NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -

Segunda-feira, 20 de Setembro de 2010
Fernando Nobre no Distrito na próxima Quarta-feira dia 22
Na próxima Quarta-feira , dia 22 de Setembro, Fernando Nobre estará em Santarém, a partir das 18.00h, na Esplanada do Jardim da República, para a apresentação do Mandatário Distrital da sua Candidatura à Presidência da República, e a seguir desloca-se a Tomar onde vai inaugurar a Sede Concelhia de Tomar , situada na Rua de Coimbra, numero 34 (Junto à rotunda do Bonjardim).


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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010
TORRES NOVAS-CARTA ABERTA AOS COLABORADORES DO CHON-CALDAS

Exmos./as

Quando regressei ao hospital de Caldas da Rainha, em 2001, pela 3ª vez, vindo do Centro Hospitalar do Médio Tejo: Abrantes (1985); Torres Novas (2000) e Tomar (2002), pela minha experiência percebi que tinha sido um erro grave de programação e planeamento hospitalar terem edificado três unidades hospitalares para um espaço territorial com cerca de 220 000 habitantes. Também vivenciei o descontentamento das populações face à repartição das diversas valências pelos três hospitais. Em termos logísticos esta solução de 1 em 3 não funciona pela triplicação dos serviços base tais como: transportes motoristas; manutenção; atendimento; telefones; segurança, urgências; cozinhas; meios complementares de diagnóstico; compras, expediente, estatística, etc. Então chegado a Caldas pensei, de imediato, inventar uma solução de 3 em 1 e daí apareceram os projectos: Centro Hospitalar do Oeste Norte (criado pela Portaria n.º 83/2009, de 22 de Janeiro) e o Hospital Oeste Norte (resolução do conselho de ministros de 28 de Agosto de 2008). Ao fim de 7 anos de activismo e muita persuasão foi possível ver o senhor Ministro Correia de Campos anunciar o Hospital Oeste Norte no programa Prós e Contras na televisão – canal 1 (Janeiro de 2008) da TV. Durante 2 anos foi prometido por diversas vezes pelo Senhor Primeiro Ministro e pela Senhora Ministra da Saúde. A disputa pela localização entre Caldas e Alcobaça foi provocando o adiamento deste processo. Afirmei, por diversas vezes, que a atitude dos autarcas de Alcobaça levaria a um atraso do processo que poderia ser fatal. Querer localizar o hospital em Alfeizerão só porque de uma forma aventureira, de grande irresponsabilidade social e de gestão dos dinheiros autárquicos se avançou para a compra de um terreno, por sinal não apropriado tecnicamente (sem os requisitos de viabilidade para a edificação de edifícios hospitalares) é um não-argumento que apenas serviu para alimentar um protagonismo fantasioso da liderança autárquica de Alcobaça. Vieram os técnicos, formaram-se duas comissão e ambas deram parecer pela localização em Caldas (estamos a falar de um hospital regional destinado 250 000 Oestinos : Caldas da Rainha; Alcobaça; Nazaré; Rio Maior; Óbidos Bombarral, Cadaval; Peniche e Lourinhã). Quando já estava definido o perfil do HON e a sua localização em Caldas e se esperava, desde Janeiro, pelo anúncio e abertura do concurso para construção do HON, em parceria público-privada eis que, em 4 de Junho, 6ª F, a direcção da OESTCIM, depois de já ter assinado um documento por unanimidade a exigir a construção do HON, vem de lá com (para mim, a não solução) a ampliação do Hospital de Caldas (1971 ) , II fase de ampliação reclamada desde de 1995 e ainda umas pequenas obras em Alcobaça (1890) e Peniche (1986). E ainda, com a perspectiva de concretização e edificação do Hospital Oeste Sul, em Torres Vedras, ao contrário do que estava previsto no plano de compensações do Oeste. Assim sendo, a montanha pariu um rato. De facto sempre tive a sensação que os líderes locais das Caldas não conseguiram ou não quiseram compreender o conceito HON, como hospital regional 250 camas e de excelência europeia e alavanca turística regional. Note-se está previsto uma rede integrada com as actuais 3 unidades hospitalares. Contrapor a ampliação com a edificação do HON, é confundir o passado com o futuro. A solução HON é, em termos da análise da avaliação económica do investimento e de uma análise custo benefício muito mais vantajosa em termos de eficiência interna de gestão da prestação de cuidados, logísticos, da eficiência económica regional e do SNS. Podemos afirmar que a ampliação versus HON é de uma relação de 1/5, em termos de análise comparativa relativamente à importância estratégica regional e de eficiência global do HON. Acresce que o período de construção HON é de dois anos (vide novo hospital de Cascais ) e a ampliação demorará 4 anos ( note-se que a I fase de ampliação desenvolveu-se em 6 anos). O projecto HON está suportado tecnicamente pelos Professores: Correia de Campos (economista da saúde);Augusto Mateus (economista estratégico); Daniel (Escola de Gestão do Porto: elaborou o estudo do projecto HON, pedido do Ministro Correia de Campos); Fonseca Ferreira (Presidente da CCDR, Lisboa e Vale do Tejo) e Dr. António Carneiro (Presidente da região turismo do Oeste). Há estudos que comprovam que o conceito do hospital, a sua estrutura física e localização se traduzam em menos dor, menos anestesia em doentes cirúrgicos, menos dias de internamento. Será que os senhores/as dignos e esforçados colaboradores do Hospital de Caldas depois de cerca de 40 anos a prestar cuidados hospitalares de referência, não merecem e tem direito ao exercício profissional numa unidade hospitalar: humana; moderna; inteligente e sustentável? Será que ainda terão de suportar mais 4 anos de condições operacionais e funcionais ainda mais precárias (poeiras; ruídos; redução drástica parqueamento, Etc.)? Será que o presidente da CMCR, como protagonista da não-solução/ ampliação está sustentado em suportes técnicos para anichar o hospital pela mata dentro, erro inaceitável em termos ambientais, termais e urbanísticos. Acontece que para o HON, apontei 77 critérios a favor. Para os autarcas critério único é a sua vontade, ou seja o critério são eles e ignoram e metem na gaveta todos os pareceres técnicos avalizados que lhe aprecem pelo caminho. Fazer a ampliação é complicar a solução. Há problemas acessibilidades e prejuízo para circulação automóvel e pedonal na cidade. Se esta solução fosse pacífica para os técnicos do Ministério da Saúde já está executada há mais de 12 anos. Para a instalação do HON, defendo um terreno com 15 hectares (precisamente a dimensão do terreno do quartel). O Ministério da Saúde para a área do terreno para unidades de cerca de 250 camas determina 10,5 hectares. Não percebo aonde buscar terreno para ampliação pretendida. Invadem toda a mata? Onde fazem o parqueamento para 1000 viaturas? Subterrâneo, a que preço por cada lugar de parqueamento? Porque será que o Médio Tejo tem 3 hospitais com menos de 25 anos e o Oeste Norte terá de se conformar com 3 hospitais com mais de 25 anos, Remendados? Será que este é o preço pagar por falta de liderança estratégica na nossa Região, a tal que tem menos camas hospitalares e menos diferenciadas por 1000 habitantes, e com esta posição comprometem o futuro do oeste como destino turístico de excelência de Portugal em 2020 e mais qualidade de vida na cidade. Peter Drucker deixou-nos: “Nada mais inútil do que fazer com eficiência o que nunca deveria ser feito.” Na minha perspectiva a localização no hospital, aonde está, foi o 1º erro, a I fase foi o 2º erro a II fase seria o 3º erro. O terreno para o actual hospital deveria ter sido aquele em que está instalada a ESTGAD, património do hospital termal. Por mim faço desde 2001 a minha parte. Está na hora fazerem a vossa. Gostaria que no mínimo o presidente da CMCR, tivesse a mesma consideração e respeito pelo projecto HON, que teve pelo CCC. Este pode ser novo e o HON não? Porquê? Acredito que como profissionais da saúde: prestadores de directos e não directos de cuidados percebem que a não-solução ampliação é desrespeito pelo vosso quotidiano hospitalar e mais grave ainda pelo bem-estar, conforto e garantia de qualidade de prestação de cuidados aos Doentes, razão de ser do vosso exercício profissional e do Hospital. Agradecemos a atenção e compreensão manifestadas Para saber mais: www.hon.pt.vu A bem do desenvolvimento do Oeste e de 250 000 Oestinos Benedita, 2010-06-13 Com os melhores e cordiais cumprimentos, José Marques, mentor e defensor do HON, desde 2001.

