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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2021
Comissão Municipal de Proteção Civil reuniu para avaliação da situação da COVID 19 no concelho

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Realizou-se hoje, dia 6 de outubro, uma reunião da Comissão Municipal de Proteção Civil para avaliar a situação da Covid 19 no concelho.

 

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria, fez um ponto de situação no concelho, que se encontra à data próximo do limite mínimo do Risco Moderado.

 

Face ao elevado nível de vacinação e aos números de casos positivos registados, Portugal passou no passado dia 1 de outubro, a estar em Situação de Alerta e por conseguinte, o Comando Distrital de Emergência e Proteção Civil de Santarém determinou a desativação do Plano Distrital de Emergência.

 

Assim, o Presidente da Câmara Municipal, ouvida a Comissão Municipal de Proteção Civil, determinou a desativação do Plano Municipal de Emergência do concelho do Entroncamento, voltando a uma situação de normalidade, mantendo-se, contudo, a monitorização regular do processo de evolução da Covid 19.

 

Estiverem também presentes na reunião que se realizou por videoconferência, a Vice-Presidente da Câmara Municipal, Ilda Joaquim, o Vereador da Câmara Municipal, Carlos Amaro, o Secretário da Junta de Freguesia de S. João Baptista, José Lopes, o Coordenador Municipal da Proteção Civil, Rodrigo Bertelo, o Secretário da Mesa da Santa Casa da Misericórdia, Vítor Bertelo, a representante do Instituto de Segurança Social, Ana Prata e o Subdiretor do Agrupamento de Escolas Entroncamento, Paulo Lopes.

 

O Presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria, agradece todo o esforço, o empenho e dedicação de todas as instituições que integram a Comissão Municipal de Proteção Civil durante todo o período de pandemia.

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 17:40
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NERSANT ONLINE: Como montar o seu negócio em 6 passos

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NERSANT ONLINE: Como montar o seu negócio em 6 passos
4º workshop online NERSANT mostra onde buscar fontes de financiamento

Após as três primeiras sessões dedicadas à elaboração da ideia, ao modelo e ao plano de negócio, realizou-se o quarto das seis workshops online do ciclo dedicado ao tema “Como montar o seu negócio em seis passos”. Organizada pela NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém, esta nova sessão foi dedicada às fontes de financiamento do negócio.

 

O presidente da Comissão Executiva da NERSANT, António Campos deu as boas-vindas aos participantes deste ciclo de workshops que nas quatro sessões realizadas reuniu cerca de 600 participantes. Um número que mostra bem o grande interesse que este tema está a merecer. 
Destacou ainda o trabalho que está a ser realizado pela Associação através do departamento de apoio ao empreendedorismo, que presta gratuitamente todo o apoio aos empreendedores no processo de criação e desenvolvimento da empresa

NERSANT acompanha 130 empreendedores na criação de negócios

A Associação Empresarial é líder nacional na apresentação de candidaturas ao PAEPCE – programa de apoio ao empreendedorismo e criação do próprio emprego, estando a acompanhar neste momento cerca de 130 projetos. Neste domínio, António Campos refere que a taxa de mortalidade das novas empresas apoiadas pela NERSANT é de apenas 8%, enquanto a média nacional é de 56%.  Esta taxa de sucesso das empresas acompanhadas pela estrutura técnica da NERSANT justifica-se com a existência de bons projetos, bons planos de negócio e bons planos de tesouraria. Fundamental para o sucesso é também a formação que é ministrada aos empreendedores, através das ações de formação inicial de empreendedores, que lhes permitem adquirir os fundamentos em matéria de gestão, de recursos humanos e de marketing, entre outros conhecimentos essenciais para a atividade empresarial.

Coube a Teresa Moleirinho, da equipa de Empreendedorismo da NERSANT, fazer a apresentação desta sessão dedicada a uma etapa fundamental no processo de criação de qualquer empresa – as fontes de financiamento.

Destacou a importância de existir capital próprio para financiar o investimento da empresa. Por um lado, garante uma boa autonomia financeira e, por outro, pode ser um fator decisivo para a aprovação do projeto. Em complemento, pode-se recorrer ao financiamento público ou bancário.

Nas fontes de financiamento público contam-se os fundos comunitários e os apoios do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional. Sobre os fundos comunitários, a técnica da NERSANT afirma que não é possível ainda avançar com informação sobre os apoios disponíveis, uma vez que o programa Portugal 2030 ainda não avançou com quaisquer regras de acesso, devendo ser conhecidas novidades no final do 1º semestre de 2022.

Grande panóplia de fontes de financiamento ao dispor dos empreendedores

Quanto aos apoios do IEFP, destaca-se o PAECPE, que permite aos beneficiários de prestações de desemprego apresentarem planos de negócios e pedirem o pagamento parcial ou total das prestações do subsídio de desemprego, para financiar a criação do negócio. Os beneficiários deste apoio devem manter a atividade durante pelo menos 3 anos e podem receber ainda financiamentos de outras linhas de crédito protocoladas com o IEFP; como o Microinvest e o Invest Mais. Estas linhas de crédito oferecem juros bonificados, prazo de 7 anos, dois anos de carência de amortização do capital e um ano de isenção de juros.

Os jovens entre os 18 e os 30 anos, inscritos no IEFP, dispõem da linha de crédito Invest Jovem, para investimentos entre os 1097 euros e os 43881 euros. Beneficiam de um financiamento até 75% do investimento, na forma de empréstimo sem juros. Oferece ainda um apoio extra de 2632 euros por cada posto de trabalho criado.

