NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Domingo, 8 de Abril de 2018
MEMÓRIAS NUMA NOITE DE VERÃO

ANAFONSECA

Por: Ana Fonseca da Luz

 

MEMÓRIAS NUMA NOITE DE VERÃO

 

Não há nada mais agradável do que uma noite de Verão em que corre aquela brisa mansa, que quase nos embala, de tão doce e cálida que é, e que tem o condão de nos apagar todos os maus pensamentos…

Há lá coisa melhor do que, no fim de um dia de trabalho, em que até pensar cansa, poder chegar a casa e, depois de um jantar leve, fumar um cigarro, ouvir uma música, baixinho, numa cadeira confortável, no meu terraço enfeitado de manjericos?

Não há. Garanto!

Foi o que fiz hoje e ontem e quase todas as noites em que esta aragem perfumada de jasmim e enfeitada de pirilampos me recebe, como se fosse sempre a primeira vez.

Hoje, sinto-me carregadinha de saudades da minha infância. Acho que é por ser noite de S. Pedro. Lembrei-me das fogueiras de outros tempos, na Chamusca, no tempo em que se vivia devagar e havia tempo para tudo. As melhores fogueiras eram sem dúvida…todas. Todas as ruas as faziam. Ia-se ao mato apanhar o rosmaninho e era ver a rua que tinha a melhor e mais concorrida fogueira.

Não querem lá ver que estou quase, quase a chorar!

Neste momento, sou atropelada por outra doce lembrança. Lembrei-me da Ana Coxa.

Quem não se lembra dela, sentada à esquina, em frente à Loja do Manel? Coradinha, a vender castanhas, como já não as há, de tão grossas que eram e tão bem assadinhas! Parece-me que a vejo!

- Quanto é, senhora Ana? - perguntava-lhe eu, sabendo que a resposta era sempre a mesma.

- Dez tostões.

Aí, ela pegava no cartucho de folha de jornal, que fazia com mestria, contava doze e punha-me sempre mais duas.

- Levas mais duas, não vá alguma estar podre…

Nunca havia nenhuma podre, a senhora Ana sabia o que vendia.

Depois, ia para casa a correr, porque o filme da “menina dos caracóis” estava quase a começar. Então, era choradeira certa lá em casa. Aquela menina esperta e linda fazia toda a gente soluçar baixinho.

Ajeito-me melhor na cadeira e afasto uma melga gulosa, que me acorda daquela onda de nostalgia que me invade.

A lua redondinha espelha o luar na terra e todas as estrelas perdem importância…

O vento morno transporta-me mais uma vez para o tempo em que se vivia devagar, onde tudo tinha um tempo e uma razão de ser…

Lembrei-me da loja do Alfredo, sempre bem disposto e onde tanta vez fui à cal e à tinta! Lembrei a gargalhada saudável e divertida da D. Generosa, na sua loja de prendas domésticas e brinquedos de qualidade e categoria, e a pequena mercearia do António Ai, onde tantas vezes fui comprar carvão, no rigor do Inverno.

Até as estações do ano eram como deviam ser. No Inverno havia frio e chuva e no Verão calor e sol. Nada que se compare com as estações de agora, que são caprichosas e desobedientes, não respeitando os calendários.

Ai esta maldita saudade !

Fecho os olhos e lembro o cheiro da minha pasta de cabedal, que arrastava todos os dias para a escola primária, de tranças no cabelo e bata branca como a neve, e da paragem que fazia sempre na padaria da Leonilde, para comprar a arrufada polvilhada de coco, que comia sempre ao recreio. Já me estou a ver nas carteiras da frente, com a minha amiga Bia. Uma loira, outra morena e pequeninas de dar dó… A nossa professora era a D. Deolinda, alta e esguia, de cana em punho. Todas a temíamos, mas todas saímos das suas aulas a saber ler e escrever bem, a saber onde nasciam os rios, por onde passavam as linhas férreas e os nomes das serras.