http://hospitaloestenorteemcaldas.blogspot.com/



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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010
Santarem-Polis Tejo vai incluir estudo sobre navegabilidade do rio e apoiar projecto da cultura avieira
O presidente da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) afirmou que o projeto Polis Tejo vai reabrir o debate sobre a navegabilidade do rio Tejo e poderá integrar o apoio à requalificação das aldeias avieiras. No encerramento da primeira edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, Manuel Lacerda garantiu o programa Polis Tejo está já em marcha e que “é um plano de ação e não um plano para ficar na prateleira”. O objetivo do programa é fazer o planeamento “a médio prazo e a pensar no futuro” do rio Tejo, com intervenções para regularizar e requalificar as margens e as zonas ribeirinhas, com reforço dos diques, elaboração de estudo sobre as cheias e ainda com a realização de um estudo sobre a navegabilidade do rio, que vai incidir também sobre a questão da extração de inertes e areias. “É um estudo nunca antes feito em Portugal e que queremos levar por diante para encarar de frente este tema da navegabilidade”, disse ainda o presidente da ARH Tejo. O responsável anunciou ainda que a ARH está disponível para trabalhar em parceria com autarquias e proprietários no âmbito do licenciamento das aldeias avieiras e ainda em encontrar fontes de financiamento no QREN para apoiar os projetos no âmbito do consórcio de entidades que se formou para candidatar a cultura avieira a património nacional. Um dos projetos é o de Francisco Cruz Rosa, um empresário da zona de Salvaterra de Magos que pretende construir um complexo de turismo de habitação reproduzindo a arquitetura das casas avieiras. Segundo disse à Lusa o empresário, o projeto está orçado em três milhões de euros e vai ter capacidade para cerca de 100 camas, incluindo ainda uma oferta integrada de outros serviços turísticos em articulação com outros operadores da região. “Teremos de apostar num turismo voltado para os segmentos médio, médio alto e alto, sem massificação, atraindo um novo perfil de turista que está sensível para o respeito pelo ambiente, que procure experiências autênticas e diferenciadas e que não seja um fator de agressão às já fragilizadas margens do Tejo”, afirmou ainda Francisco Rosa. No congresso foi ainda aprovada uma resolução, que será enviada ao Ministério do Ambiente, que condena a prática da captura ilegal do meixão (enguia bebé), que considera esta prática como “um crime ambiental” e como uma actividade que “delapida o património natural”. Foi ainda aprovada uma resolução que sugere a integração do Instituto Politécnico de Santarém, do Instituto Politécnico de Tomar, da Universidade da Beira Interior e da Universidade de Aveiro, na comissão consultiva que está a elaborar o Polis Tejo. Foi também aprovada a realização de uma segunda edição do Congresso Nacional da Cultura Avieira, um projecto que, para além do objetivo de candidatar esta cultura a património nacional, pretende ainda “criar um novo destino turístico para o país”, num conjunto de programas que estimam a criação de 127 postos de trabalho diretos e de 350 a 360 indiretos, num investimento total de 30 milhões de euros. http://www.oribatejo.pt/


