NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019
CONSTRANGIMENTOS E EVENTUAIS SUSPENSÕES DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA ZONA DE VALVERDE FOROS DO PAÚL E VALE MANSOS EM CORUCHE

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NOS DIAS 17,18 E 20 DE DEZEMBRO

ENTRE AS 09H00 E AS 18H00

 

A ÁGUAS DO RIBATEJO informa que devido a intervenções no Sistema de Abastecimento de Valverde para implementação da Zona de Medição e Controlo ZMC, haverá constrangimentos e eventuais suspensões temporárias no abastecimento no período entre as 09h00 e as 18h00 dos dias 17,18 e 20 de Dezembro, nos locais indicados:

  • Zonas altas de Coruche
  • Zonas de Vale Verde
  • Foros do Paul
  • Vale Mansos


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:53
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Câmara Municipal de Salvaterra de Magos melhora mobilidade na EN 114-3 em Foros de Salvaterra e Várzea Fresca

INTERVENÇÃO EN114-3 CONSTRUÇÃO DE VIAS PEDONAI

 

 

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos está a realizar, em parceria com a União de Freguesias de Salvaterra de Magos e Foros de Salvaterra, uma intervenção de melhoria da mobilidade num troço da EN114-3 (entre o Estanqueiro e a Travessa da Pedreira), beneficiando o estacionamento e a circulação pedonal naquela via, nomeadamente o acesso ao Centro Escolar de Foros de Salvaterra e Várzea Fresca.

A intervenção, realizada por administração direta, compreende a execução de rede pluvial, ligeiro alargamento da faixa de rodagem, lancilagens, construção de passeios e de estacionamentos.

Entretanto, teve início esta semana a empreitada de construção de vias pedonais na EN 114-3 em Várzea Fresca, num investimento de cerca de 440 mil euros e com um prazo de execução de 180 dias, contando com apoio de fundos comunitários no âmbito do Programa Operacional Regional do Alentejo 2020.

O projeto de construção inclui drenagem pluvial, assentamento de lancis, construção de passeios, remates betuminosos, colocação de abrigos de passageiros e de sinalização horizontal e vertical, numa extensão de cerca de dois quilómetros.

O objetivo da Câmara Municipal é melhorar a qualidade de vida, as condições de circulação das populações e aumentar a segurança rodoviária



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:51
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Ribatejo InovFin capacitou empresas para a qualificação financeira, inovação e novos modelos de financiamento

 O projeto financiado Ribatejo InovFin, dinamizado pela NERSANT ao longo dos últimos dois anos no distrito de Santarém, chega ao fim no próximo dia 17 de dezembro, na Startup Santarém. A Associação Empresarial da Região de Santarém vai levar a efeito a sessão de encerramento do projeto, onde dará a conhecer o trabalho de capacitação para a qualificação financeira, inovação e novos modelos de financiamento levado a cabo pelo projeto junto da comunidade empresarial.

 

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém, vai dinamizar no dia 17 de dezembro, na Startup Santarém, a sessão de encerramento e apresentação de resultados do projeto financiado Ribatejo InovFin, que tem vindo a sensibilizar a comunidade empresarial para a literacia financeira, para a inovação e para a necessidade de novas e alternativas formas de financiamento dos negócios.

O encontro acontece na Startup Santarém, pelas 14h30, com a NERSANT a iniciar a sessão a dar conta da apresentação de resultados do projeto. Entre as diversas atividades do projeto, onde se contam dezenas de workshops de literacia financeira, foram ainda realizados estudos de apoio à comunidade empresarial para a área da gestão e inovação. Os resultados dos mesmos serão também apresentados na sessão, nomeadamente o estudo sobre a gestão financeira da região, que se foca nas lacunas e oportunidades de melhoria entre as PME e a banca e nos custos financeiros e práticas de gestão financeira na região, e o estudo sobre como fomentar a inovação nas PME, que aponta mecanismos de financiamento baseados na web e as diversas tecnologias disponíveis para o desenvolvimento das empresas.