O meu cão enrosca-se nos meus pés e acorda-me, trazendo-me de novo até este presente que, tantas vezes, nada me diz.

Ai esta maldita saudade!

Um grupo de pirilampos ilumina-me o terraço e aí vou eu mais uma vez embalada para aquele tempo tão distante, que foi apenas ontem.

É Natal. O Custódio enfeita a montra a rigor. Eu e as minhas amiguinhas da escola lambemos com os olhos a montra repleta de brinquedos coloridos que ansiamos ter, mas que sabemos perfeitamente como isso será difícil, porque o Menino Jesus se vai informar junto dos anjos, para saber quem não fez disparates, quem não mentiu e quem se confessa e vai à missa todos os domingos, para saber quem é realmente merecedora de uma boneca de cabelo comprido.

Hoje, quem dá os presentes é aquele velhinho simpático e de sorriso fácil que dá pelo nome de Pai Natal… Quanto ao ir à missa, tenho o Padre Diogo por testemunha, que não me deixa mentir., eu era cliente assídua da Igreja Matriz e, inclusive, cantava no coro da Igreja. Quanto ao resto…só Deus sabe!

E os Natais eram maravilhosos, com o presépio feito a rigor, com musgo verdinho apanhado lá para as bandas do Senhor do Bonfim e um pinheirinho verde e viçoso, carregado de bolas de vidro verdes, encarnadas e amarelas e fios farfalhudos dourados e prateados, tudo isto comprado na loja do João Fonseca.

Depois, havia a roupa a estrear! Comprávamos os tecidos, claro está, ora na Violeta ora no Fortes e mandávamos fazer as roupas. Os sapatos, geralmente de verniz, eram comprados, também eles, numa destas lojas.

Ai esta maldita saudade!

No canal Memória, que o meu marido vê, na sala, enquanto dormita, o António Mourão canta o “ Ó tempo volta para trás” e o Paulo de Carvalho acabou de cantar “Quis saber quem sou”…

Eu continuo a balançar-me, entre o ontem e o hoje, sem saber onde ficar.

De repente, e porque a minha neta me chama da cozinha com carinho, lembrei o colo suave e perfumado de alfazema da minha avó Mimi e das histórias contadas mil vezes, que me adoçavam o sono. Lembrei o dia em que a perdi e ela foi para o céu, para ser uma estrela, e do desgosto grande que se instalou no meu coração.

Lembrei o primeiro dia no colégio, em que os rapazes já tinham aulas junto com as raparigas, o primeiro baile, também no colégio, e em que pus pela primeira vez meias de vidro. E tantas cores, tantos sabores e perfumes do passado, que guardo religiosamente nesse cofre que se chama coração…

É tarde e, no entanto, tão cedo!

Com cautela, afasto o cão, que adormeceu sobre os meus pés. Ponho no chão o gato, que é louco pelo meu colo. E fecho o livro das minhas memórias, com cautelas, para não lhe estragar nenhuma das folhas, não se vão elas rasgar, de tantas vezes serem lidas.

Ai esta maldita saudade!

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 08:00
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SOCIOPATA FUNCIONAL

ANAGRACIOSA

Por: Ana Graciosa

 

 

SOCIOPATA FUNCIONAL 

 

Saiba reconhecer um...

 

Os Sociopatas funcionais, são alguém que apesar de sofrer de uma sociopatia, tem essa situação sob controle, ou seja, os efeitos da sociopatia não afetam muito a sua interação com outras pessoas. Não têm apego aos valores éticos e morais (apesar de os poderem apregoar), existe falta de caráter, de atitudes, de “coração”, entre outras… é capaz de simular sentimentos, para conseguir manipular outras pessoas. Além disso, a sua incapacidade de controlar as suas emoções negativas, torna por vezes difícil, estabelecer um relacionamento estável com outras pessoas que lhe “façam frente” .
Uma das características comuns entre os sociopatas é a falta da chamada inteligência emocional, ou seja, a capacidade de reconhecer e entender os sentimentos das outras pessoas e, uma das vantagens das pessoas com inteligência emocional, reside na capacidade de se auto-motivar que muitos não têm e, seguir em frente, mesmo diante de frustrações e desilusões.

