NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -

Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011
Vila Nova da Barquinha com luz LED na estrada nacional

A Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Santarém, está a colocar iluminações LED numa área de cerca de 1,5 quilómetros na Estrada Nacional 3, um projeto que se enquadra na remodelação e transformação desta via.

O projeto pioneiro em Portugal, vai permitir reduzir os consumos de energia em cerca de 40%.

Para além da poupança económica, a qualidade da luz emitida é superior à das lâmpadas convencionais, pois tem um comprimento de onda com espetro mais distribuído, além dum tempo de vida útil superior – 50 mil horas contra as 12 mil horas das lâmpadas convencionais.

Apesar do investimento financeiro necessário ser mais dispendioso que a iluminação tradicional, será rentabilizado no médio e longo prazo. As colunas de suporte são mais baixas e baratas, o que,nesse campo, significa um investimento inferior ao dos sistemas de iluminação até agora utilizados.

A decisão da autarquia surge na sequencia de um estudo que durou cerca de um ano e tem como objetivo baixar as suas despesas anuais no cenário de crise.
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
Vila Nova da Barquinha - O artesão dos avieiros

 

 

 Foi o pai que lhe motivou o gosto pelo artesanato, quando em pequeno, o via a construir os barcos para os pescadores do Tejo. Rui Miguel São Pedro, natural de Vila Nova da Barquinha, no Ribatejo, garante que foi a partir daí que nasceu a paixão pela construção de barcos em miniatura. «As formas e a maneira como eram construídos» deram o mote para os trabalhos de artesanto avieiro que actualmente desenvolve e que engloba as suas casas e cultura.

 Projecto de Candidatura dos Avieiros a Cultura Nacional | segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Rui Pedro considera-se um amador das artes dos pescadores do Tejo. A paixão nasceu quando, ainda jovem, nos tempos livres, moldava a madeira e via o que dela era possível fazer.

Desta forma, Rui Pedro foi desenvolvendo o manusear dos materiais, que apurou a técnica e que hoje lhe permite produzir peças que vende a vários compradores nacionais interessados.

O jovem de Vila Nova da Barquinha, no distrito de Santarém, faz de tudo: desde barcos avieiros, barqueiros de Constância a varinos.

Uma apetência motivada pela observação que fez, durante anos, sobre a construção de barcos reais pelo pai. Rui Pedro foi também influenciado pela terra que o viu nascer. Naquela vila ribeirinha, a convivência diária com a paisagem do Tejo e dos seus pescadores, ajudou a aprofundar o prazer pelo artesanato a que hoje se dedica, levando-o a aprender esta arte, que considera «genuína».

Tudo isso, salienta, faz com que destaque a importância do seu trabalho para a divulgação da cultura das comunidades ribeirinhas do rio Tejo bem como o «modo como produzem os seus barcos e os utilizam».

«Esta é uma forma de permitir sensibilizar os portugueses para este valioso património que existe no Tejo e que as pessoas ignoram por não conhecerem», sublinha o jovem artesão.

Refere que tem sido positiva a procura que o seu trabalho tem registado e afirma que os clientes que o procuram são particulares, pescadores desportivos ou profissionais e, desse modo, está, por enquanto, «assegurado o seu trabalho» em Vila Nova da Barquinha.

Rui Pedro acrescenta ainda que, para além do prazer que tem em fazer estas miniaturas artesanais de barcos, isso ainda lhe permite aceder a «mais algum dinheiro» para minorar as despesas e «compromissos que a família lhe exige».

A técnica:
O jovem artesão foi produzindo as suas miniaturas de acordo com uma escala que elabora mentalmente sem precisar de recorrer às medidas proporcionais ao tamanho real.

A «precisão» é uma das máximas que diz ter quando trabalha os materiais e os objectos e garante que respeita «as formas, reproduzindo os utensílios e as cores» a partir dos modelos reais.

Todo o trabalho «é feito à vista, de acordo com a sua própria sensibilidade das proporções» que a experiência de anos de observações lhe ensinou.

Por outro lado, Rui Pedro vinca que tem ainda muito a aprender. «Se houvesse formação profissional específica para este tipo de artesanato, poderia evoluir mais nas técnicas de construção respeitando com muito mais rigor as escalas», explica.

Refere que há um centro de formação no Seixal, mas estando longe lamenta não poder inscrever-se. Considera, por isso, que se houvesse na região de Santarém um local que promovesse essa formação, seria muito útil e importante para ele e outros que, como ele, poderiam encontrar nesta actividade uma forma de gerar mais rendimentos para os artesãos.

E apela à criação de um Centro de formação onde se ensine «não só o artesanato, como a transmitir conhecimentos noutras áreas ligadas às actividades piscatórias existentes no rio Tejo».