Outra das atividades do Ribatejo InovFin foi a criação de diversas ferramentas de apoio à gestão financeira, que vão de igual modo ser apresentadas na sessão de encerramento do projeto. O evento encerra com uma intervenção da especialista internacional Olga Glumac sobre “o valor acrescentado do design thinking na inovação empresarial”.

As empresas interessadas em conhecer o trabalho desenvolvido pelo Ribatejo InovFin e interessadas em estar presentes, podem registar a sua presença gratuita no portal da NERSANT, em www.nersant.pt, ou no portal do InovFin, em www.inovfin.pt

De referir que o projeto Ribatejo InovFin é um projeto dinamizado pela NERSANT que conta com o financiamento do Compete 2020 no âmbito do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:21
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CARTAXO ASSINALOU 204 ANOS DE ELEVAÇÃO A CONCELHO

 

 

  • Sessão Solene integrou cerimónia de entrega de Medalhas de Mérito Municipal a Maria Emília Palhinha e Maria José Campos

 

  • O presidente da Assembleia Municipal Augusto Parreira apelou à união e participação de todos os munícipes “para construir um concelho cada vez melhor”

 

  • Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, entende que é tempo de “seguir os exemplos de força e de coragem que guiaram as mulheres e os homens que há 204 anos lutaram pela autonomia administrativa e pela afirmação do concelho do Cartaxo junto do Rei D. João VI”

 

  • Ministra da Agricultura Maria do Céu Albuquerque destacou a importância da agricultura no momento da criação do concelho do Cartaxo, mantendo-se “nos dias de hoje como uma fonte de desenvolvimento socioeconómico da região”

 

 

O Cartaxo celebrou, no passado dia 10 de dezembro, o 204.º aniversário de elevação a concelho com uma Sessão Solene, no Centro Cultural do Cartaxo, presidida pela Ministra da Agricultura Maria do Céu Albuquerque.

 

Esta Sessão Solene, apresentada pela Rainha das Vindimas Rafaela Oliveira, homenageou Maria Emília Palhinha e Maria José Campos, pelos serviços prestados, nas suas áreas, ao Município, com a atribuição de Diplomas e Medalhas de Mérito Municipal.

 

A abertura da Sessão coube à banda da Associação Filarmónica União Lapense que se manteve em palco até ao final da cerimónia, brindando todos os presentes e todos os que assistiram através do canal do Município no Youtube com diversos momentos musicais repletos de alegria e emoção.

 

O presidente da Assembleia Municipal Augusto Parreira foi o primeiro a subir ao palco para, “no dia em que se celebra o Cartaxo, o concelho e as suas gentes”, apelar à união e participação de todos os munícipes, pois “apenas com verdade, com trabalho, dedicação, criatividade e proximidade conseguiremos ultrapassar as dificuldades e os desafios e concretizar os objetivos que nos permitam continuar a afirmar o Cartaxo”.

 

Para o autarca, a comemoração deste aniversário deve “ser também um momento de reflexão, de partilha e de mobilização de energias para que possamos perceber bem o caminho percorrido e o caminho que queremos percorrer para construir um concelho cada vez melhor”.

 

Nesta “data histórica com uma carga emblemática para todos nós, a celebração da elevação do Cartaxo a concelho”, é também o momento para “recordar todos aqueles que ao longo da nossa rica história, em contextos radicalmente diferentes, contribuíram a seu modo para que este concelho se tenha tornado no que ele é hoje, um local agradável de encanto e de belezas únicas”.

 

Assim começou o autarca por se dirigir às duas homenageadas, a quem agradeceu “o seu exemplo de entrega à causa pública, o seu exemplo de dedicação à comunidade de que são parte assumida e integrante, a sua consciência diariamente repetida de uma cidadania ativa que nos exige que as destaquemos”.

 

Os momentos que se seguiram foram de grande emoção, com a subida ao palco das duas homenageadas. Esta foi, aliás, do início ao fim, uma noite emotiva, em que se celebrou não apenas os 204 anos de história do Cartaxo como concelho, mas também o amor, a amizade, o carinho, a inspiração, o respeito, o exemplo e a admiração despoletados por Maria Emília Palhinha e Maria José Campos. Foi o que se sentiu nos vários discursos, na reação do público, nos aplausos que foram feitos de pé.

