentes de proteção civil, entidades com especial dever de cooperação em proteção civil, bem como todos os voluntários envolvidos, sem esquecer a população. 
Não podemos esquecer que a proteção civil começa na população, nem que ao longo de décadas pouco, muito pouco tem sido feito para sensibilizar a população nesse sentido. Estou certo de que todos deram o seu melhor, embora por vezes o seu melhor não seja suficiente face à exigência e adversidades da situação. 

RESPONSABILIDADE EM PROTEÇÃO CIVIL 
1.    Encontrei casas e aldeias destruídas, muitas delas repletas de santos que não os salvaram. E encontrei uma aldeia de ingleses, sem santos, mas com bocas de incêndio, extintores, uma significativa faixa de contenção à volta da propriedade, em que nenhuma casa ardeu. Ouvi desabafos de alguém que teve capacidade económica para ir a Fátima ver o papa, mas que não teve recursos económicos para mandar limpar o mato e cortar árvores em redor das casas, ou instalar um sistema de combate a incêndios. Não somos seguramente um povo com cultura de segurança, temos claramente uma inversão de prioridades nas nossas vidas. 
2.    Como é possível que Castanheira de Pera e Pedrogão Grande não tenham os planos de defesa da floresta aprovados? Como é possível que não tenham plano operacional? Como é possível que não tenha sido ativado o PMEPC? Onde está a responsabilidade autárquica em tudo isto?  
3.    Enquanto existirem quintas e por exemplo se ativarem corporações do extremo oposto da quinta para não ativar os meios da quinta vizinha que está mesmo ali ao lado, arderá sempre mais do que poderia arder. Não faz sentido que se ative a Nazaré antes de ativar outros mais próximos, só porque já não pertencem ao mesmo distrito. 
4.    Seria interessante alguém investigar o que é, como funciona, e quais as competências instaladas, e avaliação do trabalho desenvolvido no SMPC de Pedrogão Grande, e já agora em todos os outros municípios do país, aparentemente uma falácia QUASE total e QUASE transversal, aparentemente em muitos casos com pseudo técnicos, que privilegia essencialmente ligações políticas e de amizade em detrimento de competências efetivas.
Há concelhos que nem sequer têm constituída a Comissão Municipal de Proteção Civil, ou que não funciona, e / ou onde não têm lugar aqueles que querem dar o seu contributo, importa que a CMPC deixe de ser algo facultativo e passe a ser obrigatória, bem como a inclusão de todas as entidades que possam concorrer para fins de proteção civil, pelo que aqui faço um apelo ao Governo nesse sentido. 
5.    Seria interessante alguém tentar perceber porque têm alguns SMPC uma rede rádio municipal de proteção civil e outros não.
6.    Considero que o Sistema de Gestão Operacional (SGO) não tem de ser dos bombeiros, mas sim transversal a todos os agentes de proteção civil e entidades com especial dever de cooperação. 
7.    Creio que está por explicar o fenómeno natural ou antrópico que "difundiu" o incêndio por tantas frentes de fogo em tão curto espaço de tempo e a distancias tão consideráveis.
8.    Teria sido importante e mais económico colocar logo na primeira hora helicópteros de observação no ar, ou drones, para observação do desenvolvimento da situação e interdição das vias em que houvesse risco para a circulação. Os meios existem, não compreendo porque não foram usados, a menos que o nível local não os tenha ativado para o teatro de operações, pois nestes cenários não há olhos que em terra vejam tanto como do ar. Mas sei também que ´+e mais fácil ver e lembrar quando se está de fora, porque se tem uma visão diferente e tempo para raciocinar. 

