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Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014
CARTAXO PROMOVE ENCONTROS SOBRE PROTEÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS

 

Iniciativa vai passar por 8 localidades do concelho e pretende identificar situações de risco e definir estratégias de prevenção

 

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) do Cartaxo vai promover um conjunto de encontros de trabalho em todas as freguesias do concelho, com o objetivo de diagnosticar situações de risco e delinear estratégias de prevenção.

 

A iniciativa designa-se de “Café Encontro – Ao Encontro dos Direitos das Crianças e Jovens” e irá realiza-se de 6 de março a 10 de abril, às terças e quintas-feiras, a partir das 21h00.

 

O encontro pretende ser uma ferramenta utilitária para a construção de um diagnóstico da CPCJ relativo à real situação no concelho do Cartaxo, nomeadamente no que diz respeito às situações de risco e de perigo, bem como às estratégias de prevenção existentes no território.

 

Tendo por base uma metodologia participativa, o encontro pretende recolher junto das instituições, técnicos que trabalham na área da infância e juventude e comunidade em geral informações pertinentes que estejam de acordo com as realidades locais, permitindo dessa forma construir um Plano Local Estratégico de Promoção e Proteção dos Direitos das Crianças e Jovens no Concelho.

 

LOCAIS E DATAS DAS SESSÕES

 

MARÇO

Sociedade Recreativa Cultural de Vale da Pinta - 6

Casa do Povo de Pontével - 11

Centro Social de Vila Chã de Ourique - 13

Ateneu Artístico Cartaxense – Cartaxo - 18

Centro Social de Vale da Pedra - 20

Centro de Dia de Valada - 25

Associação Filarmónica União Lapense – Lapa - 27

 

ABRIL

Casa do Povo da Ereira - 1

Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense – 8

Centro Cultural do Cartaxo - 10

 

 

CRIANÇAS E JOVENS EM DESFILE NAS RUAS DO CARTAXO

Vikings, joaninhas e marinheiros de mão dada com campinos e piratas

 

Na manhã de 28 de fevereiro, o frio não resistiu à alegria de centenas de crianças que invadiram as ruas do Cartaxo. Foi o desfile de Carnaval que a Câmara Muicipal organizou, com a participação de escolas e instituições do concelho.

 

Logo pelas 10h30, borboletas e princesas, alguns capuchinhos vermelhos e muitos homens aranha, começaram a concentrar-se no Largo do Valverde, enchendo o jardim de cor, serpentinas e papelinhos atirados ao vento.

 

O desfile avançou pela rua central da cidade, a Batalhoz, que se encheu com outras centenas de adultos que vieram apreciar a fantasia das crianças, ou matar saudades do tempo em que eles próprios viviam o Carnaval com muito entusiamo, como é o caso de António que afirma “no meu tempo não parava em casa nestes dias, não havia fatos destes, era eu e o meu irmão que inventávamos com o que tinhamos à mão e a minha mãe sempre a ralhar”, acrescentando “era de futebolista, ou fantasma com um lençol velho, o que importava era andar por aí mascarado a fazer disparates”.

 

Se os mais pequeninos escolheram os seus herois dos desenhos animados, ou as figuras dos contos de fadas,  já os adolescentes foram mais atrevidos e trouxeram monstros, vampiros e cantores punk, acompanhados por um zorro mais assustador que aventureiro.

 

O Programa Viver Mais Viver Melhor escolheu a vinha e o vinho como tema para fazer fatos repletos de parras verdinhas e grandes cachos de uvas maduras, em jeito de recomendação, traziam como lema “quer viver mais e melhor? beba vinho do Cartaxo”.

 

Da Associação Comunitária de Assistência Social de Vila Chã de Ourique (ACAS), vieram muitos dálmatas, os pequeninos da creche e os mais crescidinhos do Centro de Dia -  todos brancos e pretos, com muitas bolinhas divertidas.

 

O desfile terminou na Praça 15 de Dezembro, onde  as máscaras venezianas, as meninas super-mário, os m&m, a mini e o mickey, as odaliscas, os polícias e os ladrões foram recebidos com muita música para dançar.

 

O presidente da Câmara, Pedro Magalhães Ribeiro, veio receber os foliões, afirmando que “nestes tempos tão cinzentos que vivemos, com tantas dificuldades para as famílias, precisamos encontrar momentos de alegria e diversão, nos quais os problemas sejam por momentos esquecidos e dos quais possamos sair revigorados”, referindo que “este desfile é um exemplo de como várias gerações se podem reunir numa festa que é da família, das escolas, das nossas associações e que, ainda, é um testemunho de alegria e união”.

