NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -

Quinta-feira, 16 de Dezembro de 2010
O Ministro da Justiça visita o Tribunal de Ourém
Amanhã, Sexta-feira, pelas 16 horas, o Ministro da Justiça visita o Palácio da Justiça em Ourém. O Governo Civil está devidamente representado


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Domingo, 5 de Dezembro de 2010
OURÉM - A IDADE DO OURO

 

“A Idade do Ouro da Imprensa do Norte do Distrito de Leiria”, de Margarida Herdade Lucas e Miguel Portela, pode ser vista na Biblioteca Municipal de Ourém de 04 de Dezembro até 07 de Janeiro. Disponível nos dias úteis das 09h00 às 18h00.
Entradas Gratuitas



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Deputados do PSD escrevem à ministra da Educação

Os deputados do PSD na Assembleia da República eleitos pelo círculo de Santarém escreveram à ministra da Educação a pedir esclarecimentos sobre a redução de apoios aos colégios de Fátima. Na carta enviada a Isabel Alçada, os deputados social-democratas perguntam “o que motiva os cortes cegos de 30 por cento” a estes colégios “se eles se têm revelado mais vantajosos aos cofres do Estado?”. Perguntam também “porque não é feito um corte de 11 por cento como nas escolas do próprio Ministério?”. Atendendo a que não existe qualquer outra oferta educativa, questionam ainda, “que se propõe o Ministério da Educação fazer?’”. “Que contrato espera o Ministério negociar com estes três estabelecimentos de ensino para que possam continuar a leccionar nos mesmos moldes, atendendo ao bom desempenho obtido até ao momento?”. “Assume o Ministério o encerramento destas três escolas em Fátima com prejuízos gravíssimos daí decorrentes para as famílias, instituições, a cidade e o concelho?”, são outras das questões que colocaram à ministra. Esta carta surge na sequência de uma visita, seguida de reunião, que os deputados efectuaram aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo de Fátima.

«Noticias de Fátima»



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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010
Ourém apresenta programas educativos ambientais

 Por: Paulo Fonseca *

 

Foram ontem apresentados, no Centro de Interpretação do Agroal/Alto Nabão, vários programas educativos a levar a cabo pelo Município de Ourém, através da AmbiOurém, em parceria com o Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus. Este acordo foi assinado aproveitando o programa concelhio “Projecto Plantar Portugal”, uma iniciativa de âmbito nacional, que levou 250 alunos das escolas do primeiro ciclo do concelho de Ourém ao Agroal na segunda e na terça-feira.

Estes programas serão desenvolvidos em 2011, ano em que se comemorará o Ano Internacional das Florestas, sendo um destinado às escolas do concelho de Ourém, designado “Conhecer a Floresta”, na Mata Municipal António Pereira Afonso e outro para as escolas do concelho e mas aberto às escolas de todo o país - “Um dia no Agroal: ver de perto para conhecer melhor”. 

 

Na assinatura do protocolo que formaliza estes programas, José Manuel Alho, vereador da Câmara Municipal de Ourém, agradeceu o envolvimento dos agrupamentos de escolas no “Plantar Portugal”, reforçando o facto de estar também a ser assinalado o Dia da Floresta Autóctone. 

 

Paulo Fonseca, presidente da Câmara Municipal de Ourém, elogiou o protocolo com a Quercus, afirmando que a educação ambiental é um “factor-chave” que desperta nas novas gerações “consciência ambiental”. Sendo estes programas dirigidos sobretudo às escolas, Paulo Fonseca disse contar com os agrupamentos, pois “sem os professores e as suas dinâmicas complementares não seria possível resistir a um conjunto de intempéries da sociedade portuguesa e europeia”. 

 

Carlos Marques, presidente da Junta de Freguesia de Formigais, destacou a “dinâmica diferente” e as “melhorias significativas” que o Centro de Interpretação Ambiental do Agroal teve em 2010. 

 

Deolinda Simões, presidente da Assembleia Municipal, apelou à manutenção do “Agroal selvagem”, preservando a riqueza que ele tem, acrescentando que “como educadora fico muito satisfeita por ver aqui tanta criança com sensibilidade para preservar o ambiente”. 

 

Inscrições abertas  Domingos Patacho, presidente do Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus, reforçou o facto da formalização do “apoio à educação ambiental no concelho e fora dele”, se realizar no Dia da Floresta Autóctone, à qual a Quercus aderiu. 

 

Segundo esta associação, neste momento as escolas do concelho de Ourém poderão inscrever-se gratuitamente nestes programas, através do Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus, localizado no Centro de Educação Ambiental de Ourém – Mata Municipal. 

 

Para além das de Ourém, as escolas de todo o País também poderão fazer a sua inscrição no programa “Um dia no Agroal”. Partindo do Parque Natureza do Agroal, pretende-se com este programa dinamizar um conjunto de actividades de observação da natureza, nomeadamente a realização dum percurso interpretativo, a identificação da fauna e flora local, a visita à Estação de Tratamento de Águas Residuais do Alto Nabão ou a realização de jogos educativos. 

 

Espaços envolvidos:  1- Parque Natureza do Agroal: Um Espaço de Aprendizagem e Conhecimento  O Parque Natureza do Agroal é um espaço vocacionado para sensibilização ambiental e é gerido pela Empresa do Município de Ourém, Ambiourém. 

 

O Agroal é considerado uma área sensível por integrar o Sítio de Importância Comunitária “Sicó-Alvaiázere” da Rede Natura, possuindo uma das maiores e mais bem conservadas áreas do país de carvalho-português (Quercus faginea subsp. broteroi) e manchas notáveis de azinhais (Quercus rotundifolia) sobre calcários, em bom estado de conservação. 

 

O Agroal é uma área que oferece à população a oportunidade de conhecer de perto muitas das espécies características das florestas mediterrânicas assim como as que ocorrem no ecossistema fluvial. Existe uma imponente floresta ripícola dominada por amieiros e salgueiros, constituindo o Rio Nabão e as ribeiras afluentes habitats essenciais para a conservação de uma grande diversidade de espécies piscícolas, como o Barbo ou Boga-comum e também a Lampreia-de-riacho. 

 

2- Mata Municipal António Pereira Afonso  A Mata Municipal António Pereira Afonso é um espaço com cerca de 3,5 há, localizado em plena cidade de Ourém. 

 

Em Março deste ano, foi apresentada aos oureenses como Mata Municipal António Pereira Afonso, em homenagem a este ilustre oureense. 

 

Neste momento está a ser implementado neste local um Plano de Valorização tendo como principais objectos a criação de condições para recreio; protecção/conservação e educação/sensibilização da população pelas questões ambientais. 

 

3 - O Centro de Educação Ambiental de Ourém  O Centro de Educação Ambiental de Ourém é um centro de recursos, dinamizado pelo Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura da Quercus, que tem vindo a desenvolver anualmente um conjunto de acções com vista à sensibilização da população escolar do Concelho de Ourém e território envolvente para as principais questões ambientais, nomeadamente através da realização de visitas a áreas naturais da região. 