COMUNICAÇÕES 
9.    É minha plena convicção de que os dois sites móveis da ANPC apresentados em 20 de Janeiro de 2016 estavam e estão operacionais, eventualmente ninguém se lembrou dos ativar para o teatro de operações em Pedrogão Grande.
10.    As antenas em uso nos rádios portáteis SIRESP em meio urbano já são inadequadas face à insuficiência de TBS (Tetra Base Station ou seja retransmissores ou a que vulgarmente chamam antenas retransmissoras), quanto mais em meio florestal onde deveriam usar antenas de 1/4 de onda completo, e não helicoidal. 
11.    As antenas das viaturas são inadequadas para meio florestal, onde deveriam estar a usar antenas de 5/8 de onda, face à insuficiência de cobertura da rede. Observa-se ainda que em inumeros casos as antenas estão instaladas em locais incorretos nas viaturas. 
12.    Nas bases observamos antenas económicas, por vezes até interiores, que impossibilitam o contacto a maior distancia em modo local DMO (Direct Mode Operate) quando ardem, são interrompidas, ou são furtadas as linhas de dados. Isto não é admissível numa rede de emergência. 
13.    Aparentemente há inúmeras TBS que por falta de manutenção quer dos andares de potência de radiofrequência, quer  dos recetores, com potência de emissão e sensibilidade de receção abaixo do projetado, o que reduz ainda mais a cobertura, e consequentemente o alcance das comunicações.
14.    A cobertura da estação móvel deslocada para o local no domingo de manhã era inferior a 1/3 das necessidades face à extensão dos teatros de operações.
15.    Existem na GNR duas viaturas que poderiam ter sido um contributo importante na ligação operacional ao posto de comando, especialmente pelo facto de possuírem link móvel entre SIRESP e VHF Banda Alta, contudo não foram mobilizadas para o terreno, eventualmente por esquecimento. 
16.    A falta de rádios portáteis de VHF Banda Alta, eventualmente devido a falta de manutenção devida à moda do SIRESP, impossibilitou parcialmente que usassem em toda a sua plenitude como rede redundante os repetidores de VHF Banda Alta que se considerar-mos o B-Lousã, B-Candeeiros, e B-Estrela, asseguravam a comunicação em quase 100% dos teatros de operações. Mas podiam ter usado mais os rádios de VHF banda alta das viaturas, o que não aconteceu eventualmente devido à desabituação causada pelo uso do SIRESP.
17.    O posto de comando possui rádio de HF que possibilitaria com uma das viaturas do RSB-Lisboa assegurar pelo menos uma Equipa de Reconhecimento e Avaliação de Situação de toda a área com garantia de cobertura total ou quase total, mas tal não aconteceu porque quer do lado da ANPC quer do lado do RSB não existia no local ninguém capaz de operar com aqueles equipamentos. Refira-se que existem muitos daqueles equipamentos de HF na ANPC, GNR, e RSB, muitos dos quais nunca foram usados e provavelmente "morrerão" sem alguma vez terem sido usados, por falta de formação de operação. 
18.    Por exemplo, no quartel sede do GIPS na Ameixoeira em Lisboa, há cerca de 5 anos a antena de HF partiu-se, e ainda hoje está para ser substituída. Numa sub-unidade do GIPS na zona de Porto de Mós - Leiria, o rádio de HF nunca funcionou porque faltam componentes. 
19.    Uma das viaturas de comunicações do GIPS somente foi usada em exposições, pois por deficiência de instalação, ou caducidade dos cartões de telefone de satélite, aquele meio não está operacional. 
20.    A ANPC tem repetidores móveis de VHF, pelo menos um que chegou a ser usado em exercícios simulando avaria do repetidor local. Este equipamento deveria existir em pelo menos 18 viaturas todo o terreno em Portugal continental, ou em alternativa ser colocado em helicópteros para assegurar as comunicações, mas as tais 18 viaturas não existem, e nunca ocorreu a alguém na estrutura colocar o repetidor no ar suportado por um helicóptero.
No tempo em que se usava o VHF banda baixa nos bombeiros e Cruz Vermelha havia viaturas com repetidores móveis e havia sempre comunicações, mas aqui a ANACOM tem uma quota parte de responsabilidade, porque não licencia repetidores móveis. 
21.    A CRUZ VERMELHA não aderiu à moda do VHF Banda Alta, e nem ao SIRESP, e tem por isso a melhor rede de comunicações de emergência do país, contudo prestes a ser também desmantelada porque devido ao reduzido numero de utilizadores de banda baixa, o mercado já quase não disponibiliza este tipo de equipamentos, o que gerou inclusivé situações de monopólio do negócio com casos de aparente corrupção dentro da própria instituição. 
22.    O atual Secretário de Estado da Administração Interna, quando ainda era seu adjunto o atual presidente da ANPC, na sequência de uma reunião havida com a associação a que presido, acautelaram e muito bem a existência de rádios de VHF de Banda Alta em todos os veículos de combate a incêndios, pois incluíram essa obrigatoriedade no diploma que regula a tipificação desse tipo de veículos, contudo por exemplo o RSB-Lisboa não cumpre. 
23.    Ao longo dos últimos 12 anos  eu próprio em reunião com representantes dos diversos grupos parlamentares da assembleia da republica, alertei para as vulnerabilidades do SIRESP, mas todos sem exceção me ignoraram e optaram por confiar no operador. Cheguei mesmo a alertar pessoalmente o chefe de Gabinete do SEAI do anterior Governo, e o atual SEAI, este último foi o único que teve alguma iniciativa. 
24.    A formação em comunicações de emergência e catástrofe não existe, somente formação para comunicações quotidiana, ministrada por quem mal sabe para si. Os especialistas de comunicações de emergência e catástrofe são deixados à margem, pois os lugares são geralmente ocupados em muitos casos por licenciados em telecomunicações, mas que não fazem a menor ideia do que são as necessidades efetivas da emergência ou de um cenário de catástrofe face aos que a tecnologia e os mercados disponibilizam, por vezes até soluções muitíssimo mais económicas e fiáveis do que as adotadas. 
25.    Toda a estrutura de comunicações de segurança, emergência, e até de defesa está desadequada da realidade, há por exemplo na defesa pelo menos uma força que usa rádios de amador para uso profissional militar, tendo sido ludibriados com a norma Mil STD810, também aqui existiam rumores de casos de promiscuidade entre certa empresa e certo ramo das forças armadas, recentemente alvo de descobertas similares. 
26.    O SIRESP tal como está instalado serve apenas para redes de transporte de mercadorias, nunca para segurança, emergência, e muito menos para acidentes graves ou catástrofe por falta de fiabilidade da ligação entre TBS e alimentação elétrica, bem como pela limitação do número de canais disponíveis. O SIRESP é hoje menos fiável do que a rede de telemóveis que em muitos casos já tem feixes hertzianos entre BTS´s.
27.    Estranho muito que ninguém co-responsabilize a ANACOM pelo estado atual da rede SIRESP. Recordo-me de que ainda há poucos anos quando reuni com a Sr.ª Diretora de Gestão de Espectro, me fora sugerido que a associação que eu então presidia (o Conselho Português de Proteção Civil) aderisse ao SIRESP, ao que respondi que nunca enquanto eu presidisse o CPPC tal aconteceria, e enumerei as vulnerabilidades aberrantes do sistema em causa, criticando a inercia e ignorância daquele instituto ao compactuar com a situação real. 
28.    Não creio que o sistema nacional de proteção civil resolva o seu problema de comunicações com a prata da casa deixando de fora os melhores especialistas no assunto. Um destes especialistas, em minha opinião o melhor dos melhores, até é do distrito de Leiria, mas visto como um louco porque não tem uma licenciatura e anda com carros cheios de antenas, o João Plácido é nas comunicações de emergência e catástrofe uma espécie de Professor Xavier Viegas no estudo do fogo e dos incêndios, mas ignorado porque não veste fato e gravata. 
29.    Considero um erro crasso que exista uma rede operacional de Bombeiros e não uma rede operacional de proteção e socorro, transversal a todos os intervenientes na proteção e socorro. A hierarquização das comunicações faz-se com disciplina que só pode resultar da formação transversal a todos, e não de barreiras que custam vidas, tais como a falta de comunicação entre diferentes entidades em tempo útil, enquanto assim for continuaram a ferir-se ou morrer inevitavelmente operacionais no terreno.
30.    O SIRESP não falhou apenas em Pedrogão Grande, falha todos os dias em todo o país por cobertura muito aquém do publicitado. Falhou em Fátima aquando da visita do Papa, mas o assunto foi abafado. 
31.    Muitos foram os operacionais que recorreram ao telemóvel onde não havia SIRESP e havia rede GSM. Isto acontece quotidianamente nas forças de segurança, bombeiros, e INEM, o que faz com que grande parte do tráfego de emergência e socorro passe por telemóvel, a questão que se coloca é, e se os operacionais por um dia deixassem o telemóvel em casa? Ou e se um dia houver um "apagão" nas redes de telemóvel? 
32.    Imagine-se isto em caso de SISMO precedido de Tsunami em Lisboa, nenhum dos principais agentes de proteção civil possui uma rede alternativa ao SIRESP, estas tem vindo a ser desmanteladas, como gerirá por exemplo o INEM, a PSP, ou a GNR os seus meios de socorro?


