
quinta-feira:
Esta quinta-feira, dia 24 de agosto, às 21h45, as bandas Twist Connection e Whales atuam na Praça Visconde Serra do Pilar (Praça Velha), no âmbito da iniciativa Verão In Str. …é um espanto.
“Uma mala de experiências, de histórias, música feita com ideais, um disco de febre e ritmo, uma personalidade moldada por ouvidos insaciáveis e descobertas sempre originais.
Após um período de estrada, os Twist Connection estão preparados para lançar o o seu1º álbum. Stranded Downtown é a surpresa deste final de ano do trio de Coimbra composto por Samuel Silva (The Jack Shits, Los Saguaros, Sonic Reverends), na guitarra, Sérgio Cardoso (É Mas Foice, WrayGunn), no baixo, e Carlos Mendes ‘Kaló’ (Tédio Boys, WrayGunn, Bunnyranch e Parkinsons), na bateria, onde florescem relatos e tão boas referências e confluem estilos, todos eles marcantes no trajeto dos músicos, com forte ligação ao blues e ao garage e um abraço sentido a heróis intemporais ou rock stars seminais, podendo-se recuar e avançar a décadas marcadas pelo rock´n´roll .
Cruisin for a Bad Time é um começo de viagem que te deixará agarrado ao prazer de mais uma ficha, de mais uma dança, carregando o tema seguinte numa jukebox qualquer no mais recôndito esconderijo, buscando um destino surpreendente. Um total de dez faixas encaixam na perfeição neste álbum de estreia dos Twist Connection, que podem gabar-se de um produto trabalhado com método e desprovido de qualquer encosto no conforto do momento, ditado pelas modas”.
sexta-feira:
Esta sexta-feira, dia 25 agosto, às 21h45, os Charruas apresentam-se em Concerto, na Praça Marquês Sá da Bandeira (Largo do Seminário), no âmbito do Verão In.Str… é um espanto.
Os Charruas são uma banda mítica que sobreviveu aos tempos, encenou pop e rock, e apresenta músicas dos anos 60 e 70.
Azóia de Baixo está em Festa, desta sexta-feira, dia 25, até domingo, dia 27, no Centro de Cultura e Recreio Alexandre Herculano - Albergue de Peregrinos. A organização oferece um programa variado, com muita música, dança, caminhadas, petiscos, quermesse e a novidade do Bar Jovem.
sábado:
No sábado, dia 26, às 10h30, há In.Tradição, com o Rancho Folclórico da Ribeira de Santarém a desfilar pelas Ruas do Centro Histórico, numa parceria com o INATEL., integrado no Verão In Str. É um espanto.
Às 11h00, o Jardim Portas do Sol recebe mais uma aula de Yoga, pela Associação Movimento Aberto e pela Federação Portuguesa de Yoga, e a habitual Animação Desportiva para Crianças, a cargo da DECATHLON.
Às 11h30, a Livraria Aqui Há Gato, apresenta a Peça “Teatro de Luz Negra”, intitulada “Viagem ao Centro da Terra”. Um espetáculo para os mais pequenos, a não perder.
Faremos da nossa casa uma verdadeira SALA DE TEATRO! Um Teatro de Bolso onde tudo poderá acontecer!
Duração: 30’ – classificação: PARA TODOS – Entrada: €3 – gratuito até aos 12 meses
Inscrições pelos telefones: 961229187/243 094 019.
Às 12h00, o Aqui Há Gato promove mais uma iniciativa Oficinas de Arte.
O Verão é o tema que vai servir de inspiração às Oficinas de Arte do próximo sábado e o desafio é descobrir todos os materiais e todas as formas que podem nascer das mãos e da imaginação de cada um neste Verão cheio de cor, luz e divertimento!
Vamos construir um “Barco à Vela” com papel de jornal que navega pelo mar ao sabor da tua imaginação! Barcos divertidos que levam notícias!!
A iniciativa, para maiores de 4 anos, tem a duração de 1 hora e o custo 7€.
Às 21h45, o Conservatório de Música de Santarém apresenta o Concerto “Blues & Groovers”, na Praça Marquês Sá da Bandeira (Largo do Seminário).
domingo:
Este domingo, dia 27 de agosto, terminam as Festas em Azóia de Baixo, no Centro de Cultura e Recreio Alexandre Herculano - Albergue de Peregrinos.