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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010
O regresso de Miguel Relvas
Por: Joaquim Duarte, editorial jornal O Ribatejo, 16 de Abril de 2010 A vingança serve-se fria. Também na política, dirá Miguel Relvas, que se viu irradiado há pouco mais de meio ano da lista de deputados do distrito de Santarém, e que regressa agora, com mais força e maior protagonismo, depois de ter ajudado a enterrar o breve e conturbado reinado de Manuela Ferreira Leite à frente do PSD. Miguel Relvas é o típico dirigente político do pós 25 de Abril. Um “profissional” que passou directamente dos bancos da escola para a vida parlamentar. Primeiro como dirigente da JSD e depois na direcção do partido em Santarém, que muito cedo dominou. Há mais como ele, no PSD como nos outros partidos. Mas poucos haverá politicamente tão hábeis e com tal sucesso na vida pública. Esteve com Durão Barroso nos momentos difíceis e com ele subiu ao poder num breve consulado. Primeiro como secretário de Estado do Poder Local e depois como secretário-geral do partido. Perspicaz conhecedor do país político que somos, tornou-se um exímio gestor de relações e, sobretudo, de influências. Os lugares chave que ocupou na governação e na direcção do partido, tal como a presença regular nos espaços do comentário televisivo, com lugar cativo na SIC-Notícias, deram-lhe a notoriedade de que goza hoje, sendo reconhecido e considerado dentro e fora do seu partido. É este homem que, como principal obreiro da vitória do novo líder social democrata, regressa agora à direcção do PSD na bisada qualidade de secretário-geral e, cumulativamente, de porta-voz oficial do partido. Cabe-lhe a dura tarefa de arrumar uma casa que conhece bem por dentro e onde, em devido tempo, soube negociar muitos dos apoios que construíram esta ascensão de Pedro Passos Coelho e da sua retumbante vitória. Miguel Relvas foi, de resto, um dos três ou quatro dirigentes mais ovacionados no congresso do PSD onde, por sinal, aquele que lhe “retirou” o lugar de deputado em Santarém não se dignou sequer comparecer. Pacheco Pereira preferiu assistir pela televisão. Visto de fora, o Congresso do PSD terminou em festa de unidade. Uma unidade aparente, porque não é crível que os velhos inimigos de Passos Coelho se tenham simplesmente sumido com a sua vitória. A ausência dos antigos líderes e de outros barões do partido no congresso da sua consagração fala mais alto do que os clamores de unidade. Mas a viragem na orientação política do “novo” PSD é já notória. A começar no discurso que parece sugerir o fim do clima de crispação política que a anterior direcção alimentou – bastará lembrar que Passos Coelho conseguiu nunca referir o nome de Sócrates nos seus dois discursos, embora não tenha poupado críticas ao PS e ao Governo, enquanto MFL que apareceu de fugida no congresso conseguiu, numa brevíssima declaração de trinta segundos aos telejornais, nomear duas vezes o nome de Sócrates. Mas o discurso liberal de Passos Coelho, tanto nos costumes – especialmente se comparado com Manuela Ferreira Leite – como sobre o Estado e as suas funções, é mais ideológico e de confronto aberto com o pragmatismo gestionário que tem dominado o modo de fazer política. Este PSD de Passos Coelho procura uma clara separação de águas do PS de Sócrates «http://www.oribatejo.pt/2010/04/o-regresso-de-miguel-relvas/»


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Domingo, 21 de Março de 2010
Nove municipios do Médio Tejo criam redes sociais de combate à pobreza e exclusão

 

 

 

 Uma plataforma de redes sociais vai ser criada no Médio Tejo para combater a pobreza e a exclusão social, em compromisso a formalizar na segunda feira em Abrantes, na abertura do Festival Nacional de Teatro Especial.

Os nove municípios que integram a Plataforma da Rede Social do Médio Tejo e a União Instituições Particulares de Solidariedade Social juntam-se no programa “Redes do Tejo”, um projeto liderado por Abrantes no âmbito do Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social, que pretende “combater a exclusão com um trabalho em parceria".

Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha são os concelhos envolvidos.

A vereadora da ação social em Abrantes, Celeste Simão, disse à Lusa que o objetivo é “sensibilizar” as populações para as questões da pobreza e exclusão social, “desenvolvendo as redes sociais” dos respetivos municípios, que “apresentam problemas comuns”.

"A ideia base é realizar nos vários concelhos ações de formação, informação, seminários e outros, como forma de sensibilizar a opinião pública para questões sobre a pobreza e a exclusão social, mas também tendo em vista a rentabilização de esforços, a inovação social e, fundamentalmente, o trabalho em parceria e em rede”.

A promoção de actividades de solidariedade, a dinamização das redes sociais de cada concelho, a realização da feira social e do mês da solidariedade e ações de sensibilização e informação são, entre outras, algumas das actividades a realizar.

Este projeto foi alvo de uma candidatura conjunta ao Programa Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social (PNAECPES) e, “apesar de carecer ainda de aprovação, os parceiros decidiram assumir desde já a sua realização”, acrescentou Celeste Simão.

O compromisso será assinado durante a cerimónia oficial de abertura da 8.ª edição do FNATES, o Festival Nacional de Teatro Especial, que visa “promover pela arte a inclusão das pessoas com deficiência”, e na presença da secretária de estado da Igualdade, Elza Pais.

Humberto Lopes, presidente do Centro de Recuperação e Integração de Abrantes (CRIA), a entidade organizadora, disse à Lusa que “o teatro, assim como as artes plásticas, surgem como ferramentas terapêuticas e pedagógicas que estimulam a criatividade, a sensibilidade e as emoções das pessoas, neste caso, com deficiência”.

