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Revenda de lotes na Zona Industrial de Rio Maior por 300 mil euros, “quase 40 vezes” o valor inicial, por familiares de Presidente de Câmara
O Movimento Projeto de Cidadania questiona:
«A Câmara Municipal de Rio Maior deliberou, na sua reunião de 16 de Setembro de 2011, não exercer o direito de preferência na transação dos lotes 393 e 394 da Zona Industrial de Rio Maior, permitindo assim que uma empresa pertencente a familiares da Sra. Presidente da Câmara pudesse revender os referidos lotes por 300 mil euros, uma quantia “quase 40 vezes superior” ao preço que pagou para os adquirir à Câmara.
Entretanto, o Movimento Projeto de Cidadania teve conhecimento do facto de a empresa em causa ser formalmente propriedade de dois sobrinhos da Sra. Presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, filhos da irmã que a Sra. Presidente nomeou como secretária do gabinete de apoio pessoal de uma vereadora.»
Perante estes fatos, o Movimento Projeto de Cidadania decidiu pedir esclarecimentos e cópia de vários documentos, através de um requerimento apresentado pela sua representante Carla Rodrigues, deputada na Assembleia Municipal de Rio Maior.
De Manuel Santos a 3 de Junho de 2013 às 18:15
Eu em 2004 também comprei um lote na zona industrial por muito mais valor do que tinha custado ao dono anterior, ora essa! E se no futuro o quiser vender também será por mais valor do que me custou, caso contrário não justificaria a venda! Isto há com cada uma!
Um bem haja!
De Arminda soares a 3 de Junho de 2013 às 22:37
O direito de opcao prev^e q a camara possa comprar o imovel pelo mesmo valor q o comprador apresenta ao proprietario. Se a camara nao tiver interesse em adquirir o lote, ou nao tiver dinheiro para isso, nao vejo porque o ha-de fazer. Por embirracao com ligacoes familiares?!
E se o tivesse feito, e adquirido o lote, ai sim seria suspeito.
A irma da presidente trabalha na camara ha muitos anos, ja do tempo do dr ze pulquerio, quando por la passei, e foi secretaria do saudoso dr silvino tambem.
Aprecio a diversidade de pontos de vista e alternativas aos grandes partidos instalados, mas aqui o movimento deu um tiro no be, perdao, pe.
Cumprimentos,
A.R.
Amigos clones gerado presumivelmente pelo departamento comunicaçao da câmara e que têm enxameado por aí em notória aflição e o jornalista:
Os adquirentes dos lotes tinham 7 anos para fazer uso desses terrenos (criar benfeitorias). Caso essas benfeitorias não fossem registadas, os lotes de terreno voltariam a ser propriedade plena da Câmara de Rio Maior.
Estes sobrinhos da Presidente da Câmara de 2001 a 2011 não mexeram um tremoço (as tais benfeitorias), e devemos contar até antes antes porque compram os lotes via aquisiçao da firma, pelo que temos de contar desde essa data de aquisiçao a preços de banana. Logo ao fim dos tais 7 anos deixa de ser deles e volta à camara.
Fala de um acordo com Silvino (a quem vêm enlamear agora) e pagamento de coimas, mas só se vê o pagamento de uma coima de cerca de 14000 de euros fixada pela familiar (presidente da Câmara) para cobrir esta ilegalidade e má gestão de dinheiros públicos.
Em resumo: venderam um bem público por 300000 euros, e... é um enorme caso de polícia, meus amigos riomaiorenses, só lhes digo...
De Anónimo a 4 de Junho de 2013 às 16:12
Não fale do que não sabe, foi dada entrada a um projecto de construção há muitos anos, e que não seguiu para a frente por inércia e burocracia, da própria CMRM. Logo não se aplica. o valor da coima é previsto pela lei.
Estão a criar uma cabala, mas de forma muito impreparada, pois é tudo muito facilmente refutável.
o caso de polícia estão os senhores a criar. e o mais triste é que é só por ser ano de eleições. descobriram isto com 2 anos de delaay? imagino as pestanas que queimaram à procura de algo para tentar manchar a presidente... custa fazer oposição a alguém sério e credível, não é? a forma fácil não serve, que é pela mentira.
Imaginem se a 4 anos a presidente tivesse ido por esta via?! uii uiiii
Ahh o caso de polícia chama-se difamação. E paga-se caro.