 

Participaram nesta iniciativa o Agrupamento de Escolas Marcelino Mesquita (Escola Secundária, E.B. 2,3 Marcelino Mesquita, E.B. 1 nº 1 José Tagarro, E.B.1 nº 2 do Cartaxo e E.B. 1 nº 3 do Cartaxo), Jardim de Infância do Cartaxo, Universidade Sénior do Cartaxo, Grupo Viver Mais, Viver Melhor e Associação Comunitária de Assistência Social de Vila Chã de Ourique (ACAS).

 

 

 

Câmara do Cartaxo paga 645 mil euros à CGA

  • ·        Em novembro de 2013, a Câmara Municipal do Cartaxo tinha dois processos de execução fiscal, por falta de pagamento de descontos à Caixa Geral de Aposentações

 

  • ·        O primeiro processo foi agora encerrado, com o pagamento de 303.494,72 euros.

 

  • ·        Câmara Municipal do Cartaxo paga 645 mil euros à CGA entre Novembro de 2013 e Fevereiro de 2014.

 

 

 

No passado dia 25 de fevereiro, a Câmara Municipal do Cartaxo pagou a última prestação de um acordo que conseguiu estabelecer com a Caixa Geral de Aposentações, no final do ano passado, para resolução do primeiro processo de execução fiscal, cujo valor ultrapassava os 633 mil euros e que correspondia a dívida de 2011.

 

Pedro Magalhães Ribeiro, presidente da Câmara, reconhece que “encontrar soluções para a dívida à CGA, que apenas conhecemos quando tomámos posse, foi muito difícil, não só pelo enorme valor que estava por pagar, como pela falta de credibilidade que a Câmara já tinha junto das instituições credoras, por não cumprir, nem os pagamentos correntes, nem as prestações acordadas”.

 

O autarca explicou que o valor total da dívida era de 1 milhão e 406 mil euros, dos quais 223 mil euros, eram referentes a descontos que tinham sido feitos aos trabalhadores, entre junho e dezembro de 2011, mas não tinham sido entregues à CGA, o restante valor era referente a descontos da entidade patronal, de junho de 2011 a setembro de 2013, valores acrescidos de juros de mora e custas de dezenas de milhares de euros.

 

Do conjunto desta dívida, havia já pendente sobre o município, dois títulos executórios, um primeiro de mais de 599 mil euros e um segundo que ultrapassava os 633 mil euros, valores sem custas.

 

“Tratava-se de termos bens, contas bancárias e equipamentos municipais, retidos pelas finanças, a qualquer momento. Os vencimentos dos trabalhadores e os serviços prestados aos cidadãos, estavam em grande risco de não poderem ser cumpridos. Os trabalhadores aposentados, não eram reconhecidos pela CGA, a Câmara continuava a pagar o seu vencimento e não tinham acesso aos benefícios que lhes eram devidos, por exemplo - no acesso a cuidados de saúde. O Município não tinha certidão de não dívida e por isso não podia receber fundos comunitários aos quais tinha direito, ficando os fornecedores à espera do pagamento.”, explica Pedro Magalhães Ribeiro.

 

Após várias diligências junto da Autoridade Tributária Aduaneira (ATA), foi estabelecido um novo plano de pagamentos, para permitir que o município pudesse ter a certidão de não dívida e que os trabalhadores aposentados, pudessem começar a ser reconhecidos pela CGA – no início de mandato eram já 22 trabalhadores nestas condições -, para além de poderem ser resolvidos os títulos executórios sobre os bens.

 

A aceitação deste plano de pagamentos, pela ATA, implicou a hipoteca de 14 bens imóveis (primeiro processo) e do Centro Cultural do Cartaxo (segundo processo), por ser o único bem do domínio público disponível e cujo valor cobria a dívida em causa; o pagamento de duas prestações, no montante total de 602 mil euros até fevereiro de 2014, assim como o compromisso de cumprir um plano de pagamentos que já tinha sido proposto à ATA em agosto de 2012, pelo anterior executivo, mas nunca tinha sido cumprido - hipoteca de 14 bens do município e o pagamento de 60 prestações mensais.

 

Com o pagamento da prestação em fevereiro de 2014, ficou cumprido e liquidado um dos acordos e logo em novembro de 2013 foi iniciado o pagamento das 60 prestações, que correspondem a mais de 10 mil euros por mês – foram até agora pagos 43 mil euros.

 

O presidente da Câmara assegura que “o esforço quer de negociação, quer financeiro para cumprir estes pagamentos, foi muito grande e deve ficar claro que, para além dos mais de 645 mil euros pagos em 4 meses, são cinco anos de prestações e um encargo com juros e despesas, que poderia ser usado para pagamento a pequenos e médios fornecedores. Mas podemos agora tentar regularizar a situação dos nossos trabalhadores aposentados, cujos processos estarão na eventualidade de ser aceites pela CGA, conforme cumprimento das prestações”.



publicado por Noticias do Ribatejo às 16:13
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