CORTES NO ABASTECIMENTO DE ÁGUA
EM PORTO ALTO, SAMORA CORREIA
7 DE SETEMBRO DE 2017
ENTRE AS 14H30 E AS 19H30
A ÁGUAS DO RIBATEJO informa que devido a intervenções para entrada em funcionamento das novas condutas no Sistema de Abastecimento de Água do Porto Alto, teremos de interromper o abastecimento no próximo dia 7 de setembro, quinta-feira, entre as 14h30 e as 19h30, nos seguintes locais:
5ªfeira - 7/09/2017 - 14h30 -19h30
Rua 1º de Maio (desde o reservatório até Av. das Nações Unidas) – Inclui as Escolas | Rua da Liberdade | Rua Francisco Maria Gomes
No próximo dia 9 de setembro, o folclore será o rei da animação popular em Manique do Intendente, concelho de Azambuja. O 17º Festival Nacional organizado pelo Rancho Folclórico e Etnográfico de Manique do Intendente, terá início pelas 21h00.
A iniciativa irá preencher o serão de sábado, com a demonstração das danças e cantigas típicas de várias regiões de Portugal. Pelo palco deste Festival, para além do anfitrião Rancho Folclórico e Etnográfico de Manique do Intendente, irão passar o Grupo de Cantares de Sousel (Alto Alentejo), o Rancho Os Ceifeiros de Liteiros (Torres Novas) e o Rancho Grupo Regional de Folclore da Benedita (Alcobaça).
O evento conta, nomeadamente, com o apoio da União de Freguesias de Manique do Intendente, Vila Nova de S. Pedro e Maçussa e da Câmara Municipal de Azambuja.
Numa iniciativa dos Cabeças de lista à União de Freguesias da Cidade e à Assembleia Municipal, a Candidatura de Cidadania com o apoio do Bloco de Esquerda, fez uma viagem pelos transportes públicos da cidade, dia 2 de Setembro, um sábado de manhã, para ver como funcionam e se funcionam.
A carreira escolhida faz o percurso urbano da cidade de uma ponta à outra. O autocarro da linha azul iniciou o percurso às 10h30 no Retail Park e terminou na Quinta da Besteira às 11h16.
Para Graça Isabel, candidata à presidência da Junta de Freguesia da Cidade são “trajetos demasiado longos, para servir toda a população com apenas uma carreira, obrigam todo e qualquer passageiro a fazer os 45 minutos para ir de uma ponta à outra da cidade”. Graça Isabel detalha referindo o trajeto: “passando pelo Alto do Bexiga e Jardim de Cima, pelo Complexo Aquático, pelo Hospital e dentro de todo o Bairro de São Domingos, até chegar ao centro da cidade e depois às Escolas Mem Ramires e Ginestal; para além de alguns horários em que faz trajecto a subir a Calçada do Monte propositadamente para ir ao Centro de Saúde do Planalto e claro à Escola Sá da Bandeira”.
Num total de 45 minutos, “ou seja, o suficiente para uma viagem até Lisboa” constata.
“Para a candidatura de Cidadania com o apoio do BE é importante que a cidade tenha transportes públicos de qualidade, porque quantos mais transportes públicos houver a circular na cidade, menos as pessoas precisam de circular de carro, apoiando o ambiente e a mobilidade”, defendeu o candidato à presidência da Assembleia Municipal, Francisco Cordeiro.
“Poderia utilizar-se um autocarro mais pequeno aos sábados que há menos gente”. “Em contrapartida, a maior parte dos dias de semana os autocarros deste tamanho, chegando à zona do hospital e São Domingos, não chegam para levar toda a população e muitas vezes tem que ser enviado um desdobramento”. “Carreiras mais curtas, serviriam melhor as populações”, destaca Graça Isabel, candidata à presidência da União de Freguesias da Cidade.
“Nas zonas de trânsito problemático, principalmente em São Domingos e Escola D. João II, de manhã, há carros mal estacionados e até estacionados em segunda fila, muitas vezes nas curvas, e os autocarros não conseguem passar” relata.
A candidata considerou ainda que “há também uma má ligação às freguesias do nosso concelho, por autocarros de carreira inter-regional, com horários desajustados e muitas vezes, com somente um autocarro de ida e outro de volta, ao final do dia, e um pobre interface com os outros municípios e outras empresas de transportes”.
“Na Assembleia Municipal o Bloco de Esquerda votou contra a transferência de competências na área dos transportes públicos da Câmara para a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, porque não estão ainda definidas as nossas prioridades de transportes, em conformidade com a revisão do PDM”, aponta o candidato à Assembleia Municipal, Francisco Cordeiro.
