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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2020
Município, GNR e associações preparam Reforço de Patrulhamento

Chamusca  reforço de patrulhamento GNR.jpg

 

 

Roubos e assaltos em zonas agrícolas e florestais

Município, GNR e associações preparam Reforço de Patrulhamento

 O Município da Chamusca, tendo sido alertado por um grupo de agricultores para o aumento de situações de roubos, assaltos e de outras ocorrências suspeitas em zonas agrícolas e florestais do concelho, solicitou uma reunião com o Destacamento Territorial da GNR de Torres Novas, com o Posto Territorial da GNR da Chamusca e com as associações representativas dos dois setores, para em conjunto encontrarem medidas concretas para atuar sobre este problema.

A reunião realizou-se no dia 28 de janeiro, com as presenças do Presidente da Câmara Municipal da Chamusca, Paulo Queimado, do Vereador em Regime de Permanência, Rui Ferreira, de representantes da GNR - a Comandante do Destacamento Territorial de Torres Novas, Capitão Irina Pinto, e o Comandante do Posto Territorial da Chamusca, Sargento-Ajudante Paulo Petinga - e representantes das associações florestais a agrícolas, com atuação no concelho, nomeadamente, a Agrotejo – União Agrícola do Norte do Vale do Tejo, a ACHAR - Associação de Agricultores da Charneca  e a APIC-  Associação Agrícola da Freguesia de Pinheiro Grande.

 

Da parte da GNR ficou o compromisso de haver um reforço de patrulhamento nas zonas florestais e agrícolas do concelho da Chamusca.

 

As associações também demonstraram o seu envolvimento neste processo e comprometeram-se em informar e em sensibilizar os seus associados para a importância de reportar todas estas ocorrências.

 

A GNR solicita que os moradores e proprietários das zonas agrícolas e florestais comuniquem sempre às autoridades (através do Posto Territorial da Chamusca  249 769 030) quaisquer movimentações de pessoas e viaturas estranhas e, sempre que existam furtos, por mais pequenos que sejam, que sejam reportados às forças de segurança. Só desta forma será possível cruzar informação e mobilizar mais meios para o terreno.   



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:58
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Startup Santarém recebeu seminário sobre apoios à internacionalização das empresas do Ribatejo

 

Sabe que existem seguros de crédito ao serviço da exportação para todo o mundo? Que oportunidades oferecem os mercados da América Latina às empresas portuguesas? Quais os apoios que a NERSANT disponibiliza às empresas da região de Santarém? Foi para responder a estas e muitas outras questões que a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém organizou esta segunda-feira, dia 10 de fevereiro, o seminário sobre o tema “Ferramentas e mecanismos de apoio à internacionalização - Ribatejo Business Intelligence”.Com a participação de especialistas da COSEC, AIP, Bureau Veritas, e da Câmara de Comércio Portugal – Atlântico Sul, o seminário teve lugar na Startup Santarém, com a presença de dezenas de empresários.

 

Ribatejo Business Intelligence ao serviço das empresas da região
O seminário abriu com uma apresentação da NERSANT sobre o projeto Ribatejo Business Intelligence e das ações de apoio à internacionalização das empresas previstas para 2020.  A acompanhar o dinamismo das empresas da região que aumentaram em 24% as exportações de bens em 2018, a NERSANT aposta forte na estratégia de apoio à internacionalização das empresas da região.
Nesse sentido, a Associação Empresarial desenvolve a sua ação em dois grandes eixos: informação e prospeção/promoção internacional. Na área da informação, a NERSANT promove estudos e seminários, e disponibiliza um conjunto de informações de apoio às empresas, através de ferramentas digitais e do portal Ribatejo Business Intelligence.