“No Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social pretendemos ser um testemunho do que se pode fazer ao nível de uma associação sem fins lucrativos, na luta de todos os dias pela igualdade de tratamento, de direitos e de deveres que deve nortear a vida de cada um.

 http://www.ionline.pt/



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Quinta-feira, 18 de Março de 2010
SANTAREM-MUSP

(a propósito da notícia de O Ribatejo, que transcrevemos em baixo)
 
 
... MAS, SE BEM NOS LEMBRAMOS FOI PRECISAMENTE DO GOVERNO PSD/PP, QUE VEIO A ÚLTIMA DECISÃO DE INSTALAR PORTAGENS NA A23.
 
VERDADE SEJA DITA, NA ALTURA, MUITOS AUTARCAS SOCIAIS-DEMOCRATAS DERAM A CARA, COM OS UTENTES, NA REJEIÇÃO DESSA MEDIDA.
 
POR NÓS, TAMBÉM SOLIDÁRIOS COM OS UTENTES DE OUTRAS REGIÕES, CÁ ESTAMOS PARA FAZER FRENTE ÀS INTENÇÕES GOVERNAMENTAIS DE PORTAJAR AS VIAS ESSENCIAIS AO DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SOCIAL DAS REGIÔES.
 
MUSP Santarém
 
===========
 
 
Deputados do PSD temem introdução de portagens na A23
Motivados pela falta de informação oficial sobre a polémica questão da introdução de portagens nas SCUT’s, os deputados do PSD eleitos pelo círculo de Santarém entregaram na Assembleia da República um requerimento onde pedem explicações ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC) sobre a possibilidade da A23 deixar de ser uma auto-estrada de utilização gratuita.
“Vai ou não o MOPTC introduzir portagens na A23?”, “como será feita a cobrança?” e “qual a calendarização do processo?” são algumas das nove questões deixadas pelos deputados José Pacheco Pereira, Vasco Cunha e Carina Oliveira, que aguardam ainda pela resposta da tutela.
“A informação relativa a este capítulo no Orçamento de Estado é insuficiente para que se possa saber com rigor onde e quando serão introduzidas portagens nas SCUT”, lamentam os social-democratas, apesar de estar previsto no documento que o pagamento da circulação nestas vias possa contribuir “para assegurar a sustentabilidade financeira do sector rodoviário”.
No requerimento, os deputados do PSD lembram o governo que a A23 é “absolutamente vital” nos concelhos do norte do distrito que atravessa, Torres Novas, Alcanena, Entroncamento, Barquinha, Tomar, Constância, Mação, Abrantes e Sardoal, e que as estradas alternativas “há muito que deixaram de constituir alternativas viáveis de circulação”.
 



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Domingo, 7 de Março de 2010
PREVISÃO HIDROLÓGICA

Decorrente do débito das barragens, o rio Tejo nas últimas horas tem sido alimentado com caudais constantes. Assim, prevê-se uma manutenção dos actuais níveis de altura de água ao longo de todo o curso de água, salvaguardando o facto de, na região mais a jusante esse nível ainda se encontrar a subir mas a entrar brevemente na fase de estabilização.

Continua a registar-se diminuição da altura de água nos afluentes do Tejo, tendência que se manterá durante o dia de hoje pela previsão de ocorrência de pouca precipitação, particularmente nos Rios Nabão, Alviela, Almonda e Sorraia. 
 

«GI/Governo Civil de Santarém



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Sexta-feira, 5 de Março de 2010
“APREENSÃO DE MATERIAL FURTADO ”

O Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Torres Novas, procedeu ontem ao fim do dia, à apreensão de uma viatura furtada, que se encontrava a circular com matrícula falsa e em que se fazia transportar um grupo de indivíduos suspeitos da prática de vários furtos em propriedades agrícolas no Concelho de Chamusca.

Foram identificados 4 indivíduos, com idades compreendidas entre os 16 e os 19 anos,

residentes nos Concelhos de Chamusca e Tomar, como sendo suspeitos da autoria dos

referidos furtos.

Efectuada uma busca domiciliária à residência do principal suspeito, foram apreendidos vários  artigos tais como: uma moto 4, uma arma de caça, várias munições, diverso material informático e de som e ainda diversas ferramentas agrícolas e manuais.

Contactado o Ministério Público de do Tribunal Judicial da Golegã, este ordenou que um dos suspeitos fosse constituído arguido, outros sujeitos a termo de identidade e residência e o menor entregue à família.

 



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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010
PLANO DE CHEIAS DO TEJO

Ligeiro agravamento, hoje dia 26. Barragens espanholas e Castelo de Bode já aumentaram descargas, para além das inundações divulgadas até agora. Previsão: Agravamento do Cais de Tancos e Arrepiado e zona baixa de Vila Nova da Barquinha.

Durante a manhã de hoje, agravamento em Constância, EN 368-1, Chamusca Vale de Cavalos. À tarde: submersão em Caneiras e E.N 365-Assacaias. Inicio da Noite: eventual galgamento do descarregamento das Omnias.

GI/Governo Civil Santarém

 



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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010
TORRES NOVAS-Primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia

 

     “A Mulher e o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT)” é o tema das primeiras Jornadas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT que irão decorrer, nos próximos dias 4 e 5 de Março, no Auditório da Unidade Hospitalar de Torres Novas.

     Estas primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia têm como objectivo consciencializar os profissionais de saúde e a população da área de intervenção do Centro Hospitalar para a recente implementação de um Serviço único de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e para a forma como facilita o acesso da Mulher a cuidados médicos, nesta especialidade.

     As Jornadas que se destinam a profissionais de saúde de diversas áreas, nomeadamente Médicos de Medicina Geral e Familiar, da especialidade e enfermeiros, contam com a organização do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT e com o apoio da Liga de Amigos do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo (LASGO-CHMT), criada em Outubro de 2009 e presidida pelo Director do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, Mário Furtado.

     Estas primeiras Jornadas procuram abordar duas grandes vertentes da especialidade, começando pelas mudanças efectivas do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas e, passando a uma segunda vertente, que tratará as controvérsias desta especialidade.