«Não se conhecem outros artesãos que se dediquem a esta forma de arte, o que é uma pena. Não há apoios de qualquer natureza, pelo que o que faz resulta somente da sua própria iniciativa e risco. Tudo depende da sua vontade e empenho em continuar com esta actividade de que tanto gosta», lamenta rui Pedro.

Recorde-se que o projecto dos Avieiros prevê a criação de um Centro de Formação Tecnológica dos Rios que tem como objectivo formar pessoas nestas actividades. Caso venha a ocorrer, Rui considera que vale a pena aderir a esse projecto.

E conclui, dizendo que «para o projecto dos Avieiros, o artesanato ligado ao rio Tejo e à cultura Avieira deve ser encarado como uma actividade que pode vir a produzir rendimentos, necessários para promover o aumento da qualidade de vida de várias famílias das comunidades ribeirinhas». «O projecto dos Avieiros assegurará certamente a criação dessa mais-valia para a região e em particular para as comunidades Avieiras», finaliza.

http://cafeportugal.net/pages/sitios_artigo.aspx?id=3372



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Sábado, 12 de Março de 2011
Os atletas Rui Silva (Sporting) e Sara Moreira (Maratona) venceram hoje o Campeonato Nacional de Corta-Mato Curto, disputado em Vila Nova da Barquinha.

Rui Silva revalidou o título conquistado na última edição, sendo a vitória de hoje a sétima nos últimos 12 anos e a terceira consecutiva (2000, 2001, 2002, 2003, 2009, 2010 e 2011).

Já Sara Moreira venceu a prova pela terceira vez, depois dos títulos alcançados em 2008 e 2009.

Colectivamente, a vitória em masculinos foi para o Sporting, enquanto no sector feminino sorriu ao Sporting de Braga.

http://desporto.sapo.pt



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Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011
VILA NOVA DA BARQUINHA -O Almourol uma zona privilegiada em "discussão aberta"

A zona envolvente do castelo de Almourol possui um potencial turístico extraordinário. Mas pouca gente parece interessada em desenvolver essa potencialidade que tanto poderá ajudar a desenvolver a região como criar emprego ou criar riqueza e ainda melhorar as condições de vida das populações.

Faltam pessoas com visão. Falta também que os responsáveis políticos se interessem porque não chega só dizerem que «é um sítio bonito ou agradável».

 É necessário: agir e a empresa “ABC&E LDA – Almourol Bar Café & Eventos Lda”  que explora o espaço situado na proximidade do castelo tem vindo a fazê-lo apesar de sentir que está  a «lutar contra interesses maiores, contra interesses que apesar de invisíveis que  se sentem  porque  quando põe a mão na massa não tem agenda de interesses não mostram  vontade de ajudar a desenvolver uma zona que pelas suas características geográficas, culturais, patrimoniais, e Históricas, merece ser valorizada»

É preciso agir e há pessoas com uma verdadeira vontade de agir, não por interesses mas sim por sentirem que «esta terra dos nossos pais, dos nossos avós merece mais e melhor, não apenas pelo valor sentimental que possuem mas principalmente pelas características muitas delas únicas, que existe na zona envolvente do Almourol».

É por isso que a empresa concessionária não se resigna.  Se repararmos bem praticamente todos os “spots” publicitários do turismo de Portugal apresentam o Castelo de Almourol.

 E depois?

Basta isso?

 E o que fazem as pessoas que amam esta zona?

Ficam á espera?

De quê?

É preciso fazer algo, ser irreverente, ser diferente, haver potencial, (uma zona com potencial imenso) porque existem produtos (agricultura, turismo, gastronomia, etc…) para vender, há gente interessada em ajudar a desenvolver e a trabalhar gratuitamente para valorizar esta terra que tantos amamos.

Os responsáveis garantem que não ficar parados!

Há que amar esta Terra!



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Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010
Autarcas rejeitam declarações do presidente da REFER

