Sendo o turismo um dos setores de atividade que mais tem crescido a nível nacional, a NERSANT decidiu realizar em Torres Novas, um encontro para o qual está a convidar todas as empresas desta área do Ribatejo, no sentido de debater as problemáticas associadas ao setor na região.
No encontro, que vai decorrer a partir das 10h00 do dia 15 de novembro, será analisado o mercado do turismo no Ribatejo, bem como as perspetivas de intervenção das associações empresariais e setor público na dinamização e potenciação desta atividade.
Para além de uma sessão, onde serão debatidas estas temáticas com as empresas do setor, realizam-se ainda mesas temáticas, que têm como objetivo debater e analisar temas mais específicos, nomeadamente "Restauração e Gastronomia como fator de atração turística", "Hotelaria, Turismo de habitação e turismo rural - Novas tendências e desafios" e "Animação turística - como valorizar/potenciar".
No final do Encontro Viver o Tejo, a NERSANT irá elaborar um documento com as expetativas do setor para o seu desenvolvimento, bem como a intervenção futura para potenciar o turismo na região do Ribatejo.
Os interessados em participar no evento devem efetuar inscrição no portal da NERSANT, em www.nersant.pt. A inscrição de empresas associadas da NERSANT e de empresas participantes no Melhor Turismo 2020, é gratuita. As restantes empresas que pretendam inscrever-se têm um custo de participação de 25 euros

Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense celebra aniversário com desfile e almoço dançante.
Fundada com estatuto de coletividade em 4 de outubro de 1904, a Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense (SFIP) assinala 113 anos de dedicação à promoção e ao ensino da música. Para celebrar a data, os músicos vão percorrer a vila de Pontével na manhã de dia 5 de outubro, feriado nacional.
A festa de aniversário vai continuar no dia 15 de outubro, domingo, com um almoço dançante, na sede antiga da SFIP. O almoço começa a ser servido às 13h00 e o Duo Novo Ritmo é o convidado para animar a tarde – convide o seu par para a pista de dança e mostre que estão prontos para ganhar o prémio reservado ao melhor par dançante.
Programa
Percurso no dia 5 de outubro
Rua Afonso Henriques – Praça Serpa Pinto – Largo do Mosteiro – Rua Luís Duarte – Coreto – Grupo Desportivo de Pontével – Coreto – Rua da Liberdade – Travessa da Liberdade – Largo do Ferro – Rua dos Combatentes – Rua Magalhães Lima – Coreto
Almoço dançante no dia 15 de outubro
13h00– Início do Almoço
14h30 – Baile

Por: Florbela Gil
Fazer vida, ter uma família, em Portugal, nem sempre foi fácil para alguns, o sonho de ter algo melhor, de poder dar á família o que não tiveram, ainda nos dias de hoje existe.

Por: Ana Fonseca da Luz
- Está melhorzinha?
Encolheu os ombros, com dificuldade e respondeu-me, numa voz quebrada e sem vida:
- Estou à espera…
- Está à espera da enfermeira? Quer que a chame?
- Não. Estou à espera da morte. Importa-se de esperar comigo?
Fiquei sem palavras, sem forças, sem saída…
Não respondi com palavras, apenas acenei com a cabeça em sinal afirmativo.
Puxei um banquinho que estava perto e sentei-me ao lado da cama.
A sua solidão, naquele momento, era a sua única companhia e ninguém deveria, nunca, morrer sozinho.
Apertei-lhe a mão com um pouquinho mais de força, para que soubesse que eu estava presente e ela, indelevelmente, apertou a minha.
Impressionante como a sua cara mudou. Pareceu-me mais serena ou apenas menos sozinha.
Não sei quanto tempo passou. Ali fiquei, até que adormecesse… ou partisse…
Quando finalmente saí do hospital, levava a alma apertadinha de tanta tristeza, de tanto medo…
Tinha tantas lágrimas dentro de mim que, durante algum tempo, não consegui conduzir. Fiquei dentro do carro, aguardando que as forças me voltassem e que as lágrimas me secassem nos olhos.
No outro dia, à mesma hora, voltei ao hospital para visitar o meu doente.
Um nó invisível apertava-me o estômago e aquele corredor da morte pareceu-me interminável.
Na cama onde no dia anterior uma mulher teimava em viver, cheia de vontade de morrer, estava agora um homem recostado em almofadas, sorridente, à espera que o viessem buscar, porque tinha tido alta.
Passamos a nossa vida à espera. Sempre à espera de qualquer coisa.
Ora à espera de morrer, ora à espera de viver…

Por: Antonieta Dias (*)
A exigência na melhoria do acesso à inovação, aos produtos e tecnologias mais adequados para combater a doença passa pelo uso das tecnologias aplicadas de forma racional, segura e eficaz.
Sem dúvida que a sustentabilidade de um sistema credível para cuidar melhor o doente, obriga a investir em tecnologia, em incentivar os profissionais, em dar liberdade de escolha nas opções terapêuticas e a ter uma política do medicamento baseada na evidencia científica.
Obviamente que nenhuma adesão à terapêutica, funciona se não existir credibilidade médica, empatia profissional, ambiente institucional que assegure as condições de promoção e investimento neste modelo de prestação de serviço à comunidade.
Certo é que a saúde é o segundo maior gasto público da comunidade, logo depois das despesas com a proteção social (19,2%).