Entre as características da inteligência emocional está a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções para situações adequadas, praticar a gratidão entre outros… O sociopata é caracterizado por um egocentrismo exacerbado, que leva a uma desconsideração em relação aos sentimentos e opiniões dos outros.

Alguns dos indicadores dos sociopatas, encontra-se na falta de remorso, no desrespeito à legislação…  criam mentiras indiscriminadamente com o instituto de alcançar determinados objetivos, manipulando pessoas, fingindo sentimentos. São verdadeiros mestres na arte do disfarce e a principal ferramenta, é a criação de uma personalidade superficial. Os sociopatas aparentam ser agradáveis e amigáveis para conquistar a confiança das pessoas que desejam “usar”. São inteligentes e conseguem ser seres carismáticos, simpáticos e encantadores. Muitos vivem pelo prazer e são caracterizados por serem muito inconstantes, ou seja, agem por impulso. Podem mudar de objetivo de uma hora para outra, de acordo com a sua vontade ou com o “calor do momento”. Por acharem que nunca estão errados ou por não terem noção dos conceitos morais e éticos, os sociopatas possuem uma visão sobrevalorizada de si mesmos. Acham-se grandes merecedores das coisas, devido ao seu narcisismo exagerado. Na maior parte dos casos, tendem a culpar os outros pelas suas próprias falhas.

A exemplo de outros tipos de doenças mentais, a sociopatia é classificada como transtorno de personalidade…



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:53
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TEMAS DE SAÚDE: Importância do exame de Aptidão Médico Desportiva

ANTONIETA

Por: Antonieta Dias (*)

 

 

 Importância do exame de Aptidão Médico Desportiva

Prática desportiva

 

—  Não existem dúvidas que praticar desporto, melhora as condições de saúde dos praticantes.

—  Mas nem sempre existe benefício. Todos sabemos se não forem criadas as condições necessárias para o bom desempenho, de desencadear uma série de fenómenos adversos.  

—  Todos os praticantes, devem ser submetidos ao exame de aptidão médico desportiva, quer estejam envolvidos na alta competição ou pura e simplesmente no lazer.

—  Este exame permite avaliar o risco de participação num determinado desporto ou atividade que possa agravar doenças ou condições pré-existentes, bem como identificar patologias e/ou alterações músculo-esqueléticas prévias que necessitem reabilitação ou correção numa perspetiva de prevenção/ tratamento de lesões.

—  •Orientar sempre a observação do Atleta de acordo com o desporto que pratica.

—  Quais são as orientações Estatais?

—  De acordo com o Gabinete do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto

—  Despacho n.º 11318/2009

 

“o acesso à prática desportiva, no âmbito das federações desportivas, depende de prova bastante da aptidão física do praticante”

“a certificar através de exame médico que declare a inexistência de quaisquer contraindicações”

“incumbe aos serviços de medicina desportiva da administração central do Estado (…) a prestação de  assistência médica especializada ao praticante desportivo”

Designadamente no quadro do regime de alto rendimento, no apoio às selecções nacionais e, quando solicitado, para tratamento de lesões”

—  Gabinete do Secretário de Estado da Juventude e do Desporto

—  Despacho n.º 11318/2009

—  Nos termos do n.º 4 do referido artigo 40.º

 

Por força do n.º 4 do mesmo artigo 40., “o disposto no n.º 1, com as devidas adaptações, aplica-se aos árbitros”

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 1.º do Decreto – Lei n.º 169/2007, de 3 de Maio, determino o seguinte:

—  1 - Os exames médico - desportivos têm validade anual.