Os autarcas de Constância e Vila Nova da Barquinha rejeitaram hoje as afirmações do presidente da REFER que os acusou de terem causado sucessivos entraves a acordos para a recuperação da ponte entre as duas localidades, encerrada em julho por falta de segurança. Luís Pardal foi hoje prestar esclarecimentos ao grupo de trabalho na Comissão parlamentar das Obras Públicas, acerca da previsão de abertura da ponte sobre o rio Tejo, que liga Constância sul a Praia do Ribatejo, já no município da Barquinha, encerrada ao tráfego rodoviário dia 20 de julho pela REFER, que alegou “falta de segurança” no tabuleiro rodoviário após uma vistoria técnica. Segundo a agência Lusa, o presidente explicou que a REFER cedeu em 1984 um dos tabuleiros da ponte para tráfego rodoviário às autarquias por já não necessitar dele, ficando as câmaras de Vila Nova da Barquinha e de Constância “responsáveis pela exploração da via rodoviária e pela manutenção do tabuleiro” e a empresa ferroviária pela manutenção da infraestrutura e dos pilares. Reagindo às declarações de Pardal, que disse ainda que a REFER “assinou um protocolo em 2009 que nunca chegou a entrar em vigor porque as câmaras não terão aceite as condições da sua participação no processo”, António Mendes, presidente da Câmara de Constância à altura dos factos, disse à agência Lusa “não ser verdade” que a autarquia que liderava não tivesse manifestado interesse em subscrever o protocolo. “O senhor Pardal está mal informado porque nós sempre fizemos a manutenção corrente ao tabuleiro e respondemos em apenas 11 dias à proposta de protocolo, onde considerámos que o mesmo era injusto mas que, não obstante, estávamos na disposição de o subscrever, ao contrário da REFER que nunca o fez”, afirmou. António Mendes, que presidiu à Câmara de Constância ao longo de 24 anos e afirmou ter “lutado pela ponte durante mais de 15 anos”, disse ainda à Lusa que “o problema de fundo não era o tabuleiro mas sim a conservação estrutural da travessia”. “Por isso, e se calhar bem, serviram-se de uma deliberação da Câmara da Barquinha para de fora unilateral terem feito as inspeções como fizeram e encerrar a ponte da forma que foi”, disse. Máximo Ferreira, atual presidente da autarquia, disse à Lusa que as declarações do presidente da REFER “não são justas nem correspondem inteiramente à verdade”. “Hoje”, acrescentou, “depois de chegados a um entendimento e a poucos dias de assinar um protocolo não me parece curial estar à procura de culpados quando todos terão tido a sua quota de responsabilidade no processo”. Miguel Pombeiro, presidente da Câmara de Vila nova da Barquinha, afirmou à Lusa que nunca chegou a assinar um protocolo por “não concordar” com alguns dos pontos nele contidos, nomeadamente “a forma indigna de pagamento à cabeça” por parte das autarquias. O autarca afirmou ainda que as declarações de Luís Pardal “não parecem adequadas tendo em conta que um protocolo para resolução do problema está a poucos dias de ser assinado”. “Isto não é um contrato de adesão, é um protocolo de entendimento entre as várias partes envolvidas”, concluiu.

«In Rádio Pernes»



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:48
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Sábado, 25 de Setembro de 2010
VILA NOVA DA BARQUINHA - Tejo: Programa Polis requalifica estações ferroviárias desativadas em centros de interpretação
As estações de caminho de ferro desativadas nas localidades ribeirinhas vão ser aproveitadas para a criação de centros de interpretação, no âmbito do Polis Tejo, disse hoje, em Vila Nova da Barquinha, o coordenador do programa. Em declarações à agência Lusa, José Pinto Leite afirmou que o programa Polis do Tejo "vai dar uma vida nova" a toda a região ribeirinha do Vale do Tejo, tendo destacado a sua proximidade com Lisboa, "a maior região turística" do país. "Este tema foi colocado na agenda política e foram alocados meios financeiros importantes para o litoral e para os rios, no sentido de trabalhar melhor todos os recursos hídricos, e apontando como projetos estruturantes e prioritários todos aqueles que estejam ligados ao ambiente e à segurança", disse. «lUSA»


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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010
VILA NOVA DA BARQUINHA - Serviços Públicos: Loja do Cidadão de Vila Nova da Barquinha / Opinião: Defesa SNS

Momento de decidir


A Saúde das populações só será efectivamente defendida se estas, através do seu voto e da sua intervenção directa, se mobilizarem na defesa dos seus interesses e no apoio político àqueles que, no quadro da democracia representativa em que vivemos, tenham dado provas de coerência e determinação na defesa dos interesses populares.


A retórica dos governantes, dos ex-governantes e dos candidatos a governantes do PS, PSD e CDS é cada vez mais insuportável. A distância entre as suas palavras e os seus actos escandaliza. Enoja, o seu empenho em servir os grandes banqueiros e destruir a esperança numa vida melhor.
 
Tantas vezes nos prometeram um amanhã luminoso à custa de mais uns sacrifícios. As mesmas vezes em que aumentaram os lucros dos banqueiros e a insegurança e a exploração dos trabalhadores.
 
Pobres de espírito, aqueles que se limitam a procurar alterar a correlação de forças entre os dominadores. Mais pobres os que acreditam mudar-lhes o comportamento trabalhando-lhes nas tripas.
 