Em permanência:
Até dia 31 de agosto, visite a Exposição Bibliográfica“Vamos ler… Baptista-Bastos”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.
Homenageamos Baptista-Bastos, falecido no pretérito dia 09 de maio de 2017. Conceituado jornalista e escritor, iniciou o jornalismo aos 19 anos no jornal O Século e estreou-se editorialmente em 1959 com o ensaio intitulado “O Cinema na polémica do tempo”. Trabalhou nos jornais República, Diário Popular, foi fundador do semanário O Ponto e trabalhou ainda na Rádio e Televisão Portuguesa, no Rádio Clube Português, Rádio Comercial e RDP-Antena 1.
Galardoado com diversos prémios Baptista-Bastos distinguiu-se na literatura em quase todos os géneros: romances, crónicas, entrevistas, ensaios e reportagens.
Até dia 31 de agosto, visite a EXPOSIÇÃO BIBLIOGRÁFICA “Vamos ler… Baptista-Bastos”, na Sala de Leitura Bernardo Santareno, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.
Homenageamos Baptista-Bastos, falecido no pretérito dia 09 de maio de 2017. Conceituado jornalista e escritor, iniciou o jornalismo aos 19 anos no jornal O Século e estreou-se editorialmente em 1959 com o ensaio intitulado “O Cinema na polémica do tempo”. Trabalhou nos jornais República, Diário Popular, foi fundador do semanário O Ponto e trabalhou ainda na Rádio e Televisão Portuguesa, no Rádio Clube Português, Rádio Comercial e RDP-Antena 1.
Galardoado com diversos prémios Baptista-Bastos distinguiu-se na literatura em quase todos os géneros: romances, crónicas, entrevistas, ensaios e reportagens.
Até dia 31 de agosto visite a Mostra Bibliográfica “Dia Mundial da Conservação da Natureza”, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 18h00.
Comemoramos a efeméride que assinala o Dia Mundial da Conservação da Natureza – 28 de julho, para apelarmos e sensibilizarmos os cidadãos para o dever e a responsabilidade de protegermos e conservarmos os problemas da mãe natureza.
Nesta reflexão que deverá envolver a sociedade civil para os problemas atuais de desequilíbrio nos ecossistemas e que se têm traduzido na extinção de inúmeras espécies, degradação dos habitats e empobrecimento do nosso património natural. Cuidar da natureza para garantir um ambiente saudável e a continuidade das espécies, é uma missão que a todos compromete.
Até dia 29 de setembro, visite a Exposição “Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’, com destaque para a obra da autoria de Emilio Sirkui: Caricatura de Manuela de Azevedo, desenho a tinta da china s/papel, datada de 02/ 09/ 1938, na Biblioteca Municipal Anselmo Braamcamp Freire, de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire encontra-se em exposição parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.
Até dia 7 de fevereiro de 2018, visite a Exposição “Santarém Cidade em Crescente”, na Casa do Brasil, em Santarém. Esta Mostra, que vai estar patente durante 9 meses, distribui-se por 10 espaços de Exposição, e apresenta 70 Peças, pertencentes ao espólio do Museu Municipal de Santarém, do Museu Etnográfico da Ribeira de Santarém, do Museu Municipal Carlos Reis de Torres Novas, do Museu Nacional de Arte Antiga e do Museu Geológico de Lisboa. Patente de terça-feira a sábado, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
A Exposição apresenta-se como uma proposta de leitura do espírito do lugar (Genius loci), de modo a consubstanciar-se numa logomarca agregadora das estratégias culturais, sociais e económicas, do município.
Esta leitura parte de uma matriz identitária de base geográfica - mediterrâneo oriental – ‘crescente fértil, sublinhando a dimensão da memória da sua paisagem cultural (fertilidade - ‘paisagem da abundância’).
A exposição aborda temáticas diversificadas, muito ligadas com o fundo cultural da região, com destaque para a importância da agricultura: vinho, azeite e cereais, do touro e do cavalo, do rio e da lezíria. Explora, paralelamente, as vertentes simbólico-religiosas, particularmente as ligadas à fertilidade - ‘paisagem da abundância’, e interpreta a importância local, o simbolismo e a religiosidade das águas, presentes no mito de Santa Iria."