—  2 – Os exames médico – desportivos devem ser realizados no momento da primeira inscrição dos agentes desportivos nas federações desportivas.

—  3 – Sem prejuízo do disposto no número seguinte, os exames médico  - desportivos devem ser renovados apenas no mês correspondente à data do aniversário do seu titular.

—  4 – Os agentes desportivos federados que à data da publicação do presente despacho, sejam titulares de exames médico – desportivos cujo prazo de validade termine em data anterior ao da data do seu aniversário devem, se necessário, realizar exame intercalar que cubra o período que decorrerá até ao da sua renovação nos termos deste despacho

—  5 – As federações desportivas devem adaptar os seus regulamentos por forma a que os mesmos sejam compatíveis com as regras estabelecidas neste despacho.

—  6 – No âmbito de cada modalidade desportiva, o presente despacho produz efeito a partir do início da época desportiva imediatamente seguinte à data da sua publicação

—  O exame de aptidão médico desportivo deve ser realizado por Especialistas em Medicina Desportiva ou Médicos com competência para o efeito.

—  A época recomendada para a realização do exame de avaliação é de que o exame de aptidão medico desportiva deve ser realizado no  mês correspondente à data do aniversário do seu titular, sendo que o exame  de avaliação médico desportiva é  obrigatório e tem uma periodicidade anual.

—  Os objetivos da realização do Exame de Aptidão Médico Desportiva destinam-se:

—  1-Identificação de problemas médicos básicos

—  2-Detectar deficiências físicas que possam colocar em risco a participação do atleta

—  3-Determinação do estado geral de saúde

—  4-Avaliação do condicionamento para a maximização do desempenho

—  5-Aconselhamento sobre temas relacionados com a saúde

—  6-Porta de entrada do atleta no sistema de assistência de medicina desportiva

—  7-Avaliação da maturidade pela classificação de Tanner

—  Nesta avaliação é necessária a colheita de elementos da história clínica que possam determinar impedimentos ou adaptações dos atletas para as modalidades que pretendem praticar.

—  Assim são de vital importância as seguintes informações que devem ser fornecidas ao medico que realiza o exame:

—  Declarações Pessoais

—  Antecedentes Familiares

—  Na História Clinica e no Exame Físico  devem constar:

—  Antecedentes Desportivos

—  Exame biométrico

—  Exame físico

—  Exame Ectoscópico

—  Exame oftalmológico

—  Exame de O.R.L

—  Exame Estomatológico

—  Exame do Abdómen

—  Exame genito – urinário

—  Exame cárdio – circulatório e respiratório

—  A eficácia da história clínica permite fazer a prevenção da morbilidade e da mortalidade.

—  É do conhecimento geral que o risco estimado de morte cardíaca súbita de atletas no ensino médio é de aproximadamente 1/100.000 a 300.000 por ano.

—  A taxa entre homens é cinco vezes maior do que entre mulheres.

—  Estima-se que se deveriam avaliar 200.000 crianças e adolescentes para se identificar 1000 atletas com possível risco de morte súbita.

—  Os antecedentes pessoais  e familiares revelam cerca de 65 a 75% das situações impeditivas  e/ ou alteração da modalidade desportiva.

—  40% dos relatos dos adolescentes são coincidentes com as informações reveladas pelos pais.

—  Quais os sistemas mais importantes a avaliar:

—  1-Cardiovascular
2-Músculo esquelético
3- Neurológico
4-Questões gerais de saúde

—  Asma e broncospasmo induzidos pelo exercício físico ocorrem em 17% dos atletas olímpicos dos EUA

—  Estima-se que 10 a 20% dos casos de broncospasmo em atletas não são diagnosticados

—  Investigação de problemas neurológicos

—  História de lesões/concussões na cabeça

—  Paresias/parestesias temporárias nos quatro membros, convulsões, ou dores de cabeça recorrentes

—  Investigação de problemas musculoesqueléticos

—  Investigar casos de fracturas, subluxações, luxações, distenções, tendinite,

—  Estiramentos.