Na iniciativa participaram vários outros candidatos que utilizam os transportes públicos no concelho.
O lugar de Virtudes, na Freguesia de Aveiras de Baixo, Concelho de Azambuja, prepara mais uma edição da sua festa anual.
Nesta edição 2017, o evento decorre no dia 09 de Setembro (sábado) e é uma iniciativa da Associação Cultural e Recreativa de Virtudes com o apoio da Junta de Freguesia de Aveiras de Baixo e da Câmara Municipal de Azambuja.
A iniciativa, em homenagem à padroeira – Santa Maria das Virtudes – tem início pelas 17h00, com a celebração da missa na igreja do convento, seguida da solene procissão. Depois da devoção dá-se a abertura da quermesse e do restaurante, com o prato típico de bacalhau com torricado. Pelas 21h00, chega a animação musical, com a atuação de Susana Vargas, seguindo-se à meia-noite “DJ Roseta”.
“TROVAS & CANÇÕES, Atores, Poetas e Cantores”, é um espetáculo inédito, da autoria de Paula Carvalho e Paulo Mira Coelho, pela forma como reúne duas gerações de Atores, e outros grandes profissionais, ao redor da figura de RUY DE CARVALHO, a ser apresentado no dia 16 de setembro no Cine Teatro da Chamusca às 21h30, numa promoção do Município da Chamusca.
O espetáculo pretende recordar uma mão cheia de poemas, que tornaram famosas algumas das nossas grandes canções, desde Pedro Homem de Mello a José Luís Gordo, sem esquecer o Zeca Afonso, o Adriano Correia de Oliveira, o Moniz Pereira, o Ary dos Santos, o Manuel Alegre e a Florbela Espanca, José Luís Tinoco, Florbela Espanca, tudo feito num ambiente de grande intimidade com o público, que certamente irá acompanhar os temas, por força das mil vezes em que foram cantados pelos palcos de Portugal. O espetáculo tem ainda uma homenagem a três grandes nomes da nossa literatura, Gil Vicente, Luís Vaz de Camões e Manuel Maria Barbosa du Bocage.
As TROVAS alimentarão as CANÇÕES, do mesmo modo que os atores e os músicos, também eles transformados em público, recitarão, tocando e cantando os temas que o bom gosto do nosso povo imortalizou ao longo do século passado. Estamos a propor uma viagem entre a récita e o concerto, numa amostragem que se pretende rica e saborosa, pelo facto de ser facilmente reconhecida por todos nós.
“TROVAS & CANÇÕES - Atores, Poetas e Cantores” ultrapassará, seguramente, a melancolia das memórias gastas, ao obedecer a uma escolha criteriosa dos temas que ecoarão no palco, abrindo sempre a hipótese de um contacto mais próximo, e por isso, mais eficaz, entre a experiência de um grande Actor, e o prazer com que se vão ouvir coros da plateia a acompanhar os artistas presentes durante mais de hora e meia.
Recorde se que em 2017 Ruy de Carvalho comemora 90 anos de idade e 75 de carreira, sendo assim a sua presença na Chamusca, uma Vila de tantas tradições teatrais, um momento particularmente emotivo de homenagem a um dos maiores atores da história do Teatro Português.
Os Bilhetes com o valor de 8 euros podem ser adquiridos no Município da Chamusca ou através de Tiketline.

A Quinta do Bill comemora este ano três décadas de carreira e assinala este grande acontecimento com mais um concerto, desta vez em Alpiarça. A atuação será na sexta-feira (8 de setembro) às 22h30 e acontece no âmbito da 35.ª edição da Alpiagra – Feira Agrícola e Comercial de Alpiarça.
Desde o início do ano que a Quinta do Bill tem vindo a celebrar um pouco por todo o país este acontecimento. E por onde tem passado, a banda folk-rock mais conhecida da música portuguesa tem oferecido ao público espetáculos inesquecíveis. Ainda em julho, em Tomar, cidade que viu o grupo dar os primeiros passos, milhares de fãs e amigos fizeram questão de encher a Praça da República para a festa de comemoração deste surpreendente marco.
Em outubro, a banda irá levar a tour dos 30 anos também a Espanha. O primeiro concerto está já marcado para o final do mês e acontecerá em Santiago de Compostela.