 

* Colaborador deste jornal



publicado por Noticias do Ribatejo às 07:03
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Sexta-feira, 19 de Novembro de 2010
OUREM - Os Deputados eleitos pelo PSD no distrito de Santarém, irão efectuar uma visita, seguida de reunião, aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo da cidade de Fátima
Hoje sexta-feira, dia 19, Deputados eleitos pelo PSD no distrito de Santarém, irão efectuar uma visita, seguida de reunião, aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo da cidade de Fátima, concelho de Ourém. A reunião está prevista para as 15 horas no Centro de Estudos de Fátima (CEF), visando debater e recolher informação, sobre as alterações propostas pelo Governo em Conselho de Ministros que veio alterar o Dec - Lei 553/80, estando presentes também representantes do Colégio de São Miguel e Colégio do Sagrado Coração de Maria. Esta nova legislação tem grandes implicações no que respeita às escolas privadas, sendo o caso da cidade de Fátima um dos mais emblemáticos no distrito de Santarém, quanto à falta de alternativas de ensino e pela penalização que os estabelecimentos irão sofrer.


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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
...

  Por: Paulo Fonseca

 

 Cerca de 250 alunos das escolas do 1º ciclo de Ourém vão reflorestar o Agroal nos dias 22 e 23 de Novembro, no âmbito do projecto nacional "Plantar Portugal".

 

 No dia 22 esta actividade ficará ao cargo dos alunos da EB1 de Coroados, Seiça, Sandoeira, S.Jorge e Alburitel.

 

 No dia 23 são os alunos de Rio de Couros, Vale Travesso e Freixianda e do Bairro os responsáveis pela plantação das árvores.

 

 

 Para além da reflorestação, as crianças terão a oportunidade de participar em diversas actividades, tais como a visualização de um filme sobre a Fauna e a Flora do Agroal, jogos e um passeio à piscina.

 

 

 Integrado nesta iniciativa será também assinado, no dia 23, pelas 11h30, um protocolo com a Quercus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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Terça-feira, 16 de Novembro de 2010
Secretária de Estado, Idália Moniz, amanhã em Ourém
O Adjunto da Governadora Civil de Santarém, Rui Carreteiro, acompanha, amanhã dia 17, pelas 9H30 a Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, na cerimónia de abertura do seminário “Inovação Social”, no Centro de Negócios de Ourém


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Sábado, 13 de Novembro de 2010
Dissertação pessoal sobre a crise que vivemos

Por: Paulo Fonseca  *

 

Todos estamos pelos cabelos de ouvir falar e de sentir a crise. Instalou-se até uma espécie de angústia em cada cidadão acerca dos tempos vindouros….andamos todos a temer o futuro. Vale, pois, a pena, do meu ponto de vista, dissertar sobre o tema, em roda solta….

 

         Em primeiro lugar, esta crise está identificada pela Douta, mas duvidosa sabedoria instituída, como sendo uma decorrência exclusiva do sub prime, essa Americanice que descansou toda a gente, na medida em que, identificado o culpado, todos ficamos muito mais descansados. Nada mais errado porquanto, nem o sub prime tem a culpa exclusiva do problema nem qualquer terráqueo responsável pode descansar à sombra desta redutora “caça às bruxas”.

 

         Em segundo lugar, a crise é financeira mas é também uma crise de paradigma social e decorre, pela primeira vez, num ambiente de «Aldeia Global». Isto é, todos os pressupostos da organização social vigente têm os dias contados e é urgente reformar a organização social da Europa e do Mundo já que, a inexistência de fronteiras dificulta brutalmente qualquer tentativa de controlo da crise. Assim como o formato da nossa organização económica, as excessivas dependências da balanço da transacções, a tendência para se gastar mais do que se ganha ou de comer mais do que se produz, têm de ser corrigidas.

 

         Em terceiro lugar, a crise é fundamentalmente gerada pela falta de confiança. Desde logo no sistema financeiro. Imaginemos que os 1000 homens mais ricos do mundo, por falta de confiança no sistema financeiro, retiram todo o seu dinheiro para fora dele e se sentam em volta de uma mesa sobre a qual o colocam. Suponhamos que cada um leva para essa reunião, cem mil milhões de Euros. E que discutem o que fazer com este dinheiro que todos retiraram ao sistema financeiro. Por exemplo, diz o senhor Li Peng, se comprássemos todo o petróleo do Mundo, actual e futuro, que está a 30 USD/barril e aumentássemos o seu valor para 150 USD/barril ? Boa, responderiam todos os restantes 999 companheiros de mesa. E se fizéssemos o mesmo com o Trigo e outros produtos essenciais ? Boa responderiam todos os companheiros. E assim por diante… A minha convicção é que esta reunião não ocorreu mas a coisa foi muito parecida…Criou-se um fundo financeiro, com biliões de Euros (ou de Dólares, como quisermos) e com esse fundo criou-se a crise. Tudo por falta de confiança no sistema financeiro.

 

         Em quarto lugar, aparecem esses novos artistas da TV (Jornais e demais fóruns), os comentadores pagos a peso de ouro que, do alto da sua cátedra de papelão, debitam certezas indubitáveis a propósito de uma demagógica e deturpada análise : a ideia de que a crise existe em Portugal e, portanto, o governo de Portugal é o alvo a abater por nos ter sujeitado a ela. É absolutamente falsa tal conclusão pois a crise teve dimensão mundial numa primeira fase e está aí para durar no interior da União Europeia, a qual se revela absolutamente incapaz de a combater – desde logo porque ainda não percebeu bem a sua origem nem se revela competente para encontrar a solução; a Europa vive num dramático e sonhador mundo, a leste de toda e qualquer realidade, e em todos os países estão a ser aplicadas medidas muito duras que vão fazendo estrago irreversível, um pouco por todo o lado como o revelam as medidas do próximo orçamento Português mas também as Inglesas, as Espanholas, as Gregas, Irlandesas, Húngaras ou até o clima de «ferro e fogo» que se vive em França.

 

         Em quinto lugar, ao mesmo tempo que a Europa navega desorientada neste mar de incertezas, vivendo um drama económico sem precedente no pós guerra, existem países, desde logo os do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) que crescem em alta velocidade, partilham investimentos de larga espectro económico e espalham esperança nas populações estimuladas pela sua expectativa de futuro. Tal realidade deve-se a um factor muito simples : a transferência incomensurável de fundos financeiros, da Europa para outras paragens, motivadas pelo receio do cutelo fiscal Europeu e pelo acenar sedutor de  países emergentes.

 

         Em sexto lugar, a ingenuidade da Europa que assiste impotente a estas transferências financeiras, num caudal “tsunamico” e continua a perseguir o dinheiro até que o último cêntimo daqui saia. Sem dinheiro não há investimento e sem investimento não há emprego nem desenvolvimento. Público ou Privado. É verdade que existe dinheiro sujo nas off shores mas também é verdade que está lá, cada vez mais, dinheiro limpo. Mas a questão do dinheiro sujo precisa de um sistema judicial eficaz, que seja duro e eficiente, é um caso de Polícia e não um problema fiscal. Quando a UE reduz o crime a um problema fiscal, obviamente os detentores do capital têm medo e colocam o dinheiro ao fresco para fazer germinar progresso onde for bem tratado. Ponto final.