Quando todos os estudos conhecidos mostram a superioridade do Serviço Nacional de Saúde, a sanha contra o serviço público de saúde aumenta. O PSD não esconde a sua voracidade no projecto de revisão constitucional que elabora. O PS procura asfixiá-lo com verborreia, com os cortes orçamentais e a destruição dos vínculos contratuais dos profissionais. A reforma da “reforma dos cuidados de saúde primários” já teve início, as unidades de saúde familiares privadas podem surgir a qualquer momento; a reforma da reforma dos cuidados hospitalares já está a andar, com milhares de camas do serviço público hospitalar de acesso gratuito a passarem a ser camas pagas nos cuidados continuados.
 
Provavelmente mais interessado em eleger Cavaco do que em cumprir promessas eleitorais das legislativas de 2009, o PS pode deixar cair, entre outras coisas na nossa região, o Centro de Saúde da Quinta do Conde e mesmo o Hospital do Seixal em 2012. Para estender a passadeira a Cavaco, o PS prefere perseguir pobre gente em nome da “moral”, do “rigor” e da “justiça” a tocar num tostão de banqueiros atulhados em milhões, verdadeiros campeões da agiotia transformados em cavaleiros do “empreendedorismo”, da “inovação” e do “desenvolvimento”.
 
A nossa região e as populações que a habitam têm dado muito ao país e do seu esforço muito depende o verdadeiro desenvolvimento de Portugal e o bem-estar dos portugueses. A resolução dos graves problemas que afectam o Serviço Nacional de Saúde no nosso distrito, seja ao nível dos cuidados de saúde primários ou dos cuidados hospitalares, é parte integrante e condição indispensável de uma política de progresso sustentado.
 
Aqueles que concebem políticas de desenvolvimento sem as pessoas são os herdeiros dos estrategas belicistas do imperialismo, que imaginavam as bombas de neutrões como a arma ideal pois eram capazes de matar as pessoas preservando os edifícios.
 
Nas eleições presidenciais vamos decidir se somos pelas pessoas ou contra elas.



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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010
Inauguração da Loja do Cidadão de Vila Nova da Barquinha
Vai ser inaugurada, na próxima segunda-feira, dia 6, pelas 10h30, a Loja do Cidadão de Vila Nova da Barquinha, localizada na Rua Pedro Álvares Cabral, n.º 4. A cerimónia contará com a presença da secretária de Estado da Modernização Administrativa, do secretário de Estado da Segurança Social e do presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha( http://www.cidadetomar.pt/)


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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010
VILA NOVA DA BARQUINHA-XV CHALLENGER Nersant realiza-se dias 28 e 29 de Maio no Parque Almourol
A Nersant está a preparar a XV edição do CHALLENGER Nersant, desta vez denominado “Fartos da Crise”, e que se irá realizar nos dias 28 e 29 de Maio na área de abrangência do Parque Almourol. Com duas dezenas de empresas inscritas, o CHALLENGER Nersant proporciona um dia e meio de grandes desafios e emoções, longe do stress da rotina profissional, o que constitui uma oportunidade única para as empresas motivarem os seus colaboradores. Através de desportos radicais e actividades de estratégia, os participantes desenvolvem o espírito de equipa, a liderança, a gestão do tempo, valores tão fundamentais no mundo dos negócios. Realizado anualmente desde 1996, o CHALLENGER caracteriza-se por ser uma prova de desporto aventura que reúne, em ambiente de convívio e partilha, várias empresas da região, o que promove o espírito de salutar competitividade entre estas. Para mais informações e inscrições, deverá contactar a Nersant através do número 249839500 ou do e-mail claudia.monteiro@nersant.pt.


