NOTICIAS DO RIBATEJO EM SUMARIO E ACTUALIZADAS PERIODICAMENTE - "A Imparcialidade Na Noticia" - UMA REFERÊNCIA NA INFORMAÇÃO REGIONAL -
Quinta-feira, 6 de Abril de 2017
Aproveite o que Santarém tem para lhe oferecer este fim de semana

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quinta-feira:

 

Esta quinta-feira, dia 6 de abril, às 21h30, o Projeto Nova—Velha Dança, apresenta a Performance “Letting Nature Take Over Us Again” (2013) - O que fica do que passa, de Teresa Silva & Filipe Pereira, no Teatro Sá da Bandeira.

 

“O que fica do que passa é sempre uma sensação. Tanto evoca o lugar da memória, como se manifesta como projeção das nossas imagens e ideias no que vemos. Funciona através de um corpo de luz que se materializa; através de uma dança feita de impressões momentâneas; através de materiais que se dão a ver como seres orgânicos ou fenómenos naturais; através de uma boca que se abre lentamente e que reconfigura a cada segundo a expressão de um rosto.

A aventura aqui é só sentir. Dar-se a possibilidade de ter, por momentos, um olho que sente.” Filipe Pereira e Teresa Silva.

 

Letting Nature Take Over Us Again (2013), de e com Filipe Pereira e Teresa Silva | projeto concebido a convite do – mente para o evento bairro-mente O que fica do que passa (2013) Criação, Interpretação, Luz, Sonoplastia e Figurinos Filipe Pereira e Teresa Silva | Coreografia Teresa Silva | Espaço cénico Filipe Pereira | Aconselhamento dramatúrgico Rita Natálio | Direção técnica Carlos Ramos | Música excerto de Prelude à l’après-midi d’un faune de Claude Debussy | Residências artísticas O Espaço do Tempo, Residências ON/OFF (Guimarães 2012), Alkantara, Ponto de Encontro (Casa Municipal da Juventude, C.M. Almada), Centro Cultural do Cartaxo, O Rumo do Fumo, Atelier Re.al, Auditório Municipal Augusto Cabrita. EIRA/Teatro da Voz | Produção Filipe Pereira e Teresa Silva | Co-produção Festival Materiais Diversos e Fundação Calouste Gulbenkian | Agradecimentos André Soares, Elizabete Francisca, Francisca Pinto e Maria Lemos”.

(Performance) (Duração) 10’+40’ (Classificação) M/06 (Preço) 5€ (lotação limitada)

 

Às 22h30, há Conversa no Bar-Galeria - Activação da Timeline com Teresa Silva, Filipe Pereira e Ana Bigotte Vieira. Entrada livre limitada à lotação do espaço.

“Abril | Teresa Silva & Filipe Pereira

Teresa Silva (Lisboa, 1988). Frequentou a Escola de Dança do Conservatório Nacional, a Escola Superior de Dança (Licenciatura em Dança) e o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica, ministrado pelo Fórum Dança. Teve formação com Deborah Hay, Meg Stuart, Vera Mantero, Loïc Touzé, Francisco Camacho, Emmanuelle Huynh, Lisa Nelson, Mark Tompkins, Patrícia Portela entre outros. Participou, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, no DanceWeb Scholarship Programme 2011 do Festival Impulstanz Vienna sob a mentoria de Boyzie Cekwana e Isabelle Schad.

Como intérprete, destaca o seu trabalho com Loïc Touzé, Liz Santoro & Pierre Godard, Rita Natálio, Tiago Guedes, Luís Guerra, Tânia Carvalho, Ana Borralho & João Galante, Sofia Dias & Vítor Roriz, Maria Ramos e Mariana Tengner Barros, entre outros. Desde 2008, desenvolve o seu próprio trabalho como criadora destacando-se o solo Ocooo, que contou com o acompanhamento artístico de Loïc Touzé; A vida enorme/La vie en or cocriado com Maria Lemos; Leva a mão que eu levo o braço e Um Espanto não se Espera, ambos criados em colaboração com Elizabete Francisca; a adaptação do solo Conquest de Deborah Hay, no âmbito do programa Improvisações/Colaborações, promovido pela Fundação de Serralves; e as cocriações com Filipe Pereira de Letting Nature take over us again e O que fica do que passa.

Entre 2011 e 2014 foi artista associada da estrutura Materiais Diversos sob a direção de Tiago Guedes.

