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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2021
ENTRONCAMENTO: Piscinas Municipais reabriram ao público

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Piscinas Municipais reabriram ao público

 

As Piscinas Municipais do Entroncamento reabriram ao público, hoje, dia 4 de outubro, após intervenção para requalificação do espaço.

 

A intervenção realizada nas Piscinas Municipais, referente à empreitada da “Eficiência Energética no Edifício das Piscinas Municipais do Entroncamento”, implementou um conjunto de medidas de melhoria da eficiência energética e da sustentabilidade do edifício. Esta intervenção incidiu principalmente na beneficiação de dois aspetos fundamentais: na envolvente e nos sistemas técnicos, nomeadamente substituição da cobertura e alçado sul por vãos envidraçados com vidro duplo, substituição da iluminação existente por LED’s e instalação de um sistema de painéis fotovoltaicos para autoconsumo, bem como a criação de um novo espaço polivalente intermédio entre outros.

A intervenção tem um investimento global de 817.263,46 €, do qual foi cofinanciado pelo CENTRO 2020 – Portugal 2020, o montante de 371.501,07 €, sendo o restante suportado pelo Município.

 

Para o Presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria “tem sido uma aposta do Município fomentar a prática desportiva e promover um estilo de vida saudável. A intervenção efetuada nas Piscinas Municipais, para além de ter em conta a sustentabilidade dos recursos energéticos, insere-se nesta estratégia de melhoria da qualidade de vida dos nossos munícipes, criando e melhorando infraestruturas que permitam a prática de desporto e de lazer, tanto para os munícipes como para quem nos visita.”

 

Os utilizadores deste equipamento desportivo municipal podem agora praticar as suas atividades habituais, com melhores condições, contando com vigilância de nadador salvador, cumprindo todas as novas normas em vigor.

 

 

Encerramento da Exposição “Sempre Fixe!” O Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro

No domingo, dia 3 de outubro, decorreu no Museu Nacional Ferroviário a sessão de encerramento da Exposição “Sempre Fixe!” O Batalhão de Sapadores de Caminhos de Ferro, integrada na programação Cultural em Rede – VOLver.

A Exposição “Sempre Fixe!”, e as conversas on line, sobre este Batalhão, decorreram entre 18 de maio a 3 de outubro, e convidaram à desconstrução das representações simbólicas associadas a esta Unidade. A História contada a partir dos símbolos. Fiéis à divisa “Sempre Fixe!”, foram notáveis os exemplos de bravura e coragem, de destreza e espírito de combate. Alma do emblema e marca distintiva que caracterizaria esta unidade até à sua extinção, após o 25 de abril de 1974.

No encerramento desta exposição de grande importância na história militar da cidade que contou com a participação da Banda da Associação Filarmónica e Cultural do Entroncamento, que interpretou a Marcha Heroica deste Batalhão, esteve presente a Vereadora a Tempo Inteiro Tília Nunes em representação do Município do Entroncamento e a Vereadora a Tempo Inteiro Elvira Sequeira em representação do Município de Torres Novas.

A programação Cultural em Rede – Volver decorre até ao dia 11 de dezembro nos Municípios de Torres Novas, Entroncamento e Vila Nova da Barquinha e é financiado pelo Programa Operacional Regional do Centro 2014-2020, do Portugal 2020

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 18:58
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TE.MAS DE SAÚDE: O sigilo médico

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Por: Antonieta Dias

 

 

O sigilo médico

 

A questão da informatização /informação dos registos clínicos, tornou-se uma exigência do século XXI, sendo só por si uma iniciativa, louvável e absolutamente indispensável no estado actual, tendo em conta a sua relevância e a sua inquestionável importância.

Apesar de se revestir de uma enorme utilidade prática pela rapidez com que se acede a todos os registos permitindo uma circulação rápida de toda a documentação clinica, não deixa porém de ser também uma enorme preocupação para doentes, tendo em conta a quantidade de informação sigilosa a que os  profissionais têm acesso.

Esta necessidade vital de fazer circular a informação de forma célere, carece de alguns cuidados no registo e na codificação dos dados pessoais.

O fato de facilitar ao utilizador uma excelente possibilidade de armazenamento de informações pessoais dos pacientes, cujo registo é feito de forma explicita, permite uma rápida disponibilização da matéria prima privilegiada e recolhida da essência do ser humano que procura os serviços de saúde.

Apesar de haver a obrigatoriedade da protecção da informação fornecida, não existe a garantia de que outras pessoas cujo acesso lhes é permitido venham a respeitar este mesmo princípio. 

Pese embora a inequívoca estratégia de manter a informação dentro dos profissionais que cuidam directamente o paciente, por razões de confiança da relação médico/paciente (utente, doente, cliente), o acesso à privacidade de cada um, só é possível se existir um compromisso entre o profissional de saúde e o doente que o procura.

Porém, a possibilidade de armazenar os registos clinicos “microchip”, na base de dados do processo do doente, em que outras pessoas por questões técnicas irão ter acesso a este mesmo registo, irá com certeza inibir nalguns casos a livre informação dos elementos essências  que deveriam ser fornecidos pelos doentes.

Não é por isso incomum que alguns pacientes, quando se vêem confrontados com o pedido de divulgação dos seus antecedentes de doença, se questionem e algumas vezes até o omitam para que questões de carácter estritamente pessoal, não sejam escritas numa base de dados, não porque receiem que o médico tenha acesso aos seus “segredos”, mas porque temem que essas mesmas informações possam ser do conhecimento de outras pessoas que não estão dentro do círculo de segurança /confiança do doente.

Certo é, que a investigação médica obriga a fazer o despiste de outras patologias que poderão contribuir para um diagnóstico mais célere, nem sempre essas informações são fornecidas.

A realidade que existia antes da informatização era completamente diferente e embora a meta futura seja o processo e arquivo clinico electrónico, devido às suas inequívocas vantagens, alguns profissionais da saúde são por vezes confrontados com uma informação exígua e nalguns casos tardia, impedindo  o exercício da correlação dos dados.

Este facto, tem a ver com a percepção de alguns pacientes que fruto da sua reflexão equacionam a possibilidade da informação que fornecem possa ser tornada pública.

Estes receios não são de todo infundados.

Estas novas tecnologias são sem dúvida um modelo organizativo essencial e vieram possibilitar  efectuar um registo de todos os dados pessoais, todavia, o direito fundamental  da preservação do sigilo e respeito da vida privada do  cidadão, consagrado em vários documentos jurídicos nacionais e internacionais, dos quais se destacam a Declaração Universal dos Direitos do Homem, a Constituição Portuguesa, a Comissão Nacional de Protecção de Dados e o nosso Código Civil, representam os principais suportes de confiança dos pacientes.

Em suma, o respeito do direito fundamental da vida privada, é um compromisso dos médicos que os vincula como uma norma de conduta essencial no desempenho da sua actividade profissional.

Transferir este compromisso para pessoas alheias pode ser uma ameaça.



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:58
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