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Segunda-feira, 22 de Março de 2010
VILA NOVA DA BARQUINHA-Cadáver aguarda nova sepultura em anexo de casa há três meses
Os restos mortais de um homem sepultado na freguesia de Souto, Abrantes, cuja campa foi destruída, devido ao mau tempo, estão há três meses depositados num anexo de uma casa em Vila de Rei. A situação foi denunciada pela família do defunto, sepultado no cemitério do Souto em Julho de 2000, e cujo jazigo foi destruído a 23 de Dezembro de 2009 por uma árvore que tombou, por causa do mau tempo, e que partiu a tumba de mármore e o caixão de madeira que continham os restos mortais. "Só se salvou o invólucro de chumbo que protegia o corpo", disse à Lusa João Barquinha, genro do homem ali sepultado, que acrescentou que os prejuízos ultrapassam os doze mil euros e que a junta de freguesia "ainda não se responsabilizou pelo pagamento dos danos verificados e nem se preocupou em levar o corpo para um jazigo de acolhimento", no cemitério. "Era altura de Natal e muita gente vai visitar a terra e o cemitério nessa ocasião, pelo que o presidente da junta pediu para que o corpo saísse dali durante alguns dias, para não causar má impressão", afirmou o familiar do defunto que acrescentou que o autarca o informou de que o pagamento dos danos ocorridos "é da inteira responsabilidade de quem é proprietário" do espaço. "O que é certo é que um amigo nosso, proprietário de uma agência funerária de Vila de Rei, anuiu ao nosso pedido e veio buscar os restos do cadáver e a urna para a substituir, julgando ele, e nós, que a questão seria resolvida em poucos dias, mas, três meses depois, ainda tem o corpo num anexo da sua casa", disse à Lusa João Barquinha. "Todas as semanas me telefona, desesperado por ter um cadáver em casa, mas certo é que ainda não se encontrou uma solução que agrade a estas duas partes", disse o familiar, que acrescentou que "a junta afirma não ter condições financeiras mas a família também não pode pagar" as despesas. "A árvore era grande de mais para estar dentro do cemitério e a junta é que tinha de antecipar este tipo de problemas. Não o fazendo, deve assumir as suas responsabilidades", afirmou João Barquinha, que não se conforma com as seis viagens que já teve de fazer entre Lisboa, onde reside, e Souto para tentar recolocar o corpo, mas sem sucesso até ao momento. Diogo Valentim, presidente da junta de freguesia do Souto, disse à Lusa que "o que está a suceder é tristonho e até caricato" e que tem "tentado ajudar" a família do defunto na resolução do problema "dentro das disponibilidades financeiras, que são poucas". "A natureza tem destas coisas mas vamos continuar a tentar chegar a um acordo", afirmou, tendo acrescentado que "já foi solicitada ajuda financeira à Câmara de Abrantes e ao Governo Civil de Santarém, tendo em conta a situação do defunto, que ainda se encontra num anexo de uma casa em Vila de Rei". Para João Barquinha, a junta de freguesia "não quer colaborar" até porque a família "já nem exige" um jazigo novo. "Apenas queremos um pouco de terreno e que a junta lá coloque uma lápide", afirmou. «jn»


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Sábado, 20 de Março de 2010
VAMOS LIMPAR PORTUGAL/DISTRITO DE SANTAREM

 

 Depois de se ter juntado a uma das equipas de voluntários às oito horas em Almeirim, na limpeza do eucaliptal junto do Circuito de Manutenção e após almoço com voluntários na Atalaia-Vila Nova da Barquinha, a Governadora Civil de Santarém visita o Aterro da Resitejo/Eco Parque do Relvão na Carregueira/Chamusca.

Estará presente o Coordenador Distrital Mário Reis para breve balanço da jornada com a Comunicação Social

GI/GCS

 



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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010
VILA NOVA DA BARQUINHA-EXPOSIÇÃO DE PINTURA

Centro Cultural da Barquinha


 “Apesar de ser comum pensar que a lógica pertence ao lado frio da razão ao passo que a arte, especificamente a pintura, pertence ao lado do fogoso da emoção, este dualismo primário e irreflectido não corresponde à realidade. E Athouguia é um dos muitos artistas que o provam: a sua pintura manifesta esse entrelaçamento da razão e da inteligência com a emoção e a intuição que faz da arte mais do que mera decoração de interiores emocionais.”
Desidério Murcho
(Filósofo / Catedrático)
 
“…todos os quadros onde reina o formidável pastel de Luís Athouguia, são janelas abertas para a emoção. São janelas que nos fazem ver vidas guilhotinadas mas que gozam de uma faculdade de locomoção desmesurada. São janelas essenciais que deixando para trás o quotidiano mais prático se abrem a velozes mares de pensamento. São janelas incessantes que dão para montanhas movediças de sonhos. Não tenhamos medo de o dizer: o pastel substancial de Athouguia ilumina a nossa noite e traz-nos a pureza dos primitivos tempos em que podíamos tocar as estrelas com as mãos.
Diga-se: ninguém actualmente em Portugal faz uma pintura destas. O Luís Athouguia é único e inclassificável (não é surrealista nem deixa de ser quando afirma a sua reticência!) e é toda esta volúpia do sonho que faz a sua força. E também o seu equilíbrio. Agora que morreram o Mário Botas, o Cesariny, o Álvaro Lapa, resta-nos o Luís Athouguia para nos conduzir ao país onde os coelhos usam relógios de pulso e as meninas têm mais de dois seios no peito.”
Manuel da Silva Ramos
(Escritor)
 
                    Luis Athouguia (1953) é natural de Cascais, diplomado pelo IADE, Instituto Superior de Design de Lisboa, participou em relevantes Exposições Internacionais, Bienais de Arte, encontros de Arte Postal e integrou diversos grupos multi-disciplinares e plurinacionais de Artistas. Desde 1983, Luis Athouguia realizou mais de três centenas de exposições em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália. Está representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras e foi premiado em certames de Arte nacionais e internacionais.
 
Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha
Largo 1.º Dezembro
2260-403 Vila Nova da Barquinha
Tel./Fax.: 249 720358
galeria@cm-vnbarquinha.pt
 
Horário: Segunda a Sábado: 09h30 às 12h30; 14h00 às 18h00
              Domingo: 15h00 às 19h00
 
Inauguração: Sábado, 16 de Janeiro às 16h00



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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010
Centro Cultural da Barquinha-EXPOSIÇÃO DE PINTURA

“ANAGRAMAS”
LUIS ATHOUGUIA
www.athouguia.com
16  JAN / 20  FEV
 
“Apesar de ser comum pensar que a lógica pertence ao lado frio da razão ao passo que a arte, especificamente a pintura, pertence ao lado do fogoso da emoção, este dualismo primário e irreflectido não corresponde à realidade. E Athouguia é um dos muitos artistas que o provam: a sua pintura manifesta esse entrelaçamento da razão e da inteligência com a emoção e a intuição que faz da arte mais do que mera decoração de interiores emocionais.”
Desidério Murcho
(Filósofo / Catedrático)
 
“…todos os quadros onde reina o formidável pastel de Luís Athouguia, são janelas abertas para a emoção. São janelas que nos fazem ver vidas guilhotinadas mas que gozam de uma faculdade de locomoção desmesurada. São janelas essenciais que deixando para trás o quotidiano mais prático se abrem a velozes mares de pensamento. São janelas incessantes que dão para montanhas movediças de sonhos. Não tenhamos medo de o dizer: o pastel substancial de Athouguia ilumina a nossa noite e traz-nos a pureza dos primitivos tempos em que podíamos tocar as estrelas com as mãos.
Diga-se: ninguém actualmente em Portugal faz uma pintura destas. O Luís Athouguia é único e inclassificável (não é surrealista nem deixa de ser quando afirma a sua reticência!) e é toda esta volúpia do sonho que faz a sua força. E também o seu equilíbrio. Agora que morreram o Mário Botas, o Cesariny, o Álvaro Lapa, resta-nos o Luís Athouguia para nos conduzir ao país onde os coelhos usam relógios de pulso e as meninas têm mais de dois seios no peito.”
Manuel da Silva Ramos
(Escritor)
 
                    Luis Athouguia (1953) é natural de Cascais, diplomado pelo IADE, Instituto Superior de Design de Lisboa, participou em relevantes Exposições Internacionais, Bienais de Arte, encontros de Arte Postal e integrou diversos grupos multi-disciplinares e plurinacionais de Artistas. Desde 1983, Luis Athouguia realizou mais de três centenas de exposições em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália. Está representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras e foi premiado em certames de Arte nacionais e internacionais.
 
Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha
Largo 1.º Dezembro
2260-403 Vila Nova da Barquinha
Tel./Fax.: 249 720358
galeria@cm-vnbarquinha.pt
 
Horário:
Dias úteis das 14h00 às 17h30 / Fim de semana das 15h00 às 18h00
 
Inauguração: Sábado, 16 de Janeiro às 16h00



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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
VILA NOVA DA BARQUINHA - Centro Cultural recebe venda de Natal

 

A Câmara Municipal vai promover, de 2 a 23 de Dezembro, no Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha, mais uma Venda de Natal. Esta Feira do Livro conta com o apoio da Livraria Pé das Letras. Em simultâneo, estará patente ao público uma Exposição de trabalhos alusivos à Gripe A, desenvolvidos pelas escolas dos Agrupamentos de Vila Nova da Barquinha e Praia do Ribatejo, no âmbito de uma iniciativa realizada em parceria com o Plano Nacional de Leitura e a Direcção Geral de Saúde.

 

 