 

         Em sétimo lugar, a Europa não se limita a ser estúpida. Fá-lo com autoridade. Solta uma perseguição alienada sobre os poucos agentes que vão sobrevivendo, na procura imediata de soluções financeiras, promovendo um espírito resignado de abandono do aparelho produtivo e um agravamento indirecto da situação que vivemos. Só falta pagar-se um imposto para se estar vivo, nesta velha e decadente Europa…

 

         Em oitavo lugar, a Europa não se limita a ser ingénua. Publicita-o. Quando se determina como grande solução para a crise, penalizar fiscalmente as off shores, a Europa não percebe que estes paraísos fiscais se situam fora das suas fronteiras, com excepção de umas praças de trocos como a nossa Madeira. Quando se aplica uma taxa elevada de IRS às off shores, a Europa não percebe, pois, que não tem qualquer tutela sobre elas e que está a dar um recado aos cidadãos Europeus que têm dinheiro em paraísos fiscais, no sentido de o deixarem estar sossegadinho; e não percebe que está a dar um recado aos Europeus que têm dinheiro cá para o levarem daqui; e não percebe que, mesmo tendo alguma tutela sobre off shores e penalizando-as fiscalmente por lá existe dinheiro sujo, está a aplicar um imposto a dinheiro ilegítimo mas também a dinheiro legítimo… Se alguém faz um assalto, o que é normal é prendê-lo e não aplicar-lhe um imposto mais elevado que aos outros cidadãos…

 

         Em nono lugar, e na sequência da terceira constatação, inquietamo-nos agora a propósito das razões porque os mercados financeiros nos cobram juros tão elevados e porque estamos tão dependentes deles para garantir a sobrevivência do paradigma social que possuímos…Só há uma razão. Estamos dependentes deles, da forma como eles quiserem, porque o dinheiro que saiu da Europa faz cá muita falta, foi dar uma volta pelas off shores e agora está a financiar a Europa ao preço (taxa de juro) que eles querem. A Europa não percebe que a crise é exclusivamente derivada da falta de dinheiro, porque o dinheiro saiu de cá, e agora estamos a pedir esse mesmo dinheiro emprestado numa quase subserviência humilhante.

 

         Em décimo lugar, e só para contrariar o Medina Carreira, acho que devemos pensar em soluções…Só há duas alternativas, do meu ponto de vista. Ou a Europa emite legislação de confiança pedindo aos Europeus que façam retornar o seu dinheiro ao sistema financeiro normal, sem qualquer penalização fiscal ou a Europa emite dinheiro físico (em papel), alterando as regras da participação monetária, aumentando a liquidez do Euro e permitindo uma resistência mínima. Em ambas os casos há perigos e cuidados a tomar : no primeiro caso já vai ser difícil convencer os detentores do dinheiro de que essa medida seria mesmo assim, isto é, que mereceria a confiança para lhe responder afirmativamente… No segundo caso, é necessário montar uma vigilância rigorosa ao sistema financeiro e agir em caso de infracção, sem apelo nem agravo e, ao mesmo tempo, para ambas as alternativas, a Europa tem de deixar o leito da teoria estudada no século passado e contribuir positivamente para um novo paradigma social. Com solidariedade, com justiça e com ambição estratégica para todos os cidadãos.

 

*Presidente da Câmara Municipal de Ourém e Federação do Ribatejo do Partido Socialista

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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OURÉM - Musica e Dança Indonésia


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Sábado, 6 de Novembro de 2010
OURÉM - Queda de árvores

Por: Paulo Fonseca

 

 Com a aproximação do Inverno é frequente a queda de árvores. Neste contexto o Município de Ourém lembra o Edital nº 09/2010 que remete para este assunto:

 

1 – É da responsabilidade dos proprietários, usufrutuários ou similares dos prédios confinantes com as vias rodoviárias sob responsabilidade da Câmara Municipal, a procederem às seguintes acções:

 

- Cortar as árvores que ameaçam desabamento para as referidas vias;

 

- Remover árvores que por efeito de queda se encontrem a obstruir a circulação rodoviária;

 

- Cortar os troncos e ramos das árvores que pendem sobre as vias, reduzindo as condições de visibilidade do trânsito e a segurança pública;

 

- Aparar, lateralmente, as sebes, arbustos ou árvores existentes nas estremas ou vedações que confinem com as plataformas das vias, de modo a garantir a visibilidade e circulação do trânsito, assim como a circulação pedonal em segurança.

 

2 – Em caso de incumprimento das acções, serão os Serviços Camarários a procederem à execução desses trabalhos, com custas por conta dos respectivos proprietários/usufrutuários ou detentores de quaisquer direitos sobre terreno.

 

3 – Em caso de queda ou obstrução da via pública, da qual resultem danos pessoais ou materiais, os proprietários/usufrutuários ou detentores de quaisquer outros direitos sobre o terreno ficam sujeitos a responsabilidade civil pelos danos causados e, consequentemente, obrigados ao ressarcimento dos mesmos a título de indemnização.

 

4 – Decorre ainda do n.º 2 do art.º 5.º do Código da Estrada que os obstáculos eventuais sobre a via, que inibam ou prejudiquem o seu livre trânsito, devem ser sinalizados por aquele que lhe der causa, por forma bem visível e a uma distância que permita aos demais utentes da via tomar as precauções necessárias para evitar acidentes.

 

5 – No caso de Sobreiro (Quercus suber L.) e Azinheira (Quercus ilex L.), bem como as árvores de interesse público carecem de autorização prévia da Autoridade Florestal Nacional para a realização de abate ou desramação segundo a legislação específica para o efeito.

 

6 - Realçam-se, os benefícios desta acção através da segurança na circulação rodoviária, agradecendo-se, antecipadamente, a colaboração e o empenho dos proprietários e demais titulares de direitos sobre os prédios confinantes com as vias.



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Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010
OUREM - Cenourém

  Por: Paulo Fonseca

 

Teve início, no cine-teatro municipal, depois das obras de remodelação,  a segunda temporada do Cenourém. A abrir o festival de teatro amador do concelho de Ourém esteve a peça "Art", de Yasmina Reza, pelo grupo de teatro "Alcateia", da Academia de Música Banda de Ourém. 

 

  Com actuação e encenação de Ringo Marques, Sara Sousa, Telmo Simões e Tiago Santos, "Art" é uma comédia que se baseia na compra de um "simples"quadro. Esta compra faz espoletar uma longa discussão no seio de um grupo de três amigos. Girando sempre em torno da polémica tela, o discurso torna-se cada vez mais aceso e pessoal, criando por fim uma avalanche de juízos de valor e sentimentos ocultados ao longo do tempo sobre o carácter e atitudes tomadas por cada um

 

 

 

 



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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010
OURÉM - Azulejos da minha terra

Por: Paulo Fonseca

 

O Concelho de Ourém pertencente ao distrito de Santarém e compreende 18 freguesias (Alburitel, Atouguia, Casal dos Bernardos, Caxarias, Cercal, Espite, Fátima, Formigais, Freixianda, Gondemaria, Matas, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora das Misericórdias, Olival, Ribeira do Fárrio, Rio de Couros, Seiça e Urqueira).

Integrada na zona de transição entre o Ribatejo e o distrito de Leiria, Ourém pertence, em termos turísticos, à região da Rota do Sol, com sede em Leiria.

 O seu nome original, Abdegas, permaneceu até ao séc XII, quando foi substituído pela forma latina Aurem. Ourém, com o seu burgo medieval rodeado de muralhas, é dominada pelo castelo.

O terramoto de 1755 e as devastações das invasões francesas em 1810, provocaram a decadência do velho burgo medieval, afastando a população para a pequena aldeia da Cruz, situada no sopé do monte e no meio da fértil várzea da Ribeira de Seiça.

 Esta vila foi elevada em 1841 pela Rainha D. Maria II a sede de concelho com o nome de Vila Nova de Ourém. Em 1991 recebeu o título de cidade juntamente com a antiga Ourém, passando ambas a constituir o coração do concelho. Actualmente o seu nome oficial é Ourém.

 A sua riqueza económica reparte-se entre a agricultura, o comércio e a industria transformadora. Ourém tem o ar calmo das cidades do interior com ruas estreitas, casas simples e caiadas, um local onde parece reinar a paz e harmonia.

