
quinta-feira:
Esta quinta-feira, dia 30 de agosto, das 21h45 às 23h00, assista ao In.Downtown, no Centro Histórico: música com os La Fontinha, na Praça Velha, os Etérea, no Largo Padre Chiquito, Teatro - 1ª parte do espetáculo " T1 de José Maria Vieira Mendes", no Pátio 102 (ex Pátio da Caravana), Artes "Atelier Árvore da Vida", em São Nicolau e Fados com Elsa Gomes, no TASCÁ. Esta iniciativa integra o Projeto Verão In. Santarém.
Os La Fontinha - grupo torrejano que interpreta temas de inspiração tradicional ibérica e portuguesa, apresentam-se na Praça Velha. A banda é constituída por Céu Rodrigues (vocalista), David Gonzaga, João Carlos Lopes, João Pedro Vitorino (Pierre), Mário Rosa e Xavier Pereira.
Os Etérea apresentam-se no Largo Padre Chiquito, à conversa com Concerto Acústico. Esta iniciativa visa promover a interação do público com os elementos da banda, assim como a envolvência da imprensa local, inserido no âmbito do IN Santarém. Um espetáculo em acústico, com novos arranjos musicais e num ambiente intimista, misturando melodias e sonoridades clássicas e góticas.
A 1ª parte da Peça de Teatro "T1", do dramaturgo Português José Maria Vieira Mendes, é apresentada no Pátio 102 (ex Pátio da Caravana). “T1” é o primeiro original de José Maria Vieira Mendes, escrito para várias personagens. Tudo se passa num T1, entre três rapazes e uma rapariga, “quatro personagens que entram e saem, que se encontram e se despedem, bebem e falam”, ficcionando um momento da vida de quatro jovens no início da sua independência económica e social.
Com interpretação de Carolina Seia, Gabriel Silva, Luís Coelho Graça e Pedro Pelarigo, encenação de Tiago Fernandes e música dos Conjunto!Evite, este é um Espectáculo que facilmente espelha identidades conhecidas de todos nós. São Criadores e Jovens do concelho de Santarém, que poderiam ser personagens do Espetáculo.
José Maria Vieira Mendes nasceu em 1976 e começou a escrever e a publicar em adolescente, tornando-se rapidamente um dos mais notados dramaturgos portugueses da “nova geração”. Tudo é intrincado nos trabalhos que tem vindo a apresentar desde 1998: primeiro com a Companhia de Teatro Artistas Unidos, de Jorge Silva Melo, e desde 2008 com o Teatro Praga.
Largamente premiado, José Maria Vieira Mendes é, decerto, um dos mais importantes dramaturgos portugueses do século XXI.
Publicou em outubro de 2016 o ensaio “Uma coisa não é outra coisa”, resultante da sua tese de doutoramento. Tem, além disso, duas antologias de peças publicadas (Teatro [2008] e Uma coisa [2016]) e um livro de ficção (Arroios, diário de um diário [2015]).
Filho de Miguel Lobo Antunes e Margarida Vieira Mendes, José Maria Vieira Mendes foi colaborador do jornal da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Os Fazedores de Letras.
Entre as obras escritas por Vieira Mendes encontram-se “Dois Homens”, “Morrer”, “Crime e Castigo”, “Lá Ao Fundo o Rio e Chão” e “T1”.
No seu desempenho como tradutor inclui-se, entre outros, teatro de Samuel Beckett, Duncan McLean, Jon Fosse, Harold Pinter ou Heiner Müller.
É um dos responsáveis pela edição do Teatro de Bertolt Brecht pela editora Livros Cotovia.
Foram produzidas, entre outras, as suas peças Dois Homens (1998), Lá ao Fundo o Rio (2000), T1 (2003), Se o Mundo Não Fosse Assim (2004), A Minha Mulher (2007), O Avarento ou A Última Festa (2007), Onde Vamos Morar (2008), Aos Peixes (2008) e as peças curtas Proposta Concreta (2005), Intervalo (2006) e Domingo (2007).
Algumas das suas peças foram já traduzidas para inglês, francês, italiano, espanhol, polaco, norueguês, eslovaco, sueco e alemão,[1] com produções na Alemanha e Suécia.
José Maria Vieira Mendes foi distinguido com o Prémio Revelação Ribeiro da Fonte 2000 do Instituto Português das Artes do Espectáculo, Prémio ACARTE/Maria Madalena Azeredo Perdigão 2000 da Fundação Calouste Gulbenkian, Prémio Casa da Imprensa de 2005 para a área de Teatro, e Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva 2006, atribuído pelo Instituto Camões (Portugal) e pela Funarte – Fundação Nacional de Artes (Brasil), pela peça A Minha Mulher.