     Nascer no CHMT o que mudou? é a questão que se coloca logo no início das Jornadas, no dia 4 de Março, após a sessão de abertura, agendada para as 9 horas, no Hospital de Torres Novas. Esta primeira questão abordará diferentes perspectivas, nomeadamente o diagnóstico pré-natal, o estudo analítico na gravidez, preparação para o parto, a interrupção da gravidez, a dor no parto e a analgesia epidural.  Recorde-se que o Serviço de Urgência de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT, a funcionar em Abrantes, realiza em média 1.100 partos anuais, prevendo-se que no próximo ano venha a atingir os 1.300 nascimentos, garantindo a todas as grávidas o direito à analgesia de parto (epidural) e as condições de privacidade que permitem o acompanhamento permanente de um elemento da família, uma vez que a grávida faz todo o trabalho de parto e próprio parto na mesma sala individual.

     Unidades de Medicina Geral e Familiar e o Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT é outro dos temas em destaque neste primeiro dia. Seguem-se as Controvérsias que, no final do primeiro dia, abordarão a osteoporose – prevenção e tratamento, terapêutica hormonal de substituição e incontinência urinária. O segundo dia das Jornadas, inicia-se como uma mesa redonda subordinada ao tema Ginecologia e Obstetrícia fora dos grandes centros – Que futuro?, seguindo-se Controvérsias II e abordagem à prevenção do Vírus do Papiloma Humano/HPV e o cancro do colo do útero, colheitas de células estaminais do cordão – vale a pena? e, por último, medicamentos genéricos podemos confiar? As primeiras Jornadas de Ginecologia e Obstetrícia do CHMT irão reunir, nos próximos dias 4 e 5 de Março, em Torres Novas, profissionais de saúde de diferentes pontos país. 
 



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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Reunião do Conselho da Comunidade do ACES Zêzere

Em conformidade com o definido no art.º 33, alínea b) do Decreto-Lei n.º 28/2008 de 22 de Fevereiro, informa-se que se encontra calendarizada a 1.ª Reunião do Conselho da Comunidade do ACES Zêzere, para o próximo dia 19 de Fevereiro, pelas 14.30h, no Centro de Saúde de Constância, de acordo com a seguinte ordem de trabalhos:
 
Apresentação
Objectivos do Conselho da Comunidade
Actividades a desenvolver pelo Conselho da Comunidade
Outros

 Conselho da Comunidade



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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010
TOMAR-HOSPITAL DE TOMAR ACUSADO DE NEGLIGÊNCIA POR NÃO TER OPERADO UTENTE

 

A família de Maria Joaquina Baptista Duarte, falecida aos 78 anos, vai apresentar queixa contra o Hospital de Tomar por aquilo que acreditam ter sido uma morte causada por negligência médica. O filho, Baptista Duarte, conhecido cavaleiro tauromáquico, já contactou um advogado para dar seguimento à queixa-crime, dizendo-se bastante revoltado com o modo como a sua mãe foi tratada pelo cirurgião que se encontrava de serviço, que – ao invés de a operar de imediato - optou por interná-la para observação.
O caso remonta a 10 de Janeiro, domingo, quando Maria Duarte deu entrada no serviço de urgência do Hospital de Tomar, cerca das 19h00, com fortes dores abdominais e, de acordo com palavras do filho, “com um inchaço do lado direito do abdómen”. Foi a filha que a transportou e acompanhou às urgências não sem antes ter ligado à médica de família a dar conta do sucedido. “O médico ao vê-la entendeu que esta não se encontrava no seu juízo normal. Empurrou para dentro o inchaço do abdómen e disse que o que tinha que fazer já estava feito”, conta Anastácio Baptista Duarte.
Em causa, para esta família, está o facto de não se realizarem intervenções cirúrgicas de urgência, durante o fim-de-semana, no Hospital de Tomar. Recorde-se que em Novembro de 2008, no âmbito da reorganização das urgências do Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Hospital de Abrantes passou a concentrar a cirurgia geral urgente, ficando as unidades de Torres Novas e Tomar a disponibilizar o serviço básico de urgência e a efectuar as cirurgias programadas e de ambulatório. A medida entrou em funcionamento em Janeiro, apesar dos protestos da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo.
Por este motivo, de acordo com Baptista Duarte, a mãe ficou internada toda a noite, “com dores lancinantes” quando deveria ter sido imediatamente transferida para a unidade de Abrantes. Viria a ser operada, pelo mesmo cirurgião que a observou na véspera, na manhã de segunda-feira, 11, após realizar novos exames e um Raio-X. “No dia 11 quando a fui visitar deparo com a minha mãe num estado deveras inumano e lastimoso. Pensei comigo que só a mão de Deus a poderia salvar”, conta o filho ainda pouco refeito da sua perda.
Maria Joaquina Baptista Duarte acabou por falecer na terça-feira, 12, pelas 18h00. A família não pediu que se realizasse autópsia mas acredita que a mãe morreu porque não lhe foram prestados os devidos cuidados médicos. Por isso está disposta a ir até ao fim para que a morte da sua familiar não passe em branco.
O MIRANTE entrou em contacto com o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) para ouvir a sua versão em relação ao sucedido. Edgar Pereira, director clínico do CHMT, apenas respondeu que “qualquer queixa ou reclamação determina a abertura de um processo de averiguação”.



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Sábado, 9 de Janeiro de 2010
ALMEIRIM-Tigres de Almeirim regressam em força na segunda metade do campeonato

 

O campeão mundial sub20 Rui Cova é o nome mais sonante das contratações de Inverno do Hóquei Clube “Os Tigres”, de Almeirim, que continua a apostar forte na subida de divisão, o grande objectivo delineado no início da época.