 O concelho integra a freguesia de Fátima, célebre centro religioso para qual convergem milhares de peregrinos todos os anos. A vida desta população rural mudou radicalmente durante o transcurso do século XX, adquire um grande impulso económico devido as famosas aparições de Nossa Senhora na cercania população de Fátima, no decorrer do ano de 1917. Desde esse momento o sector terciário adquire grande importância.

 Além de toda esta riquíssima beleza religiosa, Ourém tem outros lugares que merecem uma visita. Começando pelo Centro histórico, este desenvolveu-se em torno do Castelo de Ourém na Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias.

 Freguesia de Nossa Senhora das MisericórdiasA actual freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias é assim denominada desde 1989, para designar a antiga e importante freguesia de Ourém. Situava-se aqui a velha vila de Ourém, que em 1180 recebeu foral de D. Teresa, filha de D. Afonso Henriques. Possuía uma situação privilegiada, no alto de um morro colossal, completamente isolado no meio da planície.

 Igreja da Colegiada de Nossa Senhora da Misericórdia - Igreja matriz de Ourém (1)D. Afonso Henriques, depois de ter expulso os mouros de Ourém, fundou neste local um pequeno Templo – a igreja de Santa Maria de Ourém. Em 1445, o 4º conde de Ourém remodelou e ampliou esta igreja e instituiu nela a Real e insigne Colegiada de N.ª Sr.ª das Misericórdias. Esta foi uma das maiores e mais antigas Colegiadas fundadas pela acção eclesiástica da Casa Ducal de Bragança.

 O terramoto de 1755 destruiu a primitiva Igreja da Colegiada, tendo apenas ficado ilesa a cripta.

 Cripta e Túmulo do 4.º Conde de Ourém (2)Sob o pavimento da capela-mor está a cripta (capela do Marquês), para a qual se desce por uma escadaria de pedra. Resistiu ao terramoto. No centro, ladeado por colunas que sustentam a abóbada, encontra-se o magnífico mausoléu do Conde D. Afonso (4.º Conde de Ourém), que morrendo em 1460, foi transladado em 1487 para esta arca tumular de autoria de Diogo Pires – O Velho. Sobre a tampa está esculpida a efígie de D. Afonso. O rosto do Conde é o melhor retrato esculpido em Portugal antes do Renascimento. No topo da cabeceira encontra-se o brasão de armas de D. Afonso dos pés, dois guindastes içam uma faixa, na qual está gravado em letra gótica “n e i s”. O túmulo foi violado pelos franceses aquando das invasões, em 1810.

 Fonte Gótica (3)Mesmo ao lado da Colegiada, junto às Portas da Vila, encontra-se a Fonte Gótica. Obra única dentro da arquitectura gótica portuguesa, foi mandada construir por D. Afonso em 1434. De planta quadrangular, é formada por dois arcos em ogiva. Completa o conjunto um chafariz, sobre o qual está esculpido o brasão do IV Conde de Ourém e, por baixo deste, uma inscrição em letra gótica.

 Pelourinho (4) O Pelourinho de Ourém situa-se no Largo do Pelourinho. É um belo exemplar em estilo barroco adornado com motivos vegetais. É um pelourinho de pinha, com fuste marcado a meia altura por três molduras. Tem nele inscrito o escudo das armas oficiais da vila de Ourém, esculpido com a data de 1620.

 Torreões (5)Os torreões foram construídos pelo Conde cerca do ano 1450. Nessa altura, uma passagem coberta unia o Paço a uma torre cilíndrica, de que resta a base, e daí  fazia-se a ligação ao castelo.

 Castelo de Ourém, à direita o Paço dos Condes com os torreões de entrada.

 Paço do Conde (6)Depois dos dois imponentes torreões, do lado sul, voltado para o castelo, eleva-se o Paço do Conde D. Afonso, 4.º Conde de Ourém. Considerado modelo ímpar no País, este monumento nacional é uma excelente demonstração de poder militar, poder económico e de poder simbólico da época. Este conjunto é composto por uma torre central, com fins residenciais, e pelos dois torreões defensivos, situados  a sul.

 Antiga passagem secreta entre o Paço dos Condes e o castelo

 Castelo de Ourém (7)

O Castelo de Ourém, do século XII , lá bem no cimo do monte, nos tempos conturbados da Idade Média tinha o papel de proteger os campos envolventes, dar segurança às populações, e incentivar a fixação de novos povoadores.

 Edificado no século XII por D. Afonso Henriques sobre uma fortificação muçulmana foi ampliado durante o século XV pelos Condes de Ourém. O terramoto de 1755, causou elevados danos, o que viria também a acontecer, em 1810, com as invasões francesas.

 É formado por três torres num perímetro triangular, existindo na praça de armas uma cisterna que é alimentada por uma nascente. Classificado como Monumento Nacional, foi restaurado pela Fundação Casa de Bragança.  No lado Norte do Castelo situa-se o amplo e panorâmico Terreiro de Santiago, com a estátua de D. Nuno Álvares Pereira. o terceiro Conde de Ourém que daqui terá partido para a célebre Batalha de Aljubarrota.

 As muralhas das Portas do Burgo são formadas por arcos e abrem-se para um grande lago onde se encontra uma lindíssima fonte.

 

Portas de Santarém

As Portas de Santarém estão situadas na direcção da população de Santarém. Na parte exterior, no lado direito das portas, existe uma lápide com uma inscrição latina referida a padroeira de Portugal, Nossa Senhora da Conceição.

 Num dos seus lados encontra-se a Capela de Nossa Senhora da Conceição, chamada em suas origens a Capela de Santíssima Trindade. Foi edificada no séc. XV e reedificada em 1578 pelo cardeal D. Henrique. O alpendre prolonga a memória da albergaria ali instituída por Martim Anes Bocifal no séc. XIV. A capela-mor é de tecto abobadado de caixotões, enriquecidos com frescos; as paredes estão revestidas com azulejos seiscentistas. No arco triunfal, admiram-se, pintadas a fresco, as figuras de Santo Ambrósio e Santo Agostinho.

 Mulher Morta

À sombra do castelo de Ourém, onde se juntavam as estradas que vinham de Santarém, Leiria e Porto de Mós, encontra-se um cruzeiro com inscrições em latim e português que marca o ponto de encontro de caminhos e das gentes. Uma calçada que, a partir daqui, serpenteia pela colina acima, conduzia às portas de Santarém, a entrada sul da vila medieval.

 CURIOSOSDADES: Lenda Mulher morta

Há uma lenda que narra a origem do nome Mulher Morta. Conta-se que, em tempos idos, uma jovem moça, habitante do lugar, se teria apaixonado por um cavaleiro e o seu amor foi correspondido. Mas o pai não aprovava a relação. Um dia, a filha tentou fugir, para se juntar ao amado. Escapou de casa e pôs-se a correr pela rua fora. O pai, completamente enlouquecido, iniciou uma perseguição atrás dela, com uma enxada na mão. Alcançou-a pouco depois, lançando com violência a enxada sobre a cabeça dela, o que a matou instantaneamente. As pessoas do lugar ficaram tão impressionadas com a tragédia que decidiram prestar homenagem à desafortunada moça, enterrando-a no mesmo sítio onde a vida lhe havia sido retirada. E ergueram o cruzeiro que hoje ali se encontra.

Nas Festas Populares de Ourém destaca-se a Via-Sacra ao vivo

Na Semana Santa em Ourém o momento alto é a tradicional recriação da Via-Sacra, com um cortejo de figurantes trajados a rigor que atravessa o centro histórico da cidade até ao cimo do castelo, e que ano após ano atrai imensos turistas à cidade.