Em 2015 foi um dos nomeados para os Globos de Ouro da SIC na secção "Melhor Peça/Espetáculo" pela encenação partilhada com Pedro Zegre Penim e André e. Teodósio de Tropa Fandanga. Parte da sua obra foi publicada no volume Teatro, editado pelos Livros Cotovia.
A Rua Capelo Capelo Ivens ( São Nicolau) recebe Artes "Atelier Árvore da Vida"
No TASCÁ há Fados com Elsa Gomes.
sexta-feira:
Esta sexta-feira, dia 31 de agosto, às 21h45, há Concerto Olavo Bilac, na Praça Sá da Bandeira (Largo do Seminário). Esta iniciativa integra o Projeto Verão In. Santarém.
Para o grande público foi dado a conhecer através do projeto Resistência e do álbum Palavras ao Vento. Os Santos & Pecadores lançaram o seu primeiro single, intitulado “Não Voltarei a Ser Fiel”, em 1995, e ainda nesse mesmo ano o álbum “Onde Estás?”. A carreira do grupo continuou durante dezenas de anos.
Em 2014, deu início à sua carreira em nome próprio com “Músicas do Meu Mundo” onde mistura vários estilos de música como o samba e a bossa, a morna e o semba ou o fado e a balada.
sábado:
Este sábado, dia 1 de setembro, às 09h00, tem início a 1ª Ação de Conservação do RTT de Alcanhões, no troço da Fonte de Santa Marta junto à Casa da Matança.
Esta ação contempla a realização de trabalhos necessários para a manutenção do Troço reabilitado em 2016 no âmbito do RTT – Reabilitar Troço a Troço, nomeadamente corte seletivo dos salgueiros que estão a obstruir a linha de água.
Venha equipado/a, com botas, luvas e tesouras de poda. Para mais informações e inscrições, contate, através do e-mail: emas@cm-santarem.pte/ou do Telefone: 243 304 450.
Às 09h30 tem início a Visita Orientada “360º na Alcáçova”, com a Guia Vera Duarte, do Serviço Municipal de Cultura e Turismo da Câmara de Santarém e início no Jardim Portas do Sol, integrada no projeto Verão In. Str.. A visita tem a duração de cerca de duas horas, aconselha-se calçado confortável. Esta visita é gratuita e feita em Português, Inglês e Alemão. Marcações no Posto de Turismo de Santarém: 243 304 437 ou 963 735 589.
A alcáçova de Santarém, local hoje conhecido como Jardim das Portas do Sol foi um local estratégico para o crescimento da cidade e, hoje, continua a sê-lo para a compreensão da sua evolução.
Guia Vera Duarte (Serviço Municipal de Cultura e Turismo)
(Duração da visita) Cc. 2h00 | Para todas as visitas aconselha-se calçado confortável | Nº máximo de participantes 50 pessoas.
Às 10h30 a Inatel oferece música e dança pelas ruas do Centro Histórico com o Rancho Folclórico de Covão do Coelho, integrado no Verão In. Str..
Às 11h00 há Yoga para todos - aula aberta, no Jardim Portas do Sol, asseguradas pela AMA - Associação Movimento Aberto e pela Federação Portuguesa de Yoga, integrado no Verão In. Str..
À mesma hora há Animação Desportiva Pais e Filhos, no Jardim Portas do Sol, promovida pela DECATHLON, integrada no projeto Verão In. Str..
Às 21h30, tem lugar a Gala de Dança Desportiva da ADDT - Associação de Dança Desportiva de Tremês – “Heróis e Vilões”, no Auditório do Jardim Portas do Sol, integrada no projeto Verão In. Str..
A Associação de Dança Desportiva de Tremês – ADDT apresenta o espetáculo “Heróis e Vilões”. Esta associação apresenta um espetáculo temático que já vai na 16ª edição, esperando mais uma vez surpreender e alegrar todos os que queiram acompanhar e disfrutar de uma noite de verão num ambiente muito caraterístico.
Em permanência:
Até dia 14 de setembro, visite a Exposição “Tejo…Vida e Agonia de um rio”, no Jardim Portas do Sol, integrada no projeto Verão In. Santarém…é um espanto.
O Jardim Portas do Sol serve de cenário à exposição fotográfica de rua “Tejo…Vida e Agonia de um rio”, curadoria de Paulo Semblante Mendes.
São 28 fotografias distribuídas por 4 painéis/módulos temáticos: Memórias (José Gaspar), Paisagem (António Ribeiro), Avifauna (José Freitas) e Poluição (Arlindo C. Marques).