 

Maria Emília Palhinha, que foi professora efetiva da Escola Secundária do Cartaxo, foi a primeira homenageada a subir ao palco. Depois de receber o Diploma, a Medalha e um ramo de flores das mãos do presidente da Assembleia Municipal Augusto Parreira, do vice-presidente da Câmara Municipal Fernando Amorim, e do vereador Pedro Nobre, Maria Emília Palhinha confessou sentir-se “emocionada”.

 

Agradecendo ao Município e a todos os presentes, a homenageada dirigiu-se aos seus antigos e atuais alunos, justificando a sua vida de entrega à carreira docente como um gesto de amor por eles, “contribuí com tanto trabalho porque eu acho que ensinar é amar”.

 

No final do seu discurso, a atual professora da Universidade Sénior do Cartaxo disse que espera “continuar a fazer muitas mais coisas”.

 

Maria José Campos, que desempenhou, entre outros, o cargo de Diretora da Biblioteca Municipal Marcelino Mesquita e do Museu Rural e do Vinho do Cartaxo, do qual foi também fundadora, subiu ao palco para receber o Diploma, a Medalha de Mérito e o ramo de flores das mãos da ministra da Agricultura Maria do Céu Albuquerque, do presidente da Câmara Municipal Pedro Magalhães Ribeiro e da vereadora Elvira Tristão.

 

A homenageada lembrou os tempos passados na autarquia, descrevendo esses anos como “empolgantes, de trabalho, mas também de realização, de prazer e, sobretudo, um enorme privilégio para uma jovem economista, em 1977, poder integrar em democracia a primeira Câmara Municipal”.

 

Para a antiga vereadora, “mais do que ocupar um cargo, foi sobretudo uma dedicação de vida, porque sabíamos que as dificuldades eram muitas, os meios eram muito parcos, mas que todos em conjunto poderíamos fazer muito mais e melhor, e assim foi”.

 

No seu discurso, Maria José Campos agradeceu a todos “os colaboradores, que fui tendo ao longo da vida”, essenciais em todos os projetos a que se dedicou, “e que nunca regatearam esforços nem trabalho para que as coisas se conseguissem concretizar”.

 

Pedro Magalhães Ribeiro, que discursou logo após a homenagem a estas duas importantes mulheres da história do concelho, também lhes dedicou algumas palavras.

 

Dirigindo-se à professora Maria Emília Palhinha, o presidente afirmou que “para além do muito que fez, daquilo que é visível, arrisco afirmar que aquilo que deixou de mais importante nesta nossa comunidade, foram os ensinamentos aos seus alunos, a sua amizade, o seu carinho, os valores da diversidade e de um mundo multicultural que cultivou em cada um deles e em cada um de nós, que temos tido o prazer do seu convívio”.

 

Sobre Maria José Campos, o presidente referiu que o Município prestou homenagem não apenas à autarca e à deputada, mas sobretudo “à cidadã ativa, que foi e é símbolo da participação da mulher na vida política, que sempre semeou uma cultura de abertura ao que é diferente e novo, e que sempre soube envolver a comunidade para construir, a partir do melhor das nossas tradições, com uma visão lúcida e corajosa de um Cartaxo inovador e com os olhos postos no futuro”.

 

No início do seu discurso, o presidente transmitiu uma palavra de solidariedade e de esperança a todos os cartaxeiros, mas sobretudo àqueles “de cada uma das nossas freguesias que hoje vivem em situação de pobreza, no desemprego, na angústia de um Natal amargurado e com pouca esperança no futuro”.

 

Lembrando que a 10 de dezembro se comemora também o Dia Internacional dos Direitos Humanos, Pedro Magalhães Ribeiro lamentou que se viva hoje “uma nova era de desigualdades, em que o fosso entre ricos e pobres se acentua”, numa sociedade “fragmentada e mais perdida nos seus valores humanistas, num mundo cada vez mais egoísta, que teima em não assumir que está a comprometer o futuro das novas gerações e do planeta que coabitamos”.