Saíndo do Centro Histórico de Ourém há ainda muito para conhecer e apreciar, desde as suas lindissimas paisagens, passando por várias das suas freguesias onde o  património arqueológico e historico é uma constante. A fertilidade dos campos é usada desde há centenas de anos e a bacia de Ourém contrasta com a serra e o Planalto. A tranquilidade das paisagens é interrompida por pequenos montes cobertos de pinhal. Os vales são sulcados pelos riachos e ribeiras que desaguam no rio Nabão.

 Visitando algumas das suas freguesias e locais de interesse:

 Seiça

A freguesia foi criada em 1517 por decreto de Dº João III, tendo obtido um Clérigo para exercer os diferentes actos religiosos. Há referencias documentais da existência da ermida da santa Maria de Seiça desde 1225. Cresce em redor da Ermida de Santa Maria onde, segundo a tradição, se ajoelhou a rezar D. Nuno Álvares Pereira antes e depois da Batalha de Aljubarrota. Da primitiva ermida nada resta, pois ruiu em 1590. No seu lugar foi erguida, em 1602, e por iniciativa de Frei Manuel das Chagas, a capela que existe actualmente. No interior destaca-se o púlpito de pedra, bem como a imagem seiscentista, também de pedra, e ainda uma imagem de Cristo Crucificado, em retábulo, igualmente de pedra, possivelmente de Sec XV.

De salientar ainda  nas Ribeiras de Olival e Seiça a existência da  raríssima lampreia de riacho, espécie única e extremamente importante na Península Ibérica, cujo habitat se restringe, actualmente, a estas duas ribeiras.

 Olival

O povoamento desta freguesia remonta a épocas pré-históricas. De salientar a igreja de Santa Maria do Olival, que parece ter sido fundada em 1210 ou 1211, enquanto a criação da paróquia datará do século XVI. A igreja velha era um templo quatrocentista que sofreu restaurações entre 1888 e 1898. As paredes da capela-mor são forradas de azulejos azuis e brancos dos tipos enxaquetado e padrão, seiscentistas. No altar-mor admira-se uma escultura de madeira representando o orago, peça barroca do século XVIII. Da imaginária destacam-se ainda três esculturas de pedra, possivelmente do século XV, representando Santa Luzia, S. Sebastião e Santíssima Trindade. Além de um cadeirão firmado no couro da espalda com o escudo brasonado dos Machados e de duas estantes de missal bem lavradas, provavelmente do século XVII, a igreja possui duas apreciáveis pinturas seiscentistas, S. Miguel e as Almas do Purgatório, sobre tábua e um ecce homo, sobre tela.

Rica e de grande devoção no concelho é a ermida de Nossa Senhora da Conceição. Templo antigo, edificado no séc. XV, foi reedificado em 1578 pelo cardeal D. Henrique, e modificado no século XVIII.

Alburitel

A sua história é primitiva. O topónimo “Alburitel,” que sugere presença árabe, esse goza do estatuto de ser ímpar no País. É célebre pelas acolhedoras casas comerciais de petiscos ali concentradas, que abrem o apetite a quem passa. Convida por isso a uma breve paragem com direito a um passeio pelas encostas panorâmicas, seguido de uma visita aos templos mais antigos. A sua Capela (Nª. Sª. Da Ajuda) é um belo exemplar do Sec. XVIII.

 Matas

 A Freguesia de Matas encontra-se a poente do concelho de OUREM.  Banhada por várias linhas de água e com posição a poente do concelho, esta freguesia é uma das mais jovens do concelho. Das encostas vinhateiras, passando pelos pinheirais e até pelos extensos campos de milho, integra desde há muito uma verdadeira economia sustentada pelos proventos da terra. Se esta actividade continua hoje a ocupar parte da população, também o sector industrial alcançou alguma preponderância desempenhando, juntamente com a prestação de serviços diversos, um papel de grande relevo na economia desta terra. Do património cultural edificado da freguesia salientam-se  os antigos  moinhos de águaas, as capelas de Sta. Quitéria  de 1777 e de Sta. Ana e a nova igreja, no centro das Matas..

 Formigais

 Formigais, freguesia pertencente ao concelho de Ourém, distrito de Santarém, situa-se nos vales do Rio Nabão. A sua localização, na proximidade de óptimos recursos naturais, terá exercido um papel determinante no povoamento precoce deste território. Essa ancestralidade é confirmada pelos diversos vestígios arqueológicos que foram encontrados na região, caso da Lapa dos Furos, uma gruta da Idade do Bronze, do Porto Velho, uma “villa” romana, ou mesmo da arte rupestre no Agroal.Apesar da antiguidade desta terra, somente no século XVI, concretamente no ano de 1550, começam a surgir documentos escritos referindo-se a Formigais. Nessa altura, Formigais estava integrada no concelho de Tomar. Só mais tarde passou a pertencer ao concelho de Ourém.

 Agroal

Neste local, situado na freguesia de Formigais, encontra-se a mais importante nascente do rio Nabão, de caudal abundante. O rio de Agroal tem as águas termais e mineralizadas que dizem curam doenças de pele.

 Ribeira do Fárrio

 Esta é a freguesia mais jovem do concelho. Criada em 1989 por desanexação da Freixianda, a freguesia da Ribeira do Fárrio fica situada no extremo norte do concelho de Ourém, confinando com o concelho de Pombal. Terra de excelentes recursos naturais, Ribeira do Fárrio foi, desde cedo, fonte de riqueza para os povos que aqui se fixaram. Foi precisamente esse factor natural que, em conjugação com agentes económicos e sócio-culturais, conduziu ao florescimento da povoação e possibilitou, no ano de 1989, a sua elevação a freguesia. Segundo memórias antigas, o nome de Fárrio, provem do latim, Farrius – adjectivo, derivado do substantivo far. A palavra, que significa trigo, abrangia, inicialmente, todo o espaço que hoje se distribui pelos outros lugares. Fárrio indicava uma região onde se semeava e se produzia o trigo: ager farrius – campo de trigo.

 Património Natural e Paisagístico

 O Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros,  têm uma área de aproximadamente 35.000 hectares e encontra-se situado no Maciço Calcário Estremenho. Todo o Parque possui uma rica flora e fauna, além de grutas e outras formações geológicas. 

 Parque Paleontológico de Pedreira do Galinha

O Parque Paleontológico de Pedreira do Galinha situa-se entre Fátima e Torres Novas, junto à localidade de Bairro,  formando parte do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. É uma superfície rochosa de uns 60.00 m2, na qual se observam centenas de pegadas de dinossauros datas do Jurássico Médio, época na que se formaram os continentes actuais. São uma das provas mais bem conservadas da existência de alguns dos maiores habitantes terrestres. É considerado como um dos Parques Paleontológico mais importantes e de visita obrigatória para os amantes da Paleontologia e conservação da natureza.

As encostas vinhateiras do Vale da Ribeira de Gondemaria são produtoras daquele que é considerado o melhor vinho da região. É possível prová-lo na Adega Cooperativa de Ourém, na localidade de Casal de Frades.



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Sábado, 30 de Outubro de 2010
OURÉM-Paulo Fonseca, Presidente da Câmara de Ourém, leva um corte no orçamento para 2011 de 1.076.791 euros

 Para Paulo Fonseca, presidente da Câmara de Ourém, «naturalmente nenhum de nós gosta de cortes na receita, muito menos se eles forem cegos. Por exemplo no caso de Ourém, a Câmara mudou e herdamos compromissos financeiros superiores a 55 milhões de euros. Naturalmente que o corte previsto é muito mais grave para Ourém do que em concelhos da mesma dimensão (portanto com igual corte) mas que têm sido bem geridos. Por outros lado, ainda não conhecemos em definitivo qual o montante. Lembro que o orçamento ainda não foi discutido nem votado no Parlamento. Tenho esperança que ainda vigore o princípio básico de que a situações diferentes seja dado tratamento diferente.» "O Ribatejo".