Em 2015, os dados do Eurostat, revelam que Portugal gastou 6,2% do PIB em despesas da saúde, um valor bastante abaixo da média europeia.
A União Europeia despendeu 7,2% do PIB na saúde [cerca de 1,5 bilhão de euros], o que faz com que o nosso país tenha gasto 1% a menos do que o total do bloco.
Os países que lideram a tabela são a Dinamarca (8,6%), a França (8,2%) e a Áustria e a Holanda (ambos com 8,0%), sendo que abaixo se situa o Chipre (2,6%), a Letónia (3,8%), a Roménia (4,2%) e a Grécia (4,5%). “O ranking é bastante diferente quando os montantes gastos são comparados com a população de cada estado-membro. Em média, em 2015, as despesas com saúde ascenderam a 2.076 euros por habitante na União Europeia”, refere também o relatório.
Segundo o Eurostat, os países europeus que gastaram mais de 3.000 por habitante foram o
Luxemburgo (4112 euros), a Dinamarca (4094 euros), a Holanda (3194 euros), a Suécia (3170
euros), a Áustria (3149 euros), a Irlanda (3138 euros) e o Reino Unido (3020 euros).
Em relação aos que desembolsaram menos, destacam-se alguns países de Leste da Europa
Central, como por exemplo a Roménia (340 euros), a Bulgária (343 euros), a Letónia (468
euros), a Polónia (520 euros), o Chipre (532 euros) e a Hungria (592 euros), cujos gastos
foram abaixo de 600 euros.
Se em 2015 o financiamento do SNS se tinha ficado nos 8,65 mil milhões de euros (mais
0,4%), no ano anterior este valor subiu 3,1% para os 8,93 mil milhões de euros.
Segundo o estudo, desenvolvido pela Nova Information Management School (Nova IMS), da Universidade Nova de Lisboa, o financiamento do SNS subiu 3,1% e a despesa cresceu 1,2%, menos do que tinha acontecido em 2015.
“Com base na definição do mesmo estudo para calcular o índice de sustentabilidade é necessário avaliar não só a qualidade dos cuidados de saúde na perspetiva dos cidadãos, mas também os indicadores disponíveis sobre a qualidade técnica do SNS, a atividade registada e a despesa.
Sob o ponto de vista da atividade, o estudo indica que aumentou o número de doentes
atendidos tanto nos hospitais como nos serviços de saúde primários, mas esta subida
terá sido mais significativa nos cuidados primários (2,1%).”
A Sustentabilidade do SNS está baseadas em três responsabilidades:
1-Responsabilidade Social
2-Responsabilidade Ambiental
3- Responsabilidade Económica
Na conjugação destes três pilares, se a base for de vidro pode falar -se da transparência político social, de partilha de responsabilidades, de seriedade e cumprimento do dever de cidadania.
Sem dúvida que existem algumas mudanças sociais que poderão representar a chave de sustentabilidade, com a parceria da prestação de cuidados informais.
Todos sabemos que o Estado não tem qualquer possibilidade de manter a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde sem o apoio das Famílias e dos cuidadores.
O risco da Insustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde(SNS) é enorme. Para o minimizar há que quebrar o desiquilíbrio entre crescimento forte da despesa pública e crescimento débil da economia.
A distração ou improdência política tem ignorado os sinais preocupantes da situação financeira do SNS, que mantém um crescimento excessivo da fatura dos medicamentos, os défices crescentes dos hospitais, o aumento incomportável da despesa de pessoal, etc..
A sustentabilidade técnica científica passa pela capacidade de prestar os cuidados de saúde necessários à população, pela capacidade financeira, pela capacidade de pagar os cuidados que queremos dar a população e pelo que estamos dispostos a sacrificar para garantir os consumos necessários a um investimento na qualidade dos cuidados de saúde que a população merece.
A sustentabilidade passa ainda pela reflexão e investimento de quanto estamos dispostos a sacrificar de outros consumos para ter mais cuidados de saúde?
Estruturalmente temos que pensar que os Cuidados de Saúde, num modelo de exigência de qualidade implica um aumento do financiamento para que a sustentabilidade seja garantida e naturalmente uma revisão do PIB, sem os quais não teremos capacidade de pagar os cuidados de saúde aos cidadãos.
Importa, ainda referir que será preciso abdicar de “algo” selecionando o que é dispensável em benefício de um investimento real e efetivo que se coadune com o crescimento previsível das despesas em saúde e do Rácio.
Apesar da despesa pública da saúde representar um enorme peso para a economia, os portugueses precisam de ter a certeza que existe sensibilidade e vontade real de manter e garantir a sustentabilidade deste sistema.
Assim, só com uma distribuição mais adequada do PIB é que é possível garantir o Financiamento do Serviço Nacional de Saúde desde que o crescimento das transferências do Orçamento do Estado para o SNS não agrave o saldo das Administrações Publicas.
Elementos cruciais como a taxa de crescimento do PIB , os problemas da sustentabilidade das contas publicas, as dificuldades orçamentais exercem forte pressão sobre a despesa em cuidados de saúde feita pelo Estado.
Se mantivermos as medidas administrativas como estão, permaneceremos em perigo eminente de rotura.
