NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -

Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
IC 3 entre Barquinha e Chamusca viável em termos ambientais

 

 O estudo de impacte ambiental do IC3 entre Vila Nova da Barquinha e Chamusca não prevê “impactes significativos”

 

Até 22 de Dezembro está a decorrer o prazo de consulta pública do estudo de impacte ambiental do IC3 entre Vila Nova da Barquinha e Chamusca.
São 11 quilómetros e meio divididos em dois sublanços: Vila Nova da Barquinha / Golegã, em fase de estudo prévio, com cerca de 6 quilómetros; e Golegã / Chamusca, em fase de projecto base, com cerca de 5,5 quilómetros.
O projecto, que contempla duas alternativas de traçado, ou a nascente da EN365 ou a poente, prevê uma nova Travessia do Tejo que vai substituir o Dique dos Vinte e a centenária ponte de ferro que liga Golegã à Chamusca.
Segundo os técnicos que fizeram o estudo de impacte ambiental o projecto é “ambientalmente viável, não se prevendo impactes significativos provocado pela construção ou pelo funcionamento da via”.
Este troço do IC3 passa pelos concelhos de Vila Nova da Barquinha, Entroncamento, Golegã e Chamusca, em cujas Câmaras Municipais o estudo pode ser consultado.
Toda a documentação sobre o estudo pode ser consultada aqui:
http://www2.apambiente.pt/IPAMB_DPP/publico/eia_rnt.asp?id=1459

  http://www.otemplario.pt/



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:54
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SANTARÉM - Bombeiros decidem manter preços de serviços prestados à comunidade

 

24 das 28 Corporações de bombeiros da Federação de Bombeiros do Distrito de Santarém estiveram reunidas em assembleia-geral e decidiram manter, em 2010, as tabelas de  preços de serviços prestados à comunidade. O presidente da federação, Adelino Gomes, refere que esta decisão, tomada por unanimidade, visa situações pontuais e serve apenas de referência para esses casos:

 

 

«Esta tabela não trás grandes vantagens ou receitas aos bombeiros. Trata-se de uma tabela para alguns serviços ocasionais. De entre os serviços tabelados, na assistência a actividades de desporto e lazer, a taxa de saída de cada viatura ligeira, até 10 quilómetros de distância, é de 30 euros, e por cada viatura pesada, 120 euros. Para deslocações além de 10 quilómetros paga-se mais 1,80 euros a cada quilómetro em viatura ligeira e 5 euros em viatura pesada. A abertura de portas é outro dos serviços muito requisitados. Neste caso, em 2010, vai continuar a pagar-se a taxa de saída (até 10 Km) de 25 euros. O preço de quilómetro percorrido é de 2,50 euros e o preço de cada bombeiro por hora de actividade é de 12,50 euros. Refira-se que estes são valores de referência cabendo a cada município decidir os valores finais.

http://www.radiohertz.pt/

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 08:51
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Espanhóis querem comprar fábrica Cintra

 

cintra 03

 

Os espanhóis da Font Salem estão em negociações com os administradores de insolvência da cervejeira Drink In, de Santarém, num processo que ainda não está fechado, disse à Lusa fonte da comissão de trabalhadores.

Jorge Armindo, que adquiriu a Drink In a Sousa Cintra em 2006, disse à Lusa que foram pedidos mais 15 dias (até 16 de Novembro) ao tribunal de Santarém para apresentação de um plano de viabilização da empresa, recusando confirmar o interesse dos espanhóis da Font Salem.

Fonte da comissão de trabalhadores disse, no entanto, à Lusa que responsáveis da Font Salem já visitaram a empresa e que terão posto como uma das condições o despedimento, até ao fim do ano, de 46 dos actuais 96 trabalhadores.

fonte: http://www.oribatejo.pt/



publicado por Noticias do Ribatejo às 15:13
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
O novo Governo de José Sócrates

 

Já é conhecida a nova equipa de José Sócrates no Governo.
Conheça a lista completa de todos os ministros do novo Executivo:

Ministro da Presidência: Pedro da Silva Pereira
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Ministro dos Assuntos Parlamentares (muda de pasta): Jorge Lacão Ver perfil
Ministro dos Negócios Estrangeiros: Luís Amado Ver perfil
Ministro do Estado e das Finanças: Teixeira dos Santos Ver perfil
Ministro da Defesa Nacional (muda de pasta): Augusto Santos Silva Ver perfil
Ministro da Administração Interna: Rui Pereira Ver perfil
Ministro da Justiça (novo): Alberto Martins Ver perfil
Ministro da Economia, Inovação e Desenvolvimento (muda de pasta): José Vieira da Silva Ver perfil
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e Pescas (novo): António Manuel Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (novo): António Augusto Mendonça
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Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior: Mariano Gago Ver perfil
Ministro do Ambiente e Ordenamento do Território (novo): Dulce Fidalgo Pássaro Ver perfil
Ministro do Trabalho e Solidariedade Social (novo): Maria Helena Santos André Ver perfil
Ministro da Educação (novo): Isabel Alçada Ver o perfil
Ministro da Saúde: Ana Jorge Ver o perfil
Ministro da Cultura (novo): Maria Ferreira Canavilhas Ver o perfil


publicado por Noticias do Ribatejo às 18:59
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
VILA FRANCA DE XIRA.Os 20 mil hectares que alimentam Lisboa
Herdades
Os 20 mil hectares que alimentam Lisboa

O Ministério da Agricultura diz que é impossível saber quais as maiores herdades do País. Mas ninguém tem dúvidas de que a maior é a Companhia das Lezírias, sociedade anónima de capitais públicos.
 

"Então e quando é que vamos ter chuva?" A pergunta dirigida por Vítor Barros, presidente da Companhia das Lezírias, a um dos colaboradores da maior propriedade agrícola do País traduz as preocupações do gestor com a crescente falta de pastos para alimentar um rebanho com mais de 4500 cabeças de gado.
"As pastagens estão secas. Bastava uma chuvinha e o problema resolvia-se", diz Vítor Barros ao DN, durante uma visita pelo interior da propriedade. São cerca de 20 mil hectares. Por caminhos de terra batida, entre florestas de montado, arrozais, pequenas barragens e vinhas, é possível andar um dia inteiro "sem encontrar ninguém". Trata-se de um gigantesco pulmão verde às portas de Lisboa, onde se pratica uma agricultura "compatível" com os equilíbrios ambientais e com a biodiversidade. Mais de dez mil hectares encontram-se integrados na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo.