“A principal razão para esta mudança foram os meus antigos colegas no Benfica que aqui jogam, e que me falaram muito bem do clube”, disse ao nosso jornal o internacional português, vindo do Parede FC, clube que milita na 2ª divisão nacional, para os Tigres, do escalão inferior, zona centro.

“Apesar de estar actualmente na 3ª divisão, é um clube que tem um projecto para crescer, e isso cativou-me”, continuou Rui Cova, que se junta a Ivo Nascimento (ex Paço de Arcos) e Tiago Barreira (ex Santa Cita), contratados em Dezembro.

“Para mim, o mais importante é sentir-me bem onde estou a jogar, e acho que encontrei isso aqui, até porque estava insatisfeito no meu anterior clube”, afirma o jogador, explicando que a integração no plantel tem corrido bastante bem.

“Estão cá muitos jogadores que já conhecia, o que facilita muito, e os dirigentes têm-me tratado muito bem”, acrescenta.

“Os Tigres têm todas as condições para se afirmar, porque qualidade não falta a este plantel”, sublinha Rui Cova, para quem “resta-nos a nós provar isso dentro do ringue, entrando em todos os jogos para ganhar”.

Depois de um início de época algo desastrado, o clube almeirinense ocupa a 2ª posição da tabela classificativa, em igualdade pontual com o Santa Cita e a quatro pontos do líder HC Mealhada.

Os resultados têm melhorado significativamente desde a entrada do treinador Jorge Godinho, que pegou nos Tigres a partir da 6ª jornada.

Desde então, o clube só conheceu um resultado: a vitória.

“Tendo em conta o que não correu bem de início, estarmos em 2º lugar é positivo, apesar desta equipa ter qualidade para estar mais acima”, afirma Jorge Godinho, que não esconde a ambição de acabar a época como campeão.

“O plantel dá-me todas as garantias porque tem valores individuais acima da média para uma terceira divisão, mas é preciso trabalhar muito para ganhar os jogos e ter em conta o valor dos adversários”, acrescenta o treinador, que elege o HC Mealhada e o Santa Cita como os mais fortes, dentro de um “lote de cinco equipas competitivas e complicadas”.

“Tendo em conta o atraso pontual em relação ao Mealhada, neste momento apontamos as baterias apenas para a subida de divisão, onde basta o 2º lugar, mas é lógico que olhamos sempre para cima”, continua Jorge Godinho, explicando que “há que manter esta dinâmica de vitórias, encarando cada jogo como uma final que não se pode perder”.

«O Ribatejo»



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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010
ABRANTES-Serviço de Urgências do hospital de Abrantes "entrou em ruptura"

O serviço de urgências do hospital de Abrantes "entrou em ruptura", registando desde o início do ano “congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera” dos utentes, disse hoje fonte hospitalar.

Edgar Pereira, director clínico do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) - que engloba os hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas -, disse à agência Lusa que a situação é “preocupante” e “as rupturas são resultado” do encerramento do serviço de atendimento prolongado por parte da direcção do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere (ACES) no início do ano.

Aquele serviço funcionava com dois médicos no interior da unidade hospitalar, atendendo cerca de 150 utentes diariamente, entre as 08:00 e as 20:00, “em situação mista”.

“No início do ano, fomos confrontados com esta decisão do ACES e com a consequente cessação da prestação de serviços por parte dos profissionais de saúde”, afirmou o responsável, acrescentando que os cerca de 150 utentes continuam a deslocar-se para as urgências do hospital, “criando congestionamentos e aumentos muito significativos nos tempos de espera”.

“Do total de utentes que o serviço do centro de saúde atendia, cerca de uma centena necessitava apenas de cuidados primários de saúde. Se encerrassem o serviço mas levassem os utentes para a consulta de recurso, o serviço de urgências cumpriria cabalmente a sua função, atendendo os casos mais agudos”, frisou Edgar Pereira.

Em declarações à agência Lusa, Fernando Siborro, director executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, que agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha, disse que “desde Outubro que o CHMT estava informado do encerramento" do serviço.

“Encerrámos o serviço de atendimento prolongado, essencialmente, por motivos de

reestruturação e para uma optimização de serviços, uma vez que reforçámos

significativamente a consulta de recurso com os dez médicos que prestavam ali serviço, à razão de dois por dia, e que vão, assim, poder receber mais utentes da própria lista de espera”, esclareceu Fernando Siborro.

“Este é um serviço que serve para dar resposta aos utentes sem médico de família, ou cujo médico esteja doente ou de férias, não é um serviço de urgência, e esta consulta de recurso abrange milhares de pessoas dos concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal”, afirmou.

Para Edgar Pereira, no entanto, a situação é “insustentável”, admitindo “esforços” para a contratação de mais médicos para o serviço de urgência do hospital de Abrantes.

Lusa/SAPO (7.1.2010)

 



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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010
Abrantes-Preside ao Conselho da Comunidade de ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere


 

Abrantes<br>Preside ao Conselho da Comunidade de ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do ZêzereA Presidente da Câmara de Abrantes foi indicada para presidir ao Conselho da Comunidade do ACES - Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere. O nome de Maria do Céu Albuquerque foi indicado pelos presidentes das Câmaras que integram este órgão.

O conselho da comunidade é um órgão constituído por 14 personalidades representantes do poder local, administração regional e da sociedade civil. Entre outras competências, cabe a este conselho alertar o director executivo do agrupamento para factos reveladores de deficiências graves na prestação de cuidados de saúde assim como propor acções de educação e promoção da saúde e de combate à doença a realizar em parceria com os municípios e demais instituições.
Para a presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, este órgão assume um papel determinante para “podermos trabalhar nas matérias que dizem respeito a todos os munícipes que estão envolvidos, fazendo face às carências que hoje todos sentimos, nomeadamente na questão da falta de médicos de família”. A autarca de Abrantes assumiu já o compromisso com os seus pares para a realização de reuniões periódicas para que, legitimamente, possa “reivindicar” junto da administração o “melhor para as nossas comunidades em matérias de saúde familiar”.
O Agrupamento do Zêzere tem sede em Constância e agrega os Centros de Saúde de Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Sardoal, Tomar e Vila Nova da Barquinha.