De recordar que em março deste ano a Quinta do Bill venceu o prémio aRi[t]mar 2016 – iniciativa que premeia as melhores músicas e poemas portugueses e galegos de cada ano – com a canção “Faz Bem Falar De Amor” (do seu último álbum, “Todas as Estações”), cujo videoclipe esteve a concurso em vários festivais de cinema de e curtas metragens de animação internacionais.
Outro grande acontecimento está marcado para 25 de novembro. Nesse dia, a banda irá fazer o grande concerto de comemoração dos 30 anos de carreira na Casa da Música, no Porto.
Com um som muito característico, a banda de Carlos Moisés (voz, guitarra e flauta), Paulo Bizarro (baixo), Carlos Calado (guitarras), Dalila Marques (violino), Jorge Costa (bateria) e Miguel Urbano (teclas e acordeão) irá apresentar em palco algumas das canções mais recentes, passando inevitavelmente por alguns dos seus temas mais emblemáticos.
Formada em 1987, a Quinta do Bill lançou, até hoje, 8 álbuns de originais e é responsável por canções incontornáveis, como “Os Filhos da Nação”, “Se te amo”, “Voa” ou “No Trilho do Sol”.
O primeiro álbum da banda, “Sem Rumo”, foi editado em 1992. Seguiu-se “Os Filhos da Nação” (1994), que conquistou grande notoriedade nacional e levou a banda a marcar presença em vários programas de televisão e de rádio. Em 1996, lança “O Trilho do Sol” que, à semelhança do seu anterior, foi um sucesso de vendas. O seu mais recente trabalho é “Todas As Estações”, álbum de originais lançado em 2016.
Com vários discos de ouro já conquistados e uma carreira marcada por concertos históricos, como o da Avenida dos Aliados, no Porto, que juntou mais de 100 mil pessoas, a Quinta do Bill é uma das bandas mais marcantes da música portuguesa.
Entre setembro e dezembro, o Teatro Virgínia em Torres Novas retoma a sua agenda com grandes nomes da cultura.
A temporada inicia-se com Salvador Sobral, vencedor do Festival Eurovisão da Canção de 2017, e com o seu disco «Excuse Me» a 16 de setembro. Na música juntam-se outros nomes tão marcantes como Cristina Branco (14 de outubro) com «Menina», que recebeu em março de 2017 o Prémio de Melhor Disco de 2016 pela Sociedade Portuguesa de Autores; Nouvelle Vague (28 de outubro) na comemoração dos 61 anos do Virgínia; ou Ana Moura (9 de dezembro) com o disco «Moura», tripla platina desde a sua edição em novembro de 2015, volta a juntar a voz da fadista a alguns dos mais notáveis de uma nova geração de compositores nacionais.
No teatro a Mala Voadora com “Moçambique” (30 de setembro), um espetáculo onde Jorge Andrade constrói uma narrativa para o que poderia ter sido essa vida que não lhe calhou. E o Teatro do Eléctrico, que nos apresenta um dos grandes dramaturgos do século XX, o argentino Copi na peça «A Noite da Dona Luciana» (21 de outubro). João Garcia Miguel regressa com um dos mais importantes nomes do novo circo na Europa, João Paulo Santos, com o espetáculo Mundo Interior (2 de dezembro). Raquel Castro apresenta o seu “Olhar de Milhões”, num espetáculo de apoio a criadores emergentes da Rede 5 Sentidos (25 de novembro).
Na dança, destaque para Rui Horta com o seu solo «Vespa» (7 de outubro), bem como a Cláudia Dias com «Terça-feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar» (4 de novembro).
O Serviço Educativo/Lab Criativo abre com «Bianca Branca» da coreógrafa e bailarina Leonor Keil. Nos projetos com a comunidade estreia mais um espetáculo do Teatro Maior de Idade a partir do texto «O Cerejal» de Anton Tchékhov e tem início o trabalho do Grupo Juvenil de Teatro do Virgínia, bem como o Atelier Teatral dos Miúdos.
Os bilhetes estarão à venda a partir de terça-feira, 5 de setembro, na bilheteira do Teatro Virgínia e online em www.bol.pt. Mais informações em www.teatrovirginia.com

Por: Antonieta Dias (*)
O rigor da ciência médica
Não existe ciência ambígua, muito menos conseguimos construir uma imagem fotográfica que defina o rigor da ciência numa simples abordagem de corredor.
Existem sim modelos de trabalho que pelo seu grau de complexidade e de concentração são fatores determinantes para que não sejam permitidas determinadas atitudes que poderão colocar em risco a credibilidade do ato médico.