"Temos tudo biológico e em produção integrada", resume o gestor, explicando que a empresa tem vindo a apostar nas sementeiras directas e em prados biodiversos como forma de enriquecer os solos, fixar matéria orgânica e retirar carbono da atmosfera. "É uma área na qual trabalhamos com grande entusiasmo. Estamos situados numa zona de elevada densidade populacional, com muito trânsito, e é extremamente importante a existência de espaços que fazem o sequestro do carbono produzido por outras actividades."

Vítor Barros tem as contas bem feitas: entre os gases com efeito de estufa produzidos na exploração agrícola e os retirados da atmosfera, a Companhia das Lezírias tem um saldo positivo de cem mil toneladas por ano. "Oferecemos à Grande Lisboa um importante sumidouro de carbono."

Em Portugal, nenhum departamento do Estado possui qualquer listagem com a dimensão das propriedades agrícolas. Diz o Ministério da Agricultura que é impossível saber, ao certo, quais as maiores herdades do País. "Isso apenas é feito para os subsídios atribuídos. Não existe uma listagem relativa à dimensão das explorações", garante fonte do gabinete do ministro Jaime Silva. Ainda assim, ninguém tem dúvidas: a maior das maiores é a Companhia das Lezírias, gerida por uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos.

A dirigir a empresa desde finais de 2005, Vítor Barros confessa que só por uma vez se perdeu nos labirínticos caminhos que conduzem aos diversos sectores de produção, numa área de 200 quilómetros quadrados. "Ainda por cima foi quando aqui vieram dois colegas de curso e andámos por aí às voltas, de jipe, à procura de um ponto de referência."

Não é tarefa fácil. Só a área dos arrozais estende-se por 1100 hectares, com uma produção próxima dos sete milhões de quilos por ano. Uma parte significativa é embalada e comercializada juntamente com outros 33 produtores de arroz da região que, em Novembro, irão lançar para o mercado um produto com indicação geográfica de origem - o Arroz Carolino das Lezírias Ribatejanas. O restante é vendido para outras empresas, incluindo os maiores fabricantes de papas para bebés.

Foi no rescaldo da guerra civil entre liberais e absolutistas, com a subida ao trono de D. Maria II, que nasceu a Companhia das Lezírias do Tejo e do Sado, formada por um vasto conjunto de propriedades com cerca de 48 mil hectares, entre a Golegã e a Comporta, pertencente às Casas da Rainha, da Coroa e do Patriarcado. Com as finanças públicas completamente exauridas, todo este império foi vendido em hasta pública a um grupo de capitalistas, como forma de obter o que hoje em dia se define como "receitas extraordinárias".

Ao longo dos anos, as dificuldades económicas levaram ao desmantelamento da propriedade inicial. O primeiro grande núcleo a ser vendido, em 1925, foi o da Comporta, cujos cerca de 16 mil hectares foram adquiridos pelo grupo inglês Atlantic Company.

A seguir ao 25 de Abril, e já com uma comissão de trabalhadores a tomar conta da empresa, ocorre uma grande venda de terrenos aos rendeiros da Golegã. Pouco depois, a 13 de Novembro de 1975, a empresa é nacionalizada e, três anos depois, transformada em empresa pública.

"Uma constante na história da Companhia das Lezírias foram as muitas dificuldades financeiras", sublinha Vítor Barros, salientando que nos últimos anos o cenário inverteu-se, passando a ser um negócio "rentável" para o Estado. Em 2008, por exemplo, e apesar do aumento dos custos de produção, como rações e adubos, e da diminuição do preço dos produtos agrícolas, sobretudo da cortiça, carne e milho, os resultados positivos ascenderam a 400 mil euros. No ano anterior, haviam sido de 1,2 milhões de euros.

"As nossas grandes receitas são as provenientes da cortiça, da carne de bovino, do vinho e do arroz", refere o gestor, apostado em prosseguir uma gestão com base na "diversificação controlada" de actividades agrícolas e pecuárias. "Não podemos ir a tudo." Ainda assim, nos últimos três anos foi concretizado um investimento de 6,5 milhões de euros. "Demos a volta à floresta, plantámos olival e vinha, construímos uma nova adega e nivelámos o terreno das explorações de arroz." A ideia é aumentar a produtividade, preparando a empresa para enfrentar o desafio do fim dos subsídios agrícolas, previsto para 2013.

"Do ponto de vista do ordenamento do território, privatizar a Companhia das Lezírias poderia ser criminoso", sustenta Vítor Barros, recordando que, para além da produção de bens alimentares, da aposta na inovação e na responsabilidade social, a empresa tem à sua guarda 20 mil hectares de terrenos, grande parte dos quais situados em cima do maior aquífero de abastecimento de água à grande Lisboa.

"Estamos a fazer uma agricultura que não utiliza lixívia, nem manda azotos para os aquíferos nem destruímos os valores naturais da propriedade. Este é um tampão ao avanço da urbanização para a zona ribeirinha", sustenta, orgulhoso, aquele responsável.

Fonte: Diário de Noticias



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:03
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Domingo, 20 de Setembro de 2009
Taça do Ribatejo

       

Já se realizou o sorteio para a edição 2009/2010 da Taça do Ribatejo.

Na primeira jornada, no dia 4 de Outubro, o Cartaxo vai a casa do Samora Correia e o Salvaterrense recebe o Porto Alto.

No dia 18 de Outubro joga-se a segunda jornada, com o Cartaxo – Salvaterrense e o Porto Alto – Samora Correia.

Na terceira e última jornada, a 1 de Novembro, Porto Alto – Cartaxo e Salvaterrense – Samora Correia.

Na outra série, o Pontével vai a casa do Empregados do Comércio de Santarém, na primeira jornada, e o Rio Maior recebe o Estrela Ouriquense.

Na segunda jornada, o Pontével recebe o Rio Maior e o Estrela recebe os Empregados do Comércio.

Na última jornada, jogam-se Pontével – Estrela, e Rio Maior – Empregados do Comércio.

Recorde-se que o primeiro classificado de cada uma das séries que fazem parte desta fase de grupos passa à fase de eliminatórias.

 
Pontével começa campeonato em casa      

Teve lugar esta quinta-feira o sorteio da Divisão Secundária da Associação de Futebol de Santarém, dividido em 3 séries.

O Pontével está na série A, e na primeira jornada, a 26 de Setembro, recebe o Barrosense.

Os outros jogos são:
Salvaterrense – Porto Alto
Benavente – Coruchense
Samora Correia – Glória

Folga o Marinhais.

Na série B jogam-se:

Entroncamento – Atalaiense
Rio Maior – Moçarriense
Goleganense – Empregados do Comércio
Pernes – Chamusca

Folga o Meiaviense.