 

Filipe Pereira (Leiria, 1986) é licenciado em dança pela Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa. Em 2012 conclui o curso Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica ministrado pelo Fórum Dança, durante o qual teve formação com Meg Stuart, Francisco Camacho, Loïc Touzé, Jennifer Lacey, Madalena Victorino, Jeremy Nelson, João Fiadeiro, Miguel Pereira, Vera Mantero, K. J. Holmes, Mark Tompkins, Patrícia Portela, entre outros.

Trabalhou como intérprete com Inês Jacques na peça Liars, com a Trisha Brown Dance Company em Planes e Floor of the Forest, com Félix Ruckert em Ring, com Tiago Guedes em Matrioska, com Tânia Carvalho em Icosahedron, com Martine Pisani em Relativité générale – Rien n´est établi, com Sofia Dias & Vítor Roriz em O mesmo mas ligeiramente diferente e em Fora de qualquer presente e com João dos Santos Martins Projecto Continuado (2015).

Em 2012 cria Hale – estudo para um organismo artificial, uma colaboração com Aleksandra Osowicz, Helena Ramírez, Inês Campos e Matthieu Ehrlacher e em 2013 O que fica do que passa em colaboração com Teresa Silva”.

sexta-feira:

 

Esta sexta-feira, dia 7 de abril, comemora-se o Dia Mundial da Saúde, numa organização da Empresa Municipal Viver Santarém. Às 09h00 há Aula Aberta de Hidroginástica, nas Piscinas do Sacapeito, às 10h45, há Aquafísio, nas Piscinas do Sacapeito e às 15h15, Aquafísio, no Complexo Aquático Municipal, e Movimentos Articulares em meio Aquático, nas Piscinas do Sacapeito.

 

Às 21h00, para celebrar os 30 anos de constituição da AJA – Associação José Afonso, O Convento de S. Francisco recebe o Espetáculo “Zeca Afonso: 30 Anos da AJA” – Associação José Afonso, com Concerto de Sérgio Godinho com Nuno Rafael & João Cardoso. Na 1ª parte, há Tributo a José Afonso com Catarina Anacleto (Violoncelo) e Márcio Pinto (Marimbas). Esta iniciativa, inserida no programa das comemorações do 25 de Abril, em Santarém, é organizada pelo Núcleo de Santarém da AJA e pela Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril, com o apoio da Câmara de Santarém. A organização informa que o Concerto está esgotado.

O exotismo do toque doce da marimba e o virtuosismo do violoncelo encontram-se para prestar tributo ao repertório de José Afonso. As músicas eternas que reconhecemos na voz deste grande músico português deixam-se apropriar pela fusão inesperada destes dois instrumentos de mundos aparentemente distantes.

Márcio Pinto, na marimba, e Catarina Anacleto, no violoncelo, são os músicos que nos vão conduzir neste encontro sedutor com a música de Zeca Afonso.

 

 

sábado:

 

Este sábado, dia 8 de abril, às 08h30, tem lugar a concentração para o XII Passeio BTT - Rota do Javali, com o apoio Grupo Desportivo de Tremês. A prova tem início às 09h00.

O percurso de 25 ou 45km tem uma dificuldade média; dificuldade técnica média-alta; obrigatório uso do capacete; caminhos e trilhos rurais da região.

Preço: com almoço 16 javalis | almoço acompanhantes 10 javalis | sem almoço 11 javalis.

Os lucros obtidos revertem para obras ou pedidos de carácter social, sendo que apenas 20% fica para melhorarmos as nossas condições de realização do evento de ano para ano.

Para quaisquer esclarecimentos: Email: passeio@rotadojavali.com Tlm.: 918600623

Mais informações em: http://www.rotadojavali.com/

https://twitter.com/RotaDoJavali

https://www.strava.com/clubs/rotadojavali

https://www.facebook.com/rota.do.javali.tremez/

https://www.youtube.com/channel/UCgG1e3qyHMYonhPGQIhrYpg

https://plus.google.com/109369745191476212702/posts

 

Às 10h30, há Arte para Bebés, no Aqui Há Gato.

Uma sessão dedicada aos bebés entre os 7 meses e os 3 anos. Cada bebé vem acompanhado de um adulto e juntos trabalham as relações, com os materiais, com os adultos e com as outras crianças. Um momento para colorir as sensações!!!

(Duração) aprox. 60’ (Classificação) 7meses aos 3 anos (Preço) 7€ (Bebé + Adulto)

 

Às 11h30 e às 16h00, há Hora do Conto, no Aqui Há Gato. Entrada livre.