Os processos de manutenção de uma atividade concebida para lidar com a vida humana não são compatíveis com atitudes que possam gerir conflito entre o que é adequado e o que na realidade é prestado.
Os médicos devem adotar os critérios exigidos pela qualidade e rigor que a sua profissão exige.
Não devem aceitar que a abordagem clinica seja transformada numa questão crucial que os obrigue a dar o seu parecer como se tratasse de uma opinião social que se discute a mesa do café.
Não traz dignidade, não é confortável para o médico e muito menos objetivada e percebida pelo paciente que a solicita.
Importa, contudo referir que este comportamento do médico não traduz recusa ou negação de dar a sua opinião perante uma questão que lhe é colocada.
Todavia, a crença e a dúvida podem ser vivenciadas em todos os atos médicos que são sempre baseados na ciência, no rigor e na aplicação da legis artes.
Não existe nenhuma relação no mundo que exclua o modelo de representação humana.
Certo é que por mais paradoxal que seja a força da consciência e a realidade mapeada por cenas de aprendizes não há imagens ou representações que substituam o ato médico, muito menos discursos que possam banalizar as palavras ou as ações que suprimam a inteligência, a fé convencional e a arte do exercício da medicina.
A imagem do apreender, a representação do saber, a obrigação de ter uma história, uma objetivação que permita uma decisão clinica assertiva, são condições sine quo non para garantir a qualidade de uma boa prestação do serviço médico.
Com base no rigor da ciência e na capacidade de execução todo o profissional médico tem de aprender a dizer não quando lhe pedem a opinião num local publico inadequado e descontextualizado da obrigatoriedade e da dignidade da sua profissão.
Dar um parecer médico não é uma banalidade do dia-a-dia, exige
Não pode ser considerado como um discurso sem texto, em que o saber absoluto fica suprimido e condenado a um significado adotado para resolução da uma situação pontual que de absoluto apenas tem o facilitismo circunstanciado no interesse e beneficio errado de quem o solicita.
Se constatarmos que em qualquer profissão, por mais básica que seja a cotação e a forma de resolução do problema envolve sempre prestação e pagamento de serviços
De acordo com estes princípios não é entendível porque razão se vem pedir ao medico a opinião como se o mesmo tivesse a obrigação de fornecer o seu conhecimento, a sua experiencia clinica " no corredor ou no balcão do estabelecimento", sem que a mesma seja realizada e paga de acordo com a dignidade que merece.
Não estou preocupada se o intuito de quem pede o parecer se destina a poupar o custo da consulta, o que não é correto porque o ato médico que é prestado é um ato técnico, de grande responsabilidade e de conhecimento que merece ser remunerado.
Todo o médico tem direito a dispensar os honorários do seu meritório trabalho, porém deverá fazê-lo de acordo com a sua livre vontade quando e onde quiser, sem contudo deixar de manter a exigências conceptuais que tal ato exige.
Todos sabemos que em qualquer profissão quando é solicitado um serviço por mais simples que seja a sua realização é comunicado de imediato o preço da sua efetivação que poderá incluir a deslocação, o material e o valor exato da sua execução, sendo por vezes mal aceite por parte do prestador do serviço a solicitação da fatura e do recibo, o que é como sabemos uma obrigatoriedade legal.
Não é entendível que na profissão medica não sejam adotados os critérios de seletividade e abordagens tradicionais de acordo com as possibilidades e interesses de ambas as partes, sendo que para cumprir a sua missão não existem hipóteses ou teses questionáveis que os demitam desta obrigação.
No tocante a gestão das suas atividades, não são permitidas imposições de terceiros que coloquem em causa a liberdade do ato medico.
Não é difícil compreender que a atividade dominante da organização profissional dos médicos incide na defesa da vida e na cominação da ciência e da humanidade, não havendo retorno nem substituição de uma vida que é perdida.
Em suma, para que a qualidade da medicina não seja prejudicada e para garantir o bem-estar do doente há que acabar com a banalização do ato médico e garantir que seja sempre executado com base na ciência, na dignidade, na responsabilidade, na humanidade e no prestigio que tem.