Na série C:

Lagartos do Sardoal – Caxarias
Mindense – Linhaceira
Ouriense – Cercal
Assentiz – Tramagal
Mouriscas – Ferreira do Zêzere

Fonte: rádio cartaxo



publicado por Noticias do Ribatejo às 19:36
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009
Variante de Riachos é insegura e mal concebida

 

No espaço de uma semana o tema da segurança na Variante de Riachos foi amplamente discutido. Primeiro, um acidente, envolvendo um automóvel ligeiro e uma moto, que resultou em ferimentos ligeiros no condutor do motociclo.

E na tarde de quinta-feira (3 de Setembro) com resultados mais graves, um automobilista atropelou um ciclista, que viria a falecer no hospital, minutos depois. Fonte da GNR confirmou que o condutor registou 1,10 l gramas de álcool no sangue e que o embate, terá resultado por um desequilíbrio do ciclista, ou por condução descuidada do automobilista, suposições que estão a ser investigadas.

Projectada para ser uma variante externa de Riachos, a via rodoviária viu-se engolida pela teia urbana da vila muito antes de sair do papel. Hoje, parte da sua extensão é a Avenida dos Boieiros e a outra é a Estrada do Relvas. De variante apenas resta a designação. O bom estado do piso, aliado à largura da estrada e ao pouco policiamento, permite velocidades e comportamentos excessivos.

Outra questão que envolve a artéria rodoviária, a ligação ao IC 3 através de um nó na Quinta das Vendas, parece não ter resolução à vista. Jaime Ramos já disse que não interessa ao Entroncamento e Veiga Maltez diz que a terra arável é preciosa para a Golegã. Visões contestadas pelos riachenses e pela autarquia torrejana, que diz, tem vindo a envidar esforços para discutir o tema com os autarcas vizinhos.

Fonte: O Riachense



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:42
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Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Sónia Sanfona:O PS não deve fazer coligações pós-eleitorais

 

 
Sónia Sanfona ficou conhecida do País depois de ter assinado o famigerado relatório final da Comissão de Inquérito ao BPN. Assume-se uma alpiarcense convicta e, depois de quatro anos e meio no Parlamento, aceita o desafio de candidatar-se à presidência da sua vila natal: "O turismo é o aspecto mais diferente e inovador no meu programa eleitoral".

Sónia Sanfona, Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PS e Candidata à Câmara de Alpiarça. Sónia Sanfona ficou conhecida do País depois de ter assinado o famigerado relatório final da Comissão de Inquérito ao BPN. Assume-se uma alpiarcense convicta e, depois de quatro anos e meio no Parlamento, aceita o desafio de candidatar-se à presidência da sua vila natal: "O turismo é o aspecto mais diferente e inovador no meu programa eleitoral". Sobre as legislativas e a governabilidade, avança que o PS deve Governar sozinho e procurar acordos pontuais com as várias forças políticas.
 
O que é que a motiva no desafio autárquico?
 
Comecei a minha intervenção na política como membro de uma Assembleia Municipal, uma experiência muito interessante e que, pessoalmente, acho que contribuiu para eu desenvolver o sentimento de servir os nossos concidadãos. A mim compensa-me pensar que posso fazer alguma coisa pelos outros - o que, francamente, não sei se é um sentimento egoísta. O desafio autárquico é, fundamentalmente, um apelo das nossas raízes. Ao longo deste tempo não deixei de viver na terra onde nasci, tenho dois filhos que vão lá à escola, a minha família é toda de lá... Partilho muito dos problemas e das vantagens de se viver num concelho como o meu e ser-se alpiarcense.
 
A Câmara Municipal tem sido gerida nos últimos anos pelo PS. O que é que faltou concretizar?
 
Quem conhecia e conhece Alpiarça há doze anos a esta parte - o período de tempo em que o PS está à frente dos destinos do concelho - pode muito facilmente apreciar as diferenças, quer na gestão quer no rosto, da vila. Alpiarça tem hoje um conjunto de equipamentos sociais, culturais, cívicos que não tinha. Melhorou a rede viária, as infra-estruturas básicas, criou uma zona industrial. Desenvolveu-se, progrediu e modernizou. Mas é claro que há sempre qualquer coisa para fazer.
 
Pode dar alguns exemplos?
 
Algumas coisas não foram feitas por manifesta impossibilidade de as conseguir, porque Alpiarça é um concelho pequeno e tem limitações do ponto de vista da capacidade de investimento e de concretização. É preciso melhorar substancialmente a forma como se administra e gere - e profissionalizar essa gestão - a casa museu José Relvas, colocando-a no centro daquilo que quero que seja um programa de desenvolvimento turístico sustentado. Alpiarça tem condições únicas: uma barragem com um valor natural muito específico e de grande qualidade, um pólo desportivo interessante, uma zona ribeirinha que não está aproveitada, uma vala real que precisa de ser despoluída...
 
O turismo é a sua grande aposta para o município?
 
O turismo é o aspecto mais diferente e inovador no meu programa eleitoral. Há um conjunto de outras medidas, ideias e projectos que, também sendo novos, não têm esta dimensão. Há medidas de apoio aos empresários, especificamente aos agricultores, apoio ao pequeno comércio... Um conjunto de iniciativas e de ajudas que a autarquia pode desenvolver para a fixação das empresas e do comércio ou na colaboração com os agricultores.
 
Acredita que a notoriedade que conseguiu alcançar como deputada, designadamente devido à comissão parlamentar sobre o caso BPN, a poderá beneficiar eleitoralmente?
 
Muito francamente acho que não. Para mim foi fundamental o percurso todo que fiz até chegar à comissão de inquérito do BPN, o culminar de quatro anos e meio de trabalho que desenvolvi no Parlamento. De facto, publicamente, o relatório que fiz tornou-me conhecida, de uma forma mais genérica, no País. Mas isso não resulta em meu benefício ou prejuízo. No meu concelho as pessoas conhecem-me desde que eu nasci, conhecem a minha família, fizeram parte do meu percurso escolar, conhecem-me profissionalmente porque exerci advocacia durante nove anos em Alpiarça...
 
Tem algum mal os assessores de Belém participarem na elaboração de um programa político de um partido?
 
A Presidência da República deve ser um órgão equidistante, imparcial e independente. A partir do momento em que é eleito, o Presidente da República deve ser o Presidente de todos os portugueses. Tenho alguma dificuldade em perceber por que razão os seus assessores, pessoas da sua confiança e que trabalham consigo e o aconselham, não se protegem deste tipo de intervenção. Muito sinceramente, não estou preocupada com a contribuição que os assessores do Presidente deram para o programa do PSD. Mas do ponto de vista da imagem externa transparece uma ideia que não é positiva, no sentido em que a independência e a equidistância deve ser assegurada.
 