Não tenho o desejo de apontar o dedo a quem quer que seja, mas sim de despertar a consciência de tantos quantos possível. 

A proteção civil não é o que somos, é o que fazemos. 
Nenhuma entidade ou serviço é proteção civil se nada de proteção civil fizer.
Nenhuma entidade faz algo em proteção civil, a entidade é somente um nome, quem faz, se o fizer, são pessoas, eventualmente apoiadas por equipamentos e, são de facto muito poucas as pessoas que fazem proteção civil. A proteção civil é uma atividade desenvolvida pelo Estado, e o estado é um território de fronteiras internacionalmente reconhecidas e aceites, o seu povo, e um governo por si democraticamente eleito, logo o artigo 1º da Lei de Bases de Proteção Civil já é em minha mera opinião um perfeito despautério. 

Digo eu, que não percebo nada disto!

 
João Paulo Saraiva 
Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional 


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:20
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Terça-feira, 4 de Julho de 2017
IPSantarém é o melhor politécnico Medalheiro no Troféu Universitário de Clubes

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Politécnico conquistou 25 medalhas nove de ouro, nove de prata e sete em bronze, obtendo um total de 991 pontos

 

O Instituto Politécnico de Santarém alcançou durante a época de 2016/2017 a sua melhor marca, na tabela de resultados do Troféu Universitário de Clubes, um destaque muito positivo naquele que é o resultado das melhores participações nas várias provas da Federação Académica do Desporto Universitário.

 

Ao todo, pontuaram para este Troféu 88 clubes e o Politécnico de Santarém apurou-se para o 12º lugar, com um total de 991 pontos. No prémio Medalheiro foi o melhor politécnico da tabela, ao atingir o 9º lugar em 67 clubes, conquistando 25 medalhas, nove de ouro, nove de prata e sete em bronze.

 

O diretor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior do IPSantarém, João Moutão, refere que “o Troféu Universitário de Clubes é o resultado das melhores participações nas várias provas da Federação Académica do Desporto Universitário e como tal, é de felicitar os 97 atletas e respetivos treinadores que, em 14 modalidades, representaram o IPSantarém. Parabéns a todos e continuação de muitos sucessos desportivos e académicos.”



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:11
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INVESTIGAÇÃO NOS CONCHEIROS DE MUGE VAI CONTINUAR

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O complexo mesolítico dos Concheiros de Muge vai continuar a ser investigado por uma equipa de especialistas da Universidade do Algarve, através de um projeto financiado pelo Earthwatch Institute.

 

O Centro Interdisciplinar em Arqueologia e Evolução do Comportamento Humano ICArEHB) daquela Universidade conseguiu financiamento para um inédito projeto de investigação.

 

O projeto focará a transição entre as últimas sociedades de caçadores-recolectores e as primeiras comunidades agricultoras da região e é o primeiro projeto em Portugal apoiado pelo Earthwatch Institute, um organismo ambientalista sem fins lucrativos que está presente em mais de 40 países.

 

Entre 2018 e 2020, cidadãos não especialistas podem colaborar com uma equipa multidisciplinar, liderada pelos investigadores Nuno Bicho, Célia Gonçalves, João Cascalheira e Lino André e participar nas atividades de escavação e análise dos materiais arqueológicos provenientes de um dos maiores concheiros da Europa.

 

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos soube apoiar nos últimos anos os trabalhos do Professor Nuno Bicho, viabilizando a sua continuidade, quando escasseavam os meios financeiros colocados ao seu dispor. Essa parceria permitiu contributos daquele investigador para o reforço do espólio municipal do período mesolítico, a elaboração de artigos publicados na Revista Magos subordinados a esta temática e, ainda, assegurar visitas aos concheiros por parte da nossa população em momentos em que decorriam trabalhos de escavação.



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:09
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FESTAS EM HONRA DE S. SEBASTIÃO

 

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Casais Lagartos vai estar em Festa durante todo o fim de semana.

 

 

Os Casais Lagartos vão receber a tarde da próxima sexta-feira, dia 7 de julho, com a Abertura dos Festejos em Honra de São Sebastião.

 

A tradicional Picaria está marcada para o dia 8 de julho. Se não puder estar nos Casais Lagartos às 16h00, pode assistir à segunda picaria do dia que se inicia às 20h00.

 

Para além dos excelentes petiscos que o restaurante oferece todos os dias, sempre a partir das 20h00, pode aproveitar as noites amenas para assistir aos espetáculos musicais – na sexta-feira será a Geração XII a subir ao palco da Festa, no sábado a Banda Antecipação e o DJ Tiago Pechorro e no domingo, dia 9 de julho, o Duo Borges e Nelson encerram os Festejos.

 

Para quem gosta de praticar exercício, a organização propõe que comece o domingo com uma caminhada. Neste dia terão lugar os pontos altos dos Festejos religiosos – a Missa e Procissão com início marcado para as 17h00



publicado por Noticias do Ribatejo às 20:06
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Câmara de Azambuja atribuiu 22.170,00 euros de subsídios às IPSS

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A Câmara Municipal de Azambuja realizou a cerimónia de entrega dos subsídios regulares às Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de todo o município. A iniciativa teve lugar no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no dia 03 de julho de 2017.