 

O presidente abordou a questão das alterações climáticas e as conclusões “claras e preocupantes” da comunidade cientifica, destacando que, sendo um tema global, “tem que merecer, uma reflexão local, em que cada um de nós, na sua ação individual e nosso comportamento coletivo, está convocado para agir”.

 

Dirigindo-se, depois, à ministra da Agricultura, Pedro Magalhães Ribeiro falou sobre a ligação entre a “preservação da excelência dos produtos que produzimos na nossa região e no nosso país” e a “capacidade que tivermos para valorizar e proteger os nossos recursos naturais”, tendo também manifestado as suas preocupações sobre o Tejo e os seus afluentes.

 

“Estas áreas não são todas do seu domínio”, acrescentou, “mas sei da sua preocupação e do seu amor ao rio Tejo, que sendo o elemento mais estruturante da nossa região, transporta grandes desafios”.

 

A par do Tejo, Pedro Magalhães Ribeiro destacou o vinho e a Agroglobal como fatores de dinamismo e ambição que fazem, do Cartaxo, “uma terra de enormes oportunidades”. Mas este tempo em que vivemos continua “a ser de emergência”, afirmou, havendo ainda “muito para fazer para devolver à nossa terra a qualidade de vida de outros tempos”.

 

“Somos a terra de Marcelino Mesquita, Cosme Delgado, Marco Chagas, Rui Silva, de Nicolau, Trindade, de Francisco Valada, de Vicente da Camara, José Tagarro, Jorge Maltieira, José Raposo, cavaleiros tauromáquicos, de bravos forcados e de tantas e tantas personalidades, instituições, gente anónima que com o seu trabalho continuam a elevar bem alto o prestígio e as tradições da nossa terra”, atestou, reafirmando o seu “orgulho nas nossas gentes, na nossa terra, e em cada uma das nossas freguesias”.

 

Pedro Magalhães Ribeiro entende que “tal como há 204 anos, temos de seguir os exemplos de força e de coragem que guiaram as mulheres e os homens que há 204 anos lutaram pela autonomia administrativa e pela afirmação do concelho do Cartaxo junto do Rei D. João VI”. Para isso, assegurou que continuará a trabalhar “para que o concelho continue a representar para as gerações vindouras, uma terra com tradições, de gente de trabalho, onde existe sempre um espaço para a inovação, para a criatividade e para a modernidade”.

 

No encerramento da cerimónia, a ministra da Agricultura Maria do Céu Albuquerque destacou o excerto do alvará de criação do concelho do Cartaxo destacado no convite: “(…) que este se erigisse em Vila com Termo conveniente, desmembrando-se de Santarém, não só porque assim o exigiam o aumento da agricultura, riqueza, povoação e grandeza do referido Lugar (…)”. “A agricultura mencionada neste excerto assume-se até aos dias de hoje como uma fonte de desenvolvimento socioeconómico da região do ribatejo, mas também do Cartaxo em concreto, e como fator inquestionável de competitividade”, afirmou.

 

Deixando a todos um convite para participarem na Agroglobal, a Ministra destacou esta feira profissional como um sinal “da vitalidade desta região, designadamente no que diz respeito à atividade agrícola e à manutenção da aliança entre a tradição e a inovação”.

 

O vinho do Cartaxo também mereceu destaque por parte da ministra, que o considera também “parte desta vitalidade”. “Foi graças ao trabalho de tantas e de tantos, da Adega Cooperativa do Cartaxo, mas também da Maria José Campos, que o vinho passou a ser uma referência dos produtos endógenos deste nosso território”, salientou, lembrando os muitos prémios nacionais e internacionais ganhos pelo vinho do Cartaxo.

 

Agradecendo o convite que lhe foi dirigido para partilhar esta “noite quente, de afetos, de carinho”, Maria do Céu Albuquerque terminou o seu discurso apelando à participação de todos na construção de “um futuro que honre o passado que hoje, aqui no presente, recordamos, comemoramos, e com o qual nos comprometemos”.