Essa ideia poderá ser propositada. Isto é, a Presidência querer fragilizar Sócrates para beneficiar Ferreira Leite?
 
Pode. Mas também pode ser uma espécie de aproveitamento por parte do PSD para publicitar a participação de assessores do Presidente na elaboração do programa do PSD e demonstrar aos portugueses que o Presidente estará em consonância com aquilo que o partido irá apresentar. Quem mais fragilizado sai deste processo é o Presidente, que deveria manter a sua preocupação de equidistância.
 
Cavaco Silva já devia ter vindo a público afastar-se destas acusações, até sobre espionagem em Belém?
 
O público em geral está a dar uma importância a este assunto que ele não tem. Provavelmente o Presidente pensará a mesma coisa. Se o Presidente tivesse tido algum indício ou sensação de que podia estar em causa a sua privacidade ou a do seu gabinete, teria agido em conformidade. A Procuradoria-geral da República existe exactamente para isto.
 
Que avaliação política faz das relações entre Belém e S. Bento?
 
Não acho que as relações entre a Presidência e o Governo sejam más, de todo. Mas eu sou um agente externo, estou a falar da forma como que vejo. Os vetos presidenciais estão previstos na Constituição e representam o exercício de um poder legítimo do Presidente. A análise que faço é que nalguns casos os vetos fundaram-se em razões objectivas, sobretudo dúvidas de constitucionalidade; e noutros por opções pessoais de formação do Presidente, que é uma pessoa mais conservadora. Nesse sentido, compreendo melhor alguns vetos do que outros.
 
Gostaria de ver Manuel Alegre como Presidente da República?
 
O Partido Socialista deve ter um candidato presidencial. O partido tem no seu seio e na comunidade que não sendo militante se encontra no seu espectro político um conjunto de personalidades e figuras que podem perfeitamente desempenhar o cargo de Presidente da República com elevação. Entre essas figuras vejo Manuel Alegre.
 
Como o mais destacado?
 
Na minha análise, o Governo do PS, nos últimos quatro anos e meio, teria tido alguma dificuldade no relacionamento com a Presidência da República se Manuel Alegre fosse Presidente.
 
Mais do que teve com Cavaco Silva?
 
Não sei... Teria tido alguma dificuldade porque isso foi visível ao longo do mandato. Houve um conjunto de propostas legislativas que claramente não teriam tido acolhimento na Presidência da República e tiveram. Provavelmente haveria outras que teriam acolhimento e com o actual Presidente não tiveram. Vejo alguma distância, não do ponto de vista ideológico porque o PS é só um, há um posicionamento muito diferente entre aquilo que tem sido a linha do Governo e a posição de Manuel Alegre. Não lhe estou a dizer que é completamente incompatível que o Manuel Alegre seja Presidente com um Governo do eng. Sócrates, é possível.
 
Pessoalmente preferiria alguém com um perfil mais semelhante ao de José Sócrates?
 
Eventualmente haverá alguns outros putativos candidatos a PR que possam ser, do ponto de vista do pensamento político, mais próximos do eng. José Sócrates. Estamos num exercício especulativo. O que acho é que o PS deve ter um candidato presidencial...
 
Não se perspectiva que nenhum partido tenha uma maioria absoluta; o bloco central é afastado pelo PS e pelo PSD, os partidos mais pequenos recusam-se a coligar e apoiar os partidos maiores, talvez com excepção ao CDS.
 
Como é que a governabilidade é assegurada neste cenário?
 
Não acho que o Partido Socialista deva fazer coligações pós-eleitorais. Não o fez nesta fase pré-eleitoral e julgo que não o fará depois das eleições. Estou convencida que o PS vai ganhar as eleições legislativas. É provável que não saia destas eleições com maioria absoluta, mas acho que essa também é uma escolha que os portugueses têm que fazer, porque se há quem anuncie com grande veemência que as maiorias absolutas fazem diminuir a participação democrática - ideia com a qual eu não concordo -, a verdade é que as maiorias absolutas permitem uma estabilidade governativa que a maioria relativa não garante. O PS deve procurar entendimentos, em cada área, com a força política que mais se aproxime daquilo que é o seu programa, daquilo que são as suas opções políticas.
 
Não seria melhor um Governo estável apoiado por uma maioria estável?
 
Seria melhor um governo estável com uma maioria absoluta do PS. Sempre que o PCP e o Bloco se identifiquem com as propostas do Partido Socialista e as queiram viabilizar, são perfeitamente bem-vindos. Não concordo, por exemplo, com a proposta feita pelo Engenheiro Ferro Rodrigues relativamente às coligações, convidar o PCP ou o Bloco para o Governo...
 
Ferro Rodrigues também fala no PSD, no Bloco Central.
 
A questão do PSD parece-me que está posta de parte à partida, porque quer a dra. Manuela Ferreira Leite quer o próprio eng. Sócrates puseram de parte essa possibilidade.
 
Mas quem perder vai-se embora... Isto é, se o PS perder, talvez o Ferro Rodrigues seja um possível líder.Não me parece. O caminho do País é no sentido do futuro, da inovação e o caminho do Partido Socialista é rigorosamente o mesmo. Não me parece nada que tenhamos de voltar atrás, sem com isto querer dizer o que quer que seja relativamente ao eng. Ferro Rodrigues, que é uma pessoa que estimo e que aprecio bastante. Mas, na minha opinião, o futuro do PS não passa por aí. O Partido Socialista é um partido moderno, de uma esquerda democrática avançada.
 
Voltando ao Bloco Central...
 
Eventualmente o País necessitava desse entendimento, o que eu acho é que será muito difícil com uma líder do PSD como Manuela Ferreira Leite. Acho que a dra. Manuela Ferreira Leite começou muito mal a pré-campanha legislativa, com uma proposta de destruição total de tudo o que o Partido Socialista fez. A dra. Manuela Ferreira Leite propõe que aquilo que se fez que se apague, que se destrua, que se rasgue e que, portanto, se comece do zero. O PSD voltou a trazer um discurso de profundo desânimo a Portugal. Nós temos tido um Partido Socialista e um Governo que procura puxar o país para cima, diz às pessoas que não podemos desanimar, que não é altura de baixar os braços, que é preciso lutar pelas coisas, que é preciso estarmos convencidos de que somos capazes de fazer, somos capazes de mudar, vamos ultrapassar a crise. Depois, tempos um PSD a puxar-nos sistematicamente para baixo.
 
