Recentemente o PS Cartaxo fez um apelo público para que a presente campanha eleitoral se centrasse nas ideias e nas propostas que cada força política tem para o concelho e para que todos os candidatos repudiassem a ofensa pessoal, as mentiras e a difamação.
Apesar deste apelo, alguns indivíduos têm-se servido da rede social Facebook para difamar os candidatos socialistas a vários órgãos autárquicos.
No passado dia 25 de setembro, um indivíduo devidamente identificado como um apoiante da coligação PSD/Nós cidadãos – Juntos pela Mudança e recorrente neste tipo de ofensa, fez uma publicação na sua página de Facebook acusando o PS Cartaxo, na pessoa da sua presidente, Elvira Tristão, e do candidato à Câmara Municipal, Pedro Ribeiro, de terem usado meios da Junta de Freguesia da União de Freguesias Cartaxo-Vale da Pinta, colocando também em questão a idoneidade daquele órgão autárquico.
O PS Cartaxo repudia a referida publicação por esta se tratar de uma mentira demagógica e eleitoralista que põe em causa a idoneidade de uma autarquia e o bom nome de dois candidatos socialistas às eleições autárquicas do dia 1 de outubro.
Mais: considera tão grave o gesto do autor da publicação como a sua partilha por outros indivíduos igualmente identificados.
Por entender que a difamação é crime, que em política não vale tudo e que a liberdade de expressão não justifica a ofensa pessoal, o PS Cartaxo de imediato apresentou no Ministério Público uma queixa-crime.
O PS Cartaxo lamenta também que o crime de difamação publicado na referida página de Facebook tenha merecido a simpatia de candidatos e apoiantes da candidatura da coligação PSD/Nós cidadãos - “Juntos pela Mudança” através da partilha, comentários de apoio e do “gosto” na publicação.
O PS Cartaxo continuará focado na apresentação das suas propostas, das suas ideias e das suas equipas, mas não pode pactuar com a difamação e a ofensa pessoal.
O PS Cartaxo exige dos seus concorrentes uma postura democraticamente responsável não manifestando o seu apoio a atos cívica e politicamente condenáveis como os que denunciou às autoridades judiciais.