 

Lembrando as palavras de Maria de Lurdes Pintassilgo, “uma grande mulher, tal como as homenageadas, muito à frente do seu tempo”, a Ministra lembrou que a resposta aos problemas está nas mãos de todos – “«Se queremos um futuro melhor, o futuro começa hoje e está nas nossas mãos» - parabéns ao Cartaxo por estarem a agarrar o vosso futuro”.

 

 

Biografias – Agraciadas com Medalha de Mérito Municipal

 

Maria Emília Palhinha Gonçalves

 

Maria Emília Palhinha Gonçalves nasceu em Évora e reside no Cartaxo desde 1969.

 

Licenciada em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

 

Lecionou Educação Visual em Leiria, colégio Marcelino Mesquita no Cartaxo, E.B 2.3 em Santarém na escola Dr. Ginestal Machado.

 

Professora efetiva da Escola Secundaria do Cartaxo, onde lecionou História da Arte, oficina de Artes, Área de Projeto, Pintura e Desenho.

 

Coordenadora do Grupo e do Departamento de Expressões.

 

Fez parte do Clube Europeu de Artes e Letras, dinamizou o desfile anual de máscaras venezianas, e no Clube da Floresta pintou uma árvore que participou na “Tree Parade” que percorreu todo o país.

 

Criou o tridimensional a partir da reciclagem dos módulos do muro da escola, com o apoio da Câmara Municipal do Cartaxo e o tridimensional, monumento comemorativo dos 30 anos da escola.

 

Anualmente, promoveu várias exposições e instalações artísticas e performances de alunos.

 

Divulgou internacionalmente o ensino das artes da escola, numa exposição de quadros dos alunos em Massachussets nos Estados Unidos, a convite de professores e alunos da Escola Superior de Educação de Santarém.

 

Criou, dinamizou e promoveu as ”7 maravilhas do concelho do cartaxo” e respetiva Gala de entregas dos trofeus às freguesias vencedoras.

 

Criou o cenário, pintou o retrato de 2 ciclistas homenageados, José Maria Nicolau e Alfredo Trindade, na Rainha das Vindimas, assim como os respetivos troféus criados pelos seus alunos, a partir da reutilização de garrafas de plástico.

 

A convite do Jardim de Infância do Cartaxo, lecionou, nos tempos livres, Artes Plásticas.

 

Foi aposentada aos 70 anos.

 

Para além do descrito, a nível pessoal participou no Salão de Outono de Santarém, no concurso de pintura da Escola Prática de Cavalaria, no Salão de Primavera de Fátima, na Espojul, onde ganhou 1ºs prémios de pintura e menção honrosa.

 

As suas obras podem ser observadas na Escola Secundária do Cartaxo (onde tem uma sala com o seu nome), Caixa de Crédito Agrícola, Escola Prática de Cavalaria, Santa Margarida, Universidade Sénior do Cartaxo, e alguns painéis de azulejos em Frankfurt e nos Estados Unidos.

 

Atualmente é docente na Universidade Sénior do Cartaxo nas disciplinas da História da Arte, desenho e pintura.

 

 

Maria José Vidal do Rosário Campos

 

Maria José Vidal do Rosário Campos nasceu em junho de 1944, natural de Lisboa, reside no Cartaxo há 52 anos, casada, com um filho.

 

Licenciada em Economia pela Universidade de Lisboa.

 

Professora do ensino secundário. Lecionando em diversas escolas da região ribatejana, tendo-se efetivado na Escola Secundária do Cartaxo.

 

Vereadora da Câmara Municipal do Cartaxo de 1977 até janeiro de 1994, integrando a vereação da primeira Câmara eleita em democracia. A partir de 1985, exerceu o cargo a tempo inteiro.

 

Eleita Deputada da Assembleia da Republica, em 1999, integrando a lista do Partido Socialista.

Diretora da Biblioteca Municipal Marcelino Mesquita.

 

Fundadora em 1985 do Museu Rural e do Vinho do Cartaxo e sua primeira Diretora.

 

Criadora e coordenadora da Festa do Vinho do Cartaxo, bem como da primeira Rota do Vinho do Concelho do Cartaxo.

 

Vogal da Comissão Regional de Turismo do Ribatejo, desde a sua criação em 1993 até à sua extinção.