O papel da oposição não é fazer oposição às medidas do Governo?
 
O papel da oposição deve ser construtivo. O papel da oposição é dizer "nós não concordamos com isto e, em alternativa, a solução é esta". Este é o papel de uma oposição responsável. Não é o papel de crítica destrutiva, sistemática, inconsistente, sem qualquer tipo de proposta alternativa. Porque é assim que tem funcionado o PSD ao longo deste tempo. É o vazio das ideias, é o vazio das propostas. As pessoas vêem e sentem isto, até porque a dra. Manuela Ferreira Leite não aparece agora aos portugueses, já cá anda há algum tempo, tem um passado, tem uma história. Por isso, neste quadro, é difícil encontrar aqui o equilíbrio necessário para que os dois maiores partidos se entendam e possam governar em conjunto.
 
Uma das acusações que Manuela Ferreira Leite faz é de claustrofobia democrática. Que comentários faz?
 
Acho espantoso como é que a dra. Manuela Ferreira Leite, depois do processo de constituição das listas para estas eleições legislativas, tenha a coragem de dizer aos portugueses que o País vive um clima de claustrofobia democrática. Nunca tinha visto uma manobra tão desleal como aquela que foi feita pela direcção do PSD relativamente aos seus principais adversários internos, que com ela disputaram a liderança do partido.
Ferreira Leite fundamenta que precisa de ter um grupo parlamentar leal, que acredite plenamente no seu projecto político.É preciso ter um grupo leal e é preciso ter diversidade, porque a diversidade também é qualidade. Relembro que o eng. José Sócrates também teve um opositor na luta interna pela liderança do partido e que esse opositor foi membro do Grupo Parlamentar durante estes quatro anos e meio. Ninguém tem dúvidas que Manuel Alegre exerceu o seu mandato rigorosamente como quis exercê-lo. E a sua voz dissonante não foi sempre negativa, ao contrário daquilo que as pessoas às vezes querem fazer passar. O debate interno e a dissonância que às vezes existe entre opções é saudável do ponto de vista democrático. A dra. Manuela Ferreira Leite não percebeu uma coisa fundamental: o dr. Passos Coelho não foi eleito líder do PSD, mas teve uma rotação expressiva no seu partido e representa, de facto, uma parte significativa do que é o PSD. Isto revela o receio do afrontamento ou da possível sombra que, eventualmente, o dr. Passos Coelho podia fazer à dra. Manuela Ferreira Leite. O País caminha para o futuro e os partidos políticos também caminham e hoje a dra. Manuela Ferreira Leite já é passado e o dr. Passos Coelho pode ser futuro.
 
« Semanário»


publicado por Noticias do Ribatejo às 16:32
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Sábado, 8 de Agosto de 2009
Governo Civil articula com entidades prevenção à gripe A

Governo Civil articula com entidades prevenção à gripe A
 

O Governo Civil reuniu esta sexta-feira com um conjunto de entidades para discussão e preparação de medidas de combate à gripe A.
Joaquim Botas Castanho considera que o distrito está atento à situação, mas é necessário articular acções de resposta.
A evolução da situação da gripe A é imprevisível, por isso, de acordo com o Governador Civil, é importante haver coordenação entre as diversas instituições com responsabilidades na matéria. «Se se levantar o problema da necessidade de articular a resposta, queremos que tudo esteja devidamente planeado, que cada um saiba as medidas que deve tomar», afirmou. Este foi o principal objectivo da reunião, onde cada entidade falou das acções já levadas a cabo.
Joaquim Botas Castanho considera que a estratégia do Ministério da Saúde «tem sido coroada de sucesso» e que as pessoas estão, hoje, sensibilizadas quanto às medidas de prevenção. As instituições têm-se manifestado atentas à situação e, prova disso, é a elaboração dos seus próprios planos de contingência, incluindo o Governo Civil. «É sinal que as pessoas estão a preparar a resposta à pandemia quando aparecer», acrescentou o Governador Civil.
As entidades públicas têm conseguido igualmente responder às necessidades e continuarão a aplicar os esforços necessários para garantir um combate eficaz à doença. «Os serviços de saúde estão a fazer o seu trabalho e a protecção civil estará realmente pronta para ajudar e desenvolver as tarefas qe lhe venham a ser imputadas e precisas», assegurou Joaquim Botas Castanho.
Na reunião, estiveram presentes um representante da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, os Directores-Executivos dos Agrupamentos de Centros de Saúde, o Presidente do Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Comandante Operacional Distrital da Autoridade Nacional de Protecção, o Comandante Distrital da PSP, representantes da GNR e o Presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Santarém. O próximo encontro está marcado para o dia 28 de Agosto.

 

«O Ribatejo»



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:47
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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
Bandeira negra»



A CDU alertou, em conferência de imprensa, para o «panorama negro» que vive em Torres Novas, onde abundam «problemas de poluição a diversos níveis».

«Estes problemas são demasiado graves para poderem ser esquecidos, pois têm consequências profundas na saúde pública da população», acusou, no dia 24 de Julho, a Coligação, dando conta, por exemplo, da «falta de saneamento básico em parte significativa do concelho, situação essa que atinge cerca de 14 mil pessoas».
Riachos é, sem sombra de dúvidas, a Freguesia mais poluída do concelho. «A ETAR de Riachos há muito que não responde às necessidades da Freguesia», denuncia a CDU, lembrando que os problemas estão «detectados há vários anos, sendo no mínimo caricato que surja agora o presidente da Câmara, à pressa, a tirar um “coelho da cartola”, a três meses das eleições, ao prometer uma ETAR nova». «Importa lembrar que o município já sofreu contra-ordenações que podem ultrapassar as duas centenas de milhares de euros, relativos a esta ETAR», acrescenta a Coligação.
Infelizmente, os problemas de poluição em Riachos não se resumem à falta de requalificação da ETAR, que recebe efluentes de Riachos, da Freguesia de Meia Via e também do Botequim e Casais Castelo. «Também se manifestam no envelhecimento e inadequação da rede de esgotos de toda a povoação, que em muitas situações apresenta os esgotos domésticos e pluviais em colectores únicos e no comportamento abusivo e ilegal de unidades industriais que não cumprem os regulamentos e contribuem para agravar os níveis de poluição, com a complacência municipal», adianta a CDU, lamentando, «a agravar ainda mais este quadro», «os maus cheiros provenientes de uma unidade industrial situada no seu terreno (Sociedade Lusitana de Destilação) e de uma outra localizada junto à ETAR de Torres Novas (Enviroil)».
Em declarações aos jornalistas, entre muitos outros problemas, chamou-se ainda à atenção para a poluição do Rio Almonda. «Os vários ribeiros e esgotos que vão desaguar ao Almonda, bem como as regras inerentes às monoculturas intensivas nos terrenos em redor, vão causando malefícios visíveis e de consequências incalculáveis ao rio de todos nós», informa a CDU.