Recorde-se que faz hoje um ano que Paulo Fonseca tomou posse como presidente da Câmara Municipal de Ourém. Mesmo sendo o cargo de muita responsabilidade, para o edil a sua «terra merece» o sacrifício porque a acompanhá-lo tem uma equipa que o tem ajudado a resolver os imensos problemas que tem encontrado. Uns conhecidos e outros que se tem revelados umas surpresas brutais.



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Sábado, 16 de Outubro de 2010
Carina João é uma mulher de Fé

 

Carina João é uma mulher de Fé

 

 

Carina João é deputada do PSD na Assembleia da Republicada, eleita pelo Circulo Eleitoral de Santarém e onde já apresentou vários requerimentos a questionar o governo socialista em defesa dos interesses da nossa região. Ainda recentemente com outros deputados eleitos pelo PSD em Santarém, bem como muitos outros do mesmo grupo parlamentar, entregou na Mesa da Assembleia da República, um Projecto de Resolução intitulado: "Recomendação ao Governo e fixação de prazos para reabertura da Ponte de Constância”

Carina João é defensora de uma sociedade mais justa onde todos possamos ter os mesmos direitos.

 É também colaboradora do Jornal Alpiarcense onde periodicamente escreve alguns textos referentes a problemas da região como algumas crónicas que em tom de “ ironia” costuma dizer algumas verdades. Para que os leitores possam compreender melhor, cito Charlie Chaplin:: "Se tivesses acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, terias ouvido as verdades que insisto em dizer a brincar, falei muitas vezes como um palhaço, mas nunca desacreditei da seriedade da plateia que sorria.".

Não quero deixar de transcrever o seu “desabafo de hoje que me fez chegar ao meu conhecimento:

 “Faz hoje 1 ano que tomei posse nesta casa da democracia. 1 ano em que quase tudo aconteceu, 1 legislatura dificílima. 3 notas a este dia: o 1ºministro voltou no debate quinzenal a dizer o que lhe apeteceu, varrendo o lixo para debaixo do tapete e atirando a culpa para os outros. À tarde recebi em audiência os peticionários do Metro Mondego, onde a realidade é muito triste (pena a Carina não nos dizer a realidade). Chego a casa e o Orçamento de Estado ainda não foi apresentado”.

Ainda bem que Carina João, ilustre Deputada que é “uma mulher de fé”.

Com um ano de democracia na vida de Carina João, apetece-me dizer: mas que raio de democracia é esta em que o partido que nos governa não é capaz de apresentar a tempo e horas um orçamento que vai ser a nossa desgraça?

“Raios partam” estes governantes.

C.C.

 

 



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OURÉM - CENOURÉM 2010

 

A edição deste ano do CenOurém – Festival de Teatro Amador do Concelho de Ourém – está de volta.

 

A partir do próximo dia 28 de Outubro e até 03 de Dezembro, todas as quintas e sextas-feiras, pelas 21h30, seis grupos de teatro do concelho levarão ao palco do cine-teatro municipal um conjunto variado de peças, mostrando o que de melhor se faz a este nível por cá. O Festival terá início com o Grupo de Teatro “Alcateia”, da Academia de Música Banda de Ourém, que subirá a palco dias 28 e 29 de Outubro, com a peça “Art”. Dias 04 e 05 de Novembro será a vez do Movimento Pró Palco, com “Carnaval Infernal”, dias 11 e 12 de Novembro, a Associação Cultural e Recreativa da Moita Redonda apresentará a peça “Zaca Zaca,” dias 18 e 19 de Novembro irá a cena a Associação Desportiva, Recreativa e Cultural Vasco da Gama, com “O Caso da Rua ao Lado”, e nos dias 25 e 26 de Novembro o Grupo de Teatro “Apollo” apresentará “O Gato”. O Grupo Desportivo e Cultural de Seiça fechará o certame com a peça “O turno da noite”, nos dias 02 e 03 de Dezembro. Os bilhetes poderão ser adquiridos, na semana que antecede a peça, nos serviços culturais da autarquia. Podem ainda ser comprados na bilheteira uma hora antes do espectáculo. Cada bilhete custa €1,5, que reverte inteiramente a favor do Grupo de Teatro que leva a palco a cena. 

Por: Paulo Fonseca

 

 

 



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Segunda-feira, 27 de Setembro de 2010
OURÉM - Artur de Oliveira Santos e a implantação da República

Qualquer artigo que se escreva sobre os 100 anos da implantação da República, visando o concelho, pecará por defeito. É impossível condensar uma história que, ao contrário do que muitos possam imaginar, é riquíssima em pormenores, situações caricatas e actores políticos. Em 1907 fundava-se, na então Vila Nova de Ourém o Centro Repu­blicano. Concorrendo às eleições durante os últimos anos da Monarquia, obteria em 1908, 32 votos e em 1910, 60. Em 25 de Março de 1910 realizou-se um comício em Vila Nova de Ourém em que falaram José Relvas (que proclamaria a instauração da República em Lisboa e seria primeiro-ministro em 1919), João Chagas (primeiro-ministro em 1911) e An­selmo Xavier (Presidente da Câmara Municipal de Benavente). Presidiu Manuel António das Ne­ves (nascido em Alburitel, foi um activo republicano, quer em Ourém quer na cidade onde se fixou, Santarém. Entre outros cargos foi vice-presidente da Câmara Municipal e senador do Congresso da República). Os republicanos do concelho, apesar de pouco numerosos, destacavam-se pelas suas iniciativas, criando uma escola mista gratuita, orientada pela professora Alice da Conceição Mendes e uma Liga Republicana, que organizou um Partido Mé­dico Particular, a cargo do Dr. Raul Ribeiro Abranches. João Chagas no jornal nacional O Mundo, de 28 de Março de 1908, escrevia: «Ao terminar este artigo, eu prati­caria uma grave injustiça se não en­viasse das colunas deste jornal uma calorosa saudação aos republicanos de Ourém, porque - meus amigos:- a República entrou em toda a parte mesmo em Ourém. Mas ser republicano em Ourém, não é ser republicano em toda a parte, em Tomar, por exemplo, onde a Re­pública se proclamou ontem; ser re­publicano ali, é ser a Fé abrazadora na sua pura expressão apostólica, a Fé abrazadora que combate sempre e que não renuncia a vencer nem mes­mo o Dragão. A esses republicanos, a esses verdadeiros apóstolos da Democracia, o meu salvé!» Não cabe aqui (por manifesta falta de espaço) descrever o afã revolucionário de Artur de Oliveira Santos que no dia 2 de Outubro de 1910, de manhã, partia para Lisboa, onde se encontrou com o líder republicano, António José de Al­meida (futuro Presidente da República de 1918 a 1925). Na posse da senha do movimento republicano - «Mandou-me procurar? Passe, cidadão» - foi uma testemunha ocular da revolução do 5 de Outubro, no que descreveria como “um dos momentos mais felizes da vi­da”, confessando que “durante trinta e duas horas não dormi e pouco comi”. Também significativo é o telegrama enviado para Ourém no dia 3, à tarde, dirigido a Álvaro Mendes, dando conta, em código, do inicio da revolução - «o tio entra amanhã no Hospital». Artur de Oliveira Santos só regressará ao concelho no dia 7 de madru­gada, de comboio. Sem descansar e acompanhado por Ál­varo Mendes e demais apaniguados, foi içar a bandeira republicana no castelo da velha Ourém. Concretizava-se assim o seu sonho político, a vitória do ideal republicano.

