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Domingo, 8 de Setembro de 2019
TEMAS DE SAÚDE: Sequelas de Fraturas e atribuição de Dano Futuro

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Por: Antonieta Dias (*)

 

Sequelas de Fraturas e atribuição de Dano Futuro

 
As fraturas  provocam sequelas pós traumáticas que nalguns casos podem implicar a atribuição do Dano Futuro quando se procede à avaliação do Dano Biológico  no âmbito  da Avaliação do Direito Cível.
As sequelas  de fraturas articulares poderão  evoluir para artrose  em consequência do desgaste da cartilagem articular.
A sobrecarga articular por diminuição da função produz a degeneração da cartilagem que é essencial para o bom funcionamento do movimento da articulação.
A artrose  é provocada por um processo de detioração da cartilagem que vai perdendo a sua elasticidade, ficando mais fina e acaba mesmo por desaparecer.
Quando a cartilagem é destruída, deixa de haver possibilidade de lubrificação, as extremidades dos ossos unem-se e provocam um estímulo que determina o crescimento ósseo anómalo e o desenvolvimento de excrescências irregulares designadas osteófitos.
As lesões traumáticas que provocam uma carga excessiva no organismo favorecem o aparecimento das artroses.
A artrose tem uma evolução lenta e progressiva provocando dor inicialmente ligeira, mas que se vai intensificando à medida que as lesões ósseas evoluem.
A artrose leva ao aparecimento de dor e rigidez podendo nalguns casos comprometer as extremidades nervosas  ( por exemplo quando ocorrem a nível da coluna vertebral).
Quando as artroses são devidas aos traumatismos são designadas por artroses secundárias.
Não há correlação entre o grau de lesão articular, intensidade da dor e gravidade da artrose, sendo a sua evolução resultante do conflito da limitação da mobilidade articular e da resposta individual de cada pessoa.
Porém a limitação da mobilidade articular vai-se agravando progressivamente com a idade.
A limitação dos movimentos pode gerar uma grande incapacidade nos pacientes com artrose dificultando a marcha e tornando difíceis ou mesmo impossíveis certas tarefas diárias, como por exemplo calçar os sapatos.
A dor é limitadora da mobilidade articular, podendo nalguns casos surgir atrofia muscular, instabilidade articular e agravamento severo das sequelas.
A osteoartrose não tem cura é  incapacitante e exige cuidados específicos para evitar a progressão da doença que passa pelos tratamentos regulares de fisioterapia, correção postural, exercício físico e analgesia nos episódios de agudização dolorosa.
O uso de medicamentos como sulfato de condroitina e sulfato de glucosamina atrasam a progressão da artrose.

Em suma, os traumatismos resultantes das fraturas articulares proporcionam condições favoráveis para o aparecimento da artrose sendo certo e seguro que estas fraturas provocam uma detioração articular mais precoce, um maior desgaste e sobrecarga a nível articular  com destruição da cartilagem e consequente dor, perda da mobilidade, da elasticidade articular e rigidez que dificulta o movimento, devendo por isso ser contempladas como Dano Futuro, quando se atribuem os parâmetros de Dano Biológico em  Dano em Direito Civil.
(*) Mèdica


publicado por Noticias do Ribatejo às 12:02
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Não nascemos para sermos iguais uns aos outros

CATARINA BETES.png

Por: Catarina Betes

 

Todos nós temos ou tivemos na nossa vida alguém por quem sentimos uma admiração profunda. Alguém que personifique o nosso herói. A pessoa que gostaríamos de ser.
Normalmente, quando nos apercebemos das características que admiramos nessa pessoa, reconhecemos que são as mesmas que gostaríamos de desenvolver. Sentimo-nos inspirados. 
Conformes essas aprendizagens vão sendo interiorizadas, também os nossos modelos externos e os espelhos vão mudando.
O nosso herói é normalmente alguém que carrega consigo o potencial de, a qualquer momento, virar o jogo. Passar de vítima a herói.
Não podemos mudar o que nos acontece, mas temos sempre a liberdade de decidir como queremos responder ao que nos acontece.
A consciência de que existe um guião, um papel que nos comprometemos desempenhar e que ninguém pode desempenhar por nós.
Ninguém consegue ser completo se não estiver em contacto com a sua criança interior. Ela é a responsável pelo resgate do nosso herói.
É ela que lhe permitirá saltar de alegria após vencido um obstáculo, assim como ter a coragem de chorar quando a vida trouxer a dor ou a perda.
E quem não se atreve a chorar, jamais terá o poder de rir de forma aberta, sincera e pura.
Nós e a nossa criança interior, decidimos o que queremos sentir, as portas que queremos abrir.
Não nascemos para sermos iguais uns aos outros. Somos diferentes, temos sonhos e propósitos diferentes.
Os nossos heróis atreveram-se a largar a vitimização, o queixume, a culpa e o julgamento.
E nós? Seremos capazes de assumir a responsabilidade pelo que nos acontece?
Existe um imenso potencial dentro de cada um, mas só o alcançamos quando nos desafiamos a sair da caixa  da normalidade onde nos escondemos... e nos atrevemos a ser únicos.
Especiais.


publicado por Noticias do Ribatejo às 08:00
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