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Domingo, 2 de Agosto de 2009
Fogo destrói totalmente Tipografia Nabão em Tomar



 

Um fogo de grande dimensão destruiu na totalidade o pavilhão industrial da Tipografia Nabão em Tomar onde se concentrava toda a produção e armazenagem da empresa. Pelo menos, quinze trabalhadores ficam sem emprego e pode ser o fim da conceituada tipografia que há muito vivia com graves “problemas financeiros”. Segundo Casimiro Serra da Protecção Civil de Tomar o fogo deflagrou cerca das 05h50 e rapidamente tomou o edifício junto da rodoviária Nacional e próximo da linha de caminho de ferro.

"Toda a maquinaria e produto armazenado está destruído e até o telhado desabou", referiu fonte no local.No local estiveram a combater o incêndio 52 bombeiros, de oito corporações, apoiados por 15 viaturas dos bombeiros região. Cinco horas depois ainda faziam o rescaldo do incêndio e a vigilância vai manter-se nas próximas horas. A fábrica guardava papel e outros produtos “muito inflamáveis” que criaram uma elevada carga térmica e dificultaram a acção dos bombeiros. As autoridades estão a investigar a origem do fogo e para já não adiantam com nenhuma causa provável.

A Tipografia Nabão, fundada em 1947 na cidade, é uma referência na região. Chegou a empregar dezenas de trabalhadores, mas há vários anos que entrou em dificuldades.

«O Mirante»



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Domingo, 26 de Julho de 2009
À COMUNICAÇÃO SOCIAL


 
 
A CDU – Coligação Democrática Unitária apresentou ontem, dia 25 de Julho, no Parque 25 de Abril, a Lista candidata à Assembleia de Freguesia de Riachos, Torres Novas, nas Eleições Autárquicas de 11 de Outubro.

Por impossibilidade do Mandatário, Carlos Trincão Marques, de estar presente como estava previsto, a Lista foi apresentada na presença de algumas dezenas de apoiantes por José António Tomé.

Após a apresentação individual de cada membro da Lista, António Canais, membro do PCP de Torres Novas, foi chamado a ler uma mensagem enviada por Manuel Ligeiro, Cabeça de Lista à Assembleia Municipal de Torres Novas e candidato pelo circulo de Santarém à Assembleia da República.

Entre os temas e assuntos focados, o problema ambiental que envolve toda a população de Riachos, foi a marca dominante das intervenções protagonizadas por Bernardino Carrilho, Cabeça de Lista à Assembleia de Freguesia de Riachos e Carlos Tomé, Cabeça de Lista à Câmara Municipal de Torres Novas.

Como vem sendo hábito nas iniciativas da CDU, a Apresentação Pública da Lista terminou com mais um pequeno convívio de confraternização.



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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009
Comissão Utentes Saúde do Médio Tejo envia abaixo-assinado a ministra

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) enviou esta semana à ministra da Saúde 4.296 assinaturas reclamando medidas que ponham cobro à falta de médicos de família, situação que "tende a agravar-se" na região.

Sublinhando que este não é um problema exclusivo das populações das freguesias onde correu o abaixo-assinado, a CUMT adverte para as aposentações de médicos que vão ocorrer nos próximos tempos e para o período de férias.Alerta ainda para a falta de outros profissionais de saúde, nomeadamente enfermeiros.

O abaixo-assinado vai ser enviado igualmente aos grupos parlamentares, Governo Civil e câmaras municipais do Médio Tejo.



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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Cartaxo abandona Resiurb e entrega lixo à Resioeste
 

A Câmara do Cartaxo deliberou abandonar a Resiurb - Associação de Municípios para o Tratamento de Resíduos Sólidos e aderir à Resioeste - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, SA, com base num estudo encomendado ao Instituto Superior Técnico.

Segundo este estudo, as vantagens da troca radicam na economia de custos e qualidade do serviço prestado.

Para a vereadora com o pelouro do Ambiente, Rute Ouro, a poupança para o município do Cartaxo é substancial no que respeita à deposição anual de 10 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos em aterro. "Passamos dos 32,5 euros por tonelada, preço que subiu 36 por cento nos últimos dois anos, para 17 euros que vamos pagar na Resioeste".

As vantagens também terão impacto em termos de desgaste das viaturas de recolha do lixo e combustível, salientou a autarca, dado que o aterro da Raposa (da Resiurb) dista 45 quilómetros do Cartaxo e a Central de Transferência da Resioeste situa-se na Ota, a pouco mais de oito.

No executivo municipal, a CDU votou contra esta transferência, por questões de ordem ambiental, já que a Resioeste trata a maior parte do lixo através de sistema de incineração, "com consequências imediatas na qualidade do ar".

«Lusa»

 

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O PSD apontou razões económicas que poderão ser desencadeadas, nomeadamente um processo de indemnização resultante da quebra contratual do Cartaxo com a Resiurb. Rute Ouro rejeitou essa possibilidade, apesar das negociações ainda decorrerem, adiantando que o aterro da Raposa poderá ver a sua longevidade aumentada coma saída do Cartaxo do sistema.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente do conselho de administração da Resiurb, Sousa Gomes, disse entender as razões do Cartaxo e que o abandono deste município é visto como algo "pacífico". Sousa Gomes assegurou que a opção do Cartaxo "não irá implicar qualquer pedido de indemnização". Contudo, a saída do Cartaxo só poderá ocorrer "depois de paga a factura da deposição do lixo no aterro, que é actualmente de 618 mil euros, desde Janeiro a Junho de 2009".

A Resiurb é integrada actualmente pelos municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Cartaxo, Coruche e Salvaterra de Magos.

Já a Resioeste integra os concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré,



publicado por Noticias do Ribatejo às 11:14
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Presidente da Câmara de Mação critica PS por chumbar passagem para o Médio Tejo
Presidente da Câmara de Mação critica PS por chumbar passagem para o Médio Tejo

O presidente da Câmara de Mação contestou ontem a decisão do Grupo Parlamentar do PS no Parlamento de chumbar a passagem do município para a sub-região do Médio Tejo, como havia sido localmente pedido por unanimidade pelos partidos com assento na autarquia.