Em suma, a descredibilização dos mecanismos de controlo, o acumular das dividas do Estado, a reentrada nos ciclos de orçamento rectificativos são o fluir da areia movediça, que conduzirá ao aumento da fragilidade do sistema politico-financeiro português.
Todavia existem outros caminhos, que podem ser implementados a médio prazo para aumentar a economia e criar os mecanismos de crescimento da procura, o ajuste da oferta existente, os quais passarão por uma racionalização e reestruturação dos subsistemas de saúde, pela promoção de hábitos saudáveis, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos, por uma melhor gestão da saúde, com medidas assertivas da política do medicamento, rigor na avaliação económica dos gastos, cuja meta será a procura da eficiência e da melhoria da taxa de crescimento, necessárias para assegurar a manutenção e a sustentabilidade do SNS.
Sem promoção da prevenção da doença e investimento na educação para a saúde, não conseguimos economizar na saúde.
(*) Prof.Doutora na Faculdade de Medicina do Porto

Por: Ana Graciosa
Quem...
Sou alguém que não encontras por aí... Sim, pode dizer-se que sou diferente,
Sou alguém que não se entrega facilmente... Mas se me entregar, certamente será para sempre...
"Todos" julgam que me conhecem... mas, no fundo, não me "mostro" a ninguém...
Vivemos num Mundo de máscaras... Sim, também tenho a minha...
Não mudo a mando de ninguém... Só mudarei por alguém que mereça a pena e que eu queira,
Sou uma empática por natureza... E moldo-me a feitios,
No fundo, tudo o que quero é viver sem barreiras, paz, sossego, tranquilidade e tudo a que tenho direito, o que tantas vezes, é tão fácil e tão difícil... Quero ser eu própria...
Sorrir sem medos, poder dizer que sou Feliz...
Vivo a lutar para esse dia chegar e nunca mais acabar...
E, aos poucos assim o faço... Não... Não sou eu a mudar...
Transformo-me perante a vida e os momentos.
Às vezes posso ser incógnita e fria como um iceberg... Outros...
Muitos só vêem a parte que está à "tona de água",
Nunca abri o coração, jamais demonstrei a minha verdadeira alma... O meu verdadeiro ser...
São raros os que realmente me conhecem... E mesmo assim, não completamente...
Os que conhecem o que sou, assim o quiseram e fizeram para que isso fosse possível ...
Não sou de agradar... Sou o que sou e não vou mudar, por nada e jamais por ninguém.

Amanhã, dia 23 de Setembro, pelas 20H00, Pedro Santana Lopes estará presente no Jantar de Candidatura de Ricardo Gonçalves, no CNEMA, em Santarém.
Há vários anos focada no apoio à internacionalização das empresas do Ribatejo para o mercado marroquino, a NERSANT volta a organizar em novembro uma mostra promocional em Casablanca.
Esta ação promocional realiza-se entre os dias 13 e 16 de novembro e irá contar com o apoio, entre outras entidades, da Câmara do Comércio, Indústria e Serviços de Portugal em Marrocos. A mostra terá um carácter multissetorial, e nela serão apresentadas, junto de contatos institucionais e empresas locais, as potencialidades da região do Ribatejo bem como as suas empresas.
O evento realiza-se no âmbito do Export Intelligence, projeto de apoio à internacionalização de empresas que a associação está a dinamizar. Este projeto, apoiado pelo COMPETE 2020 no âmbito do SIAC, tenciona alavancar o aumento das exportações da região para o mercado de Marrocos, atrair investimento para o Ribatejo e apresentar o potencial da região e do seu tecido empresarial.
O espectáculo MASTODONTE, que estreou no Teatro Nacional D. Maria II em outubro de 2016, chega dia 30 de setembro, pelas 21h30, ao palco do Teatro Sá da Bandeira para uma apresentação única em Santarém.
Um espectáculo em 3 atos de Óscar Silva e Ricardo B. Marques que escreve livremente a partir da ópera Tannhäuser de Wagner, bem como da peça Minetti de Thomas Bernhard. Nestas referências encontramos como personagens principais um ator envelhecido no fim da sua vida, em Minetti, e em Tannhäuser um cantor que hesita entre o divino e o mortal. Em MASTODONTE, a coincidência destes personagens acontece no intérprete Óscar Silva que, retomando Minetti, refaz o seu percurso como se este pudesse ter novamente um corpo jovem e lhe fosse permitido voltar a jogar com toda a experiência que o tempo lhe possibilitou. Da ópera importa a utopia e o sonho, a projeção poética que Tannhäuser coloca no seu conflito entre céu e terra.
Esta peça interpretada por Óscar Silva e Ágata Pinho é sobre a insatisfação de um homem-ator que quer sempre mais um personagem. A figura central de MASTODONTE é um ator que olha para o seu trabalho enquanto fala com a sua musa, interpretada por Ágata Pinho, uma hipótese de mulher ideal que o escuta e interpela.
Nos projetos em que Óscar Silva e Ricardo B. Marques trabalham juntos existe sempre um elemento comum a todos eles, a demarcação do tempo concreto e presente do teatro. Em MASTODONTE esta construção é feita através da sistematização da linguagem. Todo esse universo é trazido ao presente através da palavra do intérprete, numa relação com a composição sonora, manipulada em tempo real por Cristian Vogel.