(*) Prof. Doutora /Faculdade de Medicina do Porto

Por: Ana Fonseca da Luz
Bate a porta ao saíres
Há quantos anos me conheces? Há muitos. Quantos romances já me conheceste? Muitos. Alguma vez me viste chorar por algum homem? Nunca. Mas também nunca me ouviste dizer que te amava ou que ia ser para sempre. Sempre te disse que ia ser até que durasse. E comigo, as amizades são para sempre, os amores são só até um dia. Até ao dia em que o homem com quem estou já não me diga nada, já não me surpreenda. E tu já há muito que não me dizes nada. Está bem. Acredito que gostes de mim. Mas não devias. Devias guardar esse sentimento para quem o mereça, para quem goste de amores “até que a morte nos separe”. Não gastes esses sentimentos comigo.
Não consegues ser só meu amigo? É pena. Gostava de conservar a tua amizade. Gosto de conversar contigo. Gostamos das mesmas músicas. Ambos somos doidos por Mozart, ambos gostamos de filmes a preto e branco, ambos gostamos da praia, ao fim da tarde. E depois? Eu também gosto muito do nosso gato e ele de mim e nem por isso estamos a pensar em casar.
Não, não te quero magoar. Só quero que percebas que o que é muito importante para ti, para mim tem pouca importância. Sou insensível? Não, sou apenas realista. Por amor de Deus, não chores! Não suporto ver um homem chorar. Enerva-me. Um homem só deve chorar quando perde o pai, a mãe ou um filho. De resto, deve enfrentar as coisas com a cabeça erguida. Não sejas fraco. Não me desiludas mais … já chega.
Vais-te embora? Podes ficar para jantar. Vais só depois. Fica. Fazes-me companhia mais este serão… Pronto, se queres, vai. Passas amanhã, para levares as tuas coisas? Também, tens cá tão poucas coisas!… Dois ou três CDs, uma escova de dentes pronta para ir para o lixo, o cachecol que te ofereci este Natal e o nosso gato. Deixa o gato! Sabes que o adoro e, além disso, sabes perfeitamente que ele gosta muito mais de mim do que de ti. Deixas? Óptimo! És um querido!
Já saíste. Bateste a porta com força. Deixo finalmente cair o pano. Caio no sofá e choro.
Outro capítulo se encerrou na minha vida. Há que virar a página deste livro. Limpo as lágrimas e ponho no DVD, pela milésima vez, um filme do Vasco Santana:
Palerma… amores há muitos!…

Por: Florbela Gil
As dores continuaram por mais uma semana, dava-me cãibras na barriga, e continuava muito inchada, parecia que tinha já cinco meses de gravidez, até que doze dias depois...ia no carro com meu filho mais velho, e disse-lhe, que estava com uma grande vontade de comer sopa, uma sopa qualquer. Ele sorriu para mim.

Por: Ana Graciosa
Com pele de anjo e lábios de demónio... confiar nas pessoas é um erro!
Voltar a acreditar é outro…
Há chegado de mansinho e os olhos abraçaram-se mutuamente,
Percorreram cada centímetro, sem pressas ou hesitação,
Arrepiando a pele, sem nada fazer para que isso acontecesse…
O diabo enamorou-se pelo anjo, pelos seus encantos angelicais, e decidiu converter-se à credibilidade pura da alma, mas… voltou-se a queimar sem ser no seu inferno, de onde nunca devia ter saído...
A paz misturava-se com o fogo ardente e tórrido…
Nem todos os demónios são maus, assim como, nem todos os anjos são bons. Não sei quem habita em quem.
Mas… Quero voltar a perder-me naquele abraço, enroscar nos braços e sentir apenas o calor e o momento
Há que fazer com que os anjos e demónios sejam despertos,
Há que e deixá-los perturbados, para que a vida tenha outro sabor e não cair na rotina.
Será que em mim habita o anjo!? Ou será mesmo o diabo!?
Um dia talvez venha a saber, qual deles escolheu meu corpo
E tu? Com qual escolhias ficar...

De 07 a 10 de Setembro, a típica Vila da Golegã estará em festa, graças ao evento “Olé Golegã”, que marca a agenda das principais festas tradicionais ribatejanas, pelo sétimo ano consecutivo.
Nos 4 dias de evento, goleganenses e visitantes poderão contar com as animadas esperas de toiros e a habitual bênção do gado.
Outro atractivo especial está nas tertúlias tauromáquicas, que promovem e alimentam a identidade da região.
À noite, o cartaz de espectáculos musicais promete animação, com especial destaque para os grupos “Los desperados” no dia 07, “Sonido Andaluz” no dia 08 e “Sangre Ibérico” no dia 09.
No último dia haverá noite de fados, com início às 22 horas. Este evento é uma organização da associação “Olé Golegã”, em parceria com a Câmara Municipal da Golegã e Junta de Freguesia da Golegã.