 

Como Vereadora, foi responsável por diversas exposições temáticas, de índole cultural, na sala Pintor José Tagarro e nas Salas do Museu Rural e do Vinho.

 

Colaboradora, depois de 1994, em vários estudos de natureza regional, nomeadamente participando, ativamente, na inventariação do Património Cultural e Etnográfico do Ribatejo.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:19
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Benavente e Torres Novas avançam com curso de formação de formadores em janeiro

 

A NERSANT - Associação Empresarial da Região de Santarém vai arrancar com duas ações de Formação Pedagógica Inicial de Formadores em Benavente e Torres Novas, já no próximo mês de janeiro. De momento, ainda há vagas para as inscrições de última hora.

 

A frequência e conclusão com aproveitamento do curso Formação Pedagógica Inicial de Formadores proporcionará aos formandos a obtenção do CCP - Certificado de Competências Pedagógicas, o que lhes permitirá exercer a função de formador nas áreas para as quais estão habilitados.

Dia 13, a ação de formação inicia em Benavente, nas instalações do Núcleo NERSANT, e em Torres Novas, a formação avança no dia 20 do mesmo mês.

Os interessados em integrar o grupo de formandos de qualquer das ações do curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores ainda o podem fazer, bastando para tal efetuar inscrição online no portal da NERSANT, em www.nersant.pt.

De referir que, para além de Benavente e Torres Novas, a NERSANT tem inscrições abertas para outras ações do curso a decorrer noutros locais da região, nomeadamente Ourém / Fátima, Abrantes, Santarém e Cartaxo.



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:37
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Milhares de idosos do distrito de Santarém sem vacina contra a gripe

Milhares de idosos do distrito de Santarém sem vacina contra a gripe

PSD exige explicações e a resolução imediata do problema

 

Os idosos de pelo menos mais de metade dos 21 concelhos do distrito de Santarém não tiveram ainda acesso à vacina contra a gripe que a própria Direcção Geral de Saúde recomenda que seja dada prioritariamente aos maiores de 65 anos logo a partir de Outubro. Ora, é precisamente esse Grupo prioritário que foi esquecido pelo Ministério da Saúde enquanto outros grupos menos fragilizados já foram vacinados.

 

Os Deputados do PSD enviaram um conjunto de seis Perguntas à Ministra da Saúde pedindo a resolução imediata deste problema e explicações sobre as razões que levaram a DGS, ao contrário do habitual, a não dar a habitual prioridade aos idosos que estão em lares de IPSS´s ou Misericórdias.

 

Segundos os Deputados do PSD que subscrevem esta Pergunta Parlamentar, ao dia de hoje, dia 11 de dezembro de 2019, diversos lares de idosos em concelhos como Abrantes, Sardoal, Tomar, Abrantes, Salvaterra de Magos, Torres Novas, Almeirim, Vila Nova da Barquinha, Rio Maior, Entroncamento e Santarém não têm ainda vacinas para todos os seus utentes.

 

 

Texto da Pergunta Parlamentar

 

Exma Senhora Ministra da Saúde,

Como habitualmente, o país prepara-se para os problemas causados pelas épocas de maior frio promovendo uma campanha de vacinação contra a gripe, em particular nos grupos mais vulneráveis. Como saberá, e como refere o site da Direção Geral de Saúde (DGS), a gripe é “uma doença contagiosa que, maioritariamente, cura espontaneamente. Mas podem ocorrer complicações, particularmente em pessoas com doenças crónicas ou com 65 ou mais anos de idade.” A DGS recomenda a vacinação contra a gripe pois esta é “a principal medida de prevenção”.

 

Conforme consta da Norma da DGS 006/2019, de 7 de outubro de 2019, a vacinação inicia-se em outubro e deve ser feita até ao fim do ano. A vacina pode ser administrada durante todo o outono e inverno. A DGS destaca que a vacinação contra a gripe é fortemente recomendada a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos; doentes crónicos e imunodeprimidos (a partir dos 6 meses de idade); grávidas; profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados (ex.: lares de idosos). Segundo a DGS, aconselha-se também a vacinação às pessoas com idade entre os 60 e os 64 anos.