A exposição é constituída por um conjunto de fotografias, que retrata e representam a visão dos autores sobre o rio Tejo, bem como, através da imagem as suas preocupações e, ao mesmo tempo, consciencializam para conservação do rio e do seu ecossistema como património a preservar.
Até dia 23 de setembro, visite a Exposição “Expo Coletiva In.Artes”, integrada no projeto Verão In.Santarém…é um espanto, no Palácio Landal. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 15h00 às 18h30.
Esta Exposição coletiva reúne trabalhos de todos os artistas que integraram o In.Artes, nas galerias, composta por pinturas, desenhos e esculturas.
Até dia 28 de setembro, visite a Exposição “Coleção de arte contemporânea ‘Manuela de Azevedo’”, com destaque trimestral para uma obra da autoria de Bartolomeu Cid: “Mayo”, Serigrafia a cores s/ papel, datada de 1978, na Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire. A Exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Esta Mostra reúne parte do espólio artístico da jornalista Manuela Ferreira de Azevedo, doado à Câmara Municipal de Santarém no final da década de 80, espólio esse que contempla reconhecidos artistas nacionais e internacionais.
Visite o Núcleo Museológico do Tempo - Torre das Cabaças, de quarta-feira a domingo, das 09h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 (sob marcação através do telefone: 243 377 290 ou 912 578 970.
É um dos elementos arquitetónicos mais conhecido e emblemático de Santarém, tendo sido, em tempos, a Torre do Relógio do Senado da Câmara.
A Torre das Cabaças, ou Cabaceiro, como o vulgo a denomina, é na realidade uma Torre Relógio, de que se conhece a introdução em Portugal desde os primórdios do século XV. A designação popular fixou-se nos finais do século XVIII, derivada das sete ou oito cabaças de barro colocadas na estrutura de ferro que suporta o enorme sino de bronze datado do 1604. A Torre Relógio de Santarém, construída em meados do século XV, ergueu-se sobre uma estrutura pré-existente: uma torre do recinto muralhado da Vila medieval ligada à Porta de Alpram ou Alporão.
A sua forma prismática, de um paralelepípedo, com uma base de 9,76 por 7,20 m e altura de 26 m (31,40 m com a estrutura de suporte do sino) foi crescendo por sucessivos acrescentos ao longo do tempo, sempre através do mesmo processo construtivo, de aparelho de alvenaria de pedra calcária irregular e revestida a argamassa de cal e areia.
O seu volume áspero e monolítico eleva-se praticamente isento de fenestração até próximo do cimo. Aí, apresenta oito grandes ventanas, duas em cada face, com as vergas em semi-arco, deixando antever uma pequena parte da calote esférica que cobre o seu último piso, suportando, por sua vez, a estrutura de ferro forjado, de forma trapezoidal, que sustenta o enorme sino de bronze e oito peças cerâmicas em forma de cabaças, cuja função é provocar a ressonância do som do sino ao bater as horas.
Visite o Centro de Interpretação Urbi Scallabis – USCI, no Jardim Portas do Sol, de quarta-feira a domingo das 09h10 às 12h15 e das 14h00 às 17h15.
O Centro de Interpretação Urbi Scalabis concilia, de forma harmoniosa, a dimensão turística e a vertente científica, fruto de um aprofundado trabalho de estudo e investigação.
A área expositiva oferece uma fácil abordagem no domínio inovador da interatividade, que lhe permite, à distância de um toque digital, identificar e localizar o valor do património arquitetónico, a riqueza da tumulária, a abundância da heráldica e a qualidade da azulejaria que a cidade ostenta e que, muitos desconhecem.
A Alcáçova de Santarém, atualmente ocupada pelo Jardim Portas do Sol, ostenta os mais antigos e mais importantes vestígios da ocupação humana de Santarém, constituindo, por essa razão, o local privilegiado para a instalação de um núcleo museológico que materialize a génese e evolução histórico-urbanística da cidade.
O Núcleo da Alcáçova integra em primeiro lugar, um “Centro Interpretativo”. A sala de exposições foi alvo de um projeto de design global, resultado de uma combinação das tradicionais vitrinas com uma componente multimédia, mediante as quais os visitantes recebem explicações prévias sobre o conhecimento existente de cada um dos períodos cronológicos abordados. Os nossos visitantes podem assim iniciar a sua “viagem” pela cidade, explorando os equipamentos existentes no Centro de Interpretação, seguindo depois caminho para as Ruínas Romanas – onde podem encontrar uma montra interativa com algumas explicações