Neste que é o mês especial do livro... E dia 2 de abril é o Dia do Livro Infantil!

Vamos ouvir ainda mais histórias que nos fazem sonhar, rir, pensar e imaginar. Momentos que nos fazem acreditar que o mundo da fantasia pode estar tão perto...

(Duração) 30’ (Classificação) dos 0 aos 80!

 

Às 12h00 e às 16h30, há Oficinas de Arte - Mês do Papel e Cartão «Contentor Azul» - Quadro com texturas, no Aqui Há Gato.

Com muita arte e imaginação, vamos por as mãos à obra e sentir que todos nós somos artistas e que podemos reutilizar e fazer arte com muitas coisas que, normalmente, se deitam fora.

O cartão é muito versátil e podemos fazer obras de arte fantásticas com vários recortes e rasgões, cola e tudo aquilo que imaginares!! Vem experimentar e libertar a tua imaginação!!

(Duração) 60’ (Classificação) M/4 (Preço) 7€

 

Às 16h00, é inaugurada a Exposição de cartoons digitais - Cromos DuNando, na Casa do Brasil/Casa Pedro Álvares Cabral. A Exposição fica patente até dia 6 de maio, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00, e aos sábados, das10h00 às 13h00.

 

«A exposição Cromos DuNando é um conjunto de cartoons digitais divulgados nas redes sociais. São, por assim dizer, sínteses das personagens que, por uma ou outra razão, se cruzaram com o autor. Alguns destes cromos são fruto da interação – ou da sugestão - dos amigos “facebookianos” a quem o autor convidou para redigir a legenda. Os amigos envolvidos, foram “selecionados” tendo em conta a “proximidade” com cada uma das personalidades».

 

Às 21h30, o Teatro Sá da Bandeira, acolhe o espetáculo “CORREIO ENTRE A ESTREMADURA E O RIBATEJO - 125 ANOS DE UM JORNAL, organizado pelo Veto Teatro Oficina, do Círculo Cultural Scalabitano. Em palco vão estar cerca de uma centena de atores, cantores e bailarinas. A estreia está marcada para este dia, sendo intenção promover a itinerância deste espetáculo pela região.

 

“O atual jornal Correio do Ribatejo, que antes se designou Correio da Estremadura é um dos mais antigos jornais do País. Fundado em 1890, veio dar voz a uma região, a nossa e mudou de nome exatamente para dar corpo à afirmação relevância da antiga província do Ribatejo.

Celebrando no período que termina em 8 de abril os seus 125 anos, o veto teatro Oficina do Círculo Cultural Scalabitano está a montar um espetáculo que pretende celebrar este aniversário e mais do que isso refletir sobre os últimos 125 anos da nossa vida coletiva.

A construção teatral de “CORREIO ENTRE A EXTREMADURA E O RIBATEJO – 125 ANOS DE UM JORNAL”, inclui a intervenção do Coro, Ballet e Veto teatro Oficina, sustenta-se num argumento com 2 Actos e 16 Cenas, real e ficcionado, com um tempo de representação de cerca de 120 minutos.

A ação começa em 1867 com o “NASCIMENTO DE JOÃO ARRUDA”; e o seu “SONHO” em fundar um Jornal. Continuamos cronologicamente com "ULTIMATUM INGLÊS” o “REGICÍDIO”, a fundação do Correio da Extremadura e acontecimentos vividos pelo semanário, nacionais e internacionais, desde a “ IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA”, “I GUERRA MUNDIAL”, “REUNIÃO NA VÉSPERA 1º. MAIO”, “ESTADO NOVO”, “GUERRA CIVIL DE ESPANHA”, “II GRANDE GUERRA”, “SOLDADOS DA PAZ”, “1ª. FEIRA DO RIBATEJO”, “GUERRA NO ULTRAMAR”, “CORREIO DO RIBATEJO”, “25 DE ABRIL 1974”, e terminando em 1985 com a “ENTRADA de Portugal na Comunidade Europeia”, fazendo-se a apoteose com um agradável brinde de aniversário “VAMOS BRINDAR”.

 

Multidisciplinar | Duração 120’ c/intervalo | Classificação M/12 | Preço:5€

Bilheteira (Círculo Cultural Scalabitano): 243 321150 (das 14h00 às 20h00) / circuloscalabitano@gmail.com

 

domingo:

 

Este domingo, dia 9 de abril, às 16h00, o Teatro Sá da Bandeira volta a receber o espetáculo “CORREIO ENTRE A ESTREMADURA E O RIBATEJO - 125 ANOS DE UM JORNAL, organizado pelo Veto Teatro Oficina, do Círculo Cultural Scalabitano. Em palco vão estar cerca de uma centena de atores, cantores e bailarinas. A estreia está marcada para este dia, sendo intenção promover a itinerância deste espetáculo pela região.