 

Apesar de todas estas recomendações é com enorme espanto que os Deputados subscritores desta Pergunta Parlamentar verificaram um tremendo atraso na vacinação contra a gripe, em particular no região de Lisboa e Vale do Tejo e em especial no distrito de Santarém.

 

Se o atraso na vacinação da população em geral já seria preocupante, mas não inédito, a verdade é que desta vez são os grupos mais vulneráveis, e declarados como prioritários pelo Ministério da Saúde, os principais prejudicados, a população mais idosa e que se encontra em lares ou que frequenta centros de dia.

 

É absolutamente inaceitável que se assista no terreno ao desespero e preocupação dos idosos, das suas famílias, mas também dos profissionais de saúde e das pessoas que trabalham nestas instituições pela falta de vacinas para os mais idosos e mais desprotegidos.

 

Os Deputados do PSD estranham tanto o facto de não haver vacinas suficientes para estes grupos mais vulneráveis quando é facilmente verificável que a sua distribuição e venda foi feita em cidades como, por exemplo, Lisboa, sem qualquer limite ou exclusividade para grupos de risco.

 

Verifica-se, assim, que o problema não poderá ter estado na escassez de vacinas, mas sim no planeamento deficiente por parte do Ministério da Saúde e na falta de respeito pela priorização de grupos de risco. É um facto que enquanto dezenas lares e centros de dia, ou seja, milhares de idosos, não tiveram ainda acesso a estas vacinas, outros grupos da sociedade menos vulneráveis tenham tido acesso sem qualquer limite ou limitação.

 

É um facto que num contexto de forte ameaça do vírus da gripe sobre os grupos mais vulneráveis, sejam precisamente estes os primeiros excluídos da vacinação em muitos concelhos do país, o que é inaceitável e inexplicável.

 

Por outro lado, não podemos deixar de lamentar que as declarações públicas dos responsáveis do Ministério da Saúde ocultem esta realidade e transmitam uma mensagem completamente oposta aos cidadãos.

 

Tendo em conta que este Governo tem por hábito responder tardiamente e fora de prazo às Perguntas Parlamentares fica a aqui registado para possível verificação que ao dia de hoje, dia 11 de dezembro de 2019, diversos lares de idosos em concelhos como Abrantes, Sardoal, Tomar, Abrantes, Salvaterra de Magos, Torres Novas, Almeirim, Vila Nova da Barquinha, Rio Maior, Entroncamento e Santarém não têm ainda vacinas para todo os seus utentes.

 

Tendo em conta o disposto na alínea d) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa e as normas regimentais aplicáveis, nomeadamente, o artigo 229.º do Regimento da Assembleia da República, cujo n.º 3 fixa em 30 dias o limite do prazo para resposta, o(a)s Deputado(a)s do PSD, abaixo-assinados, vêm por este meio questionar S. Exa. Sua Excelência a Ministra da Saúde por intermédio de Vossa Excelência, nos termos e fundamentos que antecedem, respostas às seguintes perguntas:

 

1 – Como justifica o Governo que nesta altura do ano milhares de idosos, utentes de dezenas de lares para cidadãos com mais de 65 anos, não tenham ainda recebido a vacina contra a gripe?

2 – Qual a explicação para o facto de outros grupos etários que não são de risco tenham sido vacinados contra a gripe antes dos grupos que a DGS definiu como mais vulneráveis e prioritários?

3 – Existiu alguma razão médica ou administrativa que tenha levado o Ministério da Saúde a não começar precisamente pela vacinação em lares e centros de dia como tem feito todos os anos? Houve alguma indicação aos ACES – Agrupamentos de Centros de Saúde para protelar a distribuição a estas instituições?

4 – Em que datas foram feitas as encomendas, e em que quantidades, de vacinas para campanha de vacinação contra a gripe de 2019/20? 

5 – Qual o ponto de situação atual da campanha de vacinação contra a gripe?

7 – Quando prevê o Governo que todos os grupos de risco tenham sido vacinados no âmbito da campanha de vacinação contra a gripe 2019/2020?



publicado por Noticias do Ribatejo às 08:45
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