Ações de promoção no Exterior
Na área da prospeção e promoção da Região, a NERSANT vai organizar 3 mostras promocionais, com o objetivo de promover a Região e os seus produtos e apresentar as suas potencialidades. Assim, a NERSANT vai estar presente com o evento “Ribatejo Week" na Eslováquia  (Bratislava), coincidindo com a CONECO - International Building Fair, de 25 a 28 de março.  De seguida vai levar o evento “Ribatejo Week" a Macau, de 15 a 19 de junho, e no Uruguai em julho.
Na estratégia da NERSANT para a internacionalização das empresas da região merece também destaque os eventos Internacionais que visam, por um lado, a promoção e apresentação da região, e por outro promover a realização de reuniões previamente agendadas, entre as empresas portuguesas e as estrangeiras.
Neste esforço de promover a internacionalização dos negócios da região, de salientar o Ribatejo Export Event 2020 que terá lugar de 22 a 24 de junho.


Oportunidades na América Latina
“Oportunidades na América Latina – o acordo UE/Mercosul” foi o tema da apresentação de filipe Romão, Presidente da Câmara de Comércio Portugal-Atlântico Sul. Uma intervenção que ofereceu uma panorâmica destes mercados internacionais. A distância, o risco de instabilidade política e económica e o protecionismo interno são os principais obstáculos que se colocam às empresas portuguesas para a entrada no mercado da América Latina.  O Acordo União Europeia / Mercosul ainda vai demorar mais de um ano a ser posto em prática, sendo necessária ainda a sua ratificação pelos governos do Uruguai, Paraguai, Brasil e Argentina. No entanto, fora do Mercosul há uma outra América Latina que oferece um panorama mais favorável ao comércio internacional. Existe um acordo de livre comércio entre a União Europeia e um conjunto de países da Comunidade Andina ligada pela Aliança do Pacífico que vai do México ao Chile, e na Comunidade do Caribe. Apesar das oportunidades que estes países oferecem, ainda representam apenas 3% do comércio externo português. Além das dificuldades logísticas e da distância, os negócios com estes países esbarram ainda com algumas barreiras técnicas, explicou o presidente da Câmara de Comércio Portugal – Atlântico Sul.

Como exportar em 3 passos
“Como exportar em 3 passos”, foi o tema da apresentação de Sara Carvalha, manager de GSIT Government & Services International Trade no Bureau Veritas.  Uma intervenção especializada sobre o mundo complexo das exportações, que começa com a colocação de questões como quando vai exportar, para onde vai exportar, que produto vai exportar, que tipo de inspeções e de requisitos são exigidos ao produto… O primeiro passo para exportar passa então pela revisão documental, pela conformidade com os referenciais do país de destino. No segundo passo é realizada a inspeção e no terceiro passo é emitido o certificado pelo Bureau Veritas que abre as portas.
Com 190 anos de história, a empresa Bureau Veritas dedica-se à certificação,  inspeção,  ensaios e a verificação da conformidade, de acordo com variadíssimos referenciais. “Prestamos um serviço abrangente de apoio aos nossos clientes, procurando sempre as soluções mais competitivas”, afirma esta especialista.
Sara Carvalha falou da situação de vários países africanos, como o Gana, Costa do Marfim e Nigéria. A título de exemplo, referiu que, desde o dia 1 de Fevereiro, que para entrar no mercado marroquino todos os produtos sujeitos ao programa de verificação de conformidade no país de origem, necessitarão de um Certificado de conformidade da Bureau Veritas, que será autenticado na chegada.

Certificados de Origem
Os certificados de Origem foram o tema da comunicação de José Barão das Neves, da AIP. Registe-se que a AIP - Associação Industrial Portuguesa, na qualidade de Câmara de Comércio e Indústria, emite Certificados de Origem, documento que comprova a origem nacional, ou de qualquer Estado-membro da União Europeia, dos produtos e permite ao exportador, para mercados extra-comunitários, a isenção ou redução de impostos decorrente de acordos internacionais. O Certificado de Origem é fornecido após a apresentação de cópia da factura comercial e preenchimento de formulário.
A AIP garante a emissão de certificados em 24 horas, com a possibilidade de envio em formato digital ou via CTT (gratuito), ou levantamento na sede da Associação.