A lotação é limitada, as reservas são feitas através do email tsbgeral@gmail.com ou do número 243 309 460. Os bilhetes estarão à venda na bilheteira do Teatro Sá da Bandeira uma hora antes do espetáculo.
Competitividade e rigor marcam o trabalho da secção de Atletismo da Casa do Povo de Pontével.
A época 2017/2018 está mesmo a começar e para quem quer obter resultados de excelência ou para aqueles que simplesmente querem praticar desporto numa associação que junta vitórias a desportivismo, a secção de Atletismo da Casa do Povo de Pontével, pode ser o melhor lugar para se estrear na modalidade ou retomar os treinos.
Em dia de reflexão, um grupo de fadistas irá oferecer uma noite de fado cuja receita reverte a favor das obras da delegação de Alenquer da Cruz Vermelha, no Carregado.
O serão tipicamente ribatejano terá lugar no dia 30 de setembro, a partir das 20h00, na sede do Rancho Folclórico do Carregado. Para além do fado, haverá uma ementa recheada de boas iguarias e petiscos regionais.
O objectivo dos voluntários da Cruz Vermelha é a recuperação do espaço da antiga Escola Primária da Torre que foi cedido pela Câmara Municipal de Alenquer para acolher a delegação do Carregado. A associação presta serviços no âmbito da emergência médica e cuidados de saúde.
O cartaz apresenta na guitarra o trio Alberto Corga, José Carlos Marona e Francisco Maximiano que irão acompanhar vozes como Anabela Jorge, Maria Veneno, Eduardo Tereso, Carmem Santos, António Pepe, Catarina Foguete, José Manuel Duarte, Elisa Viana e Francisco Pedro. Todos os fadistas actuam graciosamente.
A produção e apresentação estará a cargo de Nelson Silva Lopes e a receita reverte na íntegra para a Cruz Vermelha.
As marcações de mesas e reservas devem ser feitas nas Pastelarias "Os Norbertos" e "Pãozinho da Quinta"; na Farmácia Varela, Quiosque da Avenida, na Associação da Torre e na delegação da Cruz Vermelha. Cada pessoa faz um donativo de 15 "pensos".

Associação de Natação do Distrito de Santarém, com o apoio da Câmara Municipal de Tomar e da União de Freguesias da Serra e Junceira, organiza em 24 de Setembro de 2017, na praia fluvial de Vila Nova- Serra de Tomar, a XXVIII TRAVESSIA DE TEMPLÁRIOS.
Esta prova de águas abertas poderá ser nadada na distância de 1500 metros (aberta a populares e atletas federados) e na distância de 5000 metros (apenas para nadadores federados).
Realce ainda para a prova dos 5000 metros pelo facto de fazer parte do X Circuito Nacional de Águas Abertas da Federação Portuguesa de Natação, onde se aguarda a participação dos melhores nadadores nacionais que disputam este circuito.
As provas terão início às 11H00 (1500 metros) e 11H45 (5000 metros)

Foi em 1987 que Carlos Moisés e Paulo Bizarro se juntaram numa quinta nos arredores de Tomar para formar uma banda. A Quinta do Bill ganhou vida própria e rapidamente se tornou num grupo incontornável da música portuguesa. Este ano, a banda comemora 30 anos de carreira e assinala este incrível marco de longevidade com um concerto especial no dia 25 de novembro, na Casa da Música (Porto).
Intitulado 30 anos de Canções e Afetos, o espetáculo que a Quinta do Bill prepara será uma oportunidade única para revisitar o percurso do grupo. “São três décadas de muitas viagens, de aventuras, de peripécias, de encontros com diferentes culturas transportados para canções que sempre fizeram questão de ousar misturar a inquietude das palavras com as emoções do seu tempo”, assim resume a banda o que a moveu ao longo do seu notável percurso.
E são muitos os temas que a banda criou que fazem parte da nossa memória coletiva. Canções divididas entre a magia da folk e a garra do rock que atravessaram gerações. São disso exemplo Os Filhos da Nação, Se te amo, Voa ou No Trilho do Sol. Há ainda A única das amantes ou a contagiante Senhora Maria do Olival.
“Mas não é simplesmente evocar o passado que suscita este espetáculo. Mais do que isso, urge encarar o presente para projetar uma visão de futuro. É isso que nos motiva subir ao palco: transmitir o nosso olhar sobre o mundo, mas celebrando a vida”, explica a Quinta do Bill. É por isso que Faz bem falar de amor ou Rir, como cantam no seu mais recente álbum, “Todas as Estações” (2016).
A grande festa está marcada para o final de novembro, mas a banda tem vindo a celebrar estas três décadas de carreira desde o início do ano com atuações ao vivo um pouco por todo o país. E por onde tem passado, tem oferecido ao público espetáculos inesquecíveis. Um dos momentos altos da tour dos 30 anos aconteceu em julho, em Tomar, cidade-berço do grupo, onde milhares de fãs e amigos fizeram questão de encher por completo a Praça da República.
Agora, a Quinta do Bill volta à invicta cidade do Porto, onde há três anos, na emblemática sala do Coliseu, comemorou os 20 anos do álbum “Os Filhos da Nação”, numa noite mágica que teve em palco a companhia da Banda Sinfónica Portuguesa. Foi também no Porto, na última noite de 2013, que a banda deu outro concerto marcante. Na tradicional festa de passagem de ano, o grupo atuou na Avenida dos Aliados para 100 mil pessoas.