 José Poças

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OURÉM-Comerciantes de Fátima lançam petição

Os comerciantes de Fátima entregaram uma petição na Câmara Municipal de Ourém e na Junta de Freguesia de Fátima, a solicitar que se encontre uma solução conjunta de forma a permitir a exposição de alguns artigos na via pública. “Todos sabemos que os artigos expostos fora do comércio ajudam a vender”, afirma José Silva, um dos promotores da iniciativa. O comerciante diz não entender porque é que “as individualidades tomaram esta iniciativa de quererem acabar com a exposição dos artigos fora dos estabelecimentos”. Esta prática, afirma, “já se vem arrastando há muitos anos”. Segundo refere, desde pequeno que sempre se lembra de serem colocados alguns artigos fora dos próprios comércios. E, acrescenta, “não se verifica só em Fátima, verifica-se nos outros centros turísticos do país, inclusivamente nos outros santuários do mundo”. José Silva admite que de há alguns anos para cá tem “havido alguns exageros”, por parte de alguns comerciantes. E esclarece que aquilo que pretendem agora é que seja permitida a exposição de algum artigo na via pública, mas de forma ordenada. “O que nós pretendíamos era que a câmara encontrasse uma solução que fosse benéfica para ambas as partes. Era essa a nossa ideia, que chegássemos a um consenso”, afirma. Considera ainda que esta questão, nomeadamente, os exageros, nunca “foi tratada com a eficácia que devia ter sido tratada pelas autoridades”. “Aquilo que nós, os comerciantes de Fátima que neste momento expõem algum artigo, queríamos é que houvesse um estudo por parte das entidades camarárias e conseguissem chegar a um acordo com os comerciantes de forma a podermos colocar qualquer coisa fora dos estabelecimentos e também a acabar com os tais exageros que nós também estamos cientes que têm existido”, afirma. E acrescenta: “ Nós estamos interessados nisso e vamos continuar a lutar até às últimas consequências, até que nos seja concebido esse tal espaço. As entidades sabem das dificuldades do comércio, temos que lutar pelos nossos interesses”. José Silva critica ainda a câmara por escolher os dias 12 de Maio e de Agosto “para vir actuar”. “É uma estupidez, têm doze meses no ano, para retirar os artigos e escolhem sempre o dia 12 de Maio e de Agosto. É nessas alturas que se preocupam mais com os artigos fora das lojas”, afirma, considerando: “Não é assim que se ajuda os comerciantes, com esta agressividade toda, ameaças de coimas, fiscalizações, GNR”.

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Sexta-feira, 3 de Setembro de 2010
OURÉM-Festival promove riqueza gastronómica 'Do Mar à Serra'
Dezoito anos depois da primeira edição, a "qualidade" e o "primor" gastronómico continuam a ser a grande aposta do Festival Regional de Gastronomia de Leiria. David Catarino, presidente do Turismo Leiria-Fátima, entidade promotora do evento, conjuntamente com a câmara leiriense, e em colaboração com as autarquias da Batalha, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós, mostra-se expectante com o sucesso de mais uma edição, que "está dependente das condições metereológicas". "Já conhecemos os sabores da nossa região, da serra ao mar, e vamos apresentar outros sabores de restaurantes convidados de vários concelhos do Centro, por isso, se o tempo ajudar, estou confiante que teremos muita gente", até porque "numa altura em que as pessoas não se deslocam para fora e já vieram de férias, é uma forma agradável de passar a noite", referiu David Catarino. Este ano, a entidade promotora introduziu duas novidades: os fins-de-semana com 'Cozinha de Autor' e o concurso da tradicional Morcela de Arroz. "A gastronomia da região não se mede em quilos de comida, mas pela qualidade e apresentação. E é isso que pretendemos com a 'Cozinha de Autor'", explicou aquele responsável. Uma vez mais, o Marachão volta a acolher o festival, que abre portas amanhã, às 18h00, prolongando-se até dia 12, das 18h00 às 24h00, diariamente. Este ano, a 'viagem' pelas melhores e mais saborosas iguarias regionais tem como tema 'Do Mar à Serra, Sabores da nossa Terra', e visa promover o evento pela riqueza histórica, tradicional e variada da gastronomia da região de Leiria-Fátima. O certame conta com 12 participações de restaurantes representantes de cada um dos seis concelhos da região, duas escolas profissionais, um restaurante de leitão da freguesia da Boa Vista, e três restaurantes convidados e representativos das Entidades Regionais de Turismo contíguas. Pela primeira vez, o certame conta com 'Fins-de-semana com Cozinha de Autor'. Uma iniciativa que "visa elevar a gastronomia regional ao contexto mais requintado da ‘Cozinha de Autor’ e provar que, em gastronomia, toda a reinvenção tem por base o saber e o sabor tradicional". "Porque os olhos também comem", a entidade promotora sugere, para amanhã e domingo, a cozinha do chef Ricardo Raimund, da Escola de Hotelaria de Fátima. Dias 11 e 12, as iguarias da chef Maria de Oliveira Valente Milagres, da Escola Profissional de Leiria. O Festival Regional de Gastronomia é o culminar de várias semanas gastronómicas realizadas em Porto de Mós, Marinha Grande, Batalha, Leiria, Ourém e Pombal, através das quais a entidade promotora pretendeu divulgar o que de melhor se confecciona nos restaurantes da região. "As semanas gastronómicas ajudaram a preparar as pessoas para o festival que começa amanhã", disse David Catarino que, apesar de considerar uma mais--valia, não se mostra satisfeito com o desenrolar da iniciativa. "Não fiquei satisfeito, porque houve dinâmicas diferentes em cada município", explicou aquele responsável, que já reuniu com a Amlei, no sentido de promover a próxima edição com a associação e não com cada câmara individualmente. Animação acompanha repasto: O Festival conta também com uma vertente de animação, com um programa diário, de cariz regional, que sobe ao palco todas as noites, a partir das 21h30, e contará com as actuações do Grupo de Música Popular 'Tradições' (dia 4), Rancho Folclórico do Penedo, Batalha, (dia 5), SwingSamp, Leiria, (dia 6), Rancho Folclórico de Picassinos, Marinha Grande, (dia 7), Grupo de Concertinas da Conceição, Ourém, (dia 8), Trovadores da Valdeira, Pombal, (dia 9), Trupêgo - Grupo de Teatro, Porto de Mós, (dia 10), Escola de Dança Diogo de Carvalho (dia 11), e a peça O Nariz - Teatro de Grupo: 'Sementinha Story', do grupo de teatro 'O Nariz' (dia 12). Presentes, vão estar também diversos certames, como a Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura com vinhos, licores e compotas, o Agromuseu Municipal Dona Julinha e Moinho de Papel com produtos biológicos, farinha e cereais regionais, a Americana com livros, Doce Gourmet Pastelarias com doces regionais, Geladaria Iceber com gelados, as Grutas de Mira de Aire com ervas aromáticas, a Junta de Freguesia de Leiria com a morcela de arroz, o Rancho Folclórico do Freixial com bolos das festas, e Filomena Nogueira com frutas da região. Em paralelo, decorre a XIII Feira do Mel, numa organização da Associação de Apicultores da Região de Leiria, com produtos confeccionados à base de mel. «Diário de Leiria»