Outra fonte de financiamento disponível é o programa Nacional de Microcrédito Sou+, medida desenvolvida em parceria do IEFP com o CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social. Esta medida destina-se não só a desempregados como a todos aqueles que tenham especiais dificuldades de acesso ao mercado de trabalho e estejam em risco de exclusão social, possuam uma ideia de negócio viável, perfil empreendedor e formulem e apresentem projetos viáveis para criar postos de trabalho, assim como a microentidades e cooperativas até 10 trabalhadores, incluindo neste número os cooperadores trabalhadores, que apresentem projetos viáveis com criação líquida de postos de trabalho, em especial no domínio da atividade na área da economia social.

Há ainda o ADN Startup, para apoio ao desenvolvimento do negócio, com financiamentos até 50 mil euros, pelo prazo de 8 anos e com 2 anos de carência de amortização de capital.

Depois há também a possibilidade de recorrer ao crédito bancário.

Na realidade, como salienta António Campos, “nunca existiram tantos apoios para a criação e dinamização de empresas como agora, existindo uma dinâmica sempre em atualização e uma relativa facilidade em encontrar soluções, processo no qual a NERSANT pode ajudar”.

A terminar esta sessão, teve lugar a apresentação da empresa de solicitadoria Solicitors International Offfice. Com escritórios em Lisboa, Torres Novas, Ourém e em França, a empresa dispõe de uma equipa de juristas especializados, para o acompanhamento de questões legais, aconselhamento jurídico e fiscal, oferecendo às empresas e aos empreendedores todo um conjunto de serviços que permitem garantir o cumprimento de todas as obrigações legais e fiscais.

Nova sessão online sobre organização contabilística e obrigações fiscais na quinta-feira

O ciclo de workshops prossegue na próxima quinta-feira, 7 de outubro. As inscrições são gratuitas (www.nersant.pt/agenda), mas obrigatórias para receção do link de acesso à sessão.

  • A CRIAÇÃO DA EMPRESA – ORGANIZAÇÃO CONTABILÍSTICA E OBRIGAÇÕES FISCAIS 
  • A CRIAÇÃO DA EMPRESA – OS ASPETOS JURÍDICOS 


publicado por Noticias do Ribatejo às 17:36
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PSD defende novas soluções para a gestão da bacia hidrográfica do Tejo

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 A gestão da bacia hidrográfica do Tejo está anacrónica e tem de ser repensada atendendo aos problemas de hoje e aos desafios do futuro. São várias as ameaças que incidem sobre o rio Tejo e que prejudicam as populações que vivem ao longo do seu curso, havendo uma progressiva redução do seu valor ecológico e económico.

 A vulnerabilidade da posição geográfica a jusante de Espanha não tem sido devidamente acautelada e as ameaças sucedem-se: redução dos caudais em períodos críticos, recorrentes episódios de poluição, proliferação de espécies exóticas, perda de serviços dos ecossistemas, riscos acrescidos face ao prolongamento da vida útil da central nuclear de Almaraz.  

Há também a considerar os impactos relacionados com as alterações climáticas que poderão reduzir ainda mais a disponibilidade hídrica. No futuro, a água será cada vez mais um recurso crítico, alvo de disputas transfronteiriças, sendo certo que os consumos continuarão a crescer.

Têm faltado investimentos na gestão hidrológica ao longo das últimas décadas e o Tejo tem estado condenado ao fatalismo de políticas públicas incapazes de se adaptarem a novos paradigmas, não se observando reformas ou mudanças que invertam o curso dos problemas. Derivado desta realidade, setores como a agricultura e o turismo sofrem consequências negativas e não podem potenciar os recursos do Tejo para criar mais riqueza e emprego numa lógica de economia verde.

Se a realidade atual já é alarmante, os cenários futuros podem trazer ocorrências ainda mais disruptivas. Há que encontrar outras soluções para além das vias diplomáticas que têm de ser mantidas e reforçadas.

Portugal precisa de maior controlo na gestão hidrográfica do Tejo e de reduzir a vulnerabilidade face a Espanha e à intensificação dos impactos das alterações climáticas.

Face a este cenário, o Grupo Parlamentar do PSD apresentou um projeto de resolução focado em “Novas soluções para a gestão da bacia hidrográfica do Tejo”, em que recomenda ao Governo que:

  1. Avalie a solução de reforçar os caudais do rio Tejo utilizando o rio Zêzere e a barragem do Cabril, com entrega a construir até montante da barragem de Fratel, devendo a Agência Portuguesa do Ambiente apresentar um estudo de viabilidade no prazo de um ano.
  2. Apresente os estudos referentes à utilização do rio Ocreza como reserva estratégica de água, incluindo cenários de localização como o da anteriormente proposta barragem de Alvito, discutindo publicamente as suas potencialidades e impactos.
  3. Promova uma gestão integrada das águas superficiais e subterrâneas, assegurando o uso sustentável dos aquíferos, bem como a reutilização de águas residuais urbanas numa lógica de economia circular.
  4. Prepare um programa de restauro das funções ecológicas do rio Tejo, a ser apresentado no prazo de um ano, assegurando o seu financiamento plurianual.
  5. Articule com governo Espanhol e com o envolvimento da União Europeia o desenvolvimento de estudos de adaptação às alterações climáticas das bacias hidrográficas partilhadas, definindo caudais ecológicos adequados face aos cenários futuros em que se prospetiva maior escassez.
  6. Crie um Grupo de Trabalho, num prazo de três meses, para apresentar um modelo de constituição de uma nova entidade responsável pela gestão e valorização dos recursos hídricos da bacia do Tejo e das Ribeiras do Oeste, numa lógica de fins múltiplos, complementar à ARH Tejo, envolvendo agentes nacionais, regionais e locais, de natureza pública e privada.


publicado por Noticias do Ribatejo às 11:52
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