 

"Foi com profunda tristeza e estupefacção que acolhemos a notícia, que é contra-natura e contrária aos interesses do concelho de Mação, da sua população e dos eleitos locais, e é típica de um Governo autoritário que vai, também, contra a opinião unânime dos deputados”, afirmou Saldanha Rocha.

 

Em Abril, a Comissão de Poder Local aceitara discutir a proposta de reintegração do concelho de Mação na sub-região do Médio Tejo em detrimento da NUT (Nomenclatura de Unidade Territorial) do Pinhal Interior Sul, uma mudança que ocorreu no início do ano e que produziu ”consequências nefastas para o município, nomeadamente na área da saúde", recordou o autarca (PSD).

 

A moção aprovada nos órgãos locais "propunha era que fosse desencadeado um processo que conduzisse à integração do município de Mação na NUT do Médio Tejo, em virtude de ser aquela que melhor enquadra este município, para onde nos deslocamos, onde temos relações de maior proximidade e onde trabalhamos em projectos conjuntos”, explicou o autarca.

 

“É um dia difícil de digerir”, acrescentou Saldanha Rocha, que disse ser “necessário manter a persistência uma vez que a razão assiste o povo de Mação e a pretensão é justa e é óbvia”.

 

Por seu turno, o deputado social-democrata Miguel Relvas considerou que a decisão do PS “demonstra uma arrogância e um centralismo inaceitável e mostra bem como o Governo trata os municípios e o poder local”.

 

“São assim como o feijão frade, com duas caras. Em público votam a favor, porque sabem que é justo. No outro dia, escondidos, votam contra o agendamento que resultaria na aprovação no Parlamento”, afirmou.

 

Miguel Relvas acrescentou que “a atitude do PS é vergonhosa eticamente, mostra um partido que não é fiável e em que não se pode confiar, sendo que este tipo de comportamento tem de ser energicamente denunciado pelo PSD”.

 

Em declarações à agência Lusa, o deputado socialista Nuno Antão, eleito pelo círculo eleitoral de Santarém, disse que “a questão apresenta problemas formais que não foram ultrapassados” mas que, na prática, o município de Mação “não é afectado com a questão”.

 

“Por um lado, não há exemplo nenhum no país de mudanças de municípios no âmbito das NUT II" e "existem condicionalismos impostos pela própria União Europeia relativamente ao reordenamento do território, sendo que a questão mexe ainda também com dados estatísticos e fundos comunitários”, afirmou.

 

Nuno Antão acrescentou que “em termos práticos Mação vai continuar a aceder aos fundos comunitários através do trabalho conjunto das duas NUT e a população vai continuar a utilizar as mesmas unidades de saúde, como até aqui”.

 

“A mudança de Mação para o Médio Tejo é uma falsa questão e, neste momento, não faz sentido”, concluiu.

 

»O Mirante»

 

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Mação lança programa de apoio à recuperação de habitações degradadas
A Câmara de Mação vai apoiar parte das obras realizadas em casas degradadas no concelho, no âmbito da entrada em vigor do regulamento municipal para a conservação, reparação ou beneficiação de habitações que necessitam de intervenção.

Com este regime, válido para os próximos dois anos, a autarquia pretende incentivar e auxiliar os munícipes a repararem e conservarem as habitações degradadas, estando prevista uma comparticipação financeira, por agregado familiar, de "até 50 por cento" do custo total da obra.

Vasco Estrela, vice-presidente da autarquia, disse à Lusa que o programa de apoio "é válido para o centro histórico de Mação mas estende-se também a todas as freguesias do concelho", cujo parque habitacional esteja carenciado de beneficiações.

O autarca estimou em "cerca de 200 habitações" as que reúnem o perfil para uma candidatura ao programa de apoio, adiantando que, "se fossem recuperadas entre 100 a 120 casas em dois anos, seria muito bom".

O município aprovou ainda a distribuição de até 30 quilos de cal por agregado familiar para a pintura de fachadas, reduzir as taxas e licenças municipais em 95 por cento e ceder gratuitamente a maquinaria e equipamento da autarquia para a retirada de entulhos e demolições tidas como necessárias.

O autarca acrescentou que o objectivo da Câmara de Mação é "não só apoiar a recuperação do parque habitacional concelhio degradado, mas também incentivar a economia local, nomeadamente os pequenos empreiteiros, carpinteiros, pedreiros e comércio de materiais de construção, que se envolverão neste processo".
«Lusa»


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Concurso de Bandas

Concurso de Bandas da região de Santarém com vista ao apuramento para
o Concurso Nacional para Palco Novos Valores da Festa do Avante! 2009

3 de Julho, Sexta, 22h, em Alpiarça


À semelhança dos anos passados, a Juventude Comunista Portuguesa está
a realizar o seu Concurso Nacional de Bandas para o Palco Novos
Valores da Festa do Avante!

Esta iniciativa, que permite às bandas vencedoras actuar na Festa do
Avante! 2009, é mais do que um mero conjunto de concertos pelo país.
Na realidade, este concurso é a expressão do projecto
político-cultural da JCP e do PCP (de que a prática das autarquias CDU
é exemplo assinalável), um projecto de democratização do acesso e
fruição culturais – só possível a quem, como a JCP, leva as suas
reivindicações às massas juvenis e, com elas, constrói as condições
para a luta pela efectivação dos seus direitos, dos direitos de todos.
A cultura é instrumento emancipador dos povos e da juventude, em
particular. São inúmeros os espaços que os jovens portugueses formam
com vista à criação cultural, com particular destaque para as jovens
“bandas de garagem”. Estes grupos são espaços de criatividade,
intervenção, fraternidade, é expressão de liberdade.
Perante a vontade de criação de uma banda, as dificuldades que os
jovens encontram são inúmeras: desde o preço dos instrumentos, à falta
de formação nesta área em escolas públicas, à falta de espaços de
ensaio e experimentação, à falta de possibilidades de gravação, ou
mesmo as dificuldades de mostrar o seu trabalho, em espectáculos, fora
de um circuito comercial, vedado à maioria destes projectos,
dificultando a profissionalização nesta área.
O Palco Novos Valores é, portanto, uma oportunidade única que, para
além de  envolver milhares de jovens em todo o país, abre as portas a
diversas bandas para o mundo da música.

O concurso da região de Santarém, o Ribavante, realizar-se-á dia 3
de Julho, Sexta, em Alpiarça, no “Pavilhão do Partido”, com início
pelas 22h e nele actuarão 5 bandas do nosso distrito: Kwantta
(Abrantes), Os Outros (Torres Novas), Strap 58 (Cartaxo), TNB (Torres
Novas), Xtigma (Entroncamento)

A banda vencedora do Ribavante actuará na Finalíssima Sul
(eliminatória para as bandas vencedoras dos concursos dos distritos do
Sul do país) que, no dia 11 de Julho, no distrito de Évora


 

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publicado por Noticias do Ribatejo às 12:42
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009
Cego burlado em compra de casa

 

Foram precisos quase 11 anos e uma decisão do Tribunal da Relação de Évora para sentar no banco dos réus um casal que terá alegadamente burlado um invisual na compra de um imóvel.