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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
OURÉM-Câmara de Ourém contesta fecho de balcões da Segurança Social
O presidente da Câmara de Ourém criticou ontem o encerramento de dois balcões da Segurança Social no concelho e disponibilizou-se para assegurar o funcionamento destes serviços através de trabalhadores municipais. "Dizem-me que o encerramento dos balcões de Caxarias e Freixianda é por falta de pessoal. Se é, nós arranjamos pessoal", disse o socialista Paulo Fonseca, classificando a decisão da Segurança Social de "absolutamente inaceitável". Paulo Fonseca explicou que Caxarias e Freixianda "são duas vilas, não são aldeias, com ambição de crescer e desenvolver-se", acrescentando que os respectivos balcões "não estavam lá para abrir apenas portas". "É um serviço que é necessário e fundamental, e que era muito procurado", adiantou o autarca, exemplificando que de São Jorge, na Freixianda, no limite do concelho, "são 30 quilómetros até Ourém". Para o edil, a situação cria "uma dificuldade imensa à população, sobretudo às pessoas de idade, com dificuldades de acesso". Paulo Fonseca considerou ainda que "há uma tentação de alguns decisores de permitir dois países distintos, um que é o litoral e outro que está ao abandono, que é o interior". "É contra isto que temos que lutar", declarou, admitindo, por outro lado, o encerramento de balcões da Segurança Social "numa grande cidade em que há mais balcões". "Num caso destes é inaceitável", reiterou, frisando que os balcões em causa serviam um conjunto de freguesias a norte do concelho. O encerramento dos serviços levou o executivo municipal a aprovar, por unanimidade, uma proposta de protesto e repúdio pela decisão. O documento, enviado à ministra do Trabalho e Solidariedade, sustenta que o encerramento dos serviços penaliza as populações "já tanto massacradas pelos custos da interioridade" e que "continuam a ser abandonadas". A proposta aponta ainda para "uma gritante falta de técnicos nos serviços da Segurança Social no concelho, a fim de bem poder responder às necessidades e problemas sociais das populações". O presidente da Câmara Municipal de Ourém adiantou que após o problema ter sido suscitado foi marcada uma reunião com a ministra, agendada para quinta-feira. "Eu sei que a senhora ministra está preocupada", disse Paulo Fonseca, reconhecendo que muitas situações "passam por decisões intermédias". Não foi possível obter durante o dia de ontem um esclarecimento sobre o encerramento dos balcões junto da directora distrital de Santarém da Segurança Social, sem sucesso. «Diário de Leiria»


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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010
OURÉM- Emoção até final no Supercross de Ourém
Emoção até final no Supercross de Ourém versão para impressão enviar por e-mail
Mais de três mil pessoas deram por muito bem empregue o tempo que estiveram na pista do Escandarão para assistir ao emocionante Supercross de Ourém
26-Ago-2010

Emoção até final no Supercross de OurémA penúltima prova do Campeonato Nacional de Supercross teve lugar no passado sábado em Ourém e foi uma das mais emocionantes corridas na história do Supercross Nacional. O bom complexo desportivo para a prática de competições em motos todo-o-terreno foi mais uma vez visitado por milhares de espectadores, que vibraram com o espectáculo do Supercross.

Depois dos treinos livres para todas as classes, entrava em acção a classe de SX2 com motos até 250cm3 a 4 tempos. Paulo Alberto vinha para esta ronda de Ourém com uma vantagem confortável sobre Sandro Marcos que estava no segundo posto também em Suzuki. Com o cair da grelha seria o piloto de Leiria, Paulo Alberto, a tomar as rédeas da corrida, atrás de si trazia Ivo Fernandes e Nelson Silva, que travavam um grande despique.

Emoção até final no Supercross de OurémSandro Marco deitava tudo a perder depois de uma queda onde seria obrigado a abandonar a corrida. Com isto e caso Paulo Alberto vencesse, seria já ali consagrado Campeão Nacional, o que acabaria por acontecer. Ivo Fernandes mostrava mais uma vez porque é a grande revelação deste campeonato e garantia o segundo posto. Nelson Silva acabou por perder esta luta com Ivo Fernandes mas deu um grande espectáculo e a subida ao pódio é um bom prémio para este jovem piloto. Daniel Pinto e Sérgio Pita fechavam o “top 5” da classe de SX2, que é a mais competitiva deste campeonato.

A final de SX1 seria também muito emocionante, com Joaquim Rodrigues Júnior a sair na frente, mas, quando parecia que tinha a corrida controlada, deixava calar a sua moto e assim tinha que se contentar com o segundo posto. Henrique Venda aproveitou o deslize do seu adversário directo para vencer mais uma corrida, e com isso levar a discussão do campeonato até à última corrida. Nuno Gonçalves voltava a subir ao pódio, enquanto Carlos Alberto seria novamente o quarto classificado, com a sua TM 300 a 2 tempos, seguido pelo piloto francês Lyvio Ramassamy.

O prato principal seria servido já ao bater das doze badaladas e a primeira curva seria crucial para o desfecho desta corrida. Uma queda colectiva deixava por terra os dois principais pilotos deste campeonato, Joaquim Rodrigues Júnior e Henrique Venda. Este último voltava a ter azar umas voltas mais tarde, quando já estava dentro dos seis primeiros, teria mais uma queda que o relegava novamente para o último posto.

Emoção até final no Supercross de OurémCom tudo isto o jovem Ivo Fernandes aparecia a liderar a corrida, seguido de Nuno Gonçalves e Paulo Alberto. Alberto imprimia um forte ataque e passava a liderar a corrida, mas uma pequena queda relegava-o novamente para o terceiro posto. Com o público ao rubro com estas trocas de liderança, voltava a ser Ivo Fernandes a liderar, mas rapidamente teve a companhia de Paulo Alberto. O jovem de Leiria desferia um ataque forte e um erro na leitura de trajectória de Ivo Fernandes acabaria por deitar por terra a ambos os pilotos.

Assim, voltava a ser Nuno Gonçalves a liderar a corrida, mas agora os olhos estavam postos em Joaquim Rodrigues Júnior, que, depois de fazer uma recuperação alucinante, já estava no terceiro posto. Logo atrás vinha Paulo Alberto, que acabou por conseguir levantar-se mais rápido da queda com Ivo Fernandes. JRod desferia um ataque forte sobre Paulo Alberto e ascendia ao segundo posto, mas na curva seguinte Paulo Alberto respondia e assumia na mesma volta o controlo da corrida que não largou mais até ao final.

Assim terminava a corrida mais emocionante do ano, com Paulo Alberto e ter a sua primeira vitória na classe Elite mesmo com uma moto com metade da potência dos seus adversários. Joaquim Rodrigues Júnior teria que se contentar com o segundo posto mas mantém o controlo do campeonato já que Venda foi apenas oitavo. Nuno Gonçalves tinha também em Ourém o seu melhor resultado com o terceiro lugar na Elite. Ivo Fernandes conseguia ainda levar a sua KTM ao quarto posto seguido por Nelson Silva que foi desta vez o quinto classificado.

Ainda em Ourém teve lugar a ultima ronda do Campeonato de Mini-Motos, com Henrique Nogueira a garantir o triunfo tanto na corrida como no campeonato, naquela que foi mais uma excelente noite de corridas, em que as mais de três mil pessoas deram por muito bem empregue o tempo que estiveram na pista do Escandarão.

«Lusomotores»



publicado por Noticias do Ribatejo às 12:12
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