A Universidade da Terceira Idade do Conselho de Azambuja (UTICA) já prepara o novo ano letivo que se avizinha. Assim, as inscrições para 2017/2018 vão estar abertas entre os dias 25 de setembro e 06 de outubro de 2017. As instalações da UTICA situam-se no Páteo Valverde, em Azambuja, e funcionam de segunda a quinta-feira das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 15h00, e à sexta-feira entre as 09h30 e as 12h30.
Esta universidade poderá ser frequentada por todas as pessoas de ambos os sexos, que tenham mais de 50 anos de idade e saibam ler e escrever. Os valores a pagar são simbólicos, com uma jóia única de € 2,00 e uma propina mensal de € 1,00 por disciplina.
As áreas a desenvolver vão desde as Línguas, à Informática, passando pela História, a Geografia, o Direito e a Psicologia, mas também a Atividade Física, a Música, o Canto, o Teatro ou as Artes Plásticas, entre outras. No modelo de funcionamento desta universidade, é de destacar que não serão ministrados cursos, nem serão atribuídas classificações, e o número de disciplinas a frequentar é livre. Os objetivos são fomentar o convívio, a partilha de vivências e uma aprendizagem ao longo da vida; promover a saúde física, mental e relacional entre os participantes, melhorando a sua qualidade de vida; e, ainda, incentivar o voluntariado e o empenho cívico solidário na comunidade.
Os alunos têm ainda oportunidade de participar em concursos de grupos musicais, de teatro e de cultura geral, assim como integrar visitas de estudo e muitos momentos de convívio.
Recorde-se que a UTICA-Universidade da Terceira Idade do Concelho de Azambuja faz parte da RUTIS (Rede de Universidades da Terceira Idade) e nasceu de um protocolo de parceria estabelecido há cerca de dois anos entre a Câmara Municipal de Azambuja e a Santa Casa da Misericórdia de Azambuja.
A Gala de Eleição do Rei e Rainha das Vindimas do Concelho do Cartaxo decorreu na noite de 16 de setembro. Apesar da temperatura baixa e de algum vento, o público chegou cedo e não arredou pé até conhecer os jovens eleitos – mais de mil e trezentas pessoas de todas as idades mantiveram o ambiente de festa ao longo da noite e expressaram o apoio aos candidatos.
No palco que a Câmara Municipal ergueu na Praça 15 de Dezembro para receber a Gala, desfilaram muitas Histórias de Emoção – de anteriores candidatos, que abriram o espetáculo com a coreografia que lembrou as tradições vitivinícolas do concelho, passando pelo vídeo evocativo a Vítor de Sousa ou pelo testemunho de Mariana Carvalho, recentemente eleita 1.ª Dama de Honor na Eleição da Rainha das Vindimas de Portugal, muitos foram os momentos que emocionaram os participantes e arrancaram longos aplausos ao público.
Mas foram os momentos finais, quando os apresentadores Ana Bernardino e Gonçalo Patrício, fizeram ouvir os nomes dos eleitos, que a emoção tomou conta do palco e da plateia. Oleksander Skakun, da freguesia de Vila Chã de Ourique e Joana Azenheira, de Pontével, foram os jovens coroados Rei e Rainha das Vindimas 2017. Filipe Caeiro, também de Pontével e Joana Catarino da União de Freguesias do Cartaxo e Vale da Pinta, foram eleitos Primeiro Pajem e Primeira Dama de Honor, respetivamente. Rodrigo Carvalho, da freguesia de Vale da Pedra e Francisca Amorim de Vila Chã de Ourique, foram a escolha do júri para Segundo Pajem e Segunda Dama de Honor.
O candidato de Pontével, Filipe Caeiro, recebeu também o Prémio Vítor de Sousa, que distinguiu ainda a candidata da União de Freguesias de Ereira e Lapa, Ana Vidais. Este Prémio é atribuído pelos próprios concorrentes, ao candidato e à candidata que se destacam pela simpatia e companheirismo ao longo do percurso que os jovens fazem em conjunto.
Autarcas, representantes de associações e de empresas assitiram à Gala
Entre o público estiveram muitos candidatos, Reis e Rainhas eleitos em anteriores galas, presidentes e representantes de juntas de freguesia, associações e empresas que apoiaram esta edição e edições anteriores.
Pedro magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, que interveio lembrando o legado de Vitor de Sousa, dedicou aos jovens e às suas famílias “uma palavra especial de agradecimento”. O autarca elogiou a “lição de vida” que os jovens deixam a toda a comunidade – “a sua humildade perante as tradições que definem a nossa identidade ribatejana e o seu orgulho em honrar a nossa herança histórica, ensinam-nos que é no que temos de mais ancestral que encontramos a nossa essência”. Lembrando o contributo de “muitas pessoas que não vamos ver aqui no palco, mas que durante meses, em cada uma das freguesias, ajudaram os jovens”, assim como de “profissionais que de modo muitas vezes voluntário, dão o seu melhor para que os jovens possam brilhar e oferecer-nos esta Gala. Todos fazem deste momento uma festa de fraternidade e união em torno da nossa identidade ribatejana, rural e vínicola”.