Os arguidos, residentes em Porto Salvo, Oeiras, começaram na terça-feira, 23 de Junho, a ser julgados no Tribunal de Abrantes por um crime de burla qualificada e outro de falsificação de documento.

Os factos remontam a Agosto de 1998, quando o lesado, João F. - que é cego – tentou comprar uma vivenda em Constância.

O imóvel valeria cerca de 75 mil euros, mas os proprietários estavam dispostos a vendê-la por 50 mil euros, devido a dificuldades financeiras.

O invisual pagou 17.500 euros na assinatura do contrato promessa de compra e venda, e pediu uma certidão da Conservatória do Registo Predial de Constância a assegurar que o imóvel estava livre de encargos, documento que terá sido falsificado.

Um mês depois, o lesado descobriu que a casa estava hipotecada à União de Bancos (entretanto extinta) e que tinha sido alvo de uma penhora por uma dívida não paga pelo proprietário.

Logo, nunca poderia ser transaccionada.

O arguido ainda prometeu devolver o dinheiro ao invisual, passando-lhe inclusivamente um cheque de 7.500 euros que veio devolvido por não ter provisão.

Em Dezembro de 2007, na fase de instrução criminal, o Tribunal de Abrantes e o Ministério Público decidem não pronunciar os arguidos e mandam arquivar o processo; consideraram que o lesado, os arguidos e os vários intervenientes no negócio prestaram declarações contraditórias em sede de inquérito, não sendo possível apurar com exactidão os seus contornos.

João F. recorreu então para o Tribunal da Relação de Évora, que deliberou em sentido contrário.

Segundo o processo, a que o nosso jornal teve acesso, os juízes desembargadores consideraram existir indícios evidentes da prática do crime e mandaram pronunciar os arguidos por burla qualificada e falsificação de documento.

O pobre a emprestar dinheiro ao rico
Em sede de inquérito, o arguido disse que nunca teve intenção de vender a casa.

Os 17.500 euros que João F. lhe entregou seriam apenas um empréstimo numa altura de aperto financeiro.

Contudo, a Relação de Évora considerou ser pouco plausível que um invisual de modestos recursos económicos se tenha dado ao luxo de emprestar dinheiro a um empresário que dizia ter negócios no estrangeiro.
 

«O Ribatejo»

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Começa hoje julgamento homicídio do líder d`Os Mosqueteiros
O julgamento do alegado homicida do antigo presidente em Portugal do grupo "Os Mosqueteiros", António Figueira, assassinado a 31 de Agosto do ano passado, começa hoje, às 09h20, no Tribunal Judicial de Leiria.

O presumível autor do crime, o cidadão francês Marc Lastavel, está acusado pelo Ministério Público (MP) do crime de homicídio qualificado e incorre numa pena de prisão de 12 a 25 anos.

Segundo o despacho de acusação, o arguido, de 52 anos, combinou no dia 30 de Agosto encontrar-se com o empresário António Figueira no apartamento que o dirigente de "Os Mosqueteiros" possuía na cidade de Leiria e que o suspeito ocupara até dois dias antes.

O MP sustenta que para o encontro o empresário, que era também proprietário dos supermercados Intermarché em Ourém, Leiria (Pousos e Marrazes) e Marinha Grande, fez-se acompanhar de outra pessoa. No entanto, Marc Lastavel, que foi administrador da loja Baobab, no Intermarché de Pousos até Abril de 2008, manifestou-se "incomodado" com aquela presença, logrando "ficar a sós com aquele [empresário], como pretendia, para mais facilmente concretizar o seu desígnio de lhe pôr termo à vida", lê-se no despacho de acusação.

Na sequência de uma discussão sobre a fechadura do apartamento, o arguido "envolveu-se em luta" com a vítima, de 41 anos, acabando por lhe amarrar os pulsos, tendo depois ido buscar uma arma, com a qual disparou nas costas do empresário, acrescenta a acusação.

De acordo com o MP, o acusado deslocou-se ainda nessa noite a Ourém, a casa do empresário, casado e com duas filhas menores, saindo posteriormente do país. Foi detido a 4 de Setembro, em França, e, dois meses mais tarde, extraditado para Portugal, tendo o juiz de instrução criminal do Tribunal Judicial de Leiria determinado a sua prisão preventiva a 7 de Novembro.

Lusa

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publicado por Noticias do Ribatejo às 08:54
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Abrantes: PCP questiona tutela sobre falta de médicos
A falta de médicos de família na freguesia de Vale das Mós, concelho de Abrantes, levou o PCP a questionar sobre «que medidas vai o Ministério da Saúde tomar para resolver o problema».

A questão dirigida ao gabinete da ministra Ana Jorge foi apresentada na Assembleia da República pelo deputado comunista António Filipe, face à «preocupação com uma freguesia de 750 habitantes e que está privada de médico de família há mais de quatro meses, altura em que a população, em vez de médico, encontrou um aviso a dizer que não haveria mais consultas na extensão de saúde, por motivos de serviço e por tempo indeterminado».

«Ao longo destes quatro meses a solução tem passado por se deslocarem 20 quilómetros até à consulta de recurso em Abrantes, acontecendo algumas vezes não conseguirem vaga porque a situação no concelho tem vindo a agravar-se com falta de médicos, provocando o entupimento das consultas de recurso», refere o requerimento apresentado no Parlamento.

Octávio Augusto, da Direcção da Organização Regional de Santarém do PCP, disse à Agência Lusa que a situação «está a agravar-se em todo o lado, inicialmente na parte sul do distrito e agora na zona norte, também já com alguma gravidade, pelo que importa saber que medidas vão ser tomadas pelo Ministério da Saúde para garantir o acesso das populações aos cuidados de saúde a que têm direito».

Segundo disse, «a situação no concelho de Abrantes começa a ser preocupante, pelo número de freguesias afectadas e exige a tomada de medidas urgentes».

«É preciso olhar de frente para o problema e para a gravidade com que ele se apresenta, e procurar as medidas de fundo que permitam resolver a prazo a questão da falta de médicos de família em Abrantes e no distrito de Santarém», acrescentou.

«DD»

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publicado por Noticias do Ribatejo às 21:33
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