Nao me intimida.., nao consegue, a policia existe para investigar casos nubelosos ou pouco claros a nao ser que venham esclarecer cabalmente esta gigajoga de paga coima nao paga coima, familiares envolvidos.. e 300000 euros na sequencia, Pelo que se é tudo claro deverá estar tranquilo.. a policia fará a sua investigaçao, se for caso disso e se for chamada a isso, e concluirá que foi tudo transparente.
De Amilcar Bonifácio a 4 de Junho de 2013 às 20:42
Concordo, eses senhores não possuem argumentos crediveis e depois dá nisto, se se demonstram tão interessados na politica local, gostaria de os ver a propor ideias ou pedir exclarecimentos na Assembleia municipal, que é o local criado para tal e não nos sites, facebooks etc, mas é também de notar o fato de haver deputados de partidos de esquerda que foram eleitos para representar os municipes e exercer oposição nessa mesma Assembleia municipal e no entanto não comparecem dada a falta de criatividade? Ou porque realmente está a ser desempenhado um bom trabalho em tempos de crise económica/financeira por parte do executivo camarário, tornando assím impraticável a típica oposição barata característica dos bloquistas? os mesmos que defendem a legalização de drogas?!(que graças a gente que ainda duvidosa, tem dois dedos de testa para chumbar tal proposta feita em AR).
Pois é meus senhores, cresçam, apareçam, e dêm a cara.
Ps: para todos, para os insatisfeitos, para os satisfeitos, visitem de vez em quando a Assembleia municipal, larguem os facebooks, big brothers e futebol, é na AM que se faz politica! E não no facebook nem no café do avis!
De João Luís a 5 de Junho de 2013 às 01:23
A questão é muito simples: em vez de ser a câmara a ganhar 300 mil euros em tempo de crise, foi a empresa de familiares da presidente a encher-se de dinheiro. Mai nada... Aqui o alegado interesse privado beneficiou, objectivamente, familiares. O resto é conversa da treta. A câmara soube do interesse da Panpor e, ao não exercer o direito de preferência, abriu caminho a que uma empresa de familiares ganhasse um balúrdio com a venda dos lotes (40 vezes mais segundo a notícia). Isto não tem nada de transparente nem de ético...
De Figueiredo a 6 de Junho de 2013 às 16:15
Claro, claro, o amigo ja ouviu falar de "Estado Regulador"? Ou a sua atenção vai apenas para o benfica e a casa dos segredos? Quando vai comprar "a bola" e o "correio da manhã" ao domingo atreva-se a ler um jornal que não tenha mais imagens do que texto de vez em quando, sim? Até logo meu caro.
De Zé de Olhão a 7 de Junho de 2013 às 01:51
Ó Sr. espertalhão: que eu saiba o "Estado Regulador" que você refere não serve para dar cobertura à ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA !!! Aqueles terrenos foram vendidos a preços simbólicos para construir fábricas ou quaisquer outras unidades industriais, e não para serem usados para a prática de especulação imobiliária, percebe??? Regular os interesses privados o «tanas»!!! Mas que interesses são estes, em que o Estado abdica de ganhar dinheiro e permite a uma empresa privada ganhar 40 vezes mais com aquilo que pertencia ao Estado e que havia sido vendido a preço simbólico para construir??? No mínimo, os interesses do Estado (autarquia neste caso) não foram minimamente acautelados. Só não vê quem não quer o que se passou aqui... Basta ver quem são os donos da tal empresa...
De Figueiredo a 7 de Junho de 2013 às 13:30
Meu caro, o facto de terem sido vendidos terrenos por preços simbólicos ou não, tem que ver com a realidade do ano em que ocorreu a venda e com a conjuntura económica, hoje é fácil falar em valores astronómicos com as dificuldades comuns, o objectivo era de "industrializar" e a empresa em questão ao não ter cumprido o prazo establecido(7anos) pagou a multa consequente(14mil€)como é previsto no regulamento. Se acha que os interesses da autarquia não foram devidamente acautelados é consigo pois um investimento de 10 milhoes de € e criação de 100 postos de trabalho por parte da empresa que investiu, para mim pareceme boa prática. Tambem reparo que fala dos donos da empresa como se os conhecesse, agora questiono ao senhor: quantos postos de emprego o senhor criou? Será que criou o seu sequer? Ou anda à mama do estado desde sempre? Falar sabem todos...
De Ana Sousa a 7 de Junho de 2013 às 14:34
O senhor queria entao, que a CM comprásse o terreno por 300 mil euros e depois o negociásse?? Bem isso então era um escandalo! E depois com a burocracia habitual a CM não fazia negócio e ai era o bonito!!
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