Candidatos desfilaram três vezes perante o júri e o público
Em traje regional, casual e de gala, os doze jovens desfilaram no que constituram as últimas provas para a atribuição da pontuação final. Mas o júri, presidido por Fátima Mendes, primeira Rainha das Vindimas do Cartaxo e constituído por Joana Fabiano, de Valada, Jorge Blanco, da União de Freguesias Cartaxo e Vale da Pinta, Vanessa Descalço, de Pontével, Paula Abade, de Vila Chã de Ourique, Bárbara Ferreira, da União de Freguesias de Ereira e Lapa e Nuno Pompeu Antunes, de Vale da Pedra, já conheciam os candidatos nas provas que antecederam a noite da Gala.
Antes de subirem ao palco, os jovens participaram num passeio convívio pelo concelho, cumpriram a prova de expressão e comunicação e a prova escrita de conhecimento – todas a contar para a classificação final, o que exigiu aos candidadtos, não só a presença e postura necessárias a quem vai representar o concelho durante um ano, mas também a demonstração de valores como a solidariedade ou o conhecimento das tradições e da história do concelho.
Oleksander Skakun e Joana Azenheira são Rei e Rainha das Vindimas
A Rainha das Vindimas do Concelho do Cartaxo 2017, é licenciada em Psicologia, tem 23 anos de idade e considera que é organizada, responsável e solidária. Para a jovem Rainha ser exigente consigo própria, curiosa e tranquila, são as cracterísticas que mais a definem. Mas como nem a realeza está livre de uma ou outra faceta a aperfeiçoar, considera que é um pouco impulsiva, apressada e que por vezes pensa demasiado no que a preocupa. Como passatempos favoritos, escolhe a fotografia, o convívio e a visita a locais históricos.
O jovem Rei Oleksander Skakun, afirma adorar as tradições ribatejanas e aponta os passeios a cavalo e as saídas com os amigos, como os seus modos favoritos de passar os tempos livres. Com 17 anos de idade, Oleksander define-se como um rapaz simples e direto, que tem como principais qualidades ser humilde, sério e engraçado. Teimoso e um pouco preguiçoso são as características menos boas que encontra em si próprio, mas sendo uma alteza real tão jovem, certamente saberá atenuá-las enquanto Rei das Vindimas.
No próximo ano, Joana Azenheira, agora Rainha das Vindimas, vai representar o Cartaxo na Eleição da Rainha das Vindimas de Portugal, iniciativa da Associação de Municípios Portugueses do Vinho, na qual os reis ainda não têm lugar, por este ser apenas um concurso feminino.

O Centro Nacional de Exposições, em Santarém, volta a receber mais uma edição do Festival Bike Portugal – Festival Internacional da Bicicleta, Equipamentos e Acessórios e Salão de Ciclismo Profissional, que decorre de 06 a 08 de Outubro, evento que recebe clubes ligados à modalidade, instituições do sector e que é o espaço privilegiado para conhecer as novidades do mercado e um ponto de encontro para todos aqueles que de forma profissional, desportiva ou de lazer se encontram ligados a este ramo.
O certame é a referência do mercado nacional e tem como objectivo realçar as marcas e as empresas nacionais e internacionais que operam nesta área. Importadores, lojistas, distribuidores, organizadores de eventos, comunicação social, atletas profissionais e amadores, e muito público interessado, transformam o Festival Bike num evento único e incontornável.
O evento conta com vários sectores em exposição como Associações, Centros de Estágio, Clubes, Comunicação Social, Federações e Outras Entidades Oficiais, Ginásios, Hotelaria e Ecoturismo, Importadores e Fabricantes, Lojas de Bicicletas e Equipamentos, Organizadores de Eventos Desportivos, Parques Desportivos e Centros de Férias, Suplementos Alimentares, Taças e Troféus e Vestuário, entre outros.
Clubes de Ciclismo no Festival Bike
Como habitualmente, são diversos os clubes de ciclismo de estrada ou de outras modalidades que utilizam a bicicleta, que irão estar presentes no Festival Bike, enquanto expositores.
O maior evento português dedicado à Bicicleta receberá algumas das equipas mais importantes das duas rodas, que trarão as suas viaturas de apoio, distribuirão brindes de patrocinadores, promoverão sessões de autógrafos, entre outras iniciativas.
O Alcobaça Clube de Ciclismo, o Clube de Ciclismo José Maria Nicolau, a Efapel – Clube Desportivo Fullracing, o Núcleo do Sporting Clube de Portugal da Golegã, e a W52/F.C. Porto são presenças confirmadas no evento a par de diversas associações como a Associação Desportiva da Aldeia da Ribeira ou a Associação Humanitária Recreativa e Cultural Beselguense.
Federações marcam presença no Festival Bike
A Federação Portuguesa de Ciclismo volta a marcar presença no Festival Bike Portugal . Neste âmbito, esta instituição organiza o 6º Troféu da Juventude em colaboração com o Cube de Ciclismo José Maria Nicolau, o Passeio de Cicloturismo para Famílias Duas Pontes Santarém – Almeirim, o Circuito de Iniciação para Crianças e Provas de Gincanas alusivas ao Desporto Escolar. Simultaneamente, a Federação também vai promover Sessões de Autógrafos e publicitar diversas iniciativas que decorrem ao longo do ano.
A Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (FPCUB) é presença habitual no Festival Bike e promove a realização do 10º Mega Passeio de Cicloturismo, iniciativa que conta com centenas de participantes. Paralelamente, não deixará de promover a defesa do ambiente, defesa e divulgação do Património através da promoção da bicicleta como forma de mobilidade sustentável (bem como a defesa da segurança dos seus utilizadores), e o desenvolvimento da prática do cicloturismo ecologista de lazer, manutenção e turismo.
Já a Federação de Triatlo de Portugal organiza no último dia do Festival Bike a X edição do Duatlo, competição que traz habitualmente ao CNEMA alguns dos melhores praticantes nacionais da modalidade e várias dezenas de atletas de pelotão, de um desporto com cada vez mais adeptos.
A prova, mais uma vez em circuito fechado, consta de uma corrida de 5 kms, seguindo-se 20 kms de BTT e termina com mais 2,5 km de corrida, com o enquadramento único e espectacular do CNEMA, que permite ao público assistir a grande parte do desenrolar da competição.
Os atletas podem optar por fazer a prova completa ou através formato do Run & Bike, ou seja, a pares, onde um participante assegura os percursos de corrida e outro o circuito de BTT.
Exposição de Equipamentos e Acessórios
O certame é a referência do mercado nacional e tem como objectivo realçar as marcas e as empresas nacionais e internacionais que operam nesta área. Importadores, lojistas, distribuidores, organizadores de eventos, comunicação social, atletas profissionais e amadores, e muito público interessado, transformam o Festival Bike num evento único e incontornável.
O evento conta com vários sectores em exposição como Associações, Centros de Estágio, Clubes, Comunicação Social, Federações e Outras Entidades Oficiais, Ginásios, Hotelaria e Ecoturismo, Importadores e Fabricantes, Lojas de Bicicletas e Equipamentos, Organizadores de Eventos Desportivos, Parques Desportivos e Centros de Férias, Suplementos Alimentares, Taças e Troféus e Vestuário, entre outros.
Acreditação Profissional
O evento volta a ter este ano um serviço de acreditação profissional. Os profissionais do sector da Bicicleta, podem ter acesso gratuito à feira em qualquer um dos dias, bastando para tal remeter um e-mail a solicitar a respectiva acreditação para comercial@cnema.pt até 4 de outubro. Quando visitarem a feira, devem dirigir-se à recepção, situada na entrada principal do CNEMA, e comprovar a sua ligação profissional ao sector.
Provas e demonstrações animam Festival Bike
O Festival Bike volta a contar com diversas atividades, proporcionando aos visitantes uma escolha ampla e variada de carácter lúdico e competitivo, tais como a “13ª Maratona BTT”, o “Campeonato Nacional de Dirt Jumping”, as “Gincanas – Desporto Escolar”, as demonstrações de “Bike Trial”, o “10º Mega Passeio de Cicloturismo”, o “2º Granfondo Festival Bike - Tejo e Serras”, o “2º Passeio de Bicicletas Antigas”, o “6º Passeio de Cicloturismo “Duas Pontes” (Festival Bike – Festival Bike), o “10º Duatlo Festival Bike Portugal Run & Bike”, o “6º Troféu da Juventude”, as provas de BMX, entre outras.
Horários
Sexta-feira, 6 de Outubro: 10h00 às 17h0 (Profissionais)
Sexta-feira, 6 de Outubro: 17h00 às 20h00 (Público)
Sábado, 7 de Outubro: 10h00 às 20h00 (Público)
Domingo, 8 de Outubro: 10h00 às 20h00 (Público)
Entradas
1 Bilhete: 6,00 € (Válido para apenas 1 Entrada)
Entrada Gratuita para crianças até aos 11 anos (inclusive)
Parque de Estacionamento: Gratuito
A Câmara Municipal (CM) e os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Vila Franca de Xira chegaram novamente a consenso com duas estruturas sindicais (STAL e FESAP) no sentido de, mediante uma avaliação de desempenho positiva dos seus trabalhadores, lhes ser conferido o alargamento de dias de férias por ano.
Depois de, em 2014, ter sido possível acordar o regime de 35 horas de trabalho semanais, desta feita foi consensualizado, dentro de critérios legalmente definidos, o acréscimo de dias de férias, consoante a avaliação de desempenho.
Na segunda-feira, dia 18, foi assinado o acordo com o STAL. Esta quarta-feira, dia 20, pelas 12h00, noSalão Nobre dos Paços do Concelho, em Vila Franca de Xira, o mesmo documento é assinado com a FESAP.
A CM e os SMAS de Vila Franca de Xira têm vindo a realizar um forte investimento na melhoria das instalações de trabalho, bem como em novos equipamentos e meios técnicos para uma melhor prestação de serviço público.
Ao nível dos Recursos Humanos, tem-se apostado na admissão novos de trabalhadores para fazer face às necessidades sentidas, e reduziu-se, em mais de 95%, os denominados “Contratos de Emprego Inserção” (de 243 pessoas, em 2013, para 11, nesta data).
Através destes Acordos com duas estruturas sindicais pretende-se valorizar e reconhecer o desempenho positivo realizado pelos seus trabalhadores.
AEPR vê projeto apoiado pelo Fundo Ambiental No quadro do Programa Apoiar a Transição para o Apoio à Economia Circular, um projeto submetido pela Associação Empresarial do Eco Parque do Relvão foi um dos 20 aprovados pelo Fundo Ambiental, num total de cerca de 70 candidaturas nacionais submetidas.