Esta atribuição – no valor global de 22.170,00 euros – foi uma das deliberações na reunião de câmara realizada no passado dia 06 de junho. Trata-se de um apoio financeiro que tem por objetivo combater as necessidades sociais relacionadas com situações de carência material como pobreza, pobreza envergonhada e fome, bem como fazer face a compromissos financeiros. Os valores são apurados de acordo com o número de utentes servidos por cada uma dessas IPSS. Para as instituições que apresentam menor volume de atividade foi definido o valor mínimo de mil euros.

A lista de verbas (que foram entregues em cheque nesta sessão) é a seguinte:

  • Centro Social Paroquial de Azambuja – 5.630,00 euros
    · Centro Social Paroquial de Aveiras de Baixo – 1.000,00 euros
    · Centro Social Paroquial de Aveiras de Cima – 3.750,00 euros
    · Centro Social Paroquial de Alcoentre – 1.000,00 euros
    · Santa Casa da Misericórdia de Azambuja – 4.240,00 euros
    · Casa do Pombal "A Mãe" – 1.000,00 euros
    · Ass. Centro de Dia 3ª Idade N. Senhora do Paraíso – 1.000,00 euros
    · Casa do Povo de Manique do Intendente – 1.000,00 euros
    · Cerci Flor da Vida – 3.550,00 euros


publicado por Noticias do Ribatejo às 14:58
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Bombeiros Voluntários de Alcoentre comemoram o seu 81º Aniversário

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A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcoentre, no Concelho de Azambuja, prepara-se para comemorar mais um aniversário. A associação assinala o seu 81º aniversário de atividade e de dedicação ao lema “Vida por Vida”.

 

O programa festivo tem como data de início o dia 8 de julho, com um jantar de Gala e uma Sessão Solene, pelas 20h00. No dia 9 de julho, às 10h00, está marcada a formatura e em seguida a romagem ao cemitério. O dia termina com um concerto da Banda da Associação, pelas 17h00, na sua sede.

 

Ainda no âmbito da comemoração dos 81 anos desta corporação, realizar-se-á no dia 19 de julho, pelas 17h00, o Concerto de Aniversário pela Banda da Associação. A iniciativa terá lugar no Salão Polivalente da Associação.



publicado por Noticias do Ribatejo às 14:57
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Festival Bike Portugal - Festival Internacional da Bicicleta, Equipamentos e Acessórios e Salão de Ciclismo Profissional

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A 14ª edição do Festival Bike Festival Bike Portugal – Festival Internacional da Bicicleta, Equipamentos e Acessórios e Salão de Ciclismo Profissional, decorre de 06 a 08 de Outubro no Centro Nacional de Exposições, em Santarém, e promete ser, uma vez mais, o centro das atenções do sector.

 

O evento é o espaço privilegiado para conhecer as novidades do mercado e um ponto de encontro para todos aqueles que de forma profissional, desportiva ou de lazer se encontram ligados a este ramo.

 

O certame é a referência do mercado nacional e tem como objectivo realçar as marcas e as empresas nacionais e internacionais que operam nesta área.  Importadores, lojistas, distribuidores, organizadores de eventos, comunicação social, atletas profissionais e amadores, e muito público interessado, transformam o Festival Bike num evento único e incontornável.

 

A qualidade e a diversidade de produtos em exposição, a oportunidade de apresentação de novos modelos de bicicletas, equipamentos e acessórios, o envolvimento de empresas e entidades promotoras da Bicicleta enquanto meio saudável para a prática desportiva ou para momentos de lazer, têm contribuído para o crescimento sustentado do Festival Bike. 

 

De realçar o aumento da participação de entidades ligadas ao Turismo: regiões de turismo de Portugal e Espanha, autarquias, hotéis, organizadores de eventos, encontram no Festival Bike um importante meio de divulgação das suas atividades e conceitos.

 

Estes indicadores revelam a importância da Bicicleta numa perspectiva económica e sócio-cultural, que muito tem contribuído para a criação de riqueza e mais-valias, associadas à qualidade, criatividade, inovação e tecnologia. 

 

O evento conta com vários sectores em exposição como Associações, Centros de Estágio, Clubes, Comunicação Social, Federações e Outras Entidades Oficiais, Ginásios, Hotelaria e Ecoturismo, Importadores e Fabricantes, Lojas de Bicicletas e Equipamentos, Organizadores de Eventos Desportivos, Parques Desportivos e Centros de Férias, Suplementos Alimentares, Taças e Troféus e Vestuário, entre outros.

 

Recorde-se que ao longo dos anos, a feira e a respetiva presença de expositores tem acompanhado a evolução do mercado e as tendências nacionais e internacionais registadas no sector. A este facto não será alheia a estabilização da área efectiva ocupada (7.385 m2) e do número de expositores presentes (138 – 24 empresas estrangeiras), assim como do número de visitantes (25.650, incluindo mais de 4.000 profissionais do sector). 

Horários

 

Sexta-feira, 6 de Outubro: 10h00 às 17h0 (Profissionais)

Sexta-feira, 6 de Outubro: 17h00 às 20h00 (Público)

Sábado, 7 de Outubro: 10h00 às 20h00 (Público)

Domingo, 8 de Outubro: 10h00 às 20h00 (Público)



publicado por Noticias do Ribatejo às 14:55
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23 medalhas para a Viver Santarém no Campeonato Distrital de Categorias e Absolutos

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As piscinas municipais de Rio Maior durante 3 dias, 30 de junho, 1 e 2 de julho, foram palco do Campeonato Distrital de Categorias e Absolutos, prova organizada pela ANDS e que contou com a participação de 169 nadadores (97 masculinos e 72 femininos), em representação de 14 clubes.

 

A Viver Santarém fez-se representar por 9 nadadores do escalão de Infantis (Afonso Lopes, Afonso Silva, Gonçalo Mendonça, Guilherme Coutinho, João Ferreira, Miguel Cotrim, Raquel Louro, Rita Cruz e Rui Alves), acompanhados pelo técnico Tiago Simões. Os nadadores da Viver Santarém estiveram mais uma vez em muito bom nível obtendo excelentes classificações, melhorando praticamente todos os seus tempos e conseguindo alguns TAC’s para o Campeonato Nacional. Foi sem dúvida um excelente Campeonato para a Viver Santarém que alcançou total de 23 medalhas (10 de Ouro, 7 de Prata e 6 de bronze) apenas com um escalão em competição, INFANTIS.