A Venda de Natal pode ser visitada de segunda-feira a Sábado, das 9h30 às 12h30 e das 14 às 18 horas, e também ao Domingo, das 15 às 19 horas. No próximo dia 12 de Dezembro, às 15 horas, integrado na Feira, terá lugar a apresentação do Livro «A Princesa do Corgo», de Emílio Miranda. Em nome de Deus, ámen. Conhecida coisa seja a quantos esta carta virem e ouvirem, que eu, D. Dinis, pela graça de Deus, Rei de Portugal e do Algarve, juntamente com minha mulher, Rainha Dona Elisabeth, filha que foi do mui nobre Rei D. Pedro de Aragão, faço Carta de Foro para todo o sempre, a vós, povoadores de Vila Real de Panoias. Convém a saber (...) Assim começa aquela que é a história da fundação da cidade de Vila Real de Panoias, actual Vila Real, Princesa do Corgo. O autor, de nome completo Emílio Gouveia Miranda, nasceu em Luanda, Angola, a 28 de Março de 1966. Em 1975, em resultado da guerra colonial, vem para o norte de Portugal, de onde os pais são originários. Durante o resto da sua infância e adolescência reside em Vila Real, onde começa a escrever os primeiros textos que compõem esta obra, em 1986, pouco antes de iniciar o serviço militar, cuja carreira vem a seguir, ao ingressar no Curso de Formação de Sargentos, em 1988. Apaixonado pela História e pelo mundo medieval, de que esta obra é exemplo, inicia-se na vida literária, através de A Princesa do Corgo. Presta serviço no Campo Militar de Santa Margarida. Reside actualmente em Vila Nova da Barquinha.

http://www.radiohertz.pt/

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 18:59
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Câmaras mais dependentes do imobiliário na Grande Lisboa
As câmaras da Grande Lisboa dependem mais dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário, liderados pelo concelho de Cascais. Esta é uma das conclusões de um estudo sobre a execução orçamental dos 51 municípios da região de Lisboa e Vale do Tejo.

O estudo Câmaras da Região de Lisboa e Vale do Tejo-Análise Financeira da Execução Orçamental 2006/2007, realizado no âmbito da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, foi coordenado por Carlos Santos Sousa e Carla Gonçalves. No documento admite-se que uma avaliação de dois anos é "insuficiente para se projectar uma tendência de evolução", mas sublinha-se que o poder local tem sofrido "importantes mudanças", com um significativo aumento das verbas movimentadas, especialmente fruto das suas novas atribuições e competências.

O estudo divide os 51 municípios da região em cinco zonas principais - Grande Lisboa (oito concelhos do Norte da área metropolitana), Península de Setúbal (nove municípios da AML), Lezíria do Tejo, Médio Tejo e Oeste -, com desigualdades demográfica e económico-social, mas sujeitas a uma polarização metropolitana.

Em 2006, estas 51 câmaras geraram uma receita total de 2303 milhões de euros, valor que subiu cinco por cento no ano seguinte, enquanto as despesas aumentaram dois por cento. O decréscimo proporcional no investimento está relacionado com a diminuição de fundos comunitários.

Os autores do estudo, concluído no passado Verão, avaliaram o peso das receitas ligadas ao imobiliário nos orçamentos municipais. E os resultados não fugiram muito ao esperado, mas salientam que esta é, porventura, a fonte de receita "mais exposta às oscilações conjunturais da economia". Classificando como imobiliário as verbas de IMI e de IMT e as taxas de loteamentos e obras, o documento conclui que os municípios da Grande Lisboa são claramente mais dependentes destes recursos. Quatro deles - Cascais (62 por cento), Loures, Sesimbra e Odivelas - têm mesmo mais de metade das suas receitas de 2007 nesta origem. No plano oposto, o Sardoal não vai além dos seis por cento, seguido por Vila Nova da Barquinha e Chamusca, com oito. A Grande Lisboa dependia no exercício de 2007 em 46 por cento das receitas do imobiliário, seguida pela Península de Setúbal, com 45 por cento, o Oeste com 33 por cento, a Lezíria, com 26 por cento, e o Médio Tejo, com 21 por cento.

Investimento no Oeste

As câmaras do Oeste - 31 por cento das suas receitas totais em 2006 e 30 por cento no ano seguinte - e do Médio Tejo - 36 por cento em 2006 e menos dez por cento no ano seguinte - foram as que mais canalizaram verbas para investimento. Seguem-se as câmaras da Lezíria, com 27 por cento em 2006 e 20 por cento no ano seguinte. A Península de Setúbal desceu, no mesmo período, de 19 por cento para 18 por cento e a Grande Lisboa subiu de 14 por cento para 15 por cento, o que significa que, em média, são estes municípios mais populosos que menor parcela das suas receitas destinam ao investimento.

As câmaras da Grande Lisboa são as que mais dependem dos impostos directos (IMI, IMT, imposto sobre veículos e derrama) - 56 por cento das receitas anuais em 2007 - e mais marcantes em municípios como Cascais, Oeiras (mais de 60 por cento), Lisboa, Sintra e Odivelas (50 por cento a 60 por cento). As autarquias da Lezíria e do Médio Tejo são as mais dependentes das transferências do Orçamento do Estado e de fundos comunitários. Sardoal, Ferreira do Zêzere, Vila Nova da Barquinha, Constância e Chamusca não atingem dez por cento de receitas de impostos directos e dependem muito das transferências (78 por cento no Sardoal e 70 por cento em Ferreira do Zêzere).