Este projeto, designado EPR COLAB, num montante apoiado de 50 mil euros a fundo perdido e sem necessidade de comparticipação suplementar nacional, destina-se a apoiar a construção de uma plataforma de concertação que envolva e mobilize os principais atores do sector do Ambiente, Energia e Indústria, instalados no Eco Parque do Relvão, tendo em vista iniciativas estratégicas de eficiência coletiva.
Neste âmbito, a Direção da Associação dá conhecimento público desta concretização pioneira nesta fase, anunciando desde já irá concorrer à segunda fase do programa com outras iniciativas, sublinhando que tal só é possível na medida em que se concretizou este primeiro passo essencial que era imperativo transpor do ponto de vista do regulamento.
Este processo insere-se no alinhamento estatutário e operacional da Associação Eco Parque do Relvão com os princípios da Economia Circular que é apoiado pelo Fundo Ambiental do qual saíram estas verbas, destinadas a apoiar o quadro da atividade do Eco Parque e dos seus Associados, enquanto instrumentos fundamentais de uma economia baseada em conceitos e práticas sustentáveis que se constituam como alicerces de desenvolvimento.

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos lançou no dia 16 de setembro, no âmbito das Jornadas de Cultura 2017, o quarto livro infanto/ juvenil dedicado à história do concelho e à Falcoaria Real: “O Príncipe D. Luís e o mistério do mapa roubado. Salvaterra de Magos no ano de 1515” de Isabel Stilwell com ilustrações de Miguel Cardoso.
A escritora e jornalista aceitou o convite lançado pela autarquia e apresenta aos mais novos as aventuras do filho de D. Manuel I, o Infante D. Luís, numa altura em que Portugal vivia a época dos descobrimentos marítimos.
Esta aposta do Município tem como objetivo fomentar o gosto pela leitura entre as camadas mais jovens da população levando-os, ao mesmo tempo, a conhecer, de forma lúdica, a história do concelho. A cerimónia de lançamento contou com a presença de mais de duas centenas de crianças e adultos.
O Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio, explicou que este quarto livro trata-se de “uma aventura passada na Falcoaria Real que fala sobre a história do concelho e sobre a História de Portugal”. O autarca deixou também um desafio aos mais novos: “leiam muito para terem boas notas”.
Para o ilustrador Miguel Cardoso “foi um enorme prazer fazer estas ilustrações e as pesquisas necessárias para criar a história”. “Espero que gostem tanto deste livro como nós gostámos de o fazer”, acrescentou.
A escritora Isabel Stilwell adiantou que tomou contato com a prática da falcoaria nas pesquisas que efetuou para escrever o seu último romance histórico “Isabel de Aragão - entre o céu e o inferno”, casada com o rei D. Dinis e que o desafio lançado pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos e as visitas que realizou à Falcoaria Real ajudaram também à concretização dessa obra.
“O Príncipe D. Luís e o mistério do mapa roubado. Salvaterra de Magos no ano de 1515” é o seu primeiro livro infanto/ juvenil. Isabel Stilwell mostrou-se satisfeita e agradecida pelo desafio lançado e sublinhou que “não há nada melhor do que darem-me uma ideia para eu desenvolver”.
O livro foi distribuído gratuitamente ao público presente. À semelhança de anos anteriores, a sugestão da autarquia foi a de trocar cada livro autografado por uma embalagem de cereais. Estas embalagens serão agora distribuídas pelas crianças carenciadas do Concelho através do projeto municipal da Loja Social.
O quarto livro infanto/ juvenil junta-se aos lançados pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos nos últimos três anos: “O Amigo Voador” de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (2014) e o Diário do Guigas I e II de Maria João Lopo de Carvalho (2015 e 2016).

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos apresentou no dia 15 de setembro, no âmbito das Jornadas de Cultura 2017, a quarta edição da revista MAGOS, um projeto que tem como objetivos o estudo, valorização e divulgação da história local e do património cultural concelhio.
A edição deste ano é especial e temática, dedicada aos 500 anos do foral manuelino de Salvaterra de Magos (1517-2017), mas também tem um artigo dedicado ao sino manuelino da igreja da Glória do Ribatejo, importante vestígio do reinado de D. Manuel I, que ainda hoje se encontra na torre sineira desta Igreja.
A apresentação decorreu no arranque da 4ª edição das Jornadas de Cultura, tendo contado com um espetáculo de recriação de época e um concerto com Vox Angelis.
Salvaterra de Magos, a exemplo de vários concelhos, foi abrangida pela audaciosa reforma dos forais, tarefa que se desenvolveu no reinado de D. Manuel I. O foral manuelino foi outorgado no dia 20 de agosto de 1517 e, como se trata de uma data redonda, o Município desenvolveu várias atividades para comemorar esta efeméride e dedica o tema desta revista precisamente ao foral de 1517.
A revista MAGOS coloca à disposição do público o fac-simile do foral de Salvaterra de Magos e dá a conhecer a importância que este documento tem para o conhecimento da vila de Salvaterra de Magos no século XVI.
Para o Presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio, esta “é uma edição que reforça a identidade histórica do concelho de Salvaterra de Magos e espero que contribua para a construção de pontes para os estudiosos e investigadores que se interessem pela história local deste concelho”