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REQUISITOS de PRESTAÇÃO de CUIDADOS ONCOLÓGICOS

NOTA da CUSMT:
Face aos documentos que anexamos verifica-se que a actividade desenvolvida pelo Centro Hospitalar do Médio Tejo, não será afectada pela aplicação das normas propostas. No entanto, desconhece-se se a tendência de centralização de serviços a nível nacional não poderá vir a afectar a distribuição de serviços entre as três unidades hospitalares do Centro Hospitalar (Abrantes, Torres Novas e Tomar).
A CUSMT procurará analisar o documento no âmbito nacional para detectar as implicações que tais propostas terá para a população portuguesa, e especialmente os doentes de patologia oncológica e seus familiares.
 
Nota da Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas
 
Disponibiliza-se para consulta e discussão pública, até ao final de Janeiro de 2010, o documento “Requisitos para a Prestação de Cuidados em Oncologia”, elaborado pela Coordenação Nacional para as Doenças Oncológicas.
O documento foi criado no âmbito do Programa de Desenvolvimento do Plano Nacional de Prevenção e Controle das Doenças Oncológicas, que estabelece a necessidade de “definir os critérios para atribuição e reconhecimento das competências específicas para os diferentes tipos de cuidados a prestar, em particular aquelas que são as principais modalidades de tratamento oncológico: cirurgia, radioterapia e oncologia médica”, e pretende estabelecer a “matriz” de avaliação das instituições e serviços que prestam cuidados a doentes oncológicos.
A avaliação das instituições insere-se num processo de promoção da qualidade que pressupõe a correcção progressiva de lacunas e necessidades estruturais de cada serviço. Neste sentido, o presente documento de trabalho deve também ser entendido como base de análise para que o Ministério da Saúde e as Administrações Regionais de Saúde possam orientar o investimento nos recursos físicos e humanos necessários, para que os serviços possam continuar a assegurar a formação de equipas de profissionais diferenciados e garantir capacidade de resposta do Serviço Nacional de Saúde às necessidades crescentes dos doentes oncológicos e das suas famílias.
Deverá ser com base nos requisitos de competência para as diferentes modalidades de tratamento que deverá ser desenhada, a nível regional, a “Carta Hospitalar” da rede de cuidados em oncologia e um “Plano de Desenvolvimento” que identifique e programe os meios e investimentos estruturais necessários em cada serviço.



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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
Autarcas de Mação e Vila de Rei contestam integração dos seus centros de saúde na área de Castelo Branco

A medida governamental define que a nova ULS abrange o Hospital Amato Lusitano e os centros de saúde de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Penamacor, Vila Velha de Ródão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei (todos no distrito de Castelo Branco) e Mação (no distrito de Santarém).

Em declarações à agência Lusa, os autarcas consideram a medida “prejudicial dos interesses do povo, em razão da proximidade geográfica e dos ciclos normais de circulação de acesso à saúde através dos Centros de Saúde de Vila de Rei e Mação e do Centro Hospitalar do Médio Tejo (hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas), locais de acesso facilitado pela A23 e A1.

“Discordamos e repudiamos esta medida em absoluto, uma vez que todos os vilarregenses têm actualmente acesso à saúde através do Centro de Saúde de Vila de Rei e dos hospitais do centro Hospitalar do Médio Tejo, muito mais próximos do nosso concelho”, afirmou Ricardo Aires, vice-presidente da Câmara de Vila de Rei (PSD).

 

Os responsáveis das Câmaras de Mação e Vila de Rei consideram “lesiva e prejudicial” aos interesses dos seus munícipes a integração dos respectivos centros de saúde na Unidade Local de Saúde (ULS) de Castelo Branco, medida que hoje entrou em vigor.

 

Segundo acrescentou, “os quilómetros, cerca de 110, que distanciam Vila de Rei da sua sede de distrito são uma das principais causas desta revolta”.

“Tendo aqui ao lado Abrantes a 25 quilómetros, Tomar a 30 e Torres Novas a 40”, evitava-se igualmente “perdas de tempo para consultas ou cirurgias”, considerou ainda Ricardo Aires, afirmando ir “reclamar por um regime de excepção”.

Com a nova configuração territorial, o município de Mação deixou de estar agregado ao Médio Tejo (distrito de Santarém) e passou a integrar a sub-região do Pinhal Interior Sul (Castelo Branco), a par de Vila de Rei, uma medida “gravemente lesiva”, porquanto “implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade dezenas de quilómetros mais distante e sem transportes públicos regulares”, alegam os responsáveis das referidas autarquias.

Os responsáveis da autarquia de Mação, por sua vez, afirmam “não entender os benefícios” da medida, que “repudiam” e contra a qual insistem em “lutar”.

Hospitais de Coimbra em vez de Lisboa

O vice-presidente da Câmara Municipal, Vasco Estrela (PSD), disse à Lusa que, com a entrada em vigor do diploma, o Governo criou condições para que os munícipes e utentes do concelho passem a ser atendidos no Hospital de Castelo Branco, “em detrimento” do Centro Hospitalar do Médio Tejo”.

Ao mesmo tempo, a integração na ULS de Castelo Branco “drena os doentes para o Centro Hospitalar de Coimbra, como ponto de referenciação terciário, e não para os Hospitais de Lisboa”, o que também não agrada ao autarca.

“Esta decisão é gravemente lesiva dos interesses do povo deste concelho, porque implica que os utentes e familiares se desloquem para uma cidade 50 quilómetros mais distante e sem transportes públicos regulares”, observou Vasco Estrela.