“Santarém Cidade em Crescente” combina objetos museológicos: Harpócrates, capitel árabe, pithoi fenícios, lucernas islâmicas, ânforas, talhas, arreios e selas, estelas medievais, etc, com imagens iconográficas e fotográficas e conta com três instalações de arte contemporânea de Carlos Amado, sobre O Sagrado e o Azeite, Fernanda Narciso, sobre o Rio e de João Maria, sobre Mãe Terra. Origem da Terra – Cromlek.
Esta iniciativa aposta fortemente na componente sensorial, experiencial e multimédia, em que se destacam três Projetos Multimédia: dois do Realizador Jorge Sá: “Tons da Terra” – Génese e simbolismos ancestrais da Humanidade e “Não se Es gota”- sobre a Água e o terceiro, “Aqui se ara”, de Diana Amado, que vão estar patentes e podem ser vistos, durante os 9 meses da exposição.
Carlos Amado e Luís Mata, técnicos da Câmara de Santarém, foram os autores deste projeto, a partir da investigação sobre a história de Santarém, realizada por Luís Mata. A coordenação desta exposição está a cargo de Carlos Amado.
À semelhança da exposição anterior – “Modos, Medos e Mitos”, esta exposição tem como objetivos gerais: assinalar o papel histórico das civilizações do mediterrâneo oriental (fenícios, sírios, árabes, judeus) na paisagem e na estrutura urbanística da Cidade; realçar a característica urbana da topografia de Santarém: Cidade de planalto (Móron = monte); sublinhar a importância da agricultura na economia regional, nomeadamente do vinho, do azeite, dos cereais e dos legumes, muitos deles introduzidos pelos povos do levante; acentuar o papel dos conhecimentos tecnológicos e da ação humana dos muçulmanos na criação de uma paisagem aluvionar (a lezíria de Santarém como o resultado de uma transferência tecnológica de uma agricultura característica das civilizações do crescente fértil e sua adaptação às características naturais locais: campos de lezíria antigos e modernos; consolidação dos mouchões, colmatagem contínua das terras sujeitas ao regime de cheias, fixação nos terraços fluviais embutidos desde o Paleolítico Inferior); reproduzir a dimensão cultural e mental do Tejo, com paralelos no mar Mediterrâneo, no Médio Oriente e no Norte de África; assinalar o convívio entre o Homem e o elemento água, num equilíbrio representativo de uma paisagem cultural (tal como Veneza ou o Nilo); a religiosidade e o simbolismo das águas: Santa Iria, fertilidade, etc (tal como o Nilo, o Tejo tem um regime hídrico de cheias regulares – ‘crescidas’ – que vão garantindo a reposição da fertilidade do solo e o consequente sucesso da instalação das populações, bem como destacar a importância cultural e simbólica do cavalo e do touro (cornos=crescente).
Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, com destaque para o Relógio Solar da Torre, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.
“Segmento de fuste de coluna com altos-relevos nas duas faces opostas. Numa encontra-se o brasão oitocentista das armas da Vila de Santarém e na outra em quadrante solar, vertical e retangular sem estilete, com orientação a meridional (quadrante meridiano). O relógio de sol encontra-se datado e a numeração das partes do dia (horas) foram insculpidas em capitais romanos, pelo processo de sulco, na sequência das linhas divisórias.
O brasão de Santarém, documentado na sigilografia desde 1246, encontra-se presente em vários testemunhos da arquitetura civil, como a ponte de Alcorce, o Chafariz de Palhais ou das Figueiras, o padrão de Santa Iria ou a Fonte da Junqueira. Testemunhando o domínio da propriedade municipal, a partilha de despesas entre o município e a coroa, a ostentação ou a comemoração dos seus emblemas (o castelo e o rio e escudetes régios), ele constitui uma fonte essencial para a história concelhia e para a identidade das suas populações no tempo e no espaço”.
Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h15 às 12h30 e das 14h00 às 17h15.
“Instalado no Jardim Portas do Sol, o Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.
A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitas vezes, os escalabitanos e os turistas desconhecem”.