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Domingo, 6 de Junho de 2021
Tudo é como tem de ser

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Por: Catarina Betes

 

Agarra-te ao que vês e sentes.
Não esperes demasiado. A vida é tão breve!
Sonha, mas não vivas unicamente do sonho.
Entende que nem tudo é para ser.
Há buscas que te deixam exausto, e certezas que nunca chegarão. Tudo flui e muda.a cada minuto de tempo.
Acalma a tua alma impulsiva. É ela que te faz levantar, mas também te engana, no caminhar.
Aprecia cada minuto. Inspira devagar. Procura dentro de ti o que realmente precisas, para seres feliz. 
Na verdade precisas de tão pouco...e corres tanto, atrás de nada.
Acalma o teu coração e aprecia.
O sol, o mar, as flores. 
As pessoas que realmente se preocupam e que tantas vezes nem vês. 
Relaxa. Aprecia o que tens e avança apenas quando te sentires seguro.
É que a vida é tanto, para sentires tão pouco.
Fecha os olhos e entrega-te, mas seleciona a quem te dás.
Se não te acalma, não presta.
Se não te remexe por dentro, também não.
Espera. Sê sábio. 
E entende. Que nem tudo é para ser.
E que não há corrida nenhuma que valha a pena, se corres sozinho. 
Tudo é como tem de ser.
 
 
 


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TEMAS DE SAÚDE: Catástrofes

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Por: Antonieta Dias (*)

 

As catástrofes são tragédias que ocorrem e que podem originar um número muito acentuado de vítimas mortais com graves prejuízos financeiros, emocionais e geográficos,

Todos conhecemos a desoladora história do Titanic e como essa muitas mais estão registadas na nossa história formando um véu negro de mágoas inesquecíveis.
Apesar das catástrofes serem um fenómeno corrente e recorrente na história da Humanidade, nestes últimos anos  têm surgido de uma forma mais acelerada sendo cada vez mais perigosas e destruidoras.
Certamente os níveis mais elevados de conflitualidade, o crescimento urbano e demográfico,  as mudanças climatéricas, são alguns dos fatores mais importantes e que mais têm contribuído para que estes acontecimentos se tenham vindo a agravar e a potenciar com mais celeridade, 
Todavia, não podemos esquecer  que existe uma interacção entre o ambiente e o Homem, que obriga a uma permanente adaptação com o objetivo de conseguir viver e sobreviver.
Até ao Séc. XVIII, existia uma forte aceitabilidade dos fenómenos de natureza ambiental  por parte do Homem  perante a inclemência da Natureza.
Todavia com a Revolução Industrial, com o avanço da ciência e da tecnologia o comportamento Humano modificou-se e deixou de ser tão tolerante e passou a impor-se perante a Natureza com o propósito de satisfazer as suas necessidades de consumo e de preservar a Humanidade e  a economia. 
No Séc. XX, com o crescimento populacional as sociedades tornaram-se mais exigentes e menos toleráveis para estes fenómenos, apesar de existir uma percepção maior dos riscos,  da sua  gravidade  e da fragilidade humana para conseguir combater estas catástrofes.
Os riscos podem agrupar-se em três grandes áreas , sendo que os riscos naturais estão fora do alcance e do controlo humano, neles se incluem por exemplo os ciclones, as inundações e os terramotos. 
Um outro grupo são os riscos produzidos associados às atividades humanas, estes podem ser acidentais ( acidentes nos vários sectores da indústria, transportes, comércio e nos demais setores da economia).
Por sua vez os riscos conflituais são cada vez em maior número e passam pelos fenomenos de terrorismo, conflitos armados, e pelas guerras nas quais se incluem as guerras biologicas, e que muitas vezes se tornam incontroláveis. 
Importa ainda referir que para além do risco existe o perigo, definido como " a propriedade intrínseca  de uma substância perigosa ou de uma situação física de poder provocar danos à saúde.
A  Pandemia  desencadeada pela infecção do Coronovírus 19, que se arrasta desde os primeiros meses de 2020, têm sido desvastadoras na população Humana e destruidora da economia, cujo fim ainda não sabemos quando surgirá. 
Em suma, a tipologia das catástrofes, as suas consequências e qualquer abordagem que se faça nesta matéria poderá ser sempre incompleta perante as tragédias decorrentes de catástrofes naturais ou antrópicas.
Por sua vez com a Globalização em que vivemos,o mundo está em permanente mutação, as ameaças são constantes  e aumentam a vulnerabilidade em todos os países, sendo certo que aqueles que se encontram menos desenvolvidos ou subdesenvolvidos serão os mais atingidos pelos malefícios das catastrofes em consequência  da sua debilidade económica e tecnológica, das más condições sanitárias e ambientais e das carências alimentares .
(*) Médica


publicado por Noticias do Ribatejo às 07:55
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