 

A importância dos seguros de crédito da COSEC

Numa outra vertente, o Seminário permitiu conhecer o trabalho da COSEC, a seguradora líder em Portugal nos ramos de Crédito e Caução, oferecendo soluções de apoio à gestão e controlo de créditos no mercado interno e externo. A COSEC é igualmente responsável, por conta e ordem do Estado Português, pela cobertura e gestão dos riscos de crédito, caução e investimento, principalmente para países de risco mais agravado. Maria Celeste Hagatong, presidente do conselho de administração da COSEC, falou dos 50 anos de história e do papel desta seguradora especializada em seguros de crédito.
“A COSEC permite que as empresas façam uma gestão mais eficaz dos créditos e dos clientes e em caso de incumprimento cobre os prejuízos decorrentes do não pagamento de vendas a crédito de bens e serviços em Portugal e no estrangeiro”, explicou Sara Poeiras, diretora da COSEC.
“Todas as empresas que vendem a crédito precisam de seguro de crédito, sendo que um em cada dez é incobrável e 25% das insolvências são devidas a atrasos nos pagamentos”, afirma a especialista. A intervenção da COSEC começa logo na fase de prevenção, com a avaliação do risco, através do acesso a informação sobre os mercados e clientes. O acesso à informação é possibilitado à empresa por estar integrada no grupo Alianz – Heuler Hermes, com presença em 50 países e com 50 milhões de empresas monitorizadas em permanência. A COSEC está acessível através de uma rede de mediadores e dos balcões da CGD, BPI, Millenium BCP e Bankinter.
A COSEC desempenha um papel insubstituível no apoio à internacionalização das empresas portuguesas para geografias mais arriscadas, horizontes de risco alargados e projetos de execução mais complexa. A COSEC funciona como instrumento da política pública, através do Sistema de dseguros de Créditos com garantia do Estado”,  explicou Patrícia Lavos, coordenadora da COSEC, referindo como exemplo, o caso de Angola e outros mercados de elevado risco onde os seguros privados não entram; só a COSEC através do sistema de seguros de crédito com garantia do Estado”. As vantagens do seguro de crédito residem na proteção contra perdas financeiras e a melhoria das condições financeiras.

O projeto Ribatejo Business Intelligence é financiado pelo ALENTEJO 2020 (Portugal 2020), no âmbito do FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:56
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TAGUS realiza sessão de esclarecimentos sobre requisitos legais para Produtores e Artesãos com ASAE

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Com o intuito de sensibilizar e esclarecer os produtores locais e artesãos de Abrantes, Constância e Sardoal sobre os requisitos legais para a sua atividade económica, a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior está a organizar uma sessão de esclarecimentos para dia 4 de março, às 18h, na sua sede.

 

Esta iniciativa é gratuita e dirige-se aos pequenos produtores agroalimentares e artesãos. A sessão, com duração de cerca de hora e meia a duas horas, irá abordar questões, como a rotulagem dos géneros alimentícios de produção artesanal, licenciamento das instalações de produção, letreiros e dísticos a afixar em função da modalidade de venda praticada, entre outros.

 

A sessão contará com a presença da entidade nacional, que tem por missão a fiscalização e prevenção do cumprimento da legislação reguladora do exercício das atividades económicas, a ASAE. Para participar nesta formação, deve ter intenção ou já ter atividade aberta na área dos produtos agroalimentares ou do artesanato num dos concelhos de intervenção da TAGUS, Abrantes, Constância ou Sardoal e inscrever-se através do sítio na Internet em www.tagus-ri.pt.

 

Esta pequena sessão de esclarecimentos sobre requisitos legais, na sede da TAGUS, no antigo edifício do GAT, está integrada na estratégia territorial, da Associação de Desenvolvimento Local, de valorização e promoção do que é produzido no Ribatejo Interior. E surge no âmbito do DLBC Rural (Desenvolvimento Local de Base Comunitária), através do eixo Reforçar a capacitação institucional das entidades regionais (CAPACITAR), do Programa Operacional Regional do Centro (CENTRO2020), incluído no Portugal 2020, e cofinanciado pelo Fundo Social Europeu.



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:52
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