 

“O atual jornal Correio do Ribatejo, que antes se designou Correio da Estremadura é um dos mais antigos jornais do País. Fundado em 1890, veio dar voz a uma região, a nossa e mudou de nome exatamente para dar corpo à afirmação relevância da antiga província do Ribatejo.

Celebrando no período que termina em 8 de abril os seus 125 anos, o veto teatro Oficina do Círculo Cultural Scalabitano está a montar um espetáculo que pretende celebrar este aniversário e mais do que isso refletir sobre os últimos 125 anos da nossa vida coletiva.

A construção teatral de “CORREIO ENTRE A EXTREMADURA E O RIBATEJO – 125 ANOS DE UM JORNAL”, inclui a intervenção do Coro, Ballet e Veto teatro Oficina, sustenta-se num argumento com 2 Actos e 16 Cenas, real e ficcionado, com um tempo de representação de cerca de 120 minutos.

A ação começa em 1867 com o “NASCIMENTO DE JOÃO ARRUDA”; e o seu “SONHO” em fundar um Jornal. Continuamos cronologicamente com "ULTIMATUM INGLÊS” o “REGICÍDIO”, a fundação do Correio da Extremadura e acontecimentos vividos pelo semanário, nacionais e internacionais, desde a “ IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA”, “I GUERRA MUNDIAL”, “REUNIÃO NA VÉSPERA 1º. MAIO”, “ESTADO NOVO”, “GUERRA CIVIL DE ESPANHA”, “II GRANDE GUERRA”, “SOLDADOS DA PAZ”, “1ª. FEIRA DO RIBATEJO”, “GUERRA NO ULTRAMAR”, “CORREIO DO RIBATEJO”, “25 DE ABRIL 1974”, e terminando em 1985 com a “ENTRADA de Portugal na Comunidade Europeia”, fazendo-se a apoteose com um agradável brinde de aniversário “VAMOS BRINDAR”.

 

Multidisciplinar | Duração 120’ c/intervalo | Classificação M/12 | Preço:5€

Bilheteira (Círculo Cultural Scalabitano): 243 321150 (das 14h00 às 20h00) / circuloscalabitano@gmail.com

 

 

Em permanência:

 

Até dia 15 de abril, visite a Exposição de Fotografia de Joaquim Baeta “Memórias da Cidade”, no Centro Cultural Regional de Santarém – Fórum Actor Mário Viegas.

A Exposição pode ser visitada, de segunda a sexta-feira, entre as 15h30 e as 18h30 e aos sábados, das 10h00 às 13h00.

 

“Joaquim Baeta, fotógrafo amador, nasceu a 6 de outubro 1946 em Santarém. Trabalhou mais de 30 anos como bancário e prestou serviço militar na Guiné em 1969.

Cedo despertou o seu gosto de fotografar, registando em imagens tudo o que o rodeava como um diário de memórias. E assim aconteceu no quotidiano da cidade natal, registando amiúde tudo o que o entendia digno de registo ou importante na história urbana - as festas e feiras, atividades culturais, procissões, festivais de folclore, corridas de toiros, serenatas estudantis, até às tabernas, amola tesouras ou engraxadores que pressentia em vias de extinção.

Refira-se a enorme facilidade com que se adaptou das máquinas analógicas à era digital, com segurança e sensibilidade. São de enaltecer as suas qualidades pessoais e a generosidade extrema e discrição com que oferece os seus trabalhos a todos os fotografados”.

 

A Sala de Leitura Bernardo Santareno acolhe, até dia 30 de abril, a Exposição Comemorativa “Correio do Ribatejo – 125 anos”. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

“O Jornal Correio do Ribatejo festeja, a 9 de abril de 2016, os 125 anos de publicações ininterruptas. O Jornal foi fundado a 9 de Abril de 1891 pelo ribeirense João Arruda (1868-1934) sob o nome de Correio da Extremadura, mas com o olhar na criação de uma nova região, o Ribatejo. Ao longo de décadas, o Jornal passou por revoltas, mudanças políticas e movimentos sociais, defendendo sempre os interesses da sua região e do seu distrito.