—  Devem ser registados nos processos clínicos todas as informações sobre o uso regular de joelheiras, caneleira, luvas e braçadeira

—  Os formulários utilizados devem ser:

—  Curtos
De fácil leitura e compreensão
Devem ter espaço suficiente para a inclusão dos achados positivos

—  Na revisão do sistema cardio-vascular deve constar a história de:

—  Síncopes ou quase síncopes durante a realização de exercícios.

—  Dores no peito associado a exercícios.

—  Fatigabilidade excessiva

—  Palpitações

—  “Disparo do coração”

—  Sopro cardíaco,

—  Hipertensão

—  Suspensão de atividades por problemas cardíacos

—  História familiar de morte cardíaca súbita antes dos 40 anos

—  Uma infeção viral grave recente pode indicar risco de miocardite

—  A história familiar é importante para a avaliação do risco de miocardiopatia hipertrófica (MCH)

—  Síndrome de Marfan

—  Síndrome de QT longo

—  Exames complementares de diagnóstico

—  O ECG DEVE SER UM EXAME DE ROTINA   cuja realização e interpretação tem de ser criteriosa

—  Por fim devem ser exigido que em todos os recintos desportivos existam desfibriladores e pessoas aptas a poderem utiliza-los sempre que surjam casos cuja aplicabilidade destes dispositivos obrigue a fazer a reanimação da paragem cardio-respiratória.

—  A Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) pediu hoje ao Governo que torne obrigatória a instalação de desfibriladores em recintos desportivos e outros locais de risco de morte súbita como escolas e sítios públicos muito frequentados.

—  Em caso de doença súbita, o desfibrilador pode restaurar o ritmo normal do coração através de uma forte descarga eléctrica de curta duração, desde que se atue rapidamente.

—  O choque eléctrico, aplicado através de duas placas colocadas sobre o peito pode salvar a vida.

—  "A cada dois minutos há pessoas que morrem de morte súbita nos países desenvolvidos",

No dia 09/08/2012 foi publicada uma lei que obriga à existência de desfibriladores em locais de acesso público, tais como aeroportos, portos comerciais, estações ferroviárias, de metro e de camionagem com fluxo médio diário superior a 10 000 passageiros, recintos desportivos, de lazer e de recreio.

Desde 01/09/2012 - A existência de equipamentos de desfibrilhação automática fora do ambiente hospitalar já estava regulada tendo sido alargada  a obrigatoriedade nos locais onde se desenvolvem Actividades Desportivas em Áreas Protegidas designadamente nas Praias de Banhos, nos locais onde se praticam actividades  Subaquáticas, mas apenas nas que têm um fluxo médio diário superior a dez mil pessoas e recintos desportivos, de lazer e de recreio com lotação superior a cinco mil pessoas.

O estudo coordenado por Mats Borjesson realizado em 03.03.2010 e desenvolvido pelo  professor associado de Cardiologia da Academia Sahlgrenska de Gotemburgo, na Suécia, analisou a situação na época 2005-06 em 187 estádios de 10 países europeus e permitiu concluir que, em mais de um quarto dos casos (53), os recintos não dispunham  de equipamento de reanimação.

Ora não se compreende que a obrigatoriedade da existência dos desfibriladores seja apenas obrigatória em locais onde os fluxos sejam de lotação superior a cinco mil pessoas, pois todos nós sabemos que isso exclui quase todos os locais onde se praticam atividades de lazer.

Em suma, com base em todos estes conhecimentos é urgente que se altere a Lei para que a obrigatoriedade de ter desfibriladores e pessoal competente e apto a poder utiliza-los quando são necessários seja uma exigência para a manutenção dos locais onde se pratica atividade desportiva quer seja de lazer ou de alta competição

 

(*) Prof. Doutora na Faculdade de Medicina do Porto



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:40
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