 

No setor masculino, em provas individuais, destacaram-se os nadadores:

 

Luis Afonso Lopes conquistou um total de 10 medalhas;

 

1º Lugar (Medalha de Ouro) nos 100 Bruços, 200 Bruços, 400 Livres, 4x100 Livre e 4x200 Livres.

2º Lugar (Medalha de Prata) nos, 200 Mariposa, 1500 Livres, 200 Estilos e 4x100 Estilos.

3º Lugar (Medalha de Bronze) nos 200 Livres e 100 Mariposa.

 

Rui Chagas Alves conquistou um total de 8 medalhas;

 

1º Lugar (Medalha de Ouro) nos 4x100 Livres e 4x200 Livres.

2º Lugar (Medalha de Prata) nos, 200 Livres, 100 Livres, 100 Mariposa e 4x100 Estilos.

3º Lugar (Medalha de Bronze) nos 200 Estilos e 400Livres.

 

Guilherme Pereira Coutinho conquistou um total de 5 medalhas;

 

1º Lugar (Medalha de Ouro) nos 4x100 Livres e 4x200 Livres.

2º Lugar (Medalha de Prata) nos 4x100 Estilos.

3º Lugar (Medalha de Bronze) nos 1500 Livres.

 

Afonso Miguel Silva conquistou um total de 2 medalhas;

 

2º Lugar (Medalha de Prata) nos 4x100 Estilos.

 

Miguel Monsanto Cotrim conquistou um total de 3 medalhas;

 

1º Lugar (Medalha de Ouro) nos 4x200 Livres e 4x100 Livres.

Ainda a nível coletivo e nomeadamente na estafeta masculina foram alcançados excelentes resultados.

 

A equipa constituída por Miguel Cotrim, Luis Lopes, Guilherme Coutinho e Rui Alves sagrou-se campeã distrital nos 4x100 Livres e 4x200 Livres.

A equipa constituída por Afonso Silva o, Luis Lopes, Guilherme Coutinho e Rui Alves sagrou-se vice campeã distrital nos 4x100 Estilos.

 

No setor feminino, Rita Carriço Cruz conquistou um total de 5 medalhas sendo, 1º Lugar (Medalha de Ouro) nos 400 Livres, 800 Livres, 100 Mariposa, 200 Mariposa e 400Estilos e 3ºLugar (Medalha de Bronze) nos 200 Livres.

Raquel Canelas Louro conquistou um total de 2 medalhas, fazendo 2º Lugar (Medalha de Prata nos 200 Costas e 3ºLugar (Medalha de Bronze) nos 100Costas.



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:10
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Catarina Salgueiro Maia declara apoio público ao BE Santarém

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Precisamos de uma cidade viva, precisamos de maior transparência!” refere Catarina Salgueiro Maia declarando o seu apoio público à lista de cidadania onde se empenham os bloquistas.

Segundo a candidatura “o apoio de Catarina Salgueiro Maia reforça o nosso entusiasmo”. “Uma cidade viva é um dos valores por que se têm empenhado as numerosas pessoas, independentes e não só, que partilham o projeto”. Ao “colocarmos a cidadania no centro da vida autárquica pretendemos isso mesmo – uma cidade viva onde a opinião das pessoas conte na construção das soluções”.

A “transparência e participação pública é o quarto laço de cidadania e afeto por Santarém”, por isso, segundo a candidatura, "as e os eleitos serão porta vozes desse desiderato em ferramentas como o Orçamento Participativo."

 



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RECOLHAS DE SANGUE E MEDULA EM TORRES NOVAS

As reservas de sangue nos hospitais são mais baixas em tempo de Verão. Há centenas de doentes à espera de dador de medula compatível com urgência para se salvarem.

A Associação de Dadores de Sangue de Torres Novas não pode ficar alheia a estas causas. No próximo sábado, 8 de julho, entre as 09h00 e as 13h00 iremos promover uma recolha de voluntários para dadores de medula óssea e em simultâneo pode fazer a sua dádiva de sangue.  A recolha decorre naSede da Associação de Dadores, na Avenida Dr. João Martins de Azevedo, nº 37, em Torres Novas. 

 

As recolhas serão efetuadas por Brigadas do Centro do Sangue e da Transplantação de Lisboa do Instituto do Português do Sangue e da Transplantação IP.

Nas recolhas de sangue e inscrições para doações de medula óssea podem participar todos os cidadãos saudáveis com mais de 18 anos e até aos 65 anos.

A Associação apela à participação de todos os dadores e incentiva quem ainda não experimentou para o fazer.

Quem dá recebe sempre mais!



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:08
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Nadadores Almeirinenses conquistam 4 títulos de Campeões Distritais e 31 medalhas

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Os Campeonatos Distritais de Verão de Infantis B e A, Juvenis e Absolutos (Juniores e Seniores), em Piscina longa, realizaram-se em Rio Maior no fim-de-semana de 30 de Junho a 2 de Julho. Esta prova foi disputada por 169 nadadores que representaram 14 Clubes de todo o Distrito de Santarém.

Nestes Campeonatos a Associação Vinte Quilómetros de Almeirim fez-se representar por uma equipa constituída por 15 nadadores (7 Infantis, 6 Juvenis e 2 Juniores) que conquistaram 31 medalhas: 4 Títulos de Campeões Distritais, 10 Títulos de Vice-Campeões Distritais e 17 Medalhas de Bronze.

No sector masculino da categoria de Juvenis destacou-se o nadador João Marques ao sagrar-se Campeão Distrital na prova de 200 Livres. Nas 10 provas que disputou, este nadador conquistou um quarto lugar e 9 Medalhas: o título de Campeão Distrital já referido, três títulos de Vice-Campeão Distrital (100 Costas, 100 Bruços e 400 Estilos) e cinco Medalhas de Bronze (100 Livres, 400 Livres, 50 Costas, 200 Costas e 200 Estilos).