«Público»



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Sábado, 7 de Novembro de 2009
Prova do Azeite em Vila Nova da Barquinha

 

 

prova de azeite

De 7 de Novembro e 20 de Dezembro realiza-se a 9º Prova do Azeite no concelho de Vila Nova da Barquinha.

Este é um certame anual promovido pela Câmara Municipal em parceria com os restaurantes do concelho. Trata-se de uma mostra gastronómica com base em pratos confeccionados com azeite, um produto com larga tradição no concelho.

Entre os pratos apresentados pelos 10 restaurantes aderentes, poderá encontrar iguarias como Petingas no Forno com Azeite, Bacalhau à Lagareiro, Sopa de Couve com Feijão e Polvo à Lagareiro, entre outras.

A existência de mais de duas dezenas de lagares de azeite no concelho de Vila Nova da Barquinha, no século passado, comprova a secular tradição da produção deste produto de características mediterrânicas.

 

http://www.oribatejo.pt/



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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009
VILA NOVA DA BARQUINHA-Pratos confeccionados com azeite na Barquinha



O convite a que os restaurantes do concelho dêem primazia aos pratos confeccionados com azeite nesta época do ano visa divulgar um produto "cuja produção e comercialização constituiu no passado uma importante actividade económica na história deste concelho ribeirinho, que em tempos já foi um generoso olival", realça a autarquia em comunicado.
"A existência de mais de duas dezenas de lagares de azeite no concelho de Vila Nova da Barquinha no século passado comprova a secular tradição da produção deste produto de características mediterrânicas", sublinha a nota.
Para "preservar a memória deste costume", a autarquia lança, anualmente, um desafio aos restaurantes do concelho para que dêem uso ao azeite.
Como exemplos de pratos que a partir de sábado e até 20 de Dezembro, sobretudo ao fim-de-semana, podem ser encontrados nos restaurantes aderentes, a autarquia aponta as petingas no forno com azeite, o bacalhau à lagareiro, a sopa de couve com feijão ou ainda o polvo à lagareiro.
As iguarias podem ser degustadas nos restaurantes Almourol (Tancos), Chico (Praia do Ribatejo), Ikarus, Palmeira, Soltejo e Tasquinha da Adélia (Barquinha), Platina (Cardal), Quinta dos Rouxinóis (Madeiras), Stop (Atalaia) e Trindade (Moita do Norte).
(ES)

FONTE:http://hardmusica.pt/



publicado por Noticias do Ribatejo às 23:57
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009
Distrito de Santarém vai perder população

Distrito de Santarém vai perder população 

Um estudo revela que em 2030 o distrito poderá ter menos cerca de 19 mil habitantes do que actualmente

   

O Governo Civil de Santarém publicou um estudo que revela uma tendência preocupante de quebra de população no distrito nas próximas décadas.
O problema é mais preocupante em concelhos como Tomar e Abrantes onde a perda de habitantes se vai acentuar até 2030.
Essa tendência já se verifica e vai agravar-se noutros municípios como Mação, Sardoal e Chamusca.

O jornal “Público” de hoje inclui uma notícia sobre o tema:


Santarém deve perder população já a partir de 2010 Coruche pode crescer
 

fonte: Jornal O Templário



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:00
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
VILA NOVA DA BARQUINHA-Eleições adiadas na ACITOFEBA

 por Jornal O Templário)

Por não aparecer qualquer lista candidata aos órgãos sociais da ACITOFEBA – Associação de Comerciantes de Tomar, as eleições foram adiadas.

 
A assembleia geral da ACITOFEBA – Associação de Comerciantes e Industriais dos Concelhos de Tomar, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha realizada na sexta-feira, dia 30, ficou marcada pela escassa presença de sócios, pela ausência de qualquer lista aos órgãos sociais e por um rol de lamentações.
Presidida por Adalberto Grifo em substituição de Valdemar Alcobia, ausente por doença, a assembleia geral, decorreu sob o signo do pessimismo.
 
 
 
Todos os pormenores nesta edição do jornal "O Templário"



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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
Um autarca quarentão



foto
   

A apresentação da recandidatura de Miguel Pombeiro à Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha foi realizada a 19 de Setembro, véspera do autarca completar a redonda idade de 40 anos. A confidência foi feita publicamente por Rui Piccochi, 71 anos, de novo candidato à assembleia municipal. Face a tanto entusiasmo, o Cavaleiro deduziu que os presentes só não cantaram os parabéns porque há um ditado popular que diz que dá azar felicitar os aniversariantes antes do tempo. E nesta altura do campeonato, azar é mesmo o que não convém...

 

Fonte: O Mirante



publicado por Noticias do Ribatejo às 13:41
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