A exposição comemorativa do 125.º aniversário é composta por 5 Roll Up e aborda a história do Jornal desde a sua fundação até à atualidade. O primeiro Roll Up descreve o percurso do jornal entre 1891 e 1934, ano da morte do seu diretor João Arruda. O segundo Roll Up está balizado entre 1934 e 1945, ano em que o Jornal se passou a chamar Correio do Ribatejo. Durante este período, o semanário passou a ser dirigido pelo advogado Virgílio Arruda (1905-1989). O terceiro Roll Up retrata a vida do Jornal e da sua tipografia nas décadas de 50 e 60 do século XX. Os anos da democracia e a direção do jornalista Bernardo Figueiredo Duarte (1928-2001), a partir de 1989, são descritos no quarto Roll Up. No último Roll Up apresenta-se os desafios no futuro de um centenário Jornal em papel com ligações às novas aplicações informáticas.

 

Até dia 30 de abril, visite a Exposição bibliográfica “Vamos ler… Almada Negreiros”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

 

“Almada Negreiros natural de Trindade (S. Tomé e Príncipe), onde nasceu a 7 de Abril do ano 1893, ficou conhecido como um artista português multidisciplinar, tendo-se dedicado ao desenho, à pintura e à escrita – poesia, romance, ensaio e dramaturgia.

Trata-se de uma figura impar, essencialmente um autodidata, dado que não frequentou qualquer escola do ensino artístico, mas alcançou notoriedade e diferenciou-se como um dos notáveis com uma vasta obra que marcou o primeiro quartel do seculo XX e que se prolongou por varias décadas sobrepondo-se à segunda e terceira geração de modernistas.

O início da sua carreira foi no campo da escrita interventiva com uma intervenção ativa na dinâmica do grupo ligado à Revista Orpheu.

Da sua vasta obra, quer no campo da escrita quer no das artes, Almada Negreiros afirmou-se como um caso impar de energia criativa. Veio a falecer em Lisboa, com 77 anos, no ano de 1970.

Neste mês de Abril homenageamos e relembramos Almada Negreiros na passagem do seu 124º Aniversario Natalício com uma exposição documental patente ao público na Biblioteca Municipal de Santarém”.

 

Até dia 30 de abril, visite o Arquivo Histórico Municipal-Mostra Documental “Falam documentos de outras eras” - Registo da Ley do Selo, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire. A Mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.

“Eu a Rainha faço Faço saber aos/ que este Alvará comforça de Lei virem/ Quetendo considerando edezejando promover amilhor fortuna dos me/us vasalos esendo para estefimne/cesario suprimir as Rendas do Es/tado par adefesa dos meus Reinos. Registada na vila de Santarém aos vinte de julho de 1797. Assina o escrivão, António Furtado de Mendonça Montalvo.

A Rainha D. Maria I, ou seja, o príncipe regente (D. João VI) despacha em nome de sua mãe. Recorre a uma medida que já havia sido utilizada em séculos anteriores, a receita do papel selado, para reforçar as despesas militares e de guerras. O uso do papel selado era obrigatório em todos os atos oficiais”.

 

Até dia 17 de junho, o Bar-Galeria do Teatro Sá da Bandeira acolhe a Exposição/Instalação/Investigação | Para uma Timeline a Haver - genealogias da dança enquanto prática artística em Portugal, de Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Construindo na galeria do Teatro Sá da Bandeira uma cronologia para a dança em Portugal, “Para uma Timeline a Haver” é um exercício coletivo de investigação e de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal nos séculos XX e XXI, com especial incidência na segunda metade do século XX”.

 

O Piano-Bar do Teatro Sá da Bandeira acolhe, até dia 17 de junho, a Exposição Dança do Existir - Retrospetiva em imagens do trabalho coreográfico de Vera Mantero. A Exposição pode ser visitada de quarta-feira a sábado, das 16h00 às 19h00. Em noites de espetáculo abre uma hora antes do mesmo.

“Cerca de 30 fotografias traçando o percurso da coreógrafa, das suas primeiras criações às mais recentes. A exposição integra ainda a consulta de registos videográficos de alguns dos trabalhos da coreógrafa. Fotos de lcino Gonçalves, Dirk Rose, Henrique Delgado, José Fabião, Jorge Gonçalves, João Tuna, Laurent Philippe”.

 

Até final de junho, visite a Exposição - Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’- destaque trimestral para uma obra da autoria da pintora Vieira da Silva: Primavera, serigrafia s/ papel, datada do século XX. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire.

“Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais”.

 

Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.

“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.

O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.

 

Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.

A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”.



publicado por Noticias do Ribatejo às 18:37
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