A Câmara de Mação, acrescentou o responsável, já escreveu ao Presidente da República, “alertando-o para esta injustiça social e territorial”.

http://www.publico.clix.pt/

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 15:24
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Domingo, 27 de Dezembro de 2009
SAÚDE - Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo espera que listas para cirurgias possam vir a diminuir com a entrada em funcionamento do SIGIC

 

 

 

As pessoas inscritas para uma cirurgia nos hospitais do centro Hospitalar do Médio Tejo ou noutras unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) podem, a partir de hoje, saber qual é a posição que ocupam na lista de espera através da Internet e perceber quanto tempo vão aguardar pela sua intervenção cirúrgica.

 

Esta era uma das medidas previstas no Simplex 2009 e a sua entrada em funcionamento tinha sido anunciada inicialmente para Setembro. Manuel José Soares da Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo comentou para a Hertz o arranque de mais esta medida que visa diminuir os tempos de espera para cirurgia.A questão da utilização das tecnologias de informação vai ser analisada em breve pela Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo que defende que esta medida deve ser complementada por outras.A forma de aceder ao Programa e-SIGIC (Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia) é relativamente simples: os inscritos para uma cirurgia nos hospitais públicos precisam, primeiro, de se registar no portal da saúde (www.portaldasaude.pt), usando o número de utente do SNS; nessa altura, recebem uma palavra-chave que lhes permitirá consultar o respectivo processo e conhecer os dados relativos à sua situação na lista de espera.

http://www.radiohertz.pt/?

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 10:14
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009
Mensagem de Natal do Bispo de Santarém

A alegria que permanece

O Natal anuncia-se próximo com iluminações e enfeites das ruas, cânticos, compras, prendas, gestos de solidariedade, convívio familiar. As pessoas e o ambiente parecem mais humanos e fraternos, a vida mostra mais encanto. Respira-se uma alegria interior, serena, contagiante. Num mundo frio e egoísta bem precisamos da mensagem do Natal. Por isso, muitas pessoas manifestam a vontade de que o Natal permaneça e não seja apenas uma data passageira.

De facto, este período propõe fraternidade, paz, alegria e esperança. São atitudes e valores que correspondem aos anseios profundos do coração humano. Mas, frequentemente, sentimos a sua ausência. Sofremos com o individualismo, a desconfiança mútua, o desânimo, a solidão, a agressividade. Precisamos do Natal sempre. Nesse sentido vai a minha mensagem: façamos Natal todos os dias. De facto, Jesus nasceu para nos ensinar o caminho da paz e da alegria como um estilo de vida permanente.

Se formos à origem do acontecimento concluímos, realmente, que o Natal veio para ficar e criar uma situação nova: “O verbo incarnou e habitou entre nós”. Deus fez-se humano e apresentou-se no nosso meio, na humildade e na simplicidade de uma criança. Trouxe-nos a vida plena, a luz, a verdade. Com a Sua vinda oferece ao mundo mais fraternidade e esperança, mais encanto e beleza. Todos podemos dar um contributo para pôr em prática o Natal.

Vamos aprender na fonte a viver o Natal. Aproximemo-nos com renovada admiração do presépio para colher a mensagem desta representação do acontecimento histórico: No centro, uma criança estende-nos os braços e sorri. Aprendamos a estender os braços e a sorrir, vencendo a desconfiança que nos fecha aos outros. A alegria do menino aparece associada ao acolhimento e dedicação dos pais. Dediquemo-nos e defendamos também a união estável da família, alicerçada no amor e santificada pelo sacramento do matrimónio, como berço e ambiente para o desenvolvimento harmonioso dos filhos. Ao presépio acorrem variadas personagens em atitude de louvor e de oferta de dons. Saibamos partilhar o nosso afecto, a nossa atenção e os nossos bens com os que nos rodeiam, sobretudo com os mais carentes.

A alegria do Natal é, portanto, a alegria das realidades simples e essenciais da vida que resistem ao desgaste do tempo e unem as gerações: da simplicidade que denuncia uma cultura de fachada; da fraternidade que se traduz no acolhimento e no serviço e vence o individualismo; da paz que contraria a agressividade; do dom que renuncia ao egoísmo. O presépio irradia calor humano num tempo árido e fechado: É a alegria que permanece e vence a monotonia e a secura da vida. Procuremos dar o nosso contributo para que seja sempre Natal.

+ Manuel Pelino Domingues, Bispo de Santarém



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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
GRIPE A - Número de aparecimento de casos está em curva descendente

 

À semelhança do que acontece um pouco por todo o mundo, também no Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere já se entrou numa curva descendente no que diz respeito ao aparecimento de novos casos de Gripe A. Desta forma, dentro das unidades de Tomar, Abrantes, Constância, Sardoal, Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha, estão confirmados 553 casos, mais 73 do que em relação à última contabilidade, que é feita semanalmente.

 

 

De referir que, já nesta quarta-feira, o Colégio da Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia da Ordem dos Médicos decidiu apoiar as medidas implementadas pela Direcção Geral de Saúde a propósito da vacinação contra a Gripe A. Ou seja, a prática da vacina é aconselhada a todas as grávidas, pois não existem dados científicos que permitam concluir qualquer efeito negativo desse acto. Entretanto, duas das últimas vítimas mortais da Gripe A estavam internadas no Hospital Distrital de Santarém desde, sensivelmente, o início do mês de Novembro. Aliás, foram estes os primeiros registos mortais naquela unidade da capital do distrito. Tratavam-se de duas mulheres, com 52 e 40 anos, e que faleceram devido à associação do vírus H1N1 com outras patologias, nomeadamente diabetes e hepatite B. A senhora de 40 anos era natural de Cabo Verde e, actualmente, residia sozinha em Almeirim, enquanto a mais velha era residente no concelho do Cartaxo.

http://www.radiohertz.pt/?

 



publicado por Noticias do Ribatejo às 09:51
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