Gonçalo Cristóvão, Infantil A, sagrou-se Campeão Distrital ao vencer a prova de 200 Costas. Este atleta ainda conquistou o título de Vice-Campeão Distrital na prova de 100 Costas e a Medalha de Bronze na prova de 100 Livres.

No escalão abaixo, Infantil B, David Martins conseguiu um excelente 3º lugar na prova de 100 Livres ganhando assim a respectiva Medalha de Bronze.

No género feminino da categoria de Infantis, o grande destaque vai para a nadadora Beatriz Bento (Infantil A) que se sagrou por duas vezes Campeã Distrital ao ganhar as provas de 100 e 200 Livres. Beatriz Bento também conquistou três títulos de Vice-Campeã Distrital (400 Livres, 800 Livres e 200 Estilos) e ainda conquistou três Medalhas de Bronze nas provas de 100 Mariposa, 200 Mariposa e 200 Bruços. Também em Infantis A, a nadadora Gabriela Duarte conquistou dois títulos de Vice-Campeã Distrital nas provas de 100 e 200 Bruços.

Ainda no sector Feminino, mas na categoria de Juvenil, a nadadora Filipa Fitas sagrou-se Vice-Campeã Distrital na prova de 200 Mariposa e conquistou a medalha de Bronze na prova de 800 Livres.

A estafeta de Juvenis formada pelas atletas Ana Patrícia Oliveira, Carolina Pisco, Filipa Fitas, e Maria Inês Paveia conquistaram ainda cinco Medalhas de Bronze nas provas de 4 x 50 Livres, 4 x 100 Livres, 4 x 200 Livres, 4 x 50 Estilos e 4 x 100 Estilos.

Os nadadores David Martins, Gonçalo Cristóvão, Gustavo do Canto e Tomás Victal formaram a estafeta de Infantis que conquistou um brilhante 3º lugar na prova de 4 x 100 Livres.

Os restantes atletas João Almeida, Pedro Jorge, Manuel Andrade e Joana Sousa também tiveram uma excelente prestação nestes Campeonatos.



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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
NERSANT e Município de Mação unidos pelo empreendedorismo
Está já em vigor o protocolo de cooperação celebrado entre a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém e a Câmara Municipal de Mação. O objetivo é a facilitar a criação e instalação de empresas e empreendedores neste concelho.
 

A assinatura do protocolo aconteceu a 30 de junho, na cerimónia de inauguração do Centro de Negócios de Mação, um investimento de 700 mil euros que pretende criar condições quer para a consolidação de alguns negócios/empresas já existentes quer, mas sobretudo, para o surgimento de novas empresas e empreendedores, que aqui podem encontrar o espaço adequado a preços reduzidos e de forma imediata para o início da sua atividade.

Este centro de negócios, por ser constituído por três edifícios autónomos, possibilita a instalação de empresas e negócios mais industriais, tecnológicos, de serviços, de prestadores serviços, de armazéns de várias tipologias e consequente diversidade de negócios.

No âmbito deste protocolo já em vigor, assinado pelo Vice-Presidente da Direção da NERSANT, Domingos Chambel, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Mação, Vasco Estrela, a NERSANT, enquanto entidade líder no apoio ao empreendedorismo, deverá dar apoio técnico ao recém-inaugurado Centro de Negócios de Mação, mas também às empresas e empreendedores do concelho, disponibilizando recursos técnicos para apoiar as empresas implementadas, mas também para ajudar na implementação de empresas no mercado, garantindo ainda o seu crescimento sustentável nos primeiros anos de produção.

Disseminar junto das empresas existentes ou a criar, ideias que negócio que visem promover o investimento no concelho; estruturar possíveis candidaturas conjuntas no âmbito do quadro comunitário Portugal 2020; realizar ações de formação para colaboradores de empresas do concelho, de acordo com as necessidades destas e dentro das que se encontram disponíveis no seu Plano de Formação; dinamizar a integração de estágios qualificados nas empresas do concelho; e apoiar e difundir a promoção turística da região, no âmbito da marca Viver o Tejo são as atividades a que a NERSANT vai dar corpo neste território. Para tal, a associação vai disponibilizar elementos da sai equipa técnica para atendimento personalizado, uma vez por semana, em espaço a disponibilizar pelo Município.



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Domingo, 2 de Julho de 2017
Crianças de Hoje

MARINAMALTEZ

Por: Marina Maltez

 

 

Crianças de Hoje

 

 

A Declaração Universal dos Direitos das Crianças foi proclamada a 20 de Novembro de 1959. Tem como base e fundamento direitos como a liberdade, estudos, brincar e conviver socialmente. Estabeleceram-se à data dez princípios que não podem ser desrespeitados por nenhum ser humano.

Mas se hoje ser criança é banal, noutros tempos esta era uma faixa etária cuja utilidade seria reduzida ao trabalho e auxílio no sustento da família, daí que em 1989 as Nações Unida tenham adoptado uma Convenção sobre os Direitos das Crianças, documento que Portugal adoptou a 21 de Novembro de 1990.

Esta Convenção assenta em quatro pilares fundamentais:

- a não discriminação;

-o interesse superior da criança;

- a sobrevivência e desenvolvimento;

- a opinião da criança.

Mas mesmo após o estabelecimento e entrada em vigor deste dois documentos em 2000 a ONU cria mais dois protolocos procurando impedir o tráfico e venda de crianças bem como o envolvimento destas em conflitos armados. E documentos à parte, todos sabemos que em pleno século XXI os direitos das crianças não estão devidamente salvaguardados. No Médio Oriente mal o seu corpo lhes permite a mobilidade não é um brinquedo que lhes dão, mas uma arma. E diariamente vemos imagens de miúdos que deveriam estar a aprender a ler e a escrever a proferir palavras de morte num ódio sem justificação e num claro assinar a sua própria sentença de óbito.

Em Portugal vivemos (como já é nosso costume) iludidos que isto só acontece lá fora. Nestas dimensões drásticas, sim. Mas por várias cidades do país a droga, a mendicidade e a prostituição infantil continuam a ser um flagelo sem solução à vista. São os filhos do nada, crianças e jovens sem visibilidade que vendem o corpo para encher os bolsos de alguém. Basta recordar o escândalo Casa Pia, que no fundo não passou disso: um escândalo registado em toneladas de papel sem que se apurasse a verdade. Ou melhor, pelo menos aquela verdade cabal, toda e não meia dúzia de peixes muito miúdos num mar de tubarões.

Em terras lusas efectivamente não damos armas de verdade às crianças (se bem que pessoalmente abomino mesmo quando são brinquedos ou jogos em que até há muitas vidas e que a meu ver apenas estimulam a agressividade, mas se um professor pedir um livro é acusado de querer levar os pais à bancarrota, o filho pede uma pistola, um arco e flecha e é promovido a futuro herói da família). Não, não damos armas às nossas crianças. Mas também as usamos em conflitos. Camuflados claramente e com a suprema intenção de defender o superior interesse da criança. Os termos, as palavras até são bonitas, mas já dizem os mais antigos “De boas intenções está o Inferno cheio”. O conflito que talvez afecte mais o país será porventura o divórcio. Não que este não deva existir, de todo. Ainda bem que os tempos se mudaram e é possível corrigir erros cometidos pelo Homem. Escolher mal o companheiro/a tornou-se quase tão banal como beber um café, não apreciar a moagem, a intensidade e assim mudar de marca. O mesmo não se pode aplicar quando existem filhos. Mãe é mãe. Afirmam uns. Mas os pais também têm direitos. Proclamam outros. Ambos certos. E ambos errados se não tiverem em conta que no meio estão as crianças.

Ele cerrou o pequeno punho, o corpo tremia de um acumular de emoções que nem ele sabe ainda descrever. Sente apenas, mas também não sabe como as há-de sentir ou gerir. Fechou o punho, bateu na mesa e entre lágrimas gritou “Estou farto desta guerra, das bocas entre pai e mãe. De andar de um lado para o outro e não saber como devo estar”. “Vocês não percebem que assim nunca vou ser feliz?”.

Sem Título

 

 

Talvez os adultos nunca o percebam. Não a este miúdo que é apenas um entre tantos. Talvez os adultos não percebam que uma coisa é quando termina o amor pelo outro, quando a união chega ao fim. Outra coisa completamente diferente são os filhos que continuadamente são usados como arma de arremesso. “Não podes ir ao pai porque no papel está que só podes de 15 em 15 dias”. “Não podes ligar ao teu filho porque assim perturbas o nosso quotidiano”. “A culpa disto tudo é da tua mãe”. Palavras tóxicas que envenenam a mente das crianças, que lhes distorcem as emoções, que as levam a viver num mundo de faz de conta que está tudo bem quando pior não podia estar, porque crescem sem qualquer estrutura familiar, psicológica e sem noção do certo ou errado.

Separei-me quando a minha filha tinha apenas 2 anos. O primeiro objecto que lhe comprei foi um telemóvel, daqueles que na altura a TMN lançou para os filhos puderem ligar apenas ao pai e à mãe (não sei se não seria bom ter esse modelo de volta…). Porque ela tinha o direito de falar com o pai. Porque o pai tinha o direito de falar com a filha. Se foi um divórcio fácil? Pelo contrário. Mas acima de tudo, cada um de nós estancou o sangue das feridas, amorteceu a dor e fomos pais. Se somos exemplo? Não teremos certamente essa presunção.

Mas do tanto que ouço fico feliz pela nossa sanidade mental e por pensarmos sempre que haja o que houver somos pais e pela nossa filha a nossa união parental existirá sempre.

Perturba-me quando vejo uma criança atender um telefonema do pai olhando de soslaio para a reacção da mãe. Perturba-me quando ouço um pai criticar uma mãe. Alguns sem ter a noção do que é ser pai e mãe 24 sobe 24 horas, porque ser progenitor (independentemente do sexo) de fim-de-semana é fácil. São 48 horas, passam num instante.

E ainda me perturba mais que dois adultos (supostamente) num dia tenham decidido trazer uma vida ao mundo e algum tempo depois façam de tudo para a arruinar apenas para atingir o outro.

Depressão, ansiedade, insucesso e abandono escolar, comportamentos desviantes, são apenas alguns dos caminhos que estes filhos da guerra parental seguem, na esperança de ter nalgum lado o apoio e a paz que os pais não dão. E não. Não estou a ser cruel ou exagerada. Infelizmente ser professor tem esta semelhança com a vocação de padre: os alunos confessam. Não os seus pecados. Mas as consequências dos pecados alheios.

O que tem que mudar? Legislação, mentalidades, mas acima de tudo fazer com que o “superior interesse da criança” não passe de um conjunto de palavras bonitas e seja mesmo a realidade.

 



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O silêncio de um abraço…

ANAGRACIOSA

Por: Ana Graciosa

 

 

O silêncio de um abraço…

 

A quem já nada importa, e... muito menos se se ganha ou se perde, tudo começa a ser indiferente e já quase nada tem interesse.

Será que não?

Talvez!…

E se fosse um abraço no silêncio?

Daqueles que falam, sossegam, protegem, amparam e… deixam respirar bem no fundo!

Aqueles que ao encostar a cabeça num ombro, se assemelha ao ficarmos, como se estivéssemos no paraíso…

Dos que conseguem passar da mensagem gestual para verbal, num:

Shiuuuu! Abraça-me simplesmente!  

Gosto de ti!

Preciso de ti!

Amo-te!

Desejo-te!

Perdoo-te!

Que saudades!

Preciso urgentemente do silêncio de um abraço…

Não traduzível em palavras, somente daqueles que se sente. Se possível, parecido ao de quando era garota…

Sim… Sei que continuo a ser aquela garota rebelde, transformada numa mulher sensata e ponderada.

Não há mesmo forma alguma de traduzir, quer abraços, quer silêncios.

Mas… Será que se consegue descrever o silêncio de um abraço?

Será um momento, em que as palavras não têm lugar?

Um vazio que se preenche numa linguagem não verbal?

Onde tudo se encaixa e tudo se torna, menos infinito e incompreensível?

Há gestos, que nada nem ninguém, conseguem descrever o que só um abraço contém.

Assim como, há palavras que que não conseguem dizer ou transmitir o que queremos e … onde há silêncios que dizem tudo…

 

 



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História da avó Placidina

FLORBELA

Por: Florbela Gil

 

 

Após a morte do meu pai, minha mãe, teve que me pôr, assim como os meus irmãos a trabalhar no campo. Íamos apanhar, lumiscos (erva para os coelhos), espigas de trigo para malhar, tirar o trigo, assim dava para trocar por pão. Íamos apanhar bolota para vender. Tudo o que desse para vender e trocar por alguma comida. 

 
Fui crescendo, passando alguma fome, mas, todos muito unidos. Muita vez,  a minha mãe não comia, para que os filhos pudessem comer mais alguma coisa. Dizia para ela":- não come mãe?" -"já comi, comam vocês". Dizia ela. Era mentira, eu sabia.
 
Tinha por volta de doze anos, já sabia fazer tudo numa casa, minha mãe ensinou-me a serzir meias (remendar, os buracos) fazia-mos serão á luz do candeeiro a petróleo. Era até doer a vista, até já não conseguir ver as malhas caídas. As senhoras ricas, queriam as meias bem remendadas. Era mais um dinheiro que entrava para comer.
 
Mas continuavamos a passar mal.
A minha mãe, resolveu ir embora da aldeia, para ir servir para Cascais. Eu era a mais nova, levou-me com ela. Fomos para casa de uns senhores ricos, com uma casa enorme como eu nunca tinha visto na minha vida, com móveis e cortinados, e estatuetas lindas, com casa banho, foi nessa altura que vi uma sanita pela primeira vez. Sim porque a nossa casa banho era no palheiro.
 
Minha mãe fazia a comida, limpava a casa e eu ajudava. E assim aprendi como era a vida sem passar fome, sendo criada de servir. Mas passado um ano, as saudades dos outros filhos apertavam, e minha mãe foi vê-los, deixando-me no lugar dela. Não aguentei estar sozinha numa casa grande, e com patrões exigentes, eu era uma menina, e exigiam de mim muito. Fui embora também. Voltei para casa.  Lá fui eu trabalhar para o campo. Para a roça. Uma amiga de minha mãe disse que precisavam duma criada para uma casa grande, e que os patrões eram muito bons, em Lisboa.
 
Lá vamos nós. Lisboa. Chegamos. Falou com os senhores combinou tudo, deixou-me e foi embora. Estava lá um cachopo todo ranhoso. Tive medo dele, e não quis lá ficar. Ele metia-me medo. Fuji. Mas sem dinheiro para voltar para casa, tive que andar a pedir esmola na rua. Sabia que tinha uma prima a viver perto, na rua da Graça, procurei e lá me indicaram a casa. Ela acolheu-me, fiquei a cuidar da neta. Nessa altura deu-se uma revolução em Lisboa, eu só chorava com medo. 
 
Então minha prima enviou um telegrama á minha mãe a dizer que me ia mandar para casa. 
Vim de comboio até Vale Figueira, lá estava o meu irmão esperando por mim,  com uma burra, para eu não ir a pé para casa.
 
Mais uma vez, voltei para o trabalho do campo. Desta vez a mondar ( tirar as ervas daninhas) . 
Pedi á mãe para me deixar ir á escola, queria saber escrever meu nome e ler alguma coisa. Ela deixou. Só dei o livro da primeira classe. Mas ela achava que era perder tempo. Saí. Fui guardar cabras, um dia irritei-me com uma cabra e mordi nas orelhas dela. 
 
Zangada disse á mãe que não queria aquela vida. 
 
Mais uma vez fui embora, para servir de criada, numa casa em Santarém. Nessa casa servi sete anos. Já era uma mulher....... 
 
 
 
Continua......meus amigos leitores, acreditem, ainda há tanta coisa para vos contar sobre a minha avó. Muitas delas é de rir, outras de chorar. Esperem por mais episódios.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:50
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Tatuagens

ANAFONSECA

Por: Ana Fonseca da Luz

 

 Tatuagens

 

Conhecemo-nos um dia, na imensidão da solidão que nos rodeava e quando pensávamos que tínhamos esgotado todas as palavas, todos os lamentos, todos os fins de tarde matizados de lilases e azuis e quando a esperança era apenas uma palavra de nove letras, que se deveria escrever, sempre, com letra maiúscula.
Olhámo-nos com a espectativa a escorrer-nos dos olhos e disfarçando o medo de sentirmos em simultâneo, um sentimento a que os poetas, esses ilustradores das palavras, dão o nome de amor.
Já ambos tínhamos amado, desamado…
Já ambos tínhamos sido gloriosamente felizes e perdidamente infelizes. 
Já ambos conhecíamos a amargura das palavras que são pronunciadas quando o amor acaba ou, simplesmente, quando adormece nos nossos corações.
Já ambos estávamos esgotados de lutar contra moinhos que só nós víamos.
Só nós sabíamos o sabor que tinha a perda, a ingratidão e o silêncio.
Talvez fosse por isso que os nossos olhos, sofredores de grandes guerras, se tivessem prendido e falado coisas que só no silêncio se dizem.
A verdade é que foi um momento de perfeita comunhão. 
Um momento único, que para sempre ficou tatuado na parte mais profunda das nossa almas.
Mas, faltava-nos, a ambos, aquela palavrinha mágica das nove letras, que se chama esperança.
Por isso, eu parti no teu coração quando te afastaste e tu ficaste prisioneiro do meu, até ao dia em que a vida nos puser, outra vez, na mesma estrada e a desilusão tiver dado lugar de novo ao encantamento.
A selar aquele dia, ficou um beijo dado de fugida, ao canto da boca, e